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UNIVESIDADE ESTÁCIO DE SÁ
CURSO DE DIREITO
DIMAS GUSTAVO PEREIRA DE ANDRADE LIMA
LUÍS CARLOS CARDOSO
PATRÍCIA MARIA PORTO RANGEL GUIMARÃES
RENAN QUIRINO DE ABREU
RODRIGO DE CASTRO DUARTE DOS SANTOS
STEPHANIE NEVES SANTA ROSA ROMANO
THACYANE DE SIQUEIRA ANDRADE
PESSOAS EM SITUAÇÃO DE RUA 
E DIREITO À MORADIA EM CABO FRIO
Trabalho apresentado à Universidade Estácio de Sá como requisito para aprovação na matéria de Direitos Humanos
Professora e Orientadora: Anna Carolina Tymkiw
CABO FRIO
2023
I- Diagnóstico e Teorização
1. Identificação das partes envolvidas e parceiros 
O Número alarmante de pessoas que se encontram estado de rua vem crescendo bastante no Município de Cabo frio. Muitas delas possuem problemas como ausência de vínculos familiares, perda de algum ente querido, desemprego, violência, perda da autoestima, alcoolismo, uso de drogas e doença menta, levando elas entrarem nesse mundo e na maioria das vezes desassistidos de assistência social. 
Alguns tentam procurar ajuda em alguns órgãos públicos para tentar reverter sua situação, mas nem todos conseguem êxito seja por falta de informação ou a falta interesse dos órgãos responsáveis em auxiliar essas pessoas órgãos cometem o crime de prevaricação com esses vulneráveis como exemplo o CRAS Central de Cabo Frio, bastando essas pessoas buscarem auxilio em Organizações Filantrópicas como o Centro Evangelístico Cristão.
Nosso é grupo formado com sete integrantes que são alunos da Universidade, fomos até ao CRAS Central buscar informações e por nossa surpresa não conseguimos ter êxito poque a responsável do local se negou em nos atender em contra partida conseguimos ter uma base de quantas pessoas estão em estado de vulnerabilidade por meio do Centro Evangelístico Cristão que de uma base de quantas pessoas são auxiliadas chegando em mais ou menos entre 100 a 200, com almoço, psicólogos e até mesmo dentista.
A finalidade desse trabalho é mostrar esses indivíduos em situação de rua quais são seus direitos como a moradia saúde e educação.
2. Problemática e/ou problemas identificados
A problemática enfrentada trata-se de uma questão a ser desenvolvida ao longo da pesquisa, de uma forma central, pela indagação de ser ou não possível pensar em um projeto à pessoa em situação de rua, de construção de sua identidade. 
Para tanto, ressalte-se alguns aspectos dos problemas, como a dignidade da pessoa humana que requer um processo de construção com base em teorias sociais. 
Outro aspecto é a sustentabilidade, tipicamente definida na melhoria da qualidade de vida, de liberdade de decidir diante de oportunidades reais. 
Tais conceitos serão capazes de auxiliar o projeto em diversas dimensões, como a social, a ambiental, a social e a econômica.
3. Demanda sócio-comunitária e justificativa acadêmica 
Demanda sócio-comunitária:
A situação das pessoas moradores de situação de rua se dá também pela ausência de uma demanda de pessoas interessadas em ajudar, muitas mesmo não tem menor conhecimento de como fazer tal ação que atenda promover a comunicação comunitária, a mobilização social e o protagonismo da comunidade. A atividade prática e coletiva realizada por meio da cooperação e do diálogo em uma comunidade, sendo orientada por ela mesma e pelo significado sentido coletivo e sentido significado pessoal que a própria atividade e a vida comunitária têm para os moradores da comunidade, tais objetivo de uma demandada socio comunitário se daria traves de uma vigilância, prevenção, terapêutica e promoção da saúde.
REPORTAGEM 1:
· ‘’Número de pessoas em situação de rua em Cabo Frio preocupa e levanta questões sociais
· A prefeitura afirma que, entre janeiro e abril, o CREAS registrou 84 pessoas em situação de vulnerabilidade extrema, o que representa apenas 0,039% dos moradores. Quem atua para ajudar este público acredita que, na verdade, o número é muito maior.’’
IMAGEM:
SITE: https://rc24h.com.br/Número de pessoas em situação de rua em Cabo Frio preocupa e levanta questões sociais (rc24h.com.br) 
REPORTAGEM 2:
· ‘’Devido à pandemia, Prefeitura de Cabo Frio expandiu o serviço com o Centro de Acolhimento Provisório
· Por conta da pandemia do novo coronavírus, a Prefeitura de Cabo Frio expandiu a rede de atenção à população em situação de rua e, até o momento, foram 61 acolhimentos. A iniciativa é feita pela Casa de Passagem, que ganhou reforço para este período da covi-19 com a inauguração do Centro de Acolhimento, em 17 deste mês. Ambos os equipamentos são vinculados à Secretaria Municipal de Desenvolvimento Social, Direitos Humanos e da Mulher (Sedesdim) do município.
