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FACULDADE DE CIÊNCIAS SOCIAIS APLICADAS DE BELO HORIZONTE MANUAL DE NORMALIZAÇÃO: normas para elaboração de trabalhos acadêmicos e científicos Manual de orientação para a normalização de trabalhos acadêmicos, para uso dos discentes e docentes da graduação, graduação tecnológica e pós-graduação da Faculdade de Ciências Sociais Aplicadas de Belo Horizonte – FACISABH. Belo Horizonte 2017 Unidade: Faculdade de Ciências Sociais Aplicadas de Belo Horizonte – FACISABH Direção: Antônio Baião de Amorim Vice-Diretora: Helenice Silene de Oliveira Bibliotecária: Tânia Regina da Silva Professores Colaboradores: Anderson Marinho Maia Carlos Eduardo de Souza Lima Gomes Maria Michelle Fernandes Alves Soraia Aparecida Belton Ferreira Valter Barros dos Santos Filho Vítor Corrêa Aleixo FICHA CATALOGRÁFICA Ficha catalográfica elaborada pela Biblioteca FACISABH. Para referenciar este documento: FACULDADE FACISABH. Núcleo de Graduação e Biblioteca. Manual de normalização: normas para elaboração de trabalhos acadêmicos e científicos. Belo Horizonte: Faculdade FACISABH, 2017. F143m Faculdade de Ciências Sociais Aplicadas de Belo Horizonte - FACISABH. Núcleo de Graduação. Manual de normalização: normas para elaboração de trabalhos acadêmicos e científicos / Faculdade de Ciências Sociais Aplicadas de Belo Horizonte - FACISABH. Núcleo de Graduação. 7. ed.- Belo Horizonte: Faculdade FACISABH, 2017. 102 p. 1. Documentação – Normalização - Manual. I. Título. CDU - 001.81 APRESENTAÇÃO Este manual de informações didático-pedagógicas visa uniformizar os trabalhos científicos e acadêmicos produzidos pelo corpo discente e docente da Faculdade de Ciências Sociais Aplicadas de Belo Horizonte - FACISABH. Para tanto, apresentam-se aqui padrões de normalização que nortearão a elaboração destes trabalhos. As informações baseiam-se nas seguintes normas da Associação Brasileira de Normas Técnicas (ABNT): ABNT NBR 6023:2002, Informação e Documentação – Referências – Elaboração; ABNT NBR 6024:2012, Informação e Documentação – Numeração progressiva das seções de um documento escrito – Apresentação; ABNT NBR 6027:2012, Informação e Documentação – Sumário – Apresentação; ABNT NBR 6028:2003, Informação e Documentação – Resumo: Apresentação; ABNT NBR 10520:2002, Informação e Documentação – Citações em documentos – Apresentação; ABNT NBR 14724:2011, Informação e Documentação – Trabalhos acadêmicos – Apresentação; ABNT NBR 15287:2011, Informação e Documentação – Projeto de pesquisa – Apresentação; ABNT NBR 15437:2006, Pôsteres Técnicos e Científicos. Na quarta edição, este Manual já estava totalmente de acordo com a NBR 14724/2011. A quinta edição foi o resultado da revisão feita na edição anterior, para que novas e úteis informações fossem incorporadas a este manual a fim de que ele seja mais transparente e de melhor entendimento. Na sexta edição foi retirada a versão final impressa do Trabalho de Conclusão de Curso (TCC), por já não ser mais aceito neste formato. Nesta edição foram incluídas orientações para resumo em língua estrangeira, informações referentes ao número de páginas do TCC e ao modelo de fichamento. Núcleo de Graduação Biblioteca FACISABH LISTA DE ILUSTRAÇÕES Figura 1 – Margens do anverso......................................................................................... 07 Quadro 1 – Divisão de seções......................................................................................... 09 Figura 2 – Paginação......................................................................................................... 10 Gráfico 1 – Elevação de posição ....................................................................................... 11 Tabela 1 – Exemplo de Tabela.......................................................................................... 12 Quadro 1 – Exemplo de quadro.......................................................................................... 13 Quadro 2 – Quadro 2 – Exemplo de quadro que continua.................................................................... Exemplo de quadro que continua................................................................... . 13 14 Gráfico 2 – Exemplo de gráfico.......................................................................................... 14 Figura 3 – Exemplo de fórmula........................................................................................ 15 Figura 4 – Sumário............................................................................................................ 17 Figura 5 – Estrutura visual dos elementos da monografia................................................ 53 Figura 6 – Capa................................................................................................................. 54 Figura 7 – Capa CD Administração – frente.................................................................... 55 Figura 8 – Capa CD Administração – verso..................................................................... 56 Figura 9– Etiqueta CD Administração ............................................................................ 56 Figura 10– Folha de rosto.................................................................................................. 58 Figura 11 – Dedicatória...................................................................................................... 60 Figura 12 – Agradecimentos............................................................................................... 61 Figura 13 – Epígrafe........................................................................................................... 62 Figura 14 – Resumo............................................................................................................ 63 Figura 15- Resumo em Língua Estrangeira....................................................................... 64 Figura 16 – Lista de ilustrações.......................................................................................... 65 Figura 17 – Lista de tabelas................................................................................................ 66 Figura 18 – Lista de siglas.................................................................................................. 67 Figura 19 – Referências......................................................................................................72 Figura 20 – Apêndice.......................................................................................................... 73 Figura 21– Anexo.............................................................................................................. 74 Figura 22 – Glossário.......................................................................................................... 74 Figura 23 – Elementos que compõem o artigo científico................................................... 76 Figura 24 – Ficha de identificação de relatório (adaptada)................................................. 87 Figura 25 – Modelo de fichamento..................................................................................... 89 SUMÁRIO PARTE I RECOMENDAÇÕES PARA PUBLICAÇÕES GERAIS.................................... 6 1 A PRODUÇÃO DO TRABALHO CIENTÍFICO NA FACISABH................... 6 2 FORMATO DE APRESENTAÇÃO E REGRAS GERAIS............................... 7 2.1 Formato.................................................................................................................... 7 2.2 Cor da letra.............................................................................................................. 7 2.3 Margens................................................................................................................... 7 2.4 Espaçamento............................................................................................................ 7 7 2.5 Fonte......................................................................................................................... 8 2.6 Título........................................................................................................................ 8 2.7 Indicativos de seção................................................................................................ 8 2.7.1 Seções....................................................................................................................... 8 2.7.2 Numeração progressiva............................................................................................. 9 2.8 Parágrafos................................................................................................................ 9 2.9 Paginação................................................................................................................. 9 2.10 Siglas e abreviaturas............................................................................................... 10 2.11 Ilustrações............................................................................................................... 11 2.12 Tabelas, quadros e gráficos................................................................................... 12 2.13 Fórmulas e equações.............................................................................................. 15 3 SUMÁRIO.............................................................................................................. 16 4 NUMERAIS............................................................................................................ 18 5 CITAÇÕES............................................................................................................. 19 5.1 Citação direta.......................................................................................................... 19 5.2 Citação indireta....................................................................................................... 20 5.3 Citação de citação................................................................................................... 21 5.4 5.5 Citação oral........................................................................................................... Regras gerais........................................................................................................... 22 22 6 NOTAS DE RODAPÉ............................................................................................ 31 7 REFERÊNCIAS.................................................................................................... 32 7.1 Elementos da referência......................................................................................... 33 7.1.1 Autores...................................................................................................................... 33 7.1.2 Título......................................................................................................................... 35 7.1.3 Edição....................................................................................................................... 35 7.1.4 Local de publicação.................................................................................................. 36 7.1.5 Editora....................................................................................................................... 37 7.1.6 Descrição física......................................................................................................... 36 7.2 Apresentação das referências................................................................................. 38 7.2.1 Livros e folhetos....................................................................................................... 38 7.2.2 Capítulos de livros.................................................................................................... 39 7.2.3 Monografias, dissertações e teses............................................................................. 40 7.2.4 Trabalhos apresentados em eventos científicos........................................................ 41 7.2.5 Normas técnicas........................................................................................................ 42 7.2.6 Artigo de periódicos.................................................................................................. 43 7.2.7 Artigo de jornal......................................................................................................... 45 7.2.8 Documento Jurídico ................................................................................................. 45 7.2.9 Documentos eletrônicos............................................................................................ 47 7.2.10 Outras referências..................................................................................................... 49 Parte II RECOMENDAÇÕES PARA PUBLICAÇÕES ESPECÍFICAS..................... 52 8 MONOGRAFIA ..................................................................................................... 52 8.1 Estrutura.................................................................................................................. 52 8.1.1 Elementos pré –textuais............................................................................................ 54 8.1.1.1 Capa.......................................................................................................................... 54 8.1.1.2 Folha de Rosto.......................................................................................................... 57 8.1.1.3 Folha de Aprovação.................................................................................................. 