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GOVERNO DO ESTADO DE MATO GROSSO SECRETARIA DE ESTADO DE CIÊNCIA, TECNOLOGIA E INOVAÇÃO UNIVERSIDADE DO ESTADO DE MATO GROSSO C MPUS UNIVERSITÁRIO FRANCISCO FERREIRA MENDES FACULDADE DE CIÊNCIAS DA SAÚDE CURSO DE ENFERMAGEM REAÇÕES ADVERSAS A HEMOTRANSFUSÃO Disciplina: Assistência de Enfermagem em saúde do adulto Discentes: Beatriz Coimbra, Larissa Rafaele e Matheus Venâncio Docente: Prof. Ma. Selma Vieira De Moura DIAMANTINO/MT 2023 1 ALERTAR OS FURUTOS PROFISSIONAIS SOBRE AS REAÇÕES TRANSFUSIONAIS RECONHECIMENTO /DENTIFICAÇÃO PRECOCE CONDUTA IMEDIATA OBJETIVOS: 2 CONCEITO Qualquer efeito indesejável que ocorre durante ou após a transfusão sanguínea e a ela relacionado. As RT ocorrem em cerca de 1-3 % dos pacientes transfundidos. Manual Técnico da AABB, 2014 3 CLASSIFICAÇÃO REACÕES AGUDAS IMEDIATA- ocorrência da RT durante a transfusão ou até 24hs após seu início Reação hemolítica aguda Reação febril não hemolítica Reação alérgica/ anafilática Contaminação bacteriana Insuficiência pulmonar aguda relacionada a transfusão Reação hemolítica não imune Sobrecarga circulatória REAÇÕES TARDIAS TARDIA-ocorrência da RT após 24hs do início da transfusão Reação transfusional hemolítica tardia Doença enxerto versus hospedeiro transfusional 4 5 Tabela 1 Classificação da Gravidade 6 Tabela 2. Reações Imune e Não Imunes REAÇÃO HEMOLITICA AGUDA Ocorre durante a transfusão ou até 24hrs após seu termino O principal mecanismo fisiopatológico é a incompatibilidade do sistema ABO. Causa principal da reação é por erro processual. Ex: Paciente A recebeu B Sinais e Sintomas Náusea; Sudorese; Agitação; Dispneia; Hemoglobinúria; Oligúria; Tremores/calafrios; Febre; Dor no local da venopunção; Oligúria / anuíra, insuficiência renal; Sangramento no local da venopunção, choque. Intervenção PARAR e SUSPENDER a transfusão de imediato e manter acesso venoso com sorofisiológico 0,9%; Notificar ao medico responsavel pela transfusão; Verificar sinais vitais e debito cardiaco; 7 FONTE: GOOGLE IMAGENS REAÇÃO FEBRIL NÃO HEMOLÍTICA (RFNH) É o aumento da temperatura corporal em, no mínimo, 1 °C após transfusão sanguínea. É a reação mais comum pós-transfusão, ocorrendo em 0,3 a 1% dos pacientes. Como próprio nome sugere, não ocorre o processo de hemólise nesse tipo de complicação. Interveção Para tratamento da febre são utilizados terapia medicamentosa. Sinais e Sintomas Os principais sintomas incluem: Calafrios; Febre; Rash cutâneo; Mal-estar; Cefaleia; Náuseas; Vômitos. 8 FONTE: GOOGLE IMAGENS Reação alérgica/ anafilática Afeta pacientes que apresentam alergia a algum dos componentes sanguíneos. Na maioria dos casos, o paciente apresenta anticorpos anti-IgA que reagem com a IgA do plasma do doador, gerando a complicação alérgica. Sinais e Sintomas Pápulas; Prurido; Urticária; Edema labial, de língua e de úvula Tosse, rouquidão. Edema de laringe; Cianose; Insuficiência respiratória; Broncoespasmo; Estridor respiratório. Interveção PARAR a transfusão de imediato e manter acesso venoso com soro fisiológico 0,9%. Medicar o paciente com anti-histamínico e/ou corticoide. Após cessar os sinais e sintomas de reação leve no paciente que foi medicado, a transfusão pode ser reiniciada sob observação e supervisão médica. Na recorrência ou piora dos sinais e sintomas, PARAR e SUSPENDER a transfusão de imediato. 