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O USO DA TECNOLOGIA COMO FACILITADOR DO ENSINO NA LINGUA PORTUGUESA.
EZEQUIAS DE FATIMA
Declaro que o trabalho apresentado é de minha autoria, não contendo plágios ou citações não referenciadas. Informo que, caso o trabalho seja reprovado duas vezes por conter plágio pagarei uma taxa no valor de R$ 250,00 para terceira correção. Caso o trabalho seja reprovado não poderei pedir dispensa, conforme Cláusula 2.6 do Contrato de Prestação de Serviços (referente aos cursos de pós-graduação lato sensu, com exceção à Engenharia de Segurança do Trabalho. Em cursos de Complementação Pedagógica e Segunda Licenciatura a apresentação do Trabalho de Conclusão de Curso é obrigatória).
RESUMO
o uso da tecnologia como facilitador de ensino da língua portuguesa para alunos do ensino médio, A facilidade que essa nova tecnologia nos dá é visível. O uso de tecnologias como ferramenta de ensino aproxima o aluno da escola visto que o uso de tecnologias está inserido em nossos cotidianos. Esta pesquisa tem como objetivo motivar o uso de recursos tecnológicos que possam auxiliar o aprendizado, motivando os educandos a buscarem mais conhecimentos, proporcionando aos professores a utilização de novas ferramentas em suas práticas pedagógicas. O presente estudo é uma pesquisa bibliográfica, elaborada por meio do método dedutivo, o qual tem por finalidade estudar uma premissa apresentada através de um problema, mostrando os caminhos para as possíveis soluções desse problema e os benefícios a serem adquiridos através das sugestões apresentadas, dessa maneira, considerando a necessidade de se debater o uso das tecnologias no espaço educacional, este artigo apresenta uma reflexão sobre a importância dos recursos tecnológicos.
Palavras-chave: Tecnologias, Pedagogia, Blog. Educação
ABSTRACT
the use of technology as a facilitator of teaching Portuguese to high school students, The ease that this new technology gives us is visible. The use of technologies as a teaching tool brings the student closer to the school since the use of technologies is inserted in our daily lives. This objective is to motivate the use of technological resources that can help learning, motivating students to seek more knowledge, providing teachers with the use of new tools and their pedagogical practices. The study is bibliographical research, elaborated through a problem through this method, the research methods, elaborated through a problem, the proposed methods and the benefits to be acquired, suggestions, suggestions, In this way, taking into account Considering the need to debate the use of technologies in the educational space, this article presents a reflection on the importance of technological resources.
Keywords: Technologies, Pedagogy, Blog. Education
1 INTRODUÇÃO
Os recursos tecnológicos vêm transformando a rotina da sociedade, alterando os serviços e equipamentos, empresas, bancos, a tecnologia influencia cada vez mais nossas vidas. Com isso, não podemos deixar de reconhecer que os avanços tecnológicos estão interferindo cada vez mais nas escolas.
Todos os setores da sociedade estão sendo alvo da nova era global, e com ela, surgem muitas desigualdades, entre as quais se destacam: o trabalho, o capital, as etnias e as religiões, as relações entre sociedade e natureza, todas elas envolvidas num mesmo intuito, na globalização do capitalismo. 
A sociedade global e de um universo de objetos, existem as novas tecnologias da informação e da comunicação, que fazem parte desse momento e que surgem acompanhadas por uma nova maneira de relacionamento entre: escola e sociedade.
O tema abordado é o uso da tecnologia como facilitador de ensino da língua portuguesa para alunos do ensino médio, A facilidade que essa nova tecnologia nos dá é visível. O uso de tecnologias como ferramenta de ensino aproxima o aluno da escola visto que o uso de tecnologias está inserido em nossos cotidianos.
 Dessa maneira, considerando a necessidade de se debater o uso das tecnologias no espaço educacional, este artigo apresenta uma reflexão sobre a importância dos recursos tecnológicos nas aulas de Língua Português. De acordo com Santos e Martins (2015) às Tecnologias de Informação e Comunicação (Tis) se tornam facilitadoras da aprendizagem em salas de aula tradicionais. No século XXI, torna-se imprescindível o uso das tecnologias para auxiliar os docentes e discentes na construção do conhecimento.
