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LIBRAS 
História da Educação de Surdos
DESAFIO 1 
Primeiramente informaria a turma sobre o ingresso de um novo aluno que  possui necessidades especiais, e que teria de ser acolhido e apoiado pela turma 
Faria uso das opções disponíveis para auxiliar no ensino como interprete de libras, uso de vídeos, fotos, maquetes e materiais em 3D. Além de também aproveitar a situação e incluir sinais de libras no ensino geral, para assim incentivar a turma na comunicação e inclusão do aluno não só durante as aulas mas em outros momentos também  
A prática de Libras
DESAFIO 2
Uma vez que o Aluno ainda não teve acesso a língua de sinais, será necessário introduzir os sinas no dia-a-dia das aulas e enquanto isso fazer uso de ferramentas e recursos visuais e espaciais para que o aluno possa se adaptar ao conteúdo, então maquetes, desenhos para colorir, figuras, massinha etc.
Esse método de experiência deve ser mantido e complementado pela libras e língua portuguesa escrita e libras que vão completar as formas de ensino  
Noções de Libras
DESAFIO 3
Eu defenderia a continuidade do ensino, pois mesmo que por hora não tenha alunos surdos matriculados, isso pode voltar a acontecer e nessa situação uma escola com alunos já fluentes na linguagem de sinal tende a promover um ambiente mais acolhedor e inclusivo, além do fato de que ao longo de nossa jornada  a comunidade toda será beneficiada com o ensino, pois os filhos poderão influenciar os pais a buscar aprender também. 
Libras e a língua portuguesa
DESAFIO 4 
a) Em tal circunstância, como você, na condição de professor, deve proceder sob o ponto de vista prático
Do ponto de vista pratico é preciso verificar a capacidade do ambiente em acolher e incluir esses alunos, em especial a aluna surda que terá a necessidade de adaptar-se, além de assegurar que exista um interprete para fazer a tradução e auxilie nas explicações 
b) Do ponto de vista metodológico, quais são os procedimentos que você compreende como necessários?
Na metodologia será preciso adaptar os conteúdos incluindo atividades praticas, visuais e que forneçam mais estímulos a essa aluna para que ela possa acompanhar a evolução da turma, seja por meio de figuras, adaptação de lugar, sentando-se mais a frente para evitar distrações etc 
Surdez: conceitos, causas e políticas de prevenção
DESAFIO 5
Em primeiro momento seria necessário providenciar que o aluno que não faz uso da língua de sinais e nem do aparelho auditivo comece a aprender a língua de sinais, podendo esta inclusive ser ensinada para turma no geral, a fim de incentivar a inclusão deste, e até que esteja fluente a comunicação deve acontecer por meio de gestos e mimicas, indicando atividades, e figuras para colorir, maquetes, fotografias, colagens,  brincadeiras  e etc. 
E tanto para esse quanto para  o aluno que faz uso do aparelho auditivo e oraliza, será necessário adaptações com conteúdos inclusivos, ensino de libras, além de orienta-los a sentar-se na frente para evitar distrações, além de um interprete e caso possível um professor para auxilia-los  
Língua Brasileira de Sinais: uma conquista histórica
DESAFIO 6 
Eu me sentiria prejudicada, uma vez que desde pequena adquiri minha língua materna e o decreto faria com que eu tivesse que aprender novamente tudo, desde a gramatica a língua falada o que além  me deixaria  em desvantagem com relação as pessoas que já são bilíngues,  não teriam grandes problemas com essa mudança.  
2BIMESTRE 
Políticas de Inclusão versus Educação Bilíngue
DESAFIO 7 
A Feneis – Federação Nacional de Educação e Integração dos Surdos é uma entidade filantrópica, sem fins lucrativos, que tem por finalidade a defesa de políticas linguísticas, educação, cultura, saúde e assistência social, em favor da comunidade surda brasileira, bem como a defesa de seus direitos. Já o Instituto Nacional de Educação de Surdos (Ines), órgão do Ministério da Educação, tem como missão institucional a produção, o desenvolvimento e a divulgação de conhecimentos científicos e tecnológicos na área da surdez em todo o território nacional, bem como subsidiar a Política Nacional de Educação. Em ambas instituições a mãe da criança poderá encontrar apoio e informações sobre a educação surda. Além de também poder procurar a associação da comunidade surda de sua cidade  
Língua Brasileira de Sinais: aspectos linguísticos e gramaticais
DESAFIO 8
O exemplo em Língua de Sinais apresentado seria o equivalente aos sinônimos MORRER E FALECER da língua portuguesa  pois mesmo o som e a articulação de palavras sendo diferentes, o significado é o mesmo  
Características fonológicas
DESAFIO 9 
a) A configuração de mão: Em P
b) O ponto de articulação: Mão
c) O movimento.​​​​​​​ - Para cima e para baixo 
Noções de léxico, de morfologia e de sintaxe com apoio de recursos audiovisuais
DESAFIO 10
Em sala de aula, o professor, mesmo que esteja se desenvolvendo na língua e ainda não seja fluente, pode recorrer a metodologias e recursos visuais que facilitarão o aprendizado dos seus alunos surdos e também dos seus alunos ouvintes. Poderá interagir visualmente tornando a língua mais significativa e compreensível, para isso podem ser usados recursos como imagens, gravuras, vídeos e jogos pedagógicos, ferramentas que farão com que o aprendizado ocorra, além de ser mantido e trabalhado por meio de jogos e brincadeiras, que busquem e ativar a comunicação. Também podem ser utilizados recursos pedagógicos que auxiliem na aquisição de língua, com jogos e brinquedos adaptados para o ensino da Libras (como dominó de sinais), palavras em português, cores e seus sinais, histórias em DVD, etc. Além de sempre estar atento e buscar fazer o atendimento às professoras das turmas das crianças surdas, com ensino de Libras e esclarecimento de dúvidas dos alunos. 
