Prévia do material em texto
UNIVERSIDADE PAULISTA – UNIP RELATÓRIO DE AULAS PRÁTICAS CURSO: FARMÁCIA DISCIPLINA: QUÍMICA ANALÍTICA NOME DO ALUNO: IDENIR IVETE BERTOTTI RA: 2231226 POLO DE MATRÍCULA: UNIP DE MEDIANEIRA POLO DE PRÁTICA: UNIP, CESUFOZ, FOZ DO IGUAÇU PROFESSOR: EDVALDO TONIN DATA DAS AULAS PRÁTICAS: 02/09/2023 -manhã e tarde 16/09/2023 -manhã e tarde MEDIANEIRA, 22 DE SETEMBRO DE 2023. INTRODUÇÃO O teste de chama é produzido da forma onde são colocados vários sais de elementos diferentes sob uma chama azul, onde podem ser vistos neste experimento emissão de luzes coloridas. (MANUAL DA QUIMICA, 2023) Nos laboratórios, para todos os tipos de experimentos realizados, existe a necessidade de cuidados com a pureza dos reagentes e soluções, com a limpeza dos materiais, com a calibração dos aparelhos e vidrarias volumétricas. Essas atenções são imprescindíveis para a segurança dos resultados. (PROLAB, 2023) A padronização de NaOH é uma solução de concentração precisamente conhecida, onde é imprescindível para realização de análises por titulação volumétrica. Solução padrão é uma solução na qual a concentração de um soluto é renomada com grande confiabilidade. (UFJF, 2017) De acordo com a Agência Nacional de Vigilância Sanitária (ANVISA), em torno de 50% dos medicamentos, que são considerados controlados, são vendidos sem exigência de prescrição médica, entre eles estão os estão os que são à base de ácido acetilsalicílico (AAS), onde são encontrados em diversas concentrações. O AAS é um fármaco do grupo dos anti- inflamatórios não-esteroide, onde é usado como anti-inflamatório, antipirético, analgésico e também como antiplaquetário. (UNIOESTE, 2016) Para definir o teor de cloreto de sódio no soro fisiológico usando os métodos volumétricos, se emprega a volumetria de precipitação, em que se emprega a solução padrão de nitrato de prata para definição de haletos e de alguns íons metálicos. O soro fisiológico é formado do composto cloreto de sódio 0,9% m/v e usa como veículo a água destilada, sendo uma solução que tem a concentração de sais em água igual das células, por isso denomina-se isotônica. (ABQ.ORG, 2017) A água potável, ou seja, a bebível, é fornecida pelas concessionárias distribuidoras de água, que são geralmente vindas de barragens, poços artesianos lagos ou rios. Comumente esta água captada passa por um primeiro processo de tratamento, que são as etapas de coagulação, floculação, decantação e filtração para a remoção dos sólidos em suspensão. Esses sólidos são encontrados pela metodologia de determinação da dureza da água, onde ela é classificada em mole, moderada, dura ou muito dura. (INSTITUTO DO RIO GRANDE DO SUL, 2017) AULA 1, ROTEIRO 1. DATA DA AULA:02/09/2023 1 IDENTIFICAÇÃO DE ELEMENTOS QUÍMICOS PELO TESTE DE CHAMA E PELO TESTE DE IDENTIFICAÇÃO PARA BICARBONATO DE SODIO. As cores observadas em cada chama são características dos elementos presentes nas substâncias aquecidas, onde a exemplo quando ao ser colocado o cloreto de sódio, sal de cozinha, na chama, a luz que ela imite é a de um amarelo bem intenso e quando colocamos o sulfato de cobre, a luz que é emitida, é de cor verde e ao colocar o cloreto de cálcio emite uma luz vermelha. Isso processo acontece porque cada substancia é formada por um átomo diferente, onde suas camadas eletrônicas apresentam valores de energia precisos. (MANUAL DA QUÍMICA, 2023) 1.2 OBJETIVO O objetivo desta aula foi observar os espectros de emissão de alguns cátions metálicos usando um bico de Bunsen e fazer também identificação do bicarbonato de sódio empregando técnicas analíticas. 