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Reprodução proibida. Art. 184 do Código Penal e Lei nº 9.610, de 19 de fevereiro de 1998.
Fizeram-se todos os esforços para localizar os detentores dos direitos das fotos, das ilustrações e dos textos con-
tidos neste livro. A Distribuidora de Edições Pedagógicas pede desculpas se houve alguma omissão e, em edições 
futuras, terá prazer em incluir quaisquer créditos faltantes.
Para fins didáticos, os textos citados neste livro – poemas, lendas, letras de música, contos, etc. – receberam, sem-
pre que necessário e sem comprometimento de seu sentido original, uma nova pontuação. Buscou-se, com isso, 
uma maior clareza e facilitação da aprendizagem de nossos estudantes.
PRODUÇÃO DE TEXTO
5o ANO – Ensino Fundamental
Maria Eduarda Noronha – Maria Luíza Soares
EDITORAS
Isabela Nóbrega
Márcia Regina Silva
REVISÃO DE TEXTO
Elenita Maciel
PROJETO GRÁFICO
Mirai Assessoria em Comunicação LTDA.
EDITORAÇÃO ELETRÔNICA
Ligia Barros 
ILUSTRAÇÕES
Bruna Andrade
Edvaldo André
Gabriel Reis
Mirai Assessoria em Comunicação LTDA.
DIREÇÃO DE ARTE
Wilton Carvalho
COORDENAÇÃO EDITORIAL
Distribuidora de Edições Pedagógicas Ltda.
Rua Joana Francisca de Azevedo, 142 – Mustardinha 
Recife – Pernambuco – CEP: 50760-310
Fone: (81) 3205-3333
CNPJ: 09.960.790/0001-21 – IE: 001609467
ISBN aluno: 978-85-7236-158-3
ISBN professor: 978-85-7236-159-0
N852s Noronha, Maria Eduarda, 1957-
 Sucesso sistema de ensino : produção de texto : 5º ano : 
 ensino fundamental / Maria Eduarda Noronha, Maria Luíza 
 Soares ; ilustrações: Bruna Andrade ... [et al.]. – 2. ed. – 
 Recife : Edições Pedagógicas, 2020. 48p. : il.
 1. PORTUGUÊS – ENSINO FUNDAMENTAL. 2. POR-
 TUGUÊS – REDAÇÃO – ENSINO FUNDAMENTAL. 3. 
 PORTUGUÊS – TEXTOS – COMPOSIÇÃO E EXERCÍCIOS
 – ENSINO FUNDAMENTAL. I. Soares, Maria Luíza, 1960-. 
 II. Andrade, Bruna. III. Título.
 CDU 806.90
PeR – BPE 20-121 CDD 469
SSE_PRODUCAO_TEXTO_ROSTO.indd 10 06/02/2020 17:26
APRESENTAÇÃO
Querida criança,
O projeto Produção de Texto foi preparado para auxiliá-la a 
desenvolver habilidades de leitura e produção de diversos gêneros 
textuais relacionados com as necessidades das atividades hu-
manas. Com ele, você terá a oportunidade de aprofundar os seus 
conhecimentos e aprimorar sua escrita.
Convidamos você para desfrutar deste rico material, que, certa-
mente, será um recurso valioso em sua vida.
Bom trabalho!
Maria Eduarda Noronha
Maria Luíza Soares
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Sumário
5
9
14
18
25
29
32
35
39
42
44
47
Gênero: Regras de jogo
Gênero: Conto de mistério
Gênero: Mito
Gênero: Cordel
Gênero: Sinopse
Gênero: Cartum
Gênero: Piada
Gênero: Biografia
Gênero: Ciberpoema
Gênero: Mangá
Gênero: Crônica
Gênero: Reportagem
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5 Produção de Texto • 5o anoSucesso Sistema de Ensino
Gênero: Regras de jogo
As regras servem para regular os jogos, determinando o que se pode e o que não se pode fazer. Es-
ses comandos são importantes para torná-los mais interessantes para os participantes. Alguns jogos 
possuem regras que podem variar de região para região. 
Leia as regras de um jogo muito conhecido: o dominó.
Descrição
O jogo tem quatro participantes, que for-
mam duas duplas, devendo sentar-se em posi-
ções alternadas.
• Jogadores: 4.
• Peças: 28 peças com lados variando de 0 a 6.
• Distribuição: 7 peças para cada participante.
Definições
• Peça de dominó: é uma peça composta por 
duas pontas, cada uma com um número (exem-
plos de peças: 2-5, 6-6, 0-1).
• Encaixar a peça: quando uma peça é co-
locada ao lado de outra que tem pelo menos 
um número em comum (exemplo: 2-5 encaixa 
com 5-6).
• Extremidades do jogo: são as peças livres 
da ponta, cujos lados estão em aberto para que 
outras peças sejam encaixadas.
• Passar a vez: quando o jogador não tem 
nenhuma peça que encaixe em qualquer ex-
tremidade.
• Jogo trancado: quando os jogadores ainda 
têm peças na mão, mas nenhuma delas se en-
caixa em qualquer extremidade.
• Trancar o jogo: quando um jogador joga 
uma peça que cause o trancamento do jogo.
• Bater o jogo: quando um dos jogadores 
consegue ficar sem peças na mão, tendo encai-
xado todas elas.
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6 Produção de Texto • 5o anoSucesso Sistema de Ensino
O jogo dominó
As peças são “embaralhadas” na mesa, e 
cada jogador pega 7 peças para jogar. O jogador 
que começa a partida é o que tem a peça 6-6. Ele 
inicia colocando essa peça no centro da mesa. A 
partir daí, joga-se no sentido anti-horário. Cada 
jogador deve tentar encaixar alguma peça sua 
nas peças que estão na extremidade do jogo, 
uma por vez. Quando um jogador consegue en-
caixar uma peça, a vez é passada para o próxi-
mo jogador. Caso o jogador não tenha nenhuma 
peça que encaixe em qualquer lado, ele deve 
passar a vez, sem jogar peça nenhuma. A partida 
pode terminar em duas circunstâncias: quando 
um jogador consegue bater o jogo, ou quando o 
jogo fica trancado. O primeiro jogador desta vez 
será o jogador à direita do primeiro jogador do 
jogo anterior. 
Contagem
Caso algum jogador tenha batido o jogo, 
sua dupla leva todos os pontos das peças 
que estão nas mãos dos adversários. Caso o 
jogo fique trancado, o jogador conta todos os 
pontos conseguidos por cada dupla. A dupla 
que possuir menos pontos é a vencedora, 
e leva todos os pontos da dupla adversária. 
Caso haja um empate nesta contagem de 
pontos, a dupla que trancou o jogo perde, e a 
dupla vencedora leva todos os pontos desta 
dupla. Os pontos da dupla vencedora são 
acumulados, e o jogo termina quando uma 
das duplas atinge a marca de 50 pontos.
