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Reduzir mistura de animais, utilizar instalações adequadas para carga e descarga dos animais, não jogar ou deixar cair leitões durante troca de instalações, prover espaço suficiente nas baias para exercício, evitar pisos abrasivos ou com irregularidades. Rampas inclinação mínima de 30 graus. Dieta equilibrada. APOFISIÓLISE: Forma de osteocondrose – desprendimento ou fratura uni ou bilateral da tuberosidade isquiática, onde se inderem os músculos bíceps femoral, semitendinoso, semimembranoso. Evolução da osteocondrose que não foi tratada. Feixes responsáveis pela extensão das articulações coxofemoral, femorotibiopatelar – deformação do pernil. Animais com elevado ganho de peso diário ou leitoas no terço final de gestação. Estresse biomecanico – sobrecarga repentina. Supõe-se que linhagens com crescimento acelerado. Apofisiolise – fêmeas de primeiro parto, pois ela ainda está crescendo. Quadro clinico pode estar relacionado ao: Regime alimentar Manejo inadequado Aumento do peso abdominal das fêmeas no final de gestação Alojamento inadequado Escorregões ou quedas sobre o piso. Não tem o ponto de sustentabilidade muscular. Unilateral – deita sobre membro não afetado, até consegue levantar sozinha, não apoia, se apoia apoia a ponta dos dígitos. Bilateral – membros distendidos abertos. Sinais clínicos: Dificuldade de locomoção e consumo. Perda de condição corporal, escaras de apoio. Má higiene no local – lesões e infecções na pele – hemorragias na musculatura e tecidos adjacentes a fratura – abscessos – septicemia ou colapso circulatório – morte. Parto distócico pela dificuldade de se posicionar adequadamente. EPIFISIÓLISE: Doença do esqueleto, uma forma de osteocondrose – fratura do colo do fêmur, causando claudicações súbitas ou progressivas. Nulíparas e machos de reposição entre 4-8 meses. Menos frequente em animais adultos e engorda. Fragilidade devido a retenção de cartilagem e focos de necrose. Estresse biomecânico e fratura. Desloca membro medialmente e cranialmente. Fatores de risco: Pisos escorregadios, movimentação, manejos estressantes, brigas, coberturas com machos pesados. Sinais clínicos: Aguda: Mais frequente em animais jovens. Esforço súbito (transporte, cobertura ou acidentes nas instalações = claudicação aguda e muito grave). Unilateral – consegue levantar mas não apoia e logo se deita. Bilateral – não consegue levantar. Emagrecimento rápido, linha dorsal arqueada – cifose. Cronica: Não é comum. Evolução lenta (lesões degenerativas do colo do fêmur) – claudicação agravante. Hipotrofia da musculatura do pernil. Diagnóstico: Sinais clínicos e idade. Dificuldade de locomoção – artroses, artrites, lesões nos cascos, abscesso coluna ou pelve. Palpação da fratura e ou auscultação (crepitação, deslocamento da parte óssea fraturada) – fazer movimentos de abdução e/ou rotação. Anestesia o animal para não sentir dor. Não tem como saber da onde a fratura. Colo do fêmur ou tuberosidade isquiática. Raio-x ou necropsia. Convencer proprietário que não recupera. Manter nas condições de conforto – alimento/água disponível Analgésico (como saber o dia do parto??) Auxilio ao parto Abate humanitário Diagnóstico precoce para evitar gastos com medicamentos.