Logo Passei Direto
Buscar
Material
páginas com resultados encontrados.
páginas com resultados encontrados.

Prévia do material em texto

UNIP EaD 
Projeto Integrado Multidisciplinar 
Cursos Superiores de Tecnologia 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
IMPLEMENTAÇÃO DE UM SISTEMA DE INFORMAÇÃO E DE UM BANCO DE 
DADOS 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
Jataí 
2023 
UNIP EaD 
Projeto Integrado Multidisciplinar 
Cursos Superiores de Tecnologia 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
IMPLEMENTAÇÃO DE UM SISTEMA DE INFORMAÇÃO E DE UM BANCO DE 
DADOS 
 
 
 
 
 
 
 Nome: Jussara Sirino da Silva 
 RA: 2351852 
 Curso: Gestão da Tecnologia da Informação 
 Semestre: 1º Semestre 
 
 
 
 
 
 
Jataí 
2023 
RESUMO 
Neste trabalho será apresentado a implementação e o desenvolvimento de um sistema 
de informação utilizando banco de dados para uma franquia fictícia de uma rede de perfumaria, 
tendo como base as disciplinas de Matemática Aplicada, Infraestrutura de TI, Administração de 
Banco de Dados e Ética e Legislação Profissional. A proposta deste trabalho é apresentar a 
infraestrutura da tecnologia da informação com explicações claras e objetivas sobre os serviços 
disponibilizados, onde será desenvolvido a aplicação de um sistema ERP separado por módulos, 
disposto de um banco de dados para o armazenamento das informações da empresa, será 
apresentado as informações de custos, o planejamento do lucro e os retornos financeiros que é 
possível obter, os passos que devem ser tomados para que a segurança dos dados 
disponibilizados pela empresa estejam protegidos e para finalizarmos apresentaremos as 
normas de ética e legislação para uso desses sistemas e serviços, auxiliando dessa forma o 
desempenho e credibilidade da empresa em questão, tornando-a cada dia mais completa e 
respeitada pelos usuários. 
 
Palavras-chave: ERP; Banco de Dados; Tecnologia. 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
ABSTRACT 
This work will present the implementation and development of an information system 
using a database for a fictitious franchise of a perfumery chain, based on the disciplines of 
Applied Mathematics, IT Infrastructure, Database Administration and Ethics and Legislation 
Professional. The purpose of this work is to present the information technology infrastructure 
with clear and objective explanations about the services available, where the application of an 
ERP system separated by modules will be developed, with a database for storing company 
information. presented the cost information, profit planning and the financial returns that it is 
possible to obtain, the steps that must be taken so that the security of the data made available 
by the company is protected and finally we will present the ethical standards and legislation for 
the use of these systems and services, thus helping the performance and credibility of the 
company in question, making it more complete and respected by users every day. 
 
Keywords: ERP; Database; Technology. 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
SUMÁRIO 
1. Introdução ...................................................................................................................... 4 
2. Infraestrutura de TI ........................................................................................................ 5 
2.1. Conceito e Importância ........................................................................................... 5 
2.2. Computação em Nuvem .......................................................................................... 6 
2.2.1. Infraestrutura como serviço (IaaS) ............................................................... 6 
2.2.2. Plataforma como serviço (PaaS) .................................................................. 7 
2.2.3. Software como serviço (SaaS) ..................................................................... 7 
3. Banco de Dados ............................................................................................................. 8 
3.1. Estrutura do Banco de Dados .................................................................................. 8 
4. Sistema Integrado de Gestão .......................................................................................... 9 
4.1. Módulo Administrativo ........................................................................................ 10 
4.2. Módulo Financeiro ............................................................................................... 11 
4.3. Módulo Produtos .................................................................................................. 11 
4.4. Módulo Vendas ..................................................................................................... 12 
4.5. Módulo Relatórios ................................................................................................ 12 
4.6. Prós e Contras de um sistema ERP ....................................................................... 13 
4.6.1. Prós ............................................................................................................ 13 
4.6.2. Contra ........................................................................................................ 14 
5. Matemática Aplicada ................................................................................................... 16 
6. Segurança e Controle ................................................................................................... 16 
7. Ética e Legislação ........................................................................................................ 18 
7.1. Legislação para Informática .................................................................................. 18 
8. Conclusão ................................................................................................................... . 20 
9. Referências ................................................................................................................. . 21 
 
 
 
 
 
4 
 
1. INTRODUÇÃO 
Neste trabalho, exploraremos a implementação de um sistema de informação para uma 
fictícia franquia de perfumaria, com base nas disciplinas de Matemática Aplicada, Infraestrutura 
de TI, Administração de Banco de Dados e Ética e Legislação Profissional. Nosso objetivo é 
fornecer uma visão abrangente e compreensível da infraestrutura de tecnologia da informação, 
abordando a criação de um sistema ERP com um banco de dados para armazenar informações 
cruciais da empresa. Discutiremos os aspectos de custos, planejamento de lucros e retornos 
financeiros, bem como medidas de segurança para proteger os dados empresariais. Além disso, 
abordaremos as normas éticas e legislativas relacionadas ao uso desses sistemas, contribuindo 
para o desempenho e a reputação da empresa. 
Nossa jornada nos levará a explorar a infraestrutura de TI, que compreende tecnologias 
como computadores, redes e softwares essenciais para o funcionamento dos sistemas digitais 
empresariais. Também mergulharemos na computação em nuvem, uma abordagem que 
simplifica o acesso a serviços online, embora exija uma conexão à internet confiável. A criação 
de um banco de dados organizado será destacada, enfatizando a importância de atribuir 
identificadores exclusivos para facilitar a organização e recuperação de informações. 
O sistema ERP, como um assistente digital empresarial, será analisado minuciosamente, 
abordando sua aplicação em finanças, vendas e relatórios. Compreenderemos como a 
Matemática Aplicada desempenha um papel vital na tomada de decisões financeiras, incluindo 
previsões para otimizar os lucros, apesar dos desafios apresentados por variáveis complexas. 
A segurança empresarial será um assunto primordial, destacando a importância de ações 
como a implementação de backups e o aumento da conscientização para resguardar os dados 
contra ameaças. É essencial que as empresas estejam cientes dos perigos relacionados à falta 
de segurança da informação. 
Por fim, mergulharemos no universo daética e legislação, destacando seu papel na proteção 
dos direitos autorais, dos criadores de software, dos usuários e dos dados. Esses elementos são 
fundamentais para manter a eficiência e a integridade de sistemas de informação, assegurando 
a reputação e o sucesso contínuo da empresa. 
 
