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FUNDAÇÃO EDUCACIONAL DE CARATINGA – FUNEC CENTRO UNIVERSITÁRIO DE CARATINGA – UNEC NÚCLEO DE ENSINO A DISTÂNCIA - NEAD ELETRÔNICA DIGITAL Prof. Daniel Butters NÚCLEO DE ENSINO A DISTÂNCIA - NEAD Página | 2 Professor: Daniel Butters – danielmbutters@hotmail.com GRADUAÇÃO UNEC / EAD CENTRO UNIVERSITÁRIO DE CARATINGA DISCIPLINA: ELETRÔNICA DIGITAL 1. INTRODUÇÃO A maioria dos serviços e equipamentos atuais já são digitais ou passarão a ser digital em pouco tempo. Como exemplo: temos os telefones celulares, televisores, rádio, eletrônica automotiva, calculadoras, equipamentos eletrodomésticos, equipa- mentos de navegação global, sistemas militares, sistemas computacionais e micro processados, todos esses dependem fortemente da eletrônica digital. Como temos um mundo cada vez mais conectado e automatizado é imprescindível que um enge- nheiro eletricista conheça sobre os conceitos principais de eletrônica digital. 1.1. GRANDEZAS ANALÓGICAS E DIGITAIS Os circuitos eletrônicos podem ser divididos em duas grandes categorias: ana- lógicos e digitais. A maioria das grandezas que podemos medir quantitativamente na natureza se encontram na forma analógica, como exemplo a temperatura do ar que varia numa faixa contínua de valores, conforme exemplo da imagem a seguir: Imagine agora que em vez de fazer um gráfico de temperatura em uma base contínua, façamos a leitura da temperatura apenas a cada hora. Agora temos valores AULA 1 A eletrônica analógica envolve grandezas com valores contínuos e a eletrônica digital é aquela que apresenta valores discretos. Figura 1: Gráfico de uma grandeza analógica (temperatura versus tempo). Fonte: FLOYD, THOMAS L. Sistemas Digitais Fundamentos e Aplicações 9ª Edição. Porto Alegre: Bookman, 2007. Pág. 20. NÚCLEO DE ENSINO A DISTÂNCIA - NEAD Página | 3 Professor: Daniel Butters – danielmbutters@hotmail.com GRADUAÇÃO UNEC / EAD CENTRO UNIVERSITÁRIO DE CARATINGA DISCIPLINA: ELETRÔNICA DIGITAL amostrados que representam a temperatura em pontos discretos no tempo (de hora em hora) ao longo de um período de 24 horas, conforme imagem a seguir: Efetivamente convertemos uma grandeza analógica em um formato que pode- mos digitalizar, ou seja, representar cada valor amostrado por um código digital que consiste de uma série de 1 e 0. Nesse formato os dados podem ser processados e transmitidos de forma mais eficiente e confiável do que no formato analógico. Além disso, dados digitais possuem uma grande vantagem na forma de armazenamento. Por exemplo, uma música (som é uma grandeza analógica) quando convertida para o formato digital pode ser arma- zenada de forma mais com- pacta e confiável. Além disso, no formato digital pode ser re- produzida com maior precisão e pureza do que quando está no formato analógico, onde está sujeito a ruído (flutuações indesejadas na tensão), o que praticamente não afeta dados digitais. A imagem ao lado mostra um exemplo de