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Estatuto�da�Criança�e�do
Adolescente�-�Lei
8.069/1990
Disposições�Preliminares Definições�Importantes
Estatuto�da�Criança�e�do
Adolescente
Disposições�Preliminares
Definições�Importantes
Objetivos�principais�do
Estatuto�da�Criança�e�do
Adolescente:
Promover�o�desenvolvimento�integral�de
crianças�e�adolescentes,�assegurando�seus
direitos�fundamentais�e�sua�participação�na
sociedade.
Priorizar�o�atendimento�de
crianças�e�adolescentes�em
situação�de�vulnerabilidade�ou
risco.
Atuar�de�forma�articulada
entre�distintos�setores
governamentais�e�a�sociedade
civil.
Desenvolvimento�Integral
Direitos�Fundamentais
Participação�na�Sociedade
Inovação�e�Praticidade
Resultados�Esperados
Implementação�e
Monitoramento
Setores�governamentais
Sociedade�civil
Benefícios�da�atuação
articulada
Mecanismos�de�articulação
Desafios�e�soluções
Exemplos�de�atuação
articulada
Resultados�esperados
Conclusão
A�atuação�articulada�entre�setores�governamentais�e�a�sociedade�civil�é�essencial�para�promover�o�desenvolvimento�sustentável�e
inclusivo.�Ao�estabelecer�parcerias�e�mecanismos�de�diálogo,�é�possível�superar�desafios,�como�a�falta�de�recursos�e�a�burocracia,�e
alcançar�resultados�positivos�para�a�população.�A�atuação�conjunta�contribui�para�a�melhoria�da�qualidade�de�vida,�fortalecimento�da
democracia�participativa�e�resolução�de�problemas�sociais�e�ambientais.
Elaboração�de�leis�e�políticas�específicas�para�a�proteção�e
promoção�dos�direitos�das�crianças�e�adolescentes
Fortalecimento�de�instituições�e�sistemas�de�proteção�à�infância
Monitoramento�e�avaliação�contínuos�dos�programas�e�políticas
implementadas
Capacitação�e�sensibilização�de�profissionais�que�atuam�com
crianças�e�adolescentes
Educação�de�qualidade
Apoio�emocional�e�psicológico
Nutrição�adequada
Acesso�a�serviços�de�saúde
Crianças�e�adolescentes�com�uma�base�sólida�para�o�seu
desenvolvimento�pessoal�e�profissional
Maior�inclusão�social�e�redução�das�desigualdades
Geração�de�jovens�participativos,�responsáveis�e�conscientes�de
seus�direitos�e�deveres
Sociedade�mais�justa�e�igualitária
Melhoria�da�qualidade�de�vida�da�população
Fortalecimento�da�democracia�participativa
Avanço�na�resolução�de�problemas�sociais�e�ambientais
Maior�participação�da�sociedade�civil�nas�decisões�públicas
Elaboração�e�implementação�de�políticas�públicas
Desenvolvimento�de�projetos�comunitários�de�impacto�social
Realização�de�campanhas�de�conscientização�e�mobilização
cidadã
Construção�de�parques�e�espaços�públicos�em�conjunto�com�a
comunidade
Dificuldade�de�comunicação�e
entendimento�mútuo
Falta�de�recursos�financeiros�e
humanos
Burocracia�e�falta�de�agilidade
nas�decisões
Simplificar�os�processos�administrativos�e�legislativos
Estabelecer�prazos�e�metas�claras�para�ações�conjuntas
Buscar�parcerias�com�organizações�privadas�e�internacionais
Incentivar�voluntariado�e�participação�social�ativa
Diálogo�e�interação�constante�entre�setores
Estabelecimento�de�parcerias�e�acordos�cooperativos
Criação�de�espaços�de�participação�e�consulta�pública
Realização�de�fóruns,�audiências�e�debates
Melhorar�a�eficiência�e�eficácia�das�ações�governamentais
Ampliar�a�participação�da�sociedade�civil�nas�decisões�públicas
Criar�soluções�mais�abrangentes�e�adequadas�aos�desafios�locais
Promover�o�desenvolvimento�sustentável�e�inclusivo
Organizações�não�governamentais�(ONGs)
Associações�comunitárias
Movimentos�sociais
Governo�federal
Governos�estaduais
Governos�municipais
Investir�em�capacitação�e�treinamento�para�melhorar�a
comunicação
Promover�a�cultura�do�diálogo�e�do�respeito�às�divergências
Utilizar�tecnologia�para�promover�a�educação�e�a�participação
Introduzir�programas�de�mentoria�e�orientação�para
desenvolvimento�pessoal
Estabelecer�parcerias�entre�escolas,�organizações�da�sociedade
civil�e�setor�privado
Promover�ações�de�conscientização�e�engajamento�da
comunidade
Inclusão�social�e�cultural
Participação�em�decisões�que
afetam�suas�vidas
Criação�de�oportunidades�de
emprego�e�empreendedorismo
Acesso�à�justiça�e�proteção
legal
Proteção�contra�violência�e
abuso
Direito�à�educação
Direito�à�saúde�física�e�mental
Liberdade�de�expressão�e
participação
Identificar�as�principais
situações�de�vulnerabilidade�e
risco�enfrentadas�por�crianças
e�adolescentes:
Estabelecer�parcerias�com
instituições�e�organizações
governamentais�e�não
governamentais�envolvidas�na
proteção�e�assistência�a
crianças�e�adolescentes.