5 
 
2. INFRAESTRUTURA DE TI 
Infraestrutura de TI é o conjunto de recursos tecnológicos como computadores, servidores, 
redes e softwares que permitem que sistemas e serviços digitais funcionem em uma 
organização. (VARELLA, 2019). 
A infraestrutura fornece dados e resultados em tempo real, fazendo com que decisões sejam 
tomadas rapidamente, facilitando dessa maneira a comunicação com os clientes finais, trazendo 
segurança e proteção de todos os dados trafegados no sistema. Ter uma infraestrutura 
proporciona uma eficiência operacional, ajudando na realização de tarefas reduzindo dessa 
maneira erros humanos que podem ocorrer. 
De um modo geral, a infraestrutura de TI é a parte fundamental para que empresas e usuários 
se organizem trazendo assim resultados e conclusões lógicas, permitindo que a empresa cresça 
suportando assim todas as evoluções e inovações que a tecnologia e o mercado vêm passando 
no decorrer dos anos. 
 
2.1. Conceito e Importância 
Seu conceito refere-se a um conjunto de componentes físicos e virtuais que permitem o 
funcionamento e a operação de sistemas de tecnologia em uma organização. Nela é englobado 
diversos elementos, como hardware, software, redes, servidores, armazenamentos, sistemas 
operacionais, banco de dados, entre outros. Seu objetivo é fornecer um ambiente estável e 
confiante para suportar as operações de uma organização, onde deste modo é possível ter um 
funcionamento eficiente e seguro nas operações. É possível incluir a disponibilidade de recursos 
de computação, armazenamento de comunicações, bem como a implementação de medidas de 
segurança para proteger os dados e a rede. (MAGNO, REINERT, XAVIER, 2013). 
A infraestrutura de TI desempenha um papel fundamental em manter os sistemas de uma 
organização em funcionamento, garantindo o desempenho do processo, sua conectividade e 
disponibilidade dos serviços digitais. A infraestrutura é projetada, implantada e gerenciada para 
atender as necessidades especificas de cada empresa, fazendo com que ela alcance seus 
objetivos de negócios por meio do uso eficiente da tecnologia. 
 
 
6 
 
2.2. Computação em Nuvem 
O conceito sobre computação em nuvem tem como ideia de nuvem pública, onde é 
permitido que empresas e usuários utilizem serviços e recursos disponibilizados em rede, 
podendo ela ser uma rede Pública, Privada, Comunitária ou Híbrida. (VERAS, 2015). 
Os serviços disponíveis na computação em nuvem são Infraestrutura, com serviços de 
armazenamento, backups entre outros, também conhecido como IaaS. Plataforma, onde é 
possível desenvolver e hospedar softwares, conhecido como PaaS. E por fim o Software como 
serviço, o SaaS, que são aplicativos e softwares utilizados pelo usuário final. 
 
2.2.1. Infraestrutura como serviço (IaaS) 
A Infraestrutura como Serviço (IaaS) é uma tecnologia que oferece total acesso quando há 
conexões com a internet. Esse serviço é apto pela computação em nuvem e é responsável pela 
infraestrutura de armazenamento e processamento de dados e serviços. (VERAS, 2015). É 
possível utilizar o serviço de infraestrutura por demanda, mais popular em inglês on demand, 
onde o cliente paga apenas pelos serviços utilizados, podendo dessa maneira controlar o 
aumento ou a redução dos serviços contratados. 
Tendo como principais componentes: os recursos de hardware, que armazena e processa 
com segurança as requisições; recursos de redes, onde por ele é possível se comunicar entre os 
demais serviços, considerado como um serviço crítico que impede danos e comunicações 
perigosas não autorizadas; o storage, que é responsável pelos dados e seu armazenamento; o 
banco dados, onde é gerenciado e centralizado todos os dados e informações do projeto; e por 
fim o gerenciamento da infraestrutura que administra a interface e as configurações da estrutura. 
(KOLBE, 2020). 
Nos dias atuais temos como principal foco a plataforma de serviço de computação em 
nuvem o AWS, apresentado em 2015 por Veras, nomeado como Amazon Web Services, esse 
serviço é ideal para redução de custos e uma perfeita organização, diminuindo dessa maneira 
todos os riscos e danos que podem ter em uma plataforma. 
 
