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NOME: DAYANE AMARAL DE MORAES LADEIRA. TURMA: A311. TURNO: TARDE. CURSO: TÉCNICO DE ENFERMAGEM. · LAVAGEM DAS MÃOS · Retirar anéis, pulseiras e relógio. · Abrir a torneira e molhar as mãos sem encostar-se à pia. · Colocar nas mãos sabão de preferência líquido e hipoalergênico. · Ensaboar as mãos friccionando-as por aproximadamente 15 segundos. · Friccionar a palma, o dorso das mãos com movimentos circulares, espaços interdigitais, articulações, polegar e extremidades dos dedos (o uso de escovas deverá ser feito com atenção). · Os antebraços devem ser lavados cuidadosamente, também por 15 segundos. · Enxaguar as mãos e antebraços em água corrente abundante, retirando totalmente o resíduo do sabão. · Enxugar as mãos com papel toalha. · Fechar a torneira acionando o pedal, com o cotovelo ou utilizar o papel toalha; Nunca use as mãos. · ESCOVAÇÃO 1. Abrir a torneira, molhar as mãos, antebraços e cotovelos. 2. Recolher, com as mãos em concha, o antisséptico e espalhar nas mãos, antebraços e cotovelos, esfregar com movimentos circulares, realizar este processo a partir das mãos até aos antebraços. No caso de escova impregnada com antisséptico, pressione a parte da esponja contra a pele e espalhe por todas as partes. 3. Escovar as unhas com uma escova estéril durante 2 minutos e 30 segundos. Enxaguar abundantemente. 4. Friccionar as mãos observando espaços interdigitais e antebraço por no mínimo 3 a 5 minutos, mantendo as mãos acima dos cotovelos. 5. Enxaguar as mãos em água corrente, no sentido das mãos para cotovelos, retirando todo resíduo do produto. Fechar a torneira com o cotovelo, se a torneira não possuir foto sensor. 6. Enxugar as mãos em toalhas, ou compressas estéreis, com movimentos compressivos iniciando pelas mãos e seguindo pelos antebraços e cotovelos, atentando para utilizar as diferentes dobras das toalhas/compressas para região distintas. · CALÇAR LUVAS 1º passo: Reúna o material necessário, escolhendo o tamanho da luva de acordo com o tamanho da sua mão. Geralmente os tamanhos vão de 6 a 9; 2º passo: Lave as mãos antes de iniciar este procedimento (isso evitará que as sujidades da sua mão passem para o látex e, em caso de ruptura da luva, possa contaminar o procedimento); 3º passo: Verifique as condições do envelope, data de validade, se há perfurações ou se a embalagem está rompida. Nesses casos, descarte a embalagem e avise ao superior imediato e a comissão de controle de infecção hospitalar da sua unidade. Identifique o ponto de abertura do pacote; 4º passo: Abra o pacote e despeje o pacote interno em superfície, de preferência em campo estéril ou superfície limpa. Lembre-se que o pacote interno é estéril, se colocá-lo sob superfície limpa, passe a considerar apenas que a parte interna estará estéril. 5º passo: Abra e posicione o pacote interno de acordo com instruções da embalagem. O pacote interno é composto pelas duas luvas dobradas, uma para cada mão. É importante calçar a luva correta para cada mão, uma vez que isso evitará a contaminação da parte externa da luva. 6º passo: inicie a abertura do pacote pegando pelas pontas, na parte mais externa, sem contato com as luvas. 7º passo: observe que os punhos estão dobrados. Junte os dedos da mão não dominante e com a outra mão, calce a luva delicadamente e com calma, sempre segure na parte externa da dobra do punho. 8º passo: Para calçar a segunda mão, faça o seguinte: com a mão enluvada, coloque dois dedos na parte interna da dobra, expondo sua abertura e facilitando a entrada da outra mão, ajuste os punhos e os dedos. · RETIRADA DE LUVA 1º passo: Para descartar as luvas, puxe com os dedos, a partir do punho. Faça o procedimento com a mão dominante primeiro, de forma a envolver as duas luvas em apenas uma. Evite tocar a parte externa, que entrou em contato com o paciente, com a pele. 2º passo: Puxe a luva da mão dominante, de modo a mantê-la na palma da outra mão enluvada. 3º passo: proceda a retirada da luva da outra mão, com a inserção de dois dedos (o indicador e o dedo médio) por debaixo da dobra do punho, evitando o contato com a parte externa. Envolva a luva que está na palma da mão com a segunda que você irá retirar. 