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RELATÓRIO DE PRÁTICA WYTISAMILLA SELESTINO DE QUEIROZ MATRÍCULA: 01380680 RELATÓRIO DE AULA PRÁTICA: QUÍMICA ANALÍTICA QUALITATIVA DADOS DA ALUNA: NOME: WYTISAMILLA SELESTINO DE QUEIROZ MATRÍCULA: 01380680 CURSO: FARMÁCIA POLO: ARAPIRACA PROFESSOR(A) ORIENTADOR(A): ILZA FERNANDA TEMA DE AULA: ELETRÓLISE RELATÓRIO: 1. Resumo sobre a prática abordada em aula. Em sala de aula, foi trabalhada a prática da Eletrólise. A partir daí, foi possível perceber na prática que a eletrólise é bastante aplicada na galvanoplastia, ou seja, no recobrimento de objetos com uma fina camada de metal. Inúmeros cátions metálicos, logo após a redução, ficam grudados no cátodo, o que acaba provocando a formação de uma camada de metal. 2. Materiais utilizados Os materiais utilizados na aula de eletrólise foram um funil simples de vidro de haste longa, 2 papéis de filtro, uma espátula, um suporte universal e aparelho multifuncional para eletrólise. 3. Definir o que é eletrólise e identificar os diferentes processos utilizando um eletrólito forte e fraco. A eletrólise nada mais é do que uma transformação artificial, uma vez que, é provocada através de um gerador, porém tem uma enorme importância na aula prática. Ela possui grande utilização em indústrias, na produção de muitas substâncias, dentre elas metais alcalinos, alcalino-terrosos, gás hidrogênio e gás cloro. No que se refere aos diferentes processos utilizando um eletrólito forte e fraco, é importante saber que os eletrólitos fortes são substâncias que se dissociam ou se ionizam totalmente em solução aquosa. Eletrólitos fracos são substâncias que se ionizam parcialmente em solução aquosa. 4. Identificar o cátodo e o ânodo nos experimentos realizados e o porquê. Nos experimentos é possível identificar o cátodo por que ele é um filamento que libera energia com a introdução de uma corrente elétrica, de forma semelhante a uma lâmpada. A energia do catodo é liberada na forma de elétrons. O ânodo, por sua vez, é localizado na extremidade oposta do tubo de raios X, é um disco feito de tungstênio, um material que atrai elétrons. Em suma, ânodo: é o polo negativo, sofre oxidação porque perde elétrons e é o agente redutor, ao passo que o cátodo: é o polo positivo, sofre redução por ganhar elétrons e é o agente oxidante. TEMA DE AULA: ENSAIO NA CHAMA RELATÓRIO: 1. Resumo sobre a prática abordada em aula Em síntese, conforme estudado em sala de aula o estudo do ensaio na chama, foi explicado por meio de inúmeras formas, uma delas é: a luz e uma forma de radiação eletromagnética que se caracteriza pelo seu comprimento de onda. Essa radiação eletromagnética e uma das formas que luz viaja através do espaço, e também através dessa radiação que o calor gerado pela luz e transmitido para outros corpos. As diferentes cores da chama variam de acordo com a característica do elemento que é exposto a radiação eletromagnética. É por esse motivo também que a chama proveniente de um mesmo elemento tem a mesma coloração. Portanto, o teste da chama é um procedimento corriqueiro em laboratório de farmácias, tanto em níveis básicos como avançados. Pode ser utilizado para uma simples observação colorimétrica como para buscar-se a identificação de um cátion metálico. Foi possível compreender ainda, mediante estudos em sala de aula que o teste da chama consiste em se inserir uma amostra de determinado cátion metálico, geralmente em estado sólido, à base da chama, com auxílio de um fio (denominado alça de platina), observando-se assim a mudança de coloração apresentada pela chama, que será devido à influência da temperatura na estrutura atômica da amostra catiônica. 