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Rebeca Cruz Santos – T99 
 
AGNATIA  Ausência congênita total ou parcial de um 
dos maxilares. 
MICROGNATIA  A mandíbula tem um tamanho 
reduzido, assim a língua tem um espaço reduzido de 
repouso, o que pode causar obstrução das vias aéreas. 
MACROGNATIA  Aumento da mandíbula 
ATROFIA HEMIFACIAL  
HIPERTROFIA HEMIFACIAL  
 
 FOSSETAS LABIAIS: são invaginações congênitas 
raras de lábio inferior. Acredita-se que elas se 
originam de sulcos laterais persistentes do arco 
mandibular embrionário. Geralmente associadas a 
fenda palatina e/ou fenda labial. 
 
Características clínicas = se apresentam como fistulas 
bilaterais e simétricas em relação à linha media do 
vermelhão do lábio (área de transição entre a pele e a 
mucosa de revestimento do lábio). Ela ainda pode se 
apresentar como uma fosseta única e se estender 
inferiormente drenando saliva, ou ainda, uma fosseta 
única centralmente ou lateralmente. 
Causas = É uma condição é autossômica dominante. 
Ocorre devido a falha na expressão do gene regulador 
da produção de Interferon tipo 6 (IRF6), do tipo 
polimorfismo V27Al, em que ocorre a substituição de um 
aminoácido do grupo Valina por um Isoleucina 
Características Histopatológicas = trajeto revestido por 
epitélio pavimentoso estratificado. Frequentemente, se 
observa um infiltrado inflamatório crônico no tecido 
conjuntivo circundante. Por isso, não pode se resolver 
com preenchimento, pois o tecido está danificado. 
Tratamento e prognóstico = Podem ser excisadas por 
razões estéticas. Os problemas mais significantes são 
associações com fenda palatina e potencial de 
transmissão pelos genes. 
 
 
 FOSSETAS DAS COMISSURAS LABIAIS: são 
pequenas invaginações da mucosa que ocorrem nos 
ângulos da boca. A sua localização sugere que elas 
ocorram devido à falha na fusão normal do 
processo embrionário maxilar e do processo 
mandibular. 
Causas = apesar de considerada como alteração 
congênita, pode se desenvolver ao logo da vida. Não 
estão associadas a fendas palatinas e/ou labiais. 
Características clínicas = podem ser bi ou unilaterais, 
apresentam-se como fístulas cegas que podem se 
estender de 1mm a 4mm de profundidade. Em alguns 
casos, quando pressionada pode expelir uma pequena 
quantidade de liquido, saliva, proveniente de glândulas 
salivares menores que drenam do fundo da invaginação. 
Rebeca Cruz Santos – T99 
 
 
 LÁBIO DUPLO: crescimento exuberante de 
tecido na mucosa interna do lábio. 
Características clínicas = o lábio superior é afetado com 
mais frequência, porém pode ocorrer também no 
inferior ou em ambos. Com os lábios em repouso, 
normalmente não se percebe, porém quando o paciente 
sorri ou tensiona os lábios, o excesso de tecido se torna 
visível. 
Causas = é de natureza congênita, mas pode ser 
adquirido tardiamente durante a vida. O lábio duplo 
adquirido pode ser um componente da síndrome de 
Ascher, ou por traumatismo ou hábitos orais – sugar o 
lábio. 
Características Histopatológicas = o tecido apresenta 
estrutura normais, muitas vezes, apresenta inúmeras 
glândulas salivares menores. 
Tratamento e prognóstico = Nos casos mais grave, 
realiza a excisão cirúrgica simples do tecido em excesso, 
com finalidade estética. 
 
 
 FENDAS OROFACIAIS: O processo de formação 
da face e da cavidade oral é complexo e precisa se 
unir e se fundir, de forma ordenada, quando 
ocorrem distúrbios no crescimento desses 
processos ou nas fusões podem resultar em fendas 
orofaciais. 
 