9 FONTE: GOOGLE IMAGENS Contaminação bacteriana É uma complicação potencialmente grave que pode ocorrer em razão da contaminação do sangue durante os processos de coleta, manipulação e armazenamento. Intervenção Sinais e Sintomas Os sintomas incluem: Febre; Calafrios; Náuseas; Hipotensão e choque com possível evolução para insuficiência renal; Coagulação intravascular e morte. PARAR e SUSPENDER a transfusão de imediato e manter acesso venoso com soro fisiológico 0,9%. Encaminhar as amostras do paciente para estudo e cultura para Hemoce para identificar a bactéria causadora através da cultura. O tratamento deve iniciar imediatamente com interrupção da transfusão e aplicação de antibióticos de amplo espectro. A prevenção consiste em assepsia adequada na coleta e cuidados no manuseio e estocagem. 10 FONTE: GOOGLE IMAGENS Insulficiencia pulmonar aguda relacionada a transfusão (TRALI) Ocorre por transferência de aloanticorpos do plasma doador através da transfusão, ocorrendo a reação contra os anticorpos do receptor (principalmente neutrófilos), induzindo agregação e adesão no endotélio dos alvéolos, . Intervenção Sinais e Sintomas Sintomas costumam aparecer até 6 horas após: Febre, Calafrios, Taquidispeneia, Hipóxia, Cianose, Hipotensão arterial, Edema pulmonar. O quadro pode se agravar e tornar-se Síndrome da Angústia Respiratória, com grave hipoxemia e óbito. PARAR e SUSPENDER a transfusão de imediato e manter acesso venoso com soro fisiológico 0,9%; Suporte com oxigênio nasal; Vasopressores; Se for confirmado TRALI, o doador fica impedido de doar. 11 FONTE: GOOGLE IMAGENS Reação hemolítica não imune Sinais e Sintomas Intervenção Causada pela transfusão de globulos vermelhos hemolisados devido a estocagem, manipulação ou transfusão Alteração transitórias pulmonares, renais e hemodinâmicas. Hemoglobinúria Hemoglobinemia Interromper transfusão Manter acesso Investigar bolsa Verificar e tratar hiperpotassemia Manter débito urinário com hidratação Suporte destas e outras complicaçoes 12 FONTE: GOOGLE IMAGENS Sobrecarga Circulatoria Intervenção Pode ocorrer devido a uma transfusão rápida ou de um grande volume de sangue. Sinais e Sintomas Sinais de insuficiência cardíaca congestiva durante a ou logo após a transfusão : Dispneia e ortopneia; Cianose; Taquicardia; Aumento da PA; Estase jugular; Cefaleia; Edema pulmonar, Pletora. Suspender transfusão e limitar infusão de líquidos; Oferecer Oxigênio; Elevar decúbito; Tratar hipervolemia e edema pulmonar; Manter débito urinário com hidratação. 13 FONTE: GOOGLE IMAGENS REAÇÃO TARDIAS - DEFINIÇÃO Ocorrem pelo menos 24hrs após a transfusão Risco geral de um paciente ser aloimunizado Por cada transfusão tem 1- 1,5% de chances do paciente acabar desenvolvendo. De difícil prevenção, ocorre no intervalo de 3 até 21 dias após a transfusão, em decorrência da destruição das hemácias transfundidas por aloanticorpos eritrocitários do paciente receptor. Anemia hemolítica entre 2 a 10 dias após a transfusão, Febre, Icterícia, Reticulose e esplenomegalia. Os sinais clínicos incluem Tratamento O tratamento inclui monitoramento do hematócrito e nova transfusão caso necessário. Aloimunização é a formação de anticorpos quando há a exposição do indivíduo a antígenos não próprios 14 FONTE: GOOGLE IMAGENS Doença enxerto versus hospedeiro transfusional DECHT Ocorrência depende: Rara, Grave e Potencialmente Fatal Mortalidade 80 - 100% FONTE: GOOGLE IMAGENS Manifestações Clinicas