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Diagnóstico da Sífilis
Equipe de diagnóstico
Departamento de HIV/AIDS, Tuberculose, Hepatites Virais e Infecções Sexualmente Transmissíveis
Secretaria de Vigilância em Saúde e Ambiente
Ministério da Saúde
Webinar realizado em 
06 de Junho de 2023
Público Alvo
Qualificar os profissionais envolvidos
no diagnóstico da sífilis para o correto
uso dos fluxogramas de diagnóstico
de acordo com as recomendações do
Ministério da Saúde.
Referências Técnicas em testes
rápidos e todas as equipes
responsáveis pela execução de testes
diagnósticos da sífilis nos seus
territórios/serviços de saúde do SUS.
Objetivo
Diagnóstico da Sífilis
Diagnóstico de sintomáticos e rastreamento 
O rastreamento é a realização de testes diagnósticos em
pessoas assintomáticas a fim de estabelecer o diagnóstico
precoce, com o objetivo de reduzir a morbimortalidade do
agravo rastreado.
O diagnóstico imediato das pessoas com IST e de suas
parcerias:
• Tem finalidade curativa;
• Visa interrupção da cadeia de transmissão;
• Visa prevenção de outras IST e complicações
decorrentes dessas infecções.
Diagnóstico da Sífilis
Para a definição do diagnóstico da sífilis, é necessário correlacionar:
os dados clínicos;
o histórico de infecções passadas;
o registro de tratamento recente;
a investigação de exposição ao risco recente;
os resultados de testes diagnósticos: exames diretos ou os testes imunológicos;
O Manual Técnico para o Diagnóstico da 
Sífilis traz a descrição dos testes 
diagnósticos e as opções de 
algoritmos/fluxogramas. 
https://www.gov.br/saude/pt-br/assuntos/saude-de-a-
a-z/s/sifilis/publicacoes/manual-tecnico-para-o-
diagnostico-da-sifilis.pdf/view
https://www.gov.br/saude/pt-br/assuntos/saude-de-a-a-z/s/sifilis/publicacoes/manual-tecnico-para-o-diagnostico-da-sifilis.pdf/view
https://www.gov.br/saude/pt-br/assuntos/saude-de-a-a-z/s/sifilis/publicacoes/manual-tecnico-para-o-diagnostico-da-sifilis.pdf/view
https://www.gov.br/saude/pt-br/assuntos/saude-de-a-a-z/s/sifilis/publicacoes/manual-tecnico-para-o-diagnostico-da-sifilis.pdf/view
1) Quais dos testes abaixo poderiam ser utilizados para a investigação de um caso
suspeito de sífilis?
a) Em caso de histórico de sífilis, novos casos suspeitos devem ser investigados
com testes não treponêmicos, já que estes detectam anticorpos contra o
Treponema pallidum que surgem antes dos anticorpos detectados pelos testes
treponêmicos.
b) Quando não há histórico de sífilis documentado, os testes que detectam
anticorpos treponêmicos, como os testes rápidos, são indicados para o
rastreio, já que estes anticorpos surgem antes dos não treponêmicos.
c) A microscopia de campo escuro é o único teste adequado para o rastreio da
sífilis, por ser capaz de detectar anticorpos treponêmicos no momento em que
surge a primeira lesão.
d) Só é possível realizar o diagnóstico da sífilis se existir lesão, pois é nesse
momento em que são produzidos anticorpos.
Diagnóstico da Sífilis
1) Quais dos testes abaixo poderiam ser utilizados para a investigação de um caso
suspeito de sífilis?
a) Em caso de histórico de sífilis, novos casos suspeitos devem ser investigados
com testes não treponêmicos, já que estes detectam anticorpos contra o
Treponema pallidum que surgem antes dos anticorpos detectados pelos testes
treponêmicos.
b) Quando não há histórico de sífilis documentado, os testes que detectam
anticorpos treponêmicos, como os testes rápidos, são indicados para o
rastreio, já que estes anticorpos surgem antes dos não treponêmicos.
c) A microscopia de campo escuro é o único teste adequado para o rastreio da
sífilis, por ser capaz de detectar anticorpos treponêmicos no momento em que
surge a primeira lesão.
d) Só é possível realizar o diagnóstico da sífilis se existir lesão, pois é nesse
momento em que são produzidos anticorpos.
