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Gestão Lean Princípios do pensamento enxuto Nilson Rodrigues 2023 O Pensamento Enxuto (Lean Thinking) Fonte: Prof. Marcos Pereira – USP (2019) 2/81 MUDANÇA Dr. Carlos Frederico Pinto - Autor do Livro em Busca do Cuidado Perfeito Precisamos de um ambiente onde a origem dos problemas esteja nos processos, não nas pessoas. A forma diferente de pensar nos conduzirá a comportamentos diferentes O que torna Lean tão elegantemente simples e ao mesmo tempo tão poderoso em transformar a forma como trabalhamos: o “respeito pelas pessoas” é o que permite que uma mudança se traduza em melhoria “Uma das coisas que mais me encanta no modo de pensar Lean é a ideia básica de que qualquer mudança só se justifica se traduzida em mudar para melhor, em “kaizen”. O ciclo da mudança O Pensamento Enxuto (Lean Thinking) 3/81 MUDANÇA 2. Forma de pensar: ter foco nos resultados, buscando soluções e não procurando culpados 3. Modo de comportamento: praticar os valores da empresa, exemplaridade 4. Hábitos 5. Cultura 1. Percepção: observar a realidade de “outra maneira” e sentir-se parte do problema Sentir-se parte do problema nos leva a pensar de outra maneira A forma diferente de pensar nos conduzirá a comportamentos diferentes A repetição destes bons comportamentos converte-se em hábitos O conjunto de hábitos de todos forma a cultura da empresa O ciclo da mudança 4/81 Comportamento e engajamento pessoal Planejamento Foco Ética Planejament o Foco Resiliência InovaçãoAgilidade Confiabilidade Produtividade Superação O Pensamento Enxuto (Lean Thinking) Marco Teixeira - Fórum Lean (2020) 5/81 O Pensamento Enxuto (Lean Thinking) Marco Teixeira - Fórum Lean (2020) Qualidade e o Pensamento Enxuto com foco no valor agregado para o cliente • Planejar antes de executar • Execução Simples • Foco nos resultados • Mínimo de recursos • Máximo desempenho • Resultados Previsíveis • Repetibilidade • Criar produtos e serviços com inovação tecnológica • Aplicar estratégias sustentáveis 6/81 Gestão Lean • A MISSÃO, VISÃO E VALORES ✓ Forma a identidade da organização • SÃO EVIDENCIADOS ✓ No relacionamento ✓ Nos processos ✓ Na estrutura 7/81 O Modelo de Excelência Enxuta Empresarial Fonte: PINHEIRO M. G (2017) • Ações direcionada para a sua missão, com práticas sustentáveis, cooperativas e que gerem valor para a sociedade e outras partes interessadas. • Agilidade • Eficiência • Qualidade Fonte: CAROLINE RIZZI (2017) Evolução e Busca da Excelência Empresarial SDCA: “Standard, Do, Check and Act” PDCA: “Plan, Do, Check and Act” 8/81 O Modelo de Excelência Enxuta Empresarial • Pensamento sistêmico • Atuação em rede • Aprendizado organizacional • Inovação e Agilidade • Liderança transformadora • Olhar para o futuro Fonte: CAROLINE RIZZI (2017) • Conhecimento sobre clientes e mercados • Responsabilidade social • Valorização das pessoas e da cultura • Decisões fundamentadas • Orientação por processos e Geração de valor Direcionamento das atividades 9/81 Planejamento estratégico O Modelo de Excelência Enxuta Empresarial Processo de análise da organização sob vários ângulos para definir seus rumos, por meio de direcionamento que possa ser monitorado nas suas ações concretas . Utilizar o plano estratégico: instrumento esclarecedor quanto: • À missão - para que servimos, qual é a nossa razão de ser • À visão - onde queremos chegar como instituição • Aos valores - quais são nossas premissas quanto às atitudes para alcançar nossa visão • À estratégia – como faremos para alcançar nossa visão • Aos desdobramentos da estratégia – as grandes ações que precisamos conduzir, os objetivos estratégicos 10/81 • Definição, analise e melhoria contínua dos processos • Permite entender as dimensões estruturais do fluxo de trabalho para transformar a Organização Funcional para Organização por processos • O processos principais regem e executam as atividades do negócio para atender as necessidades e expectativas do cliente Gestão orientadas por processos R e cu rs o s H u m an o s M an u te n çã o Processo Administrativo Processo Manutenção Processo de Produção 11/81 Gestão orientada por processos M an u te n çã o Operacional Processos lideram a atividade do negócio Organização por Processo Processo Administrativo Processo Manutenção Processo de Produção Independente de funções departamentais, a organização por processo rege e executa as atividades do negócio A d m in is tr at iv o M an u te n çã o O p e ra ci o n al R e cu rs o s H u m an o s Processos principais definidos, funções ainda dominam Orientação para Processo O p e ra ci o n al A d m in is tr at iv o R e cu rs o s H u m an o s M an u te n çã o As funções lideram as atividades do negócio Orientação Funcional Fonte: ELDI (2014) 12/81 Indicadores de performance M an u te n çã o • Obter resultados, planejar ações que modifiquem