59 8.1.1.4 Dedicatória................................................................................................................59 8.1.1.5 Agradecimentos........................................................................................................ 60 8.1.1.6 Epígrafe..................................................................................................................... 61 8.1.1.7 Resumo..................................................................................................................... 62 8.1.1.8 Resumo em língua estrangeira.................................................................................. 63 8.1.1.9 Listas......................................................................................................................... 64 8.1.1.10 Sumário..................................................................................................................... 68 8.1.2 Elementos textuais.................................................................................................... 68 8.1.2.1 Introdução................................................................................................................. 68 8.1.2.2 Metodologia.............................................................................................................. 69 8.1.2.3 Referencial teórico.................................................................................................... 69 8.1.2.4 Caracterização da organização.................................................................................. 70 8.1.2.5 Apresentação e Análise dos dados ........................................................................... 70 8.1.2.6 Considerações finais................................................................................................. 71 8.1.3 Elementos pós –textuais............................................................................................ 71 8.1.3.1 Referências................................................................................................................ 71 8.1.3.2 Apêndice (elemento opcional).................................................................................. 72 8.1.3.3 Anexo (elemento opcional)....................................................................................... 73 8.1.3.4 Glossário (elemento opcional).................................................................................. 74 9 PROJETO DE PESQUISA.................................................................................... 75 9.1 Estrutura.................................................................................................................. 75 10 ARTIGO CIENTÍFICO ........................................................................................ 76 10.1 Atividade de simulação profissional integrada (ASPI)........................................ 80 11 RESENHA............................................................................................................... 81 12 RESUMO................................................................................................................. 85 13 RELATÓRIO TÉCNICO-CIENTÍFICO............................................................ 86 13.1 Etapas de um relatório........................................................................................... 86 13.2 Estrutura.................................................................................................................. 86 14 FICHAMENTO....................................................................................................... 88 REFERÊNCIAS........................................................................................................................ 90 APÊNDICE A – Dicas para apresentação de slides............................................................... 92 APÊNDICE B – Apresentação de banner.............................................................................. 94 APÊNDICE C – Redação de trabalho acadêmico.................................................................. 97 6 PPaarrttee II RREECCOOMMEENNDDAAÇÇÕÕEESS PPAARRAA PPUUBBLLIICCAAÇÇÕÕEESS GGEERRAAIISS 1 A PRODUÇÃO DO TRABALHO CIENTÍFICO NA FACISABH Os docentes e discentes da Faculdade de Ciências Sociais Aplicadas de Belo Horizonte (FACISABH) produzem uma numerosa quantidade e variada tipologia de documentos por semestre que são o resultado de seu trabalho e estudo. No caso dos alunos, estes documentos são para atender a um pedido solicitado como avaliação por algum professor. Para garantir que a informação seja entendida por todos aqueles que a consultarão é que se faz necessário um Manual de Normalização personalizado à identidade da Instituição. As normas e os padrões recomendados pela ABNT permitem que a informação seja legível por qualquer um, onde ele estiver. Garante ainda que o trabalho acadêmico possua um alto nível de qualidade. Os trabalhos que são resultados da produção acadêmica são: a) Monografia b) Projeto de Pesquisa c) Outros Trabalhos 1 1 Outros trabalhos são todos aqueles resultantes de atividades realizadas durante a formação do discente. São eles: artigo, relatórios de visitas técnicas, relatórios de estágios, resenhas, resumos e fichamentos. 7 2 FORMATO DE APRESENTAÇÃO E REGRAS GERAIS 2.1 Formato Papel branco, tamanho A4 (210mm X 297mm). Os trabalhos devem ser impressos somente no anverso da folha, ou seja, na parte frontal da folha. 2.2 Cor da letra A cor a ser utilizada para todos os trabalhos acadêmicos é o preto. Podendo usar cores apenas nas ilustrações. 2.3 Margens As margens adequadas para todas as folhas do trabalho acadêmico são: Esquerda e superior de 3 cm; e direita e inferior de 2 cm (FIG. 1). Figura 01 – Margens do anverso Fonte: Araújo (2012). 2.4 Espaçamento O texto do trabalho acadêmico deve ser espaçado entre linhas pela marca 1,5 (um e meio). Espaços simples devem ser usados apenas nas notas de rodapé, nas citações longas, nos 8 elementos pré-textuais (com exceção da capa) e nos elementos pós-textuais, nas legendas, nas ilustrações e nas tabelas. 2.5 Fonte Para todo o trabalho deve-se usar somente a letra Times New Roman e tamanho 12. Exceto para as citações longas (com mais de 3 linhas), notas de rodapé, paginação, legendas e fontes das ilustrações e tabelas nas quais deve-se usar o tamanho 10; para o resumo deve-se usar tamanho 11; para o título e subtítulo da capa e folha de rosto tamanho 14. 2.6 Título Os títulos: agradecimentos, listas, resumos, sumário, referências, glossário, anexos e apêndices devem ser registrados no texto em CAIXA ALTA de forma centralizada e em negrito e não possuem indicativo numérico. 2.7 Indicativos de seção O indicativo numérico (algarismo arábico) de uma seção precede seu título, alinhado à esquerda, separado por um espaço de caractere. Os títulos das seções primárias devem começar nos anversos das folhas, na parte superior da página, alinhado à esquerda e ser separado do texto que os sucede por um espaço entre as linhas de 1,5². Além disso, os títulos das subseções devem ser separados do texto que os precede e que os sucede por um espaço entre as linhas de 1,5. Os títulos que ocupem mais de uma linha devem ser alinhados a partir da segunda linha abaixo da primeira letra da primeirapalavra do título. 2.7.1 Seções As seções distribuem o texto em partes. A seção primária compõe-se dos capítulos que dividem o texto, as seções secundárias são subdivisões de cada capítulo, e assim por diante. Veja como as seções devem ficar organizadas no exemplo abaixo: _________________________ 2 Nos artigos os indicativos de seção primária são apresentados, no texto, de forma contínua. 9 Quadro 1 – Divisões de seções Fonte: Dados da pesquisa (2013). 2.7.2 Numeração progressiva A numeração progressiva é um indicativo numérico usado para destacar e organizar as seções do trabalho. As seções primárias devem ser impressas em CAIXA ALTA e em negrito, já as seções secundárias devem ser impressas em negrito e com apenas a primeira letra em maiúsculo. As demais devem ser impressas sem negrito e com apenas a primeira letra em maiúsculo. 2.8 Parágrafos Conforme a ABNT e para atender às necessidades da FACISABH, será utilizado o parágrafo moderno: Parágrafo moderno: todo o texto fica à margem esquerda e o parágrafo marcado por um espaço de 1,5 cm entre eles (uma linha em branco). O alinhamento é justificado. 2.9 Paginação A paginação deve ser colocada em evidência na folha, em algarismos arábicos, não se usando nenhum tipo de pontuação ou sinal antes ou após o número. Nos trabalhos acadêmicos, devem-se contar as páginas desde a folha de rosto. A numeração deve figurar, a partir da primeira folha da parte textual, em algarismos arábicos, fonte Times New Roman, tamanho 10, no canto superior direito da folha, a 2 cm da borda superior, ficando o último algarismo a 2 cm da borda direita da folha. (FIG. 2). SEÇÃO PRIMÁRIA Seções secundárias Seções terciárias Seções quartenárias Seções quinárias 1 1.1 1.1.1 1.1.1.1 1.1.1.1.1 2 2.1 2.1.1 2.1.1.1 3.1.1.1.1 3 3.1 3.1.1 3.1.1.1 3.1.1.1.1 10 Figura 2 - Paginação Fonte: Araújo (2012). 2.10 Siglas e abreviaturas Utiliza–se o recurso de siglas e abreviaturas de palavras ou expressões quando ao longo do texto ocorrer um número excessivo de repetições, ou ainda, quando a sigla ou abreviatura tiver um reconhecimento amplo e geral. Optando por utilizar uma sigla ou abreviatura, deve-se na primeira referência redigir a palavra por extenso seguido pela sigla ou abreviatura entre parênteses. Nas próximas referências pode-se citar apenas a sigla ou abreviatura. Exemplo: Caixa Econômica Federal (CEF) 11 2.11 Ilustrações Compreende-se como ilustrações: desenhos, esquemas, figuras, fluxogramas, fotografias, gráficos, mapas, organogramas, fórmulas, quadros, tabelas e outros. Sugere-se que as ilustrações sejam inseridas o mais próximo possível do texto a que se referem. Menciona-se a ilustração dentro do texto na forma cursiva ou abreviada entre parênteses. Abaixo segue as abreviaturas das ilustrações para serem destacadas no corpo do texto: FIGURA = FIG. GRÁFICO = GRAF. MODELO = MOD. QUADRO = QUADRO TABELA = TAB. Exemplo: Gráfico 1 – Elevação de posição Fonte: Manual de Contabilidade (2009). O título de qualquer ilustração deve ser digitado acima da figura, na mesma margem. Tem apenas a inicial em caixa alta e é precedido pela palavra que denomina o tipo da ilustração (Figura, Gráfico, Quadro, Mapa, Tabela, Imagem, entre outros), deve indicar o número de ordem de ocorrência no texto, é separado por travessão e deve ser digitado em fonte tamanho 10; Após a ilustração, na parte inferior, indicar a fonte consultada: Autor e ano (elemento obrigatório, mesmo que seja produção do próprio autor), legenda e notas (se necessário). As ilustrações devem ser separadas dos parágrafos que a precedem e sucedem por um espaço de 1,5. Toda ilustração deve possuir moldura, cor preta. As ilustrações devem vir centralizadas na página. 12 Obs.: quando a ilustração for de autoria própria, deve-se identificar com: “Fonte: Dados da pesquisa” e o ano (entre parêntese). 2.12 Tabelas, quadros e gráficos Os quadros e as tabelas distinguem-se entre si pela informação principal veiculada. Nos quadros a informação principal é textual, já nas tabelas possuem a informação principal apresentada em números. Ambos deverão ser numerados sequencialmente em todo o trabalho, com algarismos arábicos. No cabeçalho de cada coluna deve-se indicar o seu conteúdo. Para a construção das Tabelas usar-se-ão as seguintes regras: Traços horizontais duplos, indicando o início e o fim da tabela; Traços horizontais simples para separar o cabeçalho dos demais conteúdos da tabela; Traços verticais simples separando as colunas no cabeçalho, não colocar traços no corpo da tabela; No caso de alguma linha representar a soma, deve-se colocar em negrito esta linha; Caso a tabela repita suas informações horizontalmente, deve-se separar as colunas que se repetem por meio de traços verticais duplos. Tabela 1 – Exemplo de Tabela Ação Tipo Mediana Retorno Esperano Ação Tipo Mediana Retorno Esperado Acesita PN -4,7069 -1,4474 CSN ON 1,1978 1,6000 Ambev PN 0,0001 1,0128 CST PN -1,7710 1,0869 Brasil ON -3,4247 -0,0876 Duratex PN -0,7110 -0,3150 Bradesco PN -1,3956 1,0163 Cataguazes PNA -2,1900 -0,7579 Fonte: Dados de Pesquisa (2013). Deve-se colocar traços horizontais e verticais em toda a extensão dos quadros, separando linhas e colunas. 13 Quadro 1 – Exemplo de quadro Autor (es) Objetivo Considerações dos autores Bachelier Analisar o comprometimento do preço de mercadorias (commodities). Foi, possivelmente, o primeiro trabalho sobre comportamento aleatório dos preços dos ativos e mercado de capitais franceses do século 20; detectou a impossibilidade de efetuar boas previsões sobre os preços dos ativos. Ball e Brown Analisar a velocidade de ajustamento dos preços a novas informações. As informações são rapidamente ajustadas, mesmo antes da divulgação oficial. Fonte: Bruni e Famá (2013). Quando a tabela ou o quadro forem mais largos que a folha, os mesmos poderão ser impressos no sentido vertical, as demais formatações seguem os padrões gerais. Mas, caso ambos sejam tão longos que não caibam em uma única página, poderão ser divididos e colocados em mais de uma página. Para tanto, basta colocar com fonte tamanho 10, os dizeres continua e conclusão, dependendo do caso. Estas palavras deverão ser colocadas abaixo do título, alinhadas a margem direita da tabela ou quadro. Quadro 2 – Exemplo de quadro que continua (Continua) Autor (es) Objetivo Considerações Beneish & Whaley Estudar o efeito da participação da ação na carteira teórica do S&P 500 e seu retorno. Os resultados indicaram retornos anormais para ações participantes da carteira teórica do índice. Bernard & Thomas Analisar a reação dos preços em relação a novas informações tomadas públicas. Os resultados indicaram retornos anormais para ações participantes da carteira teórica do índice. Brock Testar as principais técnicas da análise gráfica. Verificaram que seria possível a obtençãode retornos anormais e estatisticamente significantes mediante o uso da análise técnica. Fonte: Bruni e Famá (2013). 