· Na Casa de Passagem, localizada na Rua Curitiba, no bairro Jardim Olinda, foram 42 acolhimentos desde o início da pandemia com a publicação do primeiro decreto municipal em 13 de março. No Centro de Acolhimento, novo espaço que fica na Avenida Vitor Rocha, no Parque Burle, foram 19 acolhimentos.’’
IMAGEM:
SITE: https://cabofrio.rj.gov.br/Rede de atenção à população em situação de rua soma 61 acolhimentos até o momento - Prefeitura Municipal de Cabo Frio
Justificativa acadêmica:
A questão identificada e escolhida pelo grupo com o tema “Moradores em situação de rua”, vem para fazermos uma reflexão de como vivem, porque chegaram a esta situação, o que está sendo feito pelo poder público para combater ou melhor reduzir, qual seu impacto na sociedade e meio ambiente?
Geralmente estas pessoas vivem nas condições mais precárias possíveis. Pessoas nessas condições ficam expostas à violência, a doenças, ao convívio com animais, á falta de higiene, falta de alimentação e de outros direitos básicos.
Apesar disso, elas têm direitos humanos como todos nós, assegurados pela Declaração Universal dos Direitos Humanos.
A pessoa para chegar a esta situação, cada caso é específico: Uma das principais causas é o desemprego, que com as constantes crises econômica não consegue arcar com suas contas nem pagar uma moradia.
Outra causa que é bem relevante é a falta do convívio com a família, muitos por uma desavença familiar ou mesmo por violência doméstica, fogem, não tem para onde ir e acabam nas ruas.
O grande consumo de drogas e alcoolismo também contribui bastante para esta classe.
O poder público tem o dever legal de fazer ações em benefício dessa população, como implantar centros de defesa dos direitos humanos, fazer o controle desta população, promover a saúde e o bem-estar social.
A falta de interesse do poder público influencia diretamente no comportamento da sociedade, haja visto que os moradores em situação de rua são tratados, ora com compaixão, ora com repressão, preconceito, indiferença e violência. Nesse sentido devem ser desenvolvidas políticas que atuem na causa do problema, não somente em serviços de distribuição de alimentos e outros objetos, proporcionando dignidade para todos os habitantes.
Uma recente reportagem divulgada no portal de notícias RC24 Horas destaca a crescente preocupação em relação ao número de pessoas em situação de rua em Cabo Frio. Durante o período de janeiro a abril de 2023, o CREAS registrou a identificação de 84 indivíduos vivendo em extrema vulnerabilidade, o que representa apenas 0,039% dos residentes. No entanto, os profissionais dedicados à assistência dessa população afirmam que, na realidade, o quantitativo é consideravelmente superior.
Além disso, na mesma matéria, evidencia-se que no período compreendido entre 2021 e 2022, ocorreu um aumento de cerca de 21% no número de indivíduos em situação de rua no Brasil, conforme indicado pelos dados divulgados pelo Instituto de Pesquisa Econômica Aplicada (IPEA), passando de 232 mil para 281 mil. Destes, aproximadamente 151 mil estão concentrados na região Sudeste.
4. Objetivos a serem alcançados
O grupo, com uma ideia para o trabalho de extensão queria saber como está a vida dos moradores de rua da cidade de Cabo Frio, então fomos a fundo. O plano para esse projeto é conseguir entrevistas com o órgão público, ou instituição que esteja ajudando esses moradores e também com os desabrigados que vão até esse lugaronde é oferecido apoio a eles.
 Nossos Objetivos a serem alcançados são:
· Aferir se a alguma instituição pública, que esteja cuidando dos moradores de rua, dando comida, lugar para dormir e apoio psicológico 
· Identificar os métodos que estão utilizando para dar o cuidado dos mesmos 
· Entrevistar membros do projeto, visando entender melhor como ele funciona, como eles fazem para cobrir os gastos e mantê-lo
5. Referencial teórico (subsídio teórico para propositura de ações da extensão)
A priori, ao realizarmos a leitura das bibliografias recomendadas, evidenciou-se um ponto importante para a nossa temática a relação entre discriminação e a pobreza, além disso, as medidas de enfrentamentos dessa problemática:
“(...). Atente-se que esta feição bidimensional da justiça mantém uma relação dinâmica e dialética, ou seja, os dois termos relacionam-se e interagem mutuamente, na medida em que a discriminação implica pobreza e a pobreza implica discriminação. 