o comportamento (ser eficaz). • Com o PDCA: Cronograma de desenvolvimento para padronizar o processo estabelecido com base nas diretrizes e políticas da empresa objetivos concebidos no planejamento devem ser colocados em prática verificação dos resultados alcançados aplicar as correções, com base nas avaliações da etapa de verificação Fonte: ELDI (2014) 13/81 • Empresa é vista como uma comunidade • Melhoria Continua (Kaisen) • Redução permanente de perdas (Muda) • Desenvolvimento de Produtos • Produção a partir da demanda dos clientes • Compreensão das necessidades dos clientes Fonte: 2017 © CRW Consultoria e Treinamento Empresarial Estrutura do Sistema Toyota de Produção 14/81 Fonte: https:www.cltservices.net Gestão Lean ✓ Satisfação dos clientes e demais Stakeholders ✓Qualidade: Métricas de desempenho ✓ JIDOKA: Desenvolver competências técnicas ✓Criar confiança e desafiar as pessoas ✓Criar confiança entre a gestão e as equipes ✓ JIT: Equilibrio da capacidade com a carga (fluxo contínuo) 15/81 ATINGIR A EXCELÊNCIA Qualidade – Custo – Prazo – Serviços – Segurança - Gerenciamento NENHUM DEFEITO QUALIDADE EM TODAS AS ETAPAS Entregar um produto bom ao posto seguinte Parar a produção para tratamento dos defeitos JUST IN TIME A ATIVIDADE CERTA NO MOMENTO CERTO Implantar o fluxo puxado Cadenciar através do takt time ATIVIDADE NIVELADA (HEIJUNKA) PROCESSOS ESTÁVEIS E PADRONIZADOS GERENCIAMENTO VISUAL VALORES – ATITUDES - COMPORTAMENTOS HOMENS E EQUIPES Possuir objetivos comuns Colaboradores formados, treinados e habilitados Trabalho em modo canteiro MELHORIA CONTÍNUA ELIMINAÇÃO DE DESPERDÍCIOS Ir no chão-de-fábrica Saber ver Eliminar as causas dos problemas ENVOLVIMENTO DOS COLABORADORES A Casa Lean é para todos! 16/20 VALOR Os 5 Princípios do Pensamento Enxuto ▪ VALOR pressupõe que você está criando algo de valor para o que um cliente está disposto a pagar. ▪ O Cliente define Valor - definido em termos de produtos ou serviços específicos - têm capacidades e funcionalidades específicas, - oferecidas a preços e intervalos de tempo específicos para clientes específicos, - em intervalos de tempo específicos e devem ser isentos de defeitos 17/81 Defina valor sob a perspectiva do seu cliente Os 5 Princípios do Pensamento Enxuto A Necessidade do cliente gera o Valor Mas é necessário especificar o que é Valor sob a Ótica do Cliente! Como? Pesquisa / Levantamento / Reuniões 18/81 Os 5 Princípios do Pensamento Enxuto Definir e descrever os requisitos do cliente IndutoresNecessidade CTQ Informações Rapidez Conforto Espaço para as pernas Temperatura entre 19° e 22° No máximo uma parada/hora de viagem Chegada no destino pontual. No máximo 5’ de atraso Não é intrusiva. Não há mais do que uma mensagem no alto- falante/hora Acesso fácil Viagem de trem agradável Geral Difícil de mensurar Fácil de mensurarParticular 19/81 Fluxo de Valor • Sempre que há um produto ou serviço para um cliente, há um fluxo de valor. Pense nas atividades de um processo que você conheça bem e se pergunte ... São mesmo necessárias ? O cliente quer “comprá-las”? Se fossem eliminadas, o produto perderia valor para o cliente? O desafio é enxergá-lo. Na prática, alinhar na melhor sequência as atividades que Criam Valor. 20/81 Identifique o fluxo de valor e elimine os desperdícios Fluxo de valor Fluxo de valor uma corrente sequencial de atividades necessárias para criar unidades de trabalho e entregá-las ao cliente. Valor agregado desperdicios Tempo de fluxo interno ou Lead Time reduzir o tempo de fluxo interno controlando a variabilidade…. Estado futuro Estado atual Na maior parte dos processos, o que não agrega valor representa até 90 % do tempo de fluxo interno. Quanto mais enxuto o processo, mais curto será o Lead Time. Quanto mais curto o LT, menores serão os custos... . 21/81 Fluxo de valor • É toda ação (agregando valor ou não) necessária para trazer um produto ou serviço por todos os fluxos essenciais • « Dissecar » a cadeia de gera o produto ou serviço, identificando os valores. Separar os processos em três tipos: 1. aqueles que efetivamente geram valor; 2. aqueles que não geram valor mas são importantes para a manutenção dos processos e da qualidade; 3. aqueles que não geram valor, sendo considerados desperdícios, devendo ser eliminados imediatamente. 22/81 Processo de transformação Três áreas do fluxo de valor V A LO R A G R EG A D O Cotações de Venda de Novos Produtos ou serviços Pedido Entrada de Pedido Devolução do Cliente Conceito até Lançamento Pedido até o Caixa Administrativa AdministrativaProdutiva Matéria prima até produto ou serviço acabado 23/81 Fluxo de valor ? Onde está o valor agregado para o cliente ? 