Diagnóstico da Sífilis
Diagnóstico da Sífilis
Por 
disseminação 
hematogênica, o 
T. pallidum
atinge outras 
partes do corpo
Após 10 dias do 
aparecimento do cancro 
duro há o início da produção 
de anticorpos contra o T. 
pallidum: Anticorpos 
treponêmicos
Degradação celular por 
ação do treponema com 
liberação de cardiolipina. 
Produção de anticorpos 
não treponêmicos
Testes treponêmicos
• FTA-Abs
• Elisa
• Ensaio 
eletroquimilumines
cente – EQL
• Testes de 
hemaglutinação e 
aglutinação: TPHA, 
TPPA, MHATP.
• Teste rápido
Testes não 
treponêmicos
• RPR
• TRUST
• USR
• VDRL
Resposta da defesa 
local resulta em 
erosão e formação de 
úlcera – Cancro duro, 
no ponto de 
inoculação do T. 
pallidum
Exames diretos:
• Microscopia com 
material corado;
• Imunofluorescência 
direta;
• Ampliação de 
ácidos nucleicos 
(NAAT);
• Microscopia de 
Campo Escuro.
São os mais indicados para iniciar a 
investigação de sífilis
Estudo de Caso 1
Henrique, 22 anos, buscou uma Unidade Básica de Saúde e relatou que tem tido relações sexuais sem o 
uso do preservativo desde seus 20 anos de idade, com interesse em realizar testagem para o HIV. O 
profissional de saúde da unidade, considerando o relato e a oportunidade, ofertou testagem rápida para 
detecção da infecção pelo HIV, sífilis e hepatites B e C, que apresentaram os seguintes resultados:
Teste rápido 
treponêmico (TT)
Teste Rápido 
Anti-HIV com 
amostra de 
sangue
Teste rápido 
HBsAg
Teste rápido 
Anti-HCV
Reagente Não reagenteNão reagente Não reagente
Estudo de Caso 1
2) Segundo o Manual Técnico para o Diagnóstico da Sífilis, qual das
opções abaixo pode ser considerada inadequada nesse caso?
a) Avaliar se Henrique tem histórico de sífilis, pois os testes treponêmicos
(TT) podem apresentar resultado reagente durante toda a vida, mesmo
nos indivíduos tratados.
b) Avaliar exposições de risco e sinais e sintomas para definição de
conduta clínica.
c) Realizar um teste não treponêmico (TNT) para confirmação
diagnóstica.
d) Descartar o resultado, pois só é possível detectar anticorpos nos testes
treponêmicos (TT) em infecções sintomáticas.
Teste rápido 
treponêmico (TT)
Reagente
Estudo de Caso 1
2) Segundo o Manual Técnico para o Diagnóstico da Sífilis, qual das
opções abaixo pode ser considerada inadequada nesse caso?
a) Avaliar se Henrique tem histórico de sífilis, pois os testes treponêmicos
(TT) podem apresentar resultado reagente durante toda a vida, mesmo
nos indivíduos tratados.
b) Avaliar exposições de risco e sinais e sintomas para definição de
conduta clínica.
c) Realizar um teste não treponêmico (TNT) para confirmação
diagnóstica.
d) Descartar o resultado, pois só é possível detectar anticorpos nos
testes treponêmicos (TT) em infecções sintomáticas.
