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CURSO: ENFERMAGEM – 4º/5º PERÍODOS
DOCENTE: Enf. Sanitarista VANESSA MARTINS
POLO: SALGUEIRO-PE
• A escolha do método contraceptivo deve ser
baseada no acolhimento com escuta
qualificada do profissional de saúde ao
indivíduo, com ou sem parceria fixa, que
procura o serviço de saúde. Para isso, devem
ser ofertados a homens e mulheres adultos,
jovens e adolescentes informação, acesso e
escolha de métodos eficientes, seguros,
permissíveis e aceitáveis (BRASI, 2016).
• MÉTODOS COMPORTAMENTAIS
•MÉTODOS DE BARREIRA
•DISPOSITIVOS INTRAUTERINOS
•MÉTODOS HORMONAIS
•MÉTODOS DEFINITIVOS
• Também conhecidos como naturais, de
abstinência periódica ou de percepção da
fertilidade são utilizados para evitar a gestação
através do conhecimento dos sinais de ovulação
(período fértil da mulher.
• Esses métodos têm baixa eficácia, requerem
disciplina, conhecimento do funcionamento do
corpo, observação atenta e a cooperação de
ambos os parceiros.
• Ogino-knaus (TABELINHA)
A duração da 2ª fase do ciclo menstrual é
constante e a ovulação ocorre entre 11 e 16
dias antes do início da próxima
menstruação. Para iniciar o método, a
mulher deve conhecer seu padrão
menstrual anotando o início de cada
menstruação por, pelo menos, 6 a 12
meses.
• Ogino-knaus (TABELINHA)
Verificar o ciclo mais curto e o mais longo e
calcular a diferença entre eles. Se a diferença
entre o ciclo mais longo e o mais curto for de 10
dias ou mais, não deve usar este método.
• Ogino-knaus (TABELINHA)
Subtraindo-se 18 do ciclo mais curto, dia do
início do período fértil;
Subtraindo-se 11 do ciclo mais longo, dia do
fim do período fértil.
• Ogino-knaus (TABELINHA)
CÁLCULO:
• Sintotérmico (INDICADORES DE
OVULAÇÃO)
 Baseia-se na combinação de múltiplos
indicadores da ovulação (sinais e sintomas), a
fim de determinar o período fértil com mais
precisão e confiabilidade.
• Sintotérmico (INDICADORES DE
OVULAÇÃO)
 Esses sinais podem ser: dor abdominal
sensação de peso nas mamas, mamas inchadas
ou doloridas, variações de humor e/ou da
libido, entre outros.
• Método do colar (CYCLEBEADS)
 Mulheres com ciclos que variam de 26 a 32
dias podem utilizar esse método. Para isso, é
necessário analisar seu padrão menstrual dos
últimos 6 meses. O período fértil é do 8º ao 19º
dia, quando o casal deve abster-se de relações
sexuais.
• Temperatura corporal basal
 Nesse método, a mulher observa, durante o
ciclo menstrual, as alterações da temperatura
basal, que se eleva ligeiramente depois da
ovulação, e deve ser medida diariamente, em
repouso, pela manhã, por via oral, vaginal ou
retal.
• Muco cervical (Billings)
 Baseia-se na observação das mudanças do
muco cervical e da sensação de umidade na
vagina; porque, no período fértil, o muco é
transparente e elástico (semelhante à clara de
ovo).
• Coito interrompido
 Nesse método, o homem retira o pênis da
vagina, um pouco antes da ejaculação, e o sêmen
é depositado longe dos genitais femininos. Esse
método não deve ser estimulado porque tem
grande possibilidade de falhar, visto que o
líquido pré-ejaculatório pode conter
espermatozoides.
• Impedem a trajetória e a penetração dos
espermatozoides no canal cervical com
obstáculos mecânicos e/ou químicos. São
indicados para todas as pessoas que não querem
fazer uso de métodos hormonais,
comportamentais ou cirúrgico de anticoncepção.
• Preservativos masculinos e femininos
 Atualmente são os únicos métodos de planejamento
reprodutivo e que diminuem o risco de transmitir
infecções sexualmente transmissíveis (IST), entre elas,
o HIV/Aids.
 PRESERVATIVO MASCULINO: pode ser inserido em
qualquer momento do ato sexual. O prazo de validade
varia de 3 a 4 anos.
• Preservativos masculinos e femininos
 PRESERVATIVO FEMININO: pode ser colocado na
vagina, imediatamente antes da penetração, ou até 8
horas antes da relação sexual.
O preservativo feminino não deve ser usado junto com
o preservativo masculino, porque o atrito aumenta o
risco de rompimento.
• Diafragma
 É um capuz macio de látex ou silicone côncavo, com
borda flexível, que recobre o colo uterino. Deve ser
inserido antes de qualquer contato entre o pênis e a
vagina, com ou sem geleia espermicida. Pode ser
colocado minutos antes da relação sexual ou, no
máximo, 2 horas antes, só deve ser retirado de 6 a 8
horas depois da última relação sexual e não deve ficar
mais de 24 horas, porque pode provocar irritações na
mucosa vaginal.
• Diafragma
 A durabilidade é de, aproximadamente, 2 a 3 anos, se
observadas as recomendações do produto. Depois
desse período, deve ser trocado.
Pode ser utilizado 6 semanas depois do parto.
• Espermicidas
 São substâncias químicas à base de nonoxinol-9 (N-9)
a 2%. Devem ser colocados na vagina, no mínimo, de
10 a 30 minutos e, geralmente, não mais de 1 hora
antes da relação sexual. Devem ser usados todas as
vezes em que o casal tem relações sexuais.
Não é recomendado para mulheres com múltiplos
parceiros (risco de ISTs).