14 Quadro 2 – Exemplo de quadro que continua Fonte: Bruni e Famá (2013). Os gráficos são uma representação geométrica de dados numéricos. Gráfico 2 – Exemplo de gráfico Fonte: Pesquisa IBGE (2013). Os títulos e a fonte consultada deverão ser repetidos quantas vezes forem as continuações da tabela ou do quadro, utilizando a mesma formatação indicada anteriormente. Figura 5 – Exemplo de quadro que continua 15 2.13 Fórmulas e equações As fórmulas e equações devem ser destacadas do corpo do texto. Para tanto, torna-se necessário citá-las em um novo parágrafo e centralizadas, podendo ser numeradas com algarismos arábicos entre parênteses, alinhados à direita. Nessa numeração, deverá constar o número do capítulo e do número de sua ocorrência no capítulo, separados por ponto. Se necessário, pode-se utilizar um espaçamento maior entrelinhas maior para comportar expoentes, raiz ou outro elemento. Figura 3 – Exemplo de fórmula Esse conceito pode ser expresso matematicamente como: ri = rf + ( rM – rf Onde, ri = retorno esperado do ativo i rf = retorno do ativo livre de risco rM = retorno esperado da carteira de mercado = medida de risco (beta) Fonte: Dados da pesquisa (2013). (3.04) (3.04) = indica que a fórmula está no Capítulo 3 e que trata-se da quarta fórmula que surge neste capítulo. 16 3 SUMÁRIO Sumário é uma listagem das principais divisões, seções e outras partes de um documento. É registrado pela palavra SUMÁRIO, escrita em CAIXA ALTA e negrito, centralizada na parte superior da página, com a mesma fonte e tamanho de letra utilizado nas seções primárias. Sumário, índice, listas e resumos não podem ser confundidos. Os quatro são partes do trabalho acadêmico e bem diferentes uns dos outros. Segundo a NBR 6027 (ABNT, 2003d, p.2) o índice é uma “lista de palavras ou frases, ordenados segundo determinado critério, que localiza e remete para as informações contidas no texto”; lista é a “enumeração de elementos selecionados do texto, tais como datas, ilustrações, exemplos etc., na ordem de sua ocorrência” e, de acordo com a NBR 6028 (ABNT, 2003e p.1), resumo é a “apresentação concisa dos pontos relevantes de um texto”. O sumário deve incluir apenas as partes da publicação que lhe sucedem, sendo assim, não deve incluir os elementos pré-textuais. Ele deve indicar a numeração dos capítulos e suas divisões, o título de cada parte e a respectiva paginação. No caso das publicações avulsas como livros e monografias, o sumário deve se localizar como o último elemento pré-textual. 17 Figura 4 – Sumário SUMÁRIO 1 INTRODUÇÃO......................................................................................................7 2 METODOLOGIA.................................................................................................10 3 REFERENCIAL TEÓRICO...............................................................................11 4 CARACTERIZAÇÃO DA ORGANIZAÇÃO...................................................17 4.1 Dados gerais............................................................................................................17 4. Histórico....................................................................................................................18 4.3 Estrutura física......................................................................................................19 4.4 Estrutura organizacional......................................................................................19 5 APRESENTAÇÃO E ANÁLISE DOS DADOS................................................20 6 CONSIDERAÇÕES FINAIS..............................................................................26 REFERÊNCIAS...................................................................................................29 ANEXO A..............................................................................................................30 APÊNDICE A.......................................................................................................33 Fonte: ABNT (2011). 5 espaços simples 18 4 NUMERAIS Nos trabalhos acadêmicos, aconselha-se escrever por extenso os números que são registrados em uma só palavra (dois, vinte, cem) e usar algarismos para os números registrados com mais de uma palavra. Não se deve usar números no início das frases. A forma escrita por extenso pode ser empregada para indicar quantidade aproximada e unidade de ordem elevada. Nos números seguidos de unidades padronizadas, é obrigatório o uso do algarismo. Quando for preciso expressar porcentagem, deve-se utilizar o símbolo % precedido de um número. Já faz dois anos que a inflação não para de subir. Antônio tem 42 anos de idade. EXEMPLO EXEMPLO Em Belo Horizonte habitam cerca de três milhões de pessoas. EXEMPLO 10 m 50 cm 15 ml 1 kg EXEMPLO 10% 50% 100% 19 5 CITAÇÕES As citações podem ser definidas como sendo trechos transcritos ou informações extraídas das publicações consultadas para construção do trabalho. A citação é de suma importância para sustentar e/ou completar as ideias do autor do trabalho. A fonte utilizada de base para a extração das informações deve ser citada obrigatoriamente, respeitando assim os direitos autorais desses trabalhos³. As citações podem ser diretas ou indiretas. 5.1 Citação direta Considera-se citação direta quando se realiza a transcrição literal de trechos de publicações de outros autores. As citações diretas são subdivididas em curtas e longas. Citação curta: recebe essa classificação aquela citação que não ultrapassar o limite de três linhas. Quando utilizada deve-se inseri-la no texto entre aspas. Uma vez que a riqueza dos proprietários é dada pelo preço da ação, as ações da empresa devem sistematicamente ser avaliadas de acordo com as medidas que irão elevar o seu preço. Frezatti (1998, p. 10) completa expondo que “interessa para o acionista é que o seu investimento proporcione retorno contemplando risco e timing de reposição pelo tempo decorrido.”. Uma vez que a riqueza dos proprietários é dada pelo preço da ação, as ações da empresa devem sistematicamente ser avaliadas de acordo com as medidas que irão elevar o seu preço. Sabe-se que o que “interessa para o acionista é que o seu investimento proporcione retorno contemplando risco e timing de reposição pelo tempo decorrido.” (FREZATTI, 1998, p. 10). Citação longa: será assim denominada quando ultrapassar três linhas. Essa deverá constituir um parágrafo independente, recuado da margem esquerda em 4 cm, espaço simples, fonte tamanho 10 e dispensa as aspas. _______________________ 3 A não indicação da fonte consultada consiste em plágio,que é um crime federal, e, quando de sua ocorrência a Instituição desconsiderará o trabalho apresentado, atribuindo nota zero aos responsáveis. 20 A reestruturação do mercado de capitais brasileiro foi um sinal de: A ruptura do modelo anterior que se sustentava na utilização de nove bolsas de valores dispersas pelas diversas regiões do Brasil e representa uma tentativa de minimizar o problema de baixa liquidez (o mercado brasileiro gira, em média, de R$ 400 a R$ 500 milhões por dia). A ideia básica não é alcançar volumes comparáveis aos das principais economias do mundo (o giro diário nos Estados Unidos é de US$ 60 bilhões), mas adequá-lo ao seu imenso potencial. (PINHEIRO, 2001, p. 89). Além da integração das bolsas de valores, o mercado de capitais brasileiro vem sofrendo outras transformações que têm contribuído para sua modernização. OU Conforme Pinheiro (2001, p. 89) a reestruturação do mercado de capitais brasileiro foi um sinal de: A ruptura do modelo anterior que se sustentava na utilização de nove bolsas de valores dispersas pelas diversas regiões do Brasil e representa uma tentativa de minimizar o problema de baixa liquidez (o mercado brasileiro gira, em média, de R$ 400 a R$ 500 milhões por dia). A ideia básica não é alcançar volumes comparáveis aos das principais economias do mundo (o giro diário nos Estados Unidos é de US$ 60 bilhões), mas adequá-lo ao seu imenso potencial. Além da integração das bolsas de valores, o mercado de capitais brasileiro vem sofrendo outras transformações que têm contribuído para sua modernização. 5.2 Citação indireta Considera-se como citação indireta a reprodução das ideias e informações da publicação de outros autores, sem, contudo, transcrever as palavras de autores. 4 cm 4 cm Reproduz-se as ideias e as informações do texto, a partir da interpretação do leitor, sem transcrever as palavras de autores. Enriquece o trabalho na medida em que é possível reelaborar a explicação do autor e a escrever com outras palavras. 21 OU 5.3 Citação de citação Reproduz conceito ou informação sem que o texto original tenha sido consultado, entende-se que naquela oportunidade não houve condições de recorrer à obra original. Nas referências do trabalho deve-se citar apenas a referência do documento consultado. A referência do documento não consultado deverá ser citada no rodapé do texto. 5.4 Citação oral Para a redação de citação de citação dentro do texto deve-se citar o sobrenome do autor do documento original, seguido das expressões: “citado por” ou “apud”, e o sobrenome do autor do material efetivamente consultado. As referências da obra original devem ser inseridas no trabalho como nota de rodapé. A nota é inserida logo após a indicação do autor da obra original. O que limita o MVA do papel de direcionador de gestão são as mudanças drásticas do mercado acionário, que podem mascarar as verdadeiras contribuições da gerência no curto prazo. Outro motivo seria que o MVA restringe seu cálculo para apenas àquelas empresas que possuam ações negociadas em bolsas de valores. (EHBAR, 1999). 22 5.4 Citação oral A citação oral poderá ser trabalhada no texto desde que se faça a indicação (informação verbal), mencionando-se os dados disponíveis somente em notas de rodapé. As citações orais tratam-se de dados obtidos em congressos, palestras, aulas, reportagens, entrevistas e outras. Contudo, deve-se ter bastante cautela ao utilizar esse tipo de citação, pois essas informações são difíceis de serem provadas. 5.5 Regras gerais a) Para as citações diretas deve-se citar o autor, a data da obra e a página de onde se transcreveu o trecho. b) Para as citações indiretas, deve-se indicar o nome do autor e data da obra. 23 c) Quando desejar colocar o nome do autor da citação inserido no texto, esse deverá ser citado em caixa baixa e, quando esse não for mencionado no texto, deverá inseri-lo entre parênteses em CAIXA ALTA. d) Todas as obras citadas no trabalho deverão ter sua referência citada em capítulo delineado para essa natureza no trabalho. e) No caso de citações diretas, deve-se respeitar inclusive a pontuação da obra original, ou seja, se a cópia findar com ponto esse também deverá ser inserido dentro das aspas. 24 f) Somente nos casos onde tenha coincidência de sobrenomes de autores, da letra do primeiro nome do autor e do ano de publicação deve-se acrescentar os prenomes por extenso. g) Para as citações de documentos de instituições, deve-se utilizar o nome da instituição por extenso na primeira citação. A partir da segunda citação utilizar apenas a sigla. Exemplo usando somente a sigla: No texto: “[...] pelo nome da entidade responsável até o primeiro sinal de pontuação, seguido (s) da data de publicação do documento [...]” (ABNT, 2002, p. 2). 1996. 