Febre Acometimento cutâneo Disfunção hepática Pancitopenia A DECH ocorre quando as células imunológicas do doador (o enxerto) reconhecem as células e tecidos normais do paciente (o hospedeiro) como estranhos e o atacam. Competência imunologica do receptor Similaridade genética doador/recptor Número de células T viáveis no hemocomponente 15 16 Tabela 3 Condutas gerais Condutas gerais na suspeita ou confirmação de reação transfusional 17 18 TESTE PRÉ-TRANSFUSIONAL Os exames de rotina realizados antes de uma transfusão consistem em: tipagens ABO e Rh, pesquisa de anticorpos irregulares e testes de compatibilidade. A compatibilidade do sistema ABO do doador e do paciente detecta a presença de anticorpos no soro do paciente, este reagirá com antígenos nos eritrócitos doadores 19 20 CASO CLINICO Paciente V.M.F, 65 Anos, Sexo Feminino, casada, aposentada, residente na capital do Estado do Mato Grosso. Encontrava-se em sua residência quando sofreu uma perda de força e se encontrava sem apetite há 3 dias, sensação de morte iminente que se sente preocupada,relata ser fumante há 12 anos e que fuma em média 6 cigarros por dia, nega ter alergia medicamentosa, foi admitido no hospital São Mateus com Síndrome mielodisplásica, Hb 5,0g por dI, cardiopata, sintomática para anemia. Sem sangramentos, solicitado a transfusão de 2 concentrado de hemácias. Transfundida com 02 concentrados de hemácias. Após a metade da segunda bolsa de hemácias, iniciou quadro de dispneia, ortopneia, cianose, distensão jugular, taquicardia, hipertensão, edema periférico e tosse seca. A ausculta revela estertoração. Lúcida e orientada, ansiosa, demostrando apreensão e preocupação, postura cabisbaixa, com memória preservada, mucosas úmidas e coradas, hidratado, afebril. Boas condições de higiene. Dispneica, (FR: 25 rpm), oximetria de pulso 90% em ar ambiente, ausculta cardíaca com ritmo regular, bulhas cardíacas normofonéticas sem sopros (PA 150/90 mmHg, FC 110 bpm). Abdome com ruídos hidroaéreos presentes, indolor á palpação, sem visceromegalias. 21 EXAME FISICO Falta de apetite Perda de força Hipertensão Edema periférico Taquicardia Dispneia Tabagista Cianose Tosse seca. Cardiopata Sintomática para anemia Ansiedade Expressão facial triste Postura cabisbaixa. 22 DIAGNOSTICO DE ENFERMAGEM Problema(s): Tabagista, Dispneia, Ortopineia, Edema periférico. Diagnóstico(s) de Enfermagem: Troca de gases prejudicada. Definição: Excesso ou déficit na oxigenação e/ou na eliminação de dióxido de carbono na membrana alvéolo capilar. Troca de gases prejudicada, relacionada a dor e ao padrão respiratório ineficaz, evidenciada por ritmo respiratório alterado. Problema(s): Sobrecarga Circulatória. Diagnóstico(s) de Enfermagem: Risco de volume de líquidos desequilibrado Definição: Suscetibilidade a diminuição, aumento ou rápida mudança de uma localização para outra do líquido intravascular, intersticial e/ou intracelular que pode comprometer a saúde. Refere-se à perda, ao ganho, ou a ambos, dos líquidos corporais. Risco de volume de líquidos desequilibrado evidenciado por mecanismos reguladores comprometidos devido ao grande volume transfundido. 