Valor em pontos
O valor em pontos de cada peça corresponde à soma dos valores das duas pontas da peça. Dessa forma, a 
peça 0-0 vale 0 pontos, a peça 3-4 vale 7 pontos, a peça 6-6 vale 12 pontos e assim por diante.
ATENÇÃO! Ganha a brincadeira quem fizer mais pontos.
Disponível em< https://www.megajogos.com.br/domino-online/regras> Acesso em: 07/10/2019. (Adaptado)
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7 Produção de Texto • 5o anoSucesso Sistema de Ensino
1. Qual é o objetivo do jogo de dominó?
2. De acordo com as instruções que você leu, 
quando se diz que um jogo está trancado?
3. Você já sabia jogar dominó? Se sim, costuma 
jogar com seus amigos?
4. Em sua cidade, as regras do jogo de dominó 
são iguais às que você leu ou há alguma varia-
ção? Qual?
5. Qual regra do jogo de dominó você acha mais 
interessante?
6. Jogue com seus colegas uma partida de 
dominó e escreva abaixo como foi a sua expe-
riência.
Encaixar as peças nas extremidades até ficar 
sem nenhuma peça.
Quando os participantes ainda têm peças nas 
mãos, mas nenhuma delas se encaixa em qual-
quer extremidade.
Resposta pessoal
Resposta pessoal
Resposta pessoal
Resposta pessoal
Agora é sua vez!
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8 Produção de Texto • 5o anoSucesso Sistema de Ensino
7. Leia o trecho em destaque e faça o que se pede.
8. Pesquise e escreva abaixo as regras de uma brincadeira ou um jogo de que goste.
Vários são os jogos populares praticados nas diferentes regiões do Brasil. A famosa amare-
linha, o queimado, as bolinhas de gude, todos são brincadeiras que tiveram sua origem no Brasil 
Colonial e, ainda hoje, divertem centenas de crianças em nosso país.
• Leia as regras das brincadeiras citadas e relacione-as a cada brincadeira. 
3. Bolinhas de gude
Um de cada vez, osjogadores têm que desentocar 
as bolinhas de dentro do triângulo; perde a vez 
quando não conseguir acertar.
Quem começar joga a pedrinha na casa marcada 
com o número 1 e vai pulando de casa em casa, 
partindo da casa 2 até o céu.
Cada time fica situado em um campo e um dos 
jogadores de cada lado deverá ser colocado 
atrás da linha de fundo do campo adversário.
3
1
2
Resposta pessoal
1. Amarelinha
2. Queimado
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9 Produção de Texto • 5o anoSucesso Sistema de Ensino
Gênero: Conto de mistério
Contos são histórias curtas de ficção que apresentam um enredo (sucessão de acontecimentos que 
constituem a ação), um conflito, poucas personagens e um narrador, que só observa ou que participa 
da história. 
O povoado de São Judas ficava a poucos quilômetros da mata onde, segundo os moradores da lo-
calidade, ocorriam fatos estranhos.
Amanda tinha 9 anos quando a sua avó Zezinha começou a narrar os contos de fada para todos os 
netos, mas, vez por outra, ouvia, nas reuniões de família para os adultos, as histórias que envolviam o 
vilarejo e a mata e que despertavam o interesse da meninada. 
Era uma tal de “a mulher do cabelo de fogo”, que era uma mulher atingida por uma queimada reali-
zada por alguns moradores. Desde então, ela assombra o povoado como castigo. Outra história horri-
pilante era a do fantasma do menino do meio-dia. Segundo contam os antepassados, ele se perdeu da 
mãe ao meio-dia e ficou vagando pelas ruas e ninguém o acolheu. Ele virou fantasma e, como punição 
para essa atitude, ele aparece nesta mesma hora e se se encontrar com alguma criança perto da mata, 
ela desaparece e nunca mais é encontrada.
Certo dia, a família de Amanda precisou ir a uma cidade próxima que cruzava a mata. Todos ficaram 
temerosos, mas marcaram a viagem bem cedo, para que não passassem pela mata perto do meio-dia; 
era melhor evitar qualquer desconforto.
O fantasma do meio-dia
Elisa Santos
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10 Produção de Texto • 5o anoSucesso Sistema de Ensino
Os contos de mistério são aqueles cuja trama envolve o mistério e o medo do desconhecido. 
Geralmente, são contos de tradição oral e com alguma lição de moral às pessoas.
Depois de arrumarem as malas, partiram ao 
amanhecer, mas o inesperado aconteceu: um 
acidente entre dois veículos atrapalhara o trânsi-
to e não havia como passar nem voltar. As horas 
foram passando e os carros muito lentos. Perto do 
meio-dia, eles começaram a ficar ansiosos porque 
o engarrafamento os deixou próximos da mata. 
Estavam no carro Amanda; Dona Marta, sua 
mãe; Pedro, seu pai; e Júnior, seu irmão mais 
novo. De repente, Júnior grita e fica estatelado.
— O que foi, menino? — Perguntou Dona Marta.
O menino foi tomando ar.
— Eu vi! Eu vi!
— O que foi que você viu, Júnior? — Perguntou 
Sr. Pedro.
— O menino! Ali! Olhando para mim!
— Em que direção ele está? 
— Está vindo em nossa direção.
O desespero começou. Todos tentando abrir 
as portas do carro, mas parecia que estavam 
travadas. E o menino cada vez mais dizendo que 
estava perto. A mãe começou a gritar por socorro 
e o pai tentando acalmar a todos. Amanda come-
çou a chorar lembrando das histórias que ouvia da 
avó até que o menino desapareceu das vistas do 
pequeno Júnior. De repente... as batidas no carro, 
a gritaria foi grande. Apareceu um menino pedindo 
esmolas, rosto triste e olhar fixo que disse:
— Eu só queria umas moedas!
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11 Produção de Texto • 5o anoSucesso Sistema de Ensino
Agora é sua vez!
1. Em quais espaços acontece a narrativa?
2. Qual das duas histórias que os adultos falavam amedrontou a família de Amanda? Marque 
corretamente.
3. Organize o texto de acordo com a sequência em que acontecem os fatos. 
4. Você conhece algum livro infantil que trate de histórias envolvendo fantasmas? Qual?
No povoado São Judas e na estrada perto da mata.
“O menino foi tomando ar.
— Eu vi! Eu vi!”
“— Eu só queria umas moedas!”
3
4
“Ele virou fantasma e, como punição para 
essa atitude, ele aparece nesta mesma hora 
e se se encontrar com alguma criança per-
to da mata, ela desaparece e nunca mais é 
encontrada.” 
