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GINECOLÓGICO 1. Compreender as etapas de realização do exame físico feminino - O exame ginecológico compreende três etapas: exame das mamas, do abdômen e da genitália. - Deve-se sempre informar a paciente o início do exame e que haverá o toque em sua região genital. O EXAME DA MAMA - É realizado através da inspeção e palpação. - A inspeção estática é realizada com a paciente sentada, e avalia-se o volume, contorno, forma, simetria, pigmentação da aréola, presença de abaulamentos ou de retrações, circulação venosa e a presença de sinais flogísticos. - A palpação é realizada com a paciente deitada com as mãos atrás da cabeça e os braços bem abertos. - Deve-se ser realizada delicadamente, examinando o panículo adiposo, parênquima mamário e possíveis alterações, como nódulos e áreas de condensação, presença de secreção papilar e temperatura da pele. - Os linfonodos axilares e supraclaviculares também devem ser examinados. NA AVALIAÇÃO ABDOMINAL - Deve-se realizar a inspeção, ausculta, percussão e palpação - Na inspeção, observa-se questões como a forma, presença ou não de abaulamentos, cicatriz umbilical, implantação e quantidade de pelos, presença ou não de manchas e cicatrizes, circulação colateral, assim como os movimentos e pulsações. - Na percussão, investigam-se zonas de macicez e de timpanismo, investigando a presença de ascite - Na palpação investiga-se espessura da parede, hiperestesia, dor provocada, defesa, contratura, tumor, tensão da parede abdominal e soluções de continuidade. - Devem ser realizadas a palpação superficial e a profunda, atentando-se sempre para iniciar em pontos distantes da região dolorosa (se houver queixa durante a anamnese). O EXAME DA GENITÁLIA - É a principal parte do exame ginecológico. - A paciente deve estar em posição de litotomia com o profissional entre suas pernas. - É necessária uma iluminação adequada para a boa realização do exame. - Inspeção, exame especular A INSPEÇÃO - Avalia-se a vulva, períneo e anus. - Na inspeção vulvar, analisa-se a implantação dos pêlos, aspecto da fenda vulvar, umidade, secreções, hiperemia, ulcerações, distrofias, neoplasias, dermatopatias, distopias e malformações. - A vulva é a parte externa dos órgãos genitais femininos. A vulva inclui a abertura da vagina, os lábios maiores, os lábios menores e o clitóris. - Externamente é revestida por pelos pubianos. Em torno da abertura da vagina, existem dois conjuntos de dobras da pele - No períneo, observa-se sua integridade, presença de cicatrizes de episiorrafias ou perineoplastia. - Nos anus investiga-se presença de hemorroidas, plicomas, fissuras, prolapso e malformações. O EXAME ESPECULAR - Deve- se abrir pequenos lábios, introduzir e remover o espéculo com angulação de 45° - Vem em seguida, tem como objetivo a coleta de materiais para exame citológico, bacteriológico, cristalização e filância do muco cervical. - O exame especular tem por objetivos realizar a exposição do colo do útero, permitindo a sua visualização completa e a coleta adequada de material para o exame citológico, bem como permitir a visualização do conteúdo e da mucosa vaginal (o que só pode ser feito no momento da retirada do espéculo). - Deve-se selecionar um espéculo de tamanho e formato apropriados e lubrificá- lo para melhor conforto da paciente. Vale ressaltar que o exame especular só é realizado em mulheres não-virgens. - Após a coleta, observa-se a coloração da mucosa, presença e aspecto de secreções ou sangramentos, superfície do colo e forma do orifício externo, existência de lacerações, pólipos ou neoplasias. - A retirada do espéculo é feita de forma lenta, visando observar as paredes vaginais que estavam recobertas pelo instrumento. Materiais Usados no Exame Especular - Exame Preventivo Prático (Papanicolau) - Lápis - Lâmina com borda fosca - Iniciais da paciente - Espéculo - Espátulas de Ayre - material da exocérvice (primeiro, 360 graus, sentido transversal proximo a parte fosca) - Escova Endocervical (segundo, 360 graus, movimento rotatório, longitudinal - Tubo com solução fixadora O TOQUE VAGINAL - Pode ser realizado, mas não é feito rotineiramente. - Pode ser feito unidigital, bidigital ou bimanual. - No toque unidigital realiza-se a expressão da uretra, palpação das glândulas vestibulares e palpação das paredes vaginais - Observando-se a elasticidade, a capacidade, a extensão, a superfície, as irregularidades, a sensibilidade e a temperatura. - Ao toque bidigital analisa-se o colo do útero e os fundos de saco vaginais. - No colo do útero analisa-se a orientação, superfície, consistência, comprimento, sensibilidade, a mobilidade e característica do orifício externo. - Nos fundos de saco verifica-se a distensibilidade, a profundidade, a sensibilidade, se estão livres ou ocupados O TOQUE BIMANUAL - Toque combinado - Bimanual (avaliação do útero e anexos) - É a melhor maneira de obter uma ideia tridimensional da pelve da mulher; confirma e complementa os dados obtidos com as técnicas anteriores. - Os dedos indicador e médio da mão dominante são inseridos logo abaixo do colo. - A outra mão é posicionada logo acima da sínfise púbica e gentilmente pressionada para baixo para determinar tamanho, posição e consistência do útero e, se possível, dos ovários. - Os dedos indicador e médio da mão dominante são inseridos logo abaixo do colo. - A outra mão é posicionada logo acima da sínfise púbica e gentilmente pressionada para baixo para determinar tamanho, posição e consistência do útero e, se possível, dos ovários. - Os ovários e as tubas uterinas são vulgarmente conhecidos por anexos 2. Compreender as principais afecções/infecções que acometem a saúde do sistema genital feminino 1. DISMENORREIA - É a dor uterina por volta do período menstrual. - É uma menstruação dolorosa - Pode ser primária e secundária - A dor pode ocorrer com a menstruação ou precedê-la em 1 a 3 dias. - A dor tende a alcançar a intensidade máxima 24 horas após o início da menstruação e diminui após 2 a 3 dias. - A dismenorréia, também chamada de cólica menstrual, é a dor pélvica que ocorre alguns dias antes ou nos primeiros dias do período da menstruação. - Na imensa maioria dos casos, não está relacionada com qualquer doença ou lesão nos órgãos pélvicos, refletindo apenas uma reação natural do organismo motivada por uma substância hormonal, a prostaglandina, que faz o útero se contrair. - Normalmente é lancinante - que se faz sentir por pontadas, picadas, fisgadas internas. - Primária = Sem nenhuma causa orgânica. - Secundária = Relacionado com doença pélvica orgânica (endometriose), mioma submucoso, DIP ou DIU. - Além disso, a primária acompanha os primeiros ciclos menstruais. (PP). - Já a secundária apresenta vários ciclos menstruais normais e o quadro doloroso se instala depois. - Existem algumas explicações para a dismenorreia primária: Psicológicas e Anatomofisiológicas. Causas anatomofisiológicas: Aqui, responsabiliza-se o desequilíbrio dos hormônios ovarianos: Estrogênio e progesterona. Isso vai influenciar em fatores metabólicos do endométrio. Síntese de prostaglandinas. Estimula contração da musculatura lisa. - O tratamento da dismenorréia primária costuma ser feito com antiinflamatórios não-hormonais, devidamente prescritos por ginecologista, os quais devem ser tomados para bloquear a produção das prostaglandinas. Em muitos casos, o médico opta pela prescrição de anticoncepcionais orais, em uso contínuo ou cíclico. 