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A hematopoiese (ou hemopoese) é processo pelo qual são formadas as
células do sangue. Ela abrange todos os fenômenos relacionados com a
origem, a multiplicação e a maturação de células primordiais ou precursoras
das células sanguíneas. A porção celular do sangue é composta de
eritrócitos, leucócitos e plaquetas. Essas três linhagens celulares, apesar de
serem distintas umas das outras, são oriundas de uma célula-mãe única,
denominada célula pluripotente, toipotente, stem–cell ou célula-tronco.
Nas primeiras semanas da gestação, o saco vitelino é um local transitório de
hematopoese. A hematopoese definitiva, entretanto, deriva de uma
população de células-tronco observada, pela primeira vez, na aorta dorsal,
designada região AGM (aorta-gônadas-mesonefros). Acredita-se que esses
precursores comuns às células endoteliais e hematopoéticas
(hemangioblastos) aninhem-se no fígado, no baço e na medula óssea; de 6
semanas até 6 a 7 meses de vida fetal, o fígado e o baço são os principais
órgãos hernatopoéticos e continuam a produzir células sanguíneas até cerca
de 2 semanas após o nascimento. A placenta também contribui para a
hematopoese fetal. A medula óssea é o sítio hematopoético mais importante
a partir de 6 a 7 meses de vida fetal e, durante a infância e a vida adulta, é a
única fonte de novas células sanguíneas. As células em desenvolvimento
situam-se fora dos seios da medula óssea; as maduras são liberadas nos
espaços sinusais e na microcirculação medular e, a partir daí, na circulação
geral.
Nos dois primeiros anos, toda a medula óssea é hematopoética, mas, durante
o resto da infância, há substituição progressiva da medula dos ossos longos
por gordura, de modo que a medula hematopoética no adulto é confinada ao
esqueleto central e às extremidades proximais do fêmur e do úmero. Mesmo
nessas regiões hematopoéticas, cerca de 50% da medula é composta de
gordura. A medula óssea gordurosa remanescente é capaz de reverter para
hematopoética e, em muitas doenças, também pode haver expansão da
hematopoese aos ossos longos. Além disso, o fígado e o baço podem
retomar seu papel hematopoético fetal ("hematopoese extramedular").
A hematopoese inicia-se com uma célula-tronco pluripotente, que tanto
pode autorrenovar-se como também dar origem às distintas linhagens
celulares. Essas células são capazes de repovoar uma medula cujas
célulastronco tenham sido eliminadas por irradiação ou quimioterapia letais.
Residem em "nichos" especializados. A diferenciação celular a partir da
célula-tronco passa por uma etapa de progenitores hematopoéticos
comprometidos, isto é, com potencial de desenvolvimento restrito.
Células progenitoras muito precoces devem ser cultivadas a longo prazo em
estroma de medula óssea, ao passo que as células progenitoras tardias
costumam ser cultivadas em meios semissólidos. Um exemplo é o primeiro
precursor mieloide misto detectável, que origina granulócitos, eritrócitos,
monócitos e megacariócitos, chamado de CFU (unidade formadora de
colônias)- GEMM. A medula óssea também é o local primário de origem de
linfócitos, que se diferenciam de um precursor linfocítico comum.
A célula-tronco tem capacidade de autorrenovação, de modo que a
celularidade geral da medula, em condições estáveis de saúde, permanece
constante. Há considerável ampliação da proliferação do sistema: uma
célula-tronco, depois de 20 divisões celulares, é capaz de produzir cerca de
106 células sanguíneas maduras. As células precursoras, contudo, são
capazes de responder a fatores de crescimento hematopoético com aumento
de produção seletiva de uma ou outra linhagem celular de acordo com as
necessidades.
Uma vez levadas pela corrente circulatória, as células que possuem
atividade hemoformadora (células pluripotentes), formadas no saco
vitelínico inicialmente, aninham-se em locais distantes, onde a disposição
anatômica vascular e os elementos celulares de sustentação formam um
microambiente propício a seu desenvolvimento. Em condições ideais de
microambiente, o tecido hemopoiético prolifera e amadurece.