“Amanda tinha 9 anos quando a sua avó Zezi-
nha começou a narrar os contos de fada para 
todos os netos...” 
2
1
Resposta pessoal
x
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12 Produção de Texto • 5o anoSucesso Sistema de Ensino
5. De acordo com o desfecho do texto, você considera verdadeiras as histórias divulgadas pelas pes-
soas do povoado São Judas?
6. Você acredita em fantasma? Justifique a sua resposta.
7. Por que todos se assustaram com a declaração de Júnior sobre o que vira?
8. Há pessoas que não acreditam em fantasma, há pessoas que sim; há aquelas que têm medo, e as 
que não têm; há aquelas que têm medos de coisas diferentes. Marque, com um x, as opções de que 
você sente medo.
9. Como você acha que vencemos o medo de qualquer coisa?
Resposta pessoal
Resposta pessoal
Resposta pessoal
Porque a descrição de Júnior coincidia com a lenda popular do povoado em que moravam.
Sugestão de resposta: Enfrentando cada um deles.
Ficar sozinho
Pesadelo
Não ser aceito pelos outros
Fantasma
Insetos
Bruxas
Escuro
Altura
Desenhos e filmes na TV
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13 Produção de Texto • 5o anoSucesso Sistema de Ensino
10. Agora é sua vez de produzir seu próprio conto. Siga as instruções abaixo para elaborá-lo ade-
quadamente.
• Selecione as personagens.
• Selecione os acontecimentos que irão compor a história.
• Lembre-se de determinar o tempo e o lugar em que se passa a história. 
• Não se esqueça de que sua história precisa de um narrador.
Resposta pessoal
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14 Produção de Texto • 5o anoSucesso Sistema de Ensino
 Gênero: Mito
Contam que, na cidade de Atenas, havia um engenheiro muito criativo chamado Dédalo que vivia 
tranquilamente, com seu filho Ícaro, a criar os mais diversos utensílios para as pessoas. Tinha uma 
precisão fenomenal, sendo responsável pelos melhores trabalhos manuais da Grécia. 
Um dia, Dédalo foi chamado à cidade de Creta para realizar uma obra para o famoso rei Minos: 
construir um labirinto para aprisionar o Minotauro, monstro indestrutível. Então, Dédalo fez um labirinto 
do qual era impossível sair.
O rei Minos, temeroso de que Dédalo contasse o segredo do labirinto a alguém, não o deixou voltar a 
Atenas e, cego pela desconfiança, mandou que o engenheiro fosse colocado no labirinto junto com seu 
filho, Ícaro. 
— Não podemos ficar aqui, meu pai! 
Dédalo sabia que o labirinto era intransponível por terra, e que Minos controlava as águas. 
Teve, então, uma ideia maravilhosa, que só o seu gênio poderia conceber: observou, no chão, as pe-
nas das aves que caíam no labirinto e, com elas, concebeu asas para que ele e seu filho pudessem voar 
e, assim, deixar o labirinto para trás. 
Prendeu-as com fios ou cipós das trepadeiras que cresciam nas paredes, untou-as com um pouco 
de cera que conseguiu trazer consigo e confeccionou duas asas, uma para ele e outra para Ícaro. 
Esperaram uma noite de pouco movimento e, então, alçaram voo por cima das paredes do labirinto, 
seguindo em direção a Atenas. 
O mito de Ícaro
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15 Produção de Texto • 5o anoSucesso Sistema de Ensino
Dédalo sabia que levariam três dias e três noites para voltarem para casa. O filho do engenheiro se 
divertia com as asas, indo cada vez mais alto. Dédalo o chamou e disse: 
— Meu filho, me escute. As asas que fiz nos colocam acima de muitos homens, mas lembre-se de 
que foram untadas com cera para impedir que as penas se separem. Aqui, nesta altura, não corremos 
perigo, mas não se aproxime do Sol, pois seu calor esquentará a cera e as asas irão se desfazer. 
Entretanto, a empolgação do garoto foi mais forte que os conselhos do pai, e ele quis chegaronde 
nenhum homem jamais esteve. Quando o pai estava distraído, Ícaro voou alto em direção ao Sol. 
Porém, o calor do Sol derreteu a cera, e Ícaro despencou lá do alto do céu em direção às águas do 
mar. Quando Dédalo percebeu que seu filho não o acompanhava mais, gritou: 
— Ícaro, Ícaro, onde você está? Logo depois, viu as penas das asas flutuando no mar. Então, desceu 
e resgatou seu filho, e finalmente chegaram seguros à Sicília.
Adaptado da mitologia grega. (Domínio Público)
Os mitos são narrativas de tradição oral que os povos antigos criaram para explicar os fenô-
menos da natureza e coisas de que a ciência daquela época não sabia a origem, atribuindo-lhes a 
influência de deuses, heróis, seres mágicos e outros símbolos.
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16 Produção de Texto • 5o anoSucesso Sistema de Ensino
1. Qual o sentimento do rei Minos em relação a 
Dédalo?
5. Numere as cenas de acordo com a sequência 
em que aparecem no texto.
2. Para quem foi construído o labirinto?
3. Qual a habilidade fez Dédalo se sobressair?
4. Você acha que as pessoas podem ser prejudi-
cadas por terem uma habilidade que se destaca? 
Por quê?
Agora é sua vez!
Contentamento.
Dédalo.
Tristeza.
rei Minos.
Confiança.
Ícaro.
Medo.
Minotauro.
x
x
A criatividade.
Resposta pessoal
2
4
3
1
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17 Produção de Texto • 5o anoSucesso Sistema de Ensino
6. Ícaro, por pouco, não morreu. O que você acha que o levou a correr esse risco?
7. Reescreva o mito de Ícaro, modificando as personagens e remetendo-se aos problemas e invenções 
dos dias atuais. Use a sua criatividade!
Ícaro não escutou o seu pai, sua empolgação foi mais forte que os conselhos dele e, por isso, 
quase morreu. 
Resposta pessoal
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18 Produção de Texto • 5o anoSucesso Sistema de Ensino
 Gênero: Cordel
Cordéis são textos escritos em versos — recitados de forma melodiosa, pela presença de rimas —, 
geralmente compõem sextilhas. São escritos por meio de relatos orais e impressos em folhetos ilustra-
dos com xilogravuras (técnica que reproduz a imagem gravada em uma madeira).
Sextilha é uma estrofe de seis versos, muito comum em cordéis.
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19 Produção de Texto • 5o anoSucesso Sistema de Ensino
O valor de uma criança
Iêda Rocha
A criança é um ser divino,
seu coração vai além 
daqueles muros e cercas 
que em nossas casas têm, 
acolhendo alegremente 
aos amigos que quer bem.
Carrega dentro de si 
um grande potencial 
que, sendo desenvolvido 
de um modo natural, 
ultrapassa as barreiras 
deste mundo desigual. 
