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RELATÓRIO DE AULAS PRÁTICAS - EaD
	
AULA ____
	
	
	DATA:
______/______/______
VERSÃO:01
RELATÓRIO DE AULAS PRÁTICAS: ANATOMIA APLICADA A ENFERMAGEM –
 AULA 1
DADOS DO(A) ALUNO(A):
	NOME: Rosiane Pereira da Silva
	MATRÍCULA:01508681
	CURSO: ENFEERMAGEM
	POLO:CAMPO VERDE-MT
	PROFESSOR(A) ORIENTADOR(A): Luciano de Albuquerque Mello/ Bruna de Arruda Marinho
				TEMA DE AULA: SISTEMA NERVOSO 
RELATÓRIO:
1. Descrever a anamnese e exame físico neurológico.
 R: Na anamnese neurológica, facilita organizar os questionamentos em um sentido craniocaudal, fazendo perguntas objetivas e com palavras de fácil compreensão. Recorde que o paciente não teve acesso ao familiarizado livro Porto, então facilite a compreensão do que está sendo perguntado, para isso você pode usar mão de analogias. 	
ANAMNESE – ouvir atentamente ao paciente e às suas queixas! Quem é o paciente? Identificação, idade, sexo, raça, ascendência, profissão, contatos ambientais, procedência, etc. Época em que iniciaram os sintomas 1 semana; 6 meses; 2 anos. Modo de início e evolução cronológica agudo (minutos, horas, de “um dia para outro”) – doença vascular, causas infecciosas (meningite bacteriana, p. ex.) subagudo (dias ou 1 sem.) – doença inflamatória ou tóxica impreciso, de evolução gradual e progressiva: simétrica – doença degenerativa assimétrica – doença expansiva em surtos, com períodos de melhora e piora – Esclerose Múltipla acessos paroxísticos, de curta duração, com intervalos longos de normalidade, e que se repetem periodicamente. – Epilepsia relação causa-efeito – traumas crânio-encefálicos e raquimedulares. Considerando seu estado atual, e considerando a data do início da doença, você está piorando, melhorando ou continua igual?
2. Apontar os principais sinais de um TCE. 
R: O Traumatismo craniano grave tem urgência e o desfecho depende da gravidade e da agilidade no socorro, daí a importância de um Centro de Trauma.
O neurologista ou o neurocirurgião avalia os exames como tomografia e ressonância magnética a fim de definir a extensão dos ferimentos e, a depender da complexidade do quadro, é necessário o envolvimento de outras especialidades como cirurgia do trauma, intensivista, emergencista e radiologista.", explica. 
Enquanto as lesões de maior complexidade exigem cirurgia para controle de sangramento, internação em UTI e até mesmo indução de coma para reduzir a atividade cerebral e acelerar a recuperação, casos mais simples podem ser resolvidos com sutura, analgésicos e repouso. ​
Alguns dos principais sinais dos traumatismos cranianos são:
 Alteração no nível de consciência.
Falas desconexas.
Esquecimentos.
Perda da orientação temporal.
Náusea.
Vômito.
Ferimentos extensos.
Sangue saindo pelo nariz ou pelas orelhas.
3.Descrever a escala de coma de Glasgow e Ramsay e sua aplicabilidade
 R: Escala de Coma de Glasgow (ECG: Provavelmente a mais famosa entre os acadêmicos, porque a aprendemos logo nas primeiras aulas de semiologia. É uma escala focada em déficits: geralmente, partimos da pontuação máxima (15) e retiramos pontos de acordo com os déficits que observamos no paciente. 
Escala de Coma de Glasgow (ECG), publicada pela primeira vez em 1974, até hoje é usada como medida clínica objetiva da gravidade da lesão cerebral em pacientes, incluindo os politraumatizados. A Décima Edição do Advanced Trauma Life Suport (ATLS 10), trouxe mudanças no uso da escala.
Como é a escala de coma de Glasgow atualizada?
1.Ocular:
2.(4) Espontânea: abre os olhos sem a necessidade de estímulo externo.
3.(3) Ao som: abre os olhos quando é chamado.
4.(2) À pressão: paciente abre os olhos após pressão na extremidade dos dedos (aumentando progressivamente a intensidade por 10 segundos).
Escala de Ramsay
Escala de Sedação Ramsay: A sedação faz parte integral da rotina das unidades de terapia intensiva (UTI) por reduzir o desconforto e a ansiedade associados a este ambiente. Ela diminui a resposta ao estresse e a ansiedade, promove amnésia de eventos desagradáveis, aumenta a tolerância ao suporte ventilatório e facilita os cuidados de enfermagem.
1.Grau 1: paciente ansioso, agitado;
2.Grau 2: cooperativo, orientado, tranquilo;
3.Grau 3: sonolento, atendendo aos comandos;
4.Grau 4: dormindo, responde rapidamente ao estímulo glabelar ou ao estímulo sonoro vigoroso;
5.Grau 5: dormindo, responde lentamente ao estímulo glabelar ou ao estímulo sonoro vigoroso;
4.Descrever os casos de monitoramento da PIC e seus parâmetros ideais.
R: A monitorização da pressão intracraniana (PIC) vida estabelecer os níveis de pressão e também oriente e racionaliza o emprego das medidas terapêuticas, além de avaliar sua eficácia ao longo do tratamento.
A pressão intracraniana é exercida pelo volume combinado dos três componentes intracranianos:
Componente parenquimatoso: constituído pelas estruturas encefálicas (tecido encefálico)