Nesse contexto, o direito à redistribuição requer medidas de enfrentamento da injustiça econômica, da marginalização e da desigualdade econômica, por meio da transformação nas estruturas socioeconômicas e da adoção de uma política de redistribuição. De igual modo, o direito ao reconhecimento requer medidas de enfrentamento da injustiça cultural, dos preconceitos e dos padrões discriminatórios, por meio da transformação cultural e da adoção de uma política de reconhecimento. É à luz desta política de reconhecimento que se pretende avançar na reavaliação positiva de identidades discriminadas, negadas e desrespeitadas; na desconstrução de estereótipos e preconceitos; e na valorização da diversidade cultural.” (PIOVESAN, 2022, p. 88) 
Ademais, outra passagem de uma bibliografia diversa complementa a discussão sobre a marginalização daqueles com desigualdade econômica, bem como o instrumento adequado para o Estado para promover igualdade e eliminar a discriminação:
“A discriminação injusta (inconvencional e inconstitucional) é constatada na ocorrência de tratamento igualitário para situações diferenciadas e, também, na ocorrência de tratamento diferenciado para situações idênticas.
O Estado possui dois instrumentos para promover a igualdade e eliminar a discriminação injusta: o instrumento repressivo e o instrumento promocional (voltado ao fomento da igualdade).
(...)
O segundo instrumento é o promocional, uma vez que a proibição da discriminação não assegura, de pronto, a inclusão do segmento social submetido a determinada situação inferiorizante.” (RAMOS, 2022, p. 369)
Além disso, diversas legislações também foram pertinentes para o estudo e entendimento da temática, principalmente a Constituição da República Federativa do Brasil de 1988, que implementou diversas mudanças para a sociedade, por exemplo a dignidade da pessoa humana como um dos fundamentos para constituição do Estado Democrático de Direito, de acordo com o Art. 1º, III da CRFB/88 (BRASIL, 1988). 
Bem como, o fato do estabelecimento de um dos objetivos fundamentais da República Federativa do Brasil ser a erradicação da pobreza e da marginalização e a redução das desigualdades sociais, conforme o Art. 3º, III da CRFB/88 (BRASIL, 1988). Além de determinar no II, do Art. 1º, da CRFB/88 (Brasil, 1988), que o Brasil dará prevalência aos direitos humanos nas relações internacionais.
Assim sendo, o art. 6º da Constituição da República Federativa do Brasil de 1988, trouxe diversos direitos sociais para sociedade, incluindo o de moradia, que nem sempre é garantindo para essas pessoas com vulnerabilidade social em situação de rua. Assim, como, no Parágrafo único que essas pessoas também tem direito a uma renda básica familiar:
“Art. 6º São direitos sociais a educação, a saúde, a alimentação, o trabalho, a moradia, o transporte, o lazer, a segurança, a previdência social, a proteção à maternidade e à infância, a assistência aos desamparados, na forma desta Constituição.
Parágrafo único. Todo brasileiro em situação de vulnerabilidade social terá direito a uma renda básica familiar, garantida pelo poder público em programa permanente de transferência de renda, cujas normas e requisitos de acesso serão determinados em lei, observada a legislação fiscal e orçamentária” (BRASIL, 1988)
Entretanto, consoante o estabelecido, pelo IX, do Art. 23º, da CRFB/88 (BRASIL, 1988), uma das competências comum da União, dos Estados, do Distrito Federal e dos Municípios é promover programas de construção de moradias. Portanto, é evidente que o Estado deve garantir a efetivação do direito social à moradia, com a construção das mesmas.