25 h) Nas citações de documento de autoria desconhecida, deve-se citar a primeira palavra do título, seguido de reticências. Esse caso ocorrerá com mais frequência nas consultas realizadas em periódicos (jornal, revistas, textos avulsos da internet, etc.). i) Quando desejar fazer uma única citação (apenas para citação indireta) referindo-se aos vários documentos de um mesmo autor, mas que possuam datas de publicações distintas deve- se citar primeiro o autor e em seguida as datas das obras entre parênteses. No Texto: Segundo Sharpe (1963, 1964), é desnecessário dizer que estas hipóteses são altamente restritivas e indubitavelmente irreais. Nas Referências: SHARPE, William F. Um modelo simplificado para análise de portfólio. Management Science, Elkridge, v. 9, n. 2, p. 277-293, jan. 1963. SHARPE, William F. Preços dos ativos de capital: uma teoria do equilíbrio do mercado sob condições de risco. The Journal of Finance, Oxford, v. 19, n. 3, p. 425-442, set. 1964. j) Já a citação de vários documentos de um mesmo autor, onde ocorre a coincidência na data de publicação, deve-se citar primeiro o autor e em seguida a data da obra precedida de uma letra do alfabeto (seguindo a estrutura do alfabeto, ou seja, deve-se iniciar esta inserção pela 26 letra “a”) em caixa baixa entre parênteses. A letra acrescentada após o ano deve ser inserida também nas referências. k) Em se tratando de uma citação indireta onde se utiliza vários documentos de diversos autores, deve-se mencioná-los em ordem alfabética e CAIXA ALTA, separando-os por ponto e vírgula, quando forem colocados dentro de parênteses. l) Quando se tratar de uma citação indireta onde forem utilizados vários documentos de autores diferentes, e essa for colocada no corpo do texto, deve-se mencioná-los em ordem 27 alfabética, colocando nome(s) do(s) autor(es) seguido(s) do ano da obra entre parênteses vírgula e os dados das outras obras, seguindo o mesmo padrão. No texto: Alguns teóricos, entre eles Bawa (1975), Harlow e Rao (1989) e Hogan e Warren (1974) desenvolveram modelos de precificação de ativos apoiados em medidas de downside risk, como método alternativo, visando à substituição do CAPM. Nas Referências: BAWA, Vijay S. Optimal rules for ordering uncertain propects. Journal of Financial Economics, Lausanne, v. 2, n. 1,p. 95-121, 1975. HARLOW, William Van; RAO, Ramesh K. S. Asset pricing in a generalized mean- lower partial moment framework theory and evidence. Journal of Financial and Quantitative Analysis, Seattle, v. 24, n. 3, p. 285-311, sept. 1989. HOGAN, William; WARREN, James. Toward the development of an equilibrium capital-market model based on semivariance. Journal of Financial and Quantitative Analysis, Seattle, v. 9, n. 1, p. 1-11. jan. 1974. m) Citação de uma obra que tenha dois autores deverá ser feita no corpo do texto tendo o sobrenome deles separados pela vogal “e”. Nunca utilizar a simbologia “&” para separar os autores. Estes deverão ser indicados na ordem em que aparecem na obra. o) Citação de uma obra que tenha três autores deverá ser feita tendo os autores separados por ponto e vírgula (dentro dos parênteses). Dentro do texto devem ser separados por vírgula “,” e a vogal “e”. Os autores deverão ser indicados na ordem em que aparecem na obra. 28 n) Citação de uma obra que tenha mais de três autores deverá ser feito indicando o primeiro autor seguido da expressão “et al.” e a data. A expressão et al . deve ser grafada em itálico por ser uma sigla da expressão et alii que significa “e outros” sendo assim é necessário inserir o ponto “.” após a mesma. No texto: Segundo Elton et al. (2003), o D-CAPM é um modelo que centra seu foco unicamente no risco não desejado, ou seja, analisa apenas os retornos que estão abaixo do retorno esperado (desvio negativo). Os demais retornos são arbitrados como sendo iguais ao retorno esperado. Nas referências: ELTON, Edwin et al. Teoria do portfólio moderno e análise de investimentos. 6.ed.São Paulo: Atlas, 2003. o) Citação que se desconhece a data do documento deve-se registrar uma data aproximada entre colchetes. Abaixo segue algumas regras, acompanhadas de exemplos, para esse registro. [1998 ou 1999] = indica um ano ou outro da publicação. [entre 1956 e 1970] = para intervalos inferiores a 20 anos da publicação. [2001?] = data provável da publicação. [199 –] = quando houver certeza da década da publicação. [199 –?] = para década provável da publicação. [19 – –] = quando houver a certeza apenas do século da publicação. [19 – –?] = para século provável da publicação. 29 p) Havendo necessidade de suprimir alguma parte de uma citação direta por concluir que a mesma é irrelevante naquele momento, deve–se fazê–la por meio do uso de reticência entre colchetes. Esse artifício poderá ser utilizado no início, meio ou no final da citação. q) Quando se desejar fazer alguma interpolação, acréscimo ou comentário no texto da citação, deve-se fazê-la entre colchetes. r) Quando se quiser salientar ou destacar alguma parte de uma citação direta, deve-se colocar a referida parte grifada, sendo que esse tipo de alteração do texto original deve ser indicada junto à indicação da fonte com a expressão “grifo nosso”. Algumas dessas hipóteses foram e continuam sendo discutidas, principalmente aquelas sobre mercado eficiente, pois existem situações em que pessoas detêm informações privilegiadas e outras em que, dependendo do tipo de aplicação, os impostos podem influenciar a decisão e o retomo esperado dos investidores. (NEVES, 2001. p. 24, grifo nosso). 30 s) Quando se fizer uma citação direta de alguma obra e essa contiver algum erro gráfico ou de outra natureza, deverá ser salientado o mesmo a partir da palavra “sic” entre parênteses e em itálico, que significa que o texto original estava assim mesmo. t) Quando se fizer uma citação direta e essa contemplar mais de uma página da obra original, deve-se indicar a página inicial e final da citação separadas por um hífen. u) Quando o texto da citação for proveniente de uma base de dados eletrônica, deve-se, na citação, indicar o ano da elaboração da obra e não do acesso à base. 31 6 NOTAS DE RODAPÉ As notas explicativas de rodapé são direcionadas para esclarecer ou explicar algumas ideias. São utilizadas para não interromper um contexto lógico do texto. As notas de rodapé devem ser objetivas, claras e sucintas. As notas devem ser colocadas na parte inferior da página, separadas do texto por uma linha contínua de 5 cm e digitadas em espaço simples e com caracteres Times New Roman, tamanho 10 e alinhamento justificado. Para se fazer as chamadas das notas de rodapé, usam-se algarismos arábicos sobrescritos, com numeração consecutiva. O mercado primário trata das aplicações realizadas diretamente na atividade produtiva. Já o mercado secundário, refere-se às transferências entre investidores dos direitos sobre estes investimentos. Um outro ambiente típico de mercado secundário é o conhecido mercado de balcão, que é caracterizado por negociações de compra e venda de ações fora das bolsas de valores 1 , normalmente promovido por corretoras especializadas nesta área. 1 As bolsas de valores são sociedades civis, de direito privado e sem fins lucrativos. O patrimônio da bolsa é constituído por títulos patrimoniais de propriedade das sociedades de corretoras de valores. Sua função consiste em manter um local adequado para compra e venda de títulos mobiliários 32 5 espaços simples 1 espaço simples 7 REFERÊNCIAS Trata-se de uma lista onde constam os documentos citados ao longo do trabalho. Tem por objetivo informar o leitor a respeito das obras utilizadas na construção do trabalho. Para estruturar as referências é necessário que se siga algumas regras de formatação: a) Listar os documentos por ordem alfabética de sobrenome de autores, em seguida nome dos títulos. b) Espaçamento simples entre as linhas de cada referência. c) Entre as obras referenciadas utilizar um espaço simples (uma linha em branco). d) As referências deverão ser alinhadas a esquerda. e) Destacar os títulos das publicações em negrito (exceto periódicos). f) A entrada pelo autor deverá ser feita por seu sobrenome em CAIXA ALTA. g) A entrada pelo título deverá ser feita pela primeira palavra em CAIXA ALTA. h) Deve-se repetir o nome do autor na listagem bibliográfica, quantas vezes se fizerem necessário. Não se deve utilizar o travessão ponto (_______.). REFERÊNCIAS ALVES –MAZZOTTI, Alda Judith; GEWANDSZNAJDER, Fernando. O método nas ciências naturais e sociais: pesquisa quantitativa e qualitativa. 3. ed. São Paulo: Pioneira, 2001. ARCHER, Samuel Howard; DAMBROSIO, Charles. A. The theory of business finance: a book of readings. New York: MacMillan, 1967. ASSAF NETO, Alexandre. A dinâmica das decisões financeiras. Caderno de Estudos, São Paulo, v. 9, n. 16, p. 9 –25, jul. / dez. 1997. ASSAF NETO, Alexandre. Mercado financeiro. 2. ed. São Paulo: Atlas, 1999. 33 7.1 Elementos da referência 7.1.1 Autores O último sobrenome do autor (exceto os compostos) deve ser digitado em CAIXA ALTA, acompanhado dos prenomes, evitando abreviá-los. O sobrenome e os prenomes deverão ser separados por vírgula. Caso seja adotada esta postura de abreviação, sugere-se que todos os documentos sejam apresentados dessa forma. Os prenomes devem ser apresentados em caixa baixa. Define-se como sobrenome composto as seguintes variações: Sobrenome ligado por hífen; Sobrenome que indica parentesco; Sobrenome composto por substantivo e adjetivo, nesta ordem. EXEMPLO a) Um autor EXEMPLO b) Até três autores Apresenta-se os autores na mesma ordem em que constam na publicação, separados por ponto e vírgula. EXEMPLO ALVES-MAZZOTTI, Alda Judith. ASSAF NETO, Alexandre. SERRA NEGRA, Carlos Alberto. SERRA NEGRA, Carlos Alberto. SERRA NEGRA, Carlos Alberto; SERRA NEGRA, Elizabete Marinho; SOLOMON, Ezra. 34 c) Mais de três autores Deve-se indicar apenas o primeiro autor, acompanhado da expressão “et al.” em itálico. EXEMPLO d) Obra com vários autores com um responsável intelectual destacado Este responsável intelectual poderá ser um organizador, editor, compilador, coordenador, etc. Obras com essa característica devem ser referenciadas pelo nome desse responsável, seguido pela abreviatura que delineia o seu papel naquela obra (Org., Ed., Comp., Coord., etc). EXEMPLO e) Obra de responsabilidade de entidade Quando a obra for de responsabilidade de entidades (órgãos estatais, empresas, associações, entidades de classe, congresso, seminários, etc.) a entrada deve ser feita pelo nome próprio dessa entidade, seguida de abreviações (se for o caso). EXEMPLO Quando essa entidade tiver uma denominação genérica, seu nome (em caixa baixa) deverá ser precedido pelo órgão superior em CAIXA ALTA. EXEMPLO ALEXANDER, George et al. BASSO, Leonardo Fernando Cruz. (Org.) BASTOS, Norton Torres de. (Coord.) ASSOCIAÇÃO BRASILEIRA DE NORMAS TÉCNICAS – ABNT. CONSELHO FEDERAL DE CONTABILIDADE – CFC. BRASIL. Ministério da Fazenda. BELO HORIZONTE. Secretaria Municipal de Educação. 35 f) Obra de autor desconhecido Para este tipo de situação, a entrada deverá ser feita pelo título da publicação, sendo que a primeira palavra desse título será apresentada em CAIXA ALTA. EXEMPLO 7.1.2 Título Em se tratando de obras avulsas ou monográficas, seus títulos deverão ser apresentados em negrito, separados do subtítulo por dois pontos. O subtítulo não deverá ser grafado em negrito. EXEMPLO Quando referenciada toda a obra do periódico, o seu título deverá ser colocado em CAIXA ALTA. EXEMPLO 7.1.3 Edição Sempre que a publicação superar a primeira edição, esta deverá ser indicada, respeitando o idioma da publicação. EXEMPLO FINANÇAS corporativas aplicadas. Porto Alegre: Bookman, 2002. ALVES-MAZZOTTI, Alda Judith; GEWANDSZNAJDER, Fernando. O método nas ciências naturais e sociais: pesquisa quantitativa e qualitativa. 3. ed. Sâo Paulo: Pioneira, 2001. ASSAF NETO, Alexandre. Mercado financeiro. 2. ed. São Paulo: Atlas, 1999. CADERNO DE PESQUISA EM ADMINISTRAÇÃO, São Paulo: Faculdade de Economia e Administração da USP, v. 1, n. 7, 2. trim. 1998. 3. ed. (português e espanhol) 3 rd ed. (inglês) 36 7.1.4 Local de publicação Deve-se registrar na referência a cidade da publicação do documento. Sendo que, quando ocorrer da editora produzir em mais de uma cidade, indica-se a primeira cidade que se apresenta ou aquela que tiver maior destaque. EXEMPLO Em caso de documentos internacionais, deve-se citar o nome da cidade no mesmo idioma de origem da publicação. EXEMPLO Não sendo possível a identificação do local da publicação usar a abreviatura “[S.l.]”. EXEMPLO 7.1.5 Editora O nome da editora na referência deverá ser feito abreviando os prenomes e suprimindo as palavras que indicam a natureza jurídica e comercial da mesma. EXEMPLO Quando coincidir autor e editora, não será necessário citá–lo novamente como editora uma vez que já aparece no papel de autor. São Paulo. Porto Alegre. New York. Madrid. ALVES-MAZZOTTI, Alda Judith; GEWANDSZNAJDER, Fernando. O método nas ciências naturais e sociais: pesquisa quantitativa e qualitativa. 3. ed. [S. l.]: Pioneira, 2001. Atlas McGraw 37 EXEMPLO Já no caso onde se desconhece a editora, deve-se usar a abreviatura “[s.n.]”. EXEMPLO No caso de não constarem na publicação o local e o editor, usar as expressões abreviadas e entre colchetes [S.l.: s. n.]. 7.1.6 Descrição física Referimos como descrição física: o número de páginas de uma obra, folhas e volumes consultados da obra. Não se trata de um item obrigatório de registro (exceto para dissertações, teses, monografias), mas esse sempre enriquecerá as referências. EXEMPLO Quando o documento não for paginado ou a numeração for irregular indica-se essa característica: Sem número de páginas = não paginado. Numeração irregular = paginação irregular. ASSOCIAÇÃO BRASILEIRA DE NORMAS TÉCNICAS. Resumos: NB- 88. Rio de Janeiro, 1987. 3 p. MARKOWITZ, Harry Max. Portfolio selection: efficient diversification of investments. New York: [s.n.], 1959. 99 p. = para obra paginada com algarismos arábicos, indicará o número de páginas da mesma. p. 14-20 = quando se quer destacar as páginas que foram consultadas da obra referenciada. 90 f. = para trabalhos onde o conteúdo esta escrito apenas no anverso da folha, indicará o número de folhas. 2 v. = utiliza-se em referência a um documento com dois volumes. v. 2 = indica qual o volume utilizado da obra referenciada. 38 7.2 Apresentação das referências 7.2.1 Livros e folhetos Elementos obrigatórios: Autor, título, subtítulo, edição, local, editora, data. Elementos complementares: Tradutor, ilustrador, páginas, volume, série, etc. a) Formato convencional EXEMPLO Referência de um livro de um único autor EXEMPLO Referência de um livro de quatro ou mais autores EXEMPLO Referência de um livro de local de publicação e de editora desconhecida EXEMPLO Referência de um livro onde há um responsável intelectual destacado e tradutor EXEMPLO Referência de um livro com autor desconhecido EXEMPLO Referência de um livro de responsabilidade de uma entidade ASSAF NETO, Alexandre. Mercado financeiro. 2. ed. São Paulo: Atlas, 1999. ELTON, Edwin et al. Modern portfolio theory and investment analysis. New York: John Wiley, 2003. DAMODARAN, Aswath. Finanças corporativas aplicadas. [S.l.: s.n.], 2002. KONDO, Yoshio. (Ed.). Motivação humana: um fator chave para gerenciamento. Tradução de Dário Ikuo Miyake. 