24/81 Gestão por processos Emerson Barboza https://www.youtube.com/watch?v=9tZ3xXuK0UY 25/81 https://www.youtube.com/watch?v=9tZ3xXuK0UY Gestão por processos Mapa de Processos Visualizar a empresas por processos Guiar as tarefas relevantes a serem feitas para atender os processos Controlar os processos que geram dinheiro para empresa padrão, qualidade, prazo, produtividade Identificar e planejar as atividades a serem realizadas Dimensionar as necessidades Equipe: tamanho de equipes e competências necessárias Recursos: materiais , métodos, tecnologias Mostrar o nível de maturidade Processo documentado e controlado com indicadores “ A simplicidade é o último grau de sofisticação” (Leonardo da Vinci) 26/81 Fluxo continuo é a meta principal da produção enxuta Criar um fluxo de processo contínuo para trazer os problemas à tona. • Se algum problema ocorre com fluxo unitário de peças ou informação, toda a processo fica paralisado. • Se ocorre interrupção, todos são obrigados a resolver o problema imediatamente. • Os membros da equipe têm que pensar, se desenvolvendo e se tornando melhores como funcionários e como pessoas”. • Alinhar etapas que realmente criam valor em uma sequência rápida. • Fazer fluir o produto ao longo do processo (sistema “faça um, passe um”). 27/81 Fluxo continuo Realizar as atividades sem interrupção, de forma contínua. • Capaz : certa o tempo todo (qualidade) • Disponível : sempre pronta para operar • Adequada : com capacidade ideal, evitando gargalos e ociosidades (investimento do tamanho certo) Cada etapa do processo deve ser: Os Três Fluxos: Enquanto você estiver verificando o processo (no local) e observando suas células de trabalho, pergunte-se sempre: A informação flui? O material flui? A mão de obra operacional flui? 28/81 Criação de Fluxo Continuo – Benefícios A. Qualidade O trabalho é passado diretamente para o próximo processo sem defeitos D. Lead Time Cadeia de suprimento mais curta, maior flexibilidade para atender a demanda do cliente B. Produtividade Minimizar perdas de movimento, armazenamento e duplo manuseio E. Moral dos Membros da Equipe O valor do trabalho é mais visível e reconhecido: trabalho em equipe C. Espaço Liberar espaço para novos produtos e novos serviços F. Custo Níveis de Estoque reduzidos 29/81 Nivelamento Balanceamento adequado das atividades • Identificar os elos fracos no fluxo de valor • Tornar os problemas desconfortáveis • Estabelecer um relacionamento cliente e fornecedor bem definido (fluxo conectado) • Pense no fluxo de valor como uma série de fluxos conectados e encontre maneiras de eliminar as perdas • Use processos PADRONIZADOS como base para melhoria contínua • Desenvolva disciplina para manter o processo padrão. • Estabelecer o Pull (sistema puxado) Use os desvios do padrão como oportunidades para a resolução de problemas. O Padrão “A melhor prática repetível conhecida em um dado momento” 30/81 Padronização Use os desvios do padrão como oportunidades para a resolução de problemas. Utilidade • Assegurar melhores práticas • Identificar desvios • Formação • Documentação Supervisão dos padrões • Interna: verificação da conformidade e melhoria • Transversal: compartilhar o melhor padrão para uma mesma tarefa 31/81 Manter o padrão O padrão permite consolidar o desempenho… ...sem padrão não existe a melhoria 32/81 Filosofia do sucesso Se conhecer Ficar visível Medir Compartilhar Pensar PDCA Otimizar Antecipar Melhorar sempre 1 5 4 3 2 “ Os fatores mais importantes para o sucesso são a paciência, o foco em resultados de longo prazo, e não nos efeitos imediatos, reinvestimento nas pessoas, no produto e na indústria e um inexorável compromisso com a Qualidade”. Robert B. McCurry, Ex-vice-presidente executivo, Toyota Motor Sales “ As empresas excelentes, não acreditam na excelência – apenas na melhoria continua e mudança constante”. Tom Peters – EUA. “Hoje melhor do que ontem, amanhã melhor do que hoje” Se conhecer Ficar visível Medir Compartilhar Pensar PDCA Otimizar Antecipar Melhorar sempre 1 5 4 3 2 33/81 Produção Empurrada vs. Produção Puxada 34/81 Sistema Puxado • No Lean, o processo final solicita a um processo anterior apenas o componente exigido, na quantidade e no momento necessário (OHNO) • Deixa-se que o cliente puxe o produto, ao invés de empurrar produtos ou serviço para os clientes (WOMACK; JONES, 2004). • Ao contrário de empresas que empurram produtos aos clientes, desovando seus estoques, a empresa Lean puxa a produção • Todos ao longo do fluxo de valor podem trabalhar ao mesmo ritmo (o tempo takt no processo puxador). O Cliente "puxa" a produção, eliminando estoques e dando valor ao produto ou serviço • Quando não há possibilidade de estabelecimento de fluxo contínuo, conectar os processos através do sistema puxado. Realizar as atividades sempre e somente quando alguém solicitar (puxar). “Não empurre nada, em nenhum lugar, em momento algum!” 