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UNIVERSIDADE PAULISTA – UNIP 
 
 
 RELATÓRIO DE AULAS PRÁTICAS 
 
 
CURSO: FARMÁCIA DISCIPLINA: QUÍMICA ANALÍTICA 
 
NOME DO ALUNO: IDENIR IVETE BERTOTTI 
RA: 2231226 
POLO DE MATRÍCULA: UNIP DE MEDIANEIRA 
POLO DE PRÁTICA: UNIP, CESUFOZ, FOZ DO IGUAÇU 
PROFESSOR: EDVALDO TONIN 
DATA DAS AULAS PRÁTICAS: 02/09/2023 -manhã e tarde 
 16/09/2023 -manhã e tarde 
 
 
 MEDIANEIRA, 22 DE SETEMBRO DE 2023. 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
INTRODUÇÃO 
 
O teste de chama é produzido da forma onde são colocados vários sais de elementos 
diferentes sob uma chama azul, onde podem ser vistos neste experimento emissão de luzes 
coloridas. (MANUAL DA QUIMICA, 2023) 
Nos laboratórios, para todos os tipos de experimentos realizados, existe a necessidade 
de cuidados com a pureza dos reagentes e soluções, com a limpeza dos materiais, com a 
calibração dos aparelhos e vidrarias volumétricas. Essas atenções são imprescindíveis para a 
segurança dos resultados. (PROLAB, 2023) 
A padronização de NaOH é uma solução de concentração precisamente conhecida, 
onde é imprescindível para realização de análises por titulação volumétrica. Solução padrão é 
uma solução na qual a concentração de um soluto é renomada com grande confiabilidade. (UFJF, 
2017) 
De acordo com a Agência Nacional de Vigilância Sanitária (ANVISA), em torno de 50% 
dos medicamentos, que são considerados controlados, são vendidos sem exigência de 
prescrição médica, entre eles estão os estão os que são à base de ácido acetilsalicílico (AAS), 
onde são encontrados em diversas concentrações. O AAS é um fármaco do grupo dos anti-
inflamatórios não-esteroide, onde é usado como anti-inflamatório, antipirético, analgésico e 
também como antiplaquetário. (UNIOESTE, 2016) 
Para definir o teor de cloreto de sódio no soro fisiológico usando os métodos 
volumétricos, se emprega a volumetria de precipitação, em que se emprega a solução padrão de 
nitrato de prata para definição de haletos e de alguns íons metálicos. O soro fisiológico é formado 
do composto cloreto de sódio 0,9% m/v e usa como veículo a água destilada, sendo uma solução 
que tem a concentração de sais em água igual das células, por isso denomina-se isotônica. 
(ABQ.ORG, 2017) 
A água potável, ou seja, a bebível, é fornecida pelas concessionárias distribuidoras de 
água, que são geralmente vindas de barragens, poços artesianos lagos ou rios. Comumente esta 
água captada passa por um primeiro processo de tratamento, que são as etapas de coagulação, 
 
 
floculação, decantação e filtração para a remoção dos sólidos em suspensão. Esses sólidos são 
encontrados pela metodologia de determinação da dureza da água, onde ela é classificada em 
mole, moderada, dura ou muito dura. (INSTITUTO DO RIO GRANDE DO SUL, 2017) 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 AULA 1, ROTEIRO 1. DATA DA AULA:02/09/2023 
 
1 IDENTIFICAÇÃO DE ELEMENTOS QUÍMICOS PELO TESTE DE CHAMA E PELO TESTE 
DE IDENTIFICAÇÃO PARA BICARBONATO DE SODIO. 
 
As cores observadas em cada chama são características dos elementos presentes nas 
substâncias aquecidas, onde a exemplo quando ao ser colocado o cloreto de sódio, sal de 
cozinha, na chama, a luz que ela imite é a de um amarelo bem intenso e quando colocamos o 
sulfato de cobre, a luz que é emitida, é de cor verde e ao colocar o cloreto de cálcio emite uma 
luz vermelha. Isso processo acontece porque cada substancia é formada por um átomo diferente, 
onde suas camadas eletrônicas apresentam valores de energia precisos. (MANUAL DA 
QUÍMICA, 2023) 
 
1.2 OBJETIVO 
 
O objetivo desta aula foi observar os espectros de emissão de alguns cátions metálicos 
usando um bico de Bunsen e fazer também identificação do bicarbonato de sódio empregando 
técnicas analíticas. 
 