2. DOR PÉLVICA - A dor pélvica é um desconforto que ocorre na parte inferior do tronco, região abaixo do abdômen e entre os ossos dos quadris. - Não inclui dor que ocorre no exterior da região genital (vulva). - Muitas mulheres sofrem de dor pélvica. - Considera-seuma dor crônica caso persista por mais de quatro a seis meses. - A dor pélvica pode ser um sintoma ginecológico. Ou seja, ela pode ser provocada por um distúrbio que afeta o sistema reprodutor feminino. - A dor pode ser aguda ou do tipo cólica (como as cólicas menstruais) e pode ficar indo e voltando. Ela pode ser repentina e intensa, surda e constante, ou alguma combinação. - Às vezes, a dor piora gradativamente ou pode ocorrer de maneira intermitente. - Frequentemente, a dor pélvica ocorre em ciclos coordenados com o ciclo menstrual. Ou seja, a dor pode ocorrer todos os meses logo antes ou durante a menstruação ou no meio do ciclo menstrual, quando ocorre a liberação do óvulo (durante a ovulação). - A região pélvica pode ficar sensível ao toque. - Dependendo da causa, a mulher pode ter sangramento ou secreção vaginal. - A dor também pode vir acompanhada de febre, náusea, vômito, sudorese e/ou tonturas. - Geralmente, a dor pélvica não é causada por um distúrbio grave. - Com frequência, ela está relacionada ao ciclo menstrual. - Entretanto, vários distúrbios que causam dor pélvica podem dar origem à peritonite (inflamação e, normalmente, infecção da cavidade abdominal), que é um distúrbio grave. - Os distúrbios que podem causar dor pélvica incluem https://www.msdmanuals.com/pt/casa/problemas-de-sa%C3%BAde-feminina/sintomas-de-dist%C3%BArbios-ginecol%C3%B3gicos/sangramento-vaginal https://www.msdmanuals.com/pt/casa/problemas-de-sa%C3%BAde-feminina/sintomas-de-dist%C3%BArbios-ginecol%C3%B3gicos/secre%C3%A7%C3%A3o-vaginal https://www.msdmanuals.com/pt/casa/problemas-de-sa%C3%BAde-feminina/biologia-do-sistema-reprodutor-feminino/ciclo-menstrual https://www.msdmanuals.com/pt/casa/dist%C3%BArbios-digestivos/sintomas-de-dist%C3%BArbios-digestivos/dor-abdominal-aguda#v14496269_pt - Distúrbios ginecológicos, distúrbios que afetam outros órgãos na pelve, como a bexiga, o reto ou apêndice, distúrbios que afetam órgãos próximos, mas na região exterior da pelve, como a parede abdominal, o intestino, os rins, os ureteres ou a parte inferior da aorta - Muitas vezes, o médico não consegue identificar o que está causando dor pélvica. 3. DISPAREUNIA - A dispareunia é a dor genital associada à relação sexual. - Ela pode surgir em ambos os sexos, mas é mais comum ocorrer em mulheres. - Dor genital persistente ou recorrente que surge pouco antes, durante ou após a relação sexual. - Ardência e/ou desconforto; Dor isolada ou em vários locais; Dor constante (com cada evento e atividade sexual) ou situacional (com algumas experiências ou parceiros, mas não com outros, por exemplo) - Usar um lubrificante pessoal, mudar de posição ou praticar preliminares mais longas pode tornar o sexo mais confortável. Se a dor for causada por uma infecção, tomar medicamentos com prescrição médica também pode ajudar. - Dependendo da causa, o tratamento específico será recomendado. - Pode envolver fisioterapia pélvica, terapia hormonal, uso de pomadas lubrificantes ou cirurgias, de acordo com o quadro clínico diagnosticado. Em casos de dispareunia situacional, uma simples adaptação resolve o problema. 4. DIP - DOENÇA INFLAMATÓRIA PÉLVICA - É uma síndrome clínica causada por vários microrganismos, que ocorre devido à entrada de agentes infecciosos pela vagina em direção aos órgãos sexuais internos, atingindo útero, trompas e ovários e causando inflamações. - Geralmente, ocorre quando bactérias sexualmente transmissíveis se propagam da vagina para o útero, as tubas uterinas ou os ovários. - Os sintomas mais comuns incluem dor pélvica e febre. - Pode haver secreção vaginal. - O tratamento inclui antibióticos. - As mais frequentes são as que causam tricomoníase, gonorreia, clamídia. - Quando esses micro-organismos “sobem” do canal vaginal para a região do útero, das trompas e dos ovários, eles podem originar a doença inflamatória pélvica. 