35/81 Perfeição A busca pelo aperfeiçoamento contínuo em direção a um estado ideal. • A busca pelo estado ideal deve nortear todos os esforços da empresa, em obter processos transparentes onde todos os membros envolvidos na cadeia (processo) tenham conhecimento profundo do processo como um todo, podendo dialogar e buscar continuamente melhores formas de criar valor. • Realizar as atividades de maneira cada vez mais eficaz, buscando a Excelência A perfeição não deve ser um ato, deve ser um hábito. Aristóteles 350 a.C 36/81 MANUFATURA ESCRITÓRIO VALOR Visíveis em cada passo, objetivo definido Difícil de enxergar, objetivos mutantes FLUXO DE VALOR Itens, materiais, componentes Informações, conhecimentos FLUXO CONTÍNUO Interações são desperdícios Interações planejadas deverão ser eficientes PRODUÇÃO PUXADA Guiado pelo Takt Time Guiado pela necessidade da empresa PERFEIÇÃ0 Possibilita a repetição dos processos sem erros O processo possibilita melhoria organizacionalLean Manufacturing e o Lean Office 37 Escritório Enxuto: • Maioria das atividades esta relacionada com a geração de informação (difícil visualizar desperdícios) • Reduzir ou eliminar desperdícios ligados ao fluxo de informações 37/81 O Lean Manufacturing e suas Ferramentas 38/81 A casa Lean https://www.youtube.com/watch?v=tThbQm8jqS4 Modelo de Transformação Lean Fonte : Lean Enterprise Institute ( 39/81 https://www.youtube.com/watch?v=tThbQm8jqS4 A casa Lean 40/81 A casa Lean 41/81 A casa Lean Benefícios • Melhor posicionamento competitivo: realize melhorias duráveis e consistentes • Cultura Lean: um modelo mental Lean de melhoria contínua, desde a alta direção até o local de trabalho • Foco no cliente: foco nas atividades que adicionam valor para o cliente • Melhor qualidade: mais controle sobre os seus processos para entregar a promessa de valor para o cliente • Menores custos: processos mais eficientes, através da redução dos desperdícios na organização e nos processos • Satisfação no trabalho: envolva os colaboradores que fazem o trabalho, aproveitando a sua experiência diária para a melhoria e a redução de custos 42/81 A casa Lean Os benefícios do Lean para o organização • Maior eficiência dos processos; • Melhor gerenciamento das prioridades; • Mais visibilidade do negócio; • Aumento da produtividade; • Redução do lead time; • Aumento do moral das pessoas; • Redução de custos; • Conhecimento do que é valor para o seu cliente. 43/81 Os 14 Princípios de Gestão da Toyota Lean Manufacturing - a implantação é igual a aprender a andar de bicicleta https://www.youtube.com/watch?v=ssS2qP42l38 44/81 https://www.youtube.com/watch?v=ssS2qP42l38 45 46 47/80 47/81 Os 14 Princípios de Gestão da Toyota 48/81 Resultados Princípios 1 Filosofia de longo prazo 1 2 O processo certo produzirá os resultados certos 2 – 3 – 4 – 5 - 6 – 7 -8 3 Valorização da Organização através do desenvolvimento de seus funcionários e parceiros 9 – 10 - 11 4 A solução continua de problemas na origem estimula a aprendizagem organizacional 12 – 13 – 14 Resultados sustentáveis Centrado em 14 princípios e na filosofia de pensamento a longo prazo Os 14 Princípios de Gestão da Toyota 49/81 Os 14 Princípios de Gestão da Toyota 1 - basear as decisões administrativas em uma filosofia de longo prazo, mesmo em detrimento de metas financeiras de curto prazo: - ter um senso filosófico de propósito que se sobreponha a qualquer decisão de curto prazo. (é a base para todos os outros princípios); 2 - criar um fluxo de processo contínuo para trazer os problemas à tona: - recriar processos de trabalho para atingir uma alta agregação de valor, encadeando processos e pessoas (tornar todos os problemas visíveis); 3 - usar sistemas puxados para evitar a superprodução: - oferecer aos clientes no processo de produção apenas o que eles desejam, no tempo e quantidade que eles necessitam, minimizando o estoque em processo e o armazenamento de peças e produtos; 50/81 Os 14 Princípios de Gestão da Toyota 4 – nivelar a carga de trabalho (heijunka): - trabalhar para eliminar a sobrecarga das pessoas e do equipamento, assim como a instabilidade no programa de produção; 5 – construir uma cultura de parar e resolver os problemas, obtendo a qualidade logo na primeira tentativa: - introduzir na organização sistemas de apoio capazes de detectar e solucionar rapidamente os problemas, assim como a filosofia de parar ou desacelerar para obter a qualidade já na primeira tentativa; 6 – tarefas padronizadas são a base para a melhoria contínua e a capacitação dos funcionários: - usar métodos de trabalho estáveis, que possam ser repetidos por todos, por meio da padronização das melhores práticas e permitir a expressão criativa individual por meio da transmissão da aprendizagem aos colaboradores substitutos; 51/81 Os 14 Princípios de Gestão da Toyota 7 – usar controle visual para que nenhum problema fique oculto: - criar sistemas visuais simples no local de trabalho e reduzir os relatórios a uma folha de