4º passo: descarte o material em lixo apropriado. · Vias administração Medicamentos, via oral. · Higienizar as mãos. · Reunir a medicação conferindo a regra dos 5 Certos: medicamento certo, dose certa, paciente certo, via certa e hora certa. · Identificar o medicamento. · Colocar o medicamento no copo descartável sem retirar do invólucro. · Orientar o paciente sobre a administração do medicamento. · Higienizar as mãos. · Preparar o medicamento, se possível, na frente do paciente ou de seu acompanhante. · Deixar o paciente confortável, com a cabeceira elevada. · Oferecer o medicamento ao paciente, retirando-o do invólucro, com copo com água para deglutição. Caso não seja possível, auxiliar o paciente, colocando o medicamento na cavidade oral. · Observar e certificar-se de que o paciente deglutiu o medicamento. Oferecer mais líquido, se necessário. · Deixar o paciente confortável. · Desprezar o material e manter a unidade em ordem. · Higienizar as mãos. · Checar o procedimento em prescrição médica conforme rotina da instituição. · Observar continuamente alterações orgânicas que possam estar relacionadas ao medicamento administrado. · Vias administração Medicamentos, via sublingual. · Higienizar as mãos. · Reunir a medicação seguindo a regra dos 5 Certos: medicamento certo, dose certa, paciente certo, via certa e hora certa. · Identificar o medicamento. · Colocar o medicamento no copo descartável sem retirar do invólucro. · Calçar as luvas. · Orientar o paciente sobre a administração do medicamento. · Preparar o medicamento, se possível, na frente do paciente ou do seu acompanhante. · Deixar o paciente confortável, com a cabeceira elevada. · Orientar o paciente para elevar a língua; administrar o medicamento sob a língua do paciente, não oferecendo líquidos que auxiliem na deglutição. · Observar e certificar-se de que o paciente não deglutiu o medicamento. · Deixar o paciente confortável. · Desprezar o material e manter a unidade em ordem. · Higienizar as mãos. · Checar o procedimento em prescrição médica conforme rotina da instituição. · Observar continuamente alterações orgânicas que possam estar relacionadas ao medicamento administrado. · Vias administração Medicamentos, via ocular. · Reunir a medicação seguindo a regra dos 5 Certos: medicamento certo, dose certa, paciente certo, via certa e hora certa. · Lavar as mãos. · Calçar luvas de procedimentos em caso de conjuntivite. · Orientar o paciente sobre a administração do medicamento. · Preparar o medicamento, se necessário, na frente do paciente ou de seu acompanhante. · Puxar delicadamente a pálpebra inferior para baixo utilizando o dedo indicador. · Pingar o colírio sem encostar o aplicador no olho. · Fechar o olho devagar. · Com o olho do paciente fechado, fazer ligeira pressão no canto do olho próximo ao nariz. Essa pressão evitará que o colírio escorra para os canais de comunicação do olho, como nariz e garganta, o que poderia aumentar o surgimento de efeitos colaterais. · Remover possíveis resíduos do medicamento com auxílio de lenço de papel. · Deixar o paciente confortável. · Desprezar o material. · Lavar as mãos. · Fazer anotação no prontuário conforme rotina da instituição. · Observar continuamente alterações orgânicas que possam estar relacionadas ao fármaco administrado · Vias administração Medicamentos, via nasal. · Separar a medicação seguindo os 5 Certos: medicamento cer- to, dose certa, paciente certo, via certa e hora certa. · Lavar as mãos. · Orientar o paciente. · Posicionar o paciente com a cabeça para traz, fazendo hiperextensão do pescoço. · Instilar a medicação em uma narinade cada vez. · Solicitar que o paciente aguarde nessa posição aproximadamente um minuto. · Deixar o paciente confortável. · Lavar as mãos. · Anotar no prontuário. · Observar continuamente alterações orgânicas que possam estar relacionadas ao fármaco administrado. · Vias administração Medicamentos, via intramuscular. 1. Verifique a prescrição médica e identifique o paciente; 2. Apresente-se ao paciente e explique o procedimento; 3. Cheque o nome do paciente, se o medicamento está correto, se a dose esta correta, se o horário está correto e se a via está correta; 4. Sempre pergunte sobre alergias relacionadas ao medicamentos ou a substâncias similares; 5. Avalie e quantidade de medicamento e o local de administração bem como a agulha indicada para cada fármaco e pessoa; 6. Verifique se a ampola do medicamento está em perfeito estado, inclusive se o medicamento está na validade; 7. Faça higienização adequada das mãos; 8. Calce a luva de procedimento; 9. Selecione a região de aplicação; 10. Instrua o paciente para o exato posicionamento; 11. Localize novamente a região de aplicação; 12. Passe o chumaço de algodão do centro para as bordas de 5 a 10 cm. 13. Segure a bola de algodão entre o terceiro e quarto dedos da mão dominante, 14. Retire a capa da agulha, sempre puxando em linha reta na direção contrária; 15. Segure a seringa em forma de caneta entre o polegar e o indicador , sempre com a mão dominante; 16. Posicione a mão não dominante abaixo do local que será administrado o medicamento; 17. Puxe a pele para baixo ou para ou de forma lateral com o lado ulnar da mão, mantendo-o dessa forma até o que a agulha seja totalmente introduzida; 18. Introduza a agulha no ângulo de 90º com a mão dominante; 19. Puxar o êmbolo de volta para identificar possível erro de aplicação com o retorno de sangue; 20. Injetar o medicamento de maneira lenta; 21. A agulha deve permanecer por 10 segundos para permitir que o medicamento seja disperso de maneira correta; 22. Retire a agulha e solte a pele, o quê criará um caminho em ziguezague promovendo um tampão que ocluirá o local e não irá permitir que reflua a substância, o que poderia provocar irritação. 