Traz, dentro do coração,
a marca da liberdade,
pois age naturalmente
com toda simplicidade,
se zanga e também perdoa 
conforme a necessidade.
Ela não tem cerimônias
e, com naturalidade, 
expressa seus sentimentos,
bela criatividade,
aproveita e desfruta 
dos benefícios da idade.
Se está feliz, é alegre, 
porém, quando fica triste
é preciso paciência, 
pois ela também insiste 
querendo que todos saibam 
a razão por que resiste.
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20 Produção de Texto • 5o anoSucesso Sistema de Ensino
É apenas por querer 
um pouco de atenção 
que se faz tão necessária 
mas, em certa ocasião, 
passa até despercebida 
por parte do guardião. 
Seja pai, ou seja mãe, 
seja babá, ou titia, 
é preciso dar carinho 
e atenção no dia a dia, 
dando também os limites 
para crescer bem sadia.
Pois criança é um outro, 
seu futuro é decente. 
Contudo, neste caminho,
ainda é dependente 
dos pais e educadores,
do seu agir competente.
Que ajuda a crescer 
e também se humanizar, 
construindo sua história 
com ousadia de sonhar
para no chão de sua vida 
novos sonhos vislumbrar.
Sendo, então, protagonista 
em sua realidade, 
acolhendo sua história 
pra viver com liberdade, 
encontrando através dela 
o que é felicidade.
Que não se pode comprar, 
vender, ou negociar, 
pois está em cada ser
e no modo de amar, 
e surge naturalmente, 
se valores cultivar.
Mas no mundo desigual, 
adolescente e criança 
que são da classe mais pobre 
vivem sem ter confiança, 
pois precisam trabalhar
em busca de uma mudança.
Alimentando a esperança 
de matar a sua fome, 
umas estão nos semáforos,
nem sabemos o seu nome, 
outras tantas pelas ruas 
que sua vida consome. 
ROCHA, Iêda. O valor de uma crian-
ça. Recife: Prazer de Ler, 2012.
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21 Produção de Texto • 5o anoSucesso Sistema de Ensino
Origem da literatura de cordel
De herança portuguesa, o cordel ganhou força no Brasil a partir do século XX, principal-
mente entre 1930 e 1960, tornando-se uma manifestação literária da cultura popular bra-
sileira típica da região Nordeste, em estados como Bahia, Pernambuco, Paraíba, Alagoas, 
Ceará e Rio Grande do Norte. O nome cordel deriva do modo como os folhetos eram expos-
tos para venda, pendurados em cordas, cordéis ou barbantes. 
Os cordéis são ilustrados por meio de uma técnica de gravura na qual se utiliza madei-
ra como matriz que possibilita a reprodução da imagem gravada sobre papel ou outro supor-
te adequado: xilogravura ou xilografia é como são chamadas.
A xilogravura manteve sua tradição popular no Nordeste do Brasil, ilustrando a litera-
tura de cordel.
Hoje, os cordéis podem ser confeccionados também em gráficas e vendidos em feiras 
de artesanato.
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22 Produção de Texto • 5o anoSucesso Sistema de Ensino
1. Na quarta estrofe, a autora fala que a criança aproveita os benefícios da idade. Para você, quais são 
os benefícios de ser criança?
2. Você leu que a sextilha é muito utilizada nos cordéis. O cordel lido apresenta sextilhas? Justifique a 
sua resposta.
3. Leia novamente a estrofe abaixo e represente-a por meio de desenho, como se estivesse fazendo 
uma xilogravura. 
Resposta pessoal
Resposta pessoal
Sim, porque as estrofes são constituídas por seis versos.
“A criança é um ser divino,
seu coração vai além 
daqueles muros e cercas 
que em nossas casas têm, 
acolhendo alegremente 
aos amigos que quer bem.”
Agora é sua vez!
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23 Produção de Texto • 5o anoSucesso Sistema de Ensino
4. Marque, com um x, a imagem que representa 
uma cena muito comum na realidade de algu-
mas crianças que é retratada na última estrofe 
do poema.
5. Qual das estrofes do texto mais lhe chamou a 
atenção e por quê?
6. As rimas são uma das características do cor-
del. Copie do texto uma estrofe e indique nela as 
palavras que rimam.
7. Pesquise um cordel que trate sobre um assun-
to relacionado ao seu dia a dia e escreva abaixo 
uma estrofe.
Resposta pessoal
Resposta pessoal
Resposta pessoal
x
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24 Produção de Texto • 5o anoSucesso Sistema de Ensino
8. Escreva o seu poema de cordel. Lembre-se de que o tema é livre, mas deve haver rimas e separação 
de estrofes.
Resposta pessoal
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25 Produção de Texto • 5o anoSucesso Sistema de Ensino
Gênero: Sinopse
Sinopse é o relato de um filme, de um livro, etc., que traz informações breves sobre a obra, a fim de 
apresentá-la ao público, abordando os pontos principais da história, o autor, o elenco e/ou personagens 
(se houver). 
Leia a sinopse do livro de Pedro Bandeira Mais respeito, eu sou criança!.
As sinopses não devem pontuar a obra de maneira crítica (positiva ou negativamente), mas apenas 
informar ao leitor ou espectador o que aguardar. Muitas vezes, no entanto, as sinopses são funda-
mentais para determinar o interesse ou não do público pela produção.
A sinopse não é o mesmo que um resumo, pois não abrange todo o enredo, apenas faz com que o 
leitor conheça os principais momentos da obra.
Todo mundo diz que as crianças devem 
respeitar os adultos. E os adultos? Não têm 
de respeitar as crianças? Esteé um assunto 
sério, mesmo. E, toda vez que um assunto é 
sério, mesmo, o jeito é pensar nele através 
da poesia. Por meio dela, conseguimos dizer 
melhor o que sentimos, o que sonhamos e o 
que nos incomoda. A poesia é uma maneira 
de tirar o retrato dos nossos sentimentos. E 
este livro é uma maneira de responder aos 
adultos quando eles vêm com abusos, como 
‘Cala a boca, menino!’, ‘Pare quieto, menino!’, 
‘Vá pro seu quarto, menino, que isso não é 
conversa pra criança!’. E coisas do tipo.
R
ep
ro
du
çã
o
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26 Produção de Texto • 5o anoSucesso Sistema de Ensino
1. De que trata a sinopse que você leu?
2. Para quem a obra é voltada? Como você concluiu isso?
3. Você já conhecia essa obra? Você acredita que as informações da sinopse são suficientes para esti-
mular a curiosidade do público? Justifique a sua resposta.
Trata do respeito às crianças.
Resposta pessoal
Agora é sua vez!
