Prévia do material em texto
NOITE EM PARIS SÉRIE FATAL HOTTIE – LIVRO 01 POR R. CHERRY © Copyright 2021 by R. Cherry Capa por: R. Cherry Todos os direitos reservados, Esta é uma obra de ficção. Seu intuito é entreter as pessoas. Nomes, personagens, lugares e acontecimentos são produtos da imaginação da autora. Qualquer semelhança com nomes, datas e acontecimentos reais é mera coincidência. São proibidos o armazenamento e/ou a produção de qualquer parte dessa obra, através de quaisquer meios – tangíveis ou intangíveis – sem o consentimento escrito da autora. Criado no Brasil. A violação dos direitos autorias é crime estabelecido na lei nº .9.610/98 e punido pelo artigo 184 do Código Penal. 1ª Edição – setembro/2021 Sumário SINOPSE Nota da autora CAPÍTULO UM CAPÍTULO DOIS CAPÍTULO TRÊS CAPÍTULO QUATRO EPÍLOGO AGRADECIMENTO SINOPSE Margot só queria esquecer. Uma noite apenas para esquecer que havia negado o pedido de casamento do homem com quem imaginou ter uma família. Margot precisava apenas uma Noite em Paris para organizar todos os pensamentos; antes de decidir que caminho seguir. Nota da autora A SÉRIE FATAL HOTTIE contará com doze livros. Não é necessário ler na ordem, pois são personagens distintos. Será um conto por mês, até fecharmos o ciclo. São cenas carregadas de erotismo, escritas e recomendadas para maiores de dezoito anos. Deliciem-se, compartilhem e avaliem ao final, pois isso é tudo o que uma autora iniciante como eu deseja para melhor o dia. TENHAM UMA BOA LEITURA ♥ Com carinho, CAPÍTULO UM Deveria ser proibido qualquer tipo de pedido surpresa, pois assim, evitaria o constrangimento de todos os envolvidos, mas principalmente o do pedinte. Ninguém faz um pedido esperando um não, mas nem todos nascem para dizer sim. Enquanto corro pelas ruas de Nova York lembro o olhar esperançoso de Simon, mas ao sentir as lágrimas descerem pelo meu rosto, a bile sobe e as lembranças se tornam dolorosas. Eu disse não. A palavra simplesmente pulou dos meus lábios, e antes que ele pudesse dizer algo, eu corri. E estou correndo até agora, porque sou covarde demais para voltar lá e encará-lo. Minha mãe tinha razão, eu sou uma cadela sem coração que machuca os outros com extrema facilidade. Dona Mariah disse exatamente essas palavras quando me chutou pra fora de casa – há quinze anos – e eu acreditei em tudo o que ela disse até conhecer Simon em um bar. Paro de correr e escoro o corpo contra o poste de luz, sentindo meu peito doer à medida que o ar invade meus pulmões com força. Fechos os olhos e começo a andar, perdida demais para desviar das pessoas a minha volta. Nova York está fria, mas nem isso para o fluxo de pessoas, na verdade, parece que deixa todos mais agitados. Meus pés se movimentam por contra própria, não faço ideia para onde estou indo, muito menos de onde preciso chegar. Apenas sigo caminhando. — Olha por onde anda, gracinha — um homem diz ao passar por mim e esbarrar em meu ombro. Paro e o encaro por longos segundos, vendo um sorriso maldoso despontar em seus lábios, e isso faz com que eu volte para três anos atrás. “A música alta e as luzes coloridas são meus aliados. Mexo meu corpo com desenvoltura, esperando minha vítima da noite chegar. Eu gosto a forma como os homens daqui me encaram e me desejam, por isso, abuso do rebolado e passo a mão por meu vestido, deixando minhas curvas ainda mais em evidência. — Mar, vou buscar uma bebida. Adele grita e eu assinto com a cabeça. Meu olhar encontra o de Simon, o dono do bar e de maneira nada discreta, mordo o lábio e ao vê-lo engolir em seco, sorrio e fecho os olhos, deixando que a voz de Rihanna me leve ao inferno. Viro de costas, dando a ele a visão mais que privilegiada da minha bunda durinha. Passo as mãos pelos meus cabelos loiros exibindo meu pescoço branco e continuo a descer com elas por meus ombros. Mas antes que eu possa continuar meu show, eu sinto sua respiração quente bater em meu ombro desnudo e suas mãos tocam minha cintura, em um aperto gostoso, que envia uma onda de calor direto para minha boceta, que pulsa desesperada. Estou a mais de três dias sem sexo, meu corpo necessita desse contato quente e suado. Necessita de uma boca gostosa que me leve a altura e de um pau que me invada sem achar que sou a porra de uma boneca de cera que vai quebrar a qualquer momento. Eu preciso de algo quente, sujo e extremamente pecaminoso, e eu sei quem vai me dar isso. Encosto-me em seu peitoral e rebolo lentamente, sentindo sua protuberância sob a calça. Suas mãos escorregam pela minha cintura e em um movimento ágil, estou de frente para ele, exibindo um sorriso grande, que morre aos poucos ao ver de quem se trata. — James — lamento e meu ex sorri, voltando a apertar minha cintura. — Também senti sua falta, gracinha. — Você não tem o direito de me chamar assim — jogo suas mãos para longe do meu corpo. — Obrigada por estragar minha noite. Lamento e me afasto, indo de encontro com minha amiga que conversa animado com um homem moreno de olhos escuros. Adele é linda, e sabe usar sua beleza para conseguir o que