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ADAPTAÇÃO ESCOLAR
CONTRIBUIÇÕES NA APRENDIZAGEM 
DO ALUNO COM TEA
Prof.ª Lucimara C. Castro
Você conhece os direitos da pessoa 
com TEA?
A Lei 12.764/12, conhecida como Lei Berenice 
Piana, instituiu a Política Nacional de Proteção dos 
Direitos da Pessoa com Transtorno do Espectro 
Autista e foi a primeira a considerar o autista uma 
pessoa com deficiência.
Atendimento prioritário
A prioridade no atendimento significa ter um
tratamento imediato e diferenciado das demais
pessoas em todas as instituições e serviços de
atendimento ao público, sejam públicos ou
privados. Entendida como a não sujeição a filas
comuns, abrange também a tramitação preferencial
de processos administrativos e judiciais.
Educação profissionalizante e 
inserção no mercado de trabalho
Possibilidade de participar do programa de aprendizagem
para a pessoa com deficiência, a partir dos 14 anos. O
autista será contratado como jovem aprendiz, fazendo jus
ao recebimento de salário e outros benefícios decorrentes
da relação de trabalho. A contratação terá como objetivo a
inclusão, permanência e não discriminação, levando em
conta as habilidades e vocação da pessoa com autismo.
Saúde
O Estatuto da Pessoa com Deficiência prevê atenção
integral à saúde da pessoa com deficiência, por
intermédio do SUS, com atendimento universal e
gratuito. A Lei Berenice Piana, por sua vez, dispõe
sobre a obrigatoriedade de diagnóstico precoce e
tratamento multidisciplinar ao autista, em todas as
especialidades necessárias ao desenvolvimento do
paciente.
Outros direitos
* Isenção de Impostos para a aquisição de
veículos;
* Vaga especial no estacionamento;
* Transportes;
* Benefício da prestação continuada;
* Dedução e restituição do imposto de renda;
* Tomada de decisão apoiada e curatela.
Inclusão escolar
A criança autista tem direito ao 
ingresso e permanência na escola 
regular, devendo sua educação ter 
caráter inclusivo. Ou seja, ao aluno 
autista devem ser asseguradas 
condições de acesso, aprendizagem 
e participação. 
MICHAEL PHELPS
ADAPTAÇÃO ESCOLAR
LDBEN - Lei 9394/1996:
Sobre a Educação Especial, trata o Art. 4º:
“O dever do Estado com educação escolar
pública será efetivado mediante a garantia
de:
III – atendimento educacional especializado
gratuito aos educandos com necessidades
especiais, preferencialmente na rede
regular de ensino”.
LDB - Lei 9394/1996:
Art. 59. Os sistemas de ensino assegurarão aos
educandos com necessidades especiais:
I – currículos, métodos, técnicas, recursos educativos
e organização específicos, para atender às suas
necessidades;
II – terminalidade específica para aqueles que não
puderem atingir o nível exigido para a conclusão do
Ensino Fundamental, em virtude de suas deficiências,
e aceleração para concluir em menor tempo o
programa escolar para os superdotados;
III – professores com especialização adequada em nível
médio ou superior, para atendimento especializado, bem
como professores do ensino regular capacitados para a
integração desses educandos nas classes comuns;
IV – educação especial para o trabalho, visando a sua
efetiva integração na vida em sociedade, inclusive
condições adequadas para os que não revelarem
capacidade de inserção no trabalho competitivo,
mediante articulação com os órgãos oficiais afins, bem
como para aqueles que apresentam uma habilidade
superior nas áreas artística, intelectual ou psicomotora;
V – acesso igualitário aos benefícios dos programas 
sociais suplementares disponíveis para o respectivo 
nível do ensino regular (BRASIL, 1996).
No contexto da inclusão
educacional, todas as crianças
têm direito à educação de
qualidade que atenda suas
especificidades, contemplando
as suas diferenças. Na educação
regular, destacamos a
participação do TEA por
apresentar alguns déficits e
peculiaridades comportamentais
em diversas áreas.