Esta pesquisa tem como objetivo motivar o uso de recursos tecnológicos que possam auxiliar o aprendizado, motivando os educandos a buscarem mais conhecimentos, proporcionando aos professores a utilização de novas ferramentas em suas práticas pedagógicas, apoiando nos objetivos específicos de analisar como as tecnologias estão presentes como o uso do blog como ferramenta de ensino, analisando as tecnologias atuais.
O presente estudo é uma pesquisa bibliográfica, elaborada por meio do método dedutivo, o qual tem por finalidade estudar uma premissa apresentada através de um problema, mostrando os caminhos para as possíveis soluções desse problema e os benefícios a serem adquiridos através das sugestões apresentadas. (FACHIN, 1993).
TECNOLOGIAS DIGITAIS NA EDUCAÇÃO
Atualmente, se vive uma prática que, há tempos, era verificada apenas em filmes, ou seja, qualquer pessoa que use a internet1 pode acessar o mundo clicando em um botão. Sim, esta é a realidade. Os recursos tecnológicos estão presentes em todos os lugares: nos bancos, nos supermercados, nas residências, nos hospitais, nas empresas, nas escolas
As tecnologias digitais estão em constantes transformações, apresentando-se como uma gama de possibilidades para a interação, comunicação, É a busca de informações, para o entretenimento e para a produção do conhecimento. Desse modo, é preciso repensar as formas de ensino para que se assegure, realmente, a aprendizagem dos alunos, repensar isso perpassa pela formação inicial e continuada do professor.
A RESOLUÇÃO CNE/CP nº 1, de 18 de fevereiro de 2002, institui Diretrizes Curriculares Nacionais para a Formação de Professores da Educação Básica, em nível superior, curso de licenciatura, de graduação plena, em suas orientações preconizam no Art. 2º, inciso VI “o uso de tecnologias da informação e da comunicação e de metodologias, estratégias e materiais de apoio inovadores” (BRASIL, 2002).
Diante das exigências decorrentes da presença das tecnologias digitais no contexto educacional faz-se necessário repensar o fazer pedagógico, de modo que atendam as necessidades educacionais e as demandas trazidas pelos alunos para o contexto escolar.
A informação e a tecnologia andam juntas e quem as possui exerce um domínio e estabelece territórios pelo poder garantidos por posse, isto é fato hoje. Precisa-se de uma discussão e desenvolvimento de políticas públicas abertas para a inclusão digital nos domínios escolares e obter a formação docente como precursora de uma efetivação eficiente dos meios tecnológicos.
Quando computadores e a Internet são inseridos no contexto escolar, é preciso refletir a respeito do que diz Tedesco (2001, p. 70): “A construção do conhecimento da comunidade é tarefa das pessoas e não dos aparatos”. Isso porque a informação por si só não acarreta conhecimento, e a simples comunicação não implica a existência de uma comunidade, nem que apenas por usar computadores os problemas educacionais serão resolvidos.
A importância de atividades que valorizem a atuação do jovem na sociedade e na escola afim de estreitar a relação escola-professor-aluno, que está cada vez mais distante. As novas tecnologias da informação e comunicação (NTIC) são desenvolvidas para se tornarem facilitadores na produção de conhecimento e na criação de instrumentos capazes de transformar a vida das pessoas, por sua vez, elas se adaptam muito bem na educação, uma vez que, o aluno do século XXI está disposto à aprender coisas novas a todo momento.
Para entender melhor o que são as TIC’s, Masetto (2012, p.237) informa:
Por Tecnologias de Informação e Comunicação (TIC) queremos entender o uso da informática,do computador, da internet, do CD e do DVD, da hipermídia, da multimídia, de ferramentas para a educação a distância como chat, grupos ou lista de discussão, correio eletrônico, e de outros recursos e linguagens digitais de que atualmente dispomos, como o iPod ou iPhone e que podem colaborar significativamente para tornar o processo de educação mais eficiente e mais eficaz.