5. TRICOMONÍASE - É uma infeção causada pelo protozoário Trichomonas vaginalis que pode afetar toda a área genital como a vulva, a vagina (tricomoníase vulvovaginal), a uretra e as glândulas paravaginais. - Na mulher, a infecção da uretra (tricomoníase urogenital) ocorre em 90% dos casos. - Os fatores de risco incluem ter vários parceiros sexuais e não utilizar preservativos durante as relações sexuais. - A tricomoníase provoca corrimento vaginal de odor desagradável, coceira genital e dor ao urinar nas mulheres. - Os homens não costumam apresentar sintomas. - As complicações incluem o risco de parto prematuro em gestantes. - O tratamento envolve uma grande dose de determinado antibiótico oral para ambos os parceiros - Se houver secreção vaginal com odor fétido, deve-se pensar em vaginose bacteriana e, secundariamente, tricomoníase. - Causada por um protozoário móvel, o Trichomonas vaginalis. - É considerada uma DST (doença sexualmente transmissível). - Os sintomas mais comuns são a secreção esverdeada, amarelada ou acinzentada, fluída, abundante, espumante e com mau cheiro. - O exame direto da secreção vaginal demonstra o protozoário. - O tratamento deve ser realizado com medicação em dose única e o parceiro sempre deve ser tratado. - Os nitroimidazólicos (metronidazol e tinidazol) são os únicos que oferecem terapia curativa para a tricomoníase. Recomenda-se o tratamento em dose única de 2 gramas de metronidazol ou tinidazol via oral - O metronidazol é um remédio antimicrobiano 6. GONOCOCO - A doença inflamatória pélvica decorrente da bactéria N. gonorrhoeae é mais aguda e causa sintomas mais graves. - N. gonorrhoeae é uma bactéria diplococo gram-negativo que ocorre em seres humanos e quase sempre é transmitida por meio de contato sexual. - A gonorréia é uma das doenças infecciosas mais comuns em todo o mundo. - É causada por uma bactéria conhecida como gonococo, facilmente transmitida durante as relações sexuais (sexo vaginal, anal ou oral). - Atinge todo o trato urogenital e muitas vezes pode ser assintomática. - Entretanto, principalmente nas mulheres, pode causar alguns sintomas como: secreção vaginal, disúria (ardência para urinar) ou sangramento uterino anormal. 7. CLAMÍDIA - A infecção causada pela bactéria conhecida como Clamydia trachomatis - Muitas vezes a infecção pela clamídia é assintomática, podendo persistir durante vários anos. - Geralmente causa uma cervicite (inflamação das células do colo do útero) - Tendo como sintomas o corrimento vaginal mucopurulento (presença de pus) e sangramento após a relação sexual. - Infecções uretrais e endocervicais são muito comuns, mas a infecção também ocorre na faringe ou no reto, após relação oral ou anal, e conjuntivite pode decorrer da inflamação nos olhos. - O tratamento recomendado é o uso de antimicrobianos sistêmicos e inclui obrigatoriamente o encaminhamento do parceiro sexual ao médico. - Normalmente o tratamento de todas elas é o manejo antibioticoterapia da paciente e do paciente - - CORRIMENTOS VAGINAIS 1. Tricomoníase 2. Gonococo 3. Candidíase 4. Gardnerella TRICOMONÍASE - Apresenta corrimento vaginal, protozoário - O corrimento vaginal amarelado e bolhoso fétido, purulento, abundante e às vezes com prurido, colo uterino framboesa - pH maior que 5, dispareunia GONOCOCO CANDIDÍASE - Fungo, Não transmissíveis - Corrimento fisiológico (fluido, secreção das glândulas de Bartholin) - Não é DST e o parceiro somente é tratado em casos recidivantes - Corrimento esbranquiçado aderido a parede vaginal, disúria por “salpico” - pH normal - 4,0 e 4,5 - Corrimento esbranquiçado, grumoso, prurido e disúria GARDNERELLA VAGINALIS - É uma bactéria que provoca a vaginose bacteriana, uma infecção que acontece na região