O Transtorno do Expectro Autista (TEA) se 
relaciona a inúmeros elementos essenciais 
da vida do indivíduo. Assim, diagnosticá-lo 
como autista e proceder com 
encaminhamentos adequados é de suma 
importância, tanto no ambiente escolar 
quanto fora dele.
INTERVENÇÃO EDUCACIONAL
Segundo Vygotsky (1989), a aprendizagem tem
um papel fundamental para o desenvolvimento do
saber e do conhecimento. Todo e qualquer processo
de ensino aprendizagem tem como base o tripé que
inclui aquele que aprende, o que ensina e o objeto da
aprendizagem que se constrói na relação entre eles.
Vygotsky explica a conexão entre
desenvolvimento e aprendizagem através da Zona de
Desenvolvimento Proximal (distância entre os níveis de
desenvolvimento potencial e nível de desenvolvimento
real), um “espaço dinâmico” entre os problemas que
uma criança pode resolver sozinha (nível de
desenvolvimento real) e os que deverá resolver com a
ajuda de outro sujeito mais capaz no momento, para
em seguida, chegar a dominá-los por si mesma (nível
de desenvolvimento potencial).
AFINAL, O QUE SÃO ADAPTAÇÕES 
CURRICURARES?
As adaptações curriculares, 
propriamente ditas, são 
modificações do 
planejamento, objetivos, 
atividades e formas de 
avaliação, no currículo 
como um todo, ou em 
aspectos dele, para 
acomodar os alunos com 
deficiência.
De modo geral, pode-se falar em dois tipos de
adaptações curriculares:
• adaptações de acessibilidade;
• adaptações pedagógicas.
As adaptações curriculares propostas pelo MEC para 
a educação especial visam promover o 
desenvolvimento e a aprendizagem dos alunos que 
apresentam necessidades educacionais especiais, 
tendo como referência a elaboração do projeto 
pedagógico e a implementação de práticas inclusivas 
no sistema escolar.
Baseiam-se nos seguintes aspectos:
- atitude favorável da escola para diversificar e
flexibilizar o processo de ensino aprendizagem, de
modo a atender às diferenças individuais dos
alunos;
- identificação das necessidades educacionais
especiais para justificar a priorização de recursos e
meios favoráveis à sua educação;
- adoção de currículos abertos e propostas curriculares
diversificadas, em lugar de uma concepção uniforme e
homogeneizadora de currículos;
- flexibilidade quanto à organização e ao funcionamento
da escola para atender à demanda diversificada dos
alunos;
- possibilidade de incluir professores especializados,
serviços de apoio e outros não convencionais, para
favorecer o processo educacional.
Os critérios de adaptação curricular são
indicadores do que os alunos devem aprender, de como
e quando aprender, das distintas formas de organização
do ensino e de avaliação da aprendizagem com ênfase
na necessidade de previsão de recursos e apoio
adequados.
Consideram-se apoios os diversos "recursos e
estratégias que promovem o interesse e as capacidades
das pessoas, bem como oportunidades de acesso a
bens e serviços, informações e relações no ambiente
que vivem” (MEC/PCNs).
Os recursos e apoios tendem a favorecer a autonomia, a
produtividade, a integração e a funcionalidade no
ambiente escolar e comunitário.
O apoio é caracterizado em termos de intensidade,
sendo classificado em:
Intermitente: quando se dá em momentos de crises e em 
situações específicas de aprendizagem. 
Limitado: reforço pedagógico para algum conteúdo
durante um semestre, desenvolvimento de um programa
de psicomotricidade.
Extensivo: sala de recursos ou de apoio pedagógico,
atendimento itinerante, isto é, modalidades de
atendimento complementar ao da classe regular
realizado por professores especializados.