• Capuz cervical
 um copo de silicone em formato de chapéu é colocado
na vagina e posicionado sobre o colo do útero. Parece
com o diafragma, mas é menor e mais rígido. Deve ser
inserido antes da relação sexual e permanecer no lugar
por, no mínimo, 6 horas depois do ato sexual, no
máximo até 48 horas de cada vez. Pode ser lavado e
reutilizado pelo período de 1 ano.
Não se recomenda que seja usado como método
isolado devido à possibilidade elevada de falha.
• Esponja vaginal
 Esponja redonda em formato de travesseiro, feita de
poliuretano com, aproximadamente, 4 cm de diâmetro
e contém espermicida. Colocada na vagina até 24
horas antes da relação sexual e protege durante esse
período, não importa a frequência de repetição do ato.
A esponja deve ser deixada no lugar por, pelo menos,
6 horas depois da última relação sexual, e não deve ser
deixada no lugar por mais de 30 horas.
Não se recomenda o uso da esponja como método
isolado, devido à possibilidade elevada de falha.
•É um objeto pequeno de plástico flexível, em forma de
T, que mede, aproximadamente, 31 mm. Pode ser
adicionado cobre ou hormônios a esse dispositivo, que,
inseridos na cavidade uterina, exercem função
contraceptiva.
•É um doa métodos de planejamento familiar mais
usado em todo o mundo.
PRINCIPAIS 
CARACTERÍSTICAS
DIU COM COBRE
DIU QUE LIBERA 
HORMÔNIO
MODELOS Tcu 380ª e MLCu-37s
Sistema intrauterino (SIU) 
de levonorgestrel – SIU –
LNG – 20.
MATERIAL
Filamentos e/ou anéis de
cobre enrolado em sua
haste vertical.
Polietileno, haste vertical
envolvida por uma cápsula
que contém 52 mg de
levonorgestrel.
EFICÁCIA
O Tcu 380A é o mais eficaz
dos DIUs com cobre, e seu
efeito, depois da inserção,
dura 10 anos. O tipo
MLCu-375 dura 5 anos.
Depois que o DIU de
cobre é removido, a
recuperação da fertilidade
é imediata.
A eficácia desse método é
similar à da esterilização
cirúrgica. A taxa de falha
não é influenciada pela
idade. A duração de uso
recomendada é de 5 a 7
anos. Depois da remoção,
a recuperação da
fertilidade é imediata.
PRAZO DE VALIDADE
De 2 a 7 anos, de acordo
com o fabricante.
De 3 anos, de acordo com o
fabricante.
Tcu 380A MLCu-375
MOMENTOS DE INSERÇÃO DO DIU
•DIU T de cobre
Na mulher que está menstruando regularmente
 Depois do parto
Deve ser inserido, a qualquer momento do
ciclo menstrual, preferencialmente durante a
menstruação.
O momento mais indicado é logo depois da
expulsão da placenta, mas pode ser inserido
dentro de 48 horas após o parto ou só
depois.
 Depois de aborto espontâneo ou induzido
Quando se quer interromper o uso de outro
método anticoncepcional
Imediatamente. Porém, se houver infecção, o
DIU pode ser inserido depois de 3 meses, se já
não houver mais infecção e se a mulher não
estiver grávida.
Imediatamente.
MOMENTOS DE INSERÇÃO DO DIU
•DIU SIU-LNG-20
Na mulher que está menstruando regularmente
 Depois do parto
Entre o 1º e o 7º dia do ciclo menstrual.
Nas mulheres que estão amamentando, 6
semanas depois do parto. Sem lactação,pode
ser inserido imediatamente depois do parto
ou nas 48 horas seguintes.
 Depois de aborto espontâneo ou induzido
Imediatamente. Porém, se houver infecção, o
DIU pode ser inserido depois de 3 meses, se já
não houver mais infecção e se a mulher não
estiver grávida.
PODEM utilizar o DIU T de cobre – Tcu 380A
 Mulheres com HIV/Aids, que estão usando
antirretroviral;
 Mulheres com mais chances de contrair
infecções;
 Mulheres com ectopia cervical, cesariana prévia;
 Mulheres nulíparas e na perimenopausa.
• Os métodos hormonais são representados pelos
anticoncepcionais orais e injetáveis, que são
constituídos de esteroides utilizados
isoladamente ou associados, com a finalidade
básica de impedir a concepção.
ORAIS
•PÍLULA COMBINADA ETINILESTRADIOL 0,03
mg + LEVONORGESTREL 0,15 mg
•MINIPÍLULAS NORETISTERONA 0,35 mg
21, 22 ou 28 comprimidos. Uso pela
primeira vez: 1º ou até o 5º dia do ciclo
menstrual.
28 a 35 comprimidos sem interrupção.
INJETÁVEIS (IM)
•PROGESTOGÊNIO
•PROGESTOGÊNIO + ESTROGÊNIO
Uso trimestral, são indicados para
lactantes; composição: acetato de
medroxiprogesterona 150 mg.
Uso mensal; composição: enantato de
noretisterona 50 mg + valerato de estradiol
5 mg.
MULHERES EM AMAMENTAÇÃO
• LAQUEADURA TUBÁRIA: mulheres
• VASECTOMIA: homens
• Pílulas combinadas de etinilestradiol e
levonorgestrel.
•Levonorgestrel 1,5 mg – Pílula anticoncepcional
de emergência (AHE)
•Quanto mais precocemente forem administrados
os comprimidos, mais eficaz será a AE.
Idealmente, o mais próximo possível da relação
desprotegida até 72h. Com limite de 5 dias.
• VÔMITO nas primeiras 2 horas depois da
ingestão da anticoncepção de emergência
Repetir dose depois do uso de
antiemético ou da alimentação.

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