1.3 PROCEDIMENTO Para estes experimentos foram feitos em duas etapas, parte 1 e parte 2. Na parte 1, foi uma pequena porção de cada um dos sais num vidro de relógio e em cada um deles, devidamente identificado. Logo após mergulhado a pinça na solução concentrada de HCl, com ela encostar na amostra, “agarrando” a substância de forma que aderiu e levado à chama. Logo, repetido para cada tipo de sal, observado a cor de cada sal e anotado. Após isso, colocado num vidro de relógio uma pequena porção da mistura de cloreto de sódio com cloreto de potássio e observado a chama com e sem o vidro de cobalto duplo. Resultados: METAL COR OBSERVADA Na+ laranja K+ violeta pálido Ba+2 verde Ca+2 vermelho claro Sr+2 vermelho escuro Cu+2 azul Na+ e K+ amarelado Fonte: Autor Fonte: Autor Fonte: Autor Na parte dois foi utilizado princípios analíticos para identificar o insumo farmacêutico bicarbonato de sódio (NaHCO3). Usando uma espátula, colocado uma pequena porção de bicarbonato de sódio, usando uma espátula de alumínio, em um tubo de ensaio e observado o aspecto e descrito as características físicas do sal, que é um pó esbranquiçado. Para avaliar a sua solubilidade em água foi colocado uma pequena quantidade de bicarbonato de sódio (ponta de uma espátula de alumínio) em um tubo de ensaio, adicionar 5 ml de água destilada, homogeneizado e observado que ele solubiliza. Para avaliar a sua solubilidade em etanol, foi executar o mesmo procedimento anterior, apenas substituindo a água pelo etanol, homogeneizado e verificado que não solubiliza. Para a identificação preparado 100 ml de solução de bicarbonato de sódio a 5% (p/v) em água isenta de dióxido de carbono. Logo, a 5 mL desta solução, adicionado 3 gotas de solução de fenolftaleína, homogeneizado com uma vareta de vidro e observado que após a adição de fenolftaína, a solução ficou homogeneamente rosa, indicando solução base. Em seguida foi transferido 10 ml da solução a 5% para um béquer de 50 ml, adicionado 10 ml de HCL 1M, homogeneizado usando a vareta de vidro. Nesta observou-se que houve liberação de gás carbônico com a seguinte reação: 1Na2 Co3+2HCl2NaCl+1CO2+1H2O Foi transferido 10 ml da solução de bicarbonato de sódio a 5% para um béquer de 50 ml e adicionado 5 ml de solução 2M de Hidróxido de Cálcio e homogeneizado. Nesta observou-se um precipitado: NaCO3 + Ca(OH)2 2NaOH + CaCO2 Produtoreagente Bicarbonato de sódio+ hidróxido de cálciohidróxido de sódio+ carbonato de sódio Fonte: Autor AULA 1, ROTEIRO 2. DATA DA AULA: 02/09/2023 1 CALIBRAÇAO DE VIDRARIAS. Nos laboratórios, para todos os tipos de experimentos realizados, existe a necessidade de cuidados com a pureza dos reagentes e soluções, com a limpeza dos materiais, com a calibração dos aparelhos e vidrarias volumétricas. Essas atenções são imprescindíveis para a segurança dos resultados. A calibração é um processo onde pode garantir um resultado analítico confiável. Este processo pode ser feito no próprio laboratório, onde pode ser utilizando calibradores, desde que seja feito por um laboratório especializado, onde este aplica processos de comparação com padrões,tanto em vidrarias, como em balanças ou termômetros. As vidrarias são uma situação onde é mais complexa, onde recebem de seus fabricantes certificados de lote, mas não substituem o certificado de calibração, visto que são feitos por intermédio de um controle de qualidade amostral. (PROLAB, 2023) 1. 