Pervasivo: alta intensidade, longa duração ou ao longo
da vida para alunos com deficiências múltiplas ou
agravantes. Envolve equipes e muitos ambientes de
atendimento.
Os objetivos das intervenções educacionais para
crianças com TEA serão diferentes, a depender do
grau de comprometimento nas diversas áreas de
atuação.
Lidando com prejuízos cognitivos importantes, o
investimento do profissional deverá ser direcionado,
mais especificamente,na busca do aumento da
comunicação e interações sociais, na diminuição das
alterações comportamentais (estereotipias,
hiperatividade, etc. ).
Diante das dificuldades das crianças com TEA é
necessário que haja a realização de adaptações
curriculares que contemplem uma rede de suportes
que promovam alterações nos conteúdos, estratégias e
metodologias para promover situações diferenciadas
nas ações educativas que tornem o processo de
ensino aprendizagem adequado a todas as crianças.
Tais adaptações visam uma melhoria na aprendizagem,
otimizando a qualidade de ensino que está sendo
oferecida a esses sujeitos.
Segundo Aguiar (1997), a
criança TEA pode aprender
através de uma rotina, de um
conjunto de pistas a que
podemos chamar de ajudas. No
entanto a aprendizagem não é
significativa, ela permanece
mecânica e descontextualizada,
sem estabelecer uma relação
com os conhecimentos prévios
da criança.
A proposta inclusiva representa uma política
pública na área da pesquisa e trabalho bem como de
práticas educativas com atividades que precisam sair
do discurso, romper com o caráter assistencialista e
paternalista que sempre envolveu a educação
“especial”. A inclusão dos deficientes na rede comum
em todos os níveis de ensino, assume uma bandeira
acima de tudo humanista e democrática (LIMA E
RODRIGUES, 2000).
Segundo Vieira e Pereira (2007) para ensinar uma
criança com TEA, como qualquer outra criança seja ela
deficiente ou não, devemos responder às seguintes
questões:
“O que vamos ensinar?”
“Como vamos ensinar?” 
“Como vamos avaliar?” 
Para os autores essas três questões clarificam o
processo de intervenção junto à criança.
Ao conseguirmos responder às questões propostas
por Vieira e Pereira (2007) encontramos um caminho
que será necessário ser percorrido para fazer com que
o processo de aprendizagem seja bem vivenciado de
forma significativa para a criança com TEA.
Para se juntar a essas respostas e formar esse
caminho para o processo interventivo, é necessário
também a avaliação do professor com relação a medir
a relevância de determinado conteúdo para a criança
TEA e as atividades de vida diária que serão
desenvolvidas no seu cotidiano.
Níveis de adequações curriculares
• No âmbito do projeto político
pedagógico;
• No currículo desenvolvido
na sala de aula;
• Em nível individual.
• Relação professor aluno;
• Relações entre colegas;
• Agrupamento dos alunos;
• Co operatividade;
Adequações relativas ao currículo na sala 
de aula (realizadas pelo professor)
• Organização especial em sala de aula;
• Seleção, adequação e utilização dos recursos
materiais, equipamentos e mobiliário de modo que
favoreça a aprendizagem de todos;
• Organização do tempo considerando os serviços de
apoio ao aluno e o respeito ao ritmo próprio de
aprendizagem e desempenho de cada um;
• Avaliação flexível;
• Metodologias, atividades e procedimentos de ensino 
de acordo com a necessidade do aluno;
• Atividades diversificadas adequadas de modo que
atendam às peculiaridades individuais e grupais na
sala de aula.
Sugestões que favoreçam o acesso ao 
Currículo
• Agrupar os alunos de maneira que facilite a realização
de atividades em grupo e incentive a comunicação;
• Propiciar ambientes com adequada luminosidade,
sonoridade e movimentação;
• Encorajar, estimular e reforçar a comunicação, a
participação, o sucesso, a iniciativa e o desempenho
do aluno.