Teste rápido 
treponêmico (TT)
Reagente
Estudo de Caso 1
Teste rápido 
treponêmico (TT)
Reagente
Teste Não 
Treponêmico
Não reagente
Seguindo as recomendações do Manual Técnico para o Diagnóstico da Sífilis, o profissional identificou 
que Henrique não tinha histórico de sífilis e solicitou o TNT, para o qual obteve-se o seguinte resultado:
Estudo de Caso 1
Teste rápido 
treponêmico (TT)
Reagente
Teste Não 
Treponêmico
Não reagente
3) Considerando as recomendações do Manual Técnico para o Diagnóstico
da Sífilis, qual(is) desses fatores NÃO poderia(m) estar envolvidos com a
discordância entre os testes realizados?
a) Um caso de infecção recente, onde a produção de anticorpos não
treponêmicos ainda não foi suficiente para detecção pelo TNT
b) O fenômeno prozona, onde a alta concentração de anticorpos pode levar
a uma relação desproporcional entre as quantidades de antígenos e de
anticorpos presentes na reação não treponêmica, gerando resultados
falso-não reagentes
c) Erros de transporte, armazenamento ou execução que afetam a
performance dos testes
d) Ausência de histórico de sífilis, já que os anticorpos não treponêmicos
só surgem nos indivíduos tratados
Estudo de Caso 1
Teste rápido 
treponêmico (TT)
Reagente
Teste Não 
Treponêmico
Não reagente
3) Considerando as recomendações do Manual Técnico para o Diagnóstico
da Sífilis, qual(is)desses fatores NÃO poderia(m) estar envolvidos com a
discordância entre os testes realizados?
a) Um caso de infecção recente, onde a produção de anticorpos não
treponêmicos ainda não foi suficiente para detecção pelo TNT
b) O fenômeno prozona, onde a alta concentração de anticorpos pode levar
a uma relação desproporcional entre as quantidades de antígenos e de
anticorpos presentes na reação não treponêmica, gerando resultados
falso-não reagentes
c) Erros de transporte, armazenamento ou execução que afetam a
performance dos testes
d) Ausência de histórico de sífilis, já que os anticorpos não treponêmicos
só surgem nos indivíduos tratados
Estudo de Caso 1
Teste rápido 
treponêmico (TT)
Reagente
Teste Não 
Treponêmico
Não reagente
4) Nesse caso, qual das condutas abaixo, recomendada pelo Manual
Técnico de Diagnóstico da Sífilis, deveria ter sido realizada?
a) Devido a possibilidade do fenômeno prozona, o laboratório deveria
realizar o teste não treponêmico com a amostra pura e diluída 1:8.
b) Em caso de suspeita de fenômeno prozona, o serviço deveria repetir o
teste rápido para confirmação diagnóstica.
c) Em caso de TNT não reagente, nenhuma conduta deveria ser tomada e o
diagnóstico só poderia ser concluído com o surgimento de sintomas.
d) Descartar o resultado do TNT e aguardar 30 dias da última exposição
para repetir o teste rápido treponêmico.
Estudo de Caso 1
Teste rápido 
treponêmico (TT)
Reagente
Teste Não 
Treponêmico
Não reagente
4) Nesse caso, qual das condutas abaixo, recomendada pelo Manual
Técnico de Diagnóstico da Sífilis, deveria ter sido realizada?
a) Devido a possibilidade do fenômeno prozona, o laboratório deveria
realizar o teste não treponêmico com a amostra pura e diluída 1:8.
b) Em caso de suspeita de fenômeno prozona, o serviço deveria repetir o
teste rápido para confirmação diagnóstica.
c) Em caso de TNT não reagente, nenhuma conduta deveria ser tomada e o
diagnóstico só poderia ser concluído com o surgimento de sintomas.
d) Descartar o resultado do TNT e aguardar 30 dias da última exposição
para repetir o teste rápido treponêmico.
Estudo de Caso 1
Ao receber o laudo do TNT e diante da discordância entre os resultados, o profissional do serviço entrou em 
contato com o laboratório que realizou a testagem, para entender qual a metodologia utilizada no TNT. O 
laboratório informou ter realizado VDRL, conforme a solicitação recebida, e que é prática do serviço realizar o 
TNT com a amostra pura e diluída (1:8). 
