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INTRODUÇÃO AO ESTUDO DO DIREITO Prof. Hudson Carlos Avancini Persch DIREITO OBJETIVO X DIREITO SUBJETIVO A LEI. É constituído por um conjunto de regras destinadas a reger um grupo social, cujo respeito é garantido pelo Estado, norma de agir (norma agendi); com caráter de universalidade. Exemplo: Código Civil, Código Penal, a Constituição etc. DIREITO OBJETIVO É a faculdade de alguém fazer ou deixar fazer alguma coisa, de acordo com a regra de ação, ou seja, de acordo com a norma. Os direitos subjetivos revelam poder e dever. designa a faculdade da pessoa de agir dentro das regras do direito (FACULTAS AGENDI). É o poder que as pessoas têm de fazer valer seus direitos individuais. Poder de cobrar e dever de pagar uma dívida. DIREITO SUBJETIVO DIVISÃO DO DIREITO DIREITO PÚBLICO DIREITO PRIVADO • É aquele destinado a disciplinar os interesses gerais da coletividade. • O que caracteriza uma relação de Direito Público é o fato de atender, de maneira imediata e prevalecente, a um interesse de caráter geral. • É aquele que diz respeito aos interesses dos indivíduos. • Disciplina, em regra, relações jurídicas de coordenação em que o interesse privado seja prevalente e imediato. DIVISÃO DO DIREITO DIREITO PÚBLICO DIREITO PRIVADO EXTERNO INTERNO DIREITO CONSTITUCIONAL DIREITO ADMINISTRATIVO DIREITO DO TRABALHO DIREITO TRIBUTÁRIO DIREITO ELEITORAL DIREITO PENAL DIREITO PROCESSUAL DIREITO INTERNACIONAL PÚBLICO DIREITO CIVIL DIREITO COMERCIAL DIREITO INTERNACIONAL PRIVADO ● O Direito Constitucional pode ser entendido como o ramo do Direito que disciplina a organização essencial do Estado, estabelece a distribuição das esferas de competência do poder político-estatal, garantindo e reconhecendo os direitos fundamental. ● O Direito Constitucional estabelece as normas jurídicas pertinentes à estrutura fundamental do Estado, fixando a competência de cada ente político, além de assegurar os direitos humanos fundamentais. ● O Direito Constitucional pode ser definido, ainda, como o conjunto de normas jurídicas “relativas à forma do Estado, à forma do governo, ao modo de aquisição e exercício do poder, ao estabelecimento de seus órgãos e aos limites de sua ação”. Direito constitucional ● O Direito Administrativo é o ramo do Direito que disciplina os órgãos, os agentes, os bens e as atividades públicas, com o fim de realizar de forma concreta, direta e imediata, os fins definidos pelo Estado. ● O Direito Administrativo, assim, integra o Direito Público interno, ao regular as relações jurídicas e interesses estatais, ou seja, em que figura o Estado na posição de ente dotado do poder soberano. ● Ao regular os órgãos públicos e os agentes públicos, o Direito Administrativo disciplina o pessoal do serviço público. Além disso, os bens públicos também integram o objeto do Direito Administrativo. Direito ADMINISTRATIVO ● O Direito do Trabalho pode ser definido como o ramo do Direito que regula as relações de emprego e outras relações de trabalho semelhantes. ● Como ramo do Direito, ele é composto de normas jurídicas, aqui incluídas as regras e os princípios, que estabelecem comandos com o fim de assegurar valores relevantes para a sociedade, como o da justiça social, tendo em vista certos elementos de fato. ● A finalidade do Direito do Trabalho é estabelecer medidas protetoras ao trabalho, assegurando condições dignas de labor. Esse ramo do Direito apresenta disposições de natureza tutelar à parte economicamente mais fraca da relação jurídica, de forma a possibilitar uma melhoria das condições sociais do trabalhador. Direito DO TRABALHO ● O Direito Tributário é o ramo do Direito que disciplina a instituição, arrecadação e fiscalização dos tributos. ● O Direito Tributário, fazendo parte do Direito Público, regula a obrigação tributária, entendida como relação jurídica tributária. ● O Estado, no exercício de sua soberania, exerce o poder de tributar, o qual, no Brasil, é repartido entre os entes políticos, ou seja, a União, os Estados, o Distrito Federal e os