Exatamente, os aparelhos tecnológicos, que qualquer pessoa possui, atualmente, podem ajudar no processo educativo das escolas. Por isso, faz-se necessária, a elaboração de um currículo inovador, como comentado anteriormente, para os alunos de hoje, focados na tecnologia.
As tecnologias de telecomunicação (móveis) como aparelhos de celular, podem ser um recurso pedagógico, de acordo com Bento e Cavalcante (2013). Entretanto se faz inevitável um período de estudos e desenvolvimento de atividades para que o uso do celular não vire meramente um aparelho de entretenimento dos alunos. O telefone celular deve ser um ótimo recurso didático, plausível de ser introduzido em diferentes momentos no ambiente educacional, desde que seja inserido no planejamento de ensino do professor e da instituição, além de uma colaboração e uma boa comunicação do corpo docente com as famílias e todos os membros da escola, para que o trabalho seja realizado de forma colaborativa.
A construção de novos meios para aprender e ensinar através de novos conhecimentos tecnologicos exige do professor uma atitude de resistência à frustração e de buscar meios de pesquisa informais, aderindo a usos pedagógicos de tecnologias já experimentados e criando adaptações para poder aplicá-las (CYSNEIROS, 1999).
Para Prensky (2010), o papel da tecnologia é de oferecer suporte a novos paradigmas de ensino, sendo que tem um papel único de apoiar o aprendizado dos alunos, que por meio de seu uso adequado são capazes de ensinarem a si mesmos (com a orientação dos professores). Porém, tal como é utilizada, não apoia, nem pode apoiar, a velha pedagogia do professor palestrante, exceto de forma mínima como slides e vídeos, que muitas vezes são usados por estes com muito mais frequência do que devem ser utilizados.
6.1 AS TECNOLOGIAS CONTRIBUINDO PARA A FORMAÇÃO DO PROFESSOR
Sabe-se que, as tecnologias da informação e comunicação trouxeram para a sociedade uma ampla possibilidade de uso da internet, para diferentes meios e fins. Dentre os mais usados estão as redes sociais como Facebook, Whatsap, MSN, Mesenger
Nesse contexto, Guerra (2001) vê a possibilidade das TICs para formação dos professores na educação ambiental em que se investiga um ambiente de aprendizagem cooperativa para a formação de professor procurando ver os limites e possibilidades da inserção da dimensão ambiental na educação no currículo do Ensino Básico, usando as TICs.
 Outro trabalho nessa perspectiva é o de Oliveira (2004) que focou as interações e trocas intertextuais dos alunos-professores- assistentes da PUC/SP, veiculadas no ambiente de interação digital.
Na concepção de Paulo Freire (1997, p.90), “Em qualquer caso o estudo exige uma atitude séria e curiosa na procura de compreender as coisas que observamos”. Ou seja, no caso da leitura, não significa só decodificar o que está escrito, é entender o que está sendo dito. Portanto, o professor não pode mais ficar em sala apenas jogando informações no quadro ou transferindo tudo para a tela de computadores enquanto os alunos apenas copiam e reproduzem conteúdo. Estamos numa nova era, devemos buscar outras formas de ensinar e aprender.
Moran (2006, p.133) considera a tecnologia um instrumento que contribuiu para o processo de ensino-aprendizagem”, mas ressalta que ela ainda não é valorizada como deveria para tornar o processo de ensino-aprendizagem mais eficiente e mais eficaz, apesar de reconhecer que não é o simples uso da tecnologia por si só que vai solucionar o problema da educação no país.
Um dos maiores problemas enfrentados pelos educadores está relacionado à quantidade diversificada de textos expostos nos meios de comunicação, e em sua maioria de fácil acesso para os usuários. Lidar com tecnologia significa compreender diferentes formas de multimídias e hipertextos, e, em suas diversas categorias como texto visual, texto escrito, linguagens, comportamentos, textos orais, entre outros.
Segundo Cavalcante (2012), usar recursos tecnológicos em sala de aula, requer uma responsabilidade de aperfeiçoar as compreensões de alunos sobre o mundo natural e cultural em que vivem. O professor que se habilita a tais pratica precisa está em desenvolvimento continuo pois as evoluções tecnologias acontecem em ritmo acelerado. O uso correto das tecnologias no ambiente escolar constata-se que a aprendizagem pode se dar com desenvolvimento emocional, racional, da imaginação, do intuitivo, das interações, a partir dos desafios.