quer. Essa vaca já foi para a cama com Simon, e os detalhes sórdidos que ela contou, só me fizeram desejá-lo ainda mais. — Uma água com limão, por favor. Peço ao barman e me sento na banqueta, sentindo a animação da noite ir embora. Ver James depois de tantos meses foi como água no meu fogo. O desgraçado é bonito, mas infelizmente não sabe usar o instrumento entre suas pernas. Ficamos duas vezes, e não me arrependo por isso, mas a verdade é que ele é muito melhor com a língua e com os dedos, do que usando seu pau de quase vinte e três centímetros. — Olha só quem apareceu — falo alegre, quando Simon coloca o copo com meu pedido na minha frente. — Apreciou o show? Mordo o lábio de maneira provocativa e ele apenas me devolve com um sorriso de lado. Simon Banks é muito mais que um rostinho bonito. Ele é simplesmente encantador, um verdadeiro cavalheiro no meio de várias pessoas, e segundo minha amiga, um puto de primeiro entre quatros paredes. Só de lembrar dos detalhes que Adele me contou, minha calcinha umedece e meus mamilos endurecem. — Prefiro um show particular. A voz rouca condenou ainda mais a minha peça intima. Sorvi da bebida gelada com meus olhos ainda conectados nos orbes azuis. Os cabelos loiros estavam jogados de lado, a barba clara cobre boa parte do maxilar e mandíbula, e acima dos lábios, o bigode com as pontas enroladinhas, dando um charme a mais no seu estilo viking. — A que horas quer o show? — deixo minha voz mais rouca e baixa. Apoio os braços sobre o balcão de madeira escura, o decote do meu vestido se torna ainda mais indecente e o frio da madeira, faz minha pele arrepiar, o que não passa despercebido por ele. — Agora — engulo em seco e aperto uma perna na outra, tentando acalmar a pulsação. — No meu carro. Passo a língua pelos lábios quando meus olhos caíram para seu peitoral coberto por uma camisa azul claro, visualizo uma tatuagem escura e busco na memória se Adele tinha me falado sobre ela, mas constato que não e isso me faz sorrir. Volto a colocar meus olhos nos dele, seus lábios curvam levemente para a esquerda e eu assinto, deixando uma nota sobre o balcão. Paro um pouco à frente da banqueta e puxo a saia do vestido para baixo, e olho para trás, apenas para confirmar que Simon tem os olhos fixos em mim. Confiante, me dirijo a minha amiga e aviso que arrumei em boy, Adele apenas me deseja boa sorte e volta a conversar com o barman. Meu corpo sabe o que está preste a acontecer, e está mais que pronto para tudo o que Simon estiver disposto a me dar.” Uma buzina alta me traz a realidade e quando olho para frente, vejo que estou parada em frente a porta da boate. O homem estranho com sorriso malicioso não está por perto. Não tem mais lembranças. Não tem nada além da dor e da vergonha. Vergonha por ter sido fraca e ter dito não ao único homem que estava disposto a me amar. Balanço a cabeça e novamente a buzina se fez presente, deixando meu coração mais acelerado. Olhoe encontro o carro branco parado no sinal, o vidro do lado do carona desce vagarosamente e eu visualizo minha amiga no volante. — Sobe vadia, vim te resgatar. Adele sorri e não há julgamento em seu olhar, e pela primeira vez na noite, eu desejei não ter saído aquela noite em que meu corpo se encaixou perfeitamente no corpo de Simon. Pela primeira vez, eu desejei fazer tudo diferente e por isso, caminhei apressada para o carro da minha amiga, sabendo que ela me consolaria melhor que ninguém. CAPÍTULO DOIS A noite ao lado de Adele foi longa. Acabamos com seu estoque de bebida, e na manhã seguinte nossa cabeça não aceitava nem um simples suspiro alto. Agora, três dias após nossa bebedeira, estamos sentados no saguão do aeroporto, esperando nosso voo ser anunciado. Não sei nada sobre Simon desde a fatídica noite. Meu dedo coça para fazer uma ligação, meu corpo imploro pelo seu e meu peito arde quando as lembranças de nós dois me atinge. Mas não posso fraquejar. Ele merece uma mulher inteira, e por mais que eu tente, nunca serei essa mulher. — Ei, ele está bem — tocou meu ombro e eu a encarei. — Eu o vi, ontem no mercado enquanto comprava sorvete. Engulo em seco e volto a olhar para o telão, tentando não pensar no encontro deles, pois eu sei que rolou muito mais que uma noite entre eles antes de Simon decidir que queria algo sério comigo. Ao fechar os olhos sinto a raiva dominar cada célula do meu corpo, como se estivesse ativando uma bomba. Lentamente minha mente é preenchida por imagens de Adele e Simon no banco de trás da sua caminhonete. Lembro com precisão do quanto o banco de couro é confortável e gelado, e saber que metade das mulheres de Nova York já experimentou me deixa irritada. — Amiga, — o toque em meu braço, me obriga a abrir os olhos. — Nosso voo. Vamos? — Vamos. Minha voz é um sussurro perdido no ar. Mas quando me coloco em pé, e como recarregar as baterias. Paris é tudo o que preciso para esquecer Simon e tudo o que vivemos. ** O vento frio toca minha pele como um sopro. Chegamos a poucas horas em Paris e estamos hospedadas em um hotel pequeno, com uma estadia que cabe