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1
Periograma e 
Raspagem Subgengival 
Monitora: Ketney dos Santos Salvador
Profa. Orientadora: Renata Vale Albino de Oliveira 
PLANO DE TRATAMENTO 
E A DEP C
EMERGÊNCIA 
ADEQUAÇÃO 
DO MEIO
PERIODONTIA 
CIRURGIAS 
ELETIVAS 
ENDODONTIA
PRÓTESEDENTÍSTICA
O PRO
ORTODONTIA 
CASO CLÍNICO
Paciente F.B.A
Sexo masculino
Tabagista 
3 3 4*
3* 3* 4*
ISG: 29%
PSR
44 anos
CASO CLÍNICO
O paciente em questão pode ser diagnosticado com periodontite?
Gengivite generalizada!
É necessário realizar o periograma!!!
CARRANZA, F.A 2012 e BRUNETTI, M.C, 2007
TRATAMENRTO PERIODONTAL 
FASE I DO TRATAMENTO PERIODONTAL
ISG e PSR inicial
FASE II DO TRATAMENTO PERIODONTAL
Raspagem supragengival + 
ATF + OHO
Reavaliação do ISG e PSR em 7 dias 
Persistência de códigos 
3, 4 e *
Periograma inicial Raspagem subgengival
Reavaliação após 45 dias 
PERIOGRAMA 
FICHA DO PERIOGRAMA
2
INSTRUMENTOS
INSTRUMENTOS NECESSÁRIOS PARA PERIOGRAMA
Sondas milimetradas: Carolina do Norte (15mm) ou 
Williams (10mm)
Espelho clínico com cabo
Sonda Nabers
CARRANZA, F.A 2012 e BRUNETTI, M.C, 2007
3 EXAMES
• Profundidade de sondagem 
• Perda de inserção 
• Recessão gengival
• Envolvimento de furca
• Mobilidade dental
• Sangramento
• Supuração 
PROFUNDIDADE DE SONDAGEM
É a distância da margem gengival ao fundo de sulco ou bolsa
É REALIZADA EM 6 PONTOS 
Mesial
Central
Distal 
Vestibular Palatina/ Lingual 
Mesial
Central
Distal 
CARRANZA, F.A 2012 e BRUNETTI, M.C, 2007
RECESSÃO GENGIVAL
É a medida da margem gengival até a junção amelocementária
Quando existe hiperplasia, o parâmetro é negativo
É necessário identificar com a sonda a junção amelocementária
CARRANZA, F.A 2012 e BRUNETTI, M.C, 2007
PERDA DE INSERÇÃO
É a distância entre a JCE ao provável fundo de bolsa
É a soma da P.S. e recessão gengival
P.I. > PS P.I. = PS P.I. < PS
3 + 2 = 5
4 = 4
5 + (-3) = 2
CARRANZA, F.A 2012 e BRUNETTI, M.C, 2007
MOBILIDADE DENTAL 
Movimento vertical
Ate 0,2mm é considerado fisiológico
Movimento de mesiodistal
Movimento vestibulolingual
GRAU 3:
GRAU 2:
GRAU 1: 0,2 – 1mm/ sentido horizontal
Acima de1mm/ sentido horizontal
Mobilidade no sentido vertical
CARRANZA, F.A 2012 e BRUNETTI, M.C, 2007
SANGRAMENTO E SUPURAÇÃO 
Sangramento à sondagem é um indicativo seguro 
de evolução e estabilidade da doença
Supuração: indica condição aguda, infecção ativa.