 
 
7 
 
2.2.2. Plataforma como serviço (PaaS) 
PaaS é considerado o serviço menos explorado na computação em nuvem, pois desempenha 
um papel fundamental oferecendo a infraestrutura necessária para que desenvolvedores de 
softwares conduzam suas atividades com facilidade. (KOLBE, 2020). 
Em plataforma como serviços teremos softwares que podem ser utilizados pelo usuário final 
onde é possível construir uma estrutura com banco de dados em ambientes de teste e em 
produção. A grande diferença é que o PaaS além da nuvem também necessita de datacenters 
externos para ter um funcionamento adequado com acesso à internet. (VERAS, 2019). 
Com o serviço de PaaS é possível a concentração na criação de aplicativos, enquanto isso a 
plataforma cuida de toda a infraestrutura da tecnologia, oferecendo assim um ambiente de 
desenvolvimento podendo criar e implantar de forma mais eficiente. É como se você tivesse 
uma cozinha toda equipada, sem se preocupar com os utensílios, alimentos ou limpeza do lugar, 
tendo como a sua única preocupação a receita e a preparação da comida. 
 
2.2.3. Software como serviço (SaaS) 
SaaS é considerado uma espécie de evolução do ASPs (Application Service Providers) a 
estrutura de programação em Script que ofereciam aplicativos instalados em computadores. O 
SaaS representa de longe o serviço mais oferecido na grande rede, as empresas não mais 
compram as licenças de software, geralmente de alto custo final, mas simplesmente pagam pela 
utilização em diferentes tipos de contratos que podem ser estabelecidos com os usuários. 
(KOLBE, 2020). 
Para acessar os serviços de SaaS, basta o usuário possuir acesso à internet com um 
navegador web, hospedado dessa maneira em uma nuvem, onde não é preciso instalar, realizar 
manutenções ou atualizações do serviço. Lembrando que para serviços totalmente on-line pode 
ocorrer do usuário perder o acesso caso fique sem internet, esse serviço depende 100% de uma 
conexão de internet. 
 
 
 
8 
 
3. BANCO DE DADOS 
Banco de dados é um conjunto organizado de informações onde é armazenado 
eletronicamente em um sistema de computador, sendo ele projetado para permitir o 
armazenamento, gerenciamento e recuperação dos dados, caso necessário. O banco de dados é 
utilizado para gerenciar dados de empresas, dados pessoais, dados científicos entre outros. Ele 
é realizado a partir de uma estruturação de acordo com o modelo específico para cada área 
permitindo assim ter acesso às informações facilmente e com muita eficiência. (MANNINO, 
2008). 
Para a fase inicial do banco de dados na implementação do projeto será definido quais dados 
e informações são essenciais para a funcionalidade do serviço, para isso é necessário encontros 
e conversas informais importantes para decidir quais mudanças devem ser feitas, examinar a 
documentação dos aplicativos atuais a serem substituídos ou complementados pelo banco de 
dados e caso necessário usar ferramentas automáticas para organizar as informações. Após a 
coleta dos dados passaremos para a fase de análise de requisitos que servirão para descrever 
quais dados precisam ser armazenados, priorizando as informações essenciais. Para as próximas 
etapas teremos as configurações das funções que o sistema deve receber, analisar o desempenho 
do serviço e verificar todos os aspectos de segurança. 
 
3.1. Estrutura do Banco de Dados 
A estrutura de um banco de dados refere-se a forma de como os dados são armazenados eorganizados dentro do sistema, para isso é necessário existir uma tabela com as informações 
que deseja armazenar no banco. Uma tabela para banco de dados consiste em linhas e colunas, 
onde cada linha representa um registro ou uma entrada de dados e cada coluna representa um 
atributo específico definido pela organização. (DATE, VIEIRA, LIFSCHITZ, 2004). 
As colunas são campos com diferentes categorias de dados, onde cada campo possui um 
nome exclusivo e um tipo de dado, como texto, número, data, entre outros. As linhas 
correspondem ao registro de entrada individual em uma tabela contendo valores para cada um 
dos campos definidos podendo representar um valor, uma data, um cliente, um produto ou 
qualquer outra informação que represente na tabela. 
 
9 
 
Os dados dessa tabela serão relacionados com as informações que cada contexto possui, 
teremos uma entidade representada por atributos, como por exemplo os dados dos usuários. 
Criaremos a entidade Usuários com os seguintes atributos: codUser; nome; cargo e permissão 
de acesso. Podendo ser representada pelo seguinte diagrama: 
 
Figura 1. Diagrama Entidade Usuários. 
 
Vale ressaltar que todo produto ou usuário inserido no sistema terá o campo cod ou id que 
significa o código daquele dado adicionado, nunca terá dois produtos ou usuários com o mesmo 
código, esse campo será único para cada um. 
 
4. SISTEMA INTEGRADO DE GESTÃO 
No decorrer dos anos o sistema ERP tem se desenvolvido conforme as necessidades dos 
usuários, de início o sistema tinha como visão realizar apenas as atividades que eram realizadas 
manualmente, porém com as mudanças e evolução da tecnologia os sistemas ERP conseguem 
atingir todas as atividades em geral executados pela empresa. (FLAPPER, 1991). 
Quando uma empresa utiliza um sistema ERP, isso afeta todos os aspectos dela, como 
cultura, organização e tecnologia. Onde a empresa é gerenciada de uma forma completa, onde 
a empresa é afetada desde o início ocasionado pela produção ou compra dos produtos até as 
vendas, concluindo o ciclo de faturamento. Quando se adota um sistema ERP, o objetivo 
principal não é apenas usar o software, mas melhorar a forma como a empresa realiza as 
transações do negócio em si, aproveitando deste modo todas as possibilidades que a tecnologia 
pode proporcionar. (LIMA, 2000). 
ERP, de forma didática, é um sistema de informação adquirido na forma de software 
comercial, que possibilita a integração entre os dados dos sistemas de informação transacionais 
e os processos de negócios de uma organização. A partir dessa definição, podemos destacar 
pontos cruciais para uma compreensão precisa do termo ERP. (CAIÇARA JUNIOR, 2012). 
10 
 
