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A língua é composta de variedades, sujeita a trasformações, e seus usos dependem da situação em que o sujeito está inserido. As diferenças não colocam a língua portuguesa no contexto de certo ou errado, melhor ou pior, mas registram a adequação situacional que envolve os falantes da língua. Língua e variedadeLíngua e variedade Monitoramento linguístico --> Variedades linguísticas Variedade temporal Variedade regional Variedade sociocultural Variedade de registro --> Variação diacrônica, histórica ou temporal; --> Varia de época para época; --> As palavras e até mesmo as construções de uma língua se alteram; --> Variação diatópica ou geográfica; --> Apresenta sensível diferença, tanto na escolha quanto na pronúncia das palavras; --> Sotaques e expressões do país; --> Variação diástrica; --> Diferentes grupos sociais; --> Relacionada com a identidade sociocultural dos fa- lantes; Ex.: A postura linguística de um político é diferente de um Mc. --> Variedade diafásica ou situacional; --> Permite aos falantes se comunicarem e interagirem de modo eficiente; Ex.: Um médico no hospital (situação formal) Um médico com sua família (uso informal) --> Varia de situação para situação; A norma-padrão não é uma variedade linguística, pois ela não é u modo de falar. Trata-se de um modelo, padrão ideal de língua, baseando na gramática normativa, que não corresponde ao de fato a nenhuma das variedades sociolinguísticas existentes. Já a norma culta abriga um conjunto de variedades sociolinguísticas que podem ser encontradas na fala e escrita de cidadãos urbanos com elevado grau de letramento. Norma-padrão e Norma Culta É o ato de adequar a linguagem utilizada às diferentes situações. Cada vez que alguém controla o que fala ou escreve, alterando seu discurso conforme a formalidade da situação e o seu interlocutor, está realizando o monitoramento linguístico.