CARRANZA, F.A 2012 e BRUNETTI, M.C, 2007
ENVOLVIMENTO DE FURCA 
Deve ser realizado em dentes multiradiculares
Grau I: 1/3 das raízes 3mm – primeira marcação
Grau II: 2/3 das raízes 6mm – segunda marcação
Grau III: a sonda atravessa 
CARRANZA, F.A 2012 e BRUNETTI, M.C, 2007
ENVOLVIMENTO DE FURCA 
2 RAÍZES 
VESTIBULARES 
CARRANZA, F.A 2012 e BRUNETTI, M.C, 2007
1 RAIZ VESTIBULAR 
+ 1 RAIZ PALATINA 
2 RAÍZES VESTIBULARES 
+ 1 RAIZ PALATINA 
Sondagem de vestibular 
para lingual
Sondagem de lingual 
para vestibular
Sondagem de distal 
para mesial
Sondagem de mesial 
para distal
Sondagem 
de vestibular 
para lingual 
Sondagem 
de mesial 
para distal
Sondagem 
de distal 
para mesial
Sondagem de mesial para distal - palatina
Sondagem de distal para mesial - palatina
VESTIBULAR
PALATINA
Raspagem 
Subgengival
• A raspagem subgengival objetiva remover biofilme e 
calculo
• E o alisamento radicular também, mas também objetiva 
remover o cemento, deixando a superfície radicular lisa, 
dura e limpa
CARRANZA, F.A 2012
RASPAGEM SUBGENGIVAL X ALISAMENTO RADICULAR
• Os dois seguem os mesmos princípios 
2
INSTRUMENTOS
2 INSTRUMENTOS
• Curetas Gracey
• Curetas Gracey MiniFive
POSSUEM UMA HASTE 
3MM MAIS LONGA QUE 
AS CURETAS GRACEY 
PADRÃO
POSSUI UMA LÂMINA 
50% MAIS CURTA
ADAPTAM-SE COM MAIS PERFEIÇÃO ÀS CURVATURAS 
RADICULARES, PINCIPALMENTE DE DENTES POSTERIORES CU
RE
TA
S 
M
IN
IF
IV
E 
CARRANZA, F.A 2012
CARRANZA, F.A 2012
Cureta gracey MiniFive 5/6 – faces livres e 
interproximais de dentes anteriores 
Cureta gracey MiniFive 7/8 – faces livres de 
dentes posteriores 
Cureta gracey MiniFive 11/12 – mesial de dentes 
posteriores 
Cureta gracey MiniFive 13/14 – distal de dentes 
posteriores 
G
o
o
gl
e
im
ag
e
n
s
3
PRINCÍPIOS 
GERAIS 
3
PRINCÍPIOS 
GERAIS 
• Acessibilidade 
• Visibilidade 
• Empunhadura
• Apoio 
• Adaptação 
• Movimentos 
• O profissional deve seguir a correta ergonomia durante a 
raspagem para não gerar problemas futuros e possibilitar 
uma maior acessibilidade 
• O profissional deve se movimentar, ao mudar de dente, 
de forma que o seu punho fique alinhado com sua mão
CARRANZA, F.A 2012
ACESSIBILIDADE
• A posição do paciente na altura dos cotovelos, também 
favorece a acessibilidade 
• Maxila: cadeira alta com o encosto inclinado para baixo
• Mandíbula: cadeira baixa com o encosto inclinado para 
cima, quase sentado
CARRANZA, F.A 2012
ACESSIBILIDADE
• Sempre que possível utilizar visão direta 
com iluminação direta
• Durante a instrumentação também é necessário 
manter o campo limpo para melhor visualização, 
com sugadores e gazes
CARRANZA, F.A 2012
ACESSIBILIDADE
1. VISÃO DIRETA X VISÃO INDIRETA
2. ILUMINAÇÃO DIRETA X ILIMINAÇÃO INDIRETA
3. AFASTAMENTO DOS TECIDOS MOLES
CARRANZA, F.A 2012
VISIBILIDADE
VISÃO INDIRETA
VISÃO DIRETA
SEMPRE QUE POSSÍVEL 
UTILIZAR VISÃO DIRETA
VISUALIZAÇÃO DO 
DENTE PELO ESPELHO 
CLÍNICO
CARRANZA, F.A 2012
VISIBILIDADE
ILUMINAÇÃO 
DIRETA
ILUMINAÇÃO 
INDIRETA
O ESPELHO REFLETE 
A LUZ PARA O LOCAL 
DESEJADO
O REFLETOR ILUMINA 
DIRETAMENTE O DENTE
CARRANZA, F.A 2012
VISIBILIDADE
AFASTAMENTO 
COM O ESPELHO
AFASTAMENTO 
COM OS DEDOS
VISIBILIDADE
1. Os dedos: polegar, indicador e dedo 
médio seguram o instrumento, como 