Sugestão de resposta:
A obra é voltada para o público infantil, o próprio título da obra — Mais respeito, eu sou criança! — deixa 
evidente isso.
4. Caso não conheça, a sinopse despertou seu interesse? Se sim, o que mais chamou sua atenção?
Resposta pessoal
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27 Produção de Texto • 5o anoSucesso Sistema de Ensino
8. Pesquise a sinopse de um filme que você tem interesse em assistir e escreva-a no espaço abaixo.
5. A partir da leitura da sinopse, você acredita que a produção transmita alguma mensagem ao seu 
público-alvo?
6. Antes de se decidir por um seriado, livro ou filme, você costuma ler a sinopse ou apenas segue reco-
mendações?
7. Você acredita que sinopses podem ser um bom meio de informação acerca de uma obra ou apenas 
sua leitura não é suficiente? Justifique sua resposta.
Resposta pessoal
Resposta pessoal
Resposta pessoal
Resposta pessoal
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28 Produção de Texto • 5o anoSucesso Sistema de Ensino
• Leia sinopses de outros títulos que também sejam do seu agrado.
• Lembre-se de que o seu texto deve ser imparcial, ou seja, não exponha sua opinião sobre a obra.
• Informe ao leitor do que trata a obra que você escolheu, contando brevemente sobre a história.
• Não se esqueça de escrever o título e o autor da obra.
• Pesquise, recorte e cole uma imagem que ilustre a obra escolhida.
9. Agora, você vai escrever a sinopse do seu filme ou livro favorito. Para isso, siga algumas instruções:
Resposta pessoal
Resposta pessoal
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29 Produção de Texto • 5o anoSucesso Sistema de Ensino
Gênero: Cartum
Cartum é uma história humorística, ou piada gráfica, expressa por meio de caricatura, geralmente, 
veiculada em jornais e revistas. Os temas dos cartuns são variados e trazem críticas relacionadas a 
coisas universais, diferentemente das charges, que trazem críticas a pessoas, sistemas, ou situações 
específicas.
O nome cartum tem origem britânica e foi usado pela primeira vez nesse contexto no ano de 
1840, quando a revista Punch publicou charges que imitavam os estudos para os afrescos do Palácio 
de Westminster, adequados para ironizar os acontecimentos da política contemporânea.
Esse costume começou em 1843, momento em que a Punch usou o termo cartum para se referir 
aos desenhos satíricos de John Leech — caricaturista e ilustrador inglês. O significado da palavra car-
tum é “estudo” ou “esboço”.
O cartum é considerado um modo de comédia e até hoje conserva o seu espaço na imprensa escrita 
atual. No contexto moderno, o cartum se mostra como uma obra de arte frequentemente utilizada com 
intenção de humor.
Disponível em: <https://www.educamaisbrasil.com.br/enem/lingua-portuguesa/cartum> Acesso em: 08/10/2019.
Menino: Eu vou viajar 
bastante de avião.
Professora: O tema da redação é profissão.
Professora: Que ótimo! 
Você será piloto de avião?
Menino: Não, eu vou 
ser político.
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30 Produção de Texto • 5o anoSucesso Sistema de Ensino
1. Em que consiste a crítica do cartum apresentado?
3. O cartum que você leu faz uso
2. Em sua opinião, por que o garoto associou as viagens de avião ao político?
4. Você costuma ler cartuns? Por quê?
Consiste em comparar duas profissões em que se costuma trabalhar frequentemente 
com viagens.
x Consiste em insinuar que, apesar de o político ter um gabinete onde deve dar expediente, 
vive viajando. 
Consiste em afirmar que político é uma profissão melhor do que piloto de avião.
Resposta pessoal
Resposta pessoal
da linguagem verbal. da linguagem mista (verbal e 
não verbal).
x
Agora é sua vez!
da linguagem não verbal.
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31 Produção de Texto • 5o anoSucesso Sistema de Ensino
5. Para você, o que as imagens do cartum representam?
6. No espaço abaixo, crie o seu próprio cartum. 
Resposta pessoal
Resposta pessoal
• Pense em um tema do cotidiano, mas que não seja relacionado a uma personalidade ou a uma situação 
específica. 
• Deixe seu texto bem-humorado e ilustre-o.
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32 Produção de Texto • 5o anoSucesso Sistema de Ensino
Gênero: Piada
Texto 1
A mamãe está sentada na porta da casa, conversando com algumas ami-
gas, aí passa o filhinho na bicicleta, a toda velocidade, e grita com as pernas 
abertas: 
— Olha, mamãe, sem as pernas!
Depois de um tempinho, olha ele de novo passando na bicicleta:
— Olha, mamãe, sem as mãos!
Mais um pouco, volta a passar, todo alegre:
— Olha, mamãe, sem as pernas e sem as mãos!
Mais um tempinho e lá vem ele de novo:
— Olha, mamãe, sem os dentes!
Texto 2
O homem chama-se João e nunca tinha ido ao posto de 
saúde. Um dia, começou a sentir dores nas costas, na barriga, na 
cabeça. Então, ele resolveu procurar um médico.
No posto, ele ganhou a ficha de número 25.
O médico começou a atender e chamou o número um, cha-
mou o dois... quando o médico acabou de atender o número 23, 
a enfermeira chamou o número 24, mas ele não estava. Então, a 
enfermeira chamou:
— O próximo!
João ficou quieto.
A enfermeira chamou de novo:
— O próximo!
Mas João continuava quieto.
A enfermeira, então, lhe perguntou:
— O próximo não é o senhor?
— Não, senhora. Meu nome é João, não é “próximo”.
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Syda Productions / Shutterstock.com
Piada é uma história curta, de final surpreendente, contada para provocar risos.
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33 Produção de Texto • 5o anoSucesso Sistema de Ensino
1. Em relação à definição de piada, você acha que as que você leu se enquadram nesse gênero?
2. O humor é fundamental em uma piada. Qual das duas piadas lidas, você achou mais engraçada? 
Justifique a sua resposta.
3. Quais são as personagens do texto 1?
4. Em que consiste o humor no texto 2? Marque corretamente.
5. Você gosta de ouvir piadas? De que tipo?
Resposta pessoal
A mamãe, o filhinho e as amigas.
João não queria passar na frente da pessoa com a senha de número 24.
João pretendia deixar a sua vez para o próximo paciente.
João não entendeu o sentido em que foi utilizada a palavra próximo.x
x Sim. Não.
Resposta pessoal
Agora é sua vez!