Estudo de Caso 1
5) Considerando as recomendações do Manual Técnico para o
Diagnóstico da Sífilis, qual conduta poderia ser considerada adequada
nesse caso?
a) Considerando que NÃO há histórico de infecção passada tratada,
realizar um terceiro teste treponêmico (TT) para conclusão
diagnóstica.
b) Realizar outro TNT com metodologia diferente do segundo teste
para conclusão diagnóstica.
c) Aguardar no mínimo 30 dias para realizar outro TT com
metodologia diferente do primeiro teste.
d) Iniciar o tratamento com penicilina imediatamente e realizar um TT
para monitorar o tratamento.
Teste rápido 
treponêmico (TT)
Reagente
Teste Não 
Treponêmico
Não reagente
Estudo de Caso 1
Teste rápido 
treponêmico (TT)
Reagente
Teste Não 
Treponêmico
Não reagente
5) Considerando as recomendações do Manual Técnico para o
Diagnóstico da Sífilis, qual conduta poderia ser considerada adequada
nesse caso?
a) Considerando que NÃO há histórico de infecção passada tratada,
realizar um terceiro teste treponêmico (TT) para conclusão
diagnóstica.
b) Realizar outro TNT com metodologia diferente do segundo teste
para conclusão diagnóstica.
c) Aguardar no mínimo 30 dias para realizar outro TT com
metodologia diferente do primeiro teste.
d) Iniciar o tratamento com penicilina imediatamente e realizar um TT
para monitorar o tratamento.
Estudo de Caso 1
Teste rápido 
treponêmico (TT)
Reagente
Teste Não 
Treponêmico
Não reagente
FTA-Abs (TT)
Reagente
Amostra Reagente 
para anticorpos 
treponêmicos
Seguindo as recomendações do Manual Técnico para o Diagnóstico da Sífilis, o profissional solicitou o 
TT laboratorial (FTA-Abs), para o qual obteve-se o seguinte resultado:
Teste não 
treponêmico 
(TNT)
T21
Não Reagente
Amostra Reagente 
para anticorpos 
treponêmicos e 
não treponêmicos2
Amostra Não 
Reagente para 
anticorpos 
treponêmicos4
Resultados 
discordantes3
Teste rápido ou 
laboratorial 
treponêmico (TT)
T1
Não Reagente
1A amostra deve ser testada pura e diluída (1:8) para
eliminar a possibilidade do fenômeno prozona.
2Importante associar o resultado da testagem com
informações clínico-epidemiológicas para avaliar
ocorrência da sífilis ativa ou cicatriz sorológica.
3Realizar TT com metodologia diferente do TT-T1:
• Se reagente: Amostra reagente para anticorpos não
treponêmicos e treponêmicos. Provável resultado
falso-não reagente no primeiro teste treponêmico
realizado.
• Se não reagente: Amostra reagente para anticorpos não
treponêmicos e não reagente para anticorpos
treponêmicos. Provável resultado falso-reagente para
sífilis no teste não treponêmico. Avaliar outras
condições clínicas que podem gerar resultados
reagentes nos testes não treponêmicos.
Se um terceiro teste não estiver disponível, liberar
resultados de cada teste individualmente para avaliação e
conduta clínica.
4Persistindo a suspeita de sífilis, uma nova amostra
deverá ser coletada e testada 30 dias após a data da
coleta desta amostra.
Desdobramentos
P
o
s
s
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il
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u
lt
a
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o
s
Recomendações do Manual Técnico para o Diagnóstico da Sífilis
Reagente Reagente
Reagente
Abordagem reversa
Estudo de Caso 2
Marina, mulher trans de 30 anos, chega a uma unidade de saúde para realização de exames de rotina. Durante a conversa com a 
enfermeira Carla, ela relatou aparecimento de uma úlcera na região genital há aproximadamente 30 dias, mas que era indolor e 
desapareceu espontaneamente. Relata não ter histórico de ISTs, que só tem relações sexuais com seu parceiro e que não usa 
preservativo. Pela indisponibilidade dos testes rápidos na unidade, Carla prontamente solicitou a coleta venosa para realização 
do “Diagnóstico de Sífilis”, para investigação laboratorial de uma possível infecção por sífilis, e pediu que Marina retorne a 
unidade em 7 dias, pois este é o prazo de liberação do exame no seu laboratório de referência. O laboratório executou o teste, 
conforme solicitado, e este apresentou resultado reagente até a diluição de 1:8.
