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CIVILIZAÇÃO GREGA
Localizado no sul da Península Balcânica.
A região foi ocupada em 2000 a.C. sucessivamente pelos aqueus, jônios e eólios.
A chegada dos dórios, povo guerreiro vindo do norte, destruiu a civilização micênica e deu início à Primeira Diáspora Grega.
Grécia Antiga
Período Homérico (século XIII- século VIII a.C.) 
Recebe esta denominação porque as principais fontes são os poemas épicos Ilíada e Odisséia, atribuídos a Homero. Nessa época, a sociedade se organizava em comunidades familiares (genos), liderados por um “pater” que reinava sobre a família, dependentes, escravos e bens. No início do século VIII a.C., essas comunidades familiares passaram por um processo de fusão (cinesismo), originando a pólis (cidade).
CAVALO DE TRÓIA
Período Arcaico (século VIII- Século VII a.C.
Surgiram as pólis. O regime era aristocrático, governado pelas famílias mais tradicionais que se apossaram das melhores terras. Conflitos por causa da indisponibilidade de áreas férteis consistiu num movimento migratório que visava a construção de cidades gregas na Ásia Menor, norte da África e sul da Itália (Magna Grécia) também conhecida como Segunda Diáspora Grega.
Entre as principais cidades gregas destacam-se Atenas e Esparta.
Atenas
A principal atividade era a agricultura, mas dedicavam-se também ao comércio marítimo e a pesca.
Sociedade
Política
 A desigualdade social marcou a história de Atenas.
 Para tentar resolver as sucessivas crises, alguns legisladores impuseram reformas.
 Drácon (Atenas, c. século VII a.C.) foi um estadista da cidade grega de Atenas. Tornou-se "archon eponymos" (título de nobreza ateniense) em 621 a.C. Político revolucionário para sua época, foi também o primeiro legislador das pólis gregas, famoso por ser excessivamente severo, quando não sanguinário.
 Uma das suas mais importantes ações foi a elaboração de um código de leis ("thesmi", em grego) que serviram como a primeira constituição escrita da cidade de Atenas. As leis concebidas ficaram conhecidas como o "Código de Drácon", cuja redação ocorreu por volta de 620 a.C. e onde, para quase todos os crimes era aplicada a mesma pena, ou seja, a pena de morte, deixando bem clara a sua característica severidade e intransigência. Os dispositivos deveriam ser seguidos rigorosamente, sempre aplicadas por um magistrado denominado "tesmoteta", o que impedia os nobres eupátridas de interpretarem as leis segundo seus interesses.
 Seu principal mérito consistiu em proporcionar normas determinadas e iguais para todos, constituindo o primeiro passo para diminuir os privilégios da aristocracia, o que na época provocava contínuos conflitos sociais, desordens e instabilidade política.
Sólon
 É a Solon que devemos a noção de democracia (em grego, daimos = povo e kratia = governo, formando então, governo do povo). Na época em que ele ascendeu como líder, Atenas era dominada por uma aristocracia hereditária, cujos integrantes eram chamados de eupátridas. Os eupátridas possuíam as melhores terras e monopolizavam o poder e o sistema em voga, todo ele baseado na riqueza de seus integrantes. Como era de se esperar, tal panorama gerava frequentes lutas políticas, já que os cidadãos eram privados de qualquer direito, tornando-se muitas vezes devedores dos eupátridas, e como era costume, muitos acabavam como escravos por não conseguirem saldar suas extorsivas dívidas.
 Ao assumir o poder, Sólon iria combater tal realidade social, econômica e política, anistiando as dívidas dos camponeses, proibindo a escravidão por dívidas, abolindo a hipoteca sobre pessoas e bens, libertando os pequenos proprietários servindo em regime de escravidão, impondo limites à extensão das grandes propriedades agrárias, e finalmente e mais importante, diminuindo os poderes e arbitrariedades dos nobres. 
Psístrato
 Governador e tirano grego de Atenas (561-556 a. C./546-527 a. C.). As desordens e a instabilidade política resultantes das reformas de Sólon levaram à sua tirania (561-527 a.C.), que impôs e ampliou as reformas de Sólon, realizando uma reforma agrária em benefício dos camponeses pequenos em Ática. Alcançou notoriedade pública numa das guerras que a cidade manteve contra Megara (565 a.C.), e organizou um partido próprio para entrar na política. Conseguiu, assim, uma guarda pessoal de cidadãos, que usou para chegar ao poder, mas logo foi forçado a exilar-se. Dedicou-se então à exploração de prata e ouro no norte da Grécia por alguns anos. Financiou uma invasão à Ática (546 a. C.), venceu o exército ateniense na batalha de Palene e tornou-se novamente governante de Atenas. Desarmou os cidadãos, manteve uma guarda pessoal mercenária . Seu governo, no entanto, foi proveitoso para os atenienses. Manteve a constituição ateniense e buscou fazer a máquina do estado funcionar de modo eficaz.
 Impulsionou o comércio ateniense no estrangeiro, especialmente na área de Mar Negro. Preocupado em fomentar a indústria, o comércio e a agricultura de Atenas, concedeu empréstimos aos cidadãos. Com o controle do Helesponto, proporcionou a Atenas o acesso ao trigo e aos produtos da Europa oriental. Chegou-se a dizer que sua época constituiu a era dourada de Atenas. Ele foi sucedido pelo filhos Hippias e Hipparchus, os denominados pisistrátidas, mas o dinastia não resistiu às lutas entre aristocratas e trabalhadores livres que conduziram a novas reformas (510-507 a. C.), quando terminou a tirania pisistrátida. 
Clístenes
 A Eclésia, organizada definitivamente no governo de Sólon, se tornou o órgão central da democracia ateniense. Nela, eram discutidos praticamente todos os assuntos de Estado, civis e militares, e aprovados ou não. A Eclésia era a escola da cidadania que formava os políticos atenienses, ensinando-lhes as artes da oratória e da intriga para persuadir os votantes, conseguir aplausos e manter o poder. Reunia- se nos teatros ao ar livre ou nas praças do mercado (Agora) e praticava uma democracia direta, com a participação dos cidadãos, pobres ou ricos. 
 