Para implementar um sistema ERP é necessário a adaptação das operações às 
funcionalidades do software e alinhar os processos de negócios à estrutura imposta pelo novo 
sistema. É possível personalizar as opções disponíveis em um ERP de acordo com cada 
necessidade da empresa, porém é essencial manter algumas regras de negócios intactas para 
preservar a integridade da proposta original do sistema ERP, seguindo algumas características 
principais como: 
• Sendo ele um pacote comercial de software; 
• O pacote é construído com base nas melhores práticas de mercado ou best practices; 
• Possui um banco de dados único e corporativo; 
• Ele é composto por módulos; 
• Não há necessidade de desenvolver apenas para um cliente. 
Para esse trabalho como apresentado anteriormente, vamos relatar a proposta de 
implementação de um sistema ERP para uma franquia de rede de perfumaria, que possui um 
total de 18 (dezoito) lojas de revenda, distribuídas entre lojas de rua e shoppings que possui 2 
(dois) terminais para vendas em cada loja e contendo 1 (um) canal de venda direta (VD), 
totalizando 37 terminais em uso. 
O sistema de gestão poderá ser divido por módulos, onde podemos incluir o módulo 
Administrativo, Financeiro, Produtos, Vendas e o módulo de Relatórios. Cada módulo é 
essencial para que o funcionamento do sistema traga bons resultados com dados importantes 
para o crescimento constante da franquia. Vale ressaltar que cada módulo apenas será ativado a 
partir da necessidade de cada empresa. 
 
4.1. Módulo Administrativo 
No módulo Administrativo é possível realizar as configurações do sistema, podendo 
configurar a moeda de uso, taxas dos serviços e produtos, criar e editar as permissões de acesso 
dos usuários, entre outros. O gestor poderá configurar o cadastro de usuários e permissões de 
acesso ao sistema, dando autonomia ou bloqueando o acesso aos módulos que o sistema possui. 
O primeiro acesso do gestor será criado pela equipe responsável por implementar o sistema, 
após o acesso o gestor poderá criar as permissões e em seguida os usuários que terão acesso aos 
terminais. 
11 
 
A permissão padrão admin do sistema dá acesso a todos os módulos disponíveis, é 
necessário criar as demais permissões e seus respectivos usuários. Tendo em vista que para o 
cadastro do usuário é necessário informar nome, cargo, permissão de acesso e a senha. Todas 
as configurações do módulo Administrativo devem ser preenchidas antes dos demais módulos. 
 
4.2. Módulo Financeiro 
O módulo Financeiro é a parte mais crítica de um gerenciamento para uma empresa, neste 
módulo o gestor terá acesso as funcionalidades relacionadas a todo faturamento contábil da 
empresa, como contas a pagar e a receber, despesas, receitas, planejamento e acompanhamentos 
de orçamentos, compras de novos produtos, fluxo de caixas para monitorar entradas e saídas de 
dinheiro, o gerenciamento de impostos e taxas podendo assim garantir a conformidade fiscal 
entre outros. Ressalto que esses são apenas algumas das funcionalidades comuns para o módulo 
financeiro, as informações exibidas dependerão da necessidade de cada empresa e setor. 
De um modo geral o módulo financeiro deverá ser alimentado com todas as informações de 
créditos e débitos da empresa, onde através dos dados adicionados será possível calcular os 
ganhos e as perdas, sendo ele fundamental para as tomadas decisões e para o controle financeiro 
da empresa. 
 
4.3. Módulo Produtos 
No módulo Produtos será possível gerenciar todas as informações sobre os produtos 
vendidos na empresa, nele é possível realizar cadastros de produtos e seus respectivos dados, 
como valor de compra e venda, total em estoque e as características de cada produto 
estabelecidas pela legislação vinculada a Agência Nacional de Vigilância Sanitária, conhecida 
como Anvisa, que realiza a regularização no mercado de produtos de higiene pessoal, perfumes 
e cosméticos no Brasil, apresentaremos mais sobre legislação nos próximos temas. 
Com a alimentação dos dados em produtos é possível extrair relatórios importantes para o 
funcionamento da empresa, como por exemplo o inventário anual do estoque, realizar o 
gerenciamento dos fornecedores com históricos de compras, configuração das integrações com 
as vendas e até o ciclo de vida dos produtos, mas isso depende da necessidade de cada empresa. 
12 
 
Em resumo, o módulo de produtos é essencial para o controle de todas as informações 
relacionadas aos produtos existentes na empresa, desde a produção ou a compra até a venda do 
produto para o consumidor final. 
 
4.4. Módulo Vendas 
O módulo de Vendas é primordial para gerenciar e monitorar todas as vendas realizadas em 
todos os terminais vinculados a empresa. Neste módulo é possível administrar toda gestão dos 
clientes, como informação de contato, histórico de compras e preferências. Neste módulo há a 
possibilidade de realizar integrações de pagamentos, facilitando deste modo o processo de 
pagamentos tanto on-line como transações físicas. Com as informações dos clientes é possível 
acompanhar entregas e até futuras trocas de produtos acompanhando as normas dos direitos dos 
clientes. É possível realizar o gerenciamento da equipe de vendas, adicionandoatividades que 
permitam gerenciar vendas e comissões. 
Em geral, o módulo de vendas é indispensável para aprimorar o processo de vendas, 
otimizar o relacionamento com os clientes, ter uma operação eficiente e um ótimo desempenho 
no crescimento da empresa. 
 