2. ed. São Paulo: Gente, 1994. FINANÇAS corporativasaplicadas. Porto Alegre: Bookman, 2002. UNIVERSIDADE DE SÃO PAULO. Faculdade de Economia e Administração. Contabilidade introdutória. São Paulo: Atlas, 2004. AUTOR. Título: subtítulo. Edição. Local: Editora, data. 39 b) Formato on line 7.2.2 Capítulos de livros a) Formato convencional Elementos obrigatórios: Autor, título, subtítulo da parte, referência completa da obra e páginas consultadas. EXEMPLO Referência de capítulo de livro b) Formato on line Elementos essenciais: Autor, título, subtítulo da parte, referência completa da obra, páginas consultadas e endereço eletrônico e data do acesso. BREALEY, Richard; MYERS, Stwart. Estrutura de capital. In: BREALEY, Richard; MYERS, Stwart. Princípios de finanças empresariais. 5. ed. Lisboa: McGraw-Hill de Portugal, 1998. Cap. 9, p. 325 –354. AUTOR DO CAPÍTULO. Título do capítulo. In: AUTOR DO LIVRO. Título: subtítulo do livro. Edição. Local: Editora, ano. Número do capítulo, páginas inicial-final da parte. AUTOR DO CAPÍTULO. Título do capítulo. In: AUTOR DO LIVRO. Título: subtítulo do livro. Edição. Local: Editora, ano. Número do capítulo, páginas inicial-final da parte. Disponível em: <endereço eletrônico>. Acesso em: dia mês ano. AUTOR. Título: subtítulo. Edição. Local: Editora, data. Disponível em:< endereço eletrônico >. Acesso em: dia mês e ano. 40 EXEMPLO Referência de capítulo de livro 7.2.3 Monografia, dissertações e teses a) Formato convencional Elementos obrigatórios: Autor, título, subtítulo, data, número de folhas, tipo de documento, o grau e área de concentração, instituição, local, ano de defesa. EXEMPLO Referência de dissertação EXEMPLO Referência de monografia de graduação b) Formato on line Elementos obrigatórios: Autor, título, subtítulo, data, número de folhas, tipo de documento, o grau, área de concentração, instituição, local, endereço eletrônico e data do acesso. BREALEY, Richard; MYERS, Stwart. Estrutura de capital. In: BREALEY, Richard; MYERS, Stwart. Princípios de finanças empresariais. 5. ed. Lisboa: McGraw –Hill de Portugal, 1998. Cap. 9, p. 325 –354. Disponível em: <http://www.facisa.com.br>. Acesso em: 02 jan. 2013. NEVES, Antônio. A precificação de ativos de renda variável no mercado de capitais brasileiro: uma visão comparativa entre a Arbitrage Pricing Theory e o Capital Asset Pricing Model. 2001. 145 f. Dissertação (Mestrado em Administração) – Universidade Federal de Minas Gerais, Belo Horizonte. 2001. PENA, R. B. Estruturação de um modelo de previsão de crédito. 2007. 86 f. Monografia (Bacharelado em Administração) – Faculdade de Ciências Sociais Aplicadas de Belo Horizonte, Belo Horizonte. 2007. AUTOR. Título: subtítulo. Ano da apresentação. Número de folhas. Tipo de documento (Área de Concentração) – Nome da Instituição, Cidade. Ano da defesa. AUTOR. Título: subtítulo. Ano da apresentação. Número de folhas. Tipo de documento (Área de Concentração) – Nome da Instituição, Cidade. Ano de defesa. Disponível em: <endereço eletrônico>. Acesso em: dia mês ano. 41 EXEMPLO Referência de dissertação em meio eletrônico 7.2.4 Trabalhos apresentados em eventos científicos. a) Formato convencional Elementos obrigatórios: Autor, título, subtítulo do trabalho apresentado, nome do evento, número do evento, ano e local de realização do evento, título da publicação, local, editora, data de publicação e páginas do trabalho. EXEMPLO Referência de artigo apresentado em encontro científico EXEMPLO Referência de artigo apresentado em seminário b) Formato on line Elementos obrigatórios: Autor, título, subtítulo do trabalho apresentado, nome do evento, número do evento, ano e local de realização do evento, título da publicação, local, editora, data de publicação, páginas do trabalho, endereço eletrônico e data do acesso. SERRA, Evelton. Uma proposta para o ensino de mercado de capitais na abordagem de jogos de empresas. 1997. 165 f. Dissertação (Mestrado em Engenharia de Produção) – Universidade Federal de Santa Catarina, Florianópolis. 1997. Disponível em: <http://www.usfc.br>. Acesso em: 10 fev. 2013. BASSO, Leonardo Fernando Cruz; SILVA, Roseli. Economic value added and the debate on the most relevant variable: monetary amount or value creation rate? In: ENCONTRO BRASILEIRO DE FINANÇAS, 1., 2001, São Paulo. Anais... São Paulo: FGV/EAESP, 2001. p. 23 –35. BRUNI, Adriano Leal. Mercados eficientes, CAPM e anomalias na BOVESPA (1988 –1996). In: SEMINÁRIO DE ADMINISTRAÇÃO, 2., 1997, São Paulo. Anais... São Paulo: FEA/USP, 1997. p. 56 –72. AUTOR. Título: subtítulo. In: NOME DO EVENTO, número do evento, ano, Local de realização do evento, Título... subtítulo da publicação. Local: Editora, data de publicação. Páginas inicial-final do trabalho. 42 EXEMPLO Referência de artigo apresentado em encontro científico 7.2.5 Normas técnicas a) Formato convencional Elementos obrigatórios: Autor, número da norma, título, subtítulo, local, editora, data. EXEMPLO Referência de normas técnicas b) Formato on line Elementos obrigatórios: Autor, número da norma, título, subtítulo, local, editora, data, endereço eletrônico e data do acesso. BRUNI, Adriano Leal. Mercados eficientes, CAPM e anomalias na BOVESPA (1988 –1996). In: SEMINÁRIO DE ADMINISTRAÇÃO, 2., 1997, São Paulo. Anais... São Paulo: FEA/USP, 1997. p. 56 –72. Disponível em: <http://www.sbfin.org.br>. Acesso em: 21 jun. 2002. ASSOCIAÇÃO BRASILEIRA DE NORMAS TÉCNICAS. NBR 14724: informação e documentação: trabalhos acadêmicos: apresentação. Rio de Janeiro, 2001. 20 p. AUTOR. Número da norma: título: subtítulo. Local de publicação: Editora, data. Número de páginas. AUTOR. Título: subtítulo. In: NOME DO EVENTO, número do evento, ano. Local de realização do evento. Título ... subtítulo. Local: Editora, data de publicação. Páginas inicial-final do trabalho. Disponível em: <endereço eletrônico>. Acesso em: dia mês ano. AUTOR. Número da norma: título: subtítulo. Local de publicação: Editora, data. Número de páginas. Descrição física do meio eletrônico (CD-ROM, disquete etc.) ou Disponível em: <endereço eletrônico>. Acesso em: dia mês ano. 43 EXEMPLO Referência de normas 7.2.6 Artigo de periódicos a) Formato convencional Elementos obrigatórios: Autor, título do artigo, subtítulo do artigo, nome do periódico, local de publicação, volume, número, páginas inicial-final do artigo e data de publicação. EXEMPLO Referência de artigo de periódico A indicação do mês deve ser feita na língua de origem do periódico, sempre abreviado. Caso o periódico adote as estações ou divisões do ano em vez dos meses, deve-se respeitar esta divisão.EXEMPLO BELO HORIZONTE. Prefeitura Municipal. Secretaria Municipal de Saúde. 005/99: norma técnica de fiscalização e vigilância sanitária em laboratórios de citopatologia. Belo Horizonte, 1999. 26 p. Disponível em: <www.pbh.gob.br/smsa/vigilancia/arquivos>. Acesso em: 18 mar. 2013. ALCÂNTARA, José Carlos Guimarães. O modelo de avaliação de ativos CAPM: aplicações. Revista Administração de Empresas, Rio de Janeiro, v. 20, n. 3, p. 31- 41, jul./set. 1980. Winter 2004 2. trim. 2003 AUTOR. Título do artigo. Nome do Periódico, Local de publicação, volume, número, páginas inicial-final, data da publicação. 44 ABREVIATURAS DOS MESES PORTUGUÊS INGLÊS ESPANHOL Janeiro = jan. January = Jan. Enero = enero Fevereiro = fev. February = Feb. Febrero = feb. Março = mar. March = Mar. Marzo = marzo Abril = abr. April = Apr. Abril = abr. Maio = maio May = May Mayo = mayo Junho = jun. June = June Junio = jun. Julho = jul. July = July Julio = jul. Agosto = ago. August = Aug. Agosto = agosto Setembro = set. September = Sept. Septiembre = sept. Outubro = out. October = Oct. Octubre = oct. Novembro = nov. November = Nov. Noviembre = nov. Dezembro = dez. December = Dec. Diciembre = dic. EXEMPLO Referência artigo de periódico b) Formato on line Elementos obrigatórios: Autor, título, subtítulo do artigo, nome do periódico, local de publicação, volume, número, páginas inial-final do artigo, data de publicação, endereço eletrônico e data do acesso. EXEMPLO Referência de periódicos TOBIN, James. Liquidity preference as a behavior toward risk. Review of Economic Studies, Oxford, v. 25, n. 66, p. 65 –86, Feb. 1958. BANZ, Rolf W. The relationship between return and market value of common stocks. Journal of Financial Economics, v. 9, n. 1, p. 3 –18, mar. 1981. Disponível em: <http://www.essex.ac.uk/frame455745.html>. Acesso em: 04 maio 2013. AUTOR. Título: subtítulo. Nome do Periódico, Local de publicação, volume, número, páginas inicial-final, data da publicação. Disponível em: <endereço eletrônico>. Acesso em: dia mês ano. 45 7.2.7 Artigo de jornal a) Formato convencional Elementos obrigatórios: Autor, título, subtítulo do artigo, nome do jornal, local de publicação, data de publicação, caderno e páginas. EXEMPLO Referência de jornal b) Formato on line Elementos obrigatórios: Autor, título, subtítulo do artigo, nome do jornal, local de publicação, data de publicação, caderno, páginas, endereço eletrônico e data do acesso. EXEMPLO Referência de jornal 7.2.8 Documento Jurídico a) Formato convencional Elementos obrigatórios: Jurisdição, título, número, edição, local, editora, data. AZEVEDO, G. H. O Rio São Francisco pede socorro. Estado de Minas, Belo Horizonte, 02 abr. 2005. Caderno: Gerais, p. 4 –5. AZEVEDO, G. H. O Rio São Francisco pede socorro. Estado de Minas, Belo Horizonte, 02 abr. 2005. Caderno: Gerais, p. 4 –5. Disponível em: <http://www.uai.com.br/gerais455745.html>. Acesso em: 04 maios 2013. AUTOR. Título: subtítulo. Nome do Jornal, Local, dia mês ano. Número ou título do caderno, seção ou suplemento, páginas inicial-final. AUTOR. Título: subtítulo. Nome do Jornal, Local, dia mês ano. Número ou título do caderno, seção ou suplemento, páginas inicial-final. Disponível em: <endereço eletrônico>. Acesso em: dia mês ano. 46 EXEMPLO Referência de lei EXEMPLO Referência de decreto Quando se tratar de constituições e suas emendas, incluir a palavra “Constituição” e o ano de promulgação, entre parênteses, entre jurisdição e o título. EXEMPLO Referência de constituição b) Formato on line Elementos obrigatórios: Jurisdição, título, edição, local, editora, data, número de páginas, endereço eletrônico e data do acesso. BRASIL. Casa Civil. Lei n. 5.517, de 23 de outubro de 1968. Dispõe sobre o exercício da profissão de médico veterinário e cria os Conselhos Federal e Regional de Medicina veterinária. Brasília, 1968. 48 p. MINAS GERAIS. Decreto n. 17.248 de 4 de julho de 1975. Minas Gerais, Belo Horizonte, 5 jul. 1975. p. 5. BRASIL. Constituição (1988). Constituição da República Federativa do Brasil, 1988. Brasília: Senado Federal, Centro Gráfico, 1988. 296 p. JURISDIÇÃO (nome do país, estado ou município) ou NOME DA ENTIDADE (no caso de normas). Título, numeração e data. Edição. Local: Editora, data. Número de páginas. JURISDIÇÃO (nome do país, estado ou município) ou NOME DA ENTIDADE (no caso de normas). Título, numeração e data. Edição. Local: Editora, data. Disponível em: <endereço eletrônico>. Acesso em: dia mês ano. 47 EXEMPLO Referência de resolução EXEMPLO Referência de lei EXEMPLO Referência de constituição EXEMPLO Referência de decreto 7.2.9 Documentos eletrônicos Referem-se a bases de dados, listas de discussão, site, arquivos em CD–ROM ou pendrive, entre outros 4 . Elementos essenciais: autor, título do serviço ou produto, versão (se houver) e descrição física. Elementos complementares: local, editor, data de publicação, descrição do site, desenvolvedor do site. _________________ 4 O email devido ao seu caráter informal, interpessoal e efêmero, só deve ser utilizado quando não houver nenhum outro documento que aborda o assunto em questão. CONSELHO FEDERAL DE CORRETORES DE IMÓVEIS – COFECI. Resolução-COFECI Nº 326/92: aprova o código de ética profissional dos corretores de imóveis. Brasília: COFECI, 1992. Disponível em: < http://www.cofeci.gov.br/arquivos/legislacao/1992/resolucao326_92.pdf>. Acesso em: 24 abr. 2013. BRASIL. Casa Cívil. Subchefia para Assuntos Jurídicos. Lei n. 11.638, de 28 de Dezembro de 2007. Altera e revoga dispositivos da Lei n. 6.404, de 15 de dezembro de 1976, e da Lei no 6.385, de 7 de dezembro de 1976, e estende às sociedades de grande porte disposições relativas à elaboração e divulgação de demonstrações financeiras. Disponível em: <http://www.planalto.gov.br/ccivil_03/_ato2007 2010/2007/Lei/L11638.htm>. Acesso em: 27 jun. 2013. BRASIL. Senado Federal. Constituição (1988). Constituição da República Federativa do Brasil, de 5 de outubro de 1988. Disponível em: <http://www.senado.gov.br/sf/legislacao/const/>. Acesso em: 28 abr. 2013. BRASIL. Senado Federal. Subsecretaria de Informações. Decreto nº 6.861, de 27 de maio de 2009. Dispõe sobre a Educação Escolar Indígena, define sua organização em territórios etnoeducacionais, e dá outras providências. Disponível em: <http://www6.senado.gov.br/legislacao/ListaPublicacoes.action?id=258862>.Acesso em: 30 abr. 2013. 48 EXEMPLO Referência de um CD–ROM a) Site EXEMPLO Referência de um site EXEMPLO Referência de um site com desenvolvedor e data. b) Documento avulso em meio eletrônico MINAS GERAIS. Secretaria da Educação. Assessoria de Planejamento e Coordenação. Centro Produção e Difusão de Informações Educacionais. Anuário estatístico da educação: Minas Gerais: 2000. Belo Horizonte: SEEMG, 2000. 1 CD –ROM. PORTAL de Periódicos CAPES. Apresenta publicações científicas gerenciadas pela coordenação de aperfeiçoamento pessoal de nível superior. Disponível em: < http://www.periodicos.capes.gov.br/>. Acesso em: 14 jul. 2016. FACULDADE de Ciências Sociais Aplicadas de Belo Horizonte – FACISABH. Desenvolvido por Marcus Ferraz. Apresenta os serviços oferecidos pela faculdade FACISABH. 