2 OBJETIVO O objetivo desta aula foi a calibração de vidraria volumétrica, frequentemente empregada em laboratório de química analítica. 1.3 PROCEDIMENTO Neste experimento, foi colocado na bancada um béquer contendo água destilada sobre a bancada com um termômetro mergulhado, para determinar a temperatura real da sala para iniciar a calibração. Para este procedimento foram feitos experimentos em duas partes, 1 e 2. Para a parte 1, foi pego um balão limpo, enxugado com papel e com secador de cabelo, tapado o balão com a rolha, colocado sobre o prato de uma balança analítica, previamente tarada, anotado a massa do balão vazio (m1), completado o balão com água destilada, até o menisco, levado novamente o balão até a balança previamente tarada e anotado a massa do balão com água destilada (m2). Foi feito este mesmo processo por mais três vezes e anotado os valores. Registrado as massas e efetuado os cálculos. Calibração balão volumétrico= (M2 - M1) + (M3 - M4) + (M5 - M6) + (M7- M8) = /4 M2 98,587 – M1 48,752 = 49,835 M3 98,576 - M4 48,749 = 49,827 M5 98,568 - M6 48,568 = 49,817 M7 98,547 - M8 48,765 = 49,782 49,835 + 49,827 + 49,817 + 49,762= 199,261/ 4= 49,815 Para a parte 2 da calibração da pipeta volumétrica de 10 mL, foi feita pela pesagem da quantidade de água que dela é escoada. Mediu-se a temperatura da água utilizada na calibração e verificou-se o valor da sua densidade nesta temperatura, onde com isso conhecendo-se a massa e a temperatura da água escoada na calibração, calculou-se o volume da pipeta volumétrica pela equação: V=m/d V= 49,815/0,998= 49,815 Com esse cálculo, o volume é dado em mL e a massa em gramas (g) e a densidade em g/mL. Esta calibração deve ser feita no mínimo em duas vezes (dois testes), pois o erro relativo (Er), não pode passar de 0,1%. (ROTEIRO) (V1-V2) x100 Er= _________________ Vm Er= (48,758-98,587) x 100/49,815 Er= 50,094 x 100/ 49,815= Er= 5009,4/ 49,815= 100,56 Erro é a diferença de 100% Então: 100, 56 – 100% A margem de erro é de 0,56%. Para este cálculo V1 e V2 são os volumes da pipeta relativos ã medida 1 e a medida 2 e Vm é a média de V1 e V2. Nesta aula foi realizada a calibração de uma pipeta volumétrica de 10mL, bem como visto o tempo do seu escoamento. Para o procedimento experimental de calibração de uma pipeta de 10,00mL, foi registrado a massa do pesa-filtro tampado, colocado um béquer com água destilada próximo à balança, lavado uma pipeta volumétrica adequadamente até que foi observado um fio contínuo de água em sua parede interna, colocado a pipeta próxima à balança, pipetado água destilada até acima da marca de calibração da mesma, limpado o excesso de líquido da parte externa da pipeta com papel absorvente, trocado a ponta da pipeta na parede interna de um béquer que continha água destilada e escoado o líquido controlando a sua vazão, acertado o menisco da pipeta cuidadosamente vertido a quantidade de água destilada medida para um pesa-filtro previamente pesado com a tampa. Obs.: foi necessário esperar 15 segundos antes de remover a pipeta (tempo de espera conforme Normas DIN 12691 e ISO 648). (Roteiro) Logo em seguida, medido a massa da água contido no pesa-filtro na balança analítica e a temperatura da água no momento do experimento, repetido o processo mais uma vez, calculado os volumes de água contidos na pipeta utilizada, o erro relativo entre os