da vagina. - Esta bactéria faz parte da flora normal do organismo da mulher, principalmente das que sãosexualmente ativas. - No entanto, quando se multiplicam de forma exagerada, podem causar uma infecção conhecida popularmente como vaginose bacteriana, que levam à produção de corrimento branco-acinzentado e de cheiro forte. - O tratamento é feito com remédios antibióticos, como Metronidazol ou Clindamicina, em forma de comprimido oral ou pomadas que devem ser aplicadas na vagina, embora, em alguns casos, a cura possa ser alcançada apenas com a lavagem adequada da região. - ph maior que 4,5 - Corrimento branco, acinzentado, homogêneo, odor fétido SECREÇÃO VAGINAL FISIOLÓGICO - É assintomática - Predomina a flora aeróbica em relação a anaeróbica - Função: os microorganismo produzem ácido lático e peróxido de hidrogênio que inibem o crescimento de bactérias oportunistas Produz leucócitos inibidores da protease que protegem a parede vaginal de agentes inflamatórios e infecciosos - pH é entre 4 e 4,5 BACILLUS DE DÖDERLEIN - São bacilos da flora vaginal, que se nutrem de glicogênio, produzido por células contidas na vulva. - Tais bacilos produzem ácido lático que é essencial para manter o pH da vagina ácido, ajudando a evitar que bactérias oportunistas se proliferam, causando doenças. - Os bacilos de Doderlein, também chamados de lactobacilos, são bactérias que fazem parte da microbiota normal da vagina e são responsáveis por proteger a região íntima da mulher e evitar a proliferação de microrganismos que podem causar doenças quando estão em excesso, como é o caso da Candida sp. AS GLÂNDULAS DE BARTHOLIN - Fazem parte da região genital da mulher e estão localizadas no terço interior dos grandes lábios. Elas são responsáveis por produzir um fluido mucoso, que serve para lubrificar e umidificar a vulva, principalmente durante a relação sexual. A ACIDEZ DA VAGINA - É importante para deixar que as bactérias boas vivam e as bactérias ruins não “invadam” o órgão. - Assim, quando o pH da vagina desregula, tanto para mais quanto para menos, ela fica mais vulnerável. - Uma mulher com a vagina muito ácida, por exemplo, pode ter mais chance de candidíase. Já uma vagina alcalina pode contrair uma vaginose. ESTROGÊNIO - Além disso, esse hormônio estimula a maturação dos óvulos; - Na vagina: favorece o desenvolvimento dos tecidos e a sua lubrificação. - Na ausência de estrogênios, pode ser verificadas alterações indicativas de atrofia vaginal - O estrogênio é produzido, sobretudo, pelos ovários e possui funções importantes relacionadas às características sexuais da mulher. - Além disso, assim como a progesterona, também atua na regularização do ciclo menstrual feminino e na preparação do útero para a gravidez. CLIMATÉRIO E MENOPAUSA - A menopausa corresponde ao último ciclo menstrual, ou seja, a última menstruação. Ocorre, em geral, entre os 48 a 52 anos - Quando ocorre abaixo dos 40 anos, é chamada de menopausa prematura ou precoce - Acima dos 52 é considerdo tardio - O termo menopausa é, muitas vezes, utilizado indevidamente para designar o climatério, que é a fase de transição do período reprodutivo, ou fértil, para o não reprodutivo na vida da mulher. NO CLIMATÉRIO - A produção de hormônios diminui drasticamente no corpo das mulheres e surgem sintomas como fogachos ou ondas de calor e oscilação de humor, além de uma série de flutuações no ciclo menstrual. - Algumas mulheres nesta fase podem sentir ondas de calor, acompanhadas de transpiração, tonturas e palpitações; suores noturnos prejudicando o sono; depressão ou irritabilidade; alterações nos órgãos sexuais, como coceira, secura da mucosa vaginal; distúrbios menstruais; diminuição da libido. 1. Precoce: - Hipoestrogenismo - atrofia urogenital, ondas de calor, alterações sexuais, irritabilidade, coceira 2. Tardio: - Osteoporose