Municípios, conforme atribuição prevista na Constituição Federal. Direito TRIBUTÁRIO ● Regula todos os aspectos pertinentes ao sufrágio, as suas normas destinam-se a assegurar a organização e o exercício do direito de votar e ser votado ou o conjunto de normas jurídicas que disciplinam a escolha dos membros do Poder Executivo e Legislativo. Direito ELEITORAL ● O Direito Penal é o ramo do Direito que prevê os crimes e contravenções penais, estabelecendo as respectivas penas, de forma a disciplinar o direito de punição do Estado. ● O Direito Penal faz parte do Direito Público, pois regula as relações jurídicas envolvendo o direito de punir do Estado. Efetivamente, quando certa pessoa pratica um delito penal, instaura-se uma relação jurídica entre este sujeito e o Estado, o qual é titular do direito de punição (jus puniendi), em defesa da sociedade. Direito PENAL ● O Direito Processual é o ramo do Direito que disciplina o processo judicial como forma de solução dos conflitos sociais por meio da jurisdição, bem como estabelece a regulação da organização do Poder Judiciário, fixando a competência dos seus diversos ramos e órgãos. ● O Direito Processual, desse modo, integra o Direito Público, por se tratar de disciplina de atividade essencialmente estatal, relacionada à pacificação dos conflitos sociais, por meio da aplicação do Direito material. ● O Direito Processual, tradicionalmente, é dividido em Direito Processual Penal (aplicado às questões criminais, tendo como diploma legal principal o Código de Processo Penal) e Direito Processual Civil (aplicado às questões não criminais, tendo como diploma legal principal o Código de Processo Civil). Cabe registrar, ainda, a presença do Direito Processual do Trabalho, o qual regula o processo aplicado na Justiça do Trabalho, na solução de conflitos trabalhistas. Direito PROCESSUAL ● O Direito Internacional Público é o ramo do Direito que rege as relações internacionais, envolvendo os Estados entre si e com os organismos internacionais. Direito INTERNACIONAL PÚBLICO ● Como os Estados são igualmente soberanos, essas relações são de coordenação. Assim sendo, os Estados é que decidem se sujeitar às normas internacionais, considerando-as obrigatórias para a paz, a ordem e a harmonia global. ● O Direito Civil é visto como o Direito Privado “por excelência”, pois regula as relações dos particulares entre si, com fundamento na igualdade jurídica (relações jurídicas de coordenação) e na autodeterminação (autonomia privada). ● Várias são as definições encontradas de Direito Civil. Levando em conta a qualidade dos sujeitos da relação jurídica envolvida, o Direito Civil poderia ser conceituado como o ramo do Direito que regula as relações jurídicas dos particulares. Direito CIVIL ● O Direito Comercial, como ramo do Direito Privado, é um desdobramento ou uma especialização do Direito Civil. ● Em sua origem, o Direito Comercial era um Direito aplicado a certa classe, qual seja, dos comerciantes e mercadores. ● Nessa linha, anteriormente, entendia-se o Direito Comercial como o ramo do Direito que regulava os atos de comércio, bem como os direitos e obrigações das pessoas que o exercem profissionalmente. ● Atualmente, adota-se o critério objetivo, entendendo-se que o Direito Comercial é o ramo do Direito que regula a atividade empresarial. ● Por isso, o Direito Comercial, atualmente, também é chamado de Direito Empresarial, tendo como objeto a disciplina da atividade empresarial, inclusive quando exercida por sociedades empresárias. Direito COMERCIAL ● O Direito Internacional Privado é o ramo do Direito que estabelece a norma a ser aplicada às relações jurídicas que mantêm ligação com duas ou mais ordens jurídicas independentes. ● Por isso, há autores que mencionam tratar o Direito Internacional Privado da disciplina dos conflitos de leis no espaço. Direito INTERNACIONAL PRIVADO● Há relações jurídicas (ou seja, relações humanas regidas pelo Direito) ligadas a duas ou mais ordens jurídicas independentes (de dois ou mais países), cabendo ao Direito Internacional Privado determinar