Além disso, em 1948, ocorreu a Declaração Universal dos Direitos Humanos (DUDH) que trouxe diversos avanços para a sociedade e garantias dos direitos humanos básicos, incluindo para as pessoas em situação de rua, visto que, já no preâmbulo, traz direitos importantes como dignidade, valor da pessoa humana e igualdade: 
“Considerando que, na Carta, os povos das Nações Unidas proclamam, de novo, a sua fé nos direitos fundamentais do Homem, na dignidade e no valor da pessoa humana, na igualdade de direitos dos homens e das mulheres e se declaram resolvidos a favorecer o progresso social e a instaurar melhores condições de vida dentro de uma liberdade mais ampla;” (DUDH, 1948)
Porém, não foi somente no preâmbulo que houve mudança, haja vista que também outras garantias para as pessoas que estão em situação vulnerável foram contempladas, conforme o estabelecido pelo artigo 22, de que as pessoas podem exigir a satisfação de seus direitos incluindo os econômicos e sociais: 
“Toda a pessoa, como membro da sociedade, tem direito à segurança social e pode legitimamente exigir a satisfação dos direitos econômicos, sociais e culturais indispensáveis, graças ao esforço nacional e à cooperação internacional, em harmonia com a organização e os recursos de cada país.” (DUDH, 1948)
Posteriormente, novamente uma legislação internacional buscou a efetivação e expansão dos direitos humanos, mais especificamente a Conferência Mundial sobre Direitos Humanos, que ocorreu em Viena, em 1993, onde ficou estabelecido que:
“Os Estados e as organizações internacionais, em cooperação com organizações não-governamentais, devem criar condições favoráveis a nível nacional, regional e internacional para garantir o pleno e efetivo gozo dos direitos do homem. Os Estados deverão eliminar todas as violações dos direitos do homem e suas causas, bem como os obstáculos ao gozo desses direitos.” (VIENA, 1993)
Outrossim, na mesma referida conferência, outro tema pertinente para os direitos das pessoas em situação de rua foi evidenciado, pois, buscou-se também combater problemáticas relacionadas à pobreza extrema e a exclusão social:
‘A Conferência Mundial sobre Direitos do Homem afirma que a pobreza extrema e a exclusão social constituem uma violação da dignidade humana e que são necessárias medidas urgentes para alcançar um melhor conhecimento sobre a pobreza extrema e as suas causas, incluindo as relacionadas com o problema do desenvolvimento, por forma a implementar os Direitos do homem dos mais pobres, a colocar um fim à pobreza extrema e à exclusão social e a promover o gozo dos frutos do progresso social. É essencial que os Estados encorajem a participação dos povos mais pobres no processo de tomada de decisões pela comunidade em que estão integrados, bem como a promoção de Direitos do homem e os esforços para combater a pobreza extrema.” (VIENA, 1993)
REFERÊNCIAS BIBLIOGRÁFICAS
PIOVESAN, Flávia. Direitos Humanos e o Direito Constitucional Internacional. 20.ed. São Paulo: SaraivaJur, 2022.
RAMOS, André de Carvalho. Curso de Direitos Humanos. 9. ed. São Paulo: SaraivaJur, 2022.
BRASIL, Constituição (1988), TÍTULO I – DOS PRINCÍPIOS FUNDAMENTAIS, Arts. 1º, 3º e 4º. Disponível em https://www.planalto.gov.br/ccivil_03/constituicao/constituicao.htm. Acesso em 18 de maio de 2023.
BRASIL, Constituição (1988), TÍTULO II – CAPÍTULO II – DOS DIREITOS SOCIAIS, Art. 6º. Disponível em https://www.planalto.gov.br/ccivil_03/constituicao/constituicao.htm.Acesso em 18 de maio de 2023.
BRASIL, Constituição (1988), TÍTULO III – CAPÍTULO II – DA UNIÃO, Art. 23. Disponível em https://www.planalto.gov.br/ccivil_03/constituicao/constituicao.htm. Acesso em 18 de maio de 2023.
ASSEMBLEIA GERAL DAS NAÇÕES UNIDAS, Declaração Universal dos Direitos Humanos (1948), Preâmbulo e Art. 22. Disponível em https://declaracao1948.com.br/declaracao-universal/declaracao-direitos-humanos/. Acesso em 18 de maio de 2023.
VIENA, Conferência Mundial sobre Direitos Humanos (1993), I, 13 e 25. Disponível em http://www.dhnet.org.br/direitos/anthist/viena/viena.html. Acesso em 18 de maio de 2023.
LOPES, Ludmila. Número de pessoas em situação de rua em Cabo Frio preocupa e levanta questões sociais. RC24h, 2023. Disponível em: <https://rc24h.com.br/numero-de-pessoas-em-situacao-de-rua-em-cabo-frio-preocupa-e-levanta-questoes-sociais/>. Acesso em: 18 de maio de 2023.
Rede de atenção à população em situação de rua soma 61 acolhimentos até o momento. Prefeitura de Cabo Frio, 2023. Disponível em: <https://cabofrio.rj.gov.br/rede-de-atencao-a-populacao-em-situacao-de-rua-soma-61-acolhimentos-ate-o-momento/>. Acesso em: 18 de maio de 2023.
Abrigo Municipal de Cabo Frio promove capacitações para funcionários da casa de acolhimento Prefeitura de Cabo Frio, 2023. Disponível em: <https://cabofrio.rj.gov.br/abrigo-municipal-de-cabo-frio-promove-capacitacoes-para-funcionarios-da-casa-de-acolhimento/>. Acesso em: 18 de maio de 2023.
Cabo Frio realiza capacitação com os acolhidos da Casa de Passagem e Centro de Acolhimento. Prefeitura de Cabo Frio, 2023. Disponível em: <https://cabofrio.rj.gov.br/cabo-frio-realiza-capacitacao-com-os-acolhidos-da-casa-de-passagem-e-centro-de-acolhimento/>. Acesso em: 18 de maio de 2023.

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