Fenda labial: resultado da fusão defeituosa do processo 
nasal mediano com o processo maxilar 
 
Fenda palatina: falha na fusão das fendas palatinas 
 
Muitas vezes essas duas ocorrem juntas (FL + FP) 
Podemos ter ainda variações das fendas palatinas: como 
a úvula bífida, na qual pode não haver alteração no 
palato, apenas na úvula. 
 
E a fenda palatina submucosa: onde a mucosa segue 
intacta e o defeito está na musculatura subjacente do 
palato mole. 
Rebeca Cruz Santos – T99 
 
Características clínicas e radiográficas = Não é incomum 
os dentes, especialmente o incisivo lateral, estarem 
ausentes na área da fenda. Porém podemos observar 
dentes suprenumerários, esses defeitos ósseos podem 
ser observados nas radiografias. A aparência clinica pode 
levar a problemas psicossociais, possuem dificuldade na 
fala e na alimentação e maloclusão. 
Causas = defeito congênito, possui uma variação racial, 
sendo mais prevalente nos asiáticos. Resultante de uma 
desordenação no processo de formação embrionária. 
Tratamento e prognóstico = O tratamento ideal 
envolveria uma equipe multidisciplinar. 
Mas as primeiras cirurgias reparadoras ocorrem ainda 
nos primeiros meses de vida com o fechamento primário 
dos lábios, seguido, posteriormente pela correção do 
palato. Aparelhos protéticos e ortopédicos em geral são 
utilizados para moldar ou expandir os segmentos 
maxilares antes do fechamento do defeito do palato. Na 
fase mais tardia da infância, enxertos ósseos autógenos 
podem ser colocados na região defeituosa do osso 
alveolar. Posteriormente, na infância, procedimentos 
ortognáticos e enxertos de tecido mole podem ser 
usados para melhorar a função e a estética. 
É importante essa pessoa passar por um 
aconselhamento genético, pois há riscos de um 
descendente desenvolver fendas, sobretudo se a mesma 
for ligada a síndromes. 
 
 FIBROMATOSE GENGIVAL: uma condição 
autossômica dominante e é caracterizada pelo 
crescimento excessivo dos tecidos gengivais. Além 
disso, é uma anomalia assintomática. 
Características clínicas = crescimento lento, progressivo, 
difuso e benigno dos tecidos gengivais. 
Tratamento = Antes de tudo, é necessário fazer a 
chamada readequação bucal (que pode envolver a 
extração de dentes, se necessário) para proporcionar 
a melhora do quadro clínico, para que seja prescrito o 
melhor tratamento, normalmente, cirúrgico. 
 
 GRÂNULOS DE FORDYCE: São glândulas 
sebáceas que estão localizadas na mucosa oral, por 
isso são consideradas como ectópicas, apesar de 
mais de 80% da população apresentar, assim 
podemos considerar como uma variação anatômica 
normal. 
 
Características clínicas = múltiplas pápulas amareladas ou 
branco-amareladas, mais encontradas na mucosa jugal e 
na porção lateral do vermelhão do lábio superior. 
Causas = como são mais comuns em adultos, estão 
associados a fatores hormonais, como a puberdade. 
Tratamento = como são assintomáticas e muito comuns, 
não requer tratamento. Em alguns casos severos, podem 
se formar pseudocisto preenchidos por queratina. 
Características Histopatológicas = múltiplas glândulas 
sebáceas abaixo da superfície epitelial, mas essas 
glândulas não possuem folículos pilosos. 
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 MICROGLOSSIA ou HIPOGLOSSIA: Caracterizada 
por uma língua anormalmente pequena. Associada a 
algumas síndromes ou hipoplasia da mandíbula. Ainsa 
podem acontecer simultaneamente com fendas 
palatinas. 
Diferente de aglossia – ausência total de língua. 
Causas = etiologia desconhecida. 
Tratamento = varia de acordo com a severidade da 
doença, mas procedimentos cirúrgicos e ortodônticos 
podem melhorar a função oral. 
 