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34 Produção de Texto • 5o anoSucesso Sistema de Ensino
Resposta pessoal
6. Use sua criatividade para escrever, no espaço abaixo, sua própria piada. Não se esqueça de ilustrá-la.
Resposta pessoal
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35 Produção de Texto • 5o anoSucesso Sistema de Ensino
Gênero: Biografia
Uma biografia é a história da vida de uma pessoa (viva ou morta) ou personagem, contada a partir 
de sua origem, destacando os fatos mais relevantes. De maneira geral, as biografias seguem ordem 
cronológica (do nascimento à morte ou até o momento em que a vida em questão é narrada) e são dis-
postas em temas: infância, conquistas, derrotas, etc. 
Há tambéma autobiografia, que é contada por quem protagoniza a história. Esse é um recurso co-
mum entre artistas.
MONTEIRO LOBATO
Narizinho, Pedrinho, Tia Anastácia, Emília? Quem não tem essas persona-
gens do Sítio do Picapau Amarelo no imaginário? E você sabe de onde sur-
giram essas personagens e essas histórias tão mágicas? Da cabeça de um 
gênio de nossa literatura chamado José Bento Renato Monteiro Lobato, o 
Monteiro Lobato.
O avô de Monteiro Lobato, o Visconde de Tremembé, tinha uma biblioteca 
imensa. O pequeno Lobato aproveitou o espaço e mergulhou no mundo da 
leitura, lendo todos os livros para crianças que havia na biblioteca do seu avô. 
Nos primeiros anos em que começou a frequentar a escola, já escrevia con-
tos para os jornais da instituição.
Ele também gostava de desenhar, mas acabou cursando direito por insis-
tência do avô. Formado em Direito,  Monteiro Lobato escrevia e desenhava 
caricaturas para jornais. Em 1912, o jornal O Estado de S. Paulo publicou seu 
artigo, Velha Praga, que, mais tarde, seria Urupês, título do seu primeiro livro.
Escritor nacionalista
O escritor é conhecido pelo seu nacionalismo. Procurava levar para as crianças histórias de aven-
turas e personagens ligadas à cultura brasileira, resgatando o folclore e as lendas urbanas. Também 
ensinava História, Geografia, Gramática, Matemática e Física nas suas obras infantis.
Publicou 26 obras voltadas ao público infantil e elas foram traduzidas para diversos idiomas, como 
francês, italiano, inglês, alemão, espanhol, japonês e árabe.
Em 1918, Monteiro Lobato comprou a Revista do Brasil, revolucionando a forma editorial dos livros. As 
capas começaram a ser coloridas e atraentes. Logo fundou a editora Monteiro Lobato & Cia, depois, cha-
mada Companhia Editora Nacional. Monteiro Lobato nasceu em 18 de abril de 1882 e morreu em 1948.
Disponível em: plenarinho.leg.br- Câmara dos Deputados. Acesso em: 08/10/2019. (Adaptado para fins didáticos) 
Autor brasileiro Monteiro Lobato
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36 Produção de Texto • 5o anoSucesso Sistema de Ensino
1. Pinte somente as personagens do Sítio do Picapau Amarelo, criadas por Monteiro Lobato.
2. Monteiro Lobato é um gênio da literatura infantil. Você acha que a convivência com o avô e sua bi-
blioteca influenciaram no desenvolvimento de suas habilidades? Justifique sua resposta.
Resposta pessoal
Agora é sua vez!
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37 Produção de Texto • 5o anoSucesso Sistema de Ensino
Resposta pessoal
4. Pesquise a biografia do seu autor preferido e escreva-a abaixo resumidamente.
Marcelo, marmelo, martelo História do mundo para as crianças
Reinações de Narizinho Um passarinho me contouO poço do visconde
x
x
3. Lobato publicou 26 obras voltadas para o público infantil. Pesquise e assinale abaixo as obras que 
não são de sua autoria.
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38 Produção de Texto • 5o anoSucesso Sistema de Ensino
• Comece pela data de seu nascimento.
• Escreva sobre os acontecimentos que marcaram a sua vida até aqui.
5. Escreva a sua autobiografia.
Resposta pessoal
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39 Produção de Texto • 5o anoSucesso Sistema de Ensino
Gênero: Ciberpoema
Ciberpoema é uma composição híbrida de poesia visual composta por linguagem verbal e não ver-
bal que usa de recursos visuais, de áudio e interatividade.
Captura de tela do poema cripto-
cardiograma, que deve ser “desven-
dado” pelo leitor.
Capturas de tela do poema criptocardiograma desvendado. Observe que a imagem 
forma a palavra coração em vários idiomas e simula as batidas do coração.
Captura de tela criptocardiograma 
parcialmente desvendado.
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40 Produção de Texto • 5o anoSucesso Sistema de Ensino
1. Você costuma ler poesia regularmente? Se sim, quem é seu poeta favorito?
2. Qual é seu grau de familiaridade com o termo ciberpoema/ciberpoesia?
3. Você acredita que esse gênero textual é uma ferramenta para despertar o interesse de quem não tem 
o hábito de leitura? Por quê?
4. Você concorda que esse tipo de obra pode ser considerado um poema? Justifique sua resposta.
Resposta pessoal
Resposta pessoal
Resposta pessoal
Resposta pessoal
Agora é sua vez!
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41 Produção de Texto • 5o anoSucesso Sistema de Ensino
5. Se você fosse criar um ciberpoema, como faria? Represente abaixo tal como o modelo apresentado. 
Veja alguns passos que podem inspirá-lo. 
• Abuse das cores e dos formatos que as palavras podem ter. 
• Procure aliar os recursos visuais à mensagem que deseja transmitir ao seu leitor! 
• Caso precise de orientação ou inspiração, busque, na Internet, por autores como Augusto de Campos, Sérgio 
Capparelli ou Antonio Miranda.
Resposta pessoal
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42 Produção de Texto • 5o anoSucesso Sistema de Ensino
Gênero: Mangá
Mangá é uma história em quadrinhos de ver-
são japonesa. Sua leitura é diferente da nossa, é 
da direita para a esquerda. Existem mangás para 
todas as faixas etárias, desde crianças até adul-
tos, e sobre temas variados, além do humorísti-
co. Os mangás são lidos atualmente por mais de 
um milhão de pessoas ao redor do mundo.
1. Qual é o tema abordado no mangá?
2. A que investimento o garoto se referia?
3. Qual a justificativa que o garoto deu à mãe 
para lhe pedir dinheiro?
4. Qual o real motivo de o garoto pedir dinheiro à 
mãe? Assinale corretamente.
5. Você gosta de mangás ou histórias em qua-
drinhos? Caso goste, conte qual é a sua preferida 
e por quê. Caso não goste, escreva qual é o seu 
tipo de leitura favorito e por quê.
Empreendedorismo.
Ele se referia à compra de bolas de gude.
Ele disse que faria um investimento, seria um 
empreendedor.
Ele pretendia ser dono de uma empresa de 
bolas de gude.
Ele queria comprar bolas de gude para ga-
nhar a aposta que fez com o colega.