2009. Disponível em: <http://www.facisa.com.br >. Acesso em: 25 jul. 2013. Nome do site. Descrição do site (opcional) Disponível em: <endereço eletrônico>. Acesso em: dia mês ano. AUTOR. Título do documento. Nome do site. Ano. Disponível em: <endereço eletrônico>. Acesso em: dia mês ano. AUTOR. Título do serviço ou produto. Versão (se houver). Local: Editor, data de publicação. Disponível em: <endereço eletrônico>. Acesso em: dia mês ano (para documentos on line) ou descrição do tipo de material. 49 EXEMPLO Referência de documento avulso em meio eletrônico c) Documento avulso em meio eletrônico com autor entidade EXEMPLO Referência de documento avulso em meio eletrônico com autor entidade 7.2.10 Outras referências a) Anotações de aula EXEMPLO Referência de notas de aula b) Palestras EXEMPLO Referência de palestra c) Apostilas EXEMPLO Referência de apostila COSTA, Elenito Elias da Silva. Importantes observações contidas na DIPJ. Portal da Classe Contábil. 2009. Disponível em: <http://www.classecontabil.com.br/v3/artigos/ver/2032>. Acesso em: 28 jul. 2013. PORTAL DE CONTABILIDADE. Demonstração do Resultado do Exercício (DRE). Portal de Contabilidade. Disponível em: < http://www.portaldecontabilidade.com.br/guia/demonstracaodoresultado.htm>. Acesso em: 04 dez. 2013. AMORIM, Antônio Baião. Sistemas de custeio. Belo Horizonte: FACISABH, 2007. Notas de aula. AMORIM, Antônio Baião. Nota fiscal eletrônica. Belo Horizonte: FACISABH, 2007. Palestra proferida na III Semana da Contabilidade FACISABH, em Belo Horizonte, em 04 maios 2007. AMORIM, Antônio Baião. Administração de custos. Belo Horizonte, 2007. p. 12. Apostila. 50 d) Relatórios EXEMPLO Referência de relatório e) Entrevistas – entrevistas individuais Neste caso deve-se entrar com o nome do entrevistado. EXEMPLO Referência de entrevista individual – entrevistas coletivas Neste caso deve-se entrar com o nome do entrevistador. EXEMPLO Referência de entrevista coletiva f) Apresentação em Slides EXEMPLO Referência de slides g) Filmes EXEMPLO Referência de filme AMORIM, Antônio Baião. Sistemas de custeio. Belo Horizonte: FACISABH, 2007. 18 p. Relatório. AMORIM, Antônio Baião. Antônio Baião de Amorim: inédito. Belo Horizonte, 2007. Entrevista concedida a Maria Assis. ASSIS, Maria. Encontro com os coordenadores pedagógicos da FACISABH. Belo Horizonte, 2007. Entrevista. AMORIM, Antônio Baião. Sistemas de custeio. Disciplina de Seminários. Belo Horizonte: FACISABH, 2013. 19 f. Slides. A LIBERDADE é azul. Direção: Krzystof Kieslowski. São Paulo: Look filmes, 1994. DVD (96 min.), legendado. Tradução de: Bleu. 51 h) Atlas EXEMPLO Referência de atlas INSTITUTO BRASILEIRO DE GEOGRAFIA E ESTATÍSTICA (Rio de Janeiro, RJ). Atlas do Brasil: geral e regional. Rio de Janeiro, 1959. 705 p. 52 PPAARRTTEE IIII RREECCOOMMEENNDDAAÇÇÕÕEESS PPAARRAA PPUUBBLLIICCAAÇÇÕÕEESS EESSPPEECCÍÍFFIICCAASS 8 MONOGRAFIA A Monografia tem a finalidade de ser a avaliação final dos cursos de graduação (Bacharelado e Licenciatura) da FACISABH. Ela constitui o produto de leituras, observações, investigações, reflexões e críticas desenvolvidas nos cursos de graduação e pós-graduação. Sua principal característica é a abordagem de um tema único. Para Marconi e Lakatos (2001, p. 205), monografia é: Um estudo sobre um tema específico ou particular, com suficiente valor representativo e que obedece a rigorosa metodologia. Investiga determinado assunto não só em profundidade, mas em todos os seus ângulos e aspectos [...]. Sugere-se que a monografia tenha de 40 a 80 páginas. Elementos obrigatórios: Capa, folha de rosto, folha de aprovação, resumo em língua vernácula, resumo em língua estrangeira (inglês: ABSTRACT, espanhol: RESUMEN ou francês: RÉSUMÉ), listas, sumário, introdução, metodologia, referencial teórico, caracterização da organização (quando houver), apresentação dos dados, considerações finais e referências. Elementos opcionais: Dedicatória, agradecimentos, epígrafe, apêndice, glossário e anexo. 53 8.1 Estrutura Figura 5- Estrutura visual dos elementos da monografia Fonte: Dados de pesquisa (2012). 54 8.1.1 Elementos pré-textuais 8.1.1.1 Capa Tem como objetivo a identificação do trabalho científico. Deverá conter alguns elementos essenciais a fim de atender o objetivo a que se propõe, tais como: nome da instituição, autor, título, subtítulo (caso exista), local (cidade) e ano, dispostos nesta ordem. As informações contidas na capa deverão ser todas colocadas em negrito (exceto subtítulo) e de forma centralizada. Deverá utilizar-se na capa espaçamento de 1,5 entre linhas e a letra Times New Roman 12, exceto o título e subtítulo do trabalho que deverão ter fonte tamanho 14. Utilizar nas margens Superior e Esquerda 3 cm e Inferior e Direita 2 cm. Figura 6 – Capa Fonte: Dados de pesquisa (2012). 55 Versão digital A versão digitalizada, utilizada pelos cursos de Administração, Ciências Contábeis, Pedagogia e Letras, deve ser apresentada em arquivo único contendo a pesquisa e a ata de aprovação em formato PDF. A cor da capa utilizada para cada curso é: Azul Royal com letras douradas para o curso de Administração; Vinho com letras douradas para o curso de Ciências Contábeis; Lilás Escuro (Roxo) com letras douradas para o curso de Pedagogia; Vermelho Escuro com letras na cor branca para o curso de Letras. A capa e a etiqueta do CD seguem as cores indicadas acima, de acordo com os modelos encontradosneste manual. Os alunos devem, portanto, acessar o arquivo eletrônico, disponível na página da Biblioteca FACISABH, colocando os dados do seu trabalho, sem alterar a formatação. OBS. Não serão aceitos trabalhos sem o nome completo dos alunos. Figura 7 – Capa CD Administração – frente Fonte: Dados de pesquisa (2012). 56 Figura 8 – Capa CD Administração – verso Fonte: Dados de pesquisa (2012). Figura 9 – Etiqueta CD Administração Fonte: Dados da pesquisa (2012). Prof.(a) Orientador(a) Xxxxx Xxxxxx Alunos: Xxxxxx Xxxxxx Xxxxxxx Xxxxxxx ADMINISTRAÇÃO Belo Horizonte 2011 57 O CD deve ter a capa e a etiqueta impressas em papel fotográfico e a caixa box para o acondicionamento do CD deve ser de acrílico (não serão aceitos os envelopes ou outros modelos). O protocolo do trabalho em sua versão final deve ser feito na biblioteca nos prazos determinados a cada semestre. 8.1.1.2 Folha de rosto A folha de rosto trará consigo informações que auxiliarão a identificação do trabalho são elas: nome do autor, título do trabalho, subtítulo (caso exista), nota de apresentação, nome do professor orientador, local e ano. As informações contidas na folha de rosto deverão ser colocadas de forma centralizada, exceto a nota de apresentação e o nome do professor orientador que estarão recuados. Deverá utilizar-se na folha de rosto a letra Times New Roman 12, exceto o título e subtítulo do trabalho que deverão ter fonte tamanho 14, sendo que o título deverá ser apresentado em negrito. Quanto ao espaçamento entre linhas, utilizar o espaço simples. 58 Figura 10 – Folha de rosto Nome do Aluno TÍTULO DO TRABALHO: subtítulo Prof. Orientador: Nome do Professor. Fonte: Dados de pesquisa (2012). Exemplos de notas de apresentação: Projeto de Pesquisa apresentado no Curso de Graduação em Administração da Faculdade de Ciências Sociais Aplicadas de Belo Horizonte como requisito parcial para aprovação na disciplina Estágio Supervisionado VII. Trabalho de conclusão de curso apresentado no Curso de Graduação em Administração da Faculdade de Ciências Sociais Aplicadas de Belo Horizonte como requisito parcial para a obtenção do título de Bacharel em Administração. 3 cm 2 cm 2 cm 15 espaços simples entre linhas (se for mais de um aluno diminuir a quantidade de espaços na mesma proporção do número de alunos) 10 espaços simples entre linhas 8 cm à margem esquerda em relação à borda da página 1 espaço simples (uma linha em branco) entre a nota de apresentação e o nome do professor orientador. 3 cm Belo Horizonte Ano Trabalho de Conclusão de Curso apresentado na Faculdade de Ciências Sociais Aplicadas de Belo Horizonte no Curso de Graduação em Pedagogia como requisito parcial para obtenção do título de Licenciatura em Pedagogia. 59 Relatório de Estágio apresentado no Curso de Graduação em Ciências Gerenciais: Gestão de Empresas e Negócios da Faculdade de Ciências Sociais Aplicadas de Belo Horizonte como requisito parcial para aprovação na disciplina Estágio Supervisionado IV. Trabalho apresentado no Curso de Graduação em Ciências Contábeis da Faculdade de Ciências Sociais Aplicadas de Belo Horizonte como requisito parcial para aprovação na disciplina Contabilidade Intermediária II. 8.1.1.3 Folha de aprovação A folha de aprovação é providenciada pela Coordenação de Curso. Este item é obrigatório, a biblioteca somente aceitará as monografias que apresentarem sua ata de aprovação devidamente assinada, escaneada e gravada no CD, no corpo do TCC. 8.1.1.4 Dedicatória Trata-se de um texto curto, onde o autor prestará uma homenagem ou dedicará seu trabalho a alguém. Deve-se utilizar espaçamento simples, letra Times New Roman tamanho 12 em itálico e alinhamento à direita. Item opcional. 60 Figura 11 – Dedicatória 3 cm Fonte: Dados de pesquisa (2012). 8.1.1.5 Agradecimentos Esta parte do trabalho é destinada aos agradecimentos a pessoas e/ou organizações que contribuíram para a construção do trabalho. Deve-se utilizar espaçamento simples, letra Times New Roman tamanho 12 com alinhamento justificado, exceto o título da página (Agradecimentos) que deverá estar centralizado, em caixa alta e em negrito. Item opcional. Recuado à direita em 9 cm 3 cm 2 cm 2 cm Dedico este trabalho aos meus queridos pais e ao meu irmão que depositaram em mim toda confiança e esperança. 1 cm 61 Figura 12– Agradecimentos 3 cm AGRADECIMENTOS Aos diretores da empresa pesquisada pela contribuição e apoio na elaboração desta monografia. Ao meu professor orientador por toda dedicação e amor ao seu trabalho. A todos os meus amigos e colegas que de uma forma ou outra contribuíram na realização deste trabalho. A FACISABH e em especial aos funcionários da biblioteca que sempre estavam dispostos a orientar-nos em nossas pesquisas bibliográficas. 2 cm Fonte: Dados de pesquisa (2012). 8.1.1.6 Epígrafe A epígrafe trata-se de uma citação de um pensamento que de alguma forma traduza o tema do seu trabalho ou do sentimento do autor ao construí-lo. Deve-se utilizar espaçamento simples, letra Times New Roman tamanho 12 em itálico e alinhamento à direita. Item opcional. 3 cm 2 cm 1 espaço simples 5 espaços simples 62 Figura 13 – Epígrafe 3 cm Fonte: Dados de pesquisa (2012). 8.1.1.7 Resumo Texto redigido pelo autor, onde se procura ressaltar de forma clara, direta, concisa os objetivos da pesquisa, bem como a metodologia utilizada, os resultados encontrados e as conclusões a que se chegou. Elaborado em único parágrafo, este deverá conter entre 200 a 500 palavras. Deve-se ao final do texto do resumo listar os termos que serão as palavras-chave 3 cm 2 cm 2 cm “Há três coisas na vida que nunca voltam atrás: a flecha lançada,a palavra pronunciada e a oportunidade perdida." Provérbio Chinês 01 espaço simples entre linhas (uma linha em branco) Recuado à direita em 9 cm 63 para a recuperação do trabalho. Essas palavras-chave (de três a cinco) representam o assunto do trabalho. Cada palavra-chave deve ser separada por ponto e vírgula e iniciada com letra em CAIXA ALTA. O espaçamento entre linhas será simples, letra Times New Roman tamanho 11 com alinhamento justificado. Figura 14 – Resumo RESUMO O tema deste trabalho é a criação de valor econômico (EVA) nas empresas brasileiras de capital aberto e os modelos de precificação de ativos financeiros de fator único. Assim, o objetivo geral da pesquisa consistiu em avaliar qual dos modelos de preços de ativos financeiros, Capital Asset Pricing Model (CAPM) e Downside Capital Asset Pricing Model (D –CAPM), configura –se como a melhor alternativa para mensurado do custo do capital próprio das empresas brasileiras de capital aberto. Especificamente procurou –se avaliar a eficiência da aplicabilidade do CAPM e do D –CAPM para o mercado de capitais brasileiro e comparar os resultados do EVA, atingidos a partir do uso dos modelos de precificação de ativos CAPM e D –CAPM. Nesse sentido, o uso teve como fundamentação teórica o modelo de criação de valor econômico e de precificação de ativos financeiros, precedido de uma revisão de literatura sobre o uso de capitais com ênfase na evolução do mercado de capitais brasileiro. 1 espaço simples Palavras –chave: Valor econômico agregado; Capital asset pricing model; Downside capital asset pricing model; Custo de capital próprio. Fonte: Dados de pesquisa (2012). 8.1.1.8 Resumo em língua estrangeira O resumo em língua estrangeira (ABSTRACT, em Inglês, RESUMEN, em Espanhol ou RÉSUMÉ em francês) é a tradução para a língua estrangeira do resumo em língua vernácula, incluindo as palavras chave. Elaborado em único parágrafo, este deverá conter entre 200 a 3 cm 2 cm 2 cm 3 cm 5 espaços simples 64 500 palavras. Deve-se ao final do texto do resumo listar os termos que serão as palavras- chave para a recuperação do trabalho. Essas palavras-chave (de três a cinco) representam o assunto do trabalho. Cada palavra-chave deve ser separada por ponto e vírgula e iniciada com letra em CAIXA ALTA. O espaçamento entre linhas será simples, letra Times New Roman tamanho 11 com alinhamento justificado. Figura 15 – Resumo em língua estrangeira RESUMO The theme of this work is the creation of economic value (EVA) in Brazilian publicly traded companies and the single factor financial asset pricing models. Thus, the general objective of the research was to evaluate which of the models of pricing of assets, Capital Asset Pricing Model (CAPM) and Downside Capital Asset Pricing Model (D -CAPM), is the best alternative for measuring the cost of Capital of Brazilian publicly traded companies. Specifically, we tried to evaluate the efficiency of CAPM 2 and D-CAPM applicability for the Brazilian capital market and to compare the EVA results obtained from the use of CAPM and D-CAPM asset pricing models. In this sense, the theoretical basis for this work was the creation of economic value and the pricing of financial assets, preceded by a review of the literature on capital markets, with emphasis on the evolution of the Brazilian capital market. 