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Principais Afecções dos Bezerros Principais afecções Onfalopatias Estomatites Diarreias Doenças respiratórias Doença parasitária Onfalopatias Processos inflamatórios e/ou infecções do umbigo e seus anexos NÃO INFECCIOSO Hérnias, Persistência de Úcaro Neoplasias Defeitos congênitos INFECCIOSO extra-abdominais (onfalites) intraabdominais (onfaloflebites). ActynomicesI, Escherichi acolli, Streptococcus, Sal molell, Mycoplasma, Sta phylococcus. Consequência das onfalites infecciosa. cistite e/ou nefrite - onfalouraquite abcessos hepáticos - onfaloflebites processos sépticos - onfaloarterites. Sepse Afeta bezerros entre dois e seis dias de idade, progressão rápida, curso fatal. Poliartrite, uveíte, além do maior risco de desenvolvimento de pneumonia e diarreia. SINAIS CLINICOS: Edema de umbigo (inchaço), Secreção serosa, hiperemia (coloração avermelhada), Dor à palpação, Apatia, febre, isolamento do rebanho. Exame da região: Palpação da parede abdominal por pressão em forma de alicate. Tratamento: Não infecciosa: Hernias: resolução cirúrgica Persistencia do úraco: Cauterização química iodo 10% Ligadura / ressecção cirúrgica Infecciosa: Antibioticoterapia Remoção do conteúdo purulento Cirurgia Tratamento de suporte Prognóstico Detecção do diagnóstico Profilaxia: manter boa a maternidade com boa condição de higiene, garantir adequada transferência de imunidade passiva e fazer a antissepsia do coto umbilical. Estomatites As estomatites são processos inflamatórios superficiais ou profundos frequentes da cavidade oral de bezerros. Etiologia: Possuem diferentes formas de desenvolvimento e apresentação, a depender do agente etiológico envolvido. Sinais clínicos gerais são apresentar febre, dor, anorexia e depressão, que resultam em queda do desempenho e aumento da susceptibilidade a outras doenças. Estomatite Vesicular: Virus Vesiculovirus, família Rhabdoviridae Apresenta cura espontânea, Eliminam vírus através de secreções e excreções Fômites (moscas hematófagas) contaminados, pele e mucosas lesionadas. Sinais clínicos parecidos com aftosa – Notificação-vv Sinais clínicos: Áreas lesionadas nas narinas, no focinho, no palato duro, na almofada dentária e nas gengivas, desencadeando excessiva salivação. Lesões nos tetos, transmitidas pelo contanto da saliva de animais acometidos, podem causar problemas secundários nas glândulas mamárias Tratamento: Quarentera Sintomático – cura espontânea- Desinfecções utensílios instalações Estomatite necrótica (difteria): Fusobacterium necrophorum, uma bactéria anaeróbia Gram – Prevalência 60 ou 90 dias de idade. Sinais clínicos: Erosões que progridem para úlceras e abscessos Febre seguida de dispneia, com ruído na inspiração e, em casos graves, tosse e dor ao deglutir. Casos severos, pode ocorrer morte por pneumonia aspirativa. Tratamento: Tratamento é sistêmico, à base de antimicrobianos: sulfonamidas e tetraciclinas. Abscessos devem ser drenados e tratados. Diarreias: Grande perda de líquidos e eletrólitos corporais, causando desidratação variável. Ocorrem até 30 dias de idade Imunidade, ambiente, nutrição, manejo, fatores fisiológicos. Fecal-oral Enteropatogenos: rotavírus, coronavírus, Salmonella spp., patotipos de Escherichia coli e Cryptosporidium spp Virus: Rotavírus e os coronavírus Lesão intestinal Acumulo de liquido no lúmem osmolaridade Causa má absorção Bacterianas: Protozoarios: Tratamento: Antibioticoteparia. antibióticos de largo espectro, como os β-lactâmicos (ceftiofur, amoxicilina, ampicilina), sulfonamidas potencializadas (sulfanilamida, sulfacetamida e sulfadiazina) ou flouroquinolonas. Meloxicam e a flunixina. Fluidoterapia. Profilaxia: Manejo sanitário Higienização dos ambientes Vacinas Complexo da doença respiratória dos bovinos Conjunto de doenças infecciosas que acomete o sistema respiratório e é assim denominado quando o diagnóstico exato ainda é incerto. Afecções Pulmonar: Dispneia, aumento da frequência respiratória, tosse, descarga nasal e ocular, variado grau de depressão, inapetência e anorexia, hipertermia variável, a partir de 39,3º C até 41º C e ruídos pulmonares na auscultação Tipos de afeção pulmonar Pneumonia intersticial Broncopneumonia Pneumonia broncointersticial. Pneumonia Intersticial: O septo alveolar apresenta-se congesto, com edema e acúmulo de material floculado nos alvéolos. associada a irritantes químicos (gases como a amônia) e vírus. Sinais clínicos: Animal apresenta dispneia, salivação com espuma, alongamento do pescoço e abdução dos membros torácicos. Broncopneumonia: Lesão exsudativa, que se origina na junção bronquíolo – alveolar Causa bacteriana: Mannheimia haemolytica, Mycoplasma bovis e a Pasteurella multocida Pneumonia Broncointersticial Broncopneumonia e pneumonia intersticial, (simultaneamente) Infecções mistas: vírus, bactérias, substancias toxicas Pleurites Exsudato de aspecto fibrinoso, podendo conter traços de fibrina ou material fibroelástico Pneumonia Verminótica Nematódeo Dictyocaulus viviparus Até um ano de idade, Períodos do verão ou outono Diagnostico: Anamnese Exame clinico Sistema de escore clinico Hemograma Exame de imagem Analise de secreção respiratória Necropsia Exame de fezes Sorologia Tratamento: Antibiotico Antiiflamatorio Mucolíticos e broncodilatadores Fluidoterapia Tristeza Parasitaria Tristeza Parasitaria Anaplasma marginale Transmissão mecânica (moscas / fômites) Transmissão vertical (vaca – feto) Transmissão biológica (carrapato) • B. bovis é transmitida apenas por carrapatos em estágio larval • B. bigemina só é transmitido por carrapatos em estágio de ninfa e adultos Sinais clínicos: A anaplasmose leva à anemia e icterícia, palidez ou coloração amarelada das mucosas, hipertermia (temperatura retal superior a 39,3º C), fraqueza e depressão. Babesiose é caracterizado por hipertermia, hemoglobinúria, oriunda da lise intravascular de eritrócitos e anemia aguda. Petéquias teciduais e edema pulmonar, acompanhadas ou não de manifestações nervosas, como incoordenação motora, salivação, ranger de dentes e letargia. Diagnósticos: Sinais clínicos Exames laboratoriais Aguda (esfregaço) Crônica (imunofluorescência indireta (RIFI), ELISA e PCR) Eritrócitos parasitados por B. bovis (pequena babesia); B: Eritrócitos infectados por B. bigemina Tratamento: Profilaxia: Vacinas Controle de vetores