1.3 PROCEDIMENTO 
 
Para estes experimentos foram feitos em duas etapas, parte 1 e parte 2. 
Na parte 1, foi uma pequena porção de cada um dos sais num vidro de relógio e em cada 
um deles, devidamente identificado. Logo após mergulhado a pinça na solução concentrada de 
HCl, com ela encostar na amostra, “agarrando” a substância de forma que aderiu e levado à 
chama. Logo, repetido para cada tipo de sal, observado a cor de cada sal e anotado. 
 
 
Após isso, colocado num vidro de relógio uma pequena porção da mistura de cloreto de 
sódio com cloreto de potássio e observado a chama com e sem o vidro de cobalto duplo. 
Resultados: 
 
 METAL COR OBSERVADA 
 Na+ laranja 
 K+ violeta pálido 
 Ba+2 verde 
 Ca+2 vermelho claro 
 Sr+2 vermelho escuro 
 Cu+2 azul 
 Na+ e K+ amarelado 
 
 
 
 
 Fonte: Autor Fonte: Autor 
 
 
 
 
 
 Fonte: Autor 
 
Na parte dois foi utilizado princípios analíticos para identificar o insumo farmacêutico 
bicarbonato de sódio (NaHCO3). 
Usando uma espátula, colocado uma pequena porção de bicarbonato de sódio, usando 
uma espátula de alumínio, em um tubo de ensaio e observado o aspecto e descrito as 
características físicas do sal, que é um pó esbranquiçado. 
Para avaliar a sua solubilidade em água foi colocado uma pequena quantidade de 
bicarbonato de sódio (ponta de uma espátula de alumínio) em um tubo de ensaio, adicionar 5 ml 
de água destilada, homogeneizado e observado que ele solubiliza. 
 Para avaliar a sua solubilidade em etanol, foi executar o mesmo procedimento anterior, 
apenas substituindo a água pelo etanol, homogeneizado e verificado que não solubiliza. 
 Para a identificação preparado 100 ml de solução de bicarbonato de sódio a 5% (p/v) em 
água isenta de dióxido de carbono. 
 
 
 
 Logo, a 5 mL desta solução, adicionado 3 gotas de solução de fenolftaleína, 
homogeneizado com uma vareta de vidro e observado que após a adição de fenolftaína, a 
solução ficou homogeneamente rosa, indicando solução base. 
 Em seguida foi transferido 10 ml da solução a 5% para um béquer de 50 ml, adicionado 
10 ml de HCL 1M, homogeneizado usando a vareta de vidro. Nesta observou-se que houve 
liberação de gás carbônico com a seguinte reação: 1Na2 Co3+2HCl2NaCl+1CO2+1H2O 
Foi transferido 10 ml da solução de bicarbonato de sódio a 5% para um béquer de 50 ml 
e adicionado 5 ml de solução 2M de Hidróxido de Cálcio e homogeneizado. Nesta observou-se 
um precipitado: 
NaCO3 + Ca(OH)2 2NaOH + CaCO2 
Produtoreagente 
Bicarbonato de sódio+ hidróxido de cálciohidróxido de sódio+ carbonato de sódio 
 
Fonte: Autor 
 
 
 
