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Guyton & Hall
Perguntas e Respostas
em Fisiologia
Guyton & Hall
Perguntas e Respostas
em Fisiologia
2a Edição
 John E. Hall, PhD
 Arthur C. Guyton Professor and Chair 
Associate Vice Chancellor for Research
Department of Physiology and Biophysics
University of Mississippi Medical Center
Jackson, Mississippi
© 2012 Elsevier Editora Ltda. 
Tradução autorizada do idioma inglês da edição publicada por Saunders – um selo editorial Elsevier Inc.
Todos os direitos reservados e protegidos pela Lei 9.610 de 19/02/1998.
Nenhuma parte deste livro, sem autorização prévia por escrito da editora, poderá ser reproduzida ou transmitida sejam quais 
forem os meios empregados: eletrônicos, mecânicos, fotográfi cos, gravação ou quaisquer outros.
ISBN: 978-85-352-4544-8
Copyright © 2011, 2006 by Saunders, an imprint of Elsevier Inc. All rights reserved.
Th is edition of Guyton & Hall Physiology Review 2nd edition by John E. Hall is published by arrangement with Elsevier Inc.
ISBN: 978-1-4160-5452-8
 
Capa 
Folio Design
Editoração Eletrônica
Rosane Guedes
Elsevier Editora Ltda.
Conhecimento sem Fronteiras
 
Rua Sete de Setembro, nº 111 – 16º andar
20050-006 – Centro – Rio de Janeiro – RJ
 
Rua Quintana, nº 753 – 8º andar
04569-011 – Brooklin – São Paulo – SP
 
Serviço de Atendimento ao Cliente
0800 026 53 40
sac@elsevier.com.br
 
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Elsevier. 
Consulte também nosso catálogo completo, os últimos lançamentos e os serviços exclusivos no site www.elsevier.com.br
 
NOTA
O conhecimento médico está em permanente mudança. Os cuidados normais de segurança devem ser seguidos, mas, como 
as novas pesquisas e a experiência clínica ampliam nosso conhecimento, alterações no tratamento e terapia à base de fármacos 
podem ser necessárias ou apropriadas. Os leitores são aconselhados a checar informações mais atuais dos produtos, fornecidas 
pelos fabricantes de cada fármaco a ser administrado, para verifi car a dose recomendada, o método e a duração da 
administração e as contraindicações. É responsabilidade do médico, com base na experiência e contando com o conhecimento 
do paciente, determinar as dosagens e o melhor tratamento para cada um individualmente. Nem o editor nem o autor 
assumem qualquer responsabilidade por eventual dano ou perda a pessoas ou a propriedade originada por esta publicação.
O Editor
CIP-BRASIL. CATALOGAÇÃO-NA-FONTE
SINDICATO NACIONAL DOS EDITORES DE LIVROS, RJ 
G998p
 
Guyton, Arthur C., 1919-2003
 Perguntas e respostas em fi siologia / Guyton e Hall ; [tradução Raimundo Rodrigues 
Santos... et al.]. - 2.ed. - Rio de Janeiro : Elsevier, 2012. 
 272p. : il. ; 28 cm
 
 Tradução de: Guyton e Hall physiology review 2/E
 ISBN 978-85-352-4544-8
 
 1. Fisiologia humana. 2. Fisiopatologia. I. Hall, John E. (John Edward), 1946-. II. 
Título. 
11-4056. CDD: 612
 CDU: 612
04.07
v
Revisão Científi ca
Alex Christian Manhães (Unidades 6, 10, 11)
Professor Adjunto do Departamento de Ciências Fisiológicas do Instituto de Biologia Roberto Alcântara Gomes, do 
Centro Biomédico da Universidade do Estado do Rio de Janeiro 
Graduação em Medicina (UERJ), Mestrado em Biof ísica (UFRJ) e Doutorado em Biologia [Neurofi siologia] (UERJ) 
Anderson Ribeiro Carvalho (Unidades 7, 8, 15)
Professor do Instituto Federal de Educação, Ciência e Tecnologia do Rio de Janeiro (IFRJ)
Doutor em Fisiopatologia (UERJ)
Claudio Filgueiras (Unidades 2, 5)
Professor Adjunto do Departamento de Ciências Fisiológicas do Instituto de Biologia Roberto Alcântara Gomes, do 
Centro Biomédico da Universidade do Estado do Rio de Janeiro
Doutor em Biologia pela Universidade do Estado do Rio de Janeiro
Mabel Carneiro Fraga (Unidades 3, 4) 
Fisioterapeuta com Mestrado em Fisiopatologia Clínica e Experimental (UERJ), Doutorado em Ciências (UERJ) e 
Pós-doutorado em Fisiologia (UERJ).