nos nossos bolsos. Apesar de Adele vir de uma boa família, e trabalhar como veterinária, ela decidiu me acompanhar em um hotel duas estrelas, pois o meu salário de dançarina não é o dos melhores e minhas economias não somam nem um ano de trabalho árduo. Nos últimos anos não paguei aluguel, pois assim eu aceitei namorar Simon fui para seu apartamento, e a três meses dei entrada no meu próprio apartamento, depois de anos economizando. Acho que esse passo foi o que fez Simon me pedir em casamento na frente de dezenas de pessoas. Olho para os dois lados antes de atravessar a rua em direção a um bar. Preciso beber mais um pouco para que as lembranças morram afogadas, Adele disse que estou fazendo tudo errado, mas ela não entende. Ninguém nunca entende. Passei o inferno na terra até meus quinze anos, pois minha adorável mãe trocava de namorado como alguém troca de roupa, e sempre que ela aparecia com alguém novo, eu ouvia: Pare de estragar meus namoros, sua cadela sem coração. Cadela sem coração. Eu devo ser mesmo, pois dormi com todos os ex’s namorados das minhas amigas e depois jogava na cara delas. Adele é a única que ainda fala comigo, mas isso é porque ela nunca namorou sério e somos praticamente iguais, a diferença é que ela não é uma vadia sem coração como eu. — Então loira, o que vai ser? O barman pergunta assim que paro no balcão. Dou a ele um sorriso e peço uma dose de tequila, ele assente e se vira para preparar minha bebida e eu aproveito para dar uma olhada no ambiente. O tom vermelho predomina nas paredes, as luzes se movimentam em favor a uma dançarina, que sensualiza na barra de polidance. Os cabelos escuros e longos cobrem suas costas quando ela escorrega pela barra, o fio da calcinha está bem escondido entre suas nádegas. — Aqui loira — a voz do barman me faz desviar o olhar da morena. Pego o pequeno copo e viro, sentindo a garganta protestar. Ignoro o limão e o sal e peço mais uma dose, deixando que a batida da música me envolva. Mas antes que eu possa ir para a pista de dança, uma música romântica começa a tocar e involuntariamente meus olhos se fecham e minha mente vai de encontra a domingo passado, horas antes do fatídico não. “— Gostosa! — a voz rouca de Simon chega até meus ouvidos e eu termino de fechar meu batom vermelho. Olho para o espelho e o encontro encostado no batente da porta do banheiro. A barba castanha está curta, mas nada que atrapalhe na sua beleza, o bigode enroladinho na ponta ainda é sua marca registrada e confesso amar tê-la entre minhas pernas. — Estou a altura para um jantar em um dos mais renomados restaurantes de Nova York? — Você está vestida é para ser fodida — responde com a respiração curta e eu sinto minha vagina pulsar. — E quem será o sortudo que fará isso? — provo e giro o corpo, apoiando as mãos no mármore da pia. — Em Simon? — Você sabe que é meu pau que vai preencher essa bocetinha. Então meu amor, não tente me provocar. O espaço entre nós é quase inexistente. Suas mãos veem para minha cintura, em um aperto forte, quase brutal, que me faz prender a respiração por longos segundos. Seus olhos encontram os meus e um sorriso malicioso surgem em meu rosto quando suas mãos descem pelo vestido vermelho que estou usando. — Quer gozar na boca do seu homem? — concordo com a cabeça, incapaz de respondê-lo com palavras. — Então teremos que ser rápidos, mas eu prometo de prender do jeito que gosta quando voltamos para casa. Novamente assinto, e em segundos meu corpo é suspenso e minha bunda toca o mármore gelado. Observo fascinada Simon se agachar e colocar minha perna esquerda em seu ombro. Seu nariz roça por minha coxa, uma tortura lenta que me deixou mais molhada. — Simon — gemo seu nome em súplica e sua mão afasta mais minha perna. Sua barba pinica em minha pele, enviando onda e mais ondas de calor pelo meu corpo. Meus mamilos endurecem contra o tecido de seda, e meu fim é quando sua boca me toca sobre o tecido de renda. — Tão molhada — uma mordida é deixada em minha coxa, e sua barba traça caminho até meu centro. — Quer gozar, Margot? — Por favor — imploro de olhos fechados. — Abra os olhos, meu amor ou não te deixarei gozar. Rapidamente meus olhos se abrem, e eu encontro as duas esferas azuis que eu tanto adoro me olhando com determinação. Simon sorri e seus olhos ganham um brilho mais intenso. — Mantenha os olhos abertos, quero te ver gozar. Concordo mordendo o lábio, aperto a beirada do mármore e meus dedos doem. Sinto a peça ser colocada de lado e a ponta do seu dedo resvala de leve pela minha carne molhada. Seus olhos não deixam os meus, e sem que eu peça, a ponta da sua língua toca meu clitóris, causando arrepios por todo meu corpo. — Acaba logo com essa agonia. Imploro e sua risada reverbera por minha intimidade. Antes que meus dedos entrem pelos seus cabelos, sua língua passa de cima a baixa por entre meus lábios vaginais, arrancando um gemido longo, que salta sem pudor algum dos meus lábios. — Loira — mordo o lábio e arfo, sentindo minha boceta contrair. — Ei, loira! Meu corpo chacoalha e meus olhos se abrem