papel sempre que possível; 8 – usar somente tecnologia confiável e completamente testada que atenda aos funcionários e processos: - usar tecnologia para auxiliar as pessoas, e não para substituí-las. - criar testes reais antes de adotar novas tecnologias em processos administrativos, sistemas de produção ou produtos; 9 – desenvolver líderes que compreendam completamente o trabalho, que vivam a filosofia e a ensinem aos outros: - os líderes devem ser desenvolvidos dentro da empresa, devem ser modelos e os melhores professores da filosofia de sua empresa; 52/81 Os 14 Princípios de Gestão da Toyota 10 – desenvolver pessoas e equipes excepcionais que sigam a filosofia da empresa: - treinar indivíduos e equipes e fazer um esforço contínuo para que todos trabalhem rumo a metas comuns 11 – respeitar sua rede de parceiros e de fornecedores desafiando-os e ajudando-os a melhorar: - tratar os parceiros como se eles fossem uma extensão da empresa, desafiando-os a crescer e a se desenvolver; 12 - ver por si mesmo para compreender a situação (genchi genbutsu): - pensar e falar com base em dados pessoalmente verificados, para que se tenha mais do que uma compreensão superficial da situação; 53/81 Os 14 Princípios de Gestão da Toyota 13 – tomar decisões lentamente por consenso, considerando completamente todas as opções; implementá-las com rapidez: - Nemawashi é o processo de discussão de problemas e de soluções potenciais com todos os afetados para coletar suas idéias e obter o acordo; 14 – tornar-se uma organização de aprendizagem por meio da reflexão incansável (hansei) e da melhoria contínua (kaizen): - utilizar hansei em atividades-chave para desenvolver soluções que evitem repetir um erro. - processos estáveis: aplicar processo de melhoria contínua para melhorar. 54/81 Os 14 Princípios de Gestão da Toyota Sistema de super Mercado Kanban a ferramenta de sinalização para puxar o fluxo ✓Controlar e balancear a produção ✓Eliminar perdas, fazer a reposição de estoques, usando um método simples e visual de controle de processos. ✓Sistema de sinalização entre o cliente e o fornecedor interno e/ou externo que informa o que, quanto e quando produzir https://www.youtube.com/watch?v=Ym4mIgxJegs 56/81 Kanban a ferramenta de sinalização para puxar o fluxo ✓ O processo cliente vai ao estoque do processo fornecedor com o kanban de retirada, que retorna ao processo cliente junto com o material retirado. ✓ No momento da retirada do material pelo processo cliente, o processo fornecedor tem a autorização de produção deste item através do kanban de produção, que estava junto ao lote retirado. 57/81 Kanban • Cartões de diferentes cores para identificar tarefas • Controlar as entradas e saídas das atividades • Facilitar o controle de fluxo. Personal Kanban - Kanban na sua vida pessoal https://www.youtube.com/watch?v=rSLfJi4TaPQ 1. Para que serve? • Fazer a coisa certa na hora certa • Visualização do todo para tomar decisões 2. Estagio de fluxo • Back log / Fazer no dia / Esperas / Aguardar 3. Sistema Puxado • Limitar o numero de tarefas por colunas • Puxa de acordo com a disponibilidade 4. Fluxo Contínuo • Execução sustentável torna o dia leve (menos stress, monos angustia 5. Posso incluir mais pessoas? • Sim (avatar, post-its) 6. Exemplo: • crescimento pessoal • Desperdícios • Dinheiros (pagamentos) • Família , compromissos Personal Kanban 1. Para que serve? 2. Estagio de fluxo 3. Sistema Puxado 4. Fluxo Contínuo 5. Posso incluir mais pessoas? 6. Exemplo: 58/81 Os desperdícios no Lean Fonte: Five.org (2018) https://www.youtube.com/watch?v=FsKghWVmyQo Lean em 4 minutos O que é considerado desperdícios ? Listar os principais mencionados ? Dê 2 exemplos que já fez ou faz parte da sua rotina 59/81 https://www.youtube.com/watch?v=FsKghWVmyQo Os desperdícios noLean Superprodução: Ligada aos problemas e dificuldades do processo produtivo ▪ altos tempos de setup de equipamentos → produção de grandes lotes; ▪ incerteza da ocorrência de problemas de qualidade e falta de confiabilidade dos equipamentos → produzir mais do que o necessário; ▪ falta de coordenação entre a demanda e o programa de produção; • Estabeleça uma sequência de fluxo de trabalho para satisfazer a demanda do cliente. • Crie normas e padrões de local de trabalho para cada processo. • Crie dispositivos de sinal para evitar o processamento antecipado. ▪ grandes distâncias a percorrer com o material, em função de um arranjo físico inadequado → formação de lotes para movimentação, entre outros. ▪ No escritório, é excesso de papel e informações 60/81 Os desperdícios no Lean Como eliminar ou reduzir: ▪ elaboração de um arranjo físico adequado, que minimize as distâncias a serem percorridas ▪ entregar o material no local de uso. Transporte: Desperdícios de tempo e recursos. As atividades de transporte e movimentação devem ser eliminadas. 