23 DIAGNOSTICO DE ENFERMAGEM Problema(s): Perda de apetite, Perca de força. Diagnóstico(s) de Enfermagem: Nutrição desequilibrada: menor do que as necessidades corporais. Definição: Ingestão de nutrientes insuficiente para satisfazer às necessidades metabólicas. Nutrição desequilibrada menor do que as necessidades corporais, relacionado a ingestão alimentar insuficiente, evidenciado pelo consumo a 3 dias diminuído diária e Interesse insuficiente pelos alimentos. Problema(s): Hipertensão. Diagnóstico(s) de Enfermagem: Débito cardíaco diminuído Definição: Volume de sangue bombeado pelo coração inadequado para atender às demandas metabólicas do organismo Débito cardíaco diminuído, relacionado a frequência cardíaca alterada, evidenciado por dispneia, taquicardia e pressão arterial alterada. 24 DIAGNOSTICO DE ENFERMAGEM Problema(s): Ansiosa, Expressão facial triste, Postura cabisbaixa, Sensação de morte iminente. Diagnostico: Enfrentamento ineficaz Definição: Padrão de avaliação inválida de estressores, com esforços cognitivos e/ou comportamentais, que falha em controlar as demandas relativas ao bem-estar. Enfrentamento ineficaz, relacionado á ameaça ao estado de saúde, estresse, caracterizado por preocupações expressas em razão de mudança em eventos da vida. 25 DIAGNOSTICO DE ENFERMAGEM Troca de gases prejudicada O cliente deverá apresentar melhora de Dispneia em 2 dias. O cliente deverá apresentar melhora de Ortopineia em 2 dias. O cliente deverá apresentar melhora dos Edemas periférico em 1 dia. O cliente deverá apresentar diminuição do tabagismo em 6 meses. Risco de volume de líquidos desequilibrado O cliente deverá apresentar melhora da sobrecarga circulatória em 2 dias. Nutrição desequilibrada: menor do que as necessidades corporais. O cliente deverá apresentar melhora na ingestão de alimentos em 1 dia. O cliente deverá apresentar melhora na forca física após a inserção da dieta em 1 dia. 26 DIAGNOSTICO DE ENFERMAGEM META/OBJETIVO Débito cardíaco diminuído O cliente deverá apresentar melhora de P.A em 2 dias. O cliente deverá apresentar melhora na taquicardia em 1 dia. Enfrentamento ineficaz O cliente deverá apresentar melhora de ansiedade em 1 dia. O cliente deverá apresentar melhora de auto estima em 5 dias. O cliente deverá apresentar-se livre da sensação de morte em 1 dia 27 DIAGNOSTICO DE ENFERMAGEM META/OBJETIVO Proporcionar ambiente calmo e seguro. (Manhã – Tarde – Noite). Manter repouso no leito. (Manhã – Tarde – Noite). Manter decúbito com cabeceira do leito elevada. (Manhã - Tarde – Noite). Administrar oxigênio. (Manhã – Tarde – Noite). Avaliar e registrar SSVV de 4/4h. (08H – 12H – 16H – 20H – 24H – 04H – 08H). Observar e comunicar, em caso de sangramento, hematoma, edema, hipotensão e hipertensão arterial. (Manhã – Tarde – Noite). Avaliar circulação periférica, tempo de preenchimento capilar, cor e temperatura. (Manhã – Tarde - Noite). Realizar ausculta cardíaca e comunicar o médico a qualquer sinal de anormalidade. (10h – 14h - 22h – 06h). Realizar balanço hídrico de 4/4h. (08H – 12H – 16H – 20H – 24H – 04H – 08H). 28 PRESCRIÇÕES DE ENFERMAGEM Oferecer dieta adequada. (Manhã – Tarde – Noite). Instruir a paciente sobre a importância de fazer o uso correto das medicações e a importância da adesão ao tratamento; Cautela nas atividades físicas, estimular atividades que demandem um menor gasto energético. Orientar a paciente quanto os sinais da cianose, e observar melhora ou piora e registrar. Monitorizar resultados laboratoriais de Hb e Ht. Monitorar e registrar perda ou ganho de peso. Fornecer alimentos hiperprotéicos e ricos em ferro. Orientar a cliente sobre os riscos de cigarro e auxiliar a diminuir o uso. 29 PRESCRIÇÕES DE ENFERMAGEM 02/09/23 - 10h, Cliente mantendo oxigenoterapia, monitor cardíaco e oxímetro de pulso, realizado balanço hídrico e ausculta cardíaca, permanece com decúbito elevado em 45°, aceitou dieta oferecida, diurese espontânea. 