dois volumes medidos e o volume médio de líquido medido pela pipeta. _ M1=78,466 d =m/d V=9,809 / 099802 V=9,828mL M2=68,657 __________ 9,809g Obs.: Neste experimento o tempo de escoamento da pipeta de 10 mL foi de 9,8 segundos e da literatura é o ideal de 20 segundos. O escoamento foi muito rápido devido a abertura estar muito aberta e com isso haveria necessidade de ajustamento desta abertura, feita em chama de bico de Bunsen. (Explicação do professor) Para a determinação do tempo de escoamento de uma pipeta de 10,00mL, foi enchida a pipeta com água destilada por aspiração com uma pera de borracha, até acima da marca de calibração da mesma, acertado o menisco da pipeta de forma que a água destilada contida no interior da mesma vertesse livremente para o interior de um béquer, medido seu tempo de escoamento com um cronômetro, repetido esse procedimento por três vezes. Calculado o tempo de escoamento médio da pipeta utilizada, verificado na Tabela 1, para observar se o tempo de escoamento médio da pipeta volumétrica utilizada foi compatível com o esperado. Observações que foram seguidas: as diferenças entre as duas determinações não devem serem maior de 0,025 mL. Caso não houvesse concordância entre duas calibrações, deveríamos repetir. Também, o escoamento da pipeta no pesa-filtro ou béquer deveria ser efetuado livremente, sem uso de pera, estando a pipeta na posição vertical e com a ponta da mesma encostada na parede do recipiente. Após que a pipeta terminasse de escoar, manter encostada na parede do recipiente por alguns segundos, certificando que todo o líquido escoou. E logo após o escoamento, afastado a extremidade da pipeta da parede do recipiente com cuidado. Também, a quantidade de líquido que restasse na ponta da pipeta não deveria ser soprada para o interior do recipiente. No experimento em que fizemos obtivemos os seguintes tempos: 9: 71 s, 9:91, 9:58, 9:84. Obs.: foram efetuadas várias vezes a calibração e os valores não bateram com a tabela e o valor encontrado para a pipeta de 10mL foi de 9:76 s. A tabela abaixo mostra alguns valores de tempo mínimo de escoamento para diferentes volumes de pipetas volumétricas. (Roteiro) CAPACIDADE/ML TEMPO/S 5,00 15 10,00 20 25,00 25 50,00 30 100,00 40 Na fabricação de vidrarias, sua calibração é feita à 20°C, ao que raramente, corresponde à temperatura de calibração no laboratório e esta diferença deve ser levado em consideração e determinada através de cálculo. Onde: VT = volume de água a 20ºC; V = volume corrigido; T = temperatura atual; = coeficiente volumétrico de expansão térmica do vidro utilizado. (Roteiro) A tabela abaixo mostra a variação da densidade de água destilada com a temperatura: TEMPERATU RA °C DENSIDA DE g.mL-1 TEMPERATURA °C DENSIDA DE g.mL-1 TEMPERATU RA °C DENSIDA DE g.mL-1 0,00 0,99987 13,00 0,99940 26,00 0,99681 1,00 0,99993 14,00 0,99927 27,00 0,99654 2,00 0,99997 15,00 0,99913 28,00 0,99626 3,00 0,99999 16,00 0,99897 29,00 0,99597 4,00 1,00000 17,00 0,99880 30,00 0,99567 5,00 0,99999 18,00 0,99862 31,00 0,99537 6,00 0,99997 19,00 0,99843 32,00 0,99505 7,00 0,99993 20,00 0,99823 33,00 0,99473 8,00 0,99988 21,00 0,99802 34,00 0,99440 9,00 0,99981 22,00 0,99780 35,00 0,99406 10,00 0,99973 23,00 0,99756 36,00 0,99371 11,00 0,99963 24,00 0,99732 37,00 0,99336 Fonte: Roteiro AULA 2, ROTEIRO 1. DATA DA AULA: 16/09/2023 1 PADRONIZAÇÃO DE UM A SOLUÇÃO 0,5MOL/L DE NaOH A padronização de NaOHé uma solução de concentração precisamente