depressa. Encontro olhos assustados sobre mim, minhas mãos estão espalmadas sobre o balcão e eu percebo que novamente, minha mente me traiu. — A senhorita está bem? — assinto um pouco envergonhada e viro a bebida, não querendo encarar o rapaz a minha frente. — Quanto deu? Questiono querendo afastar o clima estranho que se formou. Vim para Paris para esquecer, mas parece que a cada momento as memorias ficam mais fortes e mais perigosas. — Suas bebidas estão na conta daquele homem ali — aponta com o queixo, mas não me dou o trabalho de olhar. Peço mais uma dose e após vira-la, simplesmente rumo para fora do bar, odiando tudo a minha volta. Porque tudo, me faz lembra ele. O único homem que achei que amava. CAPÍTULO TRÊS Observo Adele passar uma camada generosa de máscara sobre os cílios e suspiro, jogando-me de costas na cama dura.Ainda são oito da noite, e faz dois dias que estamos em Paris. Pela manhã visitamos alguns lugares, fizemos algumas comprinhas e conversamos sobre bobagens, mas nunca tocamos no nome de Simon. Antes de ir tomar banho, recebi uma ligação dele, mas em uma atitude covarde, rejeitei. Me conheço e sei que se ele pedir de maneira sussurrada para que eu volte, eu voltarei e machucarei nós dois. Não sou digna do amor dele, e Simon não merece estar amarrado a mim, pois sei que em mais dia menos dia, irei estragar tudo. Sempre estrago. — Levanta, Margot — chuta minha perna e eu nego. — Pare de ser covarde. Precisa reagir, ficar sofrendo pelo Simon não vai trazê-lo de volta. — Quem disse que eu o quero? — A Madre Teresa — responde sarcástica e eu me sento sobre a cama. — Eu não posso estragar ainda mais a vida dele. Já o fiz perder tempo demais comigo, não é justo... — Não é justo você sofrer como uma condenada, tudo porque a merda da sua mãe disse que você não merece ser feliz. — Joga os cabelos negros para trás e suspira, irritada. — Isso é o cumulo da idiotice. — Só não acho... — Cansei de te ouvir. Levanta essa bunda gorda e vamos dançar. — Rapidamente pega um vestido azul e joga em mim. — É isso que precisamos: dançar. Sem mais escolhas, levanto e rumo para o banheiro. Adele tem razão, não adianta ficar aqui chorando. Conhecendo Simon, ele já deve ter superado e outra garota deve estar ocupando o banco de trás do seu carro, a essa altura ela já deve estar sentindo o gosto mentolado de seus lábios e suas mãos fortes, apalpando sua carne com desejo. Pensar nessa merda, faz meu estômago embrulhar e lágrimas brotam em meus olhos, como um sinal claro que tudo relacionado a Simon machuca. Afasto esses pensamentos e me enfio dentro do vestido, prendendo meu cabelo em um rabo de cavalo despojado e maquiando o suficiente para ter a atenção voltada para meus lábios e olhos. — Hoje eu finalmente te esqueço, Simon. Prometo olhando para o espelho, e dou um sorriso de lado, confiante. ** Sou puxada pela mão enquanto desviamos das pessoas que atravessam nosso caminho. A cada batida da música da diva do pop Lady Gaga, meu corpo se movimenta e antes que possamos chegar ao bar, solto da mão da minha melhor amiga e me deixo levar para o meio da pista. Inspiro profundamente antes de começar a me movimentar. Calmamente jogo a cabeça de um lado para o outro balançando de leve meu quadril, sentindo o tecido do vestido subir à medida que intensifico meus movimentos. Uma música sensual começa a tocar, não sei quem canta, mas a letra é envolvente e extremamente pornográfica. Fecho os olhos e deixo que minhas mãos percorram meu corpo, tenho a noção que outras pessoas estão dançando próximas a mim, e meu coração quase para quando abro meus olhos e encontros os olhos de Simon, me devorando como a da primeira vez. Balanço a cabeça e fecho os olhos, acreditando que é minha mente me pregando uma peça, mas ele não some quando meus olhos se abrem. — Simon?! — Dança pra mim? — a voz rouca só confirma que eu não estou sonhando. — O que faz aqui? O som a nossa volta é um mero burburinho, minha garganta arde assim como meus olhos, pois ele não me olha com julgamento como achei que faria, mas sim, com paixão. A mesma paixão que abandonei quando fugi do seu pedido. — Por quê? — Porque eu amo você e sei que também me ama. — Nego e sua mão encosta em minha bochecha. — Negar não vai amenizar o que sentimos, meu amor. — Eu disse não. — E eu estou aqui para te mostrar que não aceito ele, assim como te aceito da maneira que quiser vir para mim. Sem esperar mais, Simon me beija. Seu braço circunda minha cintura e a mão que estava em minha bochecha escorrega para meu pescoço, prendendo-me. Sua língua busca a minha com fome, e meu corpo o reconhece e o corresponde na mesma intensidade. Senhor, como senti falta desse beijo! Desse gosto de menta misturada a nicotina. Dessa pegada que me tira o ar e que me deixa mole de tesão. — Simon — gemo contra seus lábios e arranho seus braços com minhas unhas. — Estou aqui, meu amor. Inteiramente para ti — sussurra e passa a barba por meu pescoço. — Inteiramente teu, minha menina levada. — Só por uma noite — falo e ele começa a se movimentar, me levando