Desenvolver�ações
preventivas�para�evitar�que
crianças�e�adolescentes�sejam
expostos�a�situações�de
vulnerabilidade�e�risco.
Fortalecer�a�rede�de
atendimento�e�proteção�à
infância�e�adolescência,
visando�uma�abordagem
integrada�e�multidisciplinar.
Garantir�a�efetividade�das
medidas�de�proteção�e
assistência,�monitorando�e
avaliando�constantemente
sua�aplicação�e�resultados.
Criar�programas�de
intervenção�específicos�para
cada�tipo�de�situação�de
vulnerabilidade�e�risco.
Promover�a�disseminação�de
informações�e�o�acesso�aos
direitos�das�crianças�e
adolescentes.
Investir�na�formação�técnica�e
emocional�dos�profissionais
envolvidos�no�atendimento�e
proteção�à�infância�e
adolescência.
Estabelecer�mecanismos�de
avaliação�e�prestação�de
contas�das�ações�e�recursos
destinados�ao�atendimento�e
proteção�à�infância�e
adolescência.
Abandono�familiar
Violência�doméstica
Abuso�sexual
Exploração�infantil
Negligência�parental
Maus-tratos�físicos�e
psicológicos
Transparência�na�gestão�dos�recursos�públicos�e�privados�destinados�à�infância
Prestação�de�contas�periódica�sobre�os�resultados�obtidos�e�os�desafios�enfrentados
Participação�da�sociedade�civil�na�fiscalização�e�monitoramento�das�políticas�e
programas�implementados
Programas�de�educação�e�conscientização�sobre�direitos�e
proteção�infantil
Capacitação�de�profissionais�da�área�da�educação�e�saúde
para�identificar�sinais�de�vulnerabilidade�e�risco
Disponibilização�de�estrutura�física�e�recursos�adequados
para�acolhimento�e�atendimento
Campanhas�de�conscientização�e�mobilização�social
Divulgação�de�canais�de�denúncia�de�violência�e�abuso�infantil
Capacitação�de�agentes�comunitários�para�identificar�e�encaminhar�casos
de�vulnerabilidade�e�risco
Capacitação�sobre�legislação�e�princípios�de�proteção�à�infância
Desenvolvimento�de�habilidades�de�escuta,�empatia�e�respeito�aos�direitos�das
crianças�e�adolescentes
Promoção�de�espaços�de�reflexão�e�suporte�para�os�profissionais�lidarem�com
os�desafios�emocionais�do�trabalho
Programas�de�acolhimento�institucional�temporário
Programas�de�reinserção�familiar�e�comunitária
Atendimento�psicossocial�individual�e�grupal
Oportunidades�de�educação,�capacitação�profissional�e�inserção�no�mercado
de�trabalho
Estabelecer�indicadores�e�metas�para�avaliar�o�impacto�das�ações
implementadas
Realizar�pesquisas�e�estudos�para�aprimorar�as�políticas�e�práticas
de�atendimento�e�proteção�à�infância
Promover�a�participação�das�crianças�e�adolescentes�no�processo�de
decisão�e�avaliação�das�medidas�de�proteção
Articulação�e�cooperação�entre�diferentes�áreas�como�saúde,
educação,�assistência�social,�segurança�e�justiça
Acesso�a�serviços�especializados,�como�psicólogos,�assistentes
sociais,�médicos,�advogados,�entre�outros
Criação�de�protocolos�de�atendimento�e�acompanhamento
padronizados
Redes�de�proteção�à�infância�e�adolescência
Conselhos�tutelares
Secretarias�de�Assistência�Social
Centros�de�Referência�Especializados�de�Assistência
Social�(CREAS)
Organizações�não�governamentais�especializadas�em
proteção�à�infância

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