 
 AULA 1, ROTEIRO 2. DATA DA AULA: 02/09/2023 
 
1 CALIBRAÇAO DE VIDRARIAS. 
 
Nos laboratórios, para todos os tipos de experimentos realizados, existe a necessidade 
de cuidados com a pureza dos reagentes e soluções, com a limpeza dos materiais, com a 
calibração dos aparelhos e vidrarias volumétricas. Essas atenções são imprescindíveis para a 
segurança dos resultados. 
A calibração é um processo onde pode garantir um resultado analítico confiável. Este 
processo pode ser feito no próprio laboratório, onde pode ser utilizando calibradores, desde que 
seja feito por um laboratório especializado, onde este aplica processos de comparação com 
padrões,tanto em vidrarias, como em balanças ou termômetros. 
As vidrarias são uma situação onde é mais complexa, onde recebem de seus fabricantes 
certificados de lote, mas não substituem o certificado de calibração, visto que são feitos por 
intermédio de um controle de qualidade amostral. (PROLAB, 2023) 
 
 
1. 2 OBJETIVO 
 
O objetivo desta aula foi a calibração de vidraria volumétrica, frequentemente empregada 
em laboratório de química analítica. 
 
1.3 PROCEDIMENTO 
 
 
 
Neste experimento, foi colocado na bancada um béquer contendo água destilada sobre 
a bancada com um termômetro mergulhado, para determinar a temperatura real da sala para 
iniciar a calibração. 
Para este procedimento foram feitos experimentos em duas partes, 1 e 2. 
Para a parte 1, foi pego um balão limpo, enxugado com papel e com secador de cabelo, 
tapado o balão com a rolha, colocado sobre o prato de uma balança analítica, previamente 
tarada, anotado a massa do balão vazio (m1), completado o balão com água destilada, até o 
menisco, levado novamente o balão até a balança previamente tarada e anotado a massa do 
balão com água destilada (m2). 
Foi feito este mesmo processo por mais três vezes e anotado os valores. 
Registrado as massas e efetuado os cálculos. 
Calibração balão volumétrico= (M2 - M1) + (M3 - M4) + (M5 - M6) + (M7- M8) = /4 
M2 98,587 – M1 48,752 = 49,835 
M3 98,576 - M4 48,749 = 49,827 
M5 98,568 - M6 48,568 = 49,817 
M7 98,547 - M8 48,765 = 49,782 
49,835 + 49,827 + 49,817 + 49,762= 199,261/ 4= 49,815 
 
Para a parte 2 da calibração da pipeta volumétrica de 10 mL, foi feita pela pesagem da 
quantidade de água que dela é escoada. Mediu-se a temperatura da água utilizada na calibração 
e verificou-se o valor da sua densidade nesta temperatura, onde com isso conhecendo-se a 
massa e a temperatura da água escoada na calibração, calculou-se o volume da pipeta 
volumétrica pela equação: 
V=m/d V= 49,815/0,998= 49,815 
 
 
Com esse cálculo, o volume é dado em mL e a massa em gramas (g) e a densidade em 
g/mL. 
Esta calibração deve ser feita no mínimo em duas vezes (dois testes), pois o erro relativo 
(Er), não pode passar de 0,1%. (ROTEIRO) 
 (V1-V2) x100 
Er= _________________ 
 Vm 
Er= (48,758-98,587) x 100/49,815 
Er= 50,094 x 100/ 49,815= 
Er= 5009,4/ 49,815= 100,56 
Erro é a diferença de 100% 
Então: 100, 56 – 100% 
A margem de erro é de 0,56%. 
Para este cálculo V1 e V2 são os volumes da pipeta relativos ã medida 1 e a medida 2 e 
Vm é a média de V1 e V2. 
Nesta aula foi realizada a calibração de uma pipeta volumétrica de 10mL, bem como 
visto o tempo do seu escoamento. 
 