uma caneta
2. O dedo médio é posicionado ao 
lateralmente
3. O dedo indicador fica um pouco acima 
do dedo médio
4. O polegar fica entre o dedo médio e o 
indicador
EMPUNHADURA PADRÃO: CANETA
CARRANZA, F.A 2012
EMPUNHADURA
EMPUNHADURA PADRÃO: CANETA MODIFICADA
CARRANZA, F.A 2012
EMPUNHADURA
1. Os dedos: polegar, indicador e dedo 
médio seguram o instrumento, como 
uma caneta
2. O dedo médio é posicionado ao longo 
do instrumento
3. O dedo indicador fica um pouco acima 
do dedo médio
4. O polegar fica entre o dedo médio e o 
indicador
EMPUNHADURA COM A PALMA E O POLEGAR
• É útil para estabilizar 
instrumentos durante a 
afiação e para manipular 
CARRANZA, F.A 2012
EMPUNHADURA
INTRAORAIS
1. Convencional
2. Arco cruzado
3. Arco oposto
4. Dedo no dedo
EXTRAORAIS
1. Palma para cima
2. Palma para baixo
CARRANZA, F.A 2012
APOIO DIGITAL
INTRAORAIS
CONVENCIONAL:
Em superfícies dentárias 
imediatamente 
adjacente à área de 
trabalho
CARRANZA, F.A 2012
APOIO DIGITAL
ARCO CRUZADO:
Em superfícies 
dentárias no lado 
oposto do mesmo 
arco
CARRANZA, F.A 2012
INTRAORAIS
APOIO DIGITAL
ARCO OPOSTO:
Em superfícies 
dentárias no arco 
oposto
CARRANZA, F.A 2012
INTRAORAIS
APOIO DIGITAL
DEDO NO DEDO:
É estabelecido no 
dedo indicador ou 
polegar da mão não 
operatória
CARRANZA, F.A 2012
INTRAORAIS
APOIO DIGITAL
PALMA PARA CIMA:
Apoiar o dorso dos dedos 
de apoio na lateral da
mandíbula no lado 
direito da face
CARRANZA, F.A 2012
EXTRAORAIS
APOIO DIGITAL
PALMA PARA BAIXO:
Apoiar as superfícies 
anteriores dos dedos de 
apoio na lateral da
mandíbula no lado 
direito da face
CARRANZA, F.A 2012
EXTRAORAIS
APOIO DIGITAL
• A ponta ativa deve ser posicionada paralela a superfície 
dentária durante os movimentos dentro da bolsa, o terço 
inferior deve sempre ser mantido em contato com a raiz
• Evitando que a ponta do instrumento 
cause trauma e desconforto em tecido 
mole
CARRANZA, F.A 2012
ADAPTAÇÃO DO INSTRUMENTO
• A pressão deve ser firme e moderada ou leve. 
Dependendo do cálculo e dos movimentos a serem 
empregados
CARRANZA, F.A 2012
ADAPTAÇÃO DO INSTRUMENTO
• A pressão para o alisamento radicular deve ser 
mais leve do que aempregada para RASUB
CARRANZA, F.A 2012
ADAPTAÇÃO DO INSTRUMENTO
• Pressão muito grande pode fazer com que a superfície 
radicular seja lascada
• Pressão muito leve pode fazer com que o cálculo 
seja “polido” e não removido por completo
• Três movimento são utilizados: exploratório, de raspagem 
e de alisamento radicular
1. MOVIMENTO EXPLORATÓRIO: Deve ser leve e sensível, feitos 
com sonda exploradora, para detectar bolsas profundas e 
cálculos irregulares, o instrumento deve ser empunhado e 
adaptado contra parede com pressão leve
CARRANZA, F.A 2012
MOVIMENTOS
CARRANZA, F.A 2012
2. MOVIMENTO DE RASPAGEM 
O CALCULO É DESLOCADO 
COM UM MOVIMENTO 
FIRME EM UMA DIREÇÃO 
CORONÁRIA
O MOVIMENTO DE 
RASPAGEM DEVE SER 
INICIADO NO 
ANTEBRAÇO
A ROTAÇÃO DO PULSO É 
SINCRONIZADA COM O 
MOVIMENTO DO 
ANTEBRAÇO
OS MÚSCULOS DOS DEDOS E 
DAS MÃOS SÃO 
TENSIONADOS PARA 
ESTABELECER UMA
EMPUNHADURA SEGURA
TRANSMITIDO DO 
PULSO PARA A MÃO 
COM UMA FLEXÃO LEVE 
DOS DEDOS
PRESSÃO LATERAL É 
FIRMEMENTE 
APLICADA CONTRA A 
SUPERFÍCIE
DENTÁRIA. 
