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UNIVERSIDADE FEDERAL DO PIAUÍ – UFPI 
CENTRO DE CIÊNCIAS DA SAÚDE – CCS 
DEPARTAMENTO DE BIOFÍSICA E FISIOLOGIA 
DISCIPLINA: FISIOLOGIA 
PROFESSOR: ACÁCIO SALVADOR VERAS 
 
 
MILENY VITÓRIA DA SILVA PEREIRA 
 
 
 
 
 
 
 REFLEXOS MEDULARES NO SAPO – PRÁTICA VIRTUAL 
 
 
 
 
TERESINA-PI 
MAIO/2023 
 MILENY VITÓRIA DA SILVA PEREIRA 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 REFLEXOS MEDULARES NO SAPO – PRÁTICA VIRTUAL 
Relatório apresentado à disciplina Fisiologia, 
No curso de Nutrição, na Universidade Federal 
Do Piauí, Prof. Dr. Acácio Salvador Veras e silva 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 TERESINA-PI 
 MAIO/2023 
1 INTRODUÇÃO 
Muitos dos sistemas de controlo homeostático do organismo têm como base fisiológica uma sequência de estímulo-resposta, o reflexo. Embora em muitos reflexos o indivíduo tenha consciência do estímulo e/ou da resposta, noutros, nomeadamente nos que regulam o meio interno, não existe qualquer consciência por parte do indivíduo. (CHAVES et al, 2001/2002) 
Em sentido estrito, um reflexo é uma resposta involuntária, não premeditada, e não aprendida a um determinado estímulo. Existem também diversas respostas que parecem ser automáticas e estereotipadas, mas que são de fato o resultado da aprendizagem e da prática. Por exemplo, um condutor experimentado executa simultaneamente uma grande variedade de procedimentos: para o condutor, a maior parte destes movimentos é automática e não preme ditada; no entanto, estes apenas ocorrem porque foi empreendido um grande esforço consciente na sua aprendizagem. Estes reflexos designam-se por reflexos aprendidos ou adquiridos. (CHAVES et al ,2001/2002). 
Existem dois tipos de arco reflexo, o simples e o composto. No arco reflexo simples, o impulso percorre. dois neurônios, enquanto no arco reflexo composto impulso percorre em três neurônios. Um exemplo de arco reflexo composto é o reflexo de retirada. O reflexo de retirada ocorre quando um estímulo sensorial nociceptivo atinge uma das extremidades do corpo. Os neurônios sensitivos encontrados na via aferente é levando por fibras aferentes até o gânglio sensorial por meio de sinapse. Impulso nervoso passa pela massa cinzenta encontrada na medula espinhal, ao chegarem na medula essas fibras irão estabelecer cadeias de sinapses com interneurônio (neurônioassociativo) em sequência, após, atingirão a população de motoneurônios alfa que fazem parte da via eferente e comandam os músculos flexores e extensores. Nas sinapses serão ativados os neurônios flexores e inibido os neurônios extensores para que a flexão do membro seja eficiente para retirá-las de perto do estímulo. O reflexo de retirada é graduado, a partir de um certo ponto o fenômeno tem que se estender ao outro lado oposto do corpo para compensar a alteração na postura inda de um movimento brusco, por exemplo, se um estímulo doloroso atingir o pé esquerdo a perna sofrerá uma ação reflexa e o corpo passa a ser sustentado pela perna oposta, por isso é preciso fortalecer os extensores da perna oposta para evitar uma possível queda. Isso é chamado de reflexo de extensão cruzada, os interneurônios vão emitir ramos para o lado oposto e estabelecem uma segunda cadeia simpática que irá ativar a musculatura extensora. Objetivo é verificar e identificar respostas reflexas da rã (Rana catesbeiana) descorticada, descerebrada e desmedulada e comparar com os comportamentos da rã com sistema nervoso íntegro. 
 
2 MATERIAIS E MÉTODOS 
2.1 MATERIAIS • Bisturi 
· Solução de ácido acético 
· Rã 
· Estilete 
· Base com suporte vertical 
 