 
Para o procedimento experimental de calibração de uma pipeta de 10,00mL, foi 
registrado a massa do pesa-filtro tampado, colocado um béquer com água destilada próximo à 
balança, lavado uma pipeta volumétrica adequadamente até que foi observado um fio contínuo 
de água em sua parede interna, colocado a pipeta próxima à balança, pipetado água destilada 
até acima da marca de calibração da mesma, limpado o excesso de líquido da parte externa da 
pipeta com papel absorvente, trocado a ponta da pipeta na parede interna de um béquer que 
continha água destilada e escoado o líquido controlando a sua vazão, acertado o menisco da 
pipeta cuidadosamente vertido a quantidade de água destilada medida para um pesa-filtro 
previamente pesado com a tampa. 
Obs.: foi necessário esperar 15 segundos antes de remover a pipeta (tempo de espera 
conforme Normas DIN 12691 e ISO 648). (Roteiro) 
Logo em seguida, medido a massa da água contido no pesa-filtro na balança analítica e 
a temperatura da água no momento do experimento, repetido o processo mais uma vez, 
calculado os volumes de água contidos na pipeta utilizada, o erro relativo entre os dois volumes 
medidos e o volume médio de líquido medido pela pipeta. 
_ M1=78,466 d =m/d V=9,809 / 099802 V=9,828mL 
 M2=68,657 
 __________ 
 9,809g 
 
Obs.: Neste experimento o tempo de escoamento da pipeta de 10 mL foi de 9,8 segundos 
e da literatura é o ideal de 20 segundos. O escoamento foi muito rápido devido a abertura estar 
muito aberta e com isso haveria necessidade de ajustamento desta abertura, feita em chama de 
bico de Bunsen. (Explicação do professor) 
Para a determinação do tempo de escoamento de uma pipeta de 10,00mL, foi enchida a 
pipeta com água destilada por aspiração com uma pera de borracha, até acima da marca de 
calibração da mesma, acertado o menisco da pipeta de forma que a água destilada contida no 
interior da mesma vertesse livremente para o interior de um béquer, medido seu tempo de 
escoamento com um cronômetro, repetido esse procedimento por três vezes. Calculado o tempo 
 
 
de escoamento médio da pipeta utilizada, verificado na Tabela 1, para observar se o tempo de 
escoamento médio da pipeta volumétrica utilizada foi compatível com o esperado. 
Observações que foram seguidas: as diferenças entre as duas determinações não 
devem serem maior de 0,025 mL. Caso não houvesse concordância entre duas calibrações, 
deveríamos repetir. Também, o escoamento da pipeta no pesa-filtro ou béquer deveria ser 
efetuado livremente, sem uso de pera, estando a pipeta na posição vertical e com a ponta da 
mesma encostada na parede do recipiente. Após que a pipeta terminasse de escoar, manter 
encostada na parede do recipiente por alguns segundos, certificando que todo o líquido escoou. 
E logo após o escoamento, afastado a extremidade da pipeta da parede do recipiente com 
cuidado. Também, a quantidade de líquido que restasse na ponta da pipeta não deveria ser 
soprada para o interior do recipiente. 
No experimento em que fizemos obtivemos os seguintes tempos: 9: 71 s, 9:91, 9:58, 
9:84. 
Obs.: foram efetuadas várias vezes a calibração e os valores não bateram com a tabela 
e o valor encontrado para a pipeta de 10mL foi de 9:76 s. 
 
A tabela abaixo mostra alguns valores de tempo mínimo de escoamento para diferentes 
volumes de pipetas volumétricas. (Roteiro) 
 CAPACIDADE/ML TEMPO/S 
 5,00 15 
 10,00 20 
 25,00 25 
 50,00 30 
 100,00 40 
 
 
 
Na fabricação de vidrarias, sua calibração é feita à 20°C, ao que raramente, corresponde 
à temperatura de calibração no laboratório e esta diferença deve ser levado em consideração e 
determinada através de cálculo. 
 