 
 MACROGLOSSIA: Aumento da língua. 
Causas = diversas condições, como malformações 
congênitas (síndrome de Donw, por exemplo) e doenças 
adquiridas – malformações vasculares e a hipertrofia 
muscular. 
Características clínicas = Se apresenta mais em crianças. 
Em bebês vemos manifestações como: respiração 
ruidosa, incontinência salivar e dificuldade na alimentação. 
A macroglassia pode causar dislalia – dificuldade na fala 
– além de, a pressão da língua contra os dentes pode 
causar endentação na margem lateral da língua (marca 
dos dentes). 
 
Casos onde a língua fica constantemente fora da boca, 
esta pode sofrer infecções, ulcerações e até mesmo 
necrose. Em casos severos pode ocorrer a obstrução 
das vias aéreas. 
Características Histopatológicas = O aspecto 
microscópico caria de acordo com a causa especifica.Tratamento = nos casos leves, o tratamento cirúrgico 
pode não ser necessário, embora a fonoaudiologia possa 
ser útil quando a fala é afetada. Nos pacientes 
sintomáticos, pode haver necessidade de redução da 
língua através da glossectomia. 
 
 ANQUILOGLOSSIA ou LÍNGUA PRESA: é uma 
alteração no desenvolvimento da língua, 
caracterizada pelo freio lingual curto, resultando na 
limitação dos movimentos da língua. 
Causas = A maioria dos casos de anquiloglossia parece 
ser esporádica, mas pode haver influência genética. 
 
Características clínicas = pode se apresentar de 
diversas formas a depender da severidade da situação. 
Em casos graves podemos ver uma língua fusionada ao 
soalho bucal, onde o freio se estende até a porção 
anterior e podemos observar uma fenda discreta. 
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Pode acarretar em problemas na fonação. 
 
Tratamento e prognóstico = não há necessidade de 
tratamento, já que a maioria dos casos causa pouco ou 
nenhum problema clinico. Em recém-nascidos com 
problemas específicos de amamentação podemos 
realizar uma frenotomia (um “corte” ou apenas a 
liberação do freio), já crianças ou adultos com problemas 
periodontais ou dificuldades funcionais podem fazer a 
frenectomia – liberação do freio com reparo plástico. 
A condição é corrigida espontaneamente em muitos 
casos, por isso, é menos comum nos adultos. 
 
 LÍNGUA FISSURADA: Condição comum, com 
presença de várias fissuras ou sulcos na superfície 
dorsal da língua. 
Causas = incerta, mas a hereditariedade tem grande 
importância. Além disso, fatores ambientais e idade 
podem contribuir. Pode ser adquirida com o tempo. 
Características clínicas = Múltiplos sulcos ou fissuras, na 
superfície da língua. Nos casos mais graves, fissuras 
numerosas cobrem completamente a superfície dorsal e 
dividem as papilas linguais em múltiplas “ilhas”. Em geral, é 
assintomática, embora algumas pessoas queixem-se de 
ardência ou dor. 
Há uma forte relação entre a língua fissurada e 
geográfica, inclusive foi sugerido que a LG pode causar a 
LF. 
 
Características Histopatológicas = o exame microscópico 
revela hiperplasia das projeções epiteliais e perda dos 
“pelos” de ceratina na superfície das papilas filiformes. 
Tratamento e prognóstico = Condição benigna e não há 
nenhum tratamento indicado, apenas orientação de 
higiene. 
 
 GLOSSITE ROMBOIDAL MEDIANA: é uma doença 
inflamatória que ocorre em dorso de língua, na região 
anterior as papilas circunvaladas, com etiologia 
desconhecida. 
Causas = etiologia desconhecida, mas a infecção por 
Candida albicans pode estar associada. 
Características clínicas = área lisa e de coloração rosa-
escuro ou vermelha perto da parte posterior da língua, 
causada pela perda de papilas filiformes. Vermelhidão, 
elevação das papilas, aparecimento de pequenos nódulos, 
manchas brilhantes. 
Assintomática, porém algumas pessoas podem sentir 
ardor ao comer. 
 