23. Retire a agulha e rapidamente aplique a bola de algodão ou gaze no local da aplicação; 24. Faça uma pequena pressão, mas não massageie a região; 25. Descarte o material utilizado no local correto; 26. Descarte a agulha sempre desencapada no local de materiais cortantes e perfurantes; 27. Retire a luva e realize a higiene das mãos; 28. Registre o procedimento e possíveis efeitos adversos; 29. Oriente o paciente sobre os possíveis efeitos do fármaco; 30. Oriente o paciente a utilizar compressa de água fria no local em caso de dor; 31. Medicamentos para dor devem ser indicados pelo médico; 32. Outras considerações podem ser realizadas de acordo com a subjetividade do procedimento e com o medicamento realizado. · Vias administração Medicamentos, via intradérmica. · Reunir a medicação seguindo a regra dos 5 Certos: medica- mento certo, dose certa, paciente certo, via certa e hora certa. · Separar o material necessário. · Lavar as mãos. · Preparar o medicamento. · Orientar o paciente e higienizar as mãos. · Escolher o local de acesso, normalmente membros superiores (MMSS), na face interior. · Fazer antissepsia com álcool a 70%. · Introduzir a agulha com bisel para cima, em ângulo de 15º. · Introduzir a medicação até que uma pápula seja formada. · Retirar a agulha e não massagear. · Deixar o paciente confortável. · Desprezar o material. · Lavar as mãos. · Anotar no prontuário. · Vias administração Medicamentos, via subcutânea. 1. Juntar o material necessário: seringa com o remédio, algodão/compressa e álcool; 2. Lavar as mãos antes de aplicar a injeção; 3. Passar o algodão com álcool na pele, para desinfectar o local da injeção; 4. Fazer uma prega na pele, segurando com o polegar e o indicador da mão não dominante; 5. Inserir a agulha na prega de pele (idealmente em um ângulo de 90º) num movimento rápido, com a mão dominante, enquanto se mantém a prega; 6. Carregar no êmbolo da seringa lentamente, até que todo o remédio seja administrado; 7. Retirar a agulha num movimento rápido, desfazer a prega e aplicar ligeira pressão no local com o algodão umedecido com álcool, por alguns minutos; 8. Colocar a seringa e a agulha usadas em um recipiente seguro, feito de material duro e que não fique ao alcance de crianças. Nunca se deve tentar tampar novamente a seringa. · Vias administração Medicamentos, via intravenosa. · Junte o material necessário que será usado. · Seguindo a regra dos 5 Certos: medica- mento certo, dose certa, paciente certo, via certa e hora certa. · Explique o procedimento ao paciente · Lavar as mãos · Prepare a medicação · Conecte a seringa com a medição no dispositivo venoso do paciente. · Insira toda medicação preparada. · Posteriormente realize a salinização do acesso através da infusão com 8 ml sorofisiologico. · Hemotransfusão · Cumprir a prescrição efetuada pelo enfermeiro. · Aferir sinais vitais pré, intra e pós – procedimento transfusional. · Observar e comunicar ao enfermeiro qualquer intercorrência que ocorra. · Monitorar, rigorosamente, o gotejamento do sangue ou do hemoderivado. · Proceder ao registro das ações efetuadas no prontuário do paciente de forma clara, precisa e pontual. · Participar de treinamentos e programas de educação permanente. · Essas foram as descrições das competências da equipe de enfermagem na resolução do COFEN. · Pré-procedimento · Sempre que possível, garantir a assinatura do Termo de Consentimento pelo paciente ou familiar/responsável. · Verificar a permeabilidade da punção, o calibre do cateter, a presença de infiltração e os sinais de infecção para garantir a disponibilidade do acesso. · Confirmar obrigatoriamente a identificação do receptor, do rótulo da bolsa, dos dados da etiqueta de liberação, a validade do produto, a realização de inspeção visual da bolsa (cor e integridade) e a temperatura por meio de dupla checagem (Enfermeiro e Técnico de Enfermagem) para segurança do receptor. · Garantir que os sinais vitais sejam aferidos e registrados para analisá-los. · Garantir acesso venoso