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Fatores que interferem na imagem radiográfica 
Para uma radiografia adequada, todos os passos que antecedem a produção desta radiografia devem ser realizados com máximo de cautela para que essa imagem seja preservada e tenha qualidade suficiente para o diagnóstico e, a partir deste, será realizado o plano de diagnóstico do paciente.
Filme colocado atrás da região específica do dente na boca fazendo um feixe de radiação x atravessar o objeto e atingir o filme sensibilizando - o .
O que determina um filme ser mais ou menos sensibilizado é exatamente a estrutura que estamos radiografando
ex: coroa - menos raio x → radiopaco 
espaço vazio entre um dente e outro - maior sensibilização → Radiolucido. 
O filme é o resultado de áreas mais sensibilizadas e outras menos sensibilizadas que no primeiro momento são invisíveis - imagem latente; 
Para ser visualizado, o filme passa por uma etapa de processamento com soluções químicas - radiografia com diversos tons de cinza, permitindo a visualização e um possível diagnóstico.
Propriedades da imagem radiográfica 
· Nitidez/resolução - Habilidade em demonstrar com precisão os limites entre as estruturas vizinhas. Saber onde termina e onde começa o objeto e seu vizinho
· Densidade - Grau de escurecimento de uma radiografia. Quantidade de luz que deixa passar. A densidade ideal é a média.
· Contraste - Diferença entre densidades vista na imagem. Contraste médio é o ideal pois deve variar os tons de cinza.
· Dimensão - tamanho. Deve ser o mais próximo do objeto real. 
· Ampliação (tamanho aumentado proporcional em todas dimensões - Vertical e horizontal)
· Distorção (Ampliação desigual - mais em direção determinada do que outra. Encurtando ou alongando).
São cinco os fatores que podem interferir na produção da imagem.
Fator energético 
Relacionados ao aparelho 
Como é que o feixe Rx interfere na formação da radiografia.
· Miliamperagem - corrente responsável por aquecer filamento e gerar nuvem de elétrons 
Costuma ser fixa de 7 a 10mA
é a expressão quantitativa do fluxo eletrônico que são os raios catódicos até chegarem a área focal ,onde são freados bruscamente para produção do RAIO-X (Fluxo eletrônico = Efeito Forrest)
Maior miliamperagem = ↑ aquecimento ↑ quantidade de elétrons 
Densidade: ↑ miliamperagem ↑ densidade radiográfica 
· Tempo de exposição - controla o fluxo de elétrons migrando do catodo para o anodo.
Quanto maior o tempo de exposição, maior a quantidade final de fótons de raios x 
Tempo de exposição é controlado pelos marcadores de tempo ligados entre os terminais de auto transformador e do primário do transformador de alta tensão , juntamente com mA, constituindo o BINÔMIO - mAs - responsável pela quantidade de raios-X. 
Miliamperagem X tempo = mAs (quantidade de radiação no feixe útil na densidade final da imagem)
É responsável pela densidade radiográfica (grau de escurecimento da imagem) que seria a distribuição das partículas de Ag metálica, negra, da emulsão, as quais possuem várias concentrações dando uma tonalidade mais ou menos escura.
Densidade = quantitatização da prata precipitada sobre a base da película após o processamento radiográfico ou também a capacidade da radiografia deixar ou não passar pela luz.
Esta transmissão de luz pode ser avaliada em percentual ou escala logarítmica, através da chamada Curva H-D- (Hurter-Driffield) ou sensitométrica. 
· Quilovoltagem - aspecto da corrente que gera diferença de potencial 
A Quilovoltagem aplicada aos polos do tubo determina o campo elétrico que provoca aceleração dos elétrons e, consequentemente, a PENETRAÇÃO DOS RAIOS-X. É ela que determina a QUALIDADE DOS RX
Normalmente é fixa e varia de 50 a 70 kVp. Com sletores variam de 50 a 100 kVp.
· E. cinética = – comprimento de onda dos fótons de RX 
↑ diferença de potencial ↑ energia de elétrons ↑ energia de fótons (energia cinética)
 Quantidade de feixe → Menor KV, maior comprimento de onda ↓ energia ↓ poder de penetração 
Maior KVP = menor comprimento de onda ↑ energia ↑ poder de penetração
A KV é responsável também pelo contraste radiográfico que é dependente da penetração dos RX.