Segundo Valente (2011), informações que devem ser acessada pelos alunos deve ser de conhecimento do professor, A postura do professor frente aos alunos e tecnologias deve ser respeitada, de forma organizada e com limites, os alunos devem prestar atenção, para conseguirem realizar as tarefas de forma correta e buscando ampliar os conhecimentos, ou aplicar esses conhecimentos fazendo uso das tecnologia.
O uso das tecnologias de informação e comunicação na elaboração de planos de aula e de estratégias de ensino podem proporcionar um ambiente melhor de aprendizagem, oferecendo mais fontes de pesquisas e formas diferenciadas da aplicação do conteúdo estudado. Outra vantagem que podemos elencar refere-se ao aprimoramento da retenção do conhecimento no processo ensino-aprendizagem.
Quando se usa tecnologia em sala de aula, nivelar o aprendizado entre todos os alunos pode ser mais simples. Ao respeitar o ritmo de aprendizagem de cada um, o professor pode oferecer uma aula na qual o aluno participa ativamente:
Essas novas tecnologias trouxeram grande impacto sobre a Educação, criando novas formas de aprendizado, disseminação do conhecimento e especialmente, novas relações entre professor e aluno. Existe hoje grande preocupação com a melhoria da escola, expressa, sobretudo, nos resultados de aprendizagem dos seus alunos. Estar informado é um dos fatores primordiais nesse contexto. Assim sendo, as escolas não podem permanecer alheias ao processo de desenvolvimento tecnológico ou à pena de perder-se em meio a todo este processo de reestruturação educacional (FERREIRA, 2014, p.15)
Segundo Levy (1993) Desta forma analisa-se que o professor deve dominar esta tecnologia a ponto de conseguir despertar a curiosidade do seu aprendiz, de maneira a utilizar esta ferramenta como um diferencial aos seus métodos de ensino, e um diferencial a facilitar a compreensão do aluno sobre o conteúdo.
Segundo Tajra (2012), a introdução das novas tecnologias digitais gerou mudanças para dinâmica social, cultural e tecnológica as quais possibilitaram o acesso à informação e a superação das fronteiras de espaço e tempos também na esfera educacional, pois o foco é a construção do conhecimento e a interdisciplinaridade rompendo com estruturas e fórmulas prontas ou práticas padronizadas no processo de ensino-aprendizagem.
As tecnologias digitais estão em constantes transformações, apresentando-se como uma gama de possibilidades para a interação, para comunicação, para a busca de informações, para o entretenimento e para a produção do conhecimento. Desse modo, é preciso repensar as formas de ensino para que se assegure, realmente, a aprendizagem dos alunos, repensar isso perpassa pela formação inicial e continuada do professor.
A RESOLUÇÃO CNE/CP nº 1, de 18 de fevereiro de 2002, institui Diretrizes Curriculares Nacionais para a Formação de Professores da Educação Básica, em nível superior, curso de licenciatura, de graduação plena, em suas orientações preconizam no Art. 2º, inciso VI “o uso de tecnologias da informação e da comunicação e de metodologias, estratégias e materiais de apoio inovadores” (BRASIL, 2002). Temos nas Diretrizes Curriculares Nacionais o anúncio da importânciada utilização das tecnologias digitais nos processos de ensino e de aprendizagem. Para tanto, há que se investir na formação do professor para que este mobilize seus conhecimentos e utilize as tecnologias digitais num processo dialógico, que propicie o fomento da interação, da colaboração, da exploração, da simulação, da experiência, da investigação e do conhecimento.