repro- dução de áudio a partir de um formato analógico e outro exemplo no formato digital. Figura 2: Representação dos valores amostrados (quantização) da grandeza analógica, onde cada valor é repre- sentado por um ponto que pode ser digitalizado. Fonte: FLOYD, THOMAS L. Sistemas Digitais Fundamentos e Aplicações 9ª Edição. Porto Alegre: Bookman, 2007. Pág. 21. Figura 3: Comparação de reprodução de áudio a partir do formato ana- lógico e digital Fonte: FLOYD, THOMAS L. Sistemas Digitais Fundamentos e Aplica- ções 9ª Edição. Porto Alegre: Bookman, 2007. Pág. 21. NÚCLEO DE ENSINO A DISTÂNCIA - NEAD Página | 4 Professor: Daniel Butters – danielmbutters@hotmail.com GRADUAÇÃO UNEC / EAD CENTRO UNIVERSITÁRIO DE CARATINGA DISCIPLINA: ELETRÔNICA DIGITAL 1.2. SISTEMAS NUMÉRICOS A humanidade, através dos tempos, sentiu a necessidade da utilização de sis- temas numéricos. O sistema decimal é o utilizado no dia a dia e é, sem dúvida, o mais importante dos sistemas numéricos. Ele apresenta dez algarismos com os quais po- demos formar qualquer número por meio da lei de formação. Os outros sistemas, em especial o binário e o hexadecimal, são muito impor- tantes nas áreas de técnicas digitais e informática. Ao longo do nosso estudo perce- beremos a importante ligação entre os circuitos lógicos (que são tratados pela eletrô- nica digital) e esses sistemas de numeração. 1.2.1. O sistema binário Para representar a quantidade zero, utilizamos o algarismo 0 e para represen- tar a quantidade um, utilizamos o algarismo 1. Para representar a quantidade dois, da mesma forma que fazemos no sistema decimal (que não temos o algarismo 10 e re- presentamos a quantidade de dezena utilizando o algarismo 1 seguido do algarismo 0 representando a unidade), utilizaremos o algarismo 1 para representar um grupo de dois elementos seguido do elemento 0 que representa nenhuma unidade, dessa forma, representamos o número dois em binário. A tabela a seguir mostra a sequência de numeração do sistema binário até a quantidade nove: Tabela 1: Sequência de numeração do sistema binário Decimal Binário 0 0 1 1 2 10 3 11 4 100 5 101 6 110 7 111 8 1000 9 1001 No sistema binário de numeração existem apenas dois algarismos: o algarismo 0 (zero) e o algarismo 1 (um). Observação: Cada dígito binário recebe a de- nominação de bit (binary digit). O con- junto de 4 bits é denominado nibble, e o de 8 bits, byte, termo bastante uti- lizado na área da informática. NÚCLEO DE ENSINO A DISTÂNCIA - NEAD Página | 5 Professor: Daniel Butters – danielmbutters@hotmail.com GRADUAÇÃO UNEC / EAD CENTRO UNIVERSITÁRIO DE CARATINGA DISCIPLINA: ELETRÔNICA DIGITAL Para que os dispositivos que operam com circuitos lógicos possam enxergar um número é necessário que este número esteja no sistema binário, uma vez que na eletrônica digital existe apenas os níveis lógicos 1(presença de tensão) e 0(ausência de tensão) e estes são os únicos algarismos existentes quando a base é 2. No en- tanto, para a compreensão humana é mais fácil e prático perceber a quantidade re- presentada por um número quando este está no sistema de base 10, ou sistema de- cimal. Por isso fica evidente a importância de se converter números do sistema binário para o sistema decimal, assim como, do sistema decimal para o sistema binário. 