• Providenciar adaptação de instrumentos de avaliação e
de ensino aprendizagem;
• Favorecer o processo comunicativo entre aluno-aluno,
aluno-professor, aluno-adulto;
• Despertar a motivação, a atenção e o interesse dos
alunos;
• Apoiar o uso dos materiais de ensino aprendizagem de
uso comum;
• Atuar para eliminar sentimentos de inferioridade,
menos valia e fracasso.
Não há “receitas prontas”, mas, sim, dicas
importantes para que a aprendizagem se torne
possível e muito mais significativa para os
estudantes. A primeira é chave para as demais: o
ponto de partida é sempre o próprio aluno.
Desenvolver práticas pedagógicas a partir
do próprio aluno significa identificar seus
interesses e necessidades a fim de flexibilizar o
currículo e diversificar as estratégias. E não há
como o professor fazer isso sozinho.
Nesse ponto, temos a segunda dica: é preciso
desenvolver uma dinâmica de trabalho colaborativo,
que envolva diretamente outros profissionais da
escola, professores do atendimento educacional
especializado, coordenador pedagógico, diretor,
auxiliares de limpeza, merendeiros, ou seja, toda a
comunidade escolar.
Algumas estratégias
Recursos visuais para tarefas
As crianças autistas se comunicam com
muito mais facilidade através de recursos
visuais. Por isso, é importante que seja
mostrado como toda atividade é feita.
Faça um perfil da criança
Uma atitude que a escola pode fazer é montar um
“perfil” da criança, para facilitar caso tenha trocas de
professores. Esse perfil pode e deve ser feito em
colaboração com os pais. Nele, deve constar uma
apresentação da criança, de atividades de que ela
gosta, atitudes que a ajudam, situações que a deixam
triste, atividades que a criança já sabe e consegue
fazer bem sozinha.
Se a criança for muito 
pequena, é bom mencionar 
também quais as 
habilidades 
comunicacionais que ela 
tem (por exemplo, “Se eu 
quiser ir até algum lugar, eu 
vou levar um adulto até lá”, 
“Eu choro quando fico 
bravo”, “Eu não uso muito 
contato visual”).
Rotina
A rotina é de extrema importância para crianças
autistas. É o que dá a elas a sensação de segurança e
estabilidade. Por isso, a dica é deixar um quadro na
sala de aula com todas as atividades do dia anotadas,
para que a criança saiba com antecedência o que será
feito.
Nas lâminas seguintes temos exemplos de
“quadros de horários visual”. O objetivo é mostrar,
como nas imagens, todas as atividades do dia, artes
manuais, aula de religião, aula de música, banheiro,
intervalo, lanche, etc. Indica qual atividade está
acontecendo no momento e qual será a próxima. Se
houver alguma mudança na rotina, o ideal é que o
aluno seja avisado com antecedência.
Outra coisa que pode ser feita é sempre perguntar
para os pais como foi o dia anterior da criança. Dessa
forma, você pode antecipar mudanças no estado de
ansiedade da criança e preparar-se melhor caso ela
demonstre sinais de ansiedade durante o dia.
Cantinho para se acalmar
Caso a criança demonstre ansiedade ou birra, é
importante, antes de tudo, manter a calma. Depois,
você pode tentar oferecer outros objetos para chamar
a atenção. Uma outra possibilidade é ter um
“Cantinho da Calma”, um local que a criança possa se
sentar e distrair-se com algum brinquedo antes de
voltar para a aula.
Algumas escolas no exterior fazem o “Kit da
Calma” com brinquedos sensoriais para a criança se
distrair.
Divida as tarefas por partes
Passar uma tonelada de exercícios pode
assustar e desmotivar a criança. Por isso, tente
passar 2 ou 3 exercícios de cada vez. Você
também pode começar com exercícios mais
fáceis ou que a criança goste mais de fazer
antes de passar para os mais difíceis.
