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HISTÓRIA: FUNDAMENTOS E 
METODOLOGIAS NOS ANOS 
INICIAIS DO ENSINO 
FUNDAMENTAL 
AULA 1 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
Prof.ª Janieyre Cadamuro 
 
 
2 
CONVERSA INICIAL 
Uma das funções da pedagogia é compreender a historicização das 
diferentes concepções, os pressupostos teórico-metodológicos, os elementos e 
conceitos que organizaram o ensino no século XX, o perfil do professor, a 
organização dos conteúdos e como realizar as avaliações, tudo voltado para os 
anos iniciais do ensino fundamental na disciplina de história. 
Nesta aula, vamos discutir a importância do estudo da história no ensino 
fundamental e buscar compreender as diferentes correntes teóricas que 
influenciaram a maneira de conceber a história e o seu ensino. Os pontos que 
teremos como referência na nossa conversa de hoje são os seguintes: 
 A importância do estudo da história nos anos iniciais do ensino 
fundamental; 
 Identificar as relações sociais no tempo – uma das diretrizes dos 
parâmetros curriculares nacionais; 
 Noções de cidadania; 
 Como ensinar a história – escolhas baseadas em teoria e metodologia; 
 Vertentes historiográficas do século XX – as novas vertentes; 
 A Escola dos Annales – um arcabouço teórico de grande inovação surgido 
há 100 anos e que repercutiu, ao longo do século XX, diferentes instâncias 
de estudo e pesquisa em nível acadêmico o que sugeriu novas formas de 
trabalhar a história em sala de aula; 
 Os conceitos históricos: o fato, o tempo e o sujeito históricos. 
TEMA 1 – O ESTUDO DA HISTÓRIA 
O trabalho em sala de aula se transforma muito a partir da década de 
1990, com o surgimento dos Parâmetros Curriculares Nacionais. São eles que 
mudam a dinâmica do estudo no ensino fundamental e também no ensino médio 
e será com base neles que começaremos a nossa discussão. 
O primeiro questionamento que surge é: por que estudar a história na 
educação infantil e no ensino fundamental? A resposta é que compreendê-la traz 
uma grande contribuição social, pois possibilita ao aluno um entendimento mais 
amplo da realidade em que ele está inserido. É essa disciplina que dá os 
conhecimentos elementares sobre a sociedade, ou mesmo que o ajuda a 
 
 
3 
identificar os procedimentos básicos sobre os processos históricos. É preciso ter 
esse entendimento muito claro, pois é com base nele que serão determinados 
os conteúdos e traçadas as estratégias de aprendizagem. 
As escolhas do professor na maneira de ensinar a história devem ser 
provenientes de mudanças na produção historiográfica dentro dos circuitos 
acadêmicos, sempre vinculados às novas proposições de ensino. 
É preciso ter a consciência de que a história nos auxilia a formar cidadãos 
que fazem intervenção social e isso acontece levando-se em conta 
conhecimentos elementares sobre a sociedade em que vive. Perceba que, 
estudando os fatos históricos, é possível identificar o processo de formação e 
organização das sociedades humanas, mesmo que temporalmente distantes. 
Tenha sempre claro que o objeto mais relevante no ensino da história é a 
noção de identidade e reflexão sobre cidadania, por isso os estudos históricos 
devem abranger três aspectos: 
 Identidade social com base na relação entre o particular 
e o geral (cultura e localidade); 
 Noções de diferença e semelhança, em termos culturais; 
 Noções de continuidade e permanência (temporalidade). 
As novas preocupações têm relação direta com a noção de um local em 
relação ao outro, como o local e o regional, o singular ao plural e ainda a noção 
de permanência e mudança. Perceba que é importante relacionar os conceitos 
atuais com outras épocas históricas, mostrando as diferenças e semelhanças 
entre os fatos. 
TEMA 2 – TEORIAS CONTEMPORÂNEAS 
No século XIX, a história passou a ter o status de ciência, com a 
concepção dos grandes homens e dos grandes feitos. A partir do século XX, 
novas abordagens surgem para quebrar essa visão engessada e a história 
tradicional e a história como ciência sofrem uma ruptura com as modificações 
sugeridas pela Escola dos Annales. 
A Escola dos Annales surgiu na década de 1920 na França e se 
caracterizou como um fenômeno em relação à perspectiva teórica e 
metodológica de se pensar a história, encerrando definitivamente o pensamento 
positivista do final do século XIX. Mais do que um pensamento positivista, 
 