Conforme Libâneo (2000), o professor precisa ter uma cultura geral e ampla, capacidade para agir em sala de aula, habilidades comunicacionais, domínio da linguagem, e saber usar os meios tecnológicos para articular melhor suas aulas. O professor deve deixar de ser apenas o repassador de informações e passar a ser o criador de situações de aprendizagem e mediador do processo de desenvolvimento intelectual do aluno, tornando-o mais independente
A partir das novas exigências educacionais surgidas com o desenvolvimento das tecnologias digitais, a relação com o conhecimento tem se modificado. Isso, tem se configurado num dos desafios da escola. Nesse contexto cabe o questionamento, como usar as tecnologias digitais nos processos de ensino e aprendizagem? Não temos respostas imediatas para esse questionamento, mas, apontamos que na perspectiva da articulação entre educação e 10198 tecnologias digitais aposta-se na formação continuada dos professores, uma vez que os professores são os interlocutores que promovem possibilidades para a apropriação e a produção do conhecimento.
6.2 O USO DO BLOG COMO FERRAMENTA DE ENSINO 
O termo Blog é uma versão reduzida da palavra “Weblog”, “Web” vem de Word Wid Web (rede de alcance mundial). Esse termo é para definir a parte gráfica desse espaço onde circulam formações hipertextuais distribuídas em rede através do protocolo http, o “log” vem da prática de se utilizar um bloco de madeira para marcar a velocidade dos navios.
Inicialmente vale apresentar uma definição de blog: O termo “blog” é a abreviatura do termo original da língua inglesa “weblogger”.
 [...] Na sua origem e na sua acepção mais geral, um weblogger é uma página na Web que se pressupõe ser actualizada com grande frequência através da colocação de mensagens – que se designam “posts” – constituídas por imagens e/ou textos normalmente de pequenas dimensões (muitas vezes incluindo links para sites de interesse e/ou comentários e pensamentos pessoais do autor) e apresentadas de forma cronológica, sendo as mensagens mais recentes normalmente apresentadas em primeiro lugar. A estrutura natural de um blog segue, portanto, uma linha cronológica ascendente. (GOMES, 2005, P.1).
O blog é uma ferramenta de grande contribuição para o processo de ensino - aprendizagem. É um meio onde o conhecimento é partilhado, repartido entre os seus usuários. A inserção do blog na educação dinamiza, inova o trabalho escolar. A escola pode e deve ser um ambiente lúdico. Barbosa (2004) comenta em seu estudo, que o uso do blog permite aos discentes e docentes uma melhor facilidade de comunicação, compartilhamento de informações e permuta de ideias e opiniões. E diz, ainda, que os professores já utilizam essa ferramenta como instrumento para fortalecer os conhecimentos de alunos, explorando as atividades disponibilizadas e tarefas executadas.
O blog possibilita práticas educativas muito mais interessantes, sobretudo sob a ótica da Interdisciplinaridade. Essa nova modalidade retrata uma educação participativa e transformadora, onde professor passa a ser o facilitador da aprendizagem e os alunos os personagens principais que experimentam essa nova prática de aprender com significados para suas vivências pessoais. (MARQUESE ABEGG, 2012 apud ROSADO e BOHADANA, 2007, p. 2).
Segundo a pesquisa de Silva e Rodrigues (2008) encontrou resultados pertinentes ao uso do blog como uma ferramenta pedagógica eficaz no incentivo de discentes, o que pode contribuir e gerar trabalhos complexos e criativos. Seguindo a mesma linha. O estudo da pesquisadora Zimmer (2011) revela que o recurso do blog tem boas potencialidades educativas, mas ainda são pouco difundidas no campo prático didático. Verificou-se, também, que o recurso blog pode ser um apoio para o desenvolvimento do conhecimento entre alunos e professores, resultando na criação de locais para as ações planejadas de aprendizagem.
O blog pode ser direcionado com uma intencionalidade pedagógica e poderá funcionar evidenciando opiniões sobre assuntos de pertinência do ambiente escolar, mas sob o olhar dos alunos e suas impressões sobre o local onde vivem e desenvolvem suas relações sociais, culturais e aprendendo a conviver com a diversidade.
O grande desafio dos professores na era da informação digital é mudar de atitude, extrapolar os limites da sala de aula e considerá-la como ponto de partida na busca do conhecimento. De acordo com Silva (2000, p. 19), “é preciso investir em interatividade na relação professor, alunos e conteúdos curriculares, seja na sala de aula presencial, seja no ensino à distância".