qual dos sistemas jurídicos deve ser aplicado. ● I – BREVES CONSIDERAÇÕES ● O nosso ordenamento jurídico (conjunto de normas aplicáveis ao direito) tem o condão de regulamentar os comportamentos humanos e os padrões definidos para estes comportamentos que se coadunam em relações sociais entre pessoas e, a partir de então, passam a constituir a chamada relação jurídica – que será regulamentada pela norma. ● A relação jurídica traz a aplicabilidade do direito ao caso concreto para dirimir conflitos de relações, a princípio sociais, surgidas em decorrência de interesses conflitantes. RELAÇÃO JURÍDICA II – CONCEITO DE RELAÇÃO JURÍDICA A relação jurídica pode ser entendida como uma espécie de relação social que emerge em uma sociedade organizada posto que há o contato e o conflito de interesses entre indivíduos – em razão da busca pela obtenção de finalidades diversas. Diante deste contexto podemos conceituar a relação jurídica como uma relação intersubjetiva entre sujeitos jurídicos (denominados ativo e passivo) que se vinculam, juridicamente, a um objeto. Generalizando a relação jurídica teríamos, em termos gerais, o sujeito ativo (polo ativo da relação) é o titular de um direito subjetivo, enquanto que o sujeito passivo (polo passivo) da mesma relação é o responsável pelo cumprimento de um dever jurídico. Temos, ainda o objeto da relação jurídica e o vínculo jurídico que une os sujeitos. RELAÇÃO JURÍDICA III – ELEMENTOS DA RELAÇÃO JURÍDICA Toda relação jurídica possui quatro elementos fundamentais para a sua formação, quais sejam: 1) sujeito ativo: titular ou o beneficiário principal da relação; 2) sujeito passivo: considerado como devedor da prestação estabelecida; 3) o vínculo de atributividade (ou vínculo jurídico): elo de ligação entre os sujeitos (ligação recíproca ou complementar e objetiva); 4) objeto: razão de ser do vínculo constituído. RELAÇÃO JURÍDICA SUJEITOS Tanto o sujeito ativo quanto o sujeito passivo, no contexto da relação jurídica, são denominados pessoa – que podem ser físicas (naturais) ou jurídicas (públicas ou privadas). Saliente-se que uma relação jurídica é sempre um vínculo entre duas ou mais pessoas, e toda pessoa que se insere em uma relação jurídica tem sempre direitos e deveres, e não apenas direitos, ou não apenas deveres. OBJETO No que concerne ao objeto da relação jurídica este pode ser imediato, pois se refere a efetiva prestação devida pelo sujeito passivo ao sujeito ativo (dar, fazer, pagar etc) e mediato, referente ao bem sobre o qual recai o direito inerente ao sujeito ativo (bem móvel, imóvel, corpóreo, incorpóreo). O objeto pois é a prestação, é aquilo que se deve em razão do vínculo estabelecido. RELAÇÃO JURÍDICA VÍNCULO JURÍDICO Por fim, o vínculo jurídico existente entre o sujeito ativo e o passivo, depende de um fato jurígeno, isto é, um fato jurídico em sentido amplo, que lhe é anterior, e que pode ser: um fato jurídico em sentido estrito, quando independente da ação humana (o nascimento, a morte etc); um ato jurídico decorrente de um ato voluntário (confissão e a transferência de domicílio); um negócio jurídico vinculado a um acordo de vontades (contratos); ou um ato ilícito (praticado em desacordo com o ordenamento jurídico ex.: cometimento de crimes). Para Miguel Reale “O vínculo de atributividade é, por assim dizer, a concreção da norma jurídica no âmbito do relacionamento estabelecido entre duas pessoas. É o vínculo que confere a cada um dos participantes da relação o poder de pretender ou exigir algo determinado ou determinável. Quando alguém tem uma pretensão amparada por norma jurídica, diz-se que tem título para o status ou o ato pretendido, ou, por outras palavras, que está legitimado para exigir o seu direito ou praticar o ato”. RELAÇÃO JURÍDICA IV – ESPÉCIES DE RELAÇÃO JURÍDICA Dependendo do vínculo formado entre os sujeitos e a prestação devida – objeto – temos diversas formas (espécies) de relação jurídica, podendo-se destacar: simples ou complexas; relativa ou absoluta; pública ou privada; patrimonial ou extrapatrimonial; abstrata