Reagente (1:8)
Teste Não 
Treponêmico
VDRL 
Estudo de Caso 2
Reagente (1:8)
Teste Não 
Treponêmico
VDRL 
6) Considerando o caso relatado e resultado encontrado no VDRL, qual das
condutas abaixo poderia ser considerada adequada pelo laboratório, de
acordo com as recomendações do Manual Técnico?
a) Após resultado reagente no teste não treponêmico, deve ser realizado
um teste treponêmico para seguimento do fluxograma.
b) Enviar o laudo ao serviço, que deverá solicitar nova coleta em 30 dias,
que é o período da janela imunológica, para realização de um teste
treponêmico para conclusão diagnóstica.
c) Nenhuma conduta deve ser tomada nesse caso e o diagnóstico só
poderá ser concluído com o surgimento de sintomas.
d) O teste não treponêmico deve ser repetido para confirmação
diagnóstica.
Estudo de Caso 2
Reagente (1:8)
Teste Não 
Treponêmico
VDRL 
Teste rápido 
treponêmico (TT)
Reagente
Sugestivo de sífilis ativa
6) Considerando o caso relatado e resultado encontrado no VDRL, qual das
condutas abaixo poderia ser considerada adequada pelo laboratório, de
acordo com as recomendações do Manual Técnico?
a) Após resultado reagente no teste não treponêmico, deve ser realizado
um teste treponêmico para seguimento do fluxograma.
b) Enviar o laudo ao serviço, que deverá solicitar nova coleta em 30 dias,
que é o período da janela imunológica, para realização de um teste
treponêmico para conclusão diagnóstica.
c) Nenhuma conduta deve sertomada nesse caso e o diagnóstico só
poderá ser concluído com o surgimento de sintomas.
d) O teste não treponêmico deve ser repetido para confirmação
diagnóstica.
Estudo de Caso 2
Teste Não 
Treponêmico
7) De acordo com as recomendações do Manual Técnico para o Diagnóstico da
Sífilis, qual(is) da(s) afirmação(ões) abaixo deveria(m) ser considerada(s) no
diagnóstico da sífilis?
a) O fluxograma da abordagem clássica, que inicia com o TNT, é recomendado
para os casos em que há registro de sífilis passada.
b) Caso não exista histórico de sífilis, o fluxograma de abordagem reversa é o
mais indicado, com início da investigação utilizando um teste rápido
treponêmico, que apresenta agilidade no resultado.
c) Realizar um teste rápido treponêmico imediatamente, correlacionar com os
dados clínicos e solicitar “Diagnóstico de Sífilis após TR reagente” para
conclusão diagnóstica e monitoramento do tratamento.
d) Todos acima.
Teste rápido 
treponêmico (TT)
Estudo de Caso 2
Teste Não 
Treponêmico
Teste rápido 
treponêmico (TT)
7) De acordo com as recomendações do Manual Técnico para o Diagnóstico da
Sífilis, qual(is) da(s) afirmação(ões) abaixo deveria(m) ser considerada(s) no
diagnóstico da sífilis?
a) O fluxograma da abordagem clássica, que inicia com o TNT, é recomendado
para os casos em que há registro de sífilis passada.
b) Caso não exista histórico de sífilis, o fluxograma de abordagem reversa é o
mais indicado, com início da investigação utilizando um teste rápido
treponêmico, que apresenta agilidade no resultado.
c) Realizar um teste rápido treponêmico imediatamente, correlacionar com os
dados clínicos e solicitar “Diagnóstico de Sífilis após TR reagente” para
conclusão diagnóstica e monitoramento do tratamento.
d) Todos acima.