Tratamento e prognóstico = Como é assintomática 
geralmente não há tratamento para ela, apenas 
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orientação de higiene bucal, em alguns casos pode ser 
prescrito antifúngicos bucais. 
 
 
 
 LÍNGUA PILOSA: acúmulo acentuado de ceratina 
nas papilas filiformes do dorso lingual, assim, resulta 
em uma aparência de pelos. 
Causas = aumento na produção de ceratina ou 
decréscimo na descamação da ceratina normal. 
Fatores como tabagismo crônico, debilitação geral, 
higiene oral deficiente ou histórico de radioterapia na 
região de cabeça e pescoço. 
Características clínicas = as papilas alongadas são 
acatanhadas, amareladas ou enegrecidas, resultado da 
proliferação de bactérias cromogênicas, pigmentos do 
tabaco e alimentos. 
A condição em geral é assintomática, porém alguns 
pacientes queixam-se de gosto desagradável na boca e 
náusea. 
Em casos onde há células epiteliais descamadas e várias 
bactérias acumuladas no dorso da língua, mas sem as 
projeções filiformes, chamamos de língua saburrosa. 
 
Não confundir com leucoplasia pilosa, que é causada pelo vírus do 
HIV, e ocorre classicamente na margem lateral da língua. 
Características Histopatológicas = alongamento 
pronunciado e hiperparaceratose das papilas filiformes. 
Observa-se crescimento de várias bactérias na 
superfície epitelial. 
Tratamento e prognóstico = condições benignas e que 
não trazem sequelas relevantes, apenas problemas na 
estética e halitose. Quaisquer fatores predisponentes, 
como tabaco, antibióticos, ou antissépticos bucais, devem 
ser eliminados, e uma excelente higiene oral deve ser 
efetuada. A descamação das papilas hiperceratóticas 
pode ser realizada com a raspagem periódica ou limpeza 
com escova de dentes ou raspador de língua. 
 
 
 VARICOSIDADES ou VARIZES: veias 
anormalmente dilatadas e tortuosas. 
Causas = a idade é um fator etiológico importante, já 
que são mais comuns em adultos. Estudos apontam que 
a varicosidade pode ser uma degeneração do tecido 
conjuntivo que suporta os vasos. 
Características clínicas = apresentam-se como múltiplas 
vesículas papulares ou elevadas, azul-purpúreas, na 
mergem lateral e no ventre da língua. Normalmente, são 
assintomáticas, exceto quando ocorre trombose 
secundária. 
Clinicamente, uma variz trombosada apresenta-se como 
um aumento de volume azul-purpúreo, firme, indolor, que 
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pode ser semelhante a um fragmento de projétil de 
chumbo abaixo da superfície mucosa. 
Características Histopatológicas = veia dilatada cuja 
parede possui pouco músculo liso e tecido elástico pouco 
desenvolvido. Em casos de trombose secundária, a luz 
do vaso pode conter camadas concêntricas de 
plaquetas e hemácias. Já em trombos antigos, pode 
ocorrer a calcificação distrófica. 
 
 TIREÓIDE LINGUAL: Durante a formação 
embrionária, há a migração da tireoide para seu local 
na região do pescoço, quando há um erro nessa 
migração, encontramos tecido tireoidiano ectópico 
entre o forame cego e a epiglote. 
Características clínicas = pode variar de lesão nodular 
pequena e assintomática a grandes massas, as quais 
podem bloquear as vias aéreas. Muitas vezes há aumento 
de volume vascular, mas não pode-se diferenciar de 
outras massas com certeza. 
Os sintomas clínicos são disfagia, disfonia e a dispneia. 
Tratamento e prognóstico = nenhum tratamento é 
necessário quando assintomática, apenas 
acompanhamento periódico. 
Para pacientes sintomáticos pode-se fazer uma terapia 
supressiva de hormônios tireoidianos para diminuir a 
lesão, em casos mais graves, pode-se realizar a remoção 
cirúrgica – após essa excisão cirúrgica pode-se tentar o 
autotransplante para outra parte do corpo, a fim de 
evitar o hipotireoidismo. 
 