adequado, exclusivo, e equipo com filtro sanguíneo. · Prescrever os cuidados de enfermagem relacionados ao procedimento. · Intraprocedimento · Confirmar, novamente, a identificação do receptor, confrontando com a identificação na pulseira e o rótulo do insumo a ser infundido. · Verificar duas vezes o rótulo da bolsa de sangue ou hemoderivado para se assegurar de que o grupo e o tipo Rh estão de acordo com o registro de compatibilidade · Verificar se o número e o tipo – indicados no rótulo do sangue, ou do hemoderivado, e no prontuário do paciente – estão corretos, confirmando-se, mais uma vez e em voz alta, o nome completo do paciente. · Verificar o conteúdo da bolsa quanto a bolhas de ar e qualquer alteração no aspecto e na cor do sangue ou do hemoderivado (as bolhas de ar podem indicar crescimento bacteriano; a coloração anormal ou a turvação podem ser sinais de hemólise). · Assegurar que a transfusão seja iniciada nos 30 minutos após a remoção da bolsa do refrigerador do banco de sangue. · A transfusão deve ser monitorada durante todo seu transcurso, e o tempo máximo de infusão não deve ultrapassar 4 (quatro) horas. · Durante os 10 (dez) primeiros minutos da transfusão, o profissional que a instalou deve permanecer à beira do leito do paciente, acompanhando o procedimento. · Nos primeiros 15 (quinze) minutos, deve-se infundir o insumo lentamente, sem ultrapassar a 5 ml/min. · Observar, rigorosamente, o paciente quanto aos efeitos adversos da transfusão e, na negativa, aumentar a velocidade do fluxo. · Garantir o monitoramento dos sinais vitais em intervalos regulares, comparando-os. · Deve-se interromper a transfusão imediatamente e comunicar ao médico caso haja qualquer sinal de reação adversa, tais como: inquietação, urticária,náuseas, vômitos, dor nas costas ou no tronco, falta de ar, hematúria, febre ou calafrios. · Nos casos de intercorrência com interrupção da infusão, encaminhar a bolsa para análise. · Recomenda-se a prescrição da troca do equipo de sangue a cada duas unidades transfundidas, a fim de minimizar riscos de contaminação bacteriana. · Pós-procedimento: · Garantir que os sinais vitais sejam aferidos e compará-los com as medições de referência. · Descartar adequadamente o material utilizado e assegurar que todos os procedimentos técnicos, administrativos, de limpeza, desinfecção e gerenciamento de resíduos sejam executados em conformidade com os preceitos legais e os critérios técnicos cientificamente comprovados, os quais devem estar descritos em procedimentos operacionais padrão (POP) e documentados nos registros dos respectivos setores de atividades. · Todas as atividades desenvolvidas pelo serviço de hemoterapia devem ser registradas e documentadas de forma a garantir a rastreabilidade dos processos e dos produtos, desde a obtenção até o destino final, incluindo-se a identificação do profissional que realizou o procedimento. Deve-se constar obrigatoriamente: · Data; · Horário de início e término; · Sinais vitais no início e no término; · Origem e identificação das bolsas dos hemocomponentes transfundidos; · Identificação do profissional que a realizou; e · Registro de reações adversas, quando for o caso. · Monitorar o paciente quanto à resposta e à eficácia do procedimento. · COLETA DE PREVENTIVO · Lavar as mãos antes e após o atendimento; · Receber a cliente cordialmente; · Perguntar se atende às exigências para a realização do exame; · Realizar o preenchimento do formulário de exame citopatológico; · Solicitar que a mulher troque de roupa, em local reservado, se vista com o avental descartável e esvazie a bexiga; · Explicar sobre o exame que será realizado; · Colocar a mulher em posição ginecológica; · Realizar exame clínico das mamas e questionar a cliente sobre a realização do autoexame; · Realizar inicialmente inspeção visual (identificar simetria, cor, textura, temperatura e padrão de circulação venosa) com a mulher sentada iniciar solicitando que fique com braços pendentes ao lado do corpo, levantados sobre a cabeça e depois com as palmas das mãos comprimidas uma contra a outra; · Palpar os linfonodos axilares e supraclaviculares com a cliente sentada; · Com a cliente deitada, realizar a palpação das mamas, colocando seus braços sobre a cabeça: a mama deve ser palpada utilizando um padrão vertical de palpação e iniciando na axila; cada área do tecido deve ser examinada utilizando níveis de pressão leve, médio e profundo, deve-se realizar movimentos circulares com as polpas digitais do 2º, 3º e 4º dedos da mão; a região da aréola e do mamilo deve ser palpada e não comprimida; · Orientar e incentivar a realizar regulamente o auto-exame da mama; · Posicionar foco