Tenha atividades extras sempre preparadas
Como todos, podem ter matérias em que os alunos
tenham mais facilidade. Por exemplo, pode ser que seu
aluno termine todos os exercícios de Matemática antes
que os demais.
Nesse caso, é bom ter outros exercícios e atividades
preparadas para evitar que ele se sinta entediado. Como
mencionado antes, crianças autistas tendem a não lidar
bem com longas esperas.
Mantenha a linguagem simples e direta
Evite frases longas. É mais efetivo dizer
“Coloquem o lápis na carteira”, “Fechem os
cadernos e vão para o pátio” do que “ Está um
dia lindo lá fora. Assim que vocês terminarem de
escrever, nós vamos ao pátio brincar”.
Se você der alguma instrução ou fizer uma
pergunta e a criança não te responder ou não
esboçar reação, tente reformular a frase. Evitetambém o uso de sarcasmo ou expressões
idiomáticas, como “Abram os seus ouvidos”,
“Não adianta chorar as pitangas”, “Olha o
passarinho”, etc. Esse tipo de pensamento
abstrato pode confundir a criança com autismo.
Diminua o leque de escolhas
Muitas possibilidades também podem
causar confusão e sentimento de ansiedade na
criança. Por isso, ao invés de perguntar o que
ela quer fazer, limite as escolhas e pergunte se
ela prefere brincar na quadra ou desenhar
naquele momento.
Permita que a criança evite certas atividades
Se você reparar que a criança fica
particularmente ansiosa, brava ou mostra-se
resistente a alguma atividade específica, como
esportes, por exemplo, não a obrigue a
participar. Estimule-a a fazer outras atividades
em grupo ou desenvolver outras habilidades.
Dificuldades de linguagem receptiva
(compreensão das mensagens ouvidas) são
características do autismo. Muitas vezes, o aluno pode
não entender a mensagem quando o professor está
acreditando que ele esteja entendendo, causando,
assim, uma reação de agressividade ou de falta de
iniciativa. Pode também acontecer que o aluno não
possua linguagem suficiente para comunicar-se
verbalmente ao professor quando está cansado, com
calor, com fome, entediado ou com vontade de ir
embora, exceto por meio de birras e pirraças.
O aluno com TEA pode ter 
uma memória sequencial com 
déficit (memória das 
sequências dos fatos, sons, 
etc.) e não conseguir manter a 
sequência dos eventos, 
mesmo do cotidiano. 
Geralmente, ele se sente mais 
confortável permanecendo em 
atividades que “já tem 
costume”, resistindo, assim, a 
aprender as novas.
Muitas vezes, o aluno com TEA sente dificuldade
para se organizar ou impor limites a seu próprio
comportamento e não tem noção das regras sociais.
Isto pode resultar na tentativa de “chamar a atenção”
dos outros de forma inapropriada ou de preferir ficar
isolado. Devido à sua dificuldade de relacionamento
social, pode não ter motivação para agradar os outros
ou não ser sensível a elogios, podendo, assim, parecer
que há resistência ao aprendizado.
PARA FINALIZAR
A criança com TEA é totalmente passível ao
aprendizado, desde que seja mediada de maneira
adequada com um acompanhamento especializado e
com a utilização de todos os recursos que forem
necessários para melhor aprimorar o desenvolvimento
do educando.
Com isso, espera-se que a criança encontre o seu
lugar na escola, na sociedade, bem como na sua própria
família, inserindo-se dentro do contexto, não de
“normalidade”, mas de possibilidades. Isso trará,
também, benefícios para a própria escola que, por sua
vez, terá muitos de seus problemas diminuídos.
Quando se realizam as adaptações necessárias,
consequentemente esse aluno terá o seu tempo melhor
distribuído e terá novas possibilidades de aprendizagem,
gerando, assim, uma grande satisfação de ter o dever
cumprido para a escola.
OBRIGADA!

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