1.2.2. Conversão do Sistema Binário para o Sistema Decimal Para entendermos a conversão de binário para decimal, utilizaremos inicial- mente como exemplo, o número decimal 594 para visualizarmos a estrutura do sis- tema decimal: 5 . 100 + 9 . 10 + 4 . 1 = 594 5 . 102 + 9 . 101 + 4 . 100 = 594 Esquematicamente, temos: 5 . 102 + 9 . 101 + 4 . 100 = 594 Podemos notar no exemplo, que o algarismo menos significativo (4) multiplica a unidade (1 ou 100), o segundo algarismo (9) multiplica a dezena (10 ou 101) e o mais significativo (5) multiplica a centena (100 ou 102). A soma desses resultados repre- sentará o número. Utilizando o conceito aprendido, analisaremos um número binário (base 2), por exemplo, o número 101: 1 . 22 + 0 . 21 + 1 . 20 = 5 102 101 100 5 9 4 22 21 20 1 0 1 centena dezena unidadeA regra básica de formação de um número consiste no somatório de cada algarismo correspondente multiplicado pela base elevada por um índice con- forme o posicionamento do algarismo no número. NÚCLEO DE ENSINO A DISTÂNCIA - NEAD Página | 6 Professor: Daniel Butters – danielmbutters@hotmail.com GRADUAÇÃO UNEC / EAD CENTRO UNIVERSITÁRIO DE CARATINGA DISCIPLINA: ELETRÔNICA DIGITAL Como exemplo realizaremos a conversão do número 11002 para o sistema de- cimal, utilizando o processo anterior, temos: 1 . 23 + 1 . 22 + 0 . 21 + 0 . 20 = 12 11002 = 1210 1.2.3. Conversão do Sistema Decimal para Binário Para entendermos a conversão de decimal para binário, utilizaremos inicial- mente, como exemplo, o número decimal 47 e aplicaremos o método das divisões sucessivas: Dividindo o número 47 por 2, temos: Ou seja, 23 . 21 + 1 . 20 = 47 Dividindo o número 23 por 2, temos: Ou seja, 11 . 21 + 1 . 20 = 23 Substituindo B em A, temos: 11 . 22 + 1 . 21 + 1 . 20 = 47 Dividindo o número 11 por 2, temos: Ou seja, 5 . 21 + 1 . 20 = 11 Substituindo D em C, temos: 5 . 23 + 1 . 22 + 1 . 21 + 1 . 20 = 47 23 22 21 20 1 1 0 0 47 2 07 23 1 23 2 1 11 11 2 1 5 A conversão do sistema decimal para o sistema binário pode ser realizada através do método das divisões sucessivas, que consiste em efetuar sucessivas divisões pela base a ser convertida até o último quociente possível. O número transformado será composto por este último quociente (algarismo mais signifi- cativo) e todos os restos, na ordem inversa às divisões. 1º resto 2º resto 3º resto Expressão A Expressão B Expressão C Expressão D Expressão E NÚCLEO DE ENSINO A DISTÂNCIA - NEAD Página | 7 Professor: Daniel Butters – danielmbutters@hotmail.com GRADUAÇÃO UNEC / EAD CENTRO UNIVERSITÁRIO DE CARATINGA DISCIPLINA: ELETRÔNICA DIGITAL Dividindo o número 5 por 2, temos: Ou seja, 2 . 21 + 1 . 