Onde: VT = volume de água a 20ºC; 
V = volume corrigido; 
T = temperatura atual; 
 = coeficiente volumétrico de expansão térmica do vidro utilizado. (Roteiro) 
 
 A tabela abaixo mostra a variação da densidade de água destilada com a temperatura: 
 
TEMPERATU
RA °C 
DENSIDA
DE g.mL-1 
TEMPERATURA
°C 
DENSIDA
DE g.mL-1 
TEMPERATU
RA °C 
DENSIDA
DE g.mL-1 
0,00 0,99987 13,00 0,99940 26,00 0,99681 
1,00 0,99993 14,00 0,99927 27,00 0,99654 
2,00 0,99997 15,00 0,99913 28,00 0,99626 
3,00 0,99999 16,00 0,99897 29,00 0,99597 
4,00 1,00000 17,00 0,99880 30,00 0,99567 
5,00 0,99999 18,00 0,99862 31,00 0,99537 
6,00 0,99997 19,00 0,99843 32,00 0,99505 
7,00 0,99993 20,00 0,99823 33,00 0,99473 
8,00 0,99988 21,00 0,99802 34,00 0,99440 
9,00 0,99981 22,00 0,99780 35,00 0,99406 
10,00 0,99973 23,00 0,99756 36,00 0,99371 
11,00 0,99963 24,00 0,99732 37,00 0,99336 
Fonte: Roteiro 
 
 
 
 
 
 
 AULA 2, ROTEIRO 1. DATA DA AULA: 16/09/2023 
 
1 PADRONIZAÇÃO DE UM A SOLUÇÃO 0,5MOL/L DE NaOH 
 
A padronização de NaOHé uma solução de concentração precisamente conhecida, 
onde é imprescindível para realização de análises por titulação volumétrica. Solução padrão é 
uma solução na qual a concentração de um soluto é renomada com grande confiabilidade (UFJF, 
2017) 
 
1.2 OBJETIVO 
 
O objetivo desta aula foi preparar e padronizar uma solução de NaOH 0,5 mol/l. 
 
1.3 PROCEDIMENTO: PADRONIZAÇÃO DO NAOH 0,1 Mol/l 
 
Para o preparo da Solução de NaOH 0,5 Mol/l, foi pesado 10 g de NaOH em um béquer 
de 100 ml e transferido quantitativamente para um balão volumétrico de 500 ml e completado 
lentamente com água destilada. (Reservado) 
Após, montado o suporte universal com a bureta, garra e colocado o agitador magnético 
sob a bureta, identificado três Erlenmeyer, com os números 1, 2 e 3. E para cada titulação foi 
pesada e anotada a massa, na mesma balança, com todas as casas decimais da balança. 
Pesado, cerca de 2,500 g de biftalato ácido de potássio (BFK), em papel manteiga, transferido 
para um Erlenmeyer, lavado o papel com 70 ml de água destilada, para que todo BFK seja 
eliminado. Colocado de 2 a 3 gotas de indicador fenolftaleína em cada Erlenmeyer, preencher a 
bureta (com auxílio de um béquer) com o NaOH 0,5 M preparado. Deixado com o nível acima da 
marca do zero. Logo após, abrindo e fechando a torneira rapidamente, várias vezes, tirando todo 
 
 
o ar contido na ponta e com cuidado, mantendo a ponta tocando na parede limpa de um béquer 
de descarte (lixo), acertado o menisco da bureta na marca do zero. Em seguida, titulado o 
conteúdo do Erlenmeyer, sob agitação constante, até a viragem da fenolftaleína de incolor para 
rosa clara. Anotado o volume. Repetido o processo por mais duas vezes. 
 