Patricia Lisboa (Unidades 12 a 14)
Professora Adjunta do Departamento de Ciências Fisiológicas do Instituto de Biologia Roberto Alcântara Gomes, do 
Centro Biomédico da Universidade do Estado do Rio de Janeiro 
Graduação em Ciências Biológicas (UERJ), Mestrado em Ciências (UFRJ) e Doutorado em Ciências (UFRJ)
Yael de Abreu Villaça (Unidades 1, 9)
Professora do Departamento de Ciências Fisiológicas do Instituto de Biologia Roberto Alcântara Gomes, do Centro 
Biomédico da Universidade do Estado do Rio de Janeiro
Graduação em Ciências Biológicas (UERJ), Mestrado em Biologia (UERJ) e Doutorado em Biologia (UERJ), 
Pós-doutorado em Toxicologia do Desenvolvimento
Equipe de Tradução
Adriana Nascimento (Unidades 1, 3, 6) 
Doutora em Biologia Humana e Experimental pela UERJ
Mestre em Morfologia pela UERJ
Claudia Coana (Unidade 4)
Bacharel em Letras (Tradução), Centro Universitário Ibero-Americano (UNIBERO), São Paulo
Edianez Chimello (Unidades 5, 8)
Tradutora, São Paulo
 Revisão Científi ca e Tradução 
vi
Tradução
Maria Inês Corrêa Nascimento (Unidade 7)
Bacharel em Letras (Tradução Bilíngue), Pontif ícia Universidade Católica (PUC), Rio de Janeiro 
Raimundo Rodrigues Santos (Unidades 2, 12 a 15)
Médico Especialista em Neurologia e Neurocirurgia
Mestre em Medicina, Universidade do Estado do Rio de Janeiro (UERJ)
Sílvia Spada (Caderno zero)
Especialização em Tradução, Universidade de São Paulo (USP)
Bacharel em Letras, Faculdade de Filosofi a, Letras e Ciências Humanas da USP
Vilma Ribeiro de Souza Varga (Unidades 9 a 11)
Graduada em Ciências Médicas, Universidade Estadual de Campinas, São Paulo
Residência Médica em Neurologia Clínica no Hospital do Servidor Público Estadual de São Paulo
 
vii
 Colaboradores 
 Thomas H. Adair, PhD
 Professor of Physiology and Biophysics
University of Mississippi Medical Center
Jackson, Mississippi
 Unidades II, XII e XIII 
 David J. Dzielak, PhD
 Professor of Surgery
Professor of Health Sciences
Associate Professor of Physiology and Biophysics
University of Mississippi Medical Center
Jackson, Mississippi
 Unidades IX, X e XI 
 Joey P. Granger, PhD
 Billy Guyton Professor of Physiology and Biophysics 
and Medicine
Dean of the School of Graduate Studies
University of Mississippi Medical Center
Jackson, Mississippi
 Unidade IV 
 John E. Hall, PhD
 Arthur C. Guyton Professor and Chair
Associate Vice Chancellor for Research
Department of Physiology and Biophysics
University of Mississippi Medical Center
Jackson, Mississippi
 Unidades I, V e XIII 
 Robert L. Hester, PhD
 Professor of Physiology and Biophysics
University of Mississippi Medical Center
Jackson, Mississippi
 Unidades VI, VII e VIII 
 Thomas E. Lohmeier, PhD
 Professor of Physiology and Biophysics
University of Mississippi Medical Center
Jackson, Mississippi
 Unidade XIV 
 R. Davis Manning, PhD
 Professor of Physiology and Biophysics
University of Mississippi Medical Center
Jackson, Mississippi
Unidades III, IV e XV 
 David B. Young, PhD
 Professor Emeritus of Physiology and Biophysics
University of Mississippi Medical Center
Jackson, Mississippi
Unidade XIV
 
ix
A autoavaliação é um importante componente da apren-
dizagem efi caz, especialmente quando se estuda um assun-
 to tão complexo quanto fi siologia médica. A obra Guyton 
& Hall Perguntas e Respostas em Fisiologia foi idealizada 
para oferecer uma revisão abrangente da fi siologia hu-
mana através de questões de múltipla escolha e explica-
ções das respostas. Os estudantes de medicina que se 
preparam para o exame de residência vão considerar este 
livro bastante útil, já que as perguntas proporcionam uma 
revisão acurada e abrangente do tema.
As perguntas e respostas são baseadas no Guyton & 
Hall Tratado de Fisiologia Médica, 12a edição (TFM 12). 