de luz; · Calçar as luvas de procedimento; · Introduzir o espéculo e observar as características das paredes vaginais; · Realizar limpeza de secreção que possa estar presente no colo uterino com uma gaze fixada em pinça e uso individual da cliente; · Realizar coleta da ectocervice com a espátula de áires (do lado que apresenta reentrância), encaixando a ponta mais longa da espátula no orifício externo do colo, apoiando-a firmemente, fazendo uma raspagem da mucosa ectocervical em movimento rotativo de 360º em torno de todo orifício cervical, para que toda superfície do colo seja raspada; · Estender o material de maneira uniforme, dispondo-o no sentido transversal, próximo da região fosca, na medida superior da lâmina; · Realizar coleta da endocervice introduzindo a escova e fazendo movimento giratório de 360º, percorrendo todo o contorno do orifício cervical; · Colocar o material retirado na metade inferior da lâmina, no sentido longitudinal; · Colocar a lâmina dentro do frasco com álcool a 96%; · Com apoio de uma pinça auxiliar retirar uma bola de algodão imersa na solução de ácido acético, colocando-a sobre o campo e com a pinça de uso individual realizar o teste do ácido acético aplicando a solução sobre o colo uterino, retirar e aguardar um minuto e observar o resultado; · Repetir a operação com solução de lugol e observe; · Realizar limpeza do colo uterino com uma gaze fixada em pinça; · Fechar o espéculo cuidadosamente, evitar beliscar as paredes vaginais e retirá-lo delicadamente; · Desprezar o material contaminado no lixo com saco branco e o espéculo e /ou pinça metálica em balde contendo solução desincrustante; · Retirar as luvas; · Auxiliar a mulher a descer da mesa; · Solicitar que troque de roupa; · Esclarecer sobre o que foi visualizado no exame; · Prescrever tratamento (de acordo com protocolo) ou encaminhar para o médico; · Realizar convocação de parceiro se necessário; · Enfatizar a importância do retorno para o resultado do exame e encaminhá-la pra agendamento (se rotina da unidade). · Exames: Dessa forma, ainda que seja um exame ginecológico de rotina, pode ser que um determinado tipo não seja indicado ou necessário para o seu caso. Contudo, de uma maneira geral, os nomes dos exames ginecológicos de rotina mais importantes são: · Exame físico ginecológico · Papanicolaou · Ultrassonografia transvaginal · Autoexame · Prevenção O exame de mamas pode ser feito em frente ao espelho, em pé ou deitada. Siga as seguintes instruções para o autoexame: · Em frente ao espelho: · Posicione-se em frente ao espelho; · Observe os dois seios, primeiramente com os braços caídos; · Coloque as mãos na cintura fazendo força; · Coloque-as atrás da cabeça e observe o tamanho, posição e forma do mamilo; · Pressione levemente o mamilo e veja se há saída de secreção. · Em pé (pode ser durante o banho) · Levante seu braço esquerdo e apoie-o sobre a cabeça; · Com a mão direita esticada, examine a mama esquerda; · Divida o seio em faixas e analise devagar cada uma dessas faixas. Use a polpa dos dedos e não as pontas ou unhas; · Sinta a mama; · Faça movimentos circulares, de cima para baixo; · Repita os movimentos na outra mama. · Deitada · Coloque uma toalha dobrada sob o ombro direito para examinar a mama direita; · Sinta a mama com movimentos circulares, fazendo uma leve pressão; · Apalpe a metade externa da mama (é mais consistente); · Depois apalpe as axilas; · Inverta o procedimento para a mama esquerda. Caso sinta algum nódulo ou mudança na textura ou tamanho, procure um médico ginecologista. Ele realizará o exame clínico de mama e poderá solicitar a mamografia. · Mamografia · Como é feito o exame de mamografia? · A mulher é posicionada em pé, de forma que o seio fique entre as duas placas do mamógrafo, que é onde as imagens serão capturadas. Durante o exame a mulher deverá ficar imóvel e segurando a respiração durante alguns segundos. Algumas mulheres podem sentir desconforto por conta da compressão durante o procedimento. · Pré-requisitos · No dia do exame, não é recomendado o uso de produtos como desodorante ou talco na região das mamas, para que não haja o risco de interferir nas imagens capturadas durante o exame. · Preparo para o exame · O exame não exige preparo prévio. A recomendação é ir vestida com roupas leves para facilitar as captações de imagens na hora do exame. · Contra-indicações · A mamografia não é indicada para pacientes que não tenham a idade mínima de 40 anos para realizar o procedimento e para mulheres grávidas, pois a radiação pode interferir na formação do bebê. · Tempo de duração · O tempo de duração do exame de mamografia, geralmente, é de 15 a 25 minutos. · Periodicidade