MOVIMENTOS
CARRANZA, F.A 2012
3. MOVIMENTO DE ALISAMENTO RADICULAR
UMA EMPUNHADURA FIRME
ADAPTAR A CURETA AO 
DENTE
REALIZAR PRESSÃO LATERAL 
LEVE E UNIFORME 
A MEDIDA QUE SUPERFÍCIE SE 
TORNA LISA E A RESISTÊNCIA 
DIMINUI, A PRESSÃO
LATERAL É 
PROGRESSIVAMENTE 
REDUZIDA
MOVIMENTOS
CARRANZA, F.A 2012
• Qualquer um desses movimentos pode empurrar o 
calculo em uma direção vertical, oblíqua ou horizontal
MOVIMENTOS
4
PRINCÍPIOS DA 
RASPAGEM 
4
PRINCÍPIOS DA 
RASPAGEM 
• Percepção visual e tátil 
do cálculo
• Como raspar
4
PRINCÍPIOS DA 
RASPAGEM 
• Percepção visual e tátil 
do cálculo
• Como raspar
• Jatos de ar podem ser direcionados para dentro da bolsa
• Deslocando a gengiva marginal do dente
• Então os depósitos subgengivais próximos da superfícies 
poderão ser vistos
CARRANZA, F.A 2012
PERCEPÇÃO VISUAL
•É realizada por meio da sonda periodontal
•Com empunhadura caneta modificada, para uma máxima
sensibilidade tátil
•As irregularidades devem ser encontradas com leves
movimentos vibratórios pela haste e pelo cabo do 
instrumento
CARRANZA, F.A 2012
PERCEPÇÃO TÁTIL
1. Segurar a caneta com empunhadura de caneta 
modificada
2. Apoio estabelecido
3. A borda cortante é adaptada com suavidade ao dente, 
com a porção terminal paralela à superfície do dente. 
CARRANZA, F.A 2012
PASSO A PASSO DA RASUB
4. A porção terminal é movida em 
direção ao dente, de modo que a face 
da lâmina fique nivelada com a 
superfície do dente. 
CARRANZA, F.A 2012
PASSO A PASSO DA RASUB
5. A lâmina é, então, inserida sob a 
gengiva e deslocada para a base da 
bolsa com um leve movimento 
exploratório. 
CARRANZA, F.A 2012
PASSO A PASSO DA RASUB
6. Estabelecer uma angulação de trabalho 
entre 45 e 90 graus + aplicar pressão lateral 
contra a superfície do dente. 
7. Remover o cálculo com movimentos 
controlados, curtos, sobrepostos e 
utilizando movimentos de punho e de braço 
CARRANZA, F.A 2012
PASSO A PASSO DA RASUB
8. Após o cálculo ser removido, a superfície rugosa deve ser 
removida, com os mesmo movimentos, porém mais leves e 
longos de alisamento radicular, com menos pressão lateral, ate 
que a superfície radicular fique lisa e dura.
CARRANZA, F.A 2012
PASSO A PASSO DA RASUB
5
AFIAÇÃO
1.Segurar a pedra em uma mão e o instrumento em outra 
(com empunhadura digito palmar)
2.Imaginar um relógio analógico
3.Posicionar a haste não cortante do instrumento na 
posição de 12 horas e inclinar 3 min para cada lado
AFIAÇÃO
4. Realizar os mesmos movimentos nos terços posterior e 
médio da lâmina cortante, respectivamente
5. Finalizar para um sentido sempre (para baixo ou para 
cima)
6.Por ultimo, afiar a ponta do instrumento, com 
movimentos giratórios
AFIAÇÃO
•Somente pedra ou
instrumento podem se 
movimentar no momento
da afiação
CARRANZA, F.A 2012
AFIAÇÃO
AF
IA
ÇÃ
O
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CARRANZA, F.A 2012
65
REFERÊNCIAS 
CARRANZA Jr., F.A.; NEWMAN M.G.; TAKEI H.H. Periodontia clínica , 10º ed., Ed. Guanabara 
Koogan, Rio de Janeiro, 2007. 
BRUNETTI, M.C; FERNANDES, M.S; MORAES, R.G.B; Fundamentos da periodontia – teoria e 
prática, artes médicas: divisão odontológica; 2007.
66
Obrigada!!
+55 85 985996795
ketney273@gmail.com