No microambiente da medula óssea, as células pluripotentes (ou
célulastronco hematopoiéticas) encontram condições favoráveis para sua
sobrevida, autorrenovação e formação de células progenitoras
diferenciadas. Esse meio é composto por células do estroma e uma rede
micro-vascular. As células do estroma são formadas por adipócitos,
fibroblastos, células endoteliais e macrófagos. Juntas, essas células
secretam moléculas extracelulares, como colágeno, glicoproteínas e
glicosaminoglicanos (ácido hialurônico e derivados condroitínicos) para
formar uma matriz extracelular. Fatores de crescimento, necessários à
sobrevivência da célula-tronco, também são secretados pelas células do
estroma.
Em outras palavras, as células estromais permitem a fixação das células
pluripotentes, trazidas pela circulação periférica, ao estroma medular e
propiciam o contato íntimo entre essas células e os fatores de crescimento
hemopoiéticos secretados pelas células do estroma que entram em contato
com seus respectivos receptores de membrana.
A fixação de células hematopoiéticas pluripotentes no estroma medular é
mediada por moléculas de adesão e seus respectivos receptores situados na
membrana dessas células. São exemplos de receptores: o CD44, o CD11, o
CD18 e a fibronectina. A partir dessa interação com os receptores, as
células-tronco hematopoiéticas proliferam-se e podem ser tanto estimuladas
a autorrenovar-se como também a dar origem às distintas linhagens de
células sanguíneas.
A diferenciação celular a partir da célula tronco, passa por uma etapa de
progenitores hematopoéticos comprometidos, isto é, com potencial de
desenvolvimento restrito. Existe células progenitoras separadas para cada
linhagem.
Entre as células pluripotentes medulares e as células maduras que entram
no sangue há várias fases intermediárias. A célula pluripotente, responsável
pela formação de todas as células sanguíneas, expande-se ou se divide,
guardando sempre a característica de pluripotencialidade. Porém, algumas
de suas células-filhas evoluem num sentido mais avançado e apesar de ainda
serem indiferenciadas já são orientadas para uma única ou apenas para
algumas linhagens celulares. Essas são denominadas células comprometidas
(ou precursores comprometidos).
Quando as células comprometidas atingem um grau de diferenciação ainda
maior elas se tornam onipotentes e são capazes de dar origem a apenas uma
determinada série sanguínea.
As séries sanguíneas são constituídas pelos eritrócitos (ou hemácias),
células granulocíticas, monócitos e macrófagos, linfócitos e plasmócitos e,
por fim, pelas plaquetas (ou trombócitos).
Os fatores de crescimento hematopoiéticos são hormônios glicoproteicos
que regulam a proliferação, a diferenciação das células progenitoras
hematopoiéticas e a função das células sanguíneas maduras, além de
prevenir a apoptose celular. Eles podem agir no local em que são produzidos
por contato célula a célula ou podem circular no plasma. Também podem se
ligar à matriz extracelular, formando nichos ao quais aderem células-tronco
e as células progenitoras.
• Eritropoetina: sintetizada no rim;
• Trombopoetina: sintetizada no fígado;
• Outros fatores de crescimento: células estroma.
Além dos fatores que estimulam a proliferação ou a maturação das várias
linhagens celulares do sangue, há substâncias que inibem esses fenômenos.
Tais substâncias podem ser denominadas reguladores ou modulares, pois,
até certo ponto, impedem a produção de quantidade excessiva de células.
São produzidas por vários tipos de células presentes no estroma de
sustentação da medula óssea.
• Interferon Gama: é uma linfocina produzida por linfócitos T que tem
efeito inibidor sobre a proliferação das células imaturas normais.
• PGE: é produzida por macrófagose tem ação inibidora sobre as CFUGM
(unidade ou célula formadora de colônias constituídas apenas de neutrófilos
[G] e monócitos [M]).