20 = 5 Substituindo F em E, temos: 2 . 24 + 1 . 23 + 1 . 22 + 1 . 21 + 1 . 20 = 47 Dividindo o número 2 por 2, temos: Ou seja, 2 . 21 + 0 . 20 = 2 Substituindo H em G, temos: 1 . 25 + 0 . 24 + 1 . 23 + 1 . 22 + 1 . 21 + 1 . 20 = 47 Esquematizando a última expressão, temos: 4710 = 1011112 Como outro exemplo, vamos transformar o número 40010 em binário. Pelo mé- todo prático, temos: Assim sendo: 𝟒𝟎𝟎𝟏𝟎 = 1100100002 5 2 1 5 2 2 0 1 25 24 23 22 21 20 1 0 1 1 1 1 400 2 0 200 2 0 100 2 0 50 2 0 25 2 1 12 2 0 6 2 0 3 2 1 1 Último quociente 8º resto 7º resto 6º resto 5º resto 4º resto 3º resto 2º resto 1º resto 1 1 0 0 1 0 0 0 0 4º resto 5º resto Expressão F Expressão G Expressão H MSB (most significant bit) LSB (least significant bit) NÚCLEO DE ENSINO A DISTÂNCIA - NEAD Página | 8 Professor: Daniel Butters – danielmbutters@hotmail.com GRADUAÇÃO UNEC / EAD CENTRO UNIVERSITÁRIO DE CARATINGA DISCIPLINA: ELETRÔNICA DIGITAL 1.2.4. O sistema Hexadecimal de Numeração O sistema Hexadecimal apresenta 16 algarismos, sendo sua base igual a 16. Os algarismos são enumerados da seguinte forma: 0, 1, 2, 3, 4, 5, 6, 7, 8, 9, A, B, C, D, E e F. O algarismo A representa a quantidade 10, o algarismo B representa a quanti- dade 11, e assim sucessivamente até a letra F. Tabela 2: Sequência de numeração do sistema hexadecimal Decimal Hexadecimal Decimal Hexadecimal 0 0 11 B 1 1 12 C 2 2 13 D 3 3 14 E 4 4 15 F 5 5 16 10 6 6 17 11 7 7 18 12 8 8 19 13 9 9 20 14 10 A 21 15 1.2.5. Conversão do Sistema Hexadecimal para o Sistema Decimal A regra de conversão é análoga à de outros sistemas numéricos, porém, neste caso, a base é 16. Utilizaremos como exemplo o número 3F16 e o converteremos para decimal: 3 . 161 + F . 160 = 3 . 161 + 15 . 160 = 6310 1.2.6. Conversão do Sistema Decimal para o Sistema Hexadecimal Assim como é realizada a conversão de decimal em binário, utilizaremos o mé- todo das divisões sucessivas pela base do sistema a ser convertido. Como exemplo, transformaremos o número 100010 em hexadecimal da seguinte forma: 161 160 3 F No sistema hexadecimal de numeração existem 16 algarismos. Esse sistema é muito utilizado na programação de microcontroladores e, também no mapea- mento de memórias. NÚCLEO DE ENSINO A DISTÂNCIA - NEAD Página | 9 Professor: Daniel Butters – danielmbutters@hotmail.com GRADUAÇÃO UNEC / EAD CENTRO UNIVERSITÁRIO DE CARATINGA DISCIPLINA: ELETRÔNICA DIGITAL Sendo 1410 = E16, temos: 𝟏𝟎𝟎𝟎𝟏𝟎 = 3E816 1.2.7. Conversão do Sistema Hexadecimal para o Sistema Binário A regra consiste em transformar cada algarismo diretamente no correspon- dente em binário, respeitando-se o número padrão de bits do sistema, sendo para o hexadecimal igual a quatro bits (24 = 16). Tabela 3: Conversão Hexadecimal para Binário Hexadecimal Binário Hexadecimal Binário 0 0000 8 1000 1 0001 9 1001 2 0010 A 1010 3 0011 B 1011 4 0100 C 1100 5 0101 D 1101 6 0110 E 1110 7 0111 F 1111 Converteremos, como exemplo, o número C1316 para o sistema binário (lem- brando-se