Contraste radiográfico = graduação das diferentes densidades das películas em diferentes áreas radiográficas. A diferença entre radiopaco e radiolúcido 
Contraste: ↑ KVP ↓ contraste, maior DDP e maior energia final no feixe 
Muitas densidades entre as áreas –|> BAIXO CONTRATES OU DE LARGA ESCALA
Pouca densidades entre radiopaco e radiolúcido → ALTO CONTRASTE OU ESCALA CURTA
Pode interferir na qualidade do feixe, pois os de baixa energia atravesse menos objetos e vice-versa
· Distância das fontes 
Intensidade da Radiação X varia na lei do inverso do quadrado da distância = intensidade da radiação é inversamente proporcional ao quadrado da distância
Quanto mais afastado a fonte da área de incidência → Menos intenso e penetrante a radiação
Quando mais distante a fonte do objeto do filme, MENOS ENERGIA (dispersa com o trajeto). DENSIDADE FICA MAIS BAIXA
Relação com tempo,faz cálculo. Para ter mesma densidade final precisa ajustar tempo com o cálculo. Ex: tempo de 0.2 com técnica da bissetriz (distância é 0.20 cm) e na do paralelismo (distância de 0.40 cm) → resultado é 0.8
Fator objeto
Características do objeto também modificam a radiografia.
· Número atômico
A depender do número atômico haverá maior ou menor absorção da radiação X.
Tecidos moles são constituídos por átomos que predominam elementos dos primeiros lugares da tabela. 
Tecidos duros apresentam número atômico efetivo de cerca de 14, por ter cálcio. 
O número atômico maior dificulta a passagem de rx, menos o filme será sensibilizado, a imagem fica mais clara, mais branca.
O número atômico pequeno, não impede a passagem do rx, o filme será sensibilizado intensamente, a imagem fica radiolúcida, com maior densidade radiográfica.
Menor número atômico - imagem escura; 
maior número atômico - imagem mais clara. 
· Densidade física
DIFERENTE DE DENSIDADE RADIOGRÁFICA
Relaciona massa sobre volume e quanto mais denso um corpo, maior o poder de absorção da radiação X.
D = M/V 
menos denso, menor massa, maior volume,mais escuro, maior densidade radiográfica, 
mais denso, maior massa, menor volume, objeto claro, menor densidade radiográfica
Densidade física do objeto e densidade radiográfica são inversamente proporcionais.
· Espessura
Mais espesso a estrutura, maior absorção de radiação X.
mais espesso - dificulta a passagem do Rx - mais claro - menor densidade radiográfica
menos espesso - facilita a passagem de Rx - mais escuro, radiolúcido - maior densidade radiográfica
NÚMERO ATÔMICO, ESPESSURA E DENSIDADE FÍSICA TÊM A MESMA RELAÇÃO COM DENSIDADE RADIOGRÁFICA, SÃO INVERSAMENTE PROPORCIONAIS. 
Esses tem formam contraste da imagem
Fator geométrico 
Raio-x caminham em linha reta e por isso estão sujeitos a princípios de formação de imagens que regem a óptica geométrica
Fator geométrico → Depende da psoição da fonte emissora de radiação, objeto e superfície de registro (filme) 
Princípios de formação das imagens radiográficas
· Tamanho da fonte: tamanho da área focal onde o Rx é emitido para fazer a radiografia; corresponde ao anteparo onde os e- se chocam e a energia cinética é transformada em rx. Idealmente, essa área deveria ser grande para suportar o calor que acontece com o choque. Por isso, o elemento utilizado também é o tungstênio (alto ponto de fusão).
↓ tamanho da área focal ↑ nitidez da imagem e MENOR PENUMBRA
Problema: toda vez que tem rx emitida se, área de emissão for muito grande, por regras de geometria óptica, a imagem aparece pouco nítida com limites não tão definidos (Penumbra: área de indefinição nas bordas da imagem) 
A área focal precisa ser menor possível. Nessa área focal tem conversão de energia cinética em energia de irradiação (que é indecente porque 99% da cinética é convertida em calor e apenas 1% é em radiação, por isso cuidado para também não ser tão pequeno).