ou concreta; principal ou acessória; pessoal, real ou obrigacional e, por fim, material ou processual. a) a) SIMPLES ou COMPLEXAS: no primeiro caso quando há o envolvimento de apenas duas pessoas (sujeitos, um em cada polo da relação) já a complexa tem o envolvimento de mais de duas pessoas em um ou em ambos os polos da relação; b) b) RELATIVA e ABSOLUTA: será relativa quando sujeito passivo encontra-se determinado (direito de crédito) e absoluta quando o sujeito passivo é indeterminado (direitos personalíssimos); RELAÇÃO JURÍDICA c) PÚBLICA ou PRIVADA: pública, quando o Estado participa da relação jurídica, impondo sua autoridade e estabelecendo uma situação de desigualdade, caracterizada pela subordinação e privada quando ocorre entre particulares em plano de igualdade (relação de coordenação); d) PATRIMONIAL e EXTRAPATRIMONIAL: será patrimonial quando o objeto apresenta valor pecuniário (compra e venda); extrapatrimonial quando o objeto não possui valor pecuniário (ofensa a dignidade e a honra); e) ABSTRATA e CONCRETA: na relação abstrata não há individualização dos titulares de direitos e deveres (direito a vida). Em contrapartida, na relação concreta, os sujeitos estão individualizados (credor e devedor); f) PRINCIPAL e ACESSÓRIA: a relação principal independe de outra relação jurídica para existir(nascimento e morte) e a acessória depende de outra relação jurídica para existir (cobrança por dívida não paga); RELAÇÃO JURÍDICA g) PESSOAL, REAL e OBRIGACIONAL: Pessoal, vincula o titular do direito a um número determinado de pessoas (filiação), Real vincula o titular do direito a um número indeterminado de pessoas (relação Estatal de segurança pública) e obrigacional vincula entre si pessoas determinadas (contrato de aluguel); h) MATERIAL e PROCESSUAL: material é a relação entre pessoas, relação corriqueira estabelecida pela convivência social e Processual se desenvolve com a prestação jurisdicional do Estado na resolução de conflitos em juízo. ESSAS RELAÇÕES JURÍDICAS SÃO MATERIALIZADAS NOS CHAMADOS NEGÓCIOS JURÍDICOS. RELAÇÃO JURÍDICA São fontes do direito: as leis, costumes, jurisprudência, doutrina, analogia, princípio geral do direito e equidade. É corrente, ainda, fazer-se menção às fontes materiais do Direito, diferenciando-as das fontes formais do Direito. As fontes materiais do Direito são os motivos éticos, morais, históricos, sociológicos, econômicos, religiosos e políticos que deram origem à norma jurídica. Envolvem, assim, os fatores reais que condicionaram o aparecimento da norma jurídica, as razões (econômicas, sociais, políticas etc.) que influenciaram a criação da norma de Direito. As fontes formais do Direito podem ser entendidas como os modos de manifestação das normas jurídicas. Nessa perspectiva, as fontes formais do Direito são as formas de expressão do Direito, ou seja, os meios de exteriorização das normas jurídicas. FONTES do direito • LEI • DOUTRINA • JURISPRUDÊNCIA FONTES FORMAIS ESCRITAS • LEI • A lei é a forma moderna de produção do Direito Positivo. É ato do Poder Legislativo, que estabelece normas de acordo com os interesses sociais. Não constitui, como outrora, a expressão de uma vontade individual, pois traduz as aspirações coletivas. Apesar de uma elaboração intelectual que exige técnica específica, não tem por base os artifícios da razão, pois se estrutura na realidade social. FONTES FORMAIS ESCRITAS • DOUTRINA • A Doutrina consiste na exposição, explicação e sistematização do Direito, consubstanciada nas manifestações dos estudiosos, jurisperitos ou jurisconsultos, através de tratados, livros didáticos, monografias etc. • JURISPRUDÊNCIA • A jurisprudência é o conjuntode reiteradas decisões dos tribunais sobre determinada matéria. Não tem força de lei. FONTES FORMAIS ESCRITAS • EQUIDADE • COSTUMES • ANALOGIA • PRINCÍPIOS FONTES FORMAIS NÃO ESCRITAS • EQUIDADE • Na concepção aristotélica equidade significa justiça do caso concreto. É a possibilidade do juiz de julgar de acordo com seus ditames. Ë faculdade que o magistrado possui de valer-se de seus