Componente liquórico: constituído pelo liquido cefalorraquidiano (LCR) das cavidades ventriculares e do espaço subaracnóide (liquido cerebroespinhal)
Componente vascular: caracterizado pelo sangue circulante.
Indicações para medida da PIC
Aumento do volume do encéfalo: edema cerebral, traumatismo, cirurgia, acidente vascular cerebral, tumor
Aumento do volume de sangue: hematoma, malformação arteriovenosa 
(MAV), aneurisma, acidente vascular cerebral
Aumento do volume de LCR: diminuição da reabsorção de LCR, hidrocefalia congênita
Lesões: tumores e abscessos
Glasgow inferior a 9 com tomografia computadorizada (TC) de crânio anormal
Glasgow inferior a 9, com TC de crânio normal, porém com dois ou mais fatores associados como: idade superior a 40 anos, pressão arterial sistólica inferior a 90mmHg e postura anormal (decorticação ou descerebração) uni ou bilateralmente.
Parâmetros ideais de PIC: O valornormal da PICé de até 15 mmHg, e, de maneira geral, as medidas terapêuticas são iniciadas quando a pressão ultrapassa 15-20 mmHg. Valores entre 20 a 40 mmHg são considerados moderadamente elevados, e acima de 40 mmHg, gravemente eleva- dos
			TEMA DE AULA: SISTEMA TEGUMENTAR 
RELATÓRIO:
1. Identificar os cuidados de enfermagem com o sistema tegumentar do paciente.
R: Seja em ambiente hospitalar ou na residência do paciente, medidas preventivas podem reduzir em até 50% os riscos de as lesões progredirem causando complicações sérias, como infecções.
Prevenção e cuidados
Manter o colchão piramidal sobre o colchão de cama do paciente;
Mudar a posição do paciente acamado a cada 2 horas;
Elevar os calcanhares colocando-se travesseiros macios embaixo do tornozelo;
Uma vez ao dia, posicionar o paciente sentado em poltronas macias, ou revestidas com colchão piramidal;
2.Descrever a escala de Braden e sua aplicabilidade.
 R: A escala de Bradenanalisa seis fatores principais no paciente: percepção sensorial, umidade, atividade, mobilidade, nutrição e, por último, a fricção e cisalhamento. Cada uma dessas características é testada e pontuada de 1 a 4, sendo maior quanto mais positivo for o estado do paciente. Sendo assim, conclui-se que a aplicabilidade da Escala de Braden é de grande importância para a prevenção de lesões por pressão, pois permite ao enfermeiro uma avaliação minuciosa sobre o grau de risco que o paciente apresenta para desenvolver LPP.
3.Definir lesão por pressão e classifica-las.
 R: Saiba reconhecer as características da lesão por pressão
1.Lesão por Pressão Estágio 1: Pele íntegra com eritema que não embranquece. ...
2.Lesão por Pressão Estágio 2: Perda da pele em sua espessura parcial com exposição da derme.
3.Lesão por Pressão Estágio 3: Perda da pele em sua espessura total
				TEMA DE AULA: SISTEMA CARDIOVASCULAR 
RELATÓRIO:
1. Descrever a circulação pulmonar e sistêmica.
 R: Na circulação sistêmica, o sangue segue para o corpo e retorna ao coração. Já na pulmonar, o sangue segue em direção ao pulmão e retorna ao coração.
Na circulação pulmonar, o sangue é levado do coração até o pulmão e, posteriormente, volta ao coração.
2. Identificaras indicações para realização do ECG.
R: As indicações mais comuns para o ECG são as arritmias, os defeitos cardíacos congénitos, problemas nas válvulas cardíacas, doença coronária, enfarte agudo do miocárdio em curso ou antigo.
3. Descrever a técnica para realização de um ECG.
R: O paciente deve estar deitado e os eletrodos são posicionados no peito, nos punhos e nos tornozelos. Os equipamentos colocados no peito devem estar nas posições de V1 a V6, formando o plano horizontal para o registro da atividade elétrica do coração. O dura de 5 a 15 minutos para ser concluído.
4. Identificar os possíveis achados no ECG.
 R: Resultados do eletrocardiograma
Frequência cardíaca entre 60 e 100 batimentos por minuto.
Onda P presente, indicando ritmo sinusal. ...
Intervalo PR tem duração entre entre 0,12 e 0,20 segundos.
Complexo QRS tem duração entre 0,06 e 0,10 segundos.
Eixo elétrico normal situa-se entre -30º e +90º.
5.Descrever as indicações para aferição da PVC e seus objetivos.
R: As indicações principais são: choque de qualquer etiologia, desconforto respiratório grave, insuficiência renal aguda, sepse grave, cirurgia cardíaca, cirurgia torácica, transplante cardíaco, hepático e renal e outras cirurgias de grande porte, síndrome nefrótica, desidratação grave, insuficiência hepática e grande queimado.
 Em termos fisiológicos, a mensuração da PVCé um método acurado da estimação da pressão de enchimento do ventrículo direito, de grande relevância na interpretação de sua função. É reforçado que o principal propósito de mensurar a PVCé estimar a pressão diastólica final do ventrículo direito.
Referências 
https://repositorio.ufrn.br/bitstream/123456789/14701/1/FabianeRB_DISSERT.pdf
https://www.sanarmed.com/a-anamnese-neurologica-colunistas
https://multisaude.com.br/artigos/o-uso-das-escalas-de-glasgow-ramsay-e-richmond/

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