 
4 
superou-se o pensamento cientificista do período quando várias áreas do 
conhecimento começaram a procurar métodos e referenciais que as 
identificassem como ciência. 
É nessa fase que se fortalecem e se cristalizam os estudos da história, 
com a formação da ideia do historiador, uma figura que, analisando os 
documentos, consegue pensar especificamente na história. Por outro lado, 
restringiu-se muito a disciplina, tirando a criatividade e a imaginação do estudo 
da área, fomentando a ideia dos mitos, heróis e seus grandes feitos. Esse é o 
legado do século XIX e que vai influenciar a primeira geração de historiadores 
da Escola dos Annales, porém, ao longo do século XX, outras gerações de 
annalistas irão promover inovações, com mudanças significativas entre as 
décadas de 50 e 60 e depois entre 70 e 80. Foram essas mudanças que 
repercutiram na forma de pesquisar a história no meio acadêmico que alteraram 
a forma como a disciplina entra em sala de aula no final do século XX. 
A grande mudança fornecida pela Escola dos Annales e as gerações 
seguintes foi ao que tange às fontes de pesquisa do historiador, que pôde deixar 
de usar apenas as fontes/documentos oficiais para utilizar diferentes fontes e 
objetos no estudo da história. As grandes mudanças depois de 1920 são os 
objetos, as metodologias e as fontes históricas, superando definitivamente a 
visão de um momento histórico único e desconectado do processo. 
Existem várias linhas ou escolas historiográficas, os Annales na França; 
o marxismo na Inglaterra, que entende a história pelo viés econômico, e as várias 
tendências da pós-modernidade que mesclam a discussão histórica com as 
demais áreas das ciências humanas. 
As novas perspectivas trouxeram a noção de se trabalharem novos 
sujeitos, com novas abordagens e, levando-se em conta diferentes fontes, com 
uma pluralidade que passa pela história da família, das mentalidades, do 
cotidiano, do social, da alimentação, a demográfica, entre outras. Perceba que 
essa diversidade amplia as possiblidades de discussão em sala de aula, 
enriquecendo o processo de ensino-aprendizagem. 
TEMA 3 – O FATO HISTÓRICO 
Como vimos, o ofício do historiador no século XIX e em parte do século 
XX é questionada e substituída, em especial nas suas fontes de pesquisa. 
 