agarrada a ele. — Uma noite em Paris e nada mais. Nossa última noite. — Se você quer assim, farei ser a melhor noite da sua vida. Minha menina levada. Gemo em antecipação e meu corpo é pressionado contra uma parede fria. Suas mãos agarram minha bunda e ele esfrega seu pau em meu ventre sem pudor algum, os bicos dos meus seios estão doloridos e minha boceta pinga de tanto desejo. — Me fode — imploro em seu ouvido. Agarro seus cabelos e puxo sua cabeça de encontra a minha, Simon impulsiona meu corpo e em segundos minhas pernas estão rodeando sua cintura. O atrito da calça jeans contra minha boceta, causa arrepios e me faz gemer manhosa contra seus lábios. — Quem é minha putinha? — a pergunta sussurrada me faz gemer ainda mais alto. — Em, Margot? Diz pro seu homem, quem é a putinha dele. — Eu. Apenas eu — seguro sua cabeça com as mãos e olho no fundo dos seus olhos. — Apenas eu, sou sua putinha. Um sorriso de lado surge em seu rosto, mas não demora muito para que seus dentes venham de encontro ao meu lábio, onde Simon morde com força. — Agora você vai ajoelhar e vai me engolir, como uma boa vadia. Ordena e me solta. Meu vestido está embolado em minha cintura, olho para todos os lados e percebo que estamos em uma área afastada da pista. Não querendo pensar muito, deixo que a adrenalina de estar em um lugar aberto domine meus movimentos. Vejo fascinada o pau de Simon saltar para fora da cueca. As veias grossas e a cabeça rosada e grande me fazem salivar de imediato. Ajoelho a sua frente e coloco as mãos para trás, seus dedos afastam os cabelos que fugiram do penteado, e então escorregam pelo meu rosto. Seu polegar desliza por meus lábios e eu deixo que minha língua o toque. — Chupa. Fecha a boca em torno do seu dedo, seus olhos azuis ganham um brilho a mais e escurecessem à medida que o sugo. Mantenho meus olhos conectados aos seus, mas de leve vejo sua outra mão acariciar seu pau. Levo minhas mãos até a base do seu pau e seu dedo deixa meus lábios, dando-me a liberdade para chupar seu pau com afinco. Deixo que minha língua deslize pela cabeça limpando a gotícula branca de gozo e com minhas mãos o masturbo. — Gostosa! — geme entredentes, me fazendo sentir mais poderosa. — Agora engole. — Pra quê ter pressa? Provoco-o e passo a língua pela base, voltando para dar atenção a glande, onde sugo e sua mão empurra minha cabeça. — Engole, Margot. Nego e ele suspira, trincando o maxilar quando brinco com a glande, esfregando a ponta da língua em sua aberturinha. — Que boca gostosa! Sorriso satisfeita com seu elogio e sugo a glande, levando-o por minha boca até o fundo da garganta, pegando Simon de surpresa, fazendo-o grunhir e fechar a mão em volta dos meus cabelos loiros, mantendo-me sufocada com seu pau por longos segundos. Coloco-o para fora e sinto meus olhos lacrimejarem. Masturbo seu pau que está bem babado por conta da minha saliva, Simon respira fundo e quando chupo uma das suas bolas, seu pau pulsa contra a palma da minha mão. Olho para cima e encontro ele de olhos fechados, apenas respirando pesado e mordendo o lábio inferior. Quando minha língua volta a tocar sua glande, seu jato quente vem com tudo, marcando- me como da primeira vez. O tempo a nossa volta parece congelar quando nossos olhares se encontram, e vagarosamente ele escorrega o polegar acima do meu lábio pegando uma gota do seu sêmen e trazendo até minha boca. — Vamos para casa, Margot. — Simon eu... — Em casa, amor. Em casa. Concordo atônita e aceito sua ajuda para ficar em pé. Simon guarda seu pau e tira sua camisa, ficando apenas de jaqueta de couro. Com delicadeza ele limpa meu rosto e ao final, beija meus lábios com ternura. Deixamos o bar após eu conversar com Adele, que apenas me mostrou os dois polegares e voltou a conversar com um casal. Simon entrelaça nossos dedos e me levapor uma rua. O vento toca meu corpo com ferocidade, mas não me incomodo, pois está me ajudando a pensar. Minha mente está confusa, pois era para Simon estar em Nova York aproveitando com uma outra qualquer, não aqui comigo, que nem digna da sua pena sou. — Por que está aqui? Não consigo controlar as palavras que saltam da minha boca fazendo com que ele pare de andar para me encarar. — Porque eu amo você Margot, e sei que acha que não é digna de ser amada por tudo o que aconteceu no passado. Mas a verdade, é que eu não me importo com seu passado. Não me importo com nada além de ter você ao meu lado. — Eu vou te machucar... — Não sou de cristal — responde dando um passo para frente, parando a centímetros de mim. — Eu sei tudo o que fez, lembra que me contou? — confirmo e olho para cima, pois ele é bons centímetros mais alto que eu. — Eu não me importo com nada, porque eu te conheço. Você me deixou te conhecer e eu quero passar muito tempo ao seu lado. — Eu... eu... — solto sua mão e dou dois passos para trás lembrando de todas as humilhações e maldições que dona Maria jogou para cima de mim. — Margot... — Eu sinto muito, mas não podemos — minha garganta arde e ele volta a se aproximar. — Eu não mereço. — Você me deu uma noite