• TGF Beta: constituem um grupo de polipeptídeos de ação reguladora,
tanto de mielopoiese como da linfopoiese (TGF ẞ1, ẞ2, ẞ3). Essas
citocinas são produzidas por várias células da medula óssea e liberas no
processo de degranulação das plaquetas. Têm efeito inibidor intenso sobre
a megacariocitopoiese, mas inibem também a eritropoiese e a granulocito-
monocitopoiese.
• Lactoferrina: é um constituinte normal das granulações citoplasmáticas
específicas dos segmentados neutrófilos. Sua eliminação a partir dessas
granulações tem efeito inibidor sobre a proliferação das células jovens da
medula óssea.
• Fator de Necrose Tumoral Alfa (TNF alfa): tem ação inibidora sobre
precursores da mielopoiese quando colocado em cultura de medula óssea.
Esse efeito parece ser sinérgico com do Interferon Gama.
O quadro clínico da LMA incluirá sintomas decorrentes da falência da
medula óssea em produzir os elementos sanguíneos. Assim, é comum
observar quadros típicos de anemia, que incluem fadiga, palidez cutâneo-
mucosa e fraqueza. O paciente também pode apresentar leucopenia, que faz
com que haja predisposição a infecções e a quadros de febre, tanto pela
própria leucemia ou em decorrência dos quadros infecciosos. Por fim, os
pacientes podem sofrer de sangramentos, com a ocorrência de hemorragias,
epistaxe e o aparecimento de petéquias. Esses sintomas se relacionam à
gravidade da trombocitopenia encontrada no paciente. Além disso, os
pacientes podem apresentar quadro de coagulação intravascular
disseminado, sobretudo aqueles que possuem o subtipo M3 de LMA
(leucemia promielocítica), que será descrita à frente.
Pela infiltração de células anormais em tecidos, podemos encontrar nos
pacientes com LMA casos de hepatomegalia, esplenomegalia,
linfadenopatia, de hipertrofia de gengiva e de dor óssea, além da presença
eventual de sarcomas granulocíticos (tumores extramedulares, localizados
em ossos, no periósteo, em linfonodos, na pele e em tecidos moles).
Alguns sintomas indicam o acometimento do sistema nervoso central. Entre
eles, podemos observar a ocorrência de cefaleia, de convulsões e de
alterações visuais.
As leucemias mieloides agudas são um grupo heterogêneo de doenças
clonais, em que há proliferação anormal de progenitores hematopoiéticos
da linhagem mieloide. Essas células produzidas excessivamente, além de se
acumularem na medula óssea prejudicando a produção normal dos outros
tipos celulares, podem se infiltrar em outros tecidos, comprometendo assim
a função de alguns órgãos.
Por se tratar de uma leucemia aguda, sabemos que as células alteradas são
ainda muito imaturas e, portanto, incapazes de realizarem a sua função de
defesa do organismo.
Sabe-se que a LMA é resultado de inúmeras alterações genéticas que se
relacionam de forma acumulativa. Quando as mutações acabam por afetar
genes que codificam fatores de transcrição importantes para a
hematopoiese, pode haver descontrole desse processo, gerando uma LMA.
Foram identificadas muitas mutações condutoras (driver) de LMA; as mais
comuns são em FLT3, NPMJ e DNMT3A. Algumas outras, como em
ASXLJ, são frequentes em mielodisplasia e, quando encontradas em LMA,
sugerem que se trate de caso secundário, originado de mielodisplasia. As
mutações ocorrem em apenas um dos dois alelos para o gene e podem ser
de "perda de função" ou de "ganho de função".
Nos exames laboratoriais de um paciente com LMA, podemos encontrar
contagens hematológicas muito variadas. Na maioria dos casos, cerca de
50%, o paciente apresenta leucocitose com frequente presença de
mieloblastos. Em adição, encontra-se uma anemia normocítica e
normocrômica.