2. Materiais utilizados Materiais: Espátula; Amostra de sais em copos de plástico; Ácido clorídrico (HCl) 50% em béquer de 50 mL; Arame Cr-Ni; Pinça de madeira; e Bico de gás. 3. Identificar a coloração formada pelos cátions metálicos. O Teste da Chama é muito importante no método de identificação, principalmente de cátions metálicos, utilizado na análise química. Neste ensaio, acontecem as interações atômicas através dos níveis e subníveis de energia quantizada. “Quando um objeto é aquecido, ele emite radiação, que pode ser observada através da sua cor. A coloração formada pelos cátions metálicos é da seguinte forma: AMOSTRA (Íon Metálico): Bário; Estrôncio; Cálcio; Sódio. TEORIA: Verde-amarelado; Vermelho-sangue; Vermelho-alaranjado; Amarelo-alaranjado. PROCEDIMENTO EXPERIMENTAL: Verde-amarelado; Vermelho-sangue; Vermelho-alaranjado; e Amarelo-alaranjado. TEMA DE AULA: IDENTIFICAÇÃO DAS FAIXAS DE PH RELATÓRIO: 1. Resumo sobre a prática abordada em aula. Em suma, é possível afirmar que o pH pode ser conceituado como potencial hidrogeniônico, que é uma escala logarítmica que indica com valores de 0 a 14 se a solução é ácida, neutra ou básica. O pH é a sigla utilizada para potencial (ou potência) hidrogeniônico, porque se refere à concentração de [H+] (ou de H3O+) em uma solução. Assim, o pH serve para nos indicar se uma solução é ácida, neutra ou básica. A escala de pH varia entre 0 e 14 na temperatura de 25ºC. Se o valor do pH for igual a 7 (pH da água), o meio da solução (ou do líquido) será neutro. Mas se o pH for menor que 7, será ácido, e se for maior que 7, básico. 2. Materiais utilizados 01 bastão de vidro; 01 funil simples; 01 Papel de filtro; 02 béqueres de 50 mL; 01 garra para funil simples; 01 suporte universal; Papel indicador universal; Agitador magnético. 3. Relacione e identifique as faixas de resposta de cores dos indicadores de acordo com o que for utilizado Os indicadores ácido-base são substâncias naturais ou sintéticas que têm a propriedade de mudarem de cor em função do pH do meio. O pH é o potencial hidrogeniônico, ou seja, refere-se à concentração de íons [H+] ( ou H3O+) em uma solução. Quanto maior a quantidade desses íons, mais ácida é a solução. Desse modo, os indicadores apresentam uma cor quando estão em meio ácido e outra cor quando estão em meio básico. A escala de pH geralmente varia entre 0 e 14, sendo que o 7 representa um meio neutro, os valores abaixo de 7 são meios ácidos e quanto menor o pH, mais ácido é o meio, enquanto os valores acima de 7 são meios básicos e quanto maior esse valor, mais básico é o meio. TEMA DE AULA: IDENTIFICAÇÃO DE ÂNIONS ANÁLISE POR VIA ÚMIDA RELATÓRIO: 1. Resumo sobre a prática abordada em aula. Na aula sobre identificação de ânions e análise por via úmida foi possível verificar que a identificação química de uma substância (A) consiste em geral na transformação da mesma em outra substância (B) com características conhecida. Para atingir determinado objetivo lança-se mão de um composto conhecido (R), chamado de reagente. Assim, tem-se como exemplo: BA + R é a identificação de uma substância pode ser feita: 1) por via úmida: as reações são feitas com substâncias em solução; 2) por via seca: ensaios de chama ou pérola de bórax. Para as reações de identificação de solução são usadas em geral soluções que produzem um efeito macroscópico (mudança de cor, formação de precipitado, liberação de gás) facilmente visível ou que afetem o olfato. Ressalta-se que algumas reações são específicas e são utilizadas como teste da presença ou ausência de determinado íon. Para as reações de identificação por via seca pode ser utilizado o ensaio de chama. Estes podem ser realizados na chama do Bico de Bunsen onde na chama os cátions de sais voláteis transformam-se em átomos livres. 