e eu vou te provar que merece muito mais. A sua fala é uma promessa carregada de verdades, e pela primeira vez eu acredito que posso ser sim, merecedora de tudo o que ele promete, por isso, aceito sua mão, pronta para o que ele tiver que me mostrar. CAPÍTULO QUATRO Seguro sua cabeça com as duas mãos e grito alto quanto Simon puxa meu clitóris com os lábios, minhas costas deixam o colchão e todos os meus dedos se contraem. Sua mão serpenteia meu corpo e alcança sem muito esforço meus seios, apertando a carne e intensificando a onda de prazer que corta meu corpo como lâmina. Não sei que horas são, mas nada disso importa, porque eu tenho o homem que amo entre minhas pernas, dando-me prazer como nenhum outro foi capaz. — Simon — balbucio fraca e ele deixa um chupão dolorido no interior da minha coxa. — Bom dia, meu amor. Não o respondo, apenas caio na cama e puxo o ar com força, sentindo meu corpo ainda tremulo pelos recentes orgasmos. Tenho trinta e um anos, e é a primeira vez que me sinto nas nuvens, com alguém ao meu lado. — Como passou a noite? A pergunta vem sussurrada e me corpo arrepia à medida que seus dedos deslizam pela minha pele branca. Simon sabe o efeito que seus dedos causam em mim, sabem melhor que ninguém como me levar ao inferno e ao céu. Simon é o homem que amo, mas não o homem com que devo ficar. — Foi interessante. — Apenas interessante? — concordo e fecho os olhos, sentindo sua respiração quente em meu seio. — Eu te fiz gozar tantas vezes e é isso que a noite foi para você? Não o respondo, mas um sorriso surge em meus lábios ao lembrar de tudo o que ele fez com meu corpo desde que nos encontramos na noite anterior. Não sei como ainda estou de olhos abertos, pois toda minha energia foi gasta enquanto explorávamos o quarto do hotel, e antes de terminarmos na cama, estávamos experimentando o banheiro, que acabou alagando por conta da nossa pequena brincadeira. — Margot?! — Hum — resmungo e no segundo seguinte, meus olhos não se abrem mais. Apenas sinto algo quente sobre ele em seguida um braço sobre minha cintura, e então assim, descanso. ** Acordar sozinha não estava nos meus planos. Mas é exatamente o que acontece, pois não consigo encontrar nenhum vestígio do meu homem, e essa constatação me faz pensar se tudo não passou de um mero sonho. Sem saber o que aconteceu, pego meu celular para ligar para Adele e meu sangue gela antes mesmo que eu desbloqueie a tela, pois há dezenas de ligações dela e uma mensagem que me faz fraquejar: “Precisei voltar para Nova York, curta suas férias. Beijos, vadia♥” Minha mente nubla e é preenchida por imagens da minha melhor amiga e do meu homem juntos no avião. Isso não deveria mexer comigo, já que fiz muito pior com as minhas outras amigas, mas por alguma razão, meu interior está trêmulo. Adele e eu somos praticamente iguais no quesito homem, mas diferente de mim, ela sempre respeito os ex´s das amigas, só que lembrar disso não ameniza o que estou sentindo. Confusa e cega pelo ciúme, disco o número de Simon, mas não obtenho resposta, faço o mesmo com Adele e a ligação vai para a caixa de mensagens. Eles não podem estar juntos, só que eu não tenho direito nenhum de ficar mal por isso. Simon disse que me amava. Ele disse, eu não posso estar louca. Mas também o que eu esperava? Que ele fosse me esperar pelo resto da vida, eu busquei por isso, deveria estar feliz por finalmente ter conseguido me afastar, o problema é que meu mundo parece cinza e essa constatação me faz chorar. Pelo amor de Deus, qual a droga do meu problema? Sem saber o que fazer, deito em posição fetal e faço o que sei fazer de melhor: chorar baixinho, implorando mentalmente para que tudo isso passe e que eu esqueça de uma vez por todas Simon. ** Voltar para Nova York sozinha foi estranho. Não tive mais contato com Adele ou com Simon, apenas sei deles por postagens no Instagram, mas é apenas isso. Achei que com o passar dos dias eu o esqueceria, mas era como se minha mente ligasse tudo a ele. Me toquei inúmeras vezes lembrando da forma como ele me tocava, e nenhum dos meus orgasmos me deixou de pernas bambas como ele fazia. Deixo as malas próximo a porta e me sinto perdida dentro do apartamento. Nada aqui parece realmente meu, mas sim de uma Margot que não existe mais. Esse apartamento foi comprado com o meu suor, cada pedacinho foi pensando para ser o meu lar, mas nada faz sentindo. Jogo-me no sofá, chuto meus saltos para longe e deixo que novas lágrimas se formem em meus olhos, pois desde que acordei sozinha naquele quarto de hotel, é tudo o que faço: chorar e me lamentar. Fechos os olhos engolindo o bolo de lembranças, mas isso só piora meu estado. Sinto-me perdida, sem uma bussola para me mostrar que caminho tomar. Quando estava com Simon, seu banco de trás era minha bussola. Se me sentia perdida, ou sufocada ele dava um jeito de me levar a algum lugar e me foder gostoso contra o banco de couro, depois me fazia falar e me ajuda a achar um norte. Simon era minha bussola e agora eu não o tenho mais. Eu deveria ir atrás dele, mas fui eu quem pediu