Solução: efeitobenson ou princípio do foco linear - é inclinação da área focal em 20° do plano horizontal de modo a permitir que a área pareça menor para ter uma radiografia com nitidez mas, na verdade ela permanece grande para suportar o calor = menor área focal efetiva
· Distância da fonte e filme - Quanto mais afastado da fonte do objeto e superfície de registro, mais fiel o tamanho da imagem, pois o feixe é divergente. Limitado pela lei das proporções inversas, por isso precisa de equilíbrio. Na técnica do paralelismo gera imagem mais fiel, pois a distância focal é de 40 enquanto dá bissetriz é 20.
Nas telerradiografias, utilizamos a distância de 1,50 metro da área focal-área de incidência, mas devemos compensar usando maior quilovoltagem, no mínimo 85 kVp. O uso da maior distância área foca-área de incidência possibilita o emprego de Raios-X centrais, menos divergentes.
· Distância objeto e filme - Quanto mais próximo do filme, mais fiel o tamanho da imagem, senão ocorre ampliação. 
· Relação objeto-filme-feixe - O objeto deve estar paralelo ao filme. O feixe deve incidir perpendicularmente ao objeto e filme (se não ocorre encurtamento ou alongamento)
Ampliação desigual do objeto e filme = distorção (por isso faz bissetriz)
Princípio da isometria ou regra de Cieszynski, feixe central perpendicular à bissetriz.
Solução: efeito benson ou princípio do foco linear - é inclinação da área focal em 20° com o plano vertical de modo a permitir que a área pareça menor para ter uma radiografia com nitidez mas, na verdade ela permanece grande para suportar o calor = menor área focal efetiva
OBS: MOVIMENTAÇÃO
· Aparelhos e filme devem estar estacionários no momento da obtenção da radiografia para evitar distorções
· Evitar movimento do cabeçote, PACIENTE E FILME.
· Se houver movimento perde detalhe ou definição da imagem
· Detalhe = perfeita identificação das estruturas.
· Definição = estrutura bem delimitada, bem construída geometricamente
 Princípios ideais 
· Menor área focal efetiva
· Maior distância entre a fonte e o objeto 
· Menor distância entre o objeto e o filme 
· O filme e objeto paralelos
· Feixe central perpendicular ao objeto e ao filme
· Paciente e aparelho estáticos
Fator filme
Depende do fabricante e seu poder de resolução depende do tamanho dos cristais de brometo de prata
· Tamanho da Granulação
· Depende da temperatura do preparo da emulsão. QUANTO MAIOR, MAIOR OS CRIAIS E MENOR O DETALHE DAS PELÍCULAS RESULTANTES
A finalidade de cristais maiores é diminuir o tempo de exposição.
Quanto maior tamanho do grão, mais sensível é
Intervenção pela escolha do filme
filmes: D - F
F: menor radiação x
Entre D e E, o D precisa de mais radiação x mas, os sais de prata são menores, tendo nitidez melhor; já o filme E precisa de menos radiação mas, os sais de prata são maiores, perde nitidez. 
Logo, a melhor escolha é o filme E, pois a diferença de nitidez a olho nu não é tão visível.
Não tem tamanho de grânulo diferente; sendo tão sensível quanto o E e tão nítido quanto o D.
· Espessura da base 
Ter no máximo 0.2 mm para evitar sobreposição de imagem com formação de penumbra, mas o fabricante que controla isso
Todos os filmes tem uma base plástica bem fina ( as imagens se completam) e, em cada um dos lados dessa base, existe a emulsão que é a parte sensível do filme. Contribui para uma exposição menor e que a imagem seja mais nítida
· Dupla emulsão
Emulsão dos dois lados: filme mais rápido 
A emulsão dupla minimizou a quantidade de radiação para o paciente, mas também perdeu detalhe.
Fator filme determina o contraste da película (depende do fabricante)
Fator processamento
Deve ser feito em local completamente vedado de luz, para não velar filme
· Câmara escura - portátil: simples e barata. 
Qualidade ruim, permite a entrada de luz, deteriorando a imagem radiográfica
quarto: fecha a porta ( alguém pode abrir a porta)
· labirinto: sem porta, a luz não faz curva, logo não prejudica o processo
· Lanterna de segurança - faixa da luz vermelha. 