que C16 = 1210): Logo: 𝐂𝟏𝟑𝟏𝟔 = 1100000100112 1.2.8. Conversão do Sistema Binário para o Sistema Hexadecimal Para efetuarmos esta conversão, devemos aplicar o processo inverso da con- versão hexadecimal em binário. Portanto, neste caso, agruparemos de 4 em 4 bits, da direita para a esquerda e converteremos cada grupo diretamente em hexadecimal. Como exemplo, vamos converter o número 100110002 em hexadecimal: Logo: 𝟏𝟎𝟎𝟏𝟏𝟎𝟎𝟎𝟐 = 9816 1000 16 8 62 16 14 3 Último quociente 2º resto 1º resto 3 14 8 C 1 3 1100 0001 0011 1001 1000 9 8 MSB LSB NÚCLEO DE ENSINO A DISTÂNCIA - NEAD Página | 10 Professor: Daniel Butters – danielmbutters@hotmail.com GRADUAÇÃO UNEC / EAD CENTRO UNIVERSITÁRIO DE CARATINGA DISCIPLINA: ELETRÔNICA DIGITAL 1.3. PROBLEMAS RESOLVIDOS 1) Converta o número binário 11001100012 para o sistema decimal. R: 1 . 29 + 1 . 28 + 0 . 27 + 0 . 26 + 1 . 25 + 1 . 24 + 0 . 23 + 0 . 22 + 0 . 21 + 1 . 20 = 1 . 29 + 1 . 28 + 1 . 25 + 1 . 24 + 1 . 20 = 512 + 256 + 32 + 16 + 1 = 𝟖𝟏𝟕 1100110001𝟐 = 𝟖𝟏𝟕10 2) Converta o número decimal 55210 em binário. R: 552𝟏𝟎 = 𝟏𝟎𝟎𝟎𝟏𝟎𝟏𝟎𝟎𝟎𝟐 3) Converta o número hexadecimal 1FC916 para decimal. R: 1 . 163 + F . 162 + C . 161 + 9 . 160 = 1 . 163 + 15 . 162 + 12 . 161 + 9 . 160 = 4096 + 3840 + 192 + 9 = 𝟖𝟏𝟑𝟕 1FC916 = 𝟖𝟏𝟑𝟕10 29 28 27 26 25 24 23 22 21 20 1 1 0 0 1 1 0 0 0 1 552 2 0 276 2 0 138 2 0 69 2 1 34 2 0 17 2 1 8 2 0 4 2 0 2 2 0 1 Último quo- ciente 9º resto 8º resto 7º resto 6º resto 5º resto 4º resto 3º resto 2º resto 1º resto 1 0 0 0 1 0 1 0 0 0 163 162 161 160 1 F C 9 NÚCLEO DE ENSINO A DISTÂNCIA - NEADPágina | 11 Professor: Daniel Butters – danielmbutters@hotmail.com GRADUAÇÃO UNEC / EAD CENTRO UNIVERSITÁRIO DE CARATINGA DISCIPLINA: ELETRÔNICA DIGITAL 4) Converta o número decimal 388210 em hexadecimal. R: 3882𝟏𝟎 = 𝐅𝟐𝐀16 5) Converta o número hexadecimal 6CF916 em binário? R: 6CF9𝟏𝟔 = 𝟏𝟏𝟎𝟏𝟏𝟎𝟎𝟏𝟏𝟏𝟏𝟏𝟎𝟎𝟏2 6) Converta o número binário 110001111000111002 em hexadecimal? R: 11000111100011100𝟐 = 𝟏𝟖𝐅𝟏𝐂16 3882 16 10 242 16 2 15 Último quociente 2º resto 1º resto 15 2 10 Último quociente 2º resto 1º resto F 2 A 6 C F 9 0110 1100 1111 1001 0001 1000 1111 0001 1100 1 8 15 1 12 0001 1000 1111 0001 1100 1 8 F 1 C NÚCLEO DE ENSINO A DISTÂNCIA - NEAD Página | 12 Professor: Daniel Butters – danielmbutters@hotmail.com GRADUAÇÃO UNEC / EAD CENTRO UNIVERSITÁRIO DE CARATINGA DISCIPLINA: ELETRÔNICA DIGITAL REFERÊNCIAS BIBLIOGRÁFICAS IDOETA, IVAN VALEIJE; CAPUANO, FRANCISCO GABRIEL. Elementos de Eletrô- nica Digital, 42. Ed. São Paulo: Érica, 2019. FLOYD, THOMAS L. Sistemas Digitais Fundamentos e Aplicações, 9. Ed. Porto Alegre: Bookman, 2007. BIGNELL, JAMES W.; DONOVAN, ROBERT. Eletrônica Digital, 1. Ed. São Paulo: Cengage Learning, 2009. TOCCI, RONALD J.; WIDMER, NEAL S.; MOSS, GREGORY L. Sistemas Digitais princípios e aplicações, 12. Ed. São Paulo: Pearson, 2019. TOKHEIM, ROGER. Fundamentos de Eletrônica Digital, 7. Ed. Porto Alegre: Book- man, 2013. 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