 
5 
Um dos conceitos-chave para a história é o fato histórico, que se 
caracteriza por algum acontecimento e/ou evento cujo significado é importante 
para a compreensão do passado. Até meados do século XX, os fatos históricos 
eram apresentados de maneira isolada ou descontextualizada. Atualmente, o 
que se propõe é que o estudo do fato histórico tenha uma importância maior e 
traga em si fundamentos para compreender as mudanças materiais e culturais 
ocorridas ao longo do tempo. 
É preciso superar a velha exposição e encadeamento dos fatos que 
fizeram parte do ofício do historiador no século XIX e parte do século XX, que é 
uma herança do positivismo. Não se pode trabalhar os fatos históricos de 
maneira isolada e descontextualizada. 
Atualmente, entende-se que o fato histórico é algum acontecimento e/ou 
evento cujo significado é importante para a compreensão do passado e deve ser 
trabalhado em sala, porém manuseado corretamente. O que se propõe é dar um 
sentido de importância maior ao fato histórico que traz em si fundamentos para 
compreender as mudanças materiais e culturais ocorridas ao longo do 
tempo/dinâmica histórica das sociedades humanas. Por exemplo, a 
Inconfidência Mineira é muito mais do que a execução de Tiradentes, por issotrazer todo o contexto político e cultural da época, bem como os demais 
pensadores do movimento, traz uma melhor compreensão do que foi esse 
momento para o Brasil, pensando nos impactos gerados na sociedade por esse 
fato. 
Quando se contextualiza, o fato histórico deixa de ser um dado singular 
solto no tempo e se criam novas possiblidades de compreensão daquela 
situação num processo maior. 
As motivações para o modelo anterior eram principalmente os processos 
políticos brasileiros em que o Estado desejava criar uma consciência cívica, 
normalizadora e moralizante nos cidadãos. Nessa fase, a história estava na 
escola para ser decorada, e sua prática constava de recitar lições, datas e nomes 
considerados significativos. 
Uma vez compreendido que o fato puro não agrega criticidade, o professor 
não deve se limitar a ensinar aos seus alunos apenas os nomes e feitos de 
personalidades, mas sempre contextualizá-los. Dessa maneira, a história deixa 
de ser o resultado da vontade de alguns indivíduos imperando sobre os outros 
 
 
6 
ou mesmo de fatos estanques. Surge, assim, uma ideia mais ampla com a 
possibilidade da construção coletiva e de compreensão do processo. 
TEMA 4 – O TEMPO HISTÓRICO 
Tudo o que nos cerca tem sua história: as palavras, as coisas e os fatos 
têm um momento de nascimento, o que nos leva a concluir que somos seres 
eminentemente históricos. Refletir sobre o que somos e nos identificar como 
produtos de um passado é fundamental para estabelecermos nossa identidade. 
Por isso, um dos conceitos mais importantes para qualquer historiador é 
o de tempo. Culturalmente o tempo se modifica, e sua conceituação depende da 
maneira como as pessoas o sentem e também da noção/interpretação das 
diferentes culturas em distintos períodos e espaços. O tempo é um dos conceitos 
mais importantes para se pensar a história, visto que esta não vive sem aquele. 
Além disso, o tempo histórico é diferente do tempo cronológico. O tempo 
histórico é o tempo das ações humanas ao longo da história, por isso ele não é 
linear ou regular, mas sim formado por diferentes durações. Por exemplo, a 
representação da história ocidental pode ter como começo do século XX a I 
Guerra Mundial (1914), por causa da força do conflito e por ser um fato que 
encerra perspectivas e resultados. 
Quando pensamos em fatos históricos, percebemos que eles são 
marcados no tempo por balizas temporais que delimitam, num tempo muito 
breve, o espaço destes no tempo processual. Lembrando que o tempo é um 
conceito definido pelo homem e a passagem dele pode variar de acordo com 
diferentes calendários, como o muçulmano, o judaico, o chinês ou o ocidental, 
por exemplo. 
Todos os homens convivem com fenômenos que são temporais, assim, 
mesmo uma criança pequena sabe o significado de fazer aniversário, por 
exemplo. 
A conceituação do tempo também está relacionada com a 
noção/interpretação que diferentes culturas, em distintos períodos e espaços, 
lhe impõem, pois, mensurar o tempo sempre foi uma preocupação humana. Por 
exemplo, no Egito Antigo havia uma preocupação muito grande com as estações 
do ano, que se refletiam nas épocas de plantio e colheita, fato que é verificado 
na Mesopotâmia Antiga também. 
 
