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MÓDULO I 
 
UNIDADE VI 
 
Ozonioterapia em 
Estética Avançada 
 www.inaesp.com.br 
 
1 
 
SUMÁRIO 
 
OZONIOTERAPIA ..................................................................................................... 2 
INTRODUÇÃO .......................................................................................................... 2 
O QUE É OZÔNIO? .................................................................................................. 4 
MECANISMOS DE AÇÃO DA OZÔNIOTERAPIA ................................................... 5 
FORMAS DE APLICAÇÃO E JANELA TERAPÊUTICA ......................................... 7 
REAÇÕES IMEDIATAS ............................................................................................ 8 
CONTRAINDICAÇÕES ............................................................................................. 8 
REFERÊNCIAS ......................................................................................................... 9 
 
 
 
 
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2 
 
OZONIOTERAPIA 
 
INTRODUÇÃO 
 
A ozônioterapia é o nome que se dá a técnica que utiliza oxigênio maisgás 
ozônio para tratamentos de diversas disfunções orgânicas.Esta, por sua vez, 
utilizada desde o século XIX, sendo os primeiros estudos desenvolvidos na 
Alemanha. Inicialmente o tratamento era utilizado para combater a ação de bactérias 
e germes na pele humana. Durante a Primeira Guerra Mundial (1914-1918) médicos 
alemães e ingleses utilizaram o ozônio para o tratamento de feridas em soldados, 
conforme já publicado na revista THE LANCET, nos anos 1916 e 1917. 
No entanto, um grande passo foi a invenção de um ozonizador confiável para 
uso médico pelo físico Joachim Hansler (1908- 1981). A ideia de usar o ozônio na 
medicina desenvolveu-se lentamente durante o último século e foi estimulada pela 
falta de antibióticos e propriedades desinfetantes do ozônio. Entretanto um dentista 
suíço, E.A.Fisch (1899-1966) foi o primeiro a usar o ozônio em sua prática. A 
ozônioterapia é um procedimento minimamente invasivo (ou não, quando usado em 
bags), ou por injeções feitas com o gás oxigênio que é submetido a uma descarga 
elétrica de um gerador de ozônio medicinal, formando assim uma molécula de 
oxigênio triatômico. 
Diferentemente do ozônio utilizado para fins industriais, o ozônio medicinal é 
obtido a partir do oxigênio medicinal puro (MedO2), do qual se obtém uma mistura 
de oxigênio/ozônio em concentrações e doses exatas. Sua concentração varia de 1 
a 100 microgramas por mililitro (µg/ml), correspondendo a uma mistura de 
oxigênio/ozônio em relações entre 0.05% de ozônio e 99.95% de oxigênio a 5% de 
ozônio e 95% de oxigênio. 
A Ozônioterapia é uma técnica que utiliza o ozônio medicinal como agente 
terapêutico em muitas patologias, como já descrito, em função do seu efeito 
multifocal sistêmico. É uma terapia natural, com poucas contra-indicações e efeitos 
secundários mínimos, se indicada e realizada corretamente por profissional com 
formação adequada. 
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3 
O sistema de Saúde da Alemanha, Itália e de outros 16 países reconhecem o 
uso desta técnica para diversas patologias. Cuba conta com 39 Centros Clínicos de 
Ozônioterapia e na Rússia é utilizada em todos os hospitais governamentais. 
Atualmente no mundo, cerca de 50.000 médicos regularmente inscritos em 
sociedades científicas de Ozônioterapia situadas em Cuba, China, Rússia, 
Alemanha, Suíça, Áustria, Itália, Ucrânia, Espanha, França, Grécia, Japão, Canadá, 
alguns estados dos Estados Unidos da América, Polônia, Egito, Israel, Austrália, 
México, Argentina, e Venezuela. Juntos, fazem mais de 10.000.000 (dez milhões) de 
terapias por ano. Estes números, associados a mais de 100 anos de história, à 
comprovada segurança e eficácia que a medicina baseada na evidência nos fornece 
(são 1897 referências encontradas no site www.pubmed.com), fazem da 
Ozônioterapia uma realidade mundial. 
As aplicações de Ozônioterapia são determinadas por suas propriedades anti-
inflamatórias, antissépticas, de modulação do estresse oxidativo, da melhora da 
circulação periférica e da oxigenação. Isto determina o amplo número de patologias 
em que pode ser utilizada de modo isolado ou complementar. 
Dessa maneira, podem ser tratadas pela Ozônioterapia as patologias de origem 
inflamatória, infecciosa e isquêmica, geralmente relacionadas a alterações do 
estresse oxidativo. 
O ozônio de uso médico pode ter diferentes propriedades, a depender da 
concentração da mistura oxigênio/ozônio. Possui propriedades bactericidas, 
fungicidas e virustáticas, pelo que é largamente utilizada para tratamento de feridas 
infectadas, assim como em doenças causadas por vírus, bactérias e fungos. 
Por sua habilidade de estimular a circulação, a Ozônioterapia é usada no tratamento 
de doenças circulatórias.Quando utilizado em baixas concentrações, a resistência do 
organismo humano é mobilizada, ou seja, o ozônio ativa o sistema imunológico. 
Através do ozônio, as células imunológicas do corpo produzem citocinas (incluindo 
mediadores importantes como interferons e interleucinas); estas sinalizam 
informações para outras células, ativando a cascata imunológica e promovendo o 
reequilíbrio orgânico. 
Em suma, em função de suas propriedades físico-químico-biológicas, a mistura 
oxigênio/ozônio pode, no entanto, ser utilizada em tratamentos de muitas afecções. 
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4 
Graças às suas propriedades seletivas, o ozônio medicinal é utilizado em diferentes 
campos de tratamento e outras como mero coadjuvante. 
 