DESAFIO 11
Comunidade, Cultura e Identidade Surda
A comunidade surda, dentre as tantas que existem, é composta por pessoas com características próprias de pertencimento, que têm um espaço comum de partilha linguística e cultural. Cultura surda é o jeito de o sujeito surdo entender o mundo e de modificá-lo a fim de torná-lo acessível e habitável ajustando-o com as suas percepções visuais, que contribuem para a definição das identidades surdas e das “almas” das comunidades surdas. Isto significa que abrange a língua, as ideias, as crenças, os costumes e os hábitos do povo surdo. 
É importante respeitar as diferenças e em não impor a cultura ouvinte em detrimento da cultura surda. A comunidade surda existe e a cada dia fica mais forte, o que não significa que a cultura ouvinte deixará de existir, mas que a comunidade surda tem direito de espaço em nossa sociedade, o qual foi conquistado com muita luta e sofrimento.
Forçar uma criança a oralizar, a usar aparelho auditivo ou a ser implantado é inicialmente errado, devendo o próprio sujeito surdo decidir se prefere seguir pelo caminho ouvinte ou se acha melhor seguir pelo caminho surdo, assumindo sua identidade como sujeito surdo, integrando a comunidade surda e sendo atuante para perpetuar a cultura surda por outras gerações.
De acordo com o contato com seus semelhantes, a identidade da pessoa surda se fortalecerá e lhe trará mais segurança. Assim, o encontro surdo-surdo é essencial para a construção da identidade surda. Para isso é importante que todo o grupo de convivência dessa pessoa o apoie nessa decisão, isso incluem as famílias que procuram conhecer a comunidade, escolas, amigos todos aqueles que se importam e estão em constante luta pelo bem-estar de seus filhos, incentivando-os a se desenvolverem. 
A comunidade surda, mesmo sendo inserida em um contexto maior, possui um sentimento de ligação intencional a um ambiente de encontro de iguais e de pessoas com os mesmos interesses e objetivos. Ela desenvolve um sentimento de sujeitos culturais e sociais, já que as pessoas não se percebem como deficientes. É um local de partilha do individual e do coletivo. Dessa forma, surgem, então, as associações, nas quais acontecem debates e lazer. A comunidade surdapode ser representada por clubes, associações, igrejas e escolas, ambientes de interação e aproximação nos quais os indivíduos podem reunir-se, compartilhar a cultura surda e constituir-se como cidadãos. Ao participar da comunidade, há o fortalecimento de sua identidade, visto que, ao interagir com os participantes, a pessoa se identificará e se assumirá como ser surdo, não sentindo então a necessidade do uso de aparelho auditivo ou da oralização
DESAFIO 12
Bilinguismo
a) Que medidas você tomaria para a promoção real de aprendizagem para esse aluno?
É fundamental, nesse sentido, que as práticas, os métodos, as avaliações e os currículos sejam pensados e organizados de modo a contemplar os estudantes surdos em sua totalidade. Uma prática pedagógica que merece espaço para análise é pedagogia visual, com a qual o uso de imagens, vídeos, mapas, maquetes, fotografias, entre outros recursos, é essencial para que se planeje uma aula dentro de uma proposta bilíngue. A pedagogia visual explora a língua de sinais e a visualidade do sujeito surdo como forma de potencializar seu aprendizado e dinamizar as aulas 
b) Que estratégias poderiam ser adotadas pelo professor da turma para contemplar, inicialmente, esse aluno?
Ao professor cabe buscar conhecimentos sobre a língua de sinais e procurar aprendê-la e contar com o auxílio de um intérprete, buscar adaptar os conteúdos para características espaço visuais a fim de incentivar o aluno e apresentar os conteúdos de maneira que esse também possa compreender, ex com uso da técnica de imagem / conceito / contexto

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