61/81 Os desperdícios no Lean Processamento: Defeitos ou limitações que afetam o processamento. A produção pode parar ou passa a se desenvolver de forma muito lenta (equipamentos deixam de funcionar, outras áreas ou setores precisam “apagar incêndios”, resolver o que não estava previsto e novas demandas inserem processos extras). Como eliminar aplicação das metodologias de engenharia e análise de valor • redução do número de componentes • operações necessários para produzir determinado produto ou serviço. • eliminar qualquer elemento que aumente o custo e não agregue valor ao produto ou serviço. • Investir em manutenção para garantir a disponibilidade dos equipamentos corretos • Planejar as atividades para fazer o que realmente precisa ser feito ( fazer mais rápido) 62/81 Os desperdícios no Lean Como eliminar ▪ Ainda que se decida pela automação, os movimentos manuais devem ser analisados e melhorados e, somente depois, mecanizar e automatizar. Caso contrário, corre-se o risco de automatizar o desperdício. ▪ Repensar as estratégias de comunicação, evitando, entre outros deslocamentos, as reuniões que poderiam ser resolvidas com um e-mail bem redigido. Movimentação nas Operações: Transito de pessoas ou matérias que podem ser evitados Exemplo: Quando o colaborador precisa se movimentar para concluir etapas do desenvolvimento (participar de reuniões em outro prédio da corporação). A Produção Enxuta é um enfoque essencialmente de "baixa tecnologia“ (soluções simples e de baixo custo, no lugar de grandes investimentos em automação). 63/81 Os desperdícios no Lean Como eliminar ▪ A sincronização do fluxo de trabalho e o balanceamento das linhas de produção contribuem para eliminar este tipo de desperdício. ▪ Colocar em prática a priorização, também evitam que o desperdício de tempo chegue ao consumidor final. Espera no Processo: Resulta na formação de filas de produtos para garantir altas taxas de utilização dos equipamentos. Exemplo: Quando o consumidor encomenda um produto feito sob medida, sabe que vai aguardar mais para receber um produto exclusivo e de máxima qualidade. O atendimento em um fast food precisa estar de acordo com o que se propõe: entregar lanches em um espaço curtíssimo de tempo. 64/81 Os desperdícios no Lean Como eliminar ▪ Desperdício de materiais; ▪ Mão-de-obra, equipamentos; ▪ Movimentação de materiais defeituosos; ▪ Armazenagem de materiais defeituosos; ▪ Inspeção de produtos, entre outros. Produtos Defeituosos “Existe uma forma de ganhar dinheiro que os empresários insistem em não usar: é deixar de perdê-lo.” Philip Crosby Retrabalhos e dados incorretos registrados: Uma máquina parada ou a falta de matéria-prima em uma fábrica causa desperdício e é visualizada imediatamente, mas no escritório nem sempre fica visível esta situação. 65/81 Os desperdícios no Lean Como eliminar ou reduzir ▪ Em geral, eliminando-se todos os outros desperdícios, reduz-se os desperdícios de estoque. ▪ Reduzindo os tempos de preparação de máquinas e os lead times de produção; ▪ Sincronizando-se os fluxos de trabalho; ▪ Reduzindo-se as flutuações de demanda; ▪ Tornando as máquinas confiáveis e garantindo a qualidade dos processos. Estoque: • Trata-se dos desperdícios em investimentos e espaço. • É o dinheiro “aprisionado” . • Devem ser estudadas e eliminadas as causas geradoras dos estoques. No escritório, o que são os estoques? os relatórios produzidos e parados por dias nos computadores a espera de alguma análise? 66/81 Os desperdícios no Lean A redução do nível de estoque permite à gerência enxergar os problemas da produção e promove a realização de esforços para a eliminação dos mesmos. Peças fora do padrão Arranjo físico ruim Quebra de máquina Quebra de máquina Setup de máquina demorado Baixa capacidade de processos Operadores não preparados Falha na programação da produção Demanda instável Falta de confiança nos fornecedores Existência de gargalo Erros de quantidade Retrabalho N ív e l d e “ e s to q u e ” Por quê manter os estoques? 67/81 Os desperdícios no Lean Como eliminar ou reduzir ▪ A gestão por competências pode solucionar este tipo de desperdício, alocando os colaboradores de acordo com os objetivos da empresa, evitando que equipes sejam achatadas ou esvaziadas Intelectual • Este tipo de desperdício não é tão perceptível quanto os outros, mas afeta intimamente a produtividade e a qualidade final da produção. • Não utilizar a capacidade criativa e transformadora de cada colaborador, significa desperdiçar. Não contratamos "mão-de-obra", mas sim, "cérebros pensantes Profissionais estimulados produzem mais e melhor : Talentos desperdiçados não terão a mesma produtividade. . • Não aproveitar o capital humano, subutilizando o colaborador, exercendo funções aquém da sua capacidade 68/81 Os desperdícios no Lean. 69/81 Transformação Lean https://www.youtube.com/watch?v=HvU2YojeZGE 70/81 https://www.youtube.com/watch?v=Bg8mdR_oQuI 8 DESPERDÍCIOS] do LEAN OFFICE Como Identificar e Eliminá-los (1:32) Lean Office (5:35) https://www.youtube.com/watch?v=XAqr5eZzvYI Gleison Guimarães Os desperdícios no Lean Ferramentas que contribuem para eliminar os desperdícios Desperdício Ferramentas Superprodução Mapeamento do Fluxo de Valor (VSM). 