4.5. Módulo Relatórios 
No módulo Relatórios de um sistema ERP o gestor poderá gerar e analisar diversos 
relatórios que serão alimentados conforme os dados informados nos demais módulos do 
sistema. Fornecendo assim informações importantes para tomadas de decisões e para resultados 
concretos da empresa. 
Neste módulo é possível a geração de relatórios padrões pré-construídos como também 
relatórios personalizados para cada área e para cada necessidade especifica da empresa. O 
módulo permite extrair relatórios de vendas, estoque, relatórios para o RH, relatórios 
financeiros para o balanço entre outros. Ressalto que cada empresa possui sua necessidade e é 
possível realizar adaptações adequadas para cada uma. Com os relatórios é possível realizar a 
análise dos dados podendo eles serem apresentados em tabelas, gráficos ou quaisquer outras 
representações para identificar resultados. Os dados exportados desse módulo podem ter o 
acesso controlado, a partir das configurações de usuários. 
13 
 
Por fim, podemos concluir que o Módulo Relatórios é fundamental para acessar, analisar e 
compartilhar as informações essenciais sobre as operações da empresa, exercendo uma das 
funções principais com dados importantes para a melhoria e o crescimento dela. 
 
4.6. Prós e Contras de um sistema ERP 
A principal proposta do sistema ERP é a integração dos dados da empresa e sua 
disponibilidade em tempo real, sendo ele operado por um banco de dados único restrito por 
uma senha e compartilhado com todas as aplicações disponíveis. Os sistemas ERPs seguem 
uma arquitetura do modelo de cliente-servidor, que nada mais é que uma estrutura de um 
servidor que é capaz de armazenar, processar e prestar serviços, enquanto o cliente é quem 
solicita esses recursos através de um computador. Essa estrutura possui três camadas, a camada 
de apresentação, a camada de aplicação e a base de dados. (CAIÇARA JUNIOR, 2012). 
A Camada de Apresentação representa o software, é através dessa camada que o usuário irá 
realizar a interação com o serviço, onde será possível realizar consultas, inserção ou exclusão 
dos dados no sistema, sendo ela utilizada pelo cliente. (CAIÇARA JUNIOR, 2012). 
A Camada de Aplicação tem a responsabilidade pela execução e desempenho do sistema, 
como também a integração de todos os módulos fornecido e o processamento de todas as 
informações disponibilizadas pela empresa. (CAIÇARA JUNIOR, 2012). 
Já a base de dados é responsável por todo o gerenciamento dos dados, sendo ela a camada 
mais interna, essa base é armazenada no servidor. (CAIÇARA JUNIOR, 2012). 
 
4.6.1. Prós 
Caiçara (2012) afirma que o produto ERP pode trazer diversas vantagens para uma empresa, 
tendo como principais benefícios: 
• Redução das redundâncias e duplicação de informações: Ao inserir os dados no 
sistema e armazená-los em um único banco de dados compartilhado, é viável evitar a 
duplicação de informações e eliminar a necessidade de reinserção. 
• Promove uma maior integridade das informações: Cada vez que um dado é 
modificado no sistema, essa alteração se reflete em todos os módulos, assegurando a 
atualização constante das informações. É importante notar que erros na inserção de 
14 
 
dados no sistema também terão impacto em todas as partes do sistema. Para prevenir 
esses incidentes, é fundamental estabelecer uma estrutura de auditoria de sistemas na 
empresa. 
• Reforça a segurança dos processos de negócios: Uma arquitetura de ERP 
fundamentada nas melhores práticas proporciona maior segurança aos processos de 
negócios. Além disso, os controles de acesso, que se baseiam em login e senha, 
contribuem para reforçar essa segurança. 
• Possibilita o rastreamento de transações: Para tornar-se uma usuária do sistema, uma 
pessoa precisa possuir um login e senha. Além disso, todas as transações realizadas são 
registradas em um arquivo de log, que pode ser auditado. 
• Possui módulos: Devido à capacidade dos módulos de um ERP operarem de forma 
independente, alguns fornecedores oferecem a opção de vendas parceladas aos clientes. 
Isso pode beneficiar empresas que não possuem os recursos financeiros necessários para 
adquirir um sistema completo. 
• Uniformização de sistemas: Nas empresas, é comum ter vários sistemas diferentes, o 
que gera problemas de falta de padronização, como a necessidade de equipes de suporte 
separadas e dificuldades para funcionários que precisam mudar de departamento e 
aprender sistemas distintos. A implantação de um sistema ERP resolve isso, 
padronizando todas as aplicações, independentemente do setor. 
Como o sistema possui características de pacotes comerciais, podemos informar mais 
alguns benefícios que o sistema ERP pode oferecer, onde é possível reduzir os custos, reduzindo 
a mão de obra, custos para treinamentos e a redução de retrabalhos e inconsistências. O ERP 
possibilita a melhoria das informações com a padronização das operações sendo 
disponibilizadas para toda a empresa em um único serviço. 
 