O QUE É OZÔNIO? 
 
É uma molécula composta por três átomos do oxigênio atmosférico natural 
(O2). Em condições normais na atmosfera, o ozônio é um gás incolor com odor 
característico sendo possível percebê-lo logo após tempestades em altas altitudes 
ou próximo ao mar, sua principal função natural é servir como camada de proteção 
natural da terra impedindo que raios nocivos e radioativos do sol bombardeiem o 
planeta. É o famoso “cheiro de chuva” que sentimos antes das tempestades. 
O ozônio se forma quando as moléculas de oxigênio (O2) se rompem devido 
a um raio ou a ação radioativa ultravioleta que vem do sol. Quando atingidas, estas 
moléculas de (O2) separadas, vagam solitárias até se unir com outra molécula de 
(O2) que ainda não foi dividida, ocorrendo à transformação química surgindo o (O3). 
Nos aparelhos de geradores a formação é semelhante. Utiliza se o método 
“descarga corona” que simula o “raio” ou luz ultravioleta. Vale ressaltar que nas 
utilizações medicinais a fonte de oxigênio sempre deve ser oxigênio medicinal puro 
evitando a presença de subprodutos tóxicos de outros gases. 
A maioria dos geradores ainda é baseada no sistema corona, idealizado por 
Werner Siemens, prussiano, patriarca e fundador do conglomerado industrial que 
leva seu nome até os dias de hoje. O efeito sobre a capacidade de esterilização de 
água é aceito mundialmente. A ausência de resíduo caracteriza o tratamento com 
ozônio como preferencial na produção de água potável. Diversas estações de 
tratamento de água com ozônio são espalhadas por todo o mundo. A utilização do 
ozônio no tratamento de infecções é documentada desde o século XIX. O ozônio 
aplicado de modo tópico, subcutâneo, por via muscular, por via venosa e/ou retal 
atua contra as bactérias e os fungos que não possuem sistemas de proteção à 
agressão oxidativa. As vias de aplicação podem deflagrar efeitos locais, regionais 
e/ou sistêmicos. O uso das vias tópicas, subcutânea, intra-articular e muscular 
deflagram efeitos predominantemente locais e regionais, enquanto a venosas e 
retais predominantemente sistêmicas. As respostas terapêuticas da Ozônioterapia 
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5 
nas infecções transcendem possíveis respostas exclusivamente local ou regional. A 
via tópica pode ser utilizada com a exposição simples da área-alvo untada ou 
umedecidacom água, solução fisiológica ou óleo pré-ozonizados ou não, com ou 
não acoplamento a sistemas de sucção. 
 
MECANISMOS DE AÇÃO DA OZÔNIOTERAPIA 
 
É uma substância que apresenta a capacidade de oxidação quando, através 
de uma reação química, consegue passar um elétron próprio para outra 
substância.(OLIVEIRA, 2008) Ao se encontrar com um tecido biologicamente ativo o 
ozônio reage com inúmeras biomoléculas que, agrupadas, formam um sistema de 
tamponamento antioxidante. A maior parte dessas biomoléculas tem papel anti-
inflamatório e analgésico que agem de forma simultânea à ação antioxidante. 
O ozônio, em relação ao oxigênio, é dez vezes mais solúvel, tendo uma maior 
capacidade para se difundir e penetrar nos tecidos, assim como para se dissolver no 
plasma sanguíneo e nos fluidos extracelulares, porém o ozônio não permanece 
estável nesses meios líquidos, já que é um potente oxidante, acabando por reagir 
imediatamente com moléculas presentes nesses meios, chamadas de antioxidantes, 
proteínas, carboidratos e ácidos polinsaturados. (BOCCI, 2005). 
O primeiro pode ser chamado de reação inicial do ozônio: a molécula de 
ozônio é oxidada pelo ácido ascórbico, grupos de proteínas sulfidrila e 
glicoproteínas. Esta primeira reação é importante porque geram espécies reativas de 
oxigênio (ROS). ROS são neutralizadas no máximo em um minuto pelo sistema 
antioxidante. - A segunda reação é caracterizada como peroxidação lipídica. No 
plasma hidrofílico, uma molécula de olefin (partícula de ácido aracdônico presente 
no plasma de triglicérides) e uma molécula de ozônio geram duas moléculas de 
aldeídos e uma molécula de peróxido de hidrogênio. Essas duas reações, completas 
em segundos, geram peróxidos de hidrogênio e uma variedade de aldeídos que são 
produtos lipídicos oxidantes (LOPs). A partir deste fato sabe-se que não é o ozônio, 
mas sim as ROS e LOPs responsáveis pela sucessiva multiplicação de reações 
bioquímicas que acontecem em diferentes células por todo o organismo. O ozônio é 
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6 
eliminado pelos antioxidantes presentes no plasma e a segunda reação a 
responsável pelos efeitos terapêuticos. 
A ação direta antimicrobiana contra bactérias, vírus e fungos que o ozônio exerce, é 
devido a esses microorganismos não terem um sistema de tamponamento 
antioxidante, portanto o estresse causado pelo ozônio, acaba tornando-os frágeis. Já 
a ação microbicida indireta do ozônio é resultante das mudanças metabólicas que 
este provoca. (PEREIRA et al 2005; WALSH et.al, 1980; WENTWORTH et.al, 2002). 
Os peróxidos resultantes da reação do gás ozônio com dois carbonos 
insaturados, presente em ácidos graxos, também são uma causa importante de 
toxicidade, e atuam também nos grupos sulfidrilas de certas enzimas, resultando na 
interrupção da atividade enzimática celular normal. No caso das bactérias, a morte é 
rápida e é frequentemente atribuída a mudanças na permeabilidade celular seguida 
pela lise celular. Entretanto a lise, provavelmente não é por um mecanismo primário 
de inativação, mas como consequência de uma alta concentração de oxidante. 
(OLIVEIRA, 2008). Como o ozônio tem sua meia vida curta, ele acaba por formar 
ozonídeos que são definidos como espécies reativas de oxigênio, ou mesmo dos 
subprodutos da oxidação lipídica. Ou seja, o ozônio fica por volta de 10 minutos no 
corpo humano e em seguida é eliminado deixando um subproduto, ozonideos, que 
tem um ciclo de ação de 5 dias, o que nos permite tratamento a cada 5 dias na 
estética. 
 
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7 
FORMAS DE APLICAÇÃO E JANELA TERAPÊUTICA 
 
As formas de aplicação local 
serão subcutâneas, com 
posicionamento da agulha em 45 ou 
90 graus, e intradérmica, com agulha 
em 15 ou 45 graus. A forma de 
aplicação, ou seja, posição da agulha 
dependera do objetivo do tratamento, 
assim como a escolha da 
concentração ideal, respeitando a 
janela terapêutica. 
As indicações estéticas vão 
desde celulite, gordura, flacidez, 
estrias, vasinhos, tratamento capilar, 
à tratamentos de hipercromia, linhas 
de expressão, acne, marcas de acne, intercorrências pós operatória como 
deiscência, cicatriz hipertrófica. 
As concentrações em tratamentos locais estéticos variam de 5 a 10 mcg, 
respeitando a janela terapêutica. 
Após aplicação realizar massagem na região imediatamente após a aplicação 
para difusão do gás. 
A frequência de aplicação poderá ser feita 1x na semana ou 2, por 10 a 20 
sessões. 
 
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8 
 
REAÇÕES IMEDIATAS 
 
O paciente poderá sentir sensação de queimação e dor, hiperemia durante 
alguns minutos, hematoma e eczema devido a agulha e percepção do gás na pele 
durante alguns minutos (enfisema subcutâneo). 
 
CONTRAINDICAÇÕES 
 Favismo (deficiência de G6PD). 
 Hipertireoidismo. 
 
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9 
 
REFERÊNCIAS 
 
 Proceedings of the “V CongresoIbero-Americano de Ozonoterapia”. October 21th, 
22th and 23th, 2015 
 Martínez, G. S. - Aspectos prácticos en ozonoterapia: Comprobación de la 
concentración de ozono generada /tiempo de vida media del gas en la jeringuilla 
artículo original - Revista Española de Ozonoterapia vol. 3, nº 1. pp. 67-73, 2013 
 https://inipe.com.br/cursos-livres/Ozônioterapia-do-basico-ao-avancado/ 
 file:///Avanços-científicos-de-aplicações-de-ozônio-Dr.-Wilfredo-Irrazabal-
Urruchi%20PPT.pdf 
 https://www.wfoot.org/scientific-library/ 
 https://www.ioa-pag.org/guidance 
 http://imeof.org/ 
 http://www.philozon.com.br/noticias/unidades-de-medida-para-o-gas-ozonio/ 
 https://pt.wikipedia.org/wiki/Betaoxida%C3%A7%C3%A3o 
 https://pt.slideshare.net/EmiliaSerra/Ozônioterapia-plenria-cfm-nov-2013-emilia-
serra-30354422 
 https://pt.wikipedia.org/wiki/Defici%C3%AAncia_em_glucose-6-
fosfato_desidrogenase 
 https://www.austinozone.com/wp-content/uploads/Dr.-Renate-Viebahn-Guidelines-
OSE-1212-published.pdf 
 https://www.ibo3a.com.br/2016/wp-content/uploads/2018/05/Ozônioterapia-
Veterina%CC%81ria-no-tratamento-de-feridas-t%C3%A9cnicas-e-protocolos-
M.V.-Vanessa-Benetti-Di-Sessa.pdf 
 https://www.ibo3a.com.br/2016/wp-content/uploads/2018/05/Ozônioterapia-em-
Casos-Neurol%C3%B3gicos-Tratamentos-Conservat%C3%B3rios-X-
Cir%C3%BArgicos-Mv.-Roberto-Siqueira.pdf 
 https://www.ibo3a.com.br/2016/wp-content/uploads/2018/05/Ozônioterapia-na-
Cl%C3%ADnica-de-Pequenos-Dr.-C%C3%A9sar-V-G-B-Prado.pdf 
 https://docplayer.com.br/114612857-Curso-de-Ozônioterapia.html 
 www.inaesp.com.br 
 
10 
 Ozônioterapia estetica 
 Ozone Therapy as an Adjunctive modality for weight reduction in grade II adult 
obese subjects. 
 Haidy N. Ashem, PT.D, Samah H. Nagib, PT. D , julho de 2011 
 Oxygen-Ozone Therapy in the treatment of tissue adipose dideases. 
 Gaetano Cuccio, Marianno Franzini, Ozone Therapy 2016; volume 1:6270 
 
OZÔNIOTERAPIA INTRA-ARTICULAR 
 
 O efeito temporal do plasma rico em plaquetas na dor e na função física no 
tratamento da osteoartrite do joelho: revisão sistemática e metanálise de ensaios 
clínicos randomizados.Shen L, Yuan T, Chen S, Xie X, Zhang C.J Orthop Surg 
Res. 23 de janeiro de 2017; 12 (1): 16. doi: 10.1186 / s13018-017-0521-3. 
 Proloterapia para osteoartrite do joelho usando dextrose hipertônica versus outros 
tratamentos intervencionistas: revisão sistemática de ensaios clínicos.Arias-
Vázquez PI, Tovilla-Zárate CA, Legorreta-Ramírez BG, Burad Fonz W, Magaña-
Ricardez D, González-Castro TB, Juárez-Rojop IE, López-Narváez ML.Adv 
Rheumatol. 2019 19 de agosto; 59 (1): 39. doi: 10.1186 / s42358-019-0083-7. 
 Oxigênio intra-articular- ozônio versus ácido hialurônico na osteoartrite do joelho: 
Uma metanálise de ensaios clínicos randomizados.Li Q, Qi X, Zhang Z.Int J 
Surg. 2018 outubro; 58: 3-10. doi: 10.1016 / j.ijsu.2018.08.007. Epub 2018 29 de 
agosto. 
 Escolha da injeção intra-articular no tratamento da osteoartrite do joelho: plasma 
rico em plaquetas, ácidohialurônico ou opções de ozônio .Duymus TM, Mutlu S, 
Dernek B, Komur B, Aydogmus S, Kesiktas FN.Joelho Surg Sports Traumatol 
Arthrosc. 2017 fev; 25 (2): 485-492. doi: 10.1007 / s00167-016-4110-5. Epub 2016 
7 de abril. 
 A terapia de ozônio intra-articular atenua eficientemente a dor em indivíduos com 
osteoartrite do joelho: uma revisão sistemática e uma meta-análise.Noori-Zadeh 
A, Bakhtiyari S, Khooz R, Haghani K, Darabi S.Complemento Ther Med. 2019 
Feb; 42: 240-247. doi: 10.1016 / j.ctim.2018.11.023. Epub 2018 28 de novembro. 
 Comparação entre ozônio intra-articular e placebo no tratamento da osteoartrite 
do joelho: estudo randomizado, duplo-cego e controlado por placebo.Lopes de 
 www.inaesp.com.br 
 
11 
Jesus CC, Dos Santos FC, de Jesus LMOB, Monteiro I, Sant'Ana MSSC, 
Trevisani VFM.PLoS One. 24 de julho de 2017; 12 (7): e0179185. doi: 10.1371 / 
journal.pone.0179185. eCollection 2017. 
 O efeito temporal das injeções intra-articulares de ozônio na dor na osteoartrite do 
joelho.Oliviero A, Giordano L, Maffulli N.Ir. Med Bull. 11 de dezembro de 2019; 
132 (1): 33-44. doi: 10.1093 / bmb / ldz028. 
 Eficácia das infiltrações de ozônio no tratamento da osteoartrite do joelho versus 
outros tratamentos intervencionistas: uma revisão sistemática de ensaios 
clínicosArias-Vázquez PI, Tovilla-Zárate CA, Bermudez-Ocaña DY, Legorreta-
Ramírez BG, López-Narváez ML.Reabilitação (Madr). 2019 Jan-Mar; 53 (1): 43-
55. doi: 10.1016 / j.rh.2018.11.001. Epub 2018 dez 1. 
 Oxigenoterapia com ozônio para o tratamento da osteoartrite do joelho: uma 
revisão sistemática de ensaios clínicos randomizados. Sconza C, Respizzi S, 
Virelli L, Vandenbulcke F, Iacono F, Kon E, Di Matteo B.Artroscopia. Jan 2020; 36 
(1): 277-286. doi: 10.1016 / j.arthro.2019.05.043. Epub 2019 Out 31. 
 Efeitos terapêuticos a curto prazo do ozônio no tratamento da dor na osteoartrite 
do joelho: uma metanálise. Arias-Vázquez PI, Tovilla-Zárate CA, Hernández-Díaz 
Y, González-Castro TB, Juárez-Rojop IE, López-Narváez ML, Bermudez-Ocaña 
DY, Bermudez-Ocaña DY, Barjau-Madrígal HA, Legorreta-Ramírez G.PM R. 2019 
Aug; 11 (8): 879-887. doi: 10.1002 / pmrj.12088. Epub 2019 30 de maio. 
 
OZÔNIOTERAPIA INTRA-MUSCULAR 
 
 Terapia intramuscular de oxigênio e ozônio no tratamento da dor lombar.Biazzo A, 
Corriero AS, Confalonieri N.Acta Biomed. 2018 27 de março; 89 (1): 41-46. doi: 
10.23750 / abm.v89i1.5315. 
 Comparação do ozônio intraretal , ozônio administrado em pontos de acupuntura 
e meloxicam para analgesia pós-operatória em cadelas submetidas à ovario-
histerectomia. Teixeira LR, Luna SP, Taffarel MO, Lima AF, Sousa NR, Joaquim 
JG, Freitas PM.Vet J. 2013 Set; 197 (3): 794-9. doi: 10.1016 / 
j.tvjl.2013.05.015. Epub 2013 28 de junho. 
 Comparação da eficácia da injeção de ozônio e lidocaína versus agulhamento 
seco em pacientes com síndrome da dor miofascial. Raeissadat SA, Rayegani 
 www.inaesp.com.br 
 
12 
SM, Sadeghi F, Rahimi-Dehgolan S.J Pain Res. 29 de junho de 2018; 11: 1273-
1279. doi: 10.2147 / JPR.S164629. eCollection 2018. 
 Síndrome da encefalopatia reversível posterior após terapia intramuscular 
de oxigênio com ozônio . Nociti V, Picarelli C, Losavio FA, Reale G, Giuliano G, 
Della Marca G, Tumbarello M.Can J Neurol Sci. 2020 maio; 47 (3): 416-418. doi: 
10.1017 / cjn.2020.35. 
 Terapia intramuscular de oxigênio e ozônio no tratamento de dor lombar aguda 
com hérnia de disco lombar: um ensaio clínico multicêntrico, randomizado, duplo-
cego, clínico de injeção paravertebral lombar ativa e simulada.Paoloni M, Di Sante 
L, Cacchio A, Apuzzo D, Marotta S, Razzano M, Franzini M, Santilli V.Spine (Phila 
Pa, 1976). 1º de junho de 2009; 34 (13): 1337-44. doi: 10.1097 / 
BRS.0b013e3181a3c18d. 
 A ativação da AMPK pela administração do ozônio pelo nervo peri-ciático atenua 
a dor neuropática induzida por CCI em ratos. Lu L, Pan C, Chen L, Hu L, Wang C, 
Han Y, Yang Y, Cheng Z, Liu WT.J Mol Cell Biol. 1 de abril de 2017; 9 (2): 132-
143. doi: 10.1093 / jmcb / mjw043. 
 Efeitos do ozônio no nervo ciático em ratos. Lin Q, Chen H, Lu C, Wang B, Zhang 
Y, He X, Yu B.Interv Neuroradiol. Sep. 2011; 17 (3): 281-5. doi: 10.1177 / 
159101991101700301. Epub 2011 17 de outubro. 
 Um estudo retrospectivo / horizontal observacional para comparar a terapia 
com oxigênio- ozônio e / ou reeducação postural global em lombalgia crônica 
complicada. Apuzzo D, Giotti C, Pasqualetti P, Ferrazza P, Soldati P, Zucco 
GM.Funct Neurol. Jan-Mar de 2014; 29 (1): 31-9. 
 Mecanismo de ação da Ozônioterapia no tratamento de hérnia de disco e 
lombalgia.Borrelli E.Acta Neurochir Suppl. 2011; 108: 123-5. doi: 10.1007 / 978-3-
211-99370-5_19. 
 A ativação da AMPK pela administração do ozônio pelo nervo peri-ciático atenua 
a dor neuropática induzida por CCI em ratos.Lu L, Pan C, Chen L, Hu L, Wang C, 
Han Y, Yang Y, Cheng Z, Liu WT.J Mol Cell Biol. 1 de abril de 2017; 9 (2): 132-
143. doi: 10.1093 / jmcb / mjw043. 
 
 
 
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13 
OZÔNIOTERAPIA EM DIABETES 
 
 Relevância terapêutica da Ozônioterapia em doenças degenerativas: Foco 
no diabetes e na dor na coluna. Braidy N, Izadi M, Sureda A, Jonaidi-Jafari N, 
Banki A, Nabavi SF, Nabavi SM.J. Cell Physiol. Abr 2018; 233 (4): 2705-2714. doi: 
10.1002 / jcp.26044. Epub 2017 11 de jul. 
 Tratamento de feridas diabéticas . Rekha PD, Rao SS, Sahana TG, Prabhu A.Br J 
Community Nurs. 1 de setembro de 2018; 23 (Sup9): S16-S22. doi: 10.12968 / 
bjcn.2018.23. 
 Ozônioterapia para o tratamento de úlceras nos pés em pessoas com diabetes . 
Liu J, Zhang P, Tian J, Li L, Li J, Tian JH, Yang K.Cochrane Database Syst Rev. 
2015 27 de outubro; (10): CD008474. doi: 10.1002 / 14651858.CD008474.pub2. 
 Ozônioterapia para pé diabético . Kushmakov R, Gandhi J, Seyam O, Jiang W, 
Joshi G, Smith NL, Khan SA.Med Gas Res. 25 de setembro de 2018; 8 (3): 111-
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profissional-pode-fazer-conforme-o-conselho-de-classe-de-cada-um-/114/ 
 http://www.philozon.com.br/Ozônioterapia/

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