5s Trabalhar de acordo com o takt time – produção sincronizada Espera Mapeamento do Fluxo de Valor (VSM) Manutenção Produtiva Total (TPM) Fornecimento/ recebimento just in time Trabalhar de acordo com o takt time-produção sincronizada Transporte Mapeamento do Fluxo de Valor (VSM) Tecnologia de grupo Trabalho em fluxo contínuo (one piece flow) Inventário Mapeamento de Fluxo de valor (VSM) Trabalho em fluxo contínuo (one piece flow) Excesso de processos Mapeamento de Fluxo de valor (VSM) Cronoanálise 5s Movimentações Mapeamento de Fluxo de valor (VSM) Trabalho em fluxo contínuo (one piece flow) 5s Defeitos Mapeamento de Fluxo de Valor (VSM) Ferramentas de controle de qualidade Poka Yoke Zero defeito 71/81 Os desperdícios no Lean 72/81 Os desperdícios no Lean Desperdícios nos processos administrativos Lareau (2002) Alinhamento de objetivos: é a energia gasta por pessoas trabalhando com objetivos mal entendidos e o esforço necessário para corrigir o problema e produzir o resultado esperado. Atribuição: é o esforço usado para completar uma tarefa inapropriada e não necessária. Espera: é o recurso perdido enquanto pessoas esperam por informações, reuniões, assinaturas, o retorno de uma ligação e assim por diante. Movimento: é o esforço perdido em movimentações desnecessárias. 73/81 Os desperdícios no Lean Desperdícios nos processos administrativos Lareau (2002) Processamento: um trabalho não executado da melhor forma é um desperdício de processamento. Controle:é a energia usada para controlar e monitorar e que não produz melhorias no desempenho. Variabilidade: são recursos utilizados para compensar ou corrigir resultados que variam do esperado. Confiabilidade: é o esforço necessário para corrigir resultados imprevisíveis devido a causas desconhecidas. . 74/81 Os desperdícios no Lean Desperdícios nos processos administrativos Lareau (2002) Alteração: é o esforço usado para mudar arbitrariamente um processo sem conhecer todas as consequências e os esforços seguintes para compensar as consequências inesperadas. Estratégia: é o valor perdido ao implementar processos que satisfazem objetivos de curto prazo, mas que não agregam valor aos clientes e investidores; Padronização: é a energia gasta por causa de um trabalho não ter sido feito da melhor forma possível por todos os responsáveis. Agenda: é a má utilização dos horários e da agenda. . 75/81 Os desperdícios no Lean Desperdícios nos processos administrativos Lareau (2002) Sub otimização: é causada pela concorrência de dois processos, no melhor caso o desperdício será o trabalho duplicado, mas pode chegar ao comprometimento de ambos os processos e na degradação do resultado final. Processos informais: ocorre quando recursos são usados para criar e manter processos informais que substituem os processos oficiais ou que conflitam com outros processos informais, e também os recursos utilizados para corrigir os erros causados por este sistema. Fluxo irregular: recursos investidos em materiais ou informações quese acumulam entre as estações de trabalho e criam o desperdício de fluxo irregular. 76/81 Os desperdícios no Lean Desperdícios nos processos administrativos Lareau (2002) Checagens desnecessárias: é o esforço usado para inspeções e retrabalhos. Erros: são causados pelos esforços necessários para refazer um trabalho que não pôde ser utilizado. Tradução: é o esforço requerido para alterar dados, formatos e relatórios entre passos de um processo ou seus responsáveis. Informação perdida: ocorre quando recursos são requeridos para reparar ou compensar as consequências da falta de informações chave. Irrelevância: esforços empregados para lidar com informações desnecessárias ou esforços para fixar problemas que isso causa. . 77/81 Os desperdícios no Lean Desperdícios nos processos administrativos Lareau (2002) Falta de integração: é o esforço necessário para transferir informações (ou materiais) dentro de uma organização (departamento ou grupos) que não estão completamente integradas à cadeia de processos utilizados. Inexatidão: é o esforço usado para criar informações incorretas ou para lidar com as consequências disso. Inventário: são todos os recursos aplicados a um serviço antes dele ser requerido, todos os materiais que não estão sendo utilizados e todos os materiais que já estão prontos para serem entregues e estão aguardando; 78/81 Os desperdícios no Lean Desperdícios nos processos administrativos Lareau (2002) Processos secundários: são os recursos despendidos em processos secundários que ainda não podem ser utilizados pelos passos seguintes do processo. Ativos subutilizados: são os equipamentos e prédios que não estão sendo usados de forma máxima; Transporte: todo transporte de materiais e informações, exceto aqueles utilizados para entregar produtos e serviços aos clientes. Falta de foco: ocorre toda vez que a energia e a atenção de um empregado não está voltada para os objetivos críticos da organização. 