2. Materiais utilizados Bico de Bunsen, fósforo, bateria contendo tubos de ensaio, pipetas conta-gotas, pisseta, fio de níquel-cromo, pinça, dois vidros de relógio, bico de Bunsen, fósforo, fio de platina ou níquel-cromo, pinçae pisseta. 3. Identifique os íons cloretos, sulfato, nitrito e nitrato de acordo com o que formam e qual método qualitativo que eles são identificáveis O cloro, na forma de íon cloreto (Cl-), é um dos principais ânions inorgânicos em águas naturais e residuárias. Em água potável, o sabor produzido pelo íon Cl- varia em função da sua concentração, como também da composição química da água. O íon de sulfato é compostos iônicos que contêm o ânion SO42-, que é chamado de ânion sulfato. O íon de nitrito (NO2-, salientar: N e O) é um ânion monovalente, angular com comprimento de ligação N-O de 117pm e ângulo de ligação O-N-O de 120°. O íon nitrito é um íon molecular. A dupla ligação do íon nitrito é delocalizada, sendo a carga negativa do íon distribuída entre os dois átomos de O (fig. 1). E, por fim, o íon de nitrato é formado por um átomo de nitrogênio central, com número de oxidação (Nox) igual a +5, ligado covalentemente a átomos de oxigênio idênticos, arranjados em uma geometria trigonal planar, com ângulos de ligação de 120° e comprimento de ligação de 123 pm. Método qualitativo: Eles ligam-se com elementos menos eletronegativos que eles e formam os principais sais encontrados na natureza e em nosso cotidiano. O cloreto é um ânion simples, enquanto os demais grupos são todos ânions compostos. TEMA DE AULA: IDENTIFICAÇÃO DOS CÁTIONS DOS GRUPOS II E III ANÁLISE POR VIA ÚMIDA RELATÓRIO: 1. Resumo sobre a prática abordada em aula. Os cátions são classificados em cinco grupos, tomando-se por base sua especialidade a determinados reagentes. Pelo emprego sistemático desses assim chamados reagentes de grupo (que são específicos para cada grupo), é possível tirar conclusões sobre a presença ou a ausência de grupos de cátions e também separar tais conjuntos para uma análise posterior. Os reagentes usados para a classificação dos cátions amônio e o carbonato de amônio, o ácido sulfúrico, o sulfeto de amônio, e o carbonato de amônio. A classificação baseia-se no modo como os cátions reagentes pela formação ou não precipitadas. Por isso, pode-se afirmar que a classificação dos íons mais comuns é baseada nas diferenças de solubilidade de seus cloretos, sulfetos e carbonatos. De modo geral, o cátion é um íon de carga positiva, ou seja, que perdeu/doou elétrons. Sua carga é positiva, pois ao perder/doar elétrons, seu número de prótons (+) ficou maior que seu número de elétrons(-). Em suma, os cátions do grupo II não reagem com ácido cloridrato, mas formam precipitado com ácido cloridrato em meio ácido mineral diluído. Os íons desse grupo são: mercúrio II, cobre, bismuto, cádmio, arsênio III, arsênio IV, antimônio III, antimônio V, estranho II, estranho III, e estranho IV. Os cátions do grupo III não reagem nem com ácido clorídrico nem com ácido sulfídrico em meio ácido mineral diluído. Todavia, formam precipitados com sulfeto de amônio em meio neutro ou amoniacal. Os cátions deste grupo são: cobalto II, níquel II, ferro III, cromo III, alumínio, zinco e manganês II. 2. Materiais utilizados Bico de bunsen; Tela de amianto; Vidros de relógio; Espátulas; Tubos de ensaio; Algodão; Bastões de vidros. 