CONCLUSÃO
Conclui-se, do uso que as ferramentas tecnológicas oferecem na aprendizagem citamos uma melhor retenção do conhecimento, o incentivo a aprendizagem individual e coletiva e o suporte que o professor tem no preparo das aulas para torna-las mais atrativas 
 Por mais que a realidade em sala de aula já se apresente com alunos mais digitais o ambiente escolar ainda não alcançou todo o potencial que as tecnologias oferecem. Isto ocorre por diversas razões desde a falta de investimento adequado por parte dos governantes e gestores escolares até a falta de acesso, entendimento e qualificação dos professores. Manter os alunos atentos em sala de aula quer seja no presencial ou na aula online depende da condução adequada dos recursos tecnológicos disponíveis. 
m fato notável que a aplicação de novas tecnologias nas salas de aula é conveniente. Partindo do pressuposto que sua implantação é necessária em uma infraestrutura adequada, para que não haja desperdício de investimento podemos afirmar que é fundamental um preparo adequado dos professores para serem capazes de utilizarem estas novas tecnologias implantadas. Assim, não haverá imposição da utilização de tecnologias, por meios impressos, multimídias (DVD, MP3, MP4, projetores), computadores e internet. 
O professor precisa orientar o processo de obtenção de conhecimentos, mas para isso é fundamental que esteja apto a lidar com tais recursos. É afirmativo que o uso de novas tecnologias nas escolas é conveniente, mas para isso é imprescindível um planejamento satisfatório e adequado (OLIVEIRA JÚNIOR E SILVA, 2010).
REFERÊNCIAS BIBLIOGRÁFICAS
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Moran, José,Manoel. Educação e tecnologias: mudar pra valer! Disponível em: Acesso em 13 de fev. 2014.disponivel em: https://www.eca.usp.br/prof/moran/site/textos/tecnologias_ed.acesso em 12 de outubro de 2021.
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ZIMMER, Josete Maria - Blog didático: integração na prática pedagógica. Lisboa: [s.n.], 2011. Ensino de Ciência e Tecnologia, Universidade Tecnológica Federal do Paraná, Ponta Grossa, 2013.disonivel em https://revistavalore.emnuvens.com.br/valore/article/view/28> acesso em 17 de outubro de 2021.
APÊNDICES
COMO REFERENCIAR OBRAS:
Seguem exemplificações das formas de referência mais utilizadas em trabalhos acadêmicos.
Livro com um autor:
SOBRENOME (CAIXA ALTA), nome do autor. Título (negrito): subtítulo (se houver – sem realce de negrito). Cidade: editora, ano de publicação.
Exemplo:
FAZENDA, Ivani Catarina Arantes. Interdisciplinaridade: um projeto em parceria. São Paulo: Loyola, 2007.
Livro com dois ou três autores (separados por ponto e vírgula):
SOBRENOME (CAIXA ALTA), nome do autor; SOBRENOME (CAIXA ALTA), nome do autor. Título (negrito): subtítulo (se houver – sem realce de negrito). Cidade: editora, ano de publicação.
Exemplo:
AMARAL, Emília; SEVERINO, Antônio; PATROCÍNIO, Mauro Ferreira do. Novo manual de redação: gramática, literatura, interpretação de texto. São Paulo: Círculo do Livro, 1995. 
Livros com quatro ou mais autores (acompanhado do termo et al.):
SOBRENOME (CAIXA ALTA), nome do autor. et al. Título (negrito): subtítulo (se houver – sem realce de negrito). Cidade: editora, ano de publicação.
Exemplo:
URANI, André. et al. Constituição de uma matriz de contabilidade social para o Brasil. Brasília: IPEA, 1994.
Capítulo de coletânea (livro organizado que contém contribuições de vários autores): 
SOBRENOME (CAIXA ALTA), nome do autor do capítulo. Título do capítulo. In: SOBRENOME DO ORGANIZADOR DO LIVRO (CAIXA ALTA), nome do organizador do livro (org.). Título da obra em negrito. Local: Editora, ano, página inicial – página final do capítulo.