O livro traz mais de1.000 perguntas e respostas, e cada 
resposta faz menção ao Guyton & Hall Tratado de Fisio-
logia Médica, 12a edição, para possibilitar uma compreen-
são mais completa do tópico e a autoavaliação dos seus 
conhecimentos sobre o assunto. São utilizadas fi guras e 
gráfi cos para reforçar os conceitos básicos. Algumas per-
guntas incorporam informações de vários capítulos do 
Guyton & Hall Tratado de Fisiologia Médica para testar 
sua capacidade de aplicar e integrar os princípios neces -
sários ao domínio da fi siologia humana.
Uma maneira efi caz de utilizar o livro é reservar, em 
média, 1 minuto para cada pergunta de uma determinada 
unidade. Indique sua resposta para cada pergunta e depois 
utilize o tempo que for necessário na verifi cação de suas 
respostas e na leitura cuidadosa das explicações apresen-
tadas. Leia o material adicional contido no Guyton & Hall 
Tratado de Fisiologia Médica, especialmente no caso das 
perguntas para as quais a resposta correta é a opção er-
rada dentre as opções apresentadas. 
Guyton & Hall Perguntas e Respostas em Fisiologia não 
deve ser usado como um substituto para as informações 
abrangentes contidas no Guyton & Hall Tratado de Fisio-
logia Médica. Ele se destina a ser, principalmente, um 
recurso para que você avalie seu conhecimento de fi siolo-
gia e fortaleça sua capacidade de aplicar e integrar esse 
co nhecimento.
Tentamos tornar essa revisão o mais precisa possível, e 
esperamos que ela seja um valioso instrumento para o 
estudo da fi siologia. Nós o convidamos a nos enviar suas 
críticas, sugestões e informações.
Sou grato a cada um dos colaboradores por seu cuida-
doso trabalho neste livro. Quero ainda expressar meu 
agradecimento a William Schmitt, Rebecca Gruliow, 
Christine Abshire, e aos demais funcionários da Elsevier 
pela excelência editorial e de produção. Estou especial-
mente em débito com o falecido Dr. Arthur C. Guyton, 
autor das oito primeiras edições do Guyton e Hall Tratado 
de Fisiologia Médica, cuja primeira edição foi publicada 
há quase 50 anos. Tive o privilégio de trabalhar com ele na 
nona e décima edições e tentei, nas duas últimas, continuar 
sua prática de apresentar de maneira acurada os com-
plexos princípios da fi siologia em linguagem acessível, a 
fi m de facilitar a compreensão por parte dos estudantes.
John E. Hall, PhD
Jackson, Mississipi
 Apresentação 
xi
UNIDADE I
A Célula e Fisiologia Geral 1
Respostas 3
UNIDADE II
Fisiologia da Membrana, do Nervo e do Músculo 5
Respostas 15
UNIDADE III
O Coração 23
Respostas 33
UNIDADE IV
A Circulação 41
Respostas 57
UNIDADE V
Os Fluidos Corporais e os Rins 71
Respostas 87
UNIDADE VI
Células Sanguíneas, Imunidade e Coagulação Sanguínea 101
Respostas 107
UNIDADE VII
Respiração 113
Respostas 129
UNIDADE VIII
Fisiologia da Aviação, do Espaço e do Mergulho em Alto Mar 139
Respostas 141
UNIDADE IX
O Sistema Nervoso: A. Princípios Gerais e Fisiologia Sensorial 143
Respostas 149
UNIDADE X
O Sistema Nervoso: B. Os Sentidos Especiais 155
Respostas 163
 Sumário 
xii
Sumário
UNIDADE XI
O Sistema Nervoso: C. Neurofi siologia Motora e Integrativa 171
Respostas 183
UNIDADE XII
Fisiologia Gastrointestinal 191
Respostas 201
UNIDADE XIII
Regulação do Metabolismo e da Temperatura 211
Respostas 217
UNIDADE XIV
Endocrinologia e Reprodução 221
Respostas 237
UNIDADE XV
Fisiologia do Esporte 249
Respostas 251
5
 U N I D A D E II
 Fisiologia da Membrana, do Nervo e do Músculo 
1. Qual das seguintes opções descreve melhor as altera-
ções no volume da célula que ocorrerão quando eritró-
citos (previamente equilibrados em uma solução de 
NaCl com 280 miliosmóis) são colocados em uma solu-
ção de NaCl com 140 milimoles, contendo 20 milimoles 
de ureia, uma molécula relativamente grande, porém 
permeável?