30 IMPLEMENTAÇÃO 02/09/23 – 18:30H, Evolui sem dor, acompanhada pelo esposo, refere-se a estar se sentindo melhor, segue expressiva e com boa comunicação verbal, alimentada recentemente, alega estar sentindo estar com vontade de fumar, SSVV: Dispneica, (FR: 20 rpm), oximetria de pulso 92% em ar ambiente, ausculta cardíaca com ritmo regular, bulhas cardíacas normofonéticas sem sopros (PA 130/90 mmHg, FC 77 bpm). EVOLUÇÃO DE ENFERMAGEM 31 REFERENCIAS BRASIL, Manual Técnico de Hemovigilância – Investigação das Reações Transfusionais Imediatas e Tardias Não Infecciosas. ANVISA, Brasília, novembro/2007. Loureiro AS. Uso de sangue e seus derivados. In: Ratton JL, Couto RC. Ratton Emergências médicas e terapia intensiva. 3ª ed. Rio de Janeiro: Guanabara Koogan; 2005. Ministério da Saúde-Agência Nacional de Vigilância Sanitária. Portaria n. 2712, de 12 de novembro de 2013. Aprova o Regulamento Técnico de Procedimentos Hemoterápicos. Diário Oficial da União, Poder Executivo, Brasília, DF, 14 de junho de 2011. Seção1. Diagnósticos de enfermagem da NANDA-I: definições e classificação - 2021-2023. Porto Alegre: Artmed, 2021. MANUAL de Condutas em Reações Transfusionais. 1. ed. EBSERH, 30/04 2020. 53 p. v. 1. 32 Um paciente adulto está sendo preparado para receber uma transfusão sanguínea devido a uma anemia aguda. A equipe de enfermagem está atenta à segurança do paciente durante todo o processo de transfusão e busca adotar medidas que minimizem o risco de reações transfusionais. Qual alternativa abaixo a assertiva que contém a ação prioritária a ser realizada pelo enfermeiro(a) para a prevenção de reações adversas transfusionais. Monitorar apenas os sinais vitais antes e após a transfusão. Administrar o sangue em temperatura ambiente. Utilizar umequipamento de transfusão comum. Realizar a verificação da compatibilidade sanguínea com o receptor. Administrar antialérgicos profiláticos antes da transfusão. 33 Um paciente adulto está sendo preparado para receber uma transfusão sanguínea devido a uma anemia aguda. A equipe de enfermagem está atenta à segurança do paciente durante todo o processo de transfusão e busca adotar medidas que minimizem o risco de reações transfusionais. Assinale abaixo a assertiva que contém a ação prioritária a ser realizada pelo enfermeiro(a) para a prevenção de reações adversas transfusionais. Monitorar apenas os sinais vitais antes e após a transfusão. Administrar o sangue em temperatura ambiente. Utilizar um equipamento de transfusão comum. Realizar a verificação da compatibilidade sanguínea com o receptor. Administrar antialérgicos profiláticos antes da transfusão. 34 Os incidentes transfusionais podem ser imediatos e tardios, e devem ser notificados. São considerados imediatos e tardios, respectivamente: Até 3 horas e após 3 horas. Até 24 horas e após 24 horas. Até 12 horas e após 48 horas. Ate 6 horas e após 24 horas. 35 Os incidentes transfusionais podem ser imediatos e tardios, e devem ser notificados. São considerados imediatos e tardios, respectivamente: Até 3 horas e após 3 horas. Até 24 horas e após 24 horas. Até 12 horas e após 48 horas. Ate 6 horas e após 24 horas. 36 OBRIGADA PELA ATENÇÃO