4.6.2. Contras 
Além dos benefícios existem também alguns problemas que podemos encontrar ao 
implementar um sistema ERP. Caiçara (2012) cita alguns obstáculos, listados abaixo: 
• Custos elevados: O custo típico de um sistema ERP tende a ser elevado, não apenas 
devido à aquisição do software em si, mas também devido a outros fatores cruciais para 
garantir o sucesso de sua implementação. Despesas com consultoria e treinamento 
15 
 
frequentemente absorvem uma parcela significativa dos recursos financeiros, muitas 
vezes exigindo uma atualização da infraestrutura tecnológica existente. 
• Dificuldade na personalização: Muitos vendedores de ERP afirmam que seus produtos 
podem ser totalmente adaptados às necessidades dos clientes, o que é frequentemente 
usado como argumento de venda. No entanto, quanto mais personalizado um ERP fica, 
mas ele se distancia de suas características originais e, geralmente, exige mudanças nos 
processos. 
• Relutância em aceitar mudanças: Quando ocorrem mudanças em uma empresa, é 
comum que as pessoas resistam a elas. Muitos projetos de implementação de ERPs 
falham devido à falta de preparação das organizações para a adaptação de sua equipe às 
novas estruturas organizacionais impostas pelo sistema. 
• Adequação aos sistemas herdados: Implantar um ERP busca substituir vários sistemas 
de informação por um único. No entanto, isso nem sempre é possível devido a sistemas 
legados que não podem ser abandonados devido a diferenças tecnológicas. Portanto, ao 
escolher um ERP, é vital considerar a compatibilidade com esses sistemas existentes. 
• Cultura da empresa: Muitas empresas são organizadas por funções como finanças, 
marketing e produção, o que exige o desenvolvimento de uma visão integrada. Essa 
transição não é fácil, pois requer uma mudança cultural na organização. 
• Despesas elevadas com serviços de consultoria: Consultorias possuem um alto custo, 
já que a maioria dos problemas na implementação de sistemas ERP e nos orçamentos 
excede o dobro devido a esse aspecto. 
• Formação deficiente: O treinamento é importante e não deve ser negligenciado. Às 
vezes, as empresas cortam gastos nisso para economizar, mas isso pode levar ao fracasso 
da implementação do ERP e prejudicar a confiança no produto. 
É possível enfrentar outros obstáculos além dos mencionados por Caiçara (2012). A 
implementação de um sistema ERP tem como dependência fornecedores que detém o 
conhecimento sobre o serviço, tornando deste modo a gestão da implementação complexa. Para 
empresas que possuem uma amplitude funcional caso o sistema falhe, toda a empresa pode 
parar. É importante analisar todos os próse contras e realizar a contratação do serviço que mais 
irá atender as necessidades da empresa. 
 
 
16 
 
5. MATEMÁTICA APLICADA 
Quando falamos de matemática aplicada temos como objetivo principal a garantia de um 
retorno financeiro e planejar a obtenção de lucro. A análise financeira desempenha um papel 
crucial nesse processo, pois ajuda a embasar e justificar as decisões de investimento da empresa. 
Para avaliar a viabilidade em adquirir novos ativos, é comum empregar técnicas que 
abordam estatística que permitem determinar se o investimento é viável e quais alternativas 
estão disponíveis. Em essência, essas técnicas envolvem a busca pela melhor função que se 
ajuste a um conjunto de dados, considerando parâmetros específicos. Essa técnica é 
frequentemente utilizada para realizar projeções com base em dados conhecidos, possibilitando 
um planejamento adequado dos recursos e despesas futuras da empresa. 
Ao ajustar os dados disponíveis, é possível extrapolar valores para fora do intervalo 
conhecido, o que é valioso para o planejamento, ajudando desta maneira a determinar o preço 
ideal para maximizar o lucro, com base na derivada dos custos totais de produção de software 
da empresa. 
Contudo, é essencial destacar que na prática, identificar uma função que reflita precisamente 
a situação financeira da empresa é desafiador devido à diversidade de variáveis em jogo, como 
a disponibilidade de capital de giro e a eventual necessidade de empréstimos, entre outros 
fatores. 
 
6. SEGURANÇA E CONTROLE 
Caiçara (2012) afirma que ter um conhecimento completo de uma organização, incluindo 
sua estrutura e, especialmente, o fluxo de informações que circulam dentro dela, é de extrema 
importância ao desenvolver qualquer programa de prevenção, especialmente quando se trata de 
segurança empresarial. 
Uma das atividades considerada mais importante para a segurança é o backup, onde é 
possível realizar uma cópia de segurança de todos os dados e toda a estrutura do banco de dados. 
O backup deve existir em todas as aplicações pois como um serviço possui várias aplicações 
inevitavelmente uma hora ou outra pode acontecer uma falha comprometendo os dados e 
informações do sistema. 
17 
 