 
7 
Perceba que, na história, o tempo é fundamental para que possamos 
compreender em que momento aconteceu determinado fato. Precisamos então 
diferenciar os tipos de tempo: 
 O tempo cronológico ou físico é aquele que se refere à organização dos 
calendários; 
 O tempo histórico não é necessariamente linear ou regular como o tempo 
físico e cronológico. Podemos entender esse conceito pelos recuos 
temporais que podem ser desenvolvidos, ou pensar no tempo como um 
espiral onde se realizam os recortes necessários para compreender 
diferentes contextos. 
Um dos maiores pensadores sobre o conceito do tempo foi Fernand 
Braudel, um francês da segunda geração dos Annales. Para ele, o tempo é 
conceituado com base nas chamadas durações: 
 Longa duração que é o tempo do processo histórico; 
 Curta duração que é o tempo do fato histórico. 
Além de Braudel, podemos pensar no tempo do acontecimento breve, 
tempo da conjuntura e tempo da estrutura, que se referem a situações próximas 
ou mais distantes de nós. A conjuntura se refere ao nosso entorno imediato, já a 
estrutura se refere a um período maior. 
Note que, ao trabalhar o tempo histórico, não há necessariamente uma 
linha contínua a ser seguida, podendo ser realizadas interferências ou diálogos 
entre referências de tempos distintos. 
TEMA 5 – O SUJEITO HISTÓRICO 
O conceito que veremos agora diz respeito ao sujeito histórico. Lembre-
se que, até a Escola dos Annales, a história tradicional era contada por meio dos 
fatos e dos grandes vultos. A partir de então, passamos a entender a história 
como o resultado da participação de vários sujeitos, de uma pluralidade humana. 
Atualmente, a noção de sujeito histórico vem sendo reformulada, e a nova 
história traz uma abordagem que propõe a dimensão das ações coletivas, das 
lutas por mudanças, dos valores e das perspectivas de grupos sociais, dos 
costumes que permaneceram ou que se modificaram. Nessa nova perspectiva, 
a construção da história é avaliada com base na participação dos indivíduos, nos 
 
 
8 
sujeitos históricos capazes de compor as fileiras da história e de elaborá-la com 
atitudes. Perceba que não se pretende tirar ou esvaziar a heroicização e, sim, 
acrescentar outras possiblidades e outras pessoas que podem ser estudadas. 
Ao longo do século XX, nas diferentes décadas e sob tendências diversas 
da historiografia, o estudo do sujeito histórico foi ocupando espaço. Para além 
do nome de presidentes, comandantes e vultos heroicos, outros sujeitos foram 
repensados: militares, lavadeiras, prisioneiros, donas de casa, escravos, entre 
outros. 
O sujeito histórico tem uma relação bastante estreita com o fato e com o 
tempo históricos, afinal, é esse sujeito que vive num determinado período e atua 
de uma maneira pontual a que vamos sempre nos referir. 
Com base na Escola dos Annales, a noção de sujeito histórico é 
reformulada, com o surgimento de outros sujeitos e novas possibilidades que 
extrapolam a história tradicional contada por meio dos fatos e dos grandes vultos. 
A nova história, com outra abordagem, propõe dimensões das ações 
coletivas, das lutas por mudanças, dos valores e das perspectivas de grupos 
sociais, dos costumes que permaneceram ou que se modificaram. Assim, a ideia 
de sujeito ganha uma amplitude muito maior. 
A elite que mitifica o herói para criar a identidade de uma nação alicerçada 
nessa figura passa a ser questionada pelo novo modelo. Até aqui, estar no poder 
significava, muitas vezes, contar a história pelo seu ponto de vista e de suas 
necessidades. 
Nessa nova visão, a construção da história se dá por meio de indivíduos 
comuns, em que todos são sujeitos históricos, capazes de compor as fileiras da 
história e de sua construção, por meio de atividades e atitudes. Depois da 
década de 90, principalmente, as minorias passaram a ser ouvidas e a fazer 
parte da nova produção historiográfica, dando voz àqueles que foram 
esquecidos. 
O ponto mais importante é fazer com que os alunos compreendam que 
eles fazem parte e são sujeitos dessa história, tendo consciência de sua 
participação no processo, bem como da noção de identidade e cidadania. 
O que se pretende é o fim da memorização no ensino da disciplina e a 
consciência de que o aluno passe a pensar e pensar-se na história. 
 