 
 LÍNGUA GEOGRÁFICA: múltiplas áreas de 
descamação das papilas filiformes. É uma disfunção 
que compromete particularmente o dorso da língua. 
Causas = etiologia desconhecida 
Características clínicas = caracterizada pela perda das 
papilas filiformes e são rodeadas por bordas 
esbranquiçadas na superfície da língua. Essas áreas 
afetadas podem mudar de tamanho e localização 
diariamente, fazendo com que a língua pareça diferente 
cada vez que você olha para ela. 
Tratamento e prognóstico = as lesões podem persistir 
por semanas, mas na maioria, não há desconforto e não 
é necessário nenhum tratamento. O problema 
desaparece, mas pode voltar no futuro. Alguns pacientes 
relatam ardência e/ou dor ao consumir alguns alimentos, 
assim pode ser prescrito anti-inflamatório para aliviar o 
desconforto. 
 
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Exostoses são protuberâncias ósseas localizadas que 
surgem da cortical óssea. São crescimentos benignos que 
afetam a maxila e a mandíbula, as orais podem ser o 
tórus palatino e o tórus mandibular. 
 
 TÓRUS PALATINO: exostose comum, que ocorre 
na linha média do palato duro. 
Causas = estudos apontam que pode ter origem genética 
ou fatores ambientais – como estresse mastigatório, 
então algumas teorias acreditam no conjunto dos dois, 
assimtem um “limiar” que ao ser ultrapassado o tórus se 
manifesta. 
Características clínicas = massa dura de osso na linha 
média do palato duro. Eles ainda podem ser classificados 
com sua aparência morfológica: 
1. Tórus plano – possui base ampla e superfície lisa, 
ligeiramente convexa, possui simetria. 
 
2. Tórus alongado – crista na linha média ao longo 
da rafe palatina, as vezes um sulco central pode 
estar presente. 
3. Tórus nodular – protuberâncias múltiplas. 
 
4. Tórus lobular – massa lobulada, com base única
 
Características Histopatológicas = massa de osso 
cortical lamelar denso. Por vezes, pode-se observar 
uma zona mais interna de osso trabecular. 
Tratamento e prognóstico = em pacientes edêntulos, a 
remoção cirúrgica pode ser necessária para acomodar a 
prótese; em casos de ulceração recorrentes também é 
realizado a excisão cirúrgica. 
 
 
 TÓRUS MANDIBULAR: Exostose comum que se 
desenvolve ao longo da superfície lingual da mandíbula. 
Causas = multifatorial – fatores ambientais e genéticos 
Características clínicas e radiográficas = protuberância 
óssea ao longo da superfície lingual da mandíbula acima da 
linha milo-hioidea, na região de pré-molares. .A maioria dos 
casos de tórus mandibular apresenta-se como aumentos 
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de volume únicos, ainda que múltiplos lóbulos paralelos aos 
dentes não sejam incomuns. 
Um tórus mandibular grande pode aparecer em 
radiografias periapicais como uma radiopacidade 
superposta às raízes dentárias. 
 
 
 
Características Histopatológicas = consiste em uma 
densa massa lamelar de osso cortical e algumas vezes 
observa-se uma zona mais interna de osso trabecular 
associada à medula gordurosa. 
Tratamento e prognóstico = A maioria dos tórus 
mandibulares é facilmente diagnosticada clinicamente, e 
não há necessidade de tratamento. Entretanto, a 
remoção cirúrgica pode ser necessária para acomodar 
uma prótese total ou parcial. Ocasionalmente, o tórus 
mandibular pode recidivar se os dentes permanecerem 
no local.