 
Titulação: 
1  24,3 mL 0,0243 L 
2  25,5 mL 0,0255 L 
3  21,5 mL 0,0215 L 
 
Biftalato NaOH 
204,22g------40g 
 2,50g------ x 
 100 = 204,22 x 
 X=204,22/ 100 
 X= 0,489g 
 
M. NaOH= m 
 __________________= 
 
 MM x V (L) 
 NaOH 
 
 
 
 0,49 / 40 x 0,025= 0,489 Mol /L (perto de 5, que foi feito o peso no experimento) 
 
FC= fator de correção 
0,5 Mol/ L-------100% 97,8% - 100% = 2,2% 
0,489 Mol------- x FC= 2,2% 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 AULA 3, ROTEIRO 1. DATA DA AULA: 16/09/2023 
 
1 DETERMINAÇÃO DO TEOR EM AAS (ÁCIDO ACETILSALICÍLICO) 
 
 De acordo com a Agência Nacional de Vigilância Sanitária (ANVISA), em torno de 50% 
dos medicamentos, que são considerados controlados, são vendidos sem exigência de 
prescrição médica, entre eles estão os estão os que são à base de ácido acetilsalicílico (AAS), 
onde são encontrados em diversas concentrações. O AAS é um fármaco do grupo dos anti-
inflamatórios não-esteroide, onde é usado como anti-inflamatório, antipirético, analgésico e 
também como antiplaquetário. (UNIOESTE, 2016) 
 
1.1 OBJETIVO 
 
O objetivo desta aula foi determinar o teor do ácido acetilsalicílico pelo método FB 6ª Ed. 
 
1.2 PROCEDIMENTO 
 
Para este procedimento, foi pesado 5 g de hidróxido de sódio dissolvido em água, 
após colocado em balão e completado com 250 mL de água (destilada) Na OH 0, 5M. 
(reservado) 
Pesado, com exatidão, cerca de 1 g de amostra, transferido para Erlenmeyer de 250 mL 
com tampa e dissolvido em 10 mL de álcool etílico. Logo, adicionado 50 mL de hidróxido de sódio 
0,5 M SV e deixado em repouso por uma hora. Adicionado 0,2 mL (5 gotas mudaram de cor) de 
fenolftaleína SI como indicador e titulado com ácido clorídrico 0,5 M SV (50 mL + 21 mL). 
Realizado ensaio em branco e efetuado as correções necessárias (foram gastos 71 mL 
de ácido clorídrico para neutralizar, ou seja, para voltar a ser transparente). 
 
 
 Repetido por mais 3 vezes este procedimento. 
 Cada mL de hidróxido de sódio 0,5 M SV equivale a 45,040 mg de C9H8O4. (Roteiro) 
 
 
 Preparo de solução Na OH (hidróxido de sódio)0,5 Mol/L 
 MM (NaOH) = 40mg 
 40g = 1000mL 
 X = 250mL 
 10000 = 1000 
 X = 10g NaOH para 1000mL 
 10g (NaOH) 1 Mol(250mL) 
 X  0,5 mL 
 1 X = 5 X = 5g (NaOH) para 250 mL 
 
Primeira vez foi 22,5 mL de ácido clorídrico para neutralizar (voltar a ser transparente). 
Segunda vez foi 21,5 mL de HCl. 
Terceira vez foi 21 mL de HCl. 
 
 Média = 22,5+21,5+21 / 3 (calculo em repouso) 
 Média = 21,66 mL/ HCl 
 
 V1 . M1= V2 . M2 
 50 x 0,05 = 21,66 x M2 
 21,66 x M2 = 50 x 0,5 
 M2 = 50 x 0,5 / 21,66 = 25 / 21,66 = 1,15 Mol 
 
 1mL NaOH 45,04mg(AAS) 
 
 
 21,66mL---X 
 X = 0,975mg 
 
 
 Fonte: Roteiro Fonte: Roteiro 
 
 
 Fonte: Roteiro Fonte: Roteiro 
 
 
 AULA 3, ROTEIRO 2. DATA DA AULA: 16/09/2023 
 
1 DETERMINAÇÃO DO TEOR DE CLORETO NO SORO FISIOLÓGICO 
 
Para definir o teor de cloreto de sódio no soro fisiológico usando os métodos 
volumétricos, se emprega a volumetria de precipitação, em que se emprega a solução padrão de 
nitrato de prata para definição de haletos e de alguns íons metálicos. O soro fisiológico é formado 
do composto cloreto de sódio 0,9% m/v e usa como veículo a água destilada, sendo uma solução 
que tem a concentração de sais em água igual das células, por isso denomina-se isotônica. 
(ABQ.ORG, 2017) 
 
1.1OBJETIVO 
 
O objetivo desta aula foi determinar o teor de cloreto na solução de soro fisiológico a 
0,9% de NaCl. 
 