 Com a Constituição elaborada por Clístenes, todo cidadão, independentemente da renda, podia ocupar qualquer cargo público, o que acabou por derrubar o Estado oligárquico. Ainda assim, permaneciam excluídos dos direitos de cidadania as mulheres, os estrangeiros e os escravos. Para impedir a implantação de uma tirania em Atenas, Clístenes instituiu o ostracismo, por meio do qual todo cidadão suspeito de atentar contra a segurança do Estado era desterrado, por decisão da Eclésia, durante dez anos. No final desse período, ele poderia voltar a Atenas e recuperar todos os seus direitos.
Esparta
 Localizada no Peloponeso e fundada pelos dórios no século IX a.C., Esparta tinha caráter militar. A cidade tinha uma estrutura social estratificada (sem mobilidade) e o regime oligárquico. 
Sociedade Espartana
Política em Esparta
Educação Espartana
 
 Esse processo de formação militar começava quando ainda criança, quando um grupo de anciãos observava as crianças, que não poderiam ter problemas físicos e de saúde. Caso a criança fosse completamente saudável ela ficaria sob a guarda da sua mãe até os sete anos de idade; após, quem se tornaria responsável pela criança era o próprio Estado.
 Assim, ao sete anos, a criança “entrava” para o exército onde permaneceria até seus doze anos de idade, quando receberia alguns ensinamentos para que conhecessem a dinâmica do estado Espartano e principalmente as tradições de seu povo, e após esses ensinamentos entrariam de fato em um treinamento militar.
 Aprendiam a combater com eficácia, eram testados fisicamente, resistência física e psicológica, sobrevivência em condições extremas e diversas, e principalmente aprendiam a obedecer seus superiores. Se por algum acaso esses jovens soldados não conseguissem completar essas missões pela qual eram submetidos, ocorriam punições.
 