próprios critérios de justiça, não estando vinculado a métodos de concepção e interpretação pré-estabelecidos. • COSTUMES • O costume consiste, portanto, na prática de uma determinada forma de conduta, repetida de maneira uniforme e constante pelos membros da comunidade. FONTES FORMAIS NÃO ESCRITAS ANALOGIA Direito, como disciplina deontológica (que dispõe sobre o dever-se), possui a função social de solucionar conflitos. E os métodos de interpretação são instrumentos utilizados pelo Direito para viabilizar a decibilidade desses problemas. Usar a analogia significa aplicar ao caso em concreto uma solução já aplicada a um caso semelhante (um caso que possui mais semelhanças do que divergências). Para o Direito, as lacunas nas leis não podem existir, circunstância que as torna inaceitáveis. As lacunas são incompletudes, e algo incompleto é algo inacabado, é algo insatisfatório. A Ciência do Direito, assim como as outras ciências, aspira à completude e estende essa característica ao seu ordenamento jurídico. A lacuna será preenchida seguindo critérios normativo-jurídicos, como a analogia e o costume. FONTES FORMAIS NÃO ESCRITAS ! Como define Miguel Reale, “princípios gerais de direito são enunciações normativas de valor genérico, que condicionam e orientam a compreensão do ordenamento jurídico, quer para a sua aplicação e integração, quer para a elaboração de novas normas”. ● Há princípios gerais de direito expressamente previstos na Constituição e na lei, como ocorre com o princípio constitucional da igualdade, enquanto outros estão implícitos no ordenamento jurídico. PRINCÍPIOS GERAIS DO DIREITO ● • Sanção: É o ato de punir por uma norma infringida, quem não obedece ao comando primário das normas jurídicas. Sanção jurídica uma consequência jurídica estatuída numa norma que se impõe a quem infringir determinada regra. É uma consequência desfavorável normativamente prevista para o caso de violação de uma regra, e pela qual se reforça a imperatividade desta. ● • Coerção: É o efeito psicológico da sanção e que tem função preventiva. Age sobre o destinatário como um aviso: se ele não cumprir a norma jurídica, poderá sofrer os efeitos concretos da sanção. Coerção é o ato de induzir, pressionar ou compelir alguém a fazer algo pela força, intimidação ou ameaça. ● • Coação: o último estágio da aplicação da sanção: é a sua aplicação forçada, contra a vontade do agente que descumpriu a norma. A coerção e a coação estão diretamente ligadas com a sanção, pois, ambas visam , no seu interim , a punição, a aplicação de uma pena para quem descumpre “ordens”. SANÇÃO, COERÇÃO E COAÇÃO DA LEI ● ATO JURÍDICO – sempre decorre da vontade humana. ● Sentido estrito – efeitos jurídicos pela lei. ● Negócio jurídico – desejado pelas partes. ● FATO JURÍDICO – acontecimento humano ou natural que extingue, modifica ou inicia a relação jurídica. ● Ordinário – é esperado. ● Extraordinário – Não esperado. Decorre da natureza (força maior/caso fortuito). Ex.: Raio, inundação etc. ATO E FATO JURÍDICO Slide 1: INTRODUÇÃO AO ESTUDO DO DIREITO Slide 2: DIREITO OBJETIVO X DIREITO SUBJETIVO Slide 3: DIVISÃO DO DIREITO Slide 4: DIVISÃO DO DIREITO Slide 5: Direito constitucional Slide 6: Direito ADMINISTRATIVO Slide 7: Direito DO TRABALHO Slide 8: Direito TRIBUTÁRIO Slide 9: Direito ELEITORAL Slide 10: Direito PENAL Slide 11: Direito PROCESSUAL Slide 12: Direito INTERNACIONAL PÚBLICO Slide 13: Direito CIVIL Slide 14: Direito COMERCIAL Slide 15: Direito INTERNACIONAL PRIVADO Slide 16: RELAÇÃO JURÍDICA Slide 17: RELAÇÃO JURÍDICA Slide 18: RELAÇÃO JURÍDICA Slide 19: RELAÇÃO JURÍDICA Slide 20: RELAÇÃO JURÍDICA Slide 21: RELAÇÃO JURÍDICA Slide 22: RELAÇÃO JURÍDICA Slide 23: RELAÇÃO JURÍDICA Slide 24: FONTES do direito Slide 25: FONTES FORMAIS ESCRITAS Slide 26: FONTES FORMAIS ESCRITAS Slide 27: FONTES FORMAIS ESCRITAS Slide 28: FONTES FORMAIS NÃO ESCRITAS Slide 29: FONTES FORMAIS NÃO ESCRITAS Slide 30: FONTES FORMAIS NÃO ESCRITAS Slide 31: PRINCÍPIOS GERAIS DO DIREITO Slide 32: SANÇÃO, COERÇÃO E COAÇÃO DA LEI Slide 33: ATO E FATO JURÍDICO