conhecida, onde é imprescindível para realização de análises por titulação volumétrica. Solução padrão é uma solução na qual a concentração de um soluto é renomada com grande confiabilidade (UFJF, 2017) 1.2 OBJETIVO O objetivo desta aula foi preparar e padronizar uma solução de NaOH 0,5 mol/l. 1.3 PROCEDIMENTO: PADRONIZAÇÃO DO NAOH 0,1 Mol/l Para o preparo da Solução de NaOH 0,5 Mol/l, foi pesado 10 g de NaOH em um béquer de 100 ml e transferido quantitativamente para um balão volumétrico de 500 ml e completado lentamente com água destilada. (Reservado) Após, montado o suporte universal com a bureta, garra e colocado o agitador magnético sob a bureta, identificado três Erlenmeyer, com os números 1, 2 e 3. E para cada titulação foi pesada e anotada a massa, na mesma balança, com todas as casas decimais da balança. Pesado, cerca de 2,500 g de biftalato ácido de potássio (BFK), em papel manteiga, transferido para um Erlenmeyer, lavado o papel com 70 ml de água destilada, para que todo BFK seja eliminado. Colocado de 2 a 3 gotas de indicador fenolftaleína em cada Erlenmeyer, preencher a bureta (com auxílio de um béquer) com o NaOH 0,5 M preparado. Deixado com o nível acima da marca do zero. Logo após, abrindo e fechando a torneira rapidamente, várias vezes, tirando todo o ar contido na ponta e com cuidado, mantendo a ponta tocando na parede limpa de um béquer de descarte (lixo), acertado o menisco da bureta na marca do zero. Em seguida, titulado o conteúdo do Erlenmeyer, sob agitação constante, até a viragem da fenolftaleína de incolor para rosa clara. Anotado o volume. Repetido o processo por mais duas vezes. Titulação: 1 24,3 mL 0,0243 L 2 25,5 mL 0,0255 L 3 21,5 mL 0,0215 L Biftalato NaOH 204,22g------40g 2,50g------ x 100 = 204,22 x X=204,22/ 100 X= 0,489g M. NaOH= m __________________= MM x V (L) NaOH 0,49 / 40 x 0,025= 0,489 Mol /L (perto de 5, que foi feito o peso no experimento) FC= fator de correção 0,5 Mol/ L-------100% 97,8% - 100% = 2,2% 0,489 Mol------- x FC= 2,2% AULA 3, ROTEIRO 1. DATA DA AULA: 16/09/2023 1 DETERMINAÇÃO DO TEOR EM AAS (ÁCIDO ACETILSALICÍLICO) De acordo com a Agência Nacional de Vigilância Sanitária (ANVISA), em torno de 50% dos medicamentos, que são considerados controlados, são vendidos sem exigência de prescrição médica, entre eles estão os estão os que são à base de ácido acetilsalicílico (AAS), onde são encontrados em diversas concentrações. O AAS é um fármaco do grupo dos anti- inflamatórios não-esteroide, onde é usado como anti-inflamatório, antipirético, analgésico e também como antiplaquetário. (UNIOESTE, 2016) 1.1 OBJETIVO O objetivo desta aula foi determinar o teor do ácido acetilsalicílico pelo método FB 6ª Ed. 1.2 PROCEDIMENTO Para este procedimento, foi pesado 5 g de hidróxido de sódio dissolvido em água, após colocado em balão e completado com 250 mL de água (destilada) Na OH 0, 5M. (reservado) Pesado, com exatidão, cerca de 1 g de amostra, transferido para Erlenmeyer de 250 mL com tampa e dissolvido em 10 mL de álcool etílico. Logo, adicionado 50 mL de hidróxido de sódio 0,5 M SV e deixado em repouso por uma hora. Adicionado 0,2 mL (5 gotas mudaram de cor) de fenolftaleína SI como indicador e titulado com ácido clorídrico 0,5 M SV (50 mL + 21 mL). Realizado ensaio em branco e efetuado as correções necessárias (foram gastos 71 mL de ácido clorídrico para neutralizar, ou seja, para voltar a ser transparente). Repetido por mais 3 vezes este procedimento. Cada