1.2 PROCEDIMENTO 
 
Transferido 10 mL (adotado 10 g nos cálculos) de uma solução de soro fisiológico para 
um Erlenmeyer de 125 ml, adicionado 25 mL de água com auxílio de uma proveta e 1 mL de 
indicador cromato de potássio a 5%, com auxílio de uma pipeta. Titulado com solução padrão de 
AgNO3 (nitrato de prata) a 0,1 mol/L até que houvesse a mudança de cor de amarelo para 
marrom. Repetido a análise de soro mais duas vezes e anotado o Volume (Va). 
Fazer a titulação do branco, substituindo soro por água destilada (Vb). 
Calcular a porcentagem de cloreto de sódio no soro fisiológico. 
 
 
 0,9% de NaCl0,9g Na Cl 100 mL H2O 
 Amostra de Na Cl (0,9%) fabricante Santec 10 mL 
 Teste 1= Gasto 17,5 mL Ag NaO3 0,2 mL Branco=17,3mL Valor Real 
 Teste 2= Gasto 16,5 mL Ag NaO3 0,3 mL branco= 16,2 mL Valor Real 
 17,5-0,2=17,3 
 16,5-0,3=16,2 
 17,3+16,2 / 2 = 33,5 / 2= 16,75 
 A média dos testes foram utilizadas 16,75 mL. 
 
 Usou 16,75mL / 1000 (0,016 L Ag NO3) 
 0,1 Mol (Ag NaO3). 0,0016L= 0,0016Mol/L 
 
0,0016 Mol/L 
 ___________= 0,16 Mol/L . 58,5g= 9,36g / 10 =0,936% 
 0,010 (L) 
 1000 mL 100% 
 100mL 10 
 1 Mol 58,5g 
 0,16Mol X 
 Massa Molar do Na Cl é 58,5 g 
 
 
 
 
 Fonte: Autor Fonte: Autor 
 
 
 Fonte: Autor Fonte: autor 
 
 
 
 AULA 4, ROTEIRO 1. DATA DA AULLA: 16/09/2023 
 
1 DETERMINAÇÃO DA DUREZA DA ÁGUA COM O CaCO3 
 
A água potável, ou seja, a bebível, é fornecida pelas concessionárias distribuidoras de 
água, que são geralmente vindas de barragens, poços artesianos lagos ou rios. Comumente esta 
água captada passa por um primeiro processo de tratamento, que são as etapas de coagulação, 
floculação, decantação e filtração para a remoção dos sólidos em suspensão. Esses sólidos são 
encontrados pela metodologia de determinação da dureza da água, onde ela é classificada em 
mole, moderada, dura ou muito dura.A dureza da água é referente à concentração de determinados cátions em solução, 
principalmente cálcio e magnésio. A essa classificação a dureza da água em duas partes, a 
dureza temporária, que é pela presença de sais de carbonato e bicarbonato desses cátions, que 
são insolúveis após o aquecimento da amostra e dureza permanente, que é devido à presença 
de sais de cloretos, nitratos e outros que são solúveis até mesmo após aquecimento. A soma 
das duas durezas é classificada em dureza total. Existem outros cátions que se são associados 
a esses dois, como o ferro, alumínio, cobre e zinco, onde geralmente são embuçados ou 
precipitados antes da definição da dureza da água. (INSTITUTO FEDERAL DO RIO GRANDE 
DO SUL, 2017) 
 