1 espaço simples Keywords: Aggregate economic value; Capital asset pricing model; Downside capital asset pricing model; Cost of equity. Fonte: Dados de pesquisa (2012). 8.1.1.9 Listas Ordenação dos elementos ilustrativos ou explicativos que foram inseridos no trabalho. O sumário das ilustrações deve ser listado de acordo com a ordem numérica das mesmas, seguida pelo título e página correspondente. Recomenda-se, quando necessário, a elaboração 2 cm 3 cm 5 espaços simples 2 cm 3 cm 65 de uma lista para cada tipo de ilustração. Contudo, quando estas não representarem um número significativo poderá ser condensado em: lista de ilustrações (figuras, gráficos, mapas, quadros e tabelas). Há também a lista de siglas. O espaçamento entre linhas será simples, letra Times New Roman tamanho 12 com alinhamento justificado. Os títulos das ilustrações são alinhados a partir do nome com maior número de caracteres. Figura 16 – Lista de ilustrações 3cm LISTA DE ILUSTRAÇÕES Quadro 1 – Cronologia .............................................................................17 Figura 1 – Relação entre EVA e MVA…........................ ...................…20 Figura 2 – Os pilares do EVA..................................................................26 Figura 3 – Utilidade da riqueza................................................................45 Gráfico 1 – Conjuntos de oportunidades e conjunto eficiente.................51 Gráfico 2 – Selecionando uma carteira ótimo.........................................52 Figura 4 – Análises comparativas. ...........................................................60 Fonte: Dados de pesquisa (2012). 3 cm 2 cm 2 cm 1 espaço simples 5 espaços simples A lista de ilustrações (figuras, tabelas, quadros, desenhos, mapas, esquemas, fluxogramas, fotografias, organogramas, plantas, retratos, gráficos e outras) deverá apresentar tais ilustrações na ordem em que aparecem no texto. 66 Figura 17– Lista de tabelas LISTA DE TABELAS Tabela 1 – Betas dos ativos................................................................……20 Tabela 2 – Teste de simetria.......................................................................26 Tabela 3 – Distribuição das ações ordinárias e preferenciais.....................45 Tabela 4 – Cálculo do CAPM......................................................................51 . Tabela 5 – Cálculo do D –CAPM...............................................................52 Fonte: Dados de pesquisa (2012). 3 cm 2 cm 2 cm 1 espaço simples 3 cm 5 espaços simples 67 Figura 18 – Lista de siglas LISTA DE SIGLAS BACEN Banco Central do Brasil BOVESPA Bolsa de Valores de São Paulo CDI Certificado de depósito interbancário CMN Conselho Monetário Nacional CVM Conselho de Valores Mobiliários FIBV Federação Internacional das Bolsas de Valores 2 cm Fonte: Dados de pesquisa (2012). 1 espaço simples3 cm 2 cm 3 cm A lista de siglas deverá apresentar as siglas e abreviaturas utilizadas ao longo do trabalho. Devem ser apresentadas em ordem alfabética. Primeiro apresenta-se as siglas. Após a sigla insere-se o significado escrito por extenso, alinhado a partir da margem mais extensa da sigla (aquela que tem o maior número de caracteres). 5 espaços simples 68 8.1.1.10 Sumário Trata-se da enumeração dos capítulos e das seções na qual o trabalho está dividido, deverá estar precedido na sua localização no corpo do trabalho dos elementos pré-textuais (folha de rosto, agradecimentos, resumo, etc.) que não deverão compor o sumário. Usar o recurso negrito e caixa alta apenas para os Capítulos (Seção primária). Para as seções secundárias deve-se usar apenas o recurso negrito, para as demais seções o texto deverá estar em caixa baixa e sem negrito. 8.1.2 Elementos textuais 8.1.2.1 Introdução O capítulo Introdução deverá ser composto pelos seguintes itens: Breve histórico e evolução do tema: conjunto de informações claras e simples que permitirão contextualizar a pesquisa, por meio de considerações preliminares sobre o tema a ser analisado, ao longo do trabalho. Problema: definição e delimitação do tema, ou seja, do objeto de estudo, bem como sua localização no tempo e no espaço – seu contexto. Após a definição do tema o problema deve ser expresso de forma interrogativa, de maneira clara e explícita e deve ser delimitado a uma dimensão viável. Não se deve utilizar pontuação ou qualquer outro tipo de sinalização para separar os títulos da numeração da seção, apenas um espaço em branco. A numeração das seções deverá ser alinhada a esquerda, enquanto os títulos das mesmas pela margem mais extensa da numeração. 69 Justificativa: define a razão que justifica o interesse ou a relevância do estudo realizado para a área de conhecimento em que se dá a pesquisa. Deve enfatizar a importância da pesquisa. Objetivos: Os objetivos devem ser escritos com os verbos no infinitivo. Ex.: Avaliar, Mensurar, Identificar, Analisar. Se subdividem em objetivo geral e objetivos específicos. Objetivo geral: representa o fim que o trabalho se propõe a atingir. É elaborado com base no problema de pesquisa. O alcance do objetivo geral é uma das medidas de sucesso do trabalho do aluno. Objetivos específicos: representam os passos necessários para o alcance do objetivo geral. São uma decomposição do objetivo geral em ações pormenorizadas, que servem de guia para o aluno completar o seu trabalho. Hipótese: trata-se da resposta provável e provisória para a questão que foi formulada (o problema de pesquisa). A hipótese está, portanto, diretamente ligada ao problema de pesquisa e aos termos que nele se relacionam. Por isso, pode ser compreendida como o fio condutor da pesquisa, pois indica ao pesquisador o que procurar. 8.1.2.2 Metodologia Descreve a metodologia adotada, identificando seus pressupostos básicos explanando sobre a classificação da pesquisa, deixando para finalizar com o relato sobre o tipo de amostragem utilizada e com a breve descrição dos procedimentos empregados. Os instrumentos utilizados na pesquisa, como: roteiros de entrevistas, formulários, questionários e outras ferramentas da coleta de dados devem ser historiados, para tornar claro e completo o relato. 8.1.2.3 Referencial teórico Demonstra o conhecimento sobre a literatura básica do assunto pesquisado, condensando os resultados dos estudos feitos por diversos autores. Induz à busca da literatura existente para averiguar o que já foi escrito ou publicado sobre a temática escolhida, e o relato de outras pesquisas realizadas, para aumentar o conhecimento sobre o assunto. O levantamento de estudos já realizados sobre o tema pesquisado para compor o Referencial Teórico irá orientar 70 o estudo e a evitar ponderações próprias ao senso comum. As obras efetivamente consultadas devem ser referenciadas e registradas conforme as recomendações deste manual. 8.1.2.4 Caracterização da organização A caracterização da organização atende à necessidade de divulgar um conhecimento inicial, com informações preliminares. Faz-se necessário o relato do maior número possível de informações, a fim de caracterizar o objeto de estudo. O capítulo deve ser subdividido em quatro subtítulos, sendo eles: Dados Gerais, Histórico, Estrutura Física, Estrutura Organizacional. Nos trabalhos onde não se tem uma organização como objeto de estudo, esse capítulo deverá ser suprimido. 8.1.2.5 Apresentação e análise dos dados O campo de observação e análise deve ser descrito em profundidade, com a apresentação de dados, e outras informações coletadas, além das obtidas através dos instrumentos aplicados. O momento do registro e análise constitui-se em oportunidade de confrontação entre a teoria abordada no referencial teórico e a prática. Este capítulo é o espaço de comprovação ou refutação da argumentação teórica, considerando os autores eleitos no referencial teórico. Devem constar ilustrações, quadros, gráficos, tabelas, e outros elementos elucidativos, sempre considerando as determinações das normas deste manual. Neste espaço pode-se confirmar/reafirmar o propósito da investigação e demonstrar como a pesquisa pode contribuir para o conhecimento existente e estender suas implicações para pesquisas futuras. Pode-se indicar a necessidade de estudos complementares, seja para refutar hipóteses ou para ampliar o estudo. 71 8.1.2.6 Considerações finais Constitui-se em um parecer final a respeito da experiência vivida para a realização da pesquisa. Resgata-se do objetivo a intenção geradora e sobre ele faz-se o registro dos ganhos com a aprendizagem. Devem-se citar as partes principais da pesquisa, ampliando o relato para explicar seu alcance e como são importantes as investigações sobre a temática. Não se devem introduzir dados novos nesta parte. É o espaço onde o autor manifesta seu ponto de vista sobre a investigação da pesquisa. Pode conter sugestão de procedimentos, face ao resultado da confrontação teoria/prática. Deve estar clara e objetiva a possível solução para impasses relatados na problemática, a demonstração do objetivo alcançado e a indicação de métodos e técnicas que contribuíram para a sua realização. O aluno neste espaço também poderá sugerir temas para trabalhos futuros. 8.1.3 Elementos pós-textuais 8.1.3.1 Referências Consiste na apresentação dos materiais utilizados para a construção do trabalho. A ordenação das referências deverão se realizar na forma alfabética. Define-se que as referências devem ser alinhadas à esquerda, em espaço simples entre linhas e tendo um espaço simples (uma linha em branco) entre elas em letra Times New Ronan tamanho 12. As normas para listar as referências são apresentadas no Capítulo 7 deste manual. Por se tratar de pós-texto o título (Referências) deverá ser apresentado em CAIXA ALTA, centralizado. 72 Figura 19 – Referências REFERÊNCIAS AZEVEDO, Sérgio. Guia valor econômico de marketing: para pequenas e médias empresas. São Paulo: Globo, 2002. BARTH, Nelson Lerner. Inadimplência: construção de modelos de previsão. São Paulo: Nobel, 2004. BERNI, Mauro Tadeu. Operação e concessão de crédito: os parâmetros para a decisãode crédito. São Paulo: Atlas, 1999. Fonte: Dados de pesquisa (2012). 8.1.3.2 Apêndice (elemento opcional) Compreende texto, artigo, questionário, formulário e ilustração elaborada pelo próprio autor. 2 cm 3 cm 2 cm 3 cm 1 espaço simples 5 espaços simples Devem ser identificados por letras maiúsculas sequenciais seguidas de seus respectivos títulos, separado por travessão. 73 Figura 20 – Apêndice APÊNDICE A – Roteiro de entrevista 1 Qual a estratégia da empresa para estruturar os preços de venda dos seus produtos: estratégia baseada em seus custos ou preço de mercado? 2 A variável custos na sua empresa é operacionalizada e gerenciada sob um enfoque mais contábil ou gerencial? Por que há esta sobreposição de foco? 3 Sintetize o processo de apuração de custos de um produto. Fonte: Dados de pesquisa (2012). 8.1.3.3 Anexo (elemento opcional) Compreende texto, artigo, questionário, formulário, ilustração e outros documentos citados no corpo do trabalho, que foram elaborados por terceiros. 2 cm 3 cm 2 cm 3 cm 5 espaços simples 74 Figura 21– Anexo ANEXO A – Tela para elaboração de orçamentos 2 cm Fonte: Sistema Zênite (2007). 8.1.3.4 Glossário (elemento opcional) Trata-se de uma lista em ordem alfabética de palavras poucas conhecidas, palavras estrangeiras, termos e expressões técnicas, acompanhadas das definições e traduções. Figura 22– Glossário GLOSSÁRIO Bolsas de valores: são sociedades civis, de direito privado e sem fins lucrativos. O patrimônio da bolsa é constituído por títulos patrimoniais de propriedade das sociedades de corretoras de valores. Sua função consiste em manter um local adequado para compra e venda de títulos mobiliários. Os investidores que operam na bolsa o fazem por intermédio de suas sociedades. Fonte: Sistema Zênite (2007). 3 cm 2 cm 3 cm 2 cm 2 cm 3 cm 3 cm 5 espaços simples 5 espaços simples 75 9 PROJETO DE PESQUISA “Os projetos de pesquisa são os planos e os procedimentos para a pesquisa que abrangem as decisões desde suposições amplas até métodos detalhados de coleta e de análise de dados.” (CRESWELL, 2010, p. 25). A boa elaboração do projeto de pesquisa implica na efetiva realização da pesquisa. 9.1 Estrutura Elementos obrigatórios: Capa, folha de rosto, listas, sumário, introdução, metodologia, referencial teórico, caracterização da organização (quando houver), plano de desenvolvimento e referências. Elementos opcionais: Dedicatória, agradecimentos, epígrafe, glossário, apêndice e anexo. 