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Diphyllobothrium latum Nome popular: Epidemiologia: botriocéfalo ou “tênia do peixe”→ não é uma tênia! Doença: agente da difilobotríase (tênia do peixe) Espécies: Diphyllobothrium latum Característica: Verme adulto pode chegar a 10 metros no intestino delgado humano (um dos maiores que acometem o homem) Reprodução: hermafrodita (monóico) fazendo autofecundação ou fecundação cruzada entre as proglotes ↳ quanto mais próxima do pescoço, mais jovens são as proglotes ↳ quanto mais distantes do colo, mais maduras são as proglotes, apresentando os sistemas reprodutores masculino e feminino Forma evolutiva: ovo e larvas (cisticerco) Hospedeiro definitivo (onde ocorre a reprodução): homem Hospedeiro Intermediário: crustáceos → peixes Local de eleição para reprodução: intestino delgado Transmissão:Infecção de humanos que ingerem peixes crus ou mal cozidos com larvas plerocercóides (esparganos) Ciclo: heteroxeno (necessita de mais de um hospedeiro) ➔ Verme adulto elimina ovos e proglotes grávidas nas fezes do hospedeiro definitivo ➔ Nos ovos: larva (coracídio), constituída por embrião hexacanto e embrióforo ciliado ➔ Coracídio eclode pelo opérculo do ovo e nada até ser ingerido por crustáceos, onde se desenvolvem larvas plerocercóides ➔ Crustáceos infectados são ingeridos por peixes ➔ Larvas atravessam parede intestinal e se fixam nos músculos, se diferenciando em larvas plerocercóides (ou esparganos) ➔ Peixes menores com larvas plerocercóides podem ser ingeridos por peixes maiores ➔ Mamíferos e aves podem ser infectados ao ingerir peixes com larvas plerocerdóides, que maturam no intestino delgado Sintomas: Parasita adulto absorve vitamina B12, podendo levar hospedeiro à anemia megaloblástica/perniciosa Diagnóstico: principalmente pesquisa de ovos nas fezes Tratamento: praziquantel (5 a 10mg/Kg)