 O teste final na vida do soldado espartano era realizado aos seus 17anos. Esse teste era conhecido como Kriptia e funcionava como um jogo, onde os soldados escondiam de dia em campo para ao anoitecer, saírem a caça do maior numero de escravos (hilotas) possíveis.
 Passando por esses processos de seleções o jovem espartano já poderia integrar oficialmente os exércitos e teria direito também a um lote de terras.
 Aos trinta anos de idade o soldado poderia ganhar a condição de cidadão e isso o dava o direito de participar de todas as decisões e leis que seriam colocadas na mesa pela Apela (uma especie de assembleia que tinha como função vetar leis, além de indicar indivíduos para compor a classe diretora de Esparta, conhecida como Gerúsia).
 Aos sessenta anos o individuo poderia sair do exercito podendo integrar a Gerúsia, o órgão formado por anciãos que eram responsáveis pela criações de leis em Esparta.
 Dessa maneira, podemos perceber que a vida da sociedade espartana girava em volta do caráter militar da cidade, onde a criança já começava a prestar serviços militares ao estado espartano só sendo liberada aos sessenta anos
Guerras Médicas
 Entre 500 e 494 a.C., algumas cidades jônias resolveram se rebelar contra as imposições persas com o apoio militar dos atenienses. 
 Então, Dario I decidiu organizar tropas que invadiram a Grécia Continental com o objetivo de rebater a ofensiva ateniense. A primeira tentativa dos persas, ocorrida em 492 a.C., foi frustrada com um forte temporal que atingiu parte dos navios persas. No entanto, em 490 a.C., os persas organizaram uma nova tentativa de invasão.
 Dessa vez, utilizando um contingente com mais de 50 mil soldados, os persas conseguiram dominar diversas cidades da Grécia Continental. Atenas e Esparta foram as duas únicas cidades-Estado que resolveram resistir ao avanço do poderoso exército persa. Sob a liderança de Milcíades, os atenienses organizaram uma ofensiva realizada no exato momento em que os persas desembarcaram na planície de Maratona. Mesmo com um contingente muito menor, os atenienses conseguiram vencer os persas nesta batalha.
 Após essa primeira vitória dos gregos, as tropas atenienses retornaram para sua cidade natal tentando abafar um outro batalhão persa que se dirigia para lá. Mais uma vez, os atenienses conseguiram vencer os persas e, com isso, alcançaram grande prestígio militar entre os povos gregos. Após essas vitórias, o governo ateniense investiu na ampliação do poder naval da cidade e na ampliação do porto do Pireu. Enquanto isso, Dario passou a preparar uma tentativa de invasão ainda maior.
 O rei persa acabou morrendo antes de empreender uma nova ação militar contra os gregos. Essa tarefa acabou sendo assumida pelo seu filho Xerxes, que promoveu uma nova invasão à Grécia no ano de 480 a.C.. Dessa vez, a ofensiva persa contou com o apoio dos cartagineses, que se comprometeram a lutar contra as colônias gregas localizadas no sul da Península Itálica. Em contrapartida, diversas cidades gregas se uniram para a luta contra o Império Persa.
 O primeiro confronto entre persas e gregos ocorreu no desfiladeiro de Termópilas, onde um grupo de soldados espartanos tentou resistir à invasão persa. Mesmo não conseguindo abater seus inimigos, a resistência oferecida pelos espartanos ofereceu tempo hábil para que os militares atenienses pudessem organizar a fuga da população. Após incendiarem uma Atenas completamente abandonada, os persas foram atraídos até o canal de Salamina, onde as forças gregas esperavam derrotar o grande poderio naval dos persas.
 Utilizando de uma ardilosa estratégia de guerra, os gregos conseguiram sucessivas vitórias contra os persas nas batalhas de Salamina, Platéia e Micala. Com essas sucessivas vitórias, os gregos conseguiram impedir a invasão dos persas à Grécia Continental, bem como recuperaram a autonomia política das cidades localizadas na Ásia Menor. Sob a liderança dos atenienses, a Pérsia foi finalmente derrotada com a assinatura do Tratado de Susa, estabelecido em 448 a.C
 Sabendo que os persas poderiam voltar a atacar, várias cidades se reuniram e, liderados por Atenas, formaram a Confederação de Delos.
 Atenas usou os recursos financeiros em benefício próprio, impulsionando sua indústria e seu comércio, tornando-se a cidade mais poderosa da Grécia, foram os anos de ouro de Atenas. 
 Tudo isso acirrou a rivalidade entre as cidades e fez com que Esparta liderasse a Liga do Peloponeso que lutou contra a Confederação de Delos, a Guerra do Peloponeso. A vitória foi espartana.
Período Helenístico (século IV - século II a.C.)
 Teve início a hegemonia de Esparta que impôs governos oligárquicos em todas as pólis da Confederação de Delos.
 Em 371 a.C., Esparta foi derrotada por Tebas, na Batalha de Leutras.
 As constantes lutas arrasaram as cidades e desorganizaram o mundo grego. Empobrecidas e fracas, as pólis foram presas fáceis para o grandioso exército de Felipe II, rei da Macedônia (região norte da Grécia Continental). Em 338 a.C. teve fim a autonomia das pólis gregas.
 
 O filho e sucessor de Felipe, Alexandre, O grande, foi ainda mais longe: conquistou o Império Persa e dominou vários territórios, do Egito a Índia. Com ele, houve grande aceleração do comércio, da urbanização e da mesclagem dos valores gregos com os dos povos conquistados. Essa mistura deu origem a cultura helenística.
 Em 323 a.C., com a morte de Alexandre, seus generais dividiram o império.
 No século II a.C., a Grécia e a Macedônia foram convertidas em províncias da nova potência mundial: a civilização romana. 
Filósofos gregos

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