distância, quem o afastou. Deveria ganhar o prêmio de maior trouxa da vida, pois não é possível que eu deixei o homem que amo escapar por entre meus dedos, tudo porque não me acho digna de sua presença. Tudo porque minha mãe fodeu minha vida. Tudo porque eu sou a porra de uma covarde. Caço meu celular no bolso de trás e desbloqueio a tela dando de cara com uma foto nossa, em um momento só nosso, após mais uma foda em cima da mesa. Seus lábios estão em minha bochecha e seu braço cobre meus seios, meus cabelos estão bagunçados assim como os dele, os olhos que tanto adoro estão fechados e parecemos tão felizes. — Como você pode me amar? Minha voz é um lamento sofrido, as lágrimas escorrem para minhas orelhas e um barulho chama minha atenção me fazendo sentar rapidamente. — Como você pode não se amar? A voz nada mais é que um sussurro forte e rouco, que me deixa com as pernas moles e o coração acelerado. — Simon? — engulo em seco e pisco tentando me livrar das lágrimas. — Eu... você... você me deixou sozinha, achei que não quisesse mais olhar na minha cara. Despejo tudo e vejo seu sorriso crescer. Ele gira a ponta do bigode e involuntariamente um gemido escapa dos meus lábios. Ele fica tão sexy fazendo isso, que minha boceta lateja de desejo. — Eu disse que te daria a melhor noite em Paris — dá passos calculados em minha direção. — Agora, eu quero ouvir você dizer. Seus olhos não vacilam, me prendem com força em uma teia só nossa e como um trailer, nossos momentos passam em minha mente. A garganta aperta e um soluço dolorido escapa, transformando a nossa distância em míseros centímetros. — Diga que me quer longe e eu prometo nunca mais te procurar — seu peito sobe e desce de maneira descompassada.— Apenas di... — Eu te amo — corto-o e fecho os olhos, sentindo a garganta ainda mais dolorida. — Te amo como nunca amei ninguém e acho que nunca serei capaz de amar, mas... — Mas nada Margot — seus dedos tocam minha bochecha. — Temos o mais importante: o amor e o resto vamos conquistando dia pós dia. Não precisamos nos casar, apenas vamos viver como antigamente. Apenas vamos viver juntos. — Juntos? — ele assente e encosta a testa na minha. — Juntos. Para sempre juntos, topa? — É tudo o que eu mais quero — respondo sincera e seu nariz raspa levemente no meu. — Mas você e a Ade... — Sou apenas seu, Adele apenas achou uma boa fingir que voltou para Nova York. Ela estava com você o tempo todo, e bom, eu também — coloca a mão sobre meu coração. — Desde que me vi apaixonado por você, foi só você na minha cama, no meu coração e principalmente em minha mente. Só você. Penso em suas palavras e acabo sorrindo, sentindo verdade em cada uma, porque ele também é o único em minha vida, por mais que eu tenha tentado provar o contrário. — Me ame Simon. Me ensine a melhor forma de te amar — peço quase implorando e meu homem sorri, enlaçando minha cintura com o braço. — Com prazer. Tive que ter uma Noite em Paris para descobrir que minha vida está em Nova York, e quer saber, não me arrependo de nada. EPÍLOGO SIMON Margot segura com força meus cabelos e esfrega sua boceta sem pudor algum em meus lábios. E cara, eu amo isso nela. A forma como domina a situação, como me faz querer mais e mais. Essa é Margot em seu estado mais gostoso de ser. Sua respiração acelerada, seus seios marcados pela minha boca e os bicos rígidos, resultados das inúmeras caricias que fiz até chegarmos aqui, em nossa cama. Sugo com força seu nervo e seu grito reverbera pelo quarto, deixando meu pau ainda mais duro, louco para entrar em sua fenda quente e fazê-la delirar. Retiro suas mãos de meus cabelos e as prendo contra o colchão, acelerando meus movimentos com a língua a deixando perto do abismo. Minha mulher é tão fascinante gozando que eu me sinto o cara mais sortudo da face da terra. — Simon, pelo amor de Dessss... Suas palavras se perdem no ar no instante que meu dedo a penetra, vagarosamente é acolhido pelo calor da sua boceta rosada. Suas costas arqueiam e seu gemido se tornam baixo, quase inaudível. Solto sua outra mão e afasto mais suas pernas, enfiando ainda mais o rosto em sua intimidade. Seu gosto, agridoce, é o melhor que já provei e a cada nova prova, mais viciado me torno. Giro meu dedo em seu canal e ao olhar para cima vejo-a apertando os mamilos. — Se você parar — murmura ofegante e insiro um segundo dedo. Seu canal os aperta, me fazendo gemer contra sua carne molhada. Margot repete o aperto, me maltratando e mostrando que seu orgasmo está a segundos de chegar. Pincelo a língua em seu nervo pulsante, seu corpo dá um pego salto e eu sinto sua pele arrepiar, fecho a boca em seu clitóris e movimento com agilidade meus dedos, que por conta da sua umidade deslizam com facilidade. Margot fecha as pernas em meu pescoço e tensiona o corpo quando o orgasmo chega. Seus fluidos melam meus dedos e seu clitóris pulsa contra a ponta da minha língua. Sugo com precisão sendo presenteado com seu gemido longo. Seu corpo relaxa e com lentidão retiro meus dedos dentro do seu canal, aproveito e deixo uma mordida no interior