Recomendações do Manual Técnico para o Diagnóstico da Sífilis
Abordagem clássica
Teste 
treponêmico 
(TT)
T2
Teste não 
treponêmico (TNT)
T1
Não Reagente
Reagente
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a
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Reagente
Amostra Reagente para anticorpos 
não treponêmicos e treponêmicos
Amostra Não Reagente para 
anticorpos não treponêmicos
Resultados discordantes, realizar 
teste treponêmico com metodologia 
diferente do T2
Reagente
Não Reagente
Estudo de Caso 3
Laura, 32 anos, buscou um CTA para realizar testagens para IST, como faz todo ano. Informou a Júlio, 
profissional da equipe de enfermagem do serviço, que na sua última testagem (14 meses antes da ida atual 
ao serviço), foi diagnosticada com sífilis. Júlio consultou o prontuário de Laura no serviço e identificou que 
o tratamento e o monitoramento foram realizados adequadamente.
Estudo de Caso 3
8) Considerando o histórico de sífilis, a demanda de Laura e as recomendações do Manual
Técnico, quais dos testes abaixo devem ser realizados nesse caso?
a) Realizar teste treponêmico para o rastreio, seguindo o Fluxograma de abordagem reversa.
b) Realizar teste não treponêmico para o rastreio, seguindo o Fluxograma de abordagem
clássica. O resultado deverá ser comparado com o último teste não treponêmico realizado
e devem ser consideradas exposições de risco, sinais e sintomas.
c) Realizar teste não treponêmico para o rastreio, seguindo o Fluxograma de abordagem
clássica. Qualquer titulação reagente confirma uma reinfecção.
d) Não realizar nenhum teste para investigação de sífilis, pois uma pessoa com sífilis
desenvolve anticorpos específicos que impedem a reinfecção.
Estudo de Caso 3
8) Considerando o histórico de sífilis, a demanda de Laura e as recomendações do Manual
Técnico, quais dos testes abaixo devem ser realizados nesse caso?
a) Realizar teste treponêmico para o rastreio, seguindo o Fluxograma de abordagem reversa
b) Realizar teste não treponêmico para o rastreio, seguindo o Fluxograma de abordagem
clássica. O resultado deverá ser comparado com o último teste não treponêmico realizado
e devem ser consideradas exposições de risco, sinais e sintomas.
c) Realizar teste não treponêmico para o rastreio, seguindo o Fluxograma de abordagem
clássica. Qualquer titulação reagente confirma uma reinfecção.
d) Não realizar nenhum teste para investigação de sífilis, pois uma pessoa com sífilis
desenvolve anticorpos específicos que impedem a reinfecção.
Teste Não 
Treponêmico
Diagnóstico da Sífilis
Somente testes não 
treponêmicos devem ser 
realizados para o 
monitoramento do 
tratamento da sífilis
Gestantes devem ser tratadas 
após um teste para sífilis 
reagente (treponêmico ou não 
treponêmico), sem aguardar o 
resultado do testes 
complementar
CICATRIZ SOROLÓGICA
Persistência de resultados reagentes nos TT e/ou nos TNT com baixa titulação após 
o tratamento adequado para sífilis, afastada a possibilidade de reinfecção.
Considerar cicatriz sorológica quando descartada nova exposição 
de risco, ausência de sinais e sintomas clínicos e tratamento para 
sífilis anterior documentado com queda da titulação no TNT em 
pelo menos duas diluições.
O aumento em duas diluições é considerado significativo para 
conduta clínica.
Guia Prático para a Execução de Testes Rápidos
https://www.gov.br/aids/pt-br/assuntos/testes-rapidos
Orientar e sensibilizar os responsáveis 
pela execução dos testes rápidos (TR) 
sobre os procedimentos pré-teste, 
durante a testagem e pós-teste.