Filtros especiais para filmes no-creen e screen 
Não existe um efetivamente seguro, por isso não deve-se observar muito tempo por ela
15w no máximo, pelo menos a 1,5 m distante. Porém cuidado com tempo pois pode sim sensibilizar se deixar exposto na lanterna de segurança 
Não usar lâmpadas pintadas de vermelho, pois com o tempo a pintura racha.
Com tempo os filtros devem ser trocados
Observação do estágio de revelação no método visual não deve passar 1 minuto
· Soluções de processamento 
Não fazer em muito tempo em temperaturas muito altas ou baixas.
Temperatura alta → VELAMENTO QUÍMICO (reticulação da radiografia)
O Revelador é deteriorado com tempo, número de filmes revelados, oxidação… e observa pela mudança da cor indo de amarelo ate cor de café. Se tiver desativado pode causar manchas e velamento do filme
Soluções muito fortes também pode velar o filme
Soluções usadas devem ser mantidas em tanques com tampas para evitar oxidação e deve estar em materiais sem alta composição como ação inoxidável, plásticos, vidros… Alumínio, estanho, zinco, cobre e madeira podem alterar a composição.
Mais tempo revelador fica mais denso. Menos tempo fica menos denso
Observar cor, se ficar com cor de guaraná ou café (o revelador) tem que descartar 
Se fixador tiver amarelo forte descarta
· Tempo de processamento 
Manual/visual: Não é recomendado
Tempo/ temperatura ( legislação brasileira): sempre observar o tempo de uso, temperatura, validade; tanques devem estar tampados para evitar oxidação e deterioração. É o método ideal. 
Fator filme
Devem ser conservados em locais frescos e secos. O ideal seria em caixas envoltas de plástico para evitar umidade, dentro de uma geladeira
Tem data e vencimento determinada pelo fabricante
Tem envelhecimento pela precipitação da prata provocada pela temperatura, radiação cósmica, velando a película que apresenta densidade acima de 0,25.
Devem estar em dispensadores, receptáculos blindados com metálicos, protegendo de radiação secundária
Revelação deficietne e excessiva contribui para alterar resolução final da radiografia e da fixação insuficiente
Fator Véu ou fog
Fog = significa neblina
Prejudica a visualização das estruturas no filme
Véu - densidade extra indesejável que sempre se deposita na imagem radiográfica e, não pode evitar. É sobreposta a densidade básica do filme
De onde vem ? Dos próprios tecidos moles do paciente e do filtro de alumínio que tem no próprio aparelho ( seleciona apenas que o Rx saia do aparelho mas, quando passa, formar radiação secundária que chega no filme escurecendo um pouco mais do que o desejado).
A cada radiografia o filme já escurece por si só por conta do filtro de alumínio.
· Velamento 
Aumento da densidade do filme por fatores não relacionados a exposição primária 
Exposição a luz 
Soluções de processamento 
Radiação secundária (principal)
 ↑ Densidade ↓ Contraste 
· Radiação secundária 
Filtros de alumínio 
Cones localizadores 
Tecido do paciente
Para evitar usa grades difusoras que são dispositivos constituídos por chumbo, colocados entre objeto e por-filmes (películas)
Coloca diafragma de chumbo após filtro de alumínio (chumbo tem maior número atômico)
Usa cilindros abertos de plástico ou colimadores metálicos em substituição aos cones localizadores
Colimação propiciando área de incidência com diâmetro máximo de 7 cm
 Radiografia ideal
· Máximo detalhe 
· Mínima ampliação 
· Mínima distorção 
· Densidade média 
· Contraste médio
· Voltagem
O raio x é produzido no aparelho radiográfico após ligado na tomada e, ao apertar o botão de disparo. 
Como exatamente a formação de raio x acontece dentro do aparelho ? Tudo depende da voltagem da corrente elétrica que utilizamos ( para produzir Rx há aceleração de elétrons [ e-] em um campo elétrico, havendo movimentação para o polo positivo gerando assim uma energia cinética porém, há uma barreira no polo positivo do campo, logo, os e- vão se chocar e cessar o movimento, a energia cinética então, é perdida e transformada em outras energias, dentreas quais, o Rx). A depender da velocidade desses e- eles terão mais ou menos energia cinética e, poderão formar após o choque com a parede radiação x mais forte ou menos forte. O que desejamos é um raio x forte ( atravessando o corpo do paciente e atingindo o filme). Se o rx fosse menos forte, ele não teria força suficiente para atravessar o dente, não chegando no filme e, nao tendo uma boa qualidade. Ex: entre um aparelho de 50 mil volts e 90 mil volts, têm -se preferência do aparelho de maior voltagem, sendo o e- acelerado em maior velocidade.