A segurança deve ser vista como o conjunto de recursos, processos e medidas que realmente 
visam proteger a empresa. Muitas vezes, as organizações gastam milhões em sistemas para 
aumentar a produtividade, melhorar a qualidade do produto e aumentar a eficiência, enquanto 
um simples incêndio, sabotagem, falta de treinamento ou roubo de informações confidenciais 
podem colocar tudo isso em risco. (CAIÇARA JUNIOR, 2012). 
A segurança empresarial é essencial para manter todos os dados e informações seguras e 
protegidas, garantindo que ninguém acesse os dados sem permissão, protegendo desse modo os 
segredos da empresa assegurando que os serviços funcionem sem problema. Algumas empresas 
gastam muito dinheiro em outros serviços que os fazem crescer, e se não consumirem serviços 
para proteção coisas ruins podem acontecer, como roubo de dados por exemplo. Segurança 
empresarial é um investimento para evitar problemas futuros. 
De acordo com Caiçara (2012), é importante que a empresa preste atenção em alguns pontos 
ao decidir sobre a implementação de medidas de segurança, entre elas estão: 
• O tempo em que a empresa sobreviverá sem os recursos de informática; 
• O que precisa ser protegido; 
• Quais ameaças a empresa pode correr; 
• O que será afetado e quais as consequências caso algo aconteça; 
• Como será a habilidade para recuperação de dados; 
• E por fim, quais informações serão disponibilizadas para a segurança de informática. 
Vale ressaltar que diversos fatores podem atribuir a falta de segurança na gestão de 
informações, porém, um dos maiores motivos é um conjunto que podem prejudicar toda 
segurança, entre eles está a negligência, onde muitas empresas não investem em medidas 
adequadas devido a restrição do orçamento e falta de priorização. Outro motivo comum é a falta 
de conscientização, onde não existe um planejamento e há falta de treinamentos e educação 
sobre segurança cibernética. Subestimar os riscos também é um dos maiores motivos para a 
gestão da segurança, onde empresas não acreditam que possam passar pelo problema de ataques 
cibernéticos, subestimando dessa maneira os riscos que podem correr. 
Em resumo, a falta de segurança ocorre devido várias combinações e para proteger os dados, 
as empresas devem adotar uma abordagem proativa implementando políticas sólidas, treinando 
a equipe e investindo em segurança cibernética. 
 
18 
 
7. ÉTICA E LEGISLAÇÃO 
Em 2014 foi oficialmente criado a Lei de nº12.965/2014, o Marco Civil, conhecida também 
como “Constituição da Internet Brasileira”, onde ela foi criada para regulamentar o uso da 
internet no Brasil, tendo como base alguns principais princípios como garantias, diretos e 
deveres para os usuários. Onde seu objetivo é defender e respeitar a liberdade de expressão e 
para utilizar a internet precisamos seguir padrões de ética podendo assim respeitar o direito do 
próximo. (VENDRAMI, 2018). 
O Marco Civil também representa os direitos dos consumidores, visto que a internet permite 
a criação de serviços dos mais diversos tipos, onde é possível realizar compras e vendas 
utilizando serviços e produtos. O Marco Civil permite que os usuários criem seus serviços, 
ideias e objetivos. (VENDRAMI, 2018). 
Podemos afirmar que o Marco Civil é como um conjunto de regras para a internet no Brasil. 
Ele defende a liberdade de expressão, ética e direitos dos usuários. Além disso, estimula a 
criação de serviços online e protege os consumidores. Resumindo, ele mantém a internet 
brasileira justa e equilibrada. 
 
7.1. Legislação para Informática 
Essa legislação se aplica exclusivamente ao campo da informática, como direitos autorais, 
criação de software e seus cuidados, todo programa criado pode ser registrado em órgãos ou 
entidades. A chamada Lei de Software (Lei nº9.609/1998) tem como conduta a proteção dos 
profissionais de TI, protegendo desse modo os programas de computadores. Entre eles o direito 
de autoria, onde caso ocorra qualquer mudança que seja sem a autorização do autor, isso iria 
prejudicar gravemente sua honra e reputação. A lei também assegura uma tutela de 50 anos de 
proteção sobre o programa e a partir desse período o programa cai em domínio público. 
(VENDRAMI, 2018). 
Como mencionado anteriormente, os programas de computadores poderão ser registrados 
em órgãos e entidades a serem designados por ato do Poder Executivo, o INPI (Instituto 
Nacional da Propriedade Industrial) é o órgão responsável por esse registro e o Ministério da 
Ciência e Tecnologia é o ministério responsável. (VENDRAMI, 2018). 
 
19 
 
A lei também defende o usuário, onde é determinado que para quem comercializa software 
de computador é necessário que forneçam todos os serviços técnicos e necessários para o 
programa funcionar bem, incluindo atualizações, manutenção e suporte, independentemente de 
serem pagos ou não, dentro do território nacional. Qualquer serviço comercializado precisa de 
um contrato de licença, com clausulas contendo diretos e deveres de seus respectivos lados. Em 
defesa do usuário existe o Código de Defesa do Consumidor, é uma lei que cobre todas as áreas 
das compras: quem é responsável por problemas, como o governo age e quais são os crimes e 
punições envolvidos. (VENDRAMI, 2018). 
Sobre o Direito Autoral, Campos (2005) alega que o autor de um programa tem o direito da 
sua criação, mas pode ganhar dinheiro ao permitir que outras pessoas a utilizem, em troca de 
um pagamento. O Direito Autoral trata das regras legais para isso e engloba obras literárias, 
artísticas e científicas. 
O autor do programa de computador tem dois tipos de direitos. O primeiro é o direito de 
ganhar dinheiro com sua criação. O segundo é o direitopessoal, que envolve seu nome na obra, 
a capacidade de modificá-la, publicá-la ou mantê-la privada. Isso é importante para respeitar a 
personalidade do autor na criação e se alguém copiar uma obra sem permissão, pode ter os 
exemplares apreendidos e enfrentar multas, de acordo com a lei. (CAMPOS, 2005). 
Por fim, temos como objetivo principal da segurança, visar e proteger o patrimônio e a 
reputação, que agora dependem cada vez mais de dados e informações, assegurando que eles 
se mantenham confidenciais, íntegros e acessíveis. Tendo com aliada a legislação que se aplica 
à área da informática e protege os criadores de programas, os usuários e a segurança dos dados. 
É importante para garantir que tudo funcione corretamente e para proteger a propriedade 
intelectual. 
 