3. Identifique os cátions dos grupos II e III aplicados e por qual método qualitativo eles foram identificáveis Os resultados qualitativos encontrados neste experimento corroboram com a literatura, visto que, a análise qualitativa nos proporciona uma visão geral do que está sendo analisado e separado. Pois a análise dos cátions Na+, K+ e NH4 +, nos proporcionaram um entendimento sobre o que é, realmente, o principal foco da química analítica qualitativa. https://pt.slideshare.net/EricaSouza13/relatorio-de-qumica-analtica-qualitativa#8 https://pt.slideshare.net/EricaSouza13/relatorio-de-qumica-analtica-qualitativa#8 TEMA DE AULA: IDENTIFICAÇÃO DOS CÁTIONS DOS GRUPOS IV E V ANÁLISE POR VIA ÚMIDA RELATÓRIO: 1. Resumo sobre a prática abordada em aula. Em sala de aula, aprendemos que os cátions do grupo IV não reagem nem com reagentes do grupo I, nem do II, nem do III. Eles formam precipitados com carbonato de amônio na presença de cloreto de amônio em meio neutro ou levemente ácido. Os cátions deste grupo são: cálcio, estrôncio e bário. Alguns métodos de classificação de grupo excluem o cloreto de amônio, além do carbonato de amônio, como regentes de grupo; neste caso, o magnésio deve ser incluído neste grupo. Visto que, de qualquer forma, no decorrer das análises sistemáticas, consideráveis amostras de cloreto de amônio estarão recentes quando os cátions do quarto grupo precipitarem é mais lógico não incluir o magnésio no grupo IV. No que se referem ao grupo V, os cátions mais comuns, que não reagem com nenhum dos reagentes dos grupos anteriores, formam o último grupo, que inclui os íons de magnésio, sódio, potássio, amônio, lítio e hidrogênio. 2. Materiais utilizados. Grupo IV: Cloreto de amônio; Amônia; Carbonato de amônio; Grupo V: Amônia; Cloreto de amônio; Hidrogenofosfato de sódio. 3. Identifique os cátions dos grupos IV e V aplicados e por qual método qualitativo eles foram identificáveis. Comumente os cátions são classificados como pertencentes a grupos. Essa categorização normalmente é dividida em cinco grupos. Cada grupo tem em comum um reagente pelo qual se tem uma maior facilidade de separá-lo de uma solução. A identificação dos íons dos grupos IV e V é feita através de reações químicas que levam à produção de precipitados, reações coloridas ou liberação de gás. TEMA DE AULA: REAÇÃO DE COMPLEXAÇÃO RELATÓRIO: 1. Resumo sobre o tema abordado em aula De acordo com o que foi estudado em sala de aula nas reações de complexação as Concentrações Analíticas e Concentrações de Equilíbrio são importantes assim como a acidez do meio e o comportamento ácido-base de ânions ou espécies neutras (moléculas) que agem como ligantes químicos e dos próprios cátions coordenantes. Em suma, uma reação complexação é uma reação entre um íon metálico, M, e um ligante, L resultado na formação de um complexo, ML. A reação que forma um complexo 1:1 é M+L igual a ML. 2. Materiais utilizados. Os materiais utilizados nas reações complexas podem ser: a água, responsável (ligada ao íons cobre) pela cor azul das soluções de sais de cobre, a amônia (quando substitui a água ao redor do cobre, produz cor azul mais intensa) e o EDTA (ácido etilenodiaminotetracético (que com o cobre, rivaliza a amônia)”. 3. Relate a formação de complexos coloridos e suas modificações de cor em ambientes de pH distintos A cor da formação do complexo depende basicamente da natureza do íon metálico, do número de elétrons nos orbitais d, da disposição espacial dos ligantes em torno do íon metálico (por exemplo, os isômeros geométricos podem apresentar colorações diferentes) e da natureza dos ligantes. Por outro lado, o pH é uma escala de 0 a 14 utilizada para determinar o grau de acidez de uma solução, sendo possível classificá-la como ácida (pH < 7), básica (pH > 7) ou neutra (pH = 7). A escala de pH também permite analisar diferentes soluções ácidas em termos de sua força ácida. Por exemplo, o suco gástrico possui valor de pH igual a 1. O café