A) As células encolhem incialmente, em seguida in-
cham com o tempo e sofrem lise
B) As células encolhem transitoriamente e retornam ao 
seu volume original com o tempo
C) As células incham e sofrem lise
D) As células incham transitoriamente e retornam ao 
seu volume original com o tempo
E) Não ocorrerão alterações no volume das células
2. Qual é a osmolaridade calculada de uma solução con-
tendo 12 milimoles de NaCl, 4 milimoles de KCl e 2 
milimoles de CaCl2 (em mOsm/L)?
A) 16
B) 26
C) 29
D) 32
E) 38
F) 42
Perguntas 3 a 6
 Intracelular (mM) Extracelular (mM) 
 140 K � 14 K � 
 10 Na � 100 Na � 
 11 Cl � 110 Cl � 
 10–4 Ca �� 2 Ca �� 
A tabela mostra as concentrações de quatro íons através da 
membrana plasmática de uma célula modelo. Consulte esta 
tabela ao responder as quatro perguntas seguintes.
3. Qual é o potencial de equilíbrio para o Cl– através da 
membrana plasmática desta célula?
A) 0 milivolt
B) 122 milivolts
C) – 122 milivolts
D) 61 milivolts
E) – 61 milivolts
4. Qual é o potencial de equilíbrio para o K+ através da 
membrana plasmática desta célula?
A) 0 milivolt
B) 122 milivolts
C) – 122 milivolts
D) 61 milivolts
E) – 61 milivolts
5. Se o potencial de membrana desta célula for –80 mili-
volts, a força motriz será maior para qual íon?
A) Ca++
B) Cl–
C) K+
D) Na+
6. Se esta célula fosse permeável apenas ao K+, qual seria o 
efeito da redução da concentração extracelular de K+ de 
14 para 1,4 milimols?
A) Despolarização de 10 milivolts
B) Hiperpolarização de 10 milivolts
C) Despolarização de 122 milivolts
D) Hiperpolarização de 122 milivolts
E) Despolarização de 61 milivolts
F) Hiperpolarização de 61 milivolts
6
UNIDADE II Fisiologia da Membrana, do Nervo e do Músculo
7. O diagrama mostra a relação comprimento-tensão para 
um sarcômero único. (Dados de Gordon AM, Huxley 
AF, Julian FJ: O diagrama comprimento-tensão das fi -
bras musculares estriadas isoladas de um vertebrado. J 
Physiol 171:28P, 1964.). Por que o desenvolvimento da 
tensão é máxima entre os pontos B e C?
3 4210
100
50
0
Comprimento do sarcômero (micrômetros)
A
B C
D
Te
n
sã
o
 d
es
en
vo
lv
id
a
(p
er
ce
n
tu
al
)
A) Os fi lamentos de actina estão se sobrepondo
B) Os fi lamentos de miosina estão se sobrepondo
C) O fi lamento de miosina está no seu menor compri-
mento
D) Os discos Z do sarcômero fazem contato com as 
extremidades do fi lamento de miosina
E) Há uma sobreposição ótima entre os fi lamentos de 
actina e de miosina
F) Há uma sobreposição mínima entre os fi lamentos de 
actina e de miosina
8. A difusão simples e a difusão facilitada compartilham 
qual característica?
A) Podem ser bloqueadas por inibidores específi cos
B) Não necessitam de trifosfato de adenosina (ATP)
C) Precisam de uma proteína de transporte
D) Cinética de saturação
E) Transporte de soluto contra um gradiente de con-
centração
9. O acoplamento excitação-contração no músculo esque-
lético envolve todos os eventos seguintes EXCETO um. 
Qual?
A) Hidrólise de ATP
B) Ligação de Ca++ à calmodulina
C) Alteração na conformação do receptor diidropiridí-
nico
D) Despolarização do túbulo transverso (túbulo T) da 
membrana
E) Aumento na condutância do Na+ no sarcolema
10. Uma contração isolada do músculo esquelético será 
mais, provavelmente, terminada por qual das seguintes 
ações?
A) Fechamento do receptor pós-sináptico nicotínico 
da acetilcolina
B) Remoção da acetilcolina da junção neuromuscular
C) Remoção do Ca++ do terminal do neurônio motor
D) Remoção do Ca++ sarcoplasmático
E) Retorno do receptor diidropiridínico à sua confor-
mação quando em repouso
11. Qual das afi rmativas seguintes sobre a contração do 
músculo liso é correta?
A) Independe de Ca++
B) Não necessita de um potencial de ação
C) Precisa de mais energia em comparação com o 
músculo esquelético
D) Duração mais curta, comparada com o músculo 
esquelético
12. Qual das seguintes opções melhor descreve um atri-
buto do músculo liso visceral não compartilhado pelo 
músculo esquelético?