da sua coxa e subo o corpo, cobrindo-a com o meu. — Abre a boca — ordeno e ela como uma boa vadia, o faz. — Sinta como você é gostosa. Lambuzo seus lábios com seus fluidos antes de colocar meus dedos em sua boca. Margot abre os olhos e me encara com intensidade, suas pupilas estão dilatadas e o som que deixa seus lábios me faz trincar o maxilar. — Gostosa — murmuro hipnotizado. — Agora você vai ficar de quatro e me dar esse rabo gostoso, certo? Confirma com a cabeça e meus dedos deslizam para fora dos seus lábios, escorregando pelo seu pescoço indo para sua nuca. Fecho minha mão e puxo sua cabeça, tomando sua boca em um beijo quente e sem nenhum pingo de pudor esfrego meu cacete em sua fenda. Suas unhas marcam minha pele, descendo até minha bunda e antes que eu percebo, tenho sua mão segurando minha ereção e pronta para engoli-la com sua boceta quente. — Mar... — Sua putinha quer leitinho na boceta — esfrega a glande em seu nervo e morde o lábio inferior com força. — Fode a minha boceta, depois você come meu rabo com força. As palavras sujas são o suficiente para mudar todos os meus planos. Não digo nada a ela, apenas passeio com a barba por seu pescoço, fazendo-a suspirar, sua mão direita continua agarrada em minha ereção, o bico dos seus seios se esfrega em meu peito e ao colocar minha boca em seu pescoço, sinto sua pulsação acelerada. — Hoje tudo para a minha putinha — mordisco sua orelha e ela posiciona a cabeça do meu pau em sua entrada. — Então me come com força. Me marca — nossos olhos se encontram. — Marca sua mulher. Não preciso que ela peça duas vezes e empurro para dentro, sentindo as paredes internas se alargarem para me receber da melhor maneira. Porra, sem sombra de dúvidas aqui é meu melhor lugar. ** Observo minha mulher correr pela praia e não canso de admirá-la, os anos a fizeram bem. Estamos nas Maldivas, completando dez anos juntos, apesar dos altos e baixos do dia a dia de um casal, somos felizes e o amor apenas cresceu. Claro que ainda há momentos que ela se isola e quer correr para longe, e eu respeito seu espaço assim como ela respeita o meu, e depois que vendi meu bar, temos passado mais tempo juntos, pois ela se descobriu em uma nova profissão: decoradora. Hoje eu sou dono de um estúdio de tatuagens e Margot tem seu escritório no prédio acima, o que facilita muito a nossa vida, principalmente agora que ela está mais fogosa que o normal. Meu Deus, como eu amo vê-la grávida. Confesso que as vezes eu tento me imaginar sem ela e percebo que minha vida seria sem graça, pois é ela o meu colorido. Sempre a desejei e quando finalmente consegui levá-la para o banco detrás do meu carro, me coração acelero e eu quis dar o meu melhor para tê-la mais uma vez. Naquela noite eu não percebi que ela havia roubado meu coração, e só percebi realmente que era ela a mulher da minha vida quando recebi seu sonoro não e me vi atrás dela em outro país: Paris. Agora sou um homem realizado, com uma linda mulher ao meu lado, um estúdio de tatuagens que cresce cada dia mais, bons amigos e uma filha a caminho. Finalmente entendi que a noite em Paris foi necessária para que todas as outras coisas se encaixassem. — A água está uma delícia — saio dos meus devaneios com Margot parada a minha frente. — Não quer entrar? — Você sabe, o show daqui é delicioso também. — Simon — murmura e eu sei que ela vai me pedir algo sujo, pois ela só me chama de Simon quando quer algo. — O que minha amada esposa deseja? Porra, eu amo que ela finalmente aceitou ser minha esposa e não me canso de dizer essa palavra: ESPOSA. MINHA ESPOSA. Só minha! — Você me comendo com força dentro da água — joga os braços sobre meus ombros. — Não vai deixar sua esposa gravida passando vontade, ou vai? — Nunca — respondo com convicção e ela sorri largo. Porra, como eu amo esse sorriso. Como eu amo essa mulher. Sem dizer mais nada, Margot fica na pontas dos pés e gruda nossos lábios, em seguida gira o corpo e começa a caminhar sensualmente para a água. O biquini vermelho está enfiado na sua bunda e apenas essa visão é necessária para me fazer suspirar. Ela para e joga os cabelos para trás antes de finalmente me olha. — Não vem meu amor? — Estou indo — respondo retirando minha camisa e vou atrás dela. Eu sempre vou, porque eu sei que ela estará lá me esperando. Eu vou porque nos amamos e isso é o bastante para me fazer viver intensamente cada momento. Eu vou porque não há lugar nenhum que eu não deseje estar se não com ela. FIM AGRADECIMENTO Obrigada pela sua leitura, você acabou de ler minha primeira obra e espero do fundo do meu coração que tenha gostado de conhecer a história da Margot e do Simon. Espero te ver nas minhas próximasobras. Um beijão e se cuide♥ E por favor, deixe sua avaliação, Simon manda beijinhos em agradecimento ������ PARA MAIS INFORMAÇÕES, DÚVIDAS OU SIMPLESMENTE PARA BATER UM PAPO ME CHAME NO DIRECT: R.Cherryescritora https://www.instagram.com/r.cherryescritora/?utm_medium=copy_link SINOPSE Nota da autora CAPÍTULO UM CAPÍTULO DOIS CAPÍTULO TRÊS CAPÍTULO QUATRO EPÍLOGO AGRADECIMENTO