da mamografia · Segundo o Ministério da Saúde, mulheres entre 50 e 69 anos devem fazer o exame de mamografia a cada dois anos. Porém, esse período deve ser decidido por um médico especialista, que saberá avaliar o caso de cada paciente e avaliar se há histórico familiar de câncer de mama. · Curativos · Preparar o ambiente:limpar bancada e carrinho de curativo com pano limpo umedecido em álcool a 70%; lixeira com pedal para lixo comum (saco preto) e lixeira com pedal para lixo hospitalar (saco branco) · Realize a lavagem das mãos com água e sabão antes e após a realização de cada curativo mesmo que seja num mesmo cliente; · Utilizar somente material esterilizado (gaze, pinças, tesouras e etc.) · Reúna todo o material no carro do curativo: identificar soro fisiológico (desprezá-lo a cada 12 h) e almotolias (solução, data de preparo, identificação do profissional responsável pelo preparo), disponibilizar pacotes de gazes, de curativo e medicações tópicas indicadas; · Trocar lençol descartável da maca; · Priorizar curativo por ordem: as emergências, idosos, crianças, gestantes e portadores de deficiência física e mental; · Receber cordialmente o cliente · Orientar o cliente sobre o procedimento tentando diminuir sua ansiedade; · Promova a privacidade do paciente fechando a porta · Colocar o cliente em posição confortável expondo a área a ser tratada; · Calce as luvas de procedimentos; · Abrir o pacote de curativo com técnica asséptica, dispondo as pinças de forma que a parte que será pegue durante o procedimento fique com o cabo fora do campo para manuseio. Não tocar na parte interna do campo; · Se necessário abrir pacotinhos de gazes e colocar no espaço livre do campo evitando desperdício; · Com as pinças Kocher ou dente-de-rato fazer um chumaço de gaze, prendendo-o com a pinça de Kocher e embebê-la em solução fisiológica; · Retirar o curativo anterior(se houver),com uma pinça dente-de-rato ou luva de procedimento; soltar ou cortar caso o curativo esteja fixado com atadura tendo o cuidado para não agredir os tecidos recém-formados, podendo molhar o curativo com soro fisiológico; · Desprezar o chumaço de gaze e curativo contaminado na lixeira de lixo hospitalar e pinça dente de rato em um recipiente com tampa. A pinça Kocher deve ser colocada no campo, em área mais distante da pinça Kelly e das gazes; · Limpar a ferida com a pinça Kelly e um chumaço de gaze embebida em solução fisiológica, seguindo o princípio da técnica asséptica (do menos para o mais contaminado). Utilizar quantos chumaços umedecidos em soro fisiológicos caso, necessário; · Observar: cor, umidade (secreção) e maceração ao redor da ferida, evasão e condições das mesmas; · Secar toda a área adjacente com gaze seca para facilitar afixação do adesivo, renovando os chumaços de gaze conforme a necessidade, seguindo o mesmo princípio da técnica asséptica; · Colocar a substancia tópica padronizada e ocluir a ferida(se necessário); · Colocar data e hora da realização do curativo, após oclusão; · Lavar as mãos; · Fazer registro do curativo e da evolução do processo de cicatrização para acompanhamento da ferida, presença de secreção e drenagem se houver; · Fazer orientações ao cliente e /ou família; · Organizar a sala. · Sinais Vitais · Método palpatório · Insufla-se o manguito, fechando-se a válvula e apertando-se a “pêra” rapidamente até o desaparecimento do pulso radial; · Verifica-se o valor e acrescenta-se 30 mmHg; · Após, desinsufla-se lenta e completamente o manguito até o aparecimento do pulso, o que é considerado a pressão arterial máxima; · Desinsufla-se a seguir o manguito rapidamente; · O método palpatório só permite a verificação da pressão arterial máxima. · Método auscultatório · Coloca-se o diafragma do estetoscópio suavemente por sobre a artéria braquial; · Insufla-se o manguito suavemente até o nível previamente determinado (30 mmHg acima da pressão arterial máxima verificada pelo método palpatório) e em seguida desinsufla-se lentamente, à uma velocidade de 2 a 3 mmHg por segundo; · Verifica-se o nível no qual os ruídos (de Korotkoff) são auscultados, o que corresponde à pressão arterial máxima; · Continua-se baixando a pressão até o abafamento das bulhas e a seguir o desaparecimento completo dos ruídos (de Korotkoff), o que corresponde à pressão arterial mínima. · Medidas antropométricas a) Peso em criança maiores de dois anos de idade e de adultos: 1. Antes de iniciar a pesagem sempre verifique se a balança está “tarada”. 2. A balança deve estar posicionada em piso plano, firme e suficientemente iluminado. 