A) A contração é dependente de ATP
B) Contrai em resposta ao estiramento
C) Não contém fi lamentos de actina
D) Alta taxa de ciclos de ponte cruzada
E)Baixa força máxima da contração
13. O potencial de repouso de uma fi bra nervosa mielini-
zada é primariamente dependente do gradiente de 
concentração de qual dos seguintes íons?
A) Ca++
B) Cl–
C) HCO3–
D) K+
E) Na+
14. A calmodulina está mais intimamente relacionada, 
tanto estrutural quanto funcionalmente, com qual das 
seguintes proteínas?
A) Actina-G
B) Cadeia leve da miosina
C) Tropomiosina
D) Troponina C
15. Qual das seguintes opções é uma consequência da 
mielinização nas grandes fi bras nervosas?
A) Diminuição da velocidade dos impulsos nervosos
B) Geração dos potenciais de ação apenas nos nódu-
los de Ranvier
C) Aumento das necessidades de energia para manter 
os gradientes iônicos
D) Aumento da capacitância da membrana
E) Aumento da difusão não seletiva de íons através da 
membrana do axônio
U
N
ID
A
D
E II
RESPOSTAS
15
1. B) Uma solução de 140 milimoles de NaCl tem uma 
osmolaridade de 280 miliosmóis, que é isosmótica em 
relação à osmolaridade intracelular “normal”. Se os eri-
trócitos fossem colocados apenas em NaCl a 140 mili-
moles, não haveria alteração no volume celular porque 
as osmolaridades intracelular e extracelular são iguais. 
A presença de 20 milimoles de ureia, entretanto, au-
menta a osmolaridade da solução e a torna hipertônica 
em relação à solução intracelular. A água irá inicial-
mente se movimentar para fora da célula, porém, como 
a membrana plasmática é permeável à ureia, esta se 
difundirá para a célula e se equilibrará através da mem-
brana plasmática. Como resultado, a água entrará nova-
mente na célula que retornará ao seu volume original.
TFM12 52
2. E) Uma solução com 1 milimole tem uma osmolari-
dade de 1 miliosmol quando a molécula do soluto não 
se dissocia. Entretanto, tanto o NaCl quanto o KCl se 
dissociam em duas moléculas e o CaCl2 se dissocia em 
três moléculas. Portanto, 12 milimoles de NaCl têm 
uma osmolaridade de 24 miliosmóis, 4 milimoles de 
KCl têm uma osmolaridade de 8 miliosmóis e 2 mili-
moles de CaCl2 têm uma osmolaridade de 6 milios-
móis, que somadas totalizam 38 miliosmóis.
TFM12 52
3. E) O potencial de equilíbrio para o cloreto (ECl–), um 
ânion monovalente, pode ser calculado usando-se a 
equação de Nernst: ECl– (em milivolts) = 61 × log (Ci/
Co), onde Ci é a concentração intracelular e Co é a con-
centração extracelular. Neste caso, ECl– = 61 × log 
(11/110) = – 61 milivolts.
TFM12 58
4. E) O potencial de equilíbrio para o potássio (EK+), um 
cátion monovalente, pode ser calculado usando-se a 
equação de Nernst: EK+ (em milivolts) = – 61 × log (Ci/
Co). Aqui, EK+ = – 61 × log (140/14) = – 61 milivolts.
TFM12 58
5. A) Quantitativamente, a força motriz de qualquer íon 
é a diferença em milivolts entre o potencial de mem-
brana (Vm) e o potencial de equilíbrio para aquele íon 
(Eíon). Nesta célula, EK = – 61 milivolts, ECl = – 61 mi-
livolts, ENa = +61 milivolts e ECa = 525 milivolts. Por-
tanto, Ca++ é o ion com o potencial de equilíbrio mais 
distante de Vm. Isso signifi ca que Ca++ teria a maior 
tendência para cruzar a membrana através de um ca-
nal aberto (nesse exemplo em particular).
TFM12 58
6. F) Se uma membrana é permeável a apenas um íon, Vm 
é igual ao potencial de equilíbrio para aquele íon. 
Nessa célula, EK = – 61 milivolts. Se a concentração 
extracelular de K+ for reduzida 10 vezes, EK = 61 × log 
(1,4/140) = – 122 milivolts, uma hiperpolarização de 
61 milivolts.