mL de hidróxido de sódio 0,5 M SV equivale a 45,040 mg de C9H8O4. (Roteiro) Preparo de solução Na OH (hidróxido de sódio)0,5 Mol/L MM (NaOH) = 40mg 40g = 1000mL X = 250mL 10000 = 1000 X = 10g NaOH para 1000mL 10g (NaOH) 1 Mol(250mL) X 0,5 mL 1 X = 5 X = 5g (NaOH) para 250 mL Primeira vez foi 22,5 mL de ácido clorídrico para neutralizar (voltar a ser transparente). Segunda vez foi 21,5 mL de HCl. Terceira vez foi 21 mL de HCl. Média = 22,5+21,5+21 / 3 (calculo em repouso) Média = 21,66 mL/ HCl V1 . M1= V2 . M2 50 x 0,05 = 21,66 x M2 21,66 x M2 = 50 x 0,5 M2 = 50 x 0,5 / 21,66 = 25 / 21,66 = 1,15 Mol 1mL NaOH 45,04mg(AAS) 21,66mL---X X = 0,975mg Fonte: Roteiro Fonte: Roteiro Fonte: Roteiro Fonte: Roteiro AULA 3, ROTEIRO 2. DATA DA AULA: 16/09/2023 1 DETERMINAÇÃO DO TEOR DE CLORETO NO SORO FISIOLÓGICO Para definir o teor de cloreto de sódio no soro fisiológico usando os métodos volumétricos, se emprega a volumetria de precipitação, em que se emprega a solução padrão de nitrato de prata para definição de haletos e de alguns íons metálicos. O soro fisiológico é formado do composto cloreto de sódio 0,9% m/v e usa como veículo a água destilada, sendo uma solução que tem a concentração de sais em água igual das células, por isso denomina-se isotônica. (ABQ.ORG, 2017) 1.1OBJETIVO O objetivo desta aula foi determinar o teor de cloreto na solução de soro fisiológico a 0,9% de NaCl. 1.2 PROCEDIMENTO Transferido 10 mL (adotado 10 g nos cálculos) de uma solução de soro fisiológico para um Erlenmeyer de 125 ml, adicionado 25 mL de água com auxílio de uma proveta e 1 mL de indicador cromato de potássio a 5%, com auxílio de uma pipeta. Titulado com solução padrão de AgNO3 (nitrato de prata) a 0,1 mol/L até que houvesse a mudança de cor de amarelo para marrom. Repetido a análise de soro mais duas vezes e anotado o Volume (Va). Fazer a titulação do branco, substituindo soro por água destilada (Vb). Calcular a porcentagem de cloreto de sódio no soro fisiológico. 0,9% de NaCl0,9g Na Cl 100 mL H2O Amostra de Na Cl (0,9%) fabricante Santec 10 mL Teste 1= Gasto 17,5 mL Ag NaO3 0,2 mL Branco=17,3mL Valor Real Teste 2= Gasto 16,5 mL Ag NaO3 0,3 mL branco= 16,2 mL Valor Real 17,5-0,2=17,3 16,5-0,3=16,2 17,3+16,2 / 2 = 33,5 / 2= 16,75 A média dos testes foram utilizadas 16,75 mL. Usou 16,75mL / 1000 (0,016 L Ag NO3) 0,1 Mol (Ag NaO3). 0,0016L= 0,0016Mol/L 0,0016 Mol/L ___________= 0,16 Mol/L . 58,5g= 9,36g / 10 =0,936% 0,010 (L) 1000 mL 100% 100mL 10 1 Mol 58,5g 0,16Mol X Massa Molar do Na Cl é 58,5 g Fonte: Autor Fonte: Autor Fonte: Autor Fonte: autor AULA 4, ROTEIRO 1. DATA DA AULLA: 16/09/2023 1 DETERMINAÇÃO DA DUREZA DA ÁGUA COM O CaCO3 A água potável, ou seja, a bebível, é fornecida pelas concessionárias distribuidoras de água, que são geralmente vindas de barragens, poços artesianos lagos ou rios. Comumente esta água captada passa por um primeiro processo de tratamento, que são as etapas de coagulação, floculação, decantação e filtração para a remoção dos sólidos em suspensão. Esses sólidos são encontrados pela metodologia de determinação da dureza da água, onde ela é classificada em mole, moderada, dura ou muito dura.A dureza da água é referente à concentração de determinados cátions em solução, principalmente cálcio e magnésio. A essa classificação a dureza da água em duas partes, a dureza temporária, que é pela presença de sais de carbonato e bicarbonato desses cátions, que são insolúveis após o aquecimento da