Para realizar seu sonho de empreendedor, 
ele precisava de dinheiro.
x
Resposta pessoal
Mãe, preciso 
de moedas para um 
investimento? Eu sou um 
empreendedor!
Não posso te falar 
agora qual é, mas você 
vai se orgulhar de mim.
Agora eu quero 
ver quem vai ter mais 
bolas de gude.
Investimento?
Eu pretendo ser 
dono de uma 
empresa de bolas 
de gude!
E aí? Está 
de pé a aposta? 
Vamos ver quem 
é o melhor!
Agora é sua vez!
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43 Produção de Texto • 5o anoSucesso Sistema de Ensino
Atividades6. Um mangá é uma história em quadrinhos oriental. Sua leitura é diferente da nossa, é da direita para a esquerda. As cenas do mangá estão desorganizadas, numere-as de acordo com a sequência adequada.
7. Produza um mangá nos quadrinhos abaixo. Observe as dicas.
• Selecione um assunto sobre o qual irá abordar no mangá.
• Crie personagens, o conflito e a solução.
• Lembre-se de que os mangás são escritos da direita para a esquerda.
• Ilustre seu texto.
Resposta pessoal
6 2 3
1 5 4
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44 Produção de Texto • 5o anoSucesso Sistema de Ensino
Gênero: Crônica
É um texto do tipo narrativo ou argumentativo em que o autor desenvolve suas ideias basean-
do-se em fatos ocorridos no dia a dia. Por isso, a leitura da crônica se torna agradável, já que o 
leitor, muitas vezes, identifica-se com as ações tomadas pelas personagens.
Geralmente, encontramos as crônicas em jornais, escritas e transmitidas pela televisão, na In-
ternet, em revistas e em livros. 
Com uma linguagem simples e espontânea, é escrita, na maioria das vezes, na primeira pessoa 
(eu, nós), e isso aproxima o leitor de quem a escreve.
Você viu a pesquisa sobre a nossa situação?! 
Quase metade das crianças brasileiras é pobre!
Muitas têm de trabalhar e estudar, muitas só 
trabalham, e uma boa quantidade delas nem os 
pesquisadores sabem direito o que anda fazendo!
O mais certo é até que elas fiquem pelasruas 
sem chance de fazer nada muito gostoso.
A pesquisa também diz que o governo pre-
fere investir mais dinheiro em gente grande a 
investir em nós.
Bom, eu nem sei o que dizer quando fico sa-
bendo de um troço desses...
Acho incrível que as pessoas que devem se 
preocupar com o nosso futuro consigam dormir 
de noite com um problemão assim pra resolver.
Por que eles não fazem um verdadeiro escân-
dalo pra mudar isso?
Por que eles não brigam feio com aquelas pes-
soas que acham melhor fazer outras coisas que 
não sejam escolas e dar professores pra nós?!
Olha, não vai adiantar nada ter dinheiro, fazer 
estradas, fábricas e tudo se nós formos adultos 
tão bobões que nem vamos saber gastar direito o 
que a gente ganhar, nem saber dirigir ou trabalhar.
O governo vai ter de mudar essa escolha. Ô, 
governo, ou nós ou os grandes, tá legal?!
E eu vou dar uma dica: acho que vocês aí têm 
de escolher as crianças. Logo, logo o Brasil vai ser 
nosso, aí, eu quero ver...
BONASSI, Fernando. In:... Vida da gente. Belo Horizonte: Formato 
Editorial, 1999.
Ou nós ou eles
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45 Produção de Texto • 5o anoSucesso Sistema de Ensino
Origem da crônica
A palavra crônica veio do latim chronica, que significava, no início da era cristã, o relato de aconteci-
mentos em ordem cronológica, usado para narrar, brevemente, os eventos. 
A crônica como conhecemos hoje apareceu pela primeira vez em 1799, nos folhetins do Journal de 
Débats, publicado em Paris, para informar o leitor sobre os acontecimentos da semana. 
No Brasil, a crônica chegou na segunda metade do século XIX, muito parecida com os textos publi-
cados nos jornais franceses, mas, com o tempo, passou a ter um caráter mais literário, com uma lin-
guagem mais leve, envolvendo poesia, lirismo e fantasia. 
A crônica pode ser classificada em descritiva, narrativa, dissertativa, narrativo-descritiva, humorísti-
ca, lírica, poética e reflexiva.
Crônica descritiva: descreve seres animados e inani-
mados, com uma linguagem cheia de imagens para a 
caracterização desses seres. 
Crônica narrativa: parecida com um conto, possui 
personagens, uma história e uma narração e é, geral-
mente, narrada na primeira ou na terceira pessoa do 
singular (eu, ele(a)). 
Crônica dissertativa: na primeira pessoa do singu-
lar ou plural (eu, nós), o autor revela sua opinião de 
modo explícito, direto, sobre algum problema ou fato 
acontecido na sociedade. 
Crônica narrativo-descritiva: o autor alterna momen-
tos de descrição e narração dos seres e dos fatos 
cotidianos. Nesse tipo de crônica, o leitor consegue 
visualizar em imagem o que o autor transformou em 
palavras. Pode ser escrita tanto na primeira como na 
terceira pessoa do singular (eu, ele(a)).
Crônica humorística: aborda os fatos do cotidiano de 
modo irônico ou cômico. Luís Fernando Veríssimo e 
José Simão são os dois maiores cronistas cômicos 
brasileiros da atualidade.
Crônica lírica: com uma linguagem poética e meta-
fórica (figurada), o cronista expõe sua emoção sobre 
um fato que chamou sua atenção. 
Crônica poética: relata fatos do cotidiano em versos. 
O cronista pode utilizar rimas, além de prezar pela 
forma, marcas do poema.
Crônica reflexiva: o cronista usa um fato cotidiano 
específico para fazer uma ampla reflexão de natureza 
filosófica sobre algum problema social.
Como identificar uma crônica?
• Pequena história baseada em algo do cotidiano.
• Narra historicamente, pela ordem do tempo em que 
os fatos ocorreram.
• Pode ser uma seção ou um artigo especial sobre 
literatura, assuntos científicos, esporte, etc.
• Geralmente, publicada em Internet, jornal, revista ou 
outro periódico.
• Normalmente, possui uma crítica indireta (o autor 
não diz claramente o que pensa).
• O autor expõe suas emoções, opina e, muitas vezes, 
critica um determinado tema com um tom de humor.
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46 Produção de Texto • 5o anoSucesso Sistema de Ensino
1. O título da crônica é Ou nós ou eles. A quem o 
cronista se refere como nós e a quem se refere 
como eles? 
2. Quem fala na crônica é uma criança ou um 
adulto? Justifique sua resposta e copie um tre-
cho do texto que o/a exemplifique.