 
 
9 
NA PRÁTICA 
Para identificar os conceitos que trabalhamos, vamos propor o seguinte 
exercício prático: faça a leitura da iconografia de Tiradentes, que muito ajudou a 
compor a imagem do mito. Identifique as diferenças entre cada uma delas, 
verificando pontos em que a figura de Tiradentes passou a ser associada ao 
martírio e a Jesus. Leve em consideraçãoo ano da produção de cada uma das 
obras em análise e identifique o contexto histórico em que elas foram produzidas. 
Sobre a criação do mito de Tiradentes, vale lembrar que a figura deste foi 
elevada à categoria de herói no final do século XIX, mas sua morte ocorreu no 
final do século XVIII. O contexto da Inconfidência Mineira é do Brasil Colônia, 
que deseja ardentemente sua independência de Portugal; já à época em que 
Tiradentes é visto como herói, um século depois, o país é uma república recém-
criada que, para formar sua identidade, busca uma figura heroica no homem que 
lutava contra a dominação de um império estrangeiro. 
Sobre sujeitos e mitos históricos é importante lembrar que a morte de 
Tiradentes é retratada várias vezes pela iconografia do século XIX, por interesse 
da elite brasileira em mostrar o mito. 
Para trabalhar Tiradentes em sala de aula como um sujeito histórico, é 
preciso contextualizar, identificando-o para além do herói, mostrando seu modo 
de vida, seus relacionamentos e o momento histórico pelo qual passava o país. 
Observe os vários retratos de Tiradentes do final do século XIX, 
percebendo como ele é retratado com a analogia de Jesus Cristo, cabelos longos 
e barba. Outro ponto é que sua morte é em abril, data da Páscoa. Note que, com 
base nessas imagens, começa a se compor a ideia do mito, reforçada pela 
iconografia. 
Uma sugestão para a sala de aula é utilizar a iconografia de Tiradentes 
também como alferes, mais novo e sem barba, trabalhando com os alunos como 
se constrói a figura de um mito ou os outros significados do homem para nossa 
história. 
 
 
 
 
 
 
 
10 
Figura 1 – Tiradentes 
 
Fonte: SILVA, Oscar Pereira da. Tiradentes. 1922. Óleo sobre tela. Museu Paulista. Brasil. 
Figura 2 – Martírio de Tiradentes. Óleo sobre tela de Aurélio e Figueiredo (1854-
1916) – Museu Histórico Nacional 
 
 
 
 
 
 
 
 
11 
Figura 3 – Tiradentes esquartejado. Óleo Sobre Tela de Pedro Américo (1843-
1905) – Museu Mariano Procópio 
 
FINALIZANDO 
Nesta aula, pudemos conhecer alguns pontos-chave da organização da 
história como área do conhecimento, salientando a constituição da história como 
ciência, ainda no século XIX, e as rupturas relativas a essa concepção a partir 
do século XX, com a Escola dos Annales. 
Vimos também alguns conceitos-chave que devem ser trabalhados e 
valorizados pelo professor que leciona história ainda nos anos iniciais do ensino 
fundamental: fato, tempo e sujeitos históricos. 
Os principais pontos que merecem ser destacados são: 
 Como o estudo da história deve acontecer em sala de aula, com uma 
formação crítica e ressaltando a noção de cidadania; 
 A compreensão do passado como referência para dar ferramentas e 
capacitar os indivíduos para um entendimento mais amplo da realidade 
em que ele está inserido; 
 Verificamos as tendências e as vertentes historiográficas desenvolvidas 
no século XX, observando as mudanças ocorridas pela escola dos 
Annales; 
 Trabalhamos com os conceitos históricos do fato, do sujeito e do tempo. 
 
 
 
12 
REFERÊNCIAS 
BARROS, J. D. A teoria da história: a Escola dos Annales e a Nova História. 
Petrópolis/RJ: Vozes, 2012. v. V. 
BURKE, P. A Escola dos Annales (1929-1989): a Revolução Francesa da 
historiografia. São Paulo: Ed. da Unesp, 1997.

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