TFM12 58
7. E) O desenvolvimento da tensão em um sarcômero 
único é diretamente proporcional ao número de 
pontes cruzadas de miosina ativas ligadas aos fi la-
mentos de actina. A sobreposição dos fi lamentos de 
miosina e de actina é ótima em comprimentos de 
sarcômero de cerca de 2,0 a 2,5 micrômetros, o que 
permite o contato máximo entre as cabeças de mio-
sina e os fi lamentos de actina. Em comprimentos 
menores que 2,0 micrômetros, os fi lamentos de ac-
tina sobressaem na banda H, onde não existem cabe-
ças de miosina. Com comprimentos maiores que 2,5 
micrômetros, os fi lamentos de actina são puxados na 
direção das extremidades dos fi lamentos de miosina, 
novamente reduzindo o número de possíveis pontes 
cruzadas.
TFM12 77
8. B) Em contraste com os transportes ativos primário e 
secundário, nem a difusão facilitada nem a difusão 
simples precisam de energia adicional, portanto, po-
dem trabalhar na ausência de ATP. Apenas a difusão 
facilitada mostra a cinética de saturação, envolvendo 
uma proteína carreadora. Por defi nição, nem a difusão 
simples nem a facilitada podem mover moléculas de 
concentrações baixas para altas. O conceito de inibi-
dores específi cos não é aplicável à difusão simples que 
ocorre através de uma bimembrana lipídica sem a 
ajuda de proteína.
TFM12 46
9. B) O acoplamento excitação-contração no músculo 
esquelético começa com uma despolarização excitató-
ria da membrana da fi bra muscular (sarcolema). Esta 
despolarização dispara a abertura tudo ou nada dos 
canais de Na+ dependentes de voltagem e um poten-
cial de ação que se propaga profundamente na fi bra 
muscular através da rede de túbulos T. Na “tríade” tú-
bulos T-retículo sarcoplasmático, a despolarização do 
túbulo T causa uma alteração na conformação do re-
ceptor diidropiridínico e subsequentemente do recep-
tor rianodínico no retículo sarcoplasmático. A última, 
causa liberação de Ca++ no sarcoplasma bem como a 
41
 U N I D A D E IV
 A Circulação 
1. Uma mulher saudável de 28 anos de idade está em posi-
ção supina e se levanta. Qual dos seguintes conjuntos de 
alterações cardiovasculares tem maior probabilidade de 
ocorrer?
Frequência 
cardíaca
Fluxo sanguíneo 
renal
Resistência 
periférica total
A) ↑ ↑ ↑
B) ↑ ↓ ↑
C) ↑ ↓ ↓
D) ↑ ↑ ↓
E) ↓ ↓ ↓
F) ↓ ↑ ↓
G) ↓ ↑ ↑
H) ↓ ↓ ↑
2. Um estudante de medicina do sexo masculino, saudável 
e com 25 anos de idade faz um teste de esforço f ísico em 
uma academia de ginástica. Qual dos seguintes conjun-
tos de alterações fi siológicas tem maior probabilidade 
de ocorrer nos músculos esqueléticos desse rapaz du-
rante o exercício f ísico?
Resistência 
arteriolar 
Concentração de 
adenosina
Condutância 
vascular
A) ↑ ↑ ↑
B) ↑ ↓ ↑
C) ↑ ↓ ↓
D) ↑ ↑ ↓
E) ↓ ↓ ↓
F) ↓ ↑ ↓
G) ↓ ↑ ↑
H) ↓ ↓ ↑
3. Uma mulher de 60 anos de idade tem sentido tontura há 
seis meses quando se levanta da cama de manhã e 
quando fi ca em pé. A pressão arterial média é de 130/90 
mmHg na posição deitada e 95/60 mmHg na posição 
sentada. Qual dos seguintes conjuntos de alterações fi -
siológicas é esperado em resposta à mudança da posição 
supina para a posição ereta?
Atividade dos nervos 
parassimpáticos
Atividade da 
renina plasmática
Atividade 
simpática
A) ↑ ↑ ↑
B) ↑ ↓ ↑
C) ↑ ↓ ↓
D) ↑ ↑ ↓
E) ↓ ↓ ↓
F) ↓ ↑ ↓
G) ↓ ↑ ↑
H) ↓ ↓ ↑
4. Qual dos seguintes conjuntos de alterações fi siológicas é 
esperado em resposta ao aumento do peptídeo natriuré-
tico atrial?
Angiotensina II Aldosterona
Excreção de 
sódio
A) ↑ ↑ ↑
B) ↑ ↓ ↑
C) ↑ ↓ ↓
D) ↑ ↑ ↓
E) ↓ ↓ ↓
F) ↓ ↑ ↓
G) ↓ ↑ ↑
H) ↓ ↓ ↑
42
UNIDADE IV A Circulação
5. Estão listadas abaixo as pressões hidrostática e oncótica 
de um leito microvascular:
Pressão coloidosmótica do plasma = 25 mmHg
Pressão hidrostática capilar = 25 mmHg
Pressão hidrostática venosa = 5 mmHg
Pressão arterial = 80 mmHg
Pressão hidrostática do líquido intersticial = −5 mmHg
Pressão coloidosmótica do interstício = 10 mmHg
Coefi ciente de fi ltração capilar = 10 mL/min/mmHg
Qual é a velocidade do movimento efetivo de líquido 
através da parede capilar?