79/81 Os desperdícios no Lean Desperdícios nos processos administrativos Lareau (2002) Estrutura: acontece quando comportamentos existentes, expectativas, procedimentos, rituais, regulamentos, cargos e prioridades não estão reforçando, guiando, e orientando o melhor comportamento para redução de desperdícios quando existe muita diferença entre a estrutura organizacional da empresa e os elementos fundamentais encontrados nas organizações de classe mundial. Disciplina: ocorre sempre que existir uma falha no sistema de identificação acurada e reação rápida contra negligência, falta de responsabilidade e problemas relacionados à disciplina esperada dos empregados. Domínio: ocorre toda vez que uma oportunidade de aumentar o domínio de um empregado sobre sua área de trabalho não for utilizada. 80/81 Sucesso da implementação Lean https://www.youtube.com/watch?v=I0WIspeWtF4 Os 7 passos da Liderança Lean https://www.youtube.com/watch?v=HvU2YojeZGE Transformação Lean 81/81 https://www.youtube.com/watch?v=j76FjOlfx0M https://www.youtube.com/watch?v=I0WIspeWtF4 https://www.youtube.com/watch?v=HvU2YojeZGE Passos Descrição 1 – Comprometimento com o Lean Todos recebem treinamento e sejam comunicados sobre a implementação do Lean 2 – Escolha o Fluxo de Valor Analisar todo percurso de uma unidade de trabalho, priorizar fluxos alvo e incentivar a constante comunicação entre todos da empresa 3 – Aprendizado sobre Lean É importante que todos dentro da empresa conheçam os principais conceitos e termos da manufatura enxuta 4 - Mapeamento do Estado Atual É o passo mais importante do processo, essencial para a melhoria do processo. 5 – Identificação de Medidas de desempenho Lean Mostrar os resultados ajuda a motivar a equipe ao mostrar que os resultados estão sendo obtidos 6 – Mapeamento do Estado Futuro É importante a participação dos funcionários (contribuir com ideias, solucionando problemas) 7 – Criação de Planos Kaisen É o processo necessário para a sustentação das melhorias conquistadas e reconhecimento da equipe 8 – Implementação dos planos Kaisen O sucesso do Lean é sempre incentivar melhoria nos processos Sucesso da implementação Lean Adaptado de Tapping e Shuker (2003) 82/81 Referencias • LIKER, J. K. O modelo Toyota: 14 princípios de gestão do maior fabricante do mundo. Porto Alegre: Bookman, 2005. • NARUSAWA, T.; SHOOK, J. Kaizen Express: fundamentos para a sua jornada lean. São Paulo: Lean Institute Brasil, 2009. • OHNO, T. O sistema Toyota de produção. Porto Alegre: Bookman, 1997. • ROTHER, M. Aprendendo a Enxergar, Lean Institute Brasil, 1998. • ROTHER, M. Criando um Fluxo Continuo, Lean Institute Brasil, 2002. • SANTOS, F.M. Como diagnosticar e quantificar desperdícios na empresa? F2S Unicamp, 2020 • SENGE, P. M. A quinta disciplina: arte e prática da organização que aprende. Rio de Janeiro: BestSeller, 2009. • SHINGO, S. O sistema Toyota de produção do ponto de vista da engenharia de produção. Porto Alegre: Bookman, 1996. • SHOOK, J. Gerenciando para o aprendizado: usando o processo de gerenciamento A3 para resolver problemas. São Paulo: Lean Institute Brasil, 2007. • SLACK, N.; CHAMBERS, S.; JOHNSTON, R. Administração da Produção. São Paulo: Atlas, 2009. • TAPPING, D. e SHUKER, T. Lean Office: Gerenciamento do Fluxo de Valor para Áreas Administrativas. São Paulo; Leopardo Editora Ltda, 2010. • WOMACK, J. P; JONES, D.T.; ROOS, D. A máquina que mudou o mundo. São Paulo: Campus, 2004. • WOMACK, J. P.; JONES, D.T. A mentalidade enxuta nas empresas: elimine o desperdício e crie riqueza. ed. ver. e atual. Rio de Janeiro: Elsevier, 2004. • WOMACK, J. ; JONES D Lean Thinking: Banish Waste and Create Wealth in Your Corporation. New York; Simon & Schuster, 1996. 83/81 Lean Manufacturing - a implantação é igual a aprender a andar de bicicleta https://www.youtube.com/watch?v=ssS2qP42l38 https://www.youtube.com/watch?v=I0WIspeWtF4 Sete passos Liderança Lean https://www.youtube.com/watch?v=izqiwdriepw Os 5 princípios Lean https://www.youtube.com/watch?v=o3yhAvTm0BQ O que é Lean Kanban de tarefas https://www.youtube.com/watch?v=bK4HeN4vu7E 84/81 84/81 https://www.youtube.com/watch?v=ssS2qP42l38 https://www.youtube.com/watch?v=I0WIspeWtF4 https://www.youtube.com/watch?v=izqiwdriepw https://www.youtube.com/watch?v=o3yhAvTm0BQ https://www.youtube.com/watch?v=bK4HeN4vu7E https://www.youtube.com/watch?v=bK4HeN4vu7E