3. A pessoa a ser pesada deve estar vestida com um mínimo de roupa (sem sapatos, roupas leves, sem objetos nos bolsos e sem acessórios pesados) 4. Peça para que o usuário suba calmamente sobre a plataforma da balança, posicionando-se bem no centro. 5. O usuário deverá manter o corpo ereto e a cabeça erguida, com o peso igualmente distribuído nos dois pés e com os braços estendidos ao longo do corpo. Se a balança em uso for eletrônica, o peso aparecerá imediatamente no visor. Se for balança mecânica, destrave a mesma e mova os cursores sobre a escala numérica (primeiro o maior para o quilo e depois o menor para o 2 grama), até que a agulha do braço e o fiel estejam nivelados.Travar novamente a balança, proceder a leitura, sempre de frente para o equipamento e registre no prontuário ou cartão da criança. Considere o peso com uma casa decimal. Por exemplo: 52,0Kg;48,9Kg b) Altura em crianças maiores de dois anos de idade e adultos: 1. Pedir ao usuário que retire sapatos e roupas volumosas. Retirar também adereços da cabeça. 2. Utilizar um antropômetro vertical que, tanto pode estar fixo na parede quanto acoplado à balança mecânica. 3. Solicite que o usuário posicione-se de costas para o equipamento, com os pés paralelos e os tornozelos unidos 4. Certifique-se que as nádegas e as costas estejam tocando o aparelho (ou a parede) e que os braços estejam caídos ao longo do corpo. 5. Com a mão sob o queixo do usuário, posicione sua cabeça de forma que a parte exterior da órbita ocular esteja no mesmo plano do orifício do ouvido.(Plano de Frankfurt) 6. Baixe lentamente a haste móvel do antropômetro 7. Faça a leitura em metros, com duas casas decimais e registre no prontuário. Por exemplo:1,45m; 1,63m c) Medida da cirucunferência abdominal: 1. A MEDIDA NÃO DEVE SER FEITA SOBRE A ROUPA 2. O usuário deverá estar de pé, com os braços relaxados ao lado do corpo e com os pés levemente afastados. 3. A fita é colocada no plano horizontal ao nível da cintura natural, parte mais estreita do tronco. 4. Havendo dificuldade de identificar a cintura, considerar a medida horizontal no ponto médio entre a última costela e a crista ilíaca A medida deve ser tomada ao final de uma expiração normal, sem comprimir a pele. 5. O ponto inicial da fita (ponto zero) deve estar acima do valor medido. 6. O valor observado deve ser registrado com precisão de 0,1cm. Por exemplo: 97,3cm; 102,0cm. · Banho no leito · Parte 1 – Preparando o banho 1. Encha duas bacias ou tanques com água morna. Uma será usada para lavar, e a outra para enxaguar. A temperatura da água deve ser de 46 °C ou mais baixa. A água deve ser agradável ao toque, não quente demais. 2. Escolha um sabonete que seja fácil de enxaguar. A maioria dos sabonetes em barra são assim. Os líquidos também são aceitáveis desde que não deixem resíduos. Você pode colocar sabonete em uma das bacias para a lavagem ou então mantê-lo separado e aplicá-lo diretamente na pele do paciente. · Evite usar sabonete que tenha partículas exfoliantes ou outras substâncias que possam ficar na pele do paciente e causar uma irritação. · As drogarias disponibilizam sabonetes sem enxágue. Essa é uma solução conveniente para uma limpeza mais ligeira, porém ela deixa resíduos e você ainda terá que enxaguar o corpo do paciente de vez em quando. 3. Deixe os produtos de cabelo prontos. Caso planeje lavar os cabelos do paciente, você precisará de um xampu fácil de enxaguar (como os de bebês) e uma bacia especial feita para fazer isso na cama. Você pode encontrar uma dessas em uma loja de equipamentos médicos, e ajuda bastante. Se não tiver uma bacia especial, é possível criar uma colocando uma ouduas toalhas extras embaixo da cabeça do paciente para proteger a cama da água. 4. Tenha uma pilha de toalhas de banho e de rosto limpas à disposição. Você precisará de três toalhas de banho e duas de rosto, no mínimo, mas é bom ter extras caso derrame água ou os materiais fiquem sujos. · É útil empilhar toalhas de banho, de rosto, as bacias de água e o sabonete em um carrinho portátil, como um carrinho de TV, para que você possa manter tudo de que precisa perto da cama. 5. Coloque duas toalhas embaixo do paciente. Isto evitará que a cama fique molhada e manterá o paciente confortável durante o processo. Para colocar as toalhas embaixo do paciente, vire-o de lado e ajeite a toalha embaixo, depois, com cuidado, solte o paciente e faça o mesmo do outro lado. 6. Cubra o paciente com um lençol ou toalha limpos. Este passo é para garantir que o paciente fique aquecido durante o banho ao mesmo tempo em que dá um pouco de privacidade. O lençol ou toalha ficará sobre o corpo do paciente durante todo o tempo. · Ajuste a temperatura do quarto para evitar que o paciente sinta frio. 7. Retire as roupas do paciente. Dobre o lençol ou toalha, deixando a parte superior do corpo descoberta, e retire a camisa da pessoa. Recoloque o lençol. Agora, dobre-o na parte que cobre as pernas e remova as calças e roupa íntima do paciente. Torne a cobri-lo. Tente manter o paciente o mais coberto possível enquanto você retira as roupas dele. Tenha em mente que este processo pode ser constrangedor para algumas pessoas, portanto tente trabalhar rapidamente e com uma atitude resoluta. · Parte 2 – Banhando a cabeça, tórax e pernas. 