amostra e dureza permanente, que é devido à presença de sais de cloretos, nitratos e outros que são solúveis até mesmo após aquecimento. A soma das duas durezas é classificada em dureza total. Existem outros cátions que se são associados a esses dois, como o ferro, alumínio, cobre e zinco, onde geralmente são embuçados ou precipitados antes da definição da dureza da água. (INSTITUTO FEDERAL DO RIO GRANDE DO SUL, 2017) 1.1 OBJETIVO O objetivo desta aula seria aprender a determinar a dureza de uma amostra de água. O indicador de dureza da água é um dado usado para avaliar a sua qualidade, designando-se dureza total a soma das durezas individuais concedidas à presença de íons cálcio e magnésio. A composição química da água, ou seja, a denominação da sua dureza, depende muito em qual local ou solo ele se encontra, sendo assim, águas brandas são encontradas em solos basálticos, areníferos e graníticos, no entanto, águas que decorrem de solos calcários apresentam frequentemente durezas superiores. (ROTEIRO) O método consiste na titulação da dureza feito com uma solução padrão de ácido etileno diaminotetracético (EDTA), onde forma íons altamente estáveis com o cálcio e magnésio ou outros íons responsáveis pela dureza. Quando adicionado o Negro de Eriocromo T em uma amostra que possua dureza, formará um íon enigmático fraco de cor violeta. Durante o processo de titulação, todos os íons que dão dureza, são complexados pelo EDTA, quebrando a ligação com o Negro de Eriocromo T, a cargo do EDTA formar um complexo mais estável com os íons que são os causadores da dureza. Esse procedimento concede aos poucos que o Negro de Eriocromo faz com que até o fim da reação, verifica-se a troca da cor para o azul. O meio é ativamente tamponado, visto que em pH’s mais baixos o EDTA é protonado ao invés de complexar com o cálcio e o magnésio. (ROTEIRO) 1 mL EDTA 0,01 mol/L 0,0010 g CaCO3 Tabela de classificação da água conforme a sua dureza: CLASSIFICAÇÃO DA ÁGUA CONFORME SUA DUREZA,EM mg/L CaCO3 0 – 75mg/L Mole (soft) 75 – 150mg/L Moderada 150 – 300mg/L Dura (hard) Acima de 350mg/L Muito dura Fonte: Roteiro 1.2 PROCEDIMENTO Obs.: devido à falta de reagente conforme comunicado à instituição, não foi possível a realização da prática. Desta forma, a prática foi assistida via vídeo aula. O professor explicou a pratica e deu aula sobre a dureza da água. Realizado simulações de resultados como forma de aprendizado, mas sem os produtos reagente. REFERÊNCIAS BIBLIOGRÁFICAS ABQ, disponível em: https://www.abq.org.br/cbq/2017/trabalhos/6/11835- 24461.html#:~:text=N%C3%93BREGA%2C%202004).- ,Para%20determinar%20o%20teor%20de%20cloreto%20de%20s%C3%B3dio%20em%20soro, e%20de%20alguns%20%C3%ADons%20met%C3%A1licos. INSTITUTO FEDERAL DO RIO GRANDE DO SUL, file:///C:/Users/ideni/Downloads/davidmm,+10+p.133-142+-+2158-7698-1- CE+revisado+e+pronto%20(1).pdf MANUAL DA QUÍMICA, disponível em: https://www.manualdaquimica.com/experimentos- quimica/teste-chama.htm PROLAB, disponível em: https://www.prolab.com.br/blog/equipamentos- aplicacoes/calibracao-de-vidrarias-volumetricas-de-laboratorio/ UFJF, disponível em: https://www2.ufjf.br/nupis//files/2012/03/aula-3-Quimica-Analitica-IV- Curso-Farm%c3%a1cia-2012.11.pdf UFJF, disponível em: https://www2.ufjf.br/nupis//files/2017/03/Pratica-02- Padroniza%c3%a7%c3%a3o-da-solu%c3%a7%c3%a3o-NaOH-2018-2Nupis1.pdf UNIOESTE, disponível em: https://eventosunioeste.unioeste.br/images/cosimp/anais/pages/artigos/1365