3. O que é discutido na crônica?
5. Quais características das crônicas você per-
cebe no texto que você leu?
7. Leia novamente a crônica Ou nós ou eles e 
escreva uma possível solução para o problema 
apresentado na crônica.
4. O tema tratado na crônica é um assunto
Nós refere-se às crianças e eles refere-se aos 
adultos.
Sugestão de resposta: texto curto, informal, 
aborda um assunto do cotidiano e traz uma críti-
ca ao comportamento humano. 
Resposta pessoal
Resposta pessoal
Quem fala na crônica é uma criança, pois a lin-
guagem utilizada é muito comum às crianças e 
porque, em alguns trechos da crônica, o cronista 
se inclui como parte das crianças. “[..] Ô, gover-
no, ou nós ou os grandes, tá legal?!”
A situação das crianças que não têm perspec-
tivas de futuro, sem educação e, muitas vezes, 
tendo que trabalhar em vez de estudar.
que diz respeito apenas à classe de pessoas 
representada na crônica.
que diz respeito a toda a sociedade. 
que não é interessante para se discutir.
x
Agora é sua vez!
6. Qual é a sua opinião sobre o problema retrata-
do na crônica?
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47 Produção de Texto • 5o anoSucesso Sistema de Ensino
Gênero: Reportagem
Reportagem é uma atividade jornalística que busca investigar informações ou assuntos para trans-
formá-los em notícia. 
Leia:
Cerca de um milhão de 
espécies de plantas e 
animais estão em risco 
de extinção como conse-
quência da ação humana 
na Terra, apontou um 
novo estudo divulgado 
pelas Nações Unidas nes-
ta segunda-feira, 6. De 
acordo com os cientistas, 
essas tendências podem 
ser interrompidas, mas 
será necessária uma “mu-
dança transformadora” 
na forma como os seres 
humanos interagem com 
a natureza.
O relatório de 1.500 
páginas, compilado por 
centenas de especialistas 
de todo o mundo e basea-
do em milhares de estu-
dos científicos, é a aná-
lise mais aprofundada já 
publicada sobre o declínio 
da biodiversidade em todo 
o mundo e os perigos que 
essas mudanças podem 
trazer para a civilização 
humana.
Um resumo do estudo foi 
aprovado por represen-
tantes de 132 países na 
ONU e divulgado nesta 
segunda em Paris. O 
documento completo 
deve ser publicado ainda 
neste ano.
Segundo as principais 
conclusões do estudo já 
divulgadas, a natureza 
em todo o planeta está 
sofrendo perdas em sua 
biodiversidade a uma 
velocidade nunca vista 
antes. As necessida-
des do homem por mais 
alimentos e energia são 
os principais causadores 
desse declínio.
Na maioria dos princi-
pais hábitats terrestres, 
das savanas da África 
Um milhão de espécies estão ameaçadas pela 
ação humana, aponta relatório
Novo estudo compilado pela ONU alerta para necessidade 
de 'mudança transformadora' na forma como o homem 
interage com a natureza
às florestas tropicais da 
América do Sul, o número 
médio de plantas e ani-
mais nativos caiu 20% 
ou mais, principalmente 
desde 1990. Mais de 40% 
das espécies de anfíbios, 
quase 33% dos corais e 
mais de um terço de todos 
os mamíferos marinhos 
estão ameaçados.
Com a população humana 
passando de 7 bilhões, 
atividades como agricul-
tura, extração de madei-
ra, caça furtiva, pesca e 
mineração estão alterando 
o mundo natural a uma 
taxa “sem precedentes na 
história da humanidade”.
Pelo menos 680 espécies 
de vertebrados foram 
levadas à extinção desde 
o século XVI e mais de 9% 
de todas as raças domes-
ticadas de mamíferos usa-
dos para alimentação e 
agricultura foram extintas 
em 2016, com pelo menos 
mais 1.000 raças ainda 
ameaçadas.
“A saúde dos ecossiste-
mas dos quais nós e todas 
as outras espécies depen-
dem está se deteriorando 
mais rapidamente do que 
nunca”, afirmou Robert 
Watson, presidente do 
IPBES (Plataforma Inter-
governamental de PolíticaCientífica sobre Biodiver-
sidade e Serviços Ecos-
sistêmicos). “Estamos 
destruindo as próprias 
fundações de nossas eco-
nomias, meios de subsis-
tência, segurança alimen-
tar, saúde e qualidade de 
vida em todo o mundo”.
[...]
Disponível em: https://veja.
abril.com.br/mundo/um-
-milhao-de-especies-estao-
-ameacadas-pela-acao-
-humana-aponta-relatorio/. 
Acesso em: 08/10/2019. 
SVStudio / shutterstock.com
A reportagem é formada:
1. Pelo título – Nome do assunto que será tratado na 
reportagem.
2. Pelo lide – Corresponde ao primeiro parágrafo do 
texto, com as informações mais importantes. 
3. Pelo corpo do texto – Corresponde ao desenvolvi-
mento do que foi apresentado no lide.
A reportagem também apresenta trechos de entre-
vistas, interpretações de autor/jornalista, dados de 
pesquisa, etc.
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48 Produção de Texto • 5o anoSucesso Sistema de Ensino
1. Copie o lide da reportagem que você leu. 4. Em relação ao trecho “A saúde dos ecossis-
temas dos quais nós e todas as outras espécies 
dependem está se deteriorando mais rapida-
mente do que nunca”, é correto afirmar:
5. Colete informações sobre a extinção de várias 
espécies devido à ação humana e acrescente-as 
à reportagem que você leu.
2. Qual é o número da população atual segundo 
a reportagem?
3. No trecho “O relatório de 1.500 páginas, com-
pilado por centenas de especialistas de todo o 
mundo e baseado em milhares de estudos cien-
tíficos, é a análise mais aprofundada já publica-
da sobre o declínio da biodiversidade em todo o 
mundo e os perigos que essas mudanças podem 
trazer para a civilização humana.”, a palavra em 
destaque significa:
Há mais de 7 bilhões de pessoas.
Degradação. 
Diminuição.
Extinção. 
Manutenção. x
O ser humano e todas as outras espécies 
dependem da saúde dos ecossistemas.
Os ecossistemas estão deteriorados e não 
há como modificar essa situação.
Só os animais e as plantas precisam se de-
senvolver de forma saudável. 
x
Resposta pessoal
Agora é sua vez!
Cerca de um milhão de espécies de plantas e 
animais estão em risco de extinção como con-
sequência da ação humana na Terra, apontou 
um novo estudo divulgado pelas Nações Uni-
das nesta segunda-feira, 6. De acordo com os 
cientistas, essas tendências podem ser inter-
rompidas, mas será necessária uma “mudança 
transformadora” na forma como os seres huma-
nos interagem com a natureza.
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