76 10 ARTIGO CIENTÍFICO De acordo com a NBR 6022 (ABNT, 2003), o artigo científico constitui-se de uma elaboração individual ou coletiva que apresenta e discute ideias, métodos, técnicas, processos e resultados acerca das mais diversas áreas do conhecimento. A estrutura básica é constituída de elementos pré-textuais, textuais e pós-textuais, com uma sequência direta nas páginas (não se abre uma nova página a cada seção/título). Figura 23 – Elementos que compõem o artigo científico Elementos pré –textuais: a) TÍTULO, e subtítulo (se houver); b) Nome(s) do(s) autor(es); c) RESUMO na língua do texto; d) palavras–chave na língua do texto. Elementos textuais: a) INTRODUÇÃO; b) DESENVOLVIMENTO; c) CONSIDERAÇÕES FINAIS. Elementos pós-textuais: a) TÍTULO e subtítulo (se houver) em língua estrangeira; b) ABSTRACT - resumo em língua estrangeira; c) Palavras–chave em língua estrangeira; d) Nota(s) explicativa(s); e) REFERÊNCIAS; f) GLOSSÁRIO; g) APÊNDICE(S); h) ANEXO(S). Fonte: ABNT, 2003. (Adaptado). O artigo deve ter entre 15 e 20 páginas (contando do seu título até as referências). Somente Apêndices e/ou anexos podem ser acrescidos a esse limite de páginas. O espaçamento é 1,5, usa-se a letra Times New Roman, tamanho 12. Salvo situações especiais já apresentadas neste manual Todas as páginas são numeradas, contudo a numeração só aparecerá a partir da segunda página. 77 FACULDADE DE CIÊNCIAS SOCIAIS APLICADAS DE BELO HORIZONTE TÍTULO DO ARTIGO: subtítulo do artigo 1 Autor do Artigo Autor do Artigo 2 RESUMO: Texto redigido pelo autor, onde se procura ressaltar de forma clara, direta, concisa os objetivos da pesquisa, bem como a metodologia utilizada, os resultados encontrados e as conclusões a que se chegou. Elaborado em único parágrafo, este deverá conter de 200 a 250 palavras. PALAVRAS–CHAVE: Três a cinco palavras que representam o assunto do trabalho. 1 INTRODUÇÃO A introdução expõe o tema do artigo, relaciona-o com a literatura consultada, apresenta os objetivos e a finalidade do trabalho. Trata-se do elemento explicativo do autor para o leitor. 2 DESENVOLVIMENTO O desenvolvimento ou corpo, como parte principal e mais extensa do artigo, visa a expor as principais ideias. É, em essência, a fundamentação lógica do trabalho (pode ser apresentado de modo geral como referencial teórico). Dependendo do assunto tratado, existe a necessidade de se subdividir o desenvolvimento nas etapas que seguem: metodologia, referencial teórico, caracterização da organização, apresentação e análise de dados, considerações finais. 1 Exemplo de nota explicativa sobre o título do artigo. Caso seja ASPI: O presente artigo faz parte da Atividade de Simulação Profissional Integrada – ASPI da FACISABH. Articulador: Prof. Xxxxx. 2 Indicar de qual período, curso e ano os discentes cursam. Apontar o nome do professor orientador ou articulador. (Exemplo: discentes do 3º período do Curso de Ciências Contábeis, 1º semestre de 2012). Espaço simples, fonte tamanho 11 e recuo de 2 cm na esquerda e direita. 1 espaço 1,5 Título em CAIXA ALTA e negrito. Caixa baixa, sem negrito. Alinhar à direita. Colocar em ordem alfabética. Espaçamento simples entre linhas Subtítulo em caixa baixa e sem negrito. 1 espaço 1,5 1 espaço 1,5 Inserir nota de rodapé Inserir nota de rodapé 78 2.1 Metodologia A Metodologia é a descrição precisa dos métodos, materiais, técnicas e equipamentos utilizados. Deve permitir a repetição do experimento ou estudo com a mesma exatidão por outros pesquisadores. Esse tópico contribui para que o leitor tenha uma visão geral da pesquisa e seus processos. 2.2 Referencial teórico Demonstra o conhecimento sobre a literatura básica do assunto pesquisado,condensando os resultados dos estudos feitos por diversos autores. 2.3 Caracterização da organização (se for o caso) Este tópico deve apresentar as principais informações sobre a organização pesquisada. Deve ser subdividido em 4 subtítulos, sendo eles: Dados Gerais, Histórico, Estrutura Física, Estrutura Organizacional. 2.4 Apresentação e análise de dados (se for o caso) Restringe-se aos resultados do trabalho e ao confronto com dados encontrados na literatura. Caso haja a necessidade de inserir ilustrações 1 no artigo, essas devem ser bem objetivas e claras. Além disso, é necessário que o(s) autor(es) façam uma seleção dessas informações de modo a tornar o trabalho completo e sucinto. 3 CONSIDERAÇÕES FINAIS As considerações finais destacam os resultados obtidos na pesquisa ou estudo. Nesta seção são apresentadas as conclusões correspondentes aos propósitos da pesquisa (objetivos, problema e hipóteses, se houver). Pode incluir recomendações ou sugestões para outras pesquisas na área. 1 Há a sugestão de que as ilustrações sejam limitadas a três ou quatro, no corpo do texto. As demais poderão vir como anexo e/ou apêndice. 79 ARTICLE TITLE: caption title Abstract Resumo traduzido para o idioma de divulgação internacional Keywords Palavras chaves no idioma de divulgação internacional REFERÊNCIAS 2 espaços simples Texto das referências. ANEXOS OU APÊNDICES Texto dos anexos ou apêndices. Fonte 10 e recuo de 2 cm na esquerda e direita. Título centralizado, em caixa alta, espaço simples. As referências devem vir alinhadas à esquerda. Título centralizado, em caixa alta 80 10.1 Atividade de simulação profissional integrada (ASPI) A ASPI (Atividade de Simulação Profissional Integrada) é uma atividade pedagógica da FACISABH e constitui parte importante da construção da aprendizagem dos discentes, pois, proporciona uma formação mais ampla dos profissionais egressos da instituição. A cada semestre são propostos temas/tarefas que devem ser desenvolvidos pelos alunos com o acompanhamento dos professores, que através de atividades teóricas e práticas, geram o desenvolvimento de uma percepção/ação interdisciplinar relacionada ao agir profissional do discente egresso de cada curso. A FACISABH espera que ao final de cada semestre, ao desenvolver a ASPI, os alunos exercitem a prática profissional, interligada ao suporte teórico e à produção do conhecimento através da vivência do Saber Conhecer e do Saber Fazer; desenvolvendo hábitos e processos de trabalho em equipe, onde os integrantes desempenhem suas funções de forma colaborativa, valorizando a integração de vocações complementares, tais como: o gerenciamento de equipes, a gestão do tempo, o planejamento e a visão geral do processo produtivo grupal. Tem-se assim o desejo que esse processo possa contribuir para o desenvolvimento dos aspectos do Saber Ser e do Saber Conviver. O principal objetivo da ASPI é possibilitar um conhecimento globalizante que ultrapassa o limite de cada disciplina, possibilitando a visão sistêmica e interdisciplinar das atividades inerentes ao mercado de trabalho, onde os conteúdos das disciplinas são apresentados de forma integrada, oportunizando ao aluno estudar todas as disciplinas oferecidas na matriz curricular do curso com equilíbrio. Deste modo, institui-se as Atividades de Simulação Profissional Integrada (ASPI) que prevê atividades integradas por período. 81 11 RESENHA A resenha é uma apresentação breve sobre a obra, seguida da análise da mesma (ela deve ter no mínimo 2 laudas e no máximo 5 laudas). O texto deve ser contínuo, sem títulos ou seções. A resenha possui três partes: Introdução, Desenvolvimento e Considerações finais. A introdução informa ao leitor sobre a obra. O desenvolvimento versa sobre as ideias nela apresentadas. As considerações finais apresentam a análise do resenhista sobre a obra (comparação com outros autores, temas, etc., ponto de vista sobre a obra nos seus aspectos formais e outras considerações que ao resenhista julgar importantes). As considerações finais tratam das indicações do resenhista (a quem a obra pode interessar e os conhecimentos prévios necessários para entendê-la). O início de cada uma dessas partes – INTRODUÇÃO, DESENVOLVIMENTO e CONSIDERAÇÕES FINAIS - é demarcada através do recuo de 1,25 na primeira linha. 82 FACULDADE DE CIÊNCIAS SOCIAIS APLICADAS DE BELO HORIZONTE CURSO DE ADMINISTRAÇÃO DISCIPLINA: METODOLOGIA DA PESQUISA PROFESSOR: Xxxxxxx Xxxxxx 14 ABR. 2013 Xxxxxxx Xxxxxx Xxxxxx, Xxxxxxx Xxxxxx Xxxxxx RESENHA: Teologia, filosofia y ciências de La religion TORRES QUEIRUGA, Andrés. Teología, filosofia y ciencias de La religíon. In: CAFARENA, Jose Gomes (Org.) Relígion. Madrid: Trotta, 1993. p. 223 –234. Este texto tem por objetivo apontar os aspectos da religião e sua complexidade relacionada ao desenvolvimento do homem ao longo de sua trajetória histórica em seus aspectos antropológicos, individuais e sociais. O autor, Torres Queiruga, cientista da religião, procurou sintetizar e orientar as relações entre homem e religiosidade. O texto é dividido nos seguintes sub–tópicos; I – O campo fundamental das relações (retrata a necessidade da religião para o homem, bem como os aspectos de expressões internas e externas do fenômeno religioso), II – As ciências da religião (procura enfocar o surgimento das ciências humanas, sobretudo da história, da sociologia e da psicologia e suas influencias nos aspectos da expressão religiosa, III – Filosofia das religiões (demonstrando a importância da filosofia como elo de ligação entre teologia e ciência) e IV – A teologia (suas permanências e transformações frente a influencias filosóficas e científicas). A data de entrega tem o mês abreviado – as três primeiras letras seguidas de ponto. Maio não é abreviado. Alinhamento à esquerda, CAIXA ALTA, Negrito. Nome do(s) autor(es) alinhado à direita, sem negrito, separados por linhas diferentes (quando houver mais de um autor) espaçamento simples entrelinhas. Título: centralizado, negrito. Deve-se colocar o título da obra resenhada. Alinhar a referência da obra à esquerda. Espaço Simples. 83 O campo fundamental das relações da religião em si mesma se vivencia de duas formas: o fenômeno primário (ligados aos ritos) e a consciência reflexiva (a possibilidade ou impossibilidade do sentido religioso) ou ainda, ser visto como a expressão interna da religião no primeiro caso e, aspectos externos no segundo caso. A teologia se encontra intimamente ligada ao fenômeno religioso em si. Os aspectos externos que visam objetividade e métodos próprios de entender o sentido religioso esta contido no campo das ciências da religião; como por exemplo: o campo da sociologia e da psicologia da religião que se interessam pelo fenômeno religioso. Algo parecido acontece com a filosofia. Cabe a ela, dialogar com os aspectos internos e externos da religião. Uma vez que a filosofia visa à totalização e a busca de constantes e novas perguntas além da criação de novos métodosque possam permitir o diálogo constante entre a teologia e as ciências da religião. Lembrando, ainda, que a metafísica como campo da filosofia se encontra constantemente afinada com os valores da(s) religião (ões), pois a metafísica, busca das causas primeiras das relações fundamentais da vida, do ser, do devir e da morte. O complexo impacto das ciências da religião se faz sentir a partir da 2ª metade do Séc. XIX, que em princípio, radicalizou-se ao tratar-se do campo religioso e metafísico como desnecessários ao campo das ciências, principalmente se pensarmos na tendência positivista de explicação das coisas e do mundo, por outro lado permitiu o surgimento de teóricos e obras que passaram a discutir sobre religião e ciência. Já a perspectiva histórica, permitiu uma visão mais serena e afim entre “evolução humana” e a religiosidade. “A teologia assim como a filosofia deverão permanecer em íntimo contato com as instancias científicas aplicadas ao religioso” (p. 226). A teologia, por fim, visa à universalidade e reflete os aspectos internos do campo da própria religiosidade e se faz em diferentes credos religiosos, diferenciando-se da teologia fundamentalista que visa justificar a racionalidade da fé à própria convicção religiosa e da teologia dogmática ligada a crença e valores comunitários. Por isso, a teologia especifica-se nos dogmas, nas exegeses, na história, na crítica literária, na hermenêutica, na pastoral e na liturgia. Embora a mesma tenha sofrido uma forte influencia do iluminismo na tentativa de explicar uma religião natural e deísta, ainda assim, mantém seus aspectos fortemente ligados à crença e à fé. A fé (teologia) e a razão (filosofia) vivenciam-se ao longo da história, ora em 84 conflitos, ora em afinidades, buscando sentido para a visão religiosa do homem moderno. De qualquer forma ao se retratar de filosofia e religião, esse elo entre mito (fé) e razão já se fazia presente desde o período pré-socrático e seguiu seu ponto máximo na ilustração em Kant. O pensamento teológico juntamente com as ciências da religião intermediados pela filosofia busca dar a luz (maiêutica) ao conhecimento isso “pode ser indício de que nos encontramos em uma dessas fronteiras fecundas, onde o futuro se abre para um duro trabalho do conceito” (p. 232). O Texto de Queiruga apresenta uma síntese ampla e profunda sobre o desenvolvimento da humanidade ligando religião aos campos filosóficos, científicos e teológicos e, brilhantemente, consegue nos dar uma panorâmica da complexidade dos estudos e conhecimentos ligados ao campo religioso, bem como as várias representações de épocas históricas, das contribuições das ciências humanas, sobretudo a história, a sociologia e a psicologia da religião. Bem como, demonstrar que ainda hoje, na contemporaneidade, o homem se vê, de uma forma ou de outra, ligado aos elos da religião, seja para refutá-la, seja para dar-lhe um novo sentido. Sabemos que existimos, mas, há sempre os mistérios da vida e os constantes questionamentos: de onde viemos? Para onde vamos? Estes e outros questionamentos buscam respostas humanas ora na crença reforçada pela teologia, ora na razão reforçada pelas ciências humanas e sociais. Por isso, o fascínio da religião ainda está ligado aos aspectos da metafísica que por sua vez nos remete à própria existência humana. 85 12 RESUMO O resumo é a apresentