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MÓDULO I UNIDADE VI Ozonioterapia em Estética Avançada www.inaesp.com.br 1 SUMÁRIO OZONIOTERAPIA ..................................................................................................... 2 INTRODUÇÃO .......................................................................................................... 2 O QUE É OZÔNIO? .................................................................................................. 4 MECANISMOS DE AÇÃO DA OZÔNIOTERAPIA ................................................... 5 FORMAS DE APLICAÇÃO E JANELA TERAPÊUTICA ......................................... 7 REAÇÕES IMEDIATAS ............................................................................................ 8 CONTRAINDICAÇÕES ............................................................................................. 8 REFERÊNCIAS ......................................................................................................... 9 www.inaesp.com.br 2 OZONIOTERAPIA INTRODUÇÃO A ozônioterapia é o nome que se dá a técnica que utiliza oxigênio maisgás ozônio para tratamentos de diversas disfunções orgânicas.Esta, por sua vez, utilizada desde o século XIX, sendo os primeiros estudos desenvolvidos na Alemanha. Inicialmente o tratamento era utilizado para combater a ação de bactérias e germes na pele humana. Durante a Primeira Guerra Mundial (1914-1918) médicos alemães e ingleses utilizaram o ozônio para o tratamento de feridas em soldados, conforme já publicado na revista THE LANCET, nos anos 1916 e 1917. No entanto, um grande passo foi a invenção de um ozonizador confiável para uso médico pelo físico Joachim Hansler (1908- 1981). A ideia de usar o ozônio na medicina desenvolveu-se lentamente durante o último século e foi estimulada pela falta de antibióticos e propriedades desinfetantes do ozônio. Entretanto um dentista suíço, E.A.Fisch (1899-1966) foi o primeiro a usar o ozônio em sua prática. A ozônioterapia é um procedimento minimamente invasivo (ou não, quando usado em bags), ou por injeções feitas com o gás oxigênio que é submetido a uma descarga elétrica de um gerador de ozônio medicinal, formando assim uma molécula de oxigênio triatômico. Diferentemente do ozônio utilizado para fins industriais, o ozônio medicinal é obtido a partir do oxigênio medicinal puro (MedO2), do qual se obtém uma mistura de oxigênio/ozônio em concentrações e doses exatas. Sua concentração varia de 1 a 100 microgramas por mililitro (µg/ml), correspondendo a uma mistura de oxigênio/ozônio em relações entre 0.05% de ozônio e 99.95% de oxigênio a 5% de ozônio e 95% de oxigênio. A Ozônioterapia é uma técnica que utiliza o ozônio medicinal como agente terapêutico em muitas patologias, como já descrito, em função do seu efeito multifocal sistêmico. É uma terapia natural, com poucas contra-indicações e efeitos secundários mínimos, se indicada e realizada corretamente por profissional com formação adequada. www.inaesp.com.br 3 O sistema de Saúde da Alemanha, Itália e de outros 16 países reconhecem o uso desta técnica para diversas patologias. Cuba conta com 39 Centros Clínicos de Ozônioterapia e na Rússia é utilizada em todos os hospitais governamentais. Atualmente no mundo, cerca de 50.000 médicos regularmente inscritos em sociedades científicas de Ozônioterapia situadas em Cuba, China, Rússia, Alemanha, Suíça, Áustria, Itália, Ucrânia, Espanha, França, Grécia, Japão, Canadá, alguns estados dos Estados Unidos da América, Polônia, Egito, Israel, Austrália, México, Argentina, e Venezuela. Juntos, fazem mais de 10.000.000 (dez milhões) de terapias por ano. Estes números, associados a mais de 100 anos de história, à comprovada segurança e eficácia que a medicina baseada na evidência nos fornece (são 1897 referências encontradas no site www.pubmed.com), fazem da Ozônioterapia uma realidade mundial. As aplicações de Ozônioterapia são determinadas por suas propriedades anti- inflamatórias, antissépticas, de modulação do estresse oxidativo, da melhora da circulação periférica e da oxigenação. Isto determina o amplo número de patologias em que pode ser utilizada de modo isolado ou complementar. Dessa maneira, podem ser tratadas pela Ozônioterapia as patologias de origem inflamatória, infecciosa e isquêmica, geralmente relacionadas a alterações do estresse oxidativo. O ozônio de uso médico pode ter diferentes propriedades, a depender da concentração da mistura oxigênio/ozônio. Possui propriedades bactericidas, fungicidas e virustáticas, pelo que é largamente utilizada para tratamento de feridas infectadas, assim como em doenças causadas por vírus, bactérias e fungos. Por sua habilidade de estimular a circulação, a Ozônioterapia é usada no tratamento de doenças circulatórias.Quando utilizado em baixas concentrações, a resistência do organismo humano é mobilizada, ou seja, o ozônio ativa o sistema imunológico. Através do ozônio, as células imunológicas do corpo produzem citocinas (incluindo mediadores importantes como interferons e interleucinas); estas sinalizam informações para outras células, ativando a cascata imunológica e promovendo o reequilíbrio orgânico. Em suma, em função de suas propriedades físico-químico-biológicas, a mistura oxigênio/ozônio pode, no entanto, ser utilizada em tratamentos de muitas afecções. www.inaesp.com.br 4 Graças às suas propriedades seletivas, o ozônio medicinal é utilizado em diferentes campos de tratamento e outras como mero coadjuvante. O QUE É OZÔNIO? É uma molécula composta por três átomos do oxigênio atmosférico natural (O2). Em condições normais na atmosfera, o ozônio é um gás incolor com odor característico sendo possível percebê-lo logo após tempestades em altas altitudes ou próximo ao mar, sua principal função natural é servir como camada de proteção natural da terra impedindo que raios nocivos e radioativos do sol bombardeiem o planeta. É o famoso “cheiro de chuva” que sentimos antes das tempestades. O ozônio se forma quando as moléculas de oxigênio (O2) se rompem devido a um raio ou a ação radioativa ultravioleta que vem do sol. Quando atingidas, estas moléculas de (O2) separadas, vagam solitárias até se unir com outra molécula de (O2) que ainda não foi dividida, ocorrendo à transformação química surgindo o (O3). Nos aparelhos de geradores a formação é semelhante. Utiliza se o método “descarga corona” que simula o “raio” ou luz ultravioleta. Vale ressaltar que nas utilizações medicinais a fonte de oxigênio sempre deve ser oxigênio medicinal puro evitando a presença de subprodutos tóxicos de outros gases. A maioria dos geradores ainda é baseada no sistema corona, idealizado por Werner Siemens, prussiano, patriarca e fundador do conglomerado industrial que leva seu nome até os dias de hoje. O efeito sobre a capacidade de esterilização de água é aceito mundialmente. A ausência de resíduo caracteriza o tratamento com ozônio como preferencial na produção de água potável. Diversas estações de tratamento de água com ozônio são espalhadas por todo o mundo. A utilização do ozônio no tratamento de infecções é documentada desde o século XIX. O ozônio aplicado de modo tópico, subcutâneo, por via muscular, por via venosa e/ou retal atua contra as bactérias e os fungos que não possuem sistemas de proteção à agressão oxidativa. As vias de aplicação podem deflagrar efeitos locais, regionais e/ou sistêmicos. O uso das vias tópicas, subcutânea, intra-articular e muscular deflagram efeitos predominantemente locais e regionais, enquanto a venosas e retais predominantemente sistêmicas. As respostas terapêuticas da Ozônioterapia www.inaesp.com.br 5 nas infecções transcendem possíveis respostas exclusivamente local ou regional. A via tópica pode ser utilizada com a exposição simples da área-alvo untada ou umedecidacom água, solução fisiológica ou óleo pré-ozonizados ou não, com ou não acoplamento a sistemas de sucção. MECANISMOS DE AÇÃO DA OZÔNIOTERAPIA É uma substância que apresenta a capacidade de oxidação quando, através de uma reação química, consegue passar um elétron próprio para outra substância.(OLIVEIRA, 2008) Ao se encontrar com um tecido biologicamente ativo o ozônio reage com inúmeras biomoléculas que, agrupadas, formam um sistema de tamponamento antioxidante. A maior parte dessas biomoléculas tem papel anti- inflamatório e analgésico que agem de forma simultânea à ação antioxidante. O ozônio, em relação ao oxigênio, é dez vezes mais solúvel, tendo uma maior capacidade para se difundir e penetrar nos tecidos, assim como para se dissolver no plasma sanguíneo e nos fluidos extracelulares, porém o ozônio não permanece estável nesses meios líquidos, já que é um potente oxidante, acabando por reagir imediatamente com moléculas presentes nesses meios, chamadas de antioxidantes, proteínas, carboidratos e ácidos polinsaturados. (BOCCI, 2005). O primeiro pode ser chamado de reação inicial do ozônio: a molécula de ozônio é oxidada pelo ácido ascórbico, grupos de proteínas sulfidrila e glicoproteínas. Esta primeira reação é importante porque geram espécies reativas de oxigênio (ROS). ROS são neutralizadas no máximo em um minuto pelo sistema antioxidante. - A segunda reação é caracterizada como peroxidação lipídica. No plasma hidrofílico, uma molécula de olefin (partícula de ácido aracdônico presente no plasma de triglicérides) e uma molécula de ozônio geram duas moléculas de aldeídos e uma molécula de peróxido de hidrogênio. Essas duas reações, completas em segundos, geram peróxidos de hidrogênio e uma variedade de aldeídos que são produtos lipídicos oxidantes (LOPs). A partir deste fato sabe-se que não é o ozônio, mas sim as ROS e LOPs responsáveis pela sucessiva multiplicação de reações bioquímicas que acontecem em diferentes células por todo o organismo. O ozônio é www.inaesp.com.br 6 eliminado pelos antioxidantes presentes no plasma e a segunda reação a responsável pelos efeitos terapêuticos. A ação direta antimicrobiana contra bactérias, vírus e fungos que o ozônio exerce, é devido a esses microorganismos não terem um sistema de tamponamento antioxidante, portanto o estresse causado pelo ozônio, acaba tornando-os frágeis. Já a ação microbicida indireta do ozônio é resultante das mudanças metabólicas que este provoca. (PEREIRA et al 2005; WALSH et.al, 1980; WENTWORTH et.al, 2002). Os peróxidos resultantes da reação do gás ozônio com dois carbonos insaturados, presente em ácidos graxos, também são uma causa importante de toxicidade, e atuam também nos grupos sulfidrilas de certas enzimas, resultando na interrupção da atividade enzimática celular normal. No caso das bactérias, a morte é rápida e é frequentemente atribuída a mudanças na permeabilidade celular seguida pela lise celular. Entretanto a lise, provavelmente não é por um mecanismo primário de inativação, mas como consequência de uma alta concentração de oxidante. (OLIVEIRA, 2008). Como o ozônio tem sua meia vida curta, ele acaba por formar ozonídeos que são definidos como espécies reativas de oxigênio, ou mesmo dos subprodutos da oxidação lipídica. Ou seja, o ozônio fica por volta de 10 minutos no corpo humano e em seguida é eliminado deixando um subproduto, ozonideos, que tem um ciclo de ação de 5 dias, o que nos permite tratamento a cada 5 dias na estética. www.inaesp.com.br 7 FORMAS DE APLICAÇÃO E JANELA TERAPÊUTICA As formas de aplicação local serão subcutâneas, com posicionamento da agulha em 45 ou 90 graus, e intradérmica, com agulha em 15 ou 45 graus. A forma de aplicação, ou seja, posição da agulha dependera do objetivo do tratamento, assim como a escolha da concentração ideal, respeitando a janela terapêutica. As indicações estéticas vão desde celulite, gordura, flacidez, estrias, vasinhos, tratamento capilar, à tratamentos de hipercromia, linhas de expressão, acne, marcas de acne, intercorrências pós operatória como deiscência, cicatriz hipertrófica. As concentrações em tratamentos locais estéticos variam de 5 a 10 mcg, respeitando a janela terapêutica. Após aplicação realizar massagem na região imediatamente após a aplicação para difusão do gás. A frequência de aplicação poderá ser feita 1x na semana ou 2, por 10 a 20 sessões. www.inaesp.com.br 8 REAÇÕES IMEDIATAS O paciente poderá sentir sensação de queimação e dor, hiperemia durante alguns minutos, hematoma e eczema devido a agulha e percepção do gás na pele durante alguns minutos (enfisema subcutâneo). CONTRAINDICAÇÕES Favismo (deficiência de G6PD). Hipertireoidismo. www.inaesp.com.br 9 REFERÊNCIAS Proceedings of the “V CongresoIbero-Americano de Ozonoterapia”. October 21th, 22th and 23th, 2015 Martínez, G. 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