1.1 OBJETIVO 
 
 O objetivo desta aula seria aprender a determinar a dureza de uma amostra de água. 
O indicador de dureza da água é um dado usado para avaliar a sua qualidade, 
designando-se dureza total a soma das durezas individuais concedidas à presença de íons cálcio 
e magnésio. A composição química da água, ou seja, a denominação da sua dureza, depende 
muito em qual local ou solo ele se encontra, sendo assim, águas brandas são encontradas em 
 
 
solos basálticos, areníferos e graníticos, no entanto, águas que decorrem de solos calcários 
apresentam frequentemente durezas superiores. (ROTEIRO) 
O método consiste na titulação da dureza feito com uma solução padrão de ácido etileno 
diaminotetracético (EDTA), onde forma íons altamente estáveis com o cálcio e magnésio ou 
outros íons responsáveis pela dureza. Quando adicionado o Negro de Eriocromo T em uma 
amostra que possua dureza, formará um íon enigmático fraco de cor violeta. Durante o processo 
de titulação, todos os íons que dão dureza, são complexados pelo EDTA, quebrando a ligação 
com o Negro de Eriocromo T, a cargo do EDTA formar um complexo mais estável com os íons 
que são os causadores da dureza. Esse procedimento concede aos poucos que o Negro de 
Eriocromo faz com que até o fim da reação, verifica-se a troca da cor para o azul. O meio é 
ativamente tamponado, visto que em pH’s mais baixos o EDTA é protonado ao invés de 
complexar com o cálcio e o magnésio. (ROTEIRO) 
 
1 mL EDTA 0,01 mol/L 0,0010 g CaCO3 
 
Tabela de classificação da água conforme a sua dureza: 
 
 CLASSIFICAÇÃO DA ÁGUA CONFORME SUA DUREZA,EM mg/L CaCO3 
 0 – 75mg/L Mole (soft) 
 75 – 150mg/L Moderada 
 150 – 300mg/L Dura (hard) 
 Acima de 350mg/L Muito dura 
Fonte: Roteiro 
 
1.2 PROCEDIMENTO 
 
 
Obs.: devido à falta de reagente conforme comunicado à instituição, não foi possível a 
realização da prática. Desta forma, a prática foi assistida via vídeo aula. O professor explicou a 
pratica e deu aula sobre a dureza da água. Realizado simulações de resultados como forma de 
aprendizado, mas sem os produtos reagente. 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
REFERÊNCIAS BIBLIOGRÁFICAS 
 
ABQ, disponível em: https://www.abq.org.br/cbq/2017/trabalhos/6/11835-
24461.html#:~:text=N%C3%93BREGA%2C%202004).-
,Para%20determinar%20o%20teor%20de%20cloreto%20de%20s%C3%B3dio%20em%20soro,
e%20de%20alguns%20%C3%ADons%20met%C3%A1licos. 
INSTITUTO FEDERAL DO RIO GRANDE DO SUL, 
file:///C:/Users/ideni/Downloads/davidmm,+10+p.133-142+-+2158-7698-1-
CE+revisado+e+pronto%20(1).pdf 
MANUAL DA QUÍMICA, disponível em: https://www.manualdaquimica.com/experimentos-
quimica/teste-chama.htm 
PROLAB, disponível em: https://www.prolab.com.br/blog/equipamentos-
aplicacoes/calibracao-de-vidrarias-volumetricas-de-laboratorio/ 
UFJF, disponível em: https://www2.ufjf.br/nupis//files/2012/03/aula-3-Quimica-Analitica-IV-
Curso-Farm%c3%a1cia-2012.11.pdf 
UFJF, disponível em: https://www2.ufjf.br/nupis//files/2017/03/Pratica-02-
Padroniza%c3%a7%c3%a3o-da-solu%c3%a7%c3%a3o-NaOH-2018-2Nupis1.pdf 
UNIOESTE, disponível em: 
https://eventosunioeste.unioeste.br/images/cosimp/anais/pages/artigos/1365

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