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Muitos produtos eletrônicos contêm substâncias tóxicas e metais pesados, o que pode causar sérios impactos ambientais se não forem tratados de maneira adequada. Conforme Silva Filho e Soler (2019) a imposição da logística reversa para produtos eletrônicos visa mitigar o impacto ambiental decorrente do descarte inadequado desses resíduos. Estimulando a restauração de materiais valiosos presentes nesses produtos e impulsionando a responsabilidade das empresas ao longo de todo o ciclo de vida desses produtos que colocam no mercado. Robles e La Fuente (2019) enfatizam dois desafios que as empresas enfrentam para um processo eficiente, sendo a complexidade da cadeia reversa em si e o engajamento do consumidor final. A cadeia de suprimentos reversa exige a gestão de produtos variados, desmontagem e recuperação de materiais, além de infraestrutura de coleta e tratamento, aumentando a complexidade operacional e logística, o engajamento do consumidor final é o desafio em conscientizar os consumidores sobre a importância da devolução responsável e criar um processo de coleta acessível e conveniente, o qual requer esforços educacionais e logísticos significativos por parte das empresas. REFERÊNCIAS ROBLES, Léo Tadeu; LAFUENTE, José Mauricio. Logística Reversa: um caminho para o desenvolvimento sustentável. Curitiba: Intersaberes, 2019. 474 p. Disponível em: https://plataforma.bvirtual.com.br/Acervo/Publicacao/176308. Acesso em: 25 ago. 2023. SILVA FILHO, Carlos Roberto Vieira da; SOLER, Fabricio Dorado. Gestão de Resíduos Sólidos: o que diz a lei. 4. ed. São Paulo: Trevisan, 2019. 360 p. Disponível em: https://plataforma.bvirtual.com.br/Acervo/Publicacao/189336. Acesso em: 25 ago. 2023.