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No início do século XIX, o cientista dinamarquês Oersted mostrou que um condutor conduzindo uma corrente produzia um campo magnético (a agulha de uma bússola era afetada pela presença de um fio quando este era percorrido por uma corrente). Pouco tempo depois, Ampère fez algumas medições cuidadosas que demonstraram uma relação linear entre o campo magnético e a corrente que o produzia. O próximo passo ocorreu praticamente 20 anos depois, quando o cientista inglês Michael Faraday e o inventor americano Joseph Henry descobriram quase simultaneamente que um campo magnético variável podia induzir uma tensão em um circuito próximo. Eles mostraram que essa tensão era proporcional à taxa de variação temporal da corrente que produzia o campo magnético. A constante de proporcionalidade é aquilo que agora chamamos de indutância, cujo símbolo é L, portanto
onde devemos notar que υ e i são funções do tempo. Quando quisermos enfatizar esse aspecto, poderemos fazê-lo usando os símbolos υ(t) e i(t).
O símbolo do indutor é mostrado na figura abaixo, e deve-se notar que foi usada a convenção de sinal passivo, assim como no caso do resistor e do capacitor.
JUNIOR, W. H. H.; KEMMERLY, J. E.; DURBIN, Steven M. Análise de Circuitos em Engenharia. Porto Alegre: AMGH, 2014.
 
Com base nos dados discutidos acima determine a tensão no intervalo de 0 a 2s em um indutor de 3 H conforme mostra a forma de onda da figura abaixo.
SUA RESPOSTA ESTÁ INCORRETA
Alternativa incorreta, pois como a corrente é zero para t < –1 s, a tensão é zero nesse intervalo. A corrente começa, então, a crescer linearmente a uma taxa de 1 A/s, portanto, é produzida uma tensão constante de L di/dt = 3 V. Durante os 2 segundos seguintes, a corrente é constante e, portanto, a tensão é zero. O decréscimo final na corrente resulta em di/dt = –1A/s, levando a ? = –3V. Para t > 3 segundos, i(t) é uma constante (zero), de modo que ?(t) = 0 para aquele intervalo.

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