A) 25 mL/min
B) 50 mL/min
C) 100 mL/min
D) 150 mL/min
E) 200 mL/min
6. Estão listadas abaixo as pressões hidrostática e oncótica 
e a taxa de fi ltração através da parede de um capilar 
muscular:
Pressão hidrostática capilar (PC) = 25 mmHg
Pressão coloidosmótica do plasma (ΠP) = 25 mmHg
Pressão coloidosmótica do interstício (ΠI) = 10 mmHg
Pressão hidrostática do interstício (PI) = −5 mmHg
Taxa de fi ltração capilar = 150 mL/min
Qual é o valor do coefi ciente de fi ltraçãocapilar?
A) 0
B) 5
C) 10
D) 15
E) 20
7. A administração de um fármaco reduz o diâmetro das 
arteríolas do leito vascular muscular de um animal de 
laboratório. Qual dos seguintes conjuntos de altera-
ções fi siológicas é esperado em resposta à redução do 
diâmetro?
Condutância 
vascular Filtração capilar Fluxo sanguíneo
A) ↑ ↑ ↑
B) ↑ ↓ ↑
C) ↑ ↓ ↓
D) ↑ ↑ ↓
E) ↓ ↓ ↓
F) ↓ ↑ ↓
G) ↓ ↑ ↑
H) ↓ ↓ ↑
8. Uma mulher de 35 anos visitou o médico da família para 
ser examinada. Ela apresentou pressão arterial de 160/75 
mmHg e frequência cardíaca de 74 bpm. Exames adicio-
nais solicitados por um cardiologista revelaram que a 
paciente tem regurgitação aórtica moderada. Qual dos 
seguintes conjuntos de alterações se espera encontrar 
nessa paciente?
Pressão de pulso Pressão sistólica Volume sistólico
A) ↑ ↑ ↑
B) ↑ ↓ ↑
C) ↑ ↓ ↓
D) ↑ ↑ ↓
E) ↓ ↓ ↓
F) ↓ ↑ ↓
G) ↓ ↑ ↑
H) ↓ ↓ ↑
9. Um homem de 65 anos de idade com história de insufi -
ciência cardíaca congestiva há 5 anos está sendo tratado 
com um inibidor da enzima conversora da angiotensina 
(ECA). Qual dos seguintes conjuntos de alterações se 
espera que ocorra em resposta ao tratamento farmaco-
lógico com um inibidor da ECA?
Pressão arterial Angiotensina II
Resistência 
periférica total
A) ↑ ↑ ↑
B) ↑ ↓ ↑
C) ↑ ↓ ↓
D) ↑ ↑ ↓
E) ↓ ↓ ↓
F) ↓ ↑ ↓
G) ↓ ↑ ↑
H) ↓ ↓ ↑
10. Estímulos cognitivos como a leitura, a resolução de 
problemas e a conversação aumentam signifi cativa-
mente o fl uxo sanguíneo cerebral. Qual das alternati-
vas, que exibem alterações nas concentrações de subs-
tâncias presentes no tecido cerebral, traz a explicação 
mais provável para o aumento do fl uxo sanguíneo ce-
rebral?
Dióxido de carbono pH Adenosina
A) ↑ ↑ ↑
B) ↑ ↓ ↑
C) ↑ ↓ ↓
D) ↑ ↑ ↓
E) ↓ ↓ ↓
F) ↓ ↑ ↓
G) ↓ ↑ ↑
H) ↓ ↓ ↑
U
N
ID
A
D
E IV
RESPOSTAS
57
1. B) A mudança da posição supina para a posição ortos-
tática provoca a queda abrupta da pressão arterial, de-
tectada por barorreceptores arteriais localizados na bi-
furcação da carótida e no arco da aorta. A ativação dos 
barorreceptores arteriais provoca o aumento do fl uxo 
eferente simpático que segue para o coração, vasos peri-
féricos e rins e a diminuição do fl uxo eferente parassim-
pático que segue para o coração. O aumento da ativi-
dade simpática que segue para os vasos periféricos 
produz elevação da resistência periférica total. O au-
mento da atividade simpática e a diminuição do fl uxo 
eferente parassimpático que segue para o coração ele-
vam a frequência cardíaca. O aumento da atividade dos 
nervos simpáticos renais provoca redução do fl uxo san-
guíneo renal.