Exemplo:
CELLARD, A. A análise documental. In: POUPART, Jean. et al. (Orgs). A Pesquisa Qualitativa: Enfoques epistemológicos e metodológicos, 3° ed. Rio de Janeiro: Petrópolis, Editora Vozes, 2012, pp. 295-316.
Para artigos publicados em periódicos (revistas acadêmicas), o nome dos autores segue a mesma estrutura das referências anteriores, entretanto o nome da revista é que fica em negrito, e não da obra. Exemplos:
MASETTO, Marcos Tarciso. Inovação curricular no ensino superior. Revista e-curriculum, São Paulo, v. 7, n. 2, p. 1 -20, ago 2011.
LIMA, Telma Cristiane Sasso de; MIOTO, Regina Célia Tamaso. Procedimentos metodológicos na construção do conhecimento científico: a pesquisa bibliográfica. Revista Katálysis, Florianópolis, v. 10 n. esp. p. 37-45, 2007. Disponível em: <http://www.scielo.br/pdf/rk/v10nspe/a0410spe>. Acesso em: 14 de maio de 2021.
Documentos oficiais e/ou jurídicos (Leis, decretos, portarias, diretrizes governamentais, relatórios de instituições públicas e/ou privadas, entre outros). Obs.: a referência se inicia pelo órgão responsável pelo documento (Brasil, ONU, Paraná, entre outros). Segue abaixo três exemplos, sendo o primeiro de lei, o segundo de decreto de lei e o último de documento oficial de uma Organização não governamental (ONG.).
PAÍS, ESTADO ou MUNICÍPIO. Lei número (em destaque de negrito), data (dia, mês e ano). Ementa (é o resumo que fica na própria lei logo abaixo do título). Cidade: (local da publicação), ano. Disponível em: (Link do documento) (Acessado em data).
Exemplo:
BRASIL. Ato Institucional nº 17, de 14 de outubro de 1969. Autoriza o Presidente da República a transferir para reserva, por período determinado, os militares que hajam atentado ou venham a atentar contra a coesão das Forças Armadas. Brasília: Casa Civil, 1969. Disponível em: <http://www.planalto.gov.br//CCIVIL_03/AIT/ait-17-69.htm>. Acesso em: 14 de maio de 2021
PAÍS, ESTADO ou MUNICÍPIO. Decreto de Lei, número, data (dia, mês e ano). Ementa (é o resumo que fica na própria lei logo abaixo do título). Dados da publicação que publicou (com destaque no nome de veículo de publicação negrito).
Exemplo:
BRASIL. Decreto-lei n° 2423, de 7 de abril de 1998. Estabelece critérios para pagamento de gratificações e vantagens pecuniárias as titulares de cargos e empregos da Administração Federal direta e autárquica e dá outras providências. Diário Oficial [da] República Federativa do Brasil, Brasília, D.F., 8 abr. 1998. Seção 1, pt. 1, p. 6009.
AUTOR (entidade coletiva responsável pelo documento). Nome do documento (com destaque em negrito), data (dia, mês e ano). Ementa (quando houver). Dados da Publicação. Disponível em: (Link do documento) (data de acesso).
ONU – Organização das Nações Unidas. Declaração Universal dos Direitos Humanos, 10 de dezembro de 1948. Adotada e proclamada pela resolução 217 A (III) da Assembleia Geral das Nações Unidas. Disponível em: <http://unesdoc.unesco.org/images/0013/001394/139423por.pdf>. Acesso em 14 de maio de 2021.
Trabalhos acadêmicos (dissertações e teses):
SOBRENOME, Nome. Título do trabalho (com destaque em negrito). Ano. Número de folhas. Natureza do Trabalho (Nível – Mestrado, Doutorado ou Livre Docência – e área do curso) - Unidade de Ensino, Instituição, Local, Ano de defesa.
Exemplo:
NIEL, Marcelo. Anestesiologistas e uso de drogas: um estudo qualitativo. 2006. 149 f. Dissertação (Mestrado em Ciências) – Escola Paulista de Medicina, Universidade Federal de São Paulo, São Paulo, 2006.

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