Objetivo
https://www.youtube.com/watch?v=drzzjqC4M6k
https://www.gov.br/aids/pt-br/assuntos/testes-rapidos
https://www.youtube.com/watch?v=drzzjqC4M6k
Curso: Utilização dos testes rápidos no diagnóstico da infecção 
pelo HIV, da Sífilis e das hepatites B e C
Dúvidas: clab@aids.gov.br
• Módulo 1: Guia prático para execução de testes rápidos em
IST
• Módulo 2: Testes rápidos para Infecção pelo HIV
• Módulo 3: Testes rápidos para Sífilis
• Módulo 4: Testes rápidos para Hepatite B
• Módulo 5: Testes rápidos para Hepatite C
https://campusvirtual.fiocruz.br/gestordecursos/hotsite/utrdiag
mailto:clab@aids.gov.br
https://campusvirtual.fiocruz.br/gestordecursos/hotsite/utrdiag
Outros documentos e links úteis
https://qualitr.paginas.ufsc.br/
https://telelab.aids.gov.br/
https://www.gov.br/aids/pt-br/centrais-de-
conteudo/publicacoes/2021/fluxogramas-para-
manejo-clinico-das-ist/view
https://www.gov.br/aids/pt-br/centrais-de-
conteudo/pcdts/2022/ist/pcdt-ist-2022_isbn-
1.pdf/view
https://www.gov.br/aids/pt-
br/centrais-de-conteudo/manuais-
tecnicos-para-diagnostico
https://www.gov.br/aids/pt-
br/centrais-de-conteudo/manuais-
tecnicos-para-diagnostico
https://qualitr.paginas.ufsc.br/
https://telelab.aids.gov.br/
https://telelab.aids.gov.br/
https://telelab.aids.gov.br/
https://telelab.aids.gov.br/
https://www.gov.br/aids/pt-br/centrais-de-conteudo/manuais-tecnicos-para-diagnostico
https://www.gov.br/aids/pt-br/centrais-de-conteudo/manuais-tecnicos-para-diagnostico
https://www.gov.br/aids/pt-br/centrais-de-conteudo/manuais-tecnicos-para-diagnostico
https://www.gov.br/aids/pt-br/centrais-de-conteudo/manuais-tecnicos-para-diagnostico
https://www.gov.br/aids/pt-br/centrais-de-conteudo/manuais-tecnicos-para-diagnostico
https://www.gov.br/aids/pt-br/centrais-de-conteudo/manuais-tecnicos-para-diagnostico
Dúvidas: clab@aids.gov.br
https://www.gov.br/aids/pt-br
Obrigad@!
mailto:clab@aids.gov.br
https://www.gov.br/aids/pt-br
Anexos
A titulação dos anticorpos de uma amostra é obtida por meio de
diluições seriadas, e o resultado a ser descrito no laudo sempre será
o valor da última diluição que apresentar reatividade no teste.
Devem ser consideradas reagentes as amostras que apresentarem 
reatividade em qualquer uma das diluições, mesmo quando houver 
reatividade somente com a amostra pura (diluição 1:1). 
Os passos da diluição de uma amostra são normalmente executados 
com fator 2 de diluição. Ou seja, o título 1 (diluição 1:1) significa que 
a amostra foi analisada pura, isto é, foi testada sem diluição; o título 
2 (diluição 1:2) significa que um volume de amostra foi diluído em um 
mesmo volume de solução tampão. 
Dessa forma, uma amostracom reatividade até a diluição 1:256 
possui mais anticorpos do que uma amostra com reatividade até a 
diluição 1:2 (Figura 3).
Anexos
Efeito “hook” (do inglês “gancho”): resultado falso não-reagente, que ocorre quando se
ultrapassa o equilíbrio entre a concentração de anticorpos da amostra e os reagentes, e o
sinal de positividade decai.
Recomendação:
Teste rápido ou 
laboratorial 
treponêmico (TT)
T1
Evidências clínico-
epidemiológicas de 
sífilis
Coletar uma 
amostra venosa para 
investigação 
laboratorial de 
possível efeito Hook
Diluir a amostra a 
1:8 e submeter 
novamente ao TR.
Anexos
Não Reagente
Anexos
Anexos
Anexos
Anexos
Anexos
	Seção Padrão
	Slide 1: Diagnóstico da Sífilis
	Slide 2: Público Alvo
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	Slide 35: Curso: Utilização dos testes rápidos no diagnóstico da infecção pelo HIV, da Sífilis e das hepatites B e C
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