TFM12 205-207
2. G) O aumento do metabolismo local durante a reali-
zação de exercícios f ísicos faz com que as células li-
berem substâncias vasodilatadoras, como a adeno-
sina. A elevação da concentração tecidual de adenosina 
reduz a resistência arteriolar e aumenta a condutân-
cia vascular e o fluxo sanguíneo para os músculos 
esqueléticos.
TFM12 191-195
3. G) A mudança da posição supina para a posição ereta 
provoca uma queda abrupta da pressão arterial, detec-
tada por barorreceptores arteriais localizados nos seios 
carotídeos e no arco da aorta. A ativação dos barorre-
ceptores provoca diminuição da atividade parassimpá-
tica (ou do tônus vagal) e aumento da atividade simpá-
tica, o que aumenta a atividade da renina plasmática (ou 
a liberação de renina).
TFM12 205-207
4. H) O peptídeo natriurético atrial (PNA) inibe a libera-
ção de renina (e a formação de angiotensina II). O PNA 
também inibe a produção de aldosterona, o que leva ao 
aumento da excreção de sódio.
TFM12 208
5. D) A velocidade do movimento efetivo de líquidos atra-
vés da parede de um capilar é calculada multiplican-
do-se o coefi ciente de fi ltração capilar pela pressão efe-
tiva de fi ltração. Pressão efetiva de fi ltração = pressão 
hidrostática capilar − pressão coloidosmótica do plasma 
+ pressão coloidosmótica do interstício − pressão hi-
drostática do interstício. Portanto, a velocidade do mo-
vimento efetivo de líquidos através da parede capilar é 
de 150 mL/min.
Taxa de fi ltração = coefi ciente de fi ltração capilar (Kf) 
× Pressão efetiva de fi ltração
Taxa de fi ltração = Kf × [PC − ΠP + ΠI − PI]
Taxa de fi ltração = 10 mL/min/mmHg × [25 − 25 + 10 
− (−5)]
Taxa de fi ltração = 10 × 15 = 150 mL/min
TFM12 181-182
6. C) A taxa de fi ltração (TF) é o produto da multiplicação 
do coefi ciente de fi ltração capilar (Kf) pela pressão efe-
tiva de fi ltração (PEF) através da parede de um capilar. 
Portanto, o coefi ciente de fi ltração capilar é igual à taxa 
de fi ltração dividida pela pressão efetiva de fi ltração. 
Pressão efetiva de fi ltração relativa ao movimento dos 
líquidos através da parede de um capilar = pressão hi-
drostática capilar − pressão coloidosmótica do plasma + 
pressão coloidosmótica do interstício − pressão hidros-
tática do interstício. Neste caso, a pressão efetiva de fi l-
tração é de 15 mmHg e a taxa de fi ltração capilar é de 
150 mL/min. Portanto, o Kf corresponde a 150/15 ou 10 
mL/min/mmHg.
PEF = [PC − ΠP + ΠI − PI]
PEF = [25 − 25 + 10 − (−5)]
PEF = 15
Kf = 150/15 = 10 mL/min/mmHg
TFM12 181-182
7. E) A administração de um fármaco que reduz o diâme-
tro das arteríolas de um leito muscular provoca au-
mento da resistência vascular. A resistência vascular 
aumentada reduz a condutância vascular e o fl uxo san-
guíneo. A redução do diâmetro arteriolar também leva 
à diminuição da pressão hidrostática capilar e da taxa de 
fi ltração capilar.
TFM12 163-164, 181-182
8. A) A pressão de pulso corresponde à diferença entre a 
pressão sistólica e a pressão diastólica. Os dois princi-
pais fatores que afetam a pressão de pulso são o volume 
sistólico do coração e a complacência da árvore arterial. 
Nos pacientes com regurgitação aórtica moderada (cau-
sada pelo fechamento incompleto da valva da aorta), o 
sangue que é bombeado para a aorta fl ui imediatamente 
de volta para o ventrículo esquerdo. O refl uxo do san-
gue para o interior do ventrículo esquerdo aumenta o 
volume sistólico e a pressão sistólica. O refl uxo rápido 
de sangue também provoca diminuição da pressão dias-
tólica. Portanto, os pacientes com regurgitação aórtica 
moderada têm pressão sistólica alta, pressão diastólica 
baixa e pressão de pulso alta.
TFM12 168-169
1000/(12-8)
Mudança de volume/ mudança de pressao
C = deltaV/deltaP
VR= CRF - VRE = 3l - 1,5l

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