preto possui valor de pH igual a 5. Ambas as substâncias são classificadas como ácidas, no entanto, o suco gástrico é mais ácido do que o café, porque seu valor de pH é menor. TEMA DE AULA: REAÇÃO DE PRECIPITAÇÃO RELATÓRIO: 1. Resumo sobre o tema abordado em aula. Conforme estudado, a reação de precipitação é a formação de um sólido durante uma reação química, o qual é chamado de precipitado. Isso pode ocorrer quando a substância indissolúvel, o precipitado, é formada na solução devido à reação química ou quando a solução foi supersaturada por um composto. Assim, entende- se que a precipitação química é um processo pelo qual uma substânciasolúvel é convertida para uma forma insolúvel ou por reação química ou por mudanças na composição do solvente para diminuir a solubilidade da substância nele contida. 2. Materiais utilizados. Temperatura; Pressão; Concentração de outros materiais na solução e da composição do solvente. 3. Realizar os cálculos estequiométricos da reação e calcular seu rendimento; 2 H2 + 1 O2 → 2 H2O 2 mol 1 mol 2 mol ↓ ↓ ↓ 2 . 2g 1 . 32g 2 . 18 g 4 g 32 g 36 g Para o H2: - Para o O2: 4 g de H2 ------ 36 g de H2-O 32 g de H2 ------ 36 g de H2-O 2 g de H2 ------ x 16 g de H2 ------ x x = 2 g. 36 g = 18 g de água x = 16 g. 36 g = 18 g de água 4 g 32 g Rendimento teórico --------- 100% Rendimento real --------- x x = Rendimento real. 100% Rendimento teórico 18 g de água ----------- 100% 14,4 g de água -------- x x = 14,4 g. 100% 18g x = 80% O rendimento dessa reação foi igual a 80%. TEMA DE AULA: IDENTIFICAÇÃO E SEPARAÇÃO DOS CÁTIONS GRUPO I RELATÓRIO: 1. Resumo sobre o tema abordado em aula. De acordo com o estudado em sala de aula, os cátions deste grupo I formam precipitados com ácido clorídrico diluído. Os íons deste grupo são: chumbo, mercúrio I, e prata. 2. Materiais utilizados. Bico de bunsen; Béqueres; Tubos de ensaio; Pinça; Funil; Garrafas; Suporte Universal; Bastão de vidro; Papel de filtro; Faixa branca; Pisseta; Suporte para tubo de ensaio; Pipeta de Pasteur. 3. Descrever o método qualitativo para identificação dos cátions do grupo I O método qualitativo para a identificação dos cátions do grupo é: o analito (componente que se quer analisar) provoca-se na amostra uma série de reações, verificando a presença ou ausência de cátions contidos na amostra. De acordo com as reações realizadas é possível notar-se que houve precipitação desses metais, e assim, através de alguns ácidos, separá-los. Essa é muito importante porque podemos identificar a existência de metais pesados em rios, que pode trazer grandes danos ao meio ambiente. REFERÊNCIAS A. I. Voguel. Química Analítica Qualitativa. 5ª Edição. Editora Mestre Jou, São Paulo, 1981. ALBARICI, Tatiane Regina. Efeito das Variações de pH e Temperatura Sobre as Antocianinas na Polpa de Açaí: Estudos Espectrofotométricos e Cromatográficos. Embrapa Instrumentação Agropecuária. 2006. Disponível em: https://www.infoteca.cnptia.embrapa.br/bitstream/doc/31548/1/CT782006.pdf. Acesso em: 30 de abr. de 2023. ANTUNES. M.; Adamatti, D.S.; Pacheco, M.A.R.; Giovanela, M.; pH do solo: Determinação com Indicadores Ácido-Base no Ensino Médio, Química Nova na Escola. V.31. Nº4. Novembro. 2009. DIAS, Diogo Lopes. "O que é eletrólise?". Portal Brasil Escola. Disponível em: https://brasilescola.uol.com.br/o-que-e/quimica/o-que-e-eletrolise.htm. Acesso em: 30 de abr. de 2023. DIAS, S. L. P. et al. Análise qualitativa em escala semimicro. Porto Alegre: Bookman, 2016. D.F. Trindade et al. Química Básica Experimental. Editora: Ícone. São Paulo, 1998. FOGAÇA, Jennifer Rocha Vargas. "Rendimento de uma reação". Portal Brasil Escola. 2018. 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