 
 
 
 
 
 
20 
 
8. CONCLUSÃO 
Dessa forma podemos dizer que a infraestrutura de TI é o conjunto de tecnologias como 
computadores, redes e softwares que fazem os sistemas digitais funcionarem em uma empresa. 
A computação em nuvem é uma maneira de usar serviços online, como armazenamento e 
programas, sem precisar ter tudo instalado no seu computador. Existem três tipos: IaaS para 
recursos de hardware, PaaS para desenvolver softwares e SaaS para usar programas online. Eles 
tornam as coisas mais fáceis e eficientes, mas lembre-se de que precisam de uma boa conexão 
com a internet. Entendemos que um banco de dados é como uma coleção organizada de 
informações guardadas em um computador e é usado para organizar dados de empresas, pessoas 
e outros assuntos. Quando você cria um banco de dados, você decide quais informações são 
importantes e como elas serão armazenadas. É importante que cada coisa tenha seu número 
único, como um código, para evitar confusões, ajudando dessa maneira na organização dos 
dados. 
O sistema ERP é um software que ajuda as empresas a gerenciar tudo, desde finanças até 
vendas. É como um assistente digital para empresas. Com o ERP, você mantém suas 
informações organizadas e evita erros. Pode controlar dinheiro, produtos e muito mais. O ERP 
tem módulos diferentes, como finanças, vendas e relatórios. Cada parte faz algo importante. É 
bom porque ajuda a empresa a funcionar bem, mas pode ser caro e difícil de mudar. Então, 
antes de escolher um ERP, pense bem sobre o que sua empresa realmente precisa. 
A matemática aplicada neste caso ajuda a planejar lucros e tomar decisões financeiras. Uma 
técnica comum é usar dados para fazer previsões, como determinar preços para maximizar 
lucros. No entanto, é complicado devido a muitas variáveis, como empréstimos e capital de 
giro. Vale ressaltar que a segurança empresarial é crucial para proteger dados e informações 
contra ameaças. Isso envolve medidas como backups e conscientização. Muitas empresas 
subestimam os riscos, mas a falta de segurança pode resultar em problemas graves. Portanto, é 
importante investir em políticas de segurança e treinar a equipe para garantir a proteção dos 
dados da empresa. 
Por fim, nossa principal meta em segurança e legislação é proteger nossos ativos e 
reputação, que dependem cada vez mais da tecnologia. É fundamental garantir a 
confidencialidade, integridade e acessibilidade dos dados. A legislação de informática age como 
aliada, protegendo os criadores de software, os usuários e os dados em si. Isso é essencial para 
manter tudo funcionando bem e preservar os direitos autorais. 
21 
 
9. REFERÊNCIAS 
ALVES, WILLIAM PEREIRA. Banco de dados: Teoria e Desenvolvimento. 2ª ed., São Paulo: 
Saraiva Educação S.A., 2020. 
CAIÇARA JUNIOR, CICERO. Sistemas integrados de gestão: E.R.P – uma abordagem 
gerencial [livro eletrônico] / Cícero Caiçara Junior. – 4. ed. rev., atual. e ampl. – Curitiba: Ibpex, 
2012. 
CAMPOS, NELSON RENATO PALAIA RIBEIRO DE. Noções essenciais de Direito. São 
Paulo: Saraiva, 2005. 
DATE, C. J.; VIEIRA, ANDRÉ; LIFSCHITZ, SERGIO. Introdução a sistemas de bancos de 
dados. 8ª ed., Rio De Janeiro: Campus, 2004. 
FLAPPER, S. D. P., MILTENBURG, G. J., WIJNGAARD, J. Embedding JIT int MRP. 
International Journal Production Research. Vol. 29, Nº. 2, p. 329-341, 1991. 
KOLBE JÚNIOR, Armando. Computação em nuvem [recurso eletrônico]. 1ª ed., Curitiba: 
Contentus, 2020. 
LIMA, A. D. A. et al. (2000). Implantação de pacote de gestão empresarial em médias empresas. 
Disponível em: http://www.kmpress.com.br. Acesso em: 12 set. 
MAGNO, C.; REINERT, JULIANO HEINZELMANN; XAVIER, LUIZ FERNANDO DA 
SILVA. Projetos de Infraestrutura de TIC. 1ª ed., São Paulo: Brasport Livros e Multimídia Ltda, 
2013. 
MANNINO, MICHEL. V. Projeto, Desenvolvimento de Aplicações e Administração de Banco 
de Dados. 3.ed., Porto Alegre: AMGH Editora, 2008. 
MARKUS, M. Lynne e TANIS, Cornelis. “The enterprise system experience – from adoption 
to success”. Educational Resources, 2000. Link: 
http://pro.unibz.it/staff/ascime/documents/erp%20paper.pdf 
VARELLA, WALTER AUGUSTO. Infraestrutura de TI. 1ª ed., São Paulo: Editora Senac, 2019. 
VENDRAMI, SHIRLEI MAGALI. Aspectos legais de informática e ética. 1ª ed. Indaial: 
UNIASSELVI, 2018. 
VERAS, MANOEL. Computação em Nuvem: Nova Arquitetura de TI. 1ª ed., São Paulo: 
Brasport Livros e Multimídia Ltda, 2015. 
http://www.kmpress.com.br/
http://pro.unibz.it/staff/ascime/documents/erp%20paper.pdf

Mais conteúdos dessa disciplina