Quanto maior energia do campo elétrico, mais acelerado será o elétron e, maior será a penetração do Rx. Como isso modifica a imagem da radiografia ?
menor energia do campo elétrico -> o rx não atravessa, não sensibilizando o filme, a radiografia fica com um contraste muito alto (preto e branco); não sendo possivel vê as estruturas do objeto.
maior energia -> sensibiliza o filme, que apos a revelação fica com regiões brana, preta e cinza; tendo uma boa visualização; imagem com contraste bom, com varios tons de cinza. ENTÃO, A VOLTAGEM DO APARELHO DEVE SER SUFICIENTE PARA PRODUZIR UM CONTRASTE ADEQUADO DA IMAGEM. QUANTO MAIS AUMENTA A VOLTAGEM, DIMINUI O CONTRASTE (escala de cinza mais longa). VOLTAGEM PEQUENA, AUMENTA O CONTRASTE ( escala de cinza curta). 
Contraste média ideal: entre 70 e 90 mil volts.
Como a voltagem da corrente elétrica que passa na parede é muito baixa ( 110 ou 220 volts), dentro do aparelho radiografico, existe um transformador de alta tensão, transforma a tensão para um patamar superior ( 70 - 90 mil volts).
1.3) Amperagem
É responsável pela densidade radiográfica.
Aumentando a amperagem, aumenta -se a densidade radiografica( escura), se diminui, a radiografia fica mais clara.
Em que parte se mexe no aparelho pra mudar a amperagem? No pólo negativo do campo elétrico, onde os elétrons são criados; tem-se um filamento de tungstênio, que produz os e- que serão acelerados, atingindo a parede gerando Rx.
Princípio da emissão termoiônica - toda vez que um fio metálico é percorrido por uma corrente elétrica, esse fio: aquece, incandesce e ilumina o ambiente (lâmpada incandescente). Milhares de eletróns, microscopicamente, pularam do fio, formando uma nuvem. Princípio capaz de gerar elétrons. 
Como a corrente elétrica passa pelo filamento de tungstênio ? Dentro do aparelho radiográfico, diminuíram a tensão da corrente, porque não é necessario uma voltagem de 110 para passar no filamento, pois não é o objetivo que ele ascenda mas, que, produza elétrons.
Transformador de baixa tensão - que aquece o filamento apenas para produção de elétrons.
Ex: amperagem de 6A e 1A. O primeiro, produzirá maior quantidade de elétrons. Assim, quanto maior a amperagem, maior a quantidade de elétrons produzidos ( maior quantidade de fotons de rx), maior a densidade; diminuindo, a densidade diminui. Densidade média ideal: nem muito escura e nem muito clara.
Botão do aparelho que muda a voltagem e a amperagem: tempo de exposição. 
Maior tempo de exposição, aumenta a densidade se, diminuir, a radiografia fica mais clara.
Em uma radiografia intrabucal, não se consegue mexer na aparencia da radiografia em termos de contraste e densidade às custas da alteração de amperagem e voltagem pois, nos aparelhos intrabucais são fixas. Mas, se tivesse um aparelho extrabucal (panorâmica), esse fatores seriam regulados, aumentando ou diminuindo o contraste ou densidade da radiografia.
Se a imagem ficar clara, nunca deve-se aumentar o tempo de exposição ( expoe o paciente a uma maior dose de rx) então, ao repetir, não se mexe no tempo de exposição. Irá aumentar o tempo de revelação.
1.4) Distância focal 
Indicado: aparelho encostando na face.
Caso a radiografia fique escura, o certo seria afastar o aparelho. Só que, o raio x sendo divergente, ao inves de radiar um pequeno círculo ( 6cm de diâmetro) haverá um aumento dessa região, o que não é bom para o paciente. 
Diminuindo a distância a radiografia escurece (aumenta a densidade); aumentando a distância a radiografia fica clara ( diminui a densidade).
Na técnica radiogràfica do paralelismo, onde há uma distância focal maior ( 40 cm), para nao radiar uma área maior na face, troca-se o polimador dentro do aparelho.

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