1. Use o mesmo método de limpeza e enxágue para todo o corpo. Primeiro aplique o sabonete ou água com sabão sobre a pele do paciente. Esfregue gentilmente com uma toalha de rosto para remover a sujeira e as bactérias, então coloque a toalha na bacia correspondente. Mergulhe uma segunda toalha de rosto na bacia de enxágue e use-a para retirar o sabonete. Seque com leves toques com uma toalha seca. · Lembre-se de alternar entre as duas toalhas de rosto: use uma para ensaboar e outra para enxaguar. Se as toalhas ficarem sujas, troque-as por outras limpas. · Torne a encher as bacias conforme necessário. 2. Comece com o rosto do paciente. Delicadamente lave o rosto, orelhas e o pescoço dele com água e sabão. Enxágue o sabonete com uma toalha de rosto diferente. Seque a área limpa com outra toalha. 3. Lave o cabelo do paciente. Com cuidado, erga a cabeça dele e coloque-a sobre a bacia para lavar cabelos. Molhe os fios derramando água sobre a cabeça, tomando cuidado para não cair nos olhos. Use o xampu e enxágue. Seque os cabelos com leves toques com uma toalha seca. 4. Lave o ombro e o braço esquerdo do paciente. Dobre o lençol que cobre o lado esquerdo do corpo até a altura do quadril. Coloque uma toalha debaixo do braço exposto. Lave e enxágue o ombro, a axila, o braço e a mão o paciente. Seque as áreas molhadas com uma toalha. · Seque completamente as áreas lavadas, especialmente a axila, para evitar irritação e a proliferação de bactérias. · Recoloque o lençol para manter o paciente aquecido. 5. Lave o ombro e o braço direito. Dobre o lençol para expor o lado direito. Coloque a toalha debaixo do outro braço e repita o procedimento, lavando, enxaguando e secando o ombro, axila, braço e mão direita. · Seque as áreas lavadas totalmente, principalmente a axila, para evitar irritação e aumento das bactérias. · Cubra novamente o paciente com o lençol para que ele não sinta frio. 6. Lave o torso do paciente. Dobre o lençol até a cintura e gentilmente lave e enxágue o tórax, a barriga e as laterais do corpo. Certifique-se de limpar cuidadosamente entre quaisquer dobrinhas da pele do paciente, já que as bactérias tendem e ficar presas nessas áreas. Seque o torso com cuidado, principalmente entre as dobras. · Recoloque o lençol sobre o paciente para mantê-lo aquecido. 7. Lave as pernas do paciente. Descubra a perna direita até a altura da cintura e lave, enxágue e seque a perna e o pé. Torne cobrir a perna direita e retire o lençol da esquerda. Lave, enxágue e seque a perna e o pé. Cubra a parte inferior do corpo. · Parte 3 – Lavando as costas e as partes intima 1. Esvazie as bacias e torne a enchê-las com água limpa. Já que aproximadamente metade do corpo do paciente está limpa agora, este é um bom momento para trocar a água. 2. Peça ao paciente para ficar de lado se for possível. Você pode ter que auxiliar a pessoa. Certifique-se de que ele não esteja perto demais da beirada da cama. 3. Lave as costas e as nádegas do paciente. Dobre o lençol para expor toda a parte traseira do corpo. Lave, enxágue e seque a parte de trás do pescoço, as costas, as nádegas e as partes das pernas que você possa ter pulado. 4. Lave a área genital e o ânus. Coloque luvas descartáveis de látex. Erga a perna da pessoa e lave de frente para trás. Use uma toalha de rosto limpa para enxaguar a área. Assegure-se de limpar completamente entre as dobras e secar o local da mesma forma. · Você deve lavar atrás dos testículos nos pacientes do sexo masculino. Lave os lábios vaginais das pacientes mulheres, mas não há necessidade de limpar a vagina. · Essa parte do corpo deve ser lavada todos os dias, mesmo quando você não der um banho completo. 5. Torne a vestir o paciente. Quando terminar, vista a pessoa com roupas limpas ou um roupão. Primeiramente, recoloque a camisa, mantendo o lençol sobre as pernas dela. Então remova o lençol e recoloque as roupas íntimas e as calças. · A pele do idoso tende a ficar ressecada, portanto provavelmente você terá que aplicar loção nos braços e pernas antes de colocar as roupas. · Penteie os cabelos do paciente e aplique cosméticos e outros produtos para o corpo de acordo com as preferências da pessoa.