2.2 MÉTODOS 
1a Etapa: Rã íntegra 
Observar os seguintes aspectos do animal com sistema nervoso íntegro: postura do animal, reflexos de equilíbrio, frequência respiratória e movimentos natatórios. 
2a Etapa: Rã descorticada 
Preparação do animal: O animal é previamente anestesiado antes do procedimento cirúrgico. 
1. Rã descorticada: Seguindo uma linha imaginária tangente aos bordos anteriores das duas membranas timpânicas, pratica-se por meio de um bisturi uma incisão transversal na parte superior da cabeça. Pela fenda cirúrgica introduz-se um estilete e destrói-se os hemisférios cerebrais. Espera-se o animal se refazer do traumatismo antes de proceder a aula. 
2. Comparar os comportamentos da rã íntegra (1a Etapa) com os da rã que teve seus hemisférios cerebrais destruídos (2a Etapa). 3a Etapa: Rã espinhal ou descerebrada 
1. Rã espinhal ou descerebrada: Com o mesmo animal (rã descorticada) faz-se uma incisão tomando como ponto de referência os bordos posteriores das duas membranas timpânicas. Pela abertura introduz-se um estilete e destrói-se, cuidadosamente, o encéfalo, deslocando alternadamente o estilete para um lado e outro, respeitando a medula espinhal. 
2. Comparar os comportamentos da rã íntegra (1a Etapa) com os da rã que teve seus hemisférios cerebrais e encéfalo destruídos (2a e 3a Etapas, respectivamente). 
3. Verificação da Leis dos Reflexos: A mesma rã espinhal da 3a Etapa é utilizada. A rã é pendurada na haste metálica pela região anterior; Soluções de ácido acético em diferentes concentrações (0,004; 0,005; 0,01 e 0,02%) são preparadas; apenas uma das patas é estimulada com as soluções de ácido acético, utilizando uma solução por vez. O estímulo não excede 30seg e é sempre aplicado no mesmo local; Entre um estímulo e outro, a parte do animal que foi estimulada é lavada com solução fisiológica de Ringer e enxugada, mas antes observam-se as reações reflexas do animal ao estímulo (aplicação do ácido acético). Na última estimulação, um pedaço de papel é embebido com ácido acético puro e colocado na parte dorsal ou ventral do animal. Observa-se a reação reflexa. Cada reação reflexa observada na experimentação acima corresponde a uma lei do reflexo: Lei da unilateralidade, Lei da generalização e Lei da localização. 4a Etapa: Rã desmedulada 
1. Rã com a medula espinhal destruída: Para este procedimento é utilizado o mesmo animal que foi descerebrado na 3a Etapa. Um estilete é inserido ao longo da medula espinhal pela mesma abertura realizada para a destruição do encéfalo e a medida que este avança pelo canal medular, a medula vai sendo totalmente destruída. 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
3 RESULTADOS E DISCUSSÃO 
Mesmo com a destruição dos hemisférios cerebrais e encéfalo, a rã continua a apresentar uma série de comportamentos como reflexo postural, de equilíbrio e movimentos natatórios. Isto é possível porque estes comportamentos estão associados a medula e independem da presença dos centros neuronais superiores. No entanto, o animal não apresenta iniciativa, sendo necessário um estímulo mecânico para que ele faça movimentos como saltar ou nadar. Além disso, variações na frequência respiratória também são observadas entre a rã intacta e a rã espinhal. Tanto a iniciativa (ação consciente) quanto o controle da frequência respiratória são dependentes da integridade do telencéfalo que foi destruído no procedimento. 
Quanto mais alta a lesão na medula, maior é a possibilidade de produzir alterações graves. Por exemplo, o controle da respiração vem da região do tronco cerebral e a destruição do telencéfalo compromete o ritmo da frequência respiratória. Entretanto, os movimentos respiratórios só deixam de ser observados quando a medula espinhal é destruída, o que leva ao comprometimento da atividade de neurônios medulares que controlam os músculos envolvidos na respiração. Em uma lesão na porção alta da coluna, a causa principal de morte é a insuficiência respiratória, pois os músculos que contribuem para a respiração (abdominais, intercostais e diafragma) são inervados pelos segmentos que se localizam na metade superior da medula. A saber, os músculos abdominais e intercostais são inervados pelos segmentos que vão de T1 a T11 na coluna, e o diafragma é inervado pelo nervo frênico que fica na altura do segmento C3-5.As respostas reflexas medulares variam de acordo com a intensidade do(s) estímulo(s). No procedimento experimental vimos que amenor concentração de ácido acético (estímulo químico) aplicado na pata da rã não desencadeia resposta reflexa e, portanto, este estímulo pode ser classificado como sub-limiar. À medida que a concentração do ácido aumenta (maior intensidade do estímulo) podemos observar repostas mais intensas, mostrando uma relação entre a intensidade do estímulo e a intensidade da resposta. A partir da aplicação do estímulo químico, é possível se observar algumas leis como a Lei da unilateralidade, onde somente o membro estimulado apresenta a resposta de retirada. Neste caso, a estimulação das terminações sensoriais do membro terá como consequência a estimulação dos motoneurônios do mesmo membro. Com o aumento da intensidade do estímulo passamos a observar resposta motora não somente no membro estimulado, mas em todos os membros.
 
4 CONCLUSÃO 
Os resultados encontrados no presente estudo demonstram a rā depois de todos os procedimentos, mantém a postura, o equilíbrio e os movimentos natatórios, pois estes não dependem de conexão com os centros cerebrais superiores, sendo associados apenas à medula espinhal (responsável pelos reflexos sensoriais-motores), que foi mantida intacta durante o experimentosde reflexo extensor cruzado. 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
5 REFERÊNCIAS BIBLIOGRÁFICAS 
SILVERTHORN, D. U. Fisiologia humana: uma abordagem integrada. 2.ed. São Paulo, Manole, 2003. 
 
ANGELIS, R. C.; TIRAPEGUI, J. Fisiologia da Nutrição Humana: Aspectos básicos, Aplicados e funcionais. 2.ed. São Paulo, Atheneu, 2007. 565p.

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