O quadro clínico é aquele observado em situações de supressão da medula
óssea, dessa vez, pela infiltração pelas células leucêmicas. Os pacientes
possuirão anemia, apresentando palidez, fraqueza e cansaço, e podem
apresentar hemorragias, principalmente na pele e em mucosas. Em 1/3 dos
casos, há febre e sudorese noturna, associados ao não a quadro infeccioso.
Além disso, os pacientes, sobretudo crianças, apresentam quadro de
artralgia e dores ósseas, devido à distensão do periósteo sob a ação do
infiltrado leucêmica. Em decorrência de infiltração ou de hemorragias no
sistema nervoso central, o paciente pode ter confusão mental, cefaleia e
compressão de nervos cranianos, sobretudo dos pares VI e VII. Esses
sintomas também podem ser decorrentes da presença exagerada de blastos
na circulação, chamada de síndrome de leucostase.
Fora isso, podemos observar adenomegalias (presentes em 49% dos casos),
hepatomegalia (em 35% das vezes), esplenomegalia (44%), presença de
massa mediastinal, normalmente associada à proliferação de células T
(15%) e leucemia testicular (em 0,3% dos pacientes).
A leucemia linfoide aguda é uma doença que decorre da proliferação clonal
de precursores linfoides anormais na medula óssea. Sua etiologia é
desconhecida, apesar de haver suspeitas de que fatores genéticos
influenciam no seu desenvolvimento.
Na LLA, são os linfoblastos (células muito jovens da linhagem linfoide) que
param de funcionar corretamente e começam a multiplicar-se
descontroladamente na medula óssea. A evolução da doença ocorre de
maneira bastante rápida.
A patogênese é variada. Certos polimorfismos da linha germinal em um
grupo de genes envolvidos no desenvolvimento de células B (p. ex., IKZF1)
são mais comuns em pacientes com LLA-B do que em controles. Em certo
número de casos, o evento inicial ocorre no feto, in útero, com um evento
secundário possivelmente desencadeado por uma infecção na infância. O
primeiro evento é uma translocação ou uma mutação pontual. O segundo
evento envolve alterações no número de cópias em todo o genoma, sendo
que algumas codificam funções relevantes à leucemogênese. Em outros
casos, a doença parece surgir como uma mutação pós-natal em uma célula
precursora linfoide primitiva.
No hemograma desses pacientes, normalmente encontramos leucocitose
com presença de blastos. Contudo, em alguns pacientes observamos
leucopenia, isto é, ausência de blastos na circulação, estando as células
leucêmicas somente na medula óssea e o hemograma indica pancitopenia.
Tem grande importância na análise morfológica para o diagnóstico das
leucemias. A realização do aspirado medular é fundamental para que se
possa avaliar a proporção e as particularidades citológicas das células
leucêmicas anômalas ou imaturas dentro da medula óssea. Na maioria dos
pacientes com leucemias agudas, o mielograma caracteriza-se pela
hipercelularidade medular com predomínio de mieloblastos, monoblastos
ou linfoblastos, dependendo da linhagem acometida. Na LMC, por
exemplo, a hiperplasia se dá principalmente no setor granulócito, podendo
ocorrer discreto aumento de mieloblastos. Ao contrário de outras leucemias,
a realização do mielograma na LLC não é imprescindível para o diagnóstico
e usualmente revela aumento do número de linfócitos.
A interpretação conjunta da análise medular e do sangue periférico permite
o diagnóstico correto da maioria dos subtipos de leucemia. No entanto, em
certas ocasiões, a identificação morfológica das células imaturas,
notadamente a determinação da linhagem dos blastos, é insuficiente para
confirmação diagnóstica, justificando a realização de testes complementares
como a citoquímica e a imunofenotipagem.
A análise das alterações cromossômicas nas leucemias, além da utilidade
diagnóstica, tem sido também fundamental na determinação do prognóstico
de certos tipos de leucemias. Assim, mesmo que o diagnóstico seja firmado
pela morfologia, o estudo citogenético é obrigatório em praticamente todos
os casos para se definir a estratégia terapêutica mais adequada para cada
paciente.A análise das células do sangue periférico ou da medula óssea por citometria
de fluxo é um excelente recurso diagnóstico para determinar a linhagem das
células leucêmicas e o subtipo da leucemia, além de auxiliar na detecção de
doença residual mínima. Vale ressaltar que esta técnica permite não só
detectar a presença de vários marcadores específicos na membrana,
citoplasma ou núcleo das células leucêmicas, como também quantificação
da expressão desses marcadores em cada célula.
A neutropenia é uma manifestação comum de defeitos da medula óssea
associados com a redução de eritrócitos e plaquetas, tendo como possíveis
causas a anemia aplásica, leucemia, mielodisplasia, anemia megaloblástica
e tratamentos quimioterápicos, dentre outras.
Estima-se que 10-50% dos pacientes com tumores sólidos, e >80 % dos
portadores de neoplasias hematológicas, desenvolverão febre em pelo
menos um episódio de neutropenia ao longo do tratamento quimioterápico.
Segundo os guidelines atuais, neutropenia é uma contagem de neutrófilos
menor que 500cél/microL ou menor que 1.000cél/microL com previsão de
queda de pelo menos 500cél/microL nas próximas 48 horas. Contagem
menor que 100cél/microL é considerada neutropenia profunda.
O paciente neutropênico recebe o diagnóstico de neutropenia febril quando
sua temperatura oral for >38.3°C (medida única) ou ≥38°C por mais de 1h.
Como a temperatura oral é 3 a 4 décimos maior do que axilar, podemos
aceitar como limiar de febre uma temperatura axilar >37,8ºC para o
diagnóstico. Contudo, mesmo na ausência de febre, alguns pacientes
netropênicos devem ser abordados como se estivessem com neutropenia
febril, desde que existem indícios clínicos de infecção (ex.: dispneia,
hipotensão arterial, hipotermia etc), demandando o imediato início de
antibioticoterapia empírica.
Apesar da maior prevalência dos germes Gram positivos, são os germes
gram negativos que causam a maioria dos casos de choque séptico. Portanto,
os principais germes envolvidos são:
• Gram-positivos: Staphylococus aureus; Streptococcus; Enterococcus
fecalis.
• Gram-negativos: Escherichia coli; Klebsiella; Pseudomonas.
• Baixo Risco: terapia via oral por 24h. Pode ser feito ambulatorialmente
desde que seja garantido o retorno do paciente e aderência ao tratamento e
que este possua acesso rápido ao serviço de saúde caso ocorra alguma
intercorrência ou complicação. Ciprofloxacino 500mg a cada doze horas e
Amoxacilina-clavulanato 1,5g ao dia ou levofloxacina em dose de 750 mg
ao dia.
• Alto Risco: terapia endovenosa. Cefepime, carbapenêmico, ceftazidime ou
combinação de piperaciclina/tazobactam. Vancomicina deverá ser
adicionada ao esquema quando houver instabilidade hemodinâmica,
mucosite grave, infecção relacionada a cateter ou em pacientes que
realizaram profilaxia com quinolona, pneumonia diagnosticada
radiologicamente, colonização previa por germe sensível somente à
vancomicina, cultura positiva para Gram-positivo antes da determinação
final do germe. Caso seja identificado o possível foco infeccioso ou agente,
o regime antimicrobiano deve ser adequado para cobrir essa condição. De
mesmo modo a duração da terapia fica diretamente relacionada a estas
condições. Já em pacientes com etiologia indeterminada, a duração do
tratamento é determinada por contagem de neutrófilos acima de 500
céls/microL e temperatura: dois dias afebril para pacientes de baixo risco e
cinco dias para pacientes de alto risco.
1. Fundamentos em hematologia. 6a.ed. Porto Alegre: Artmed, 2018.
Capítulos 1, 13, 17;
2. Doenças que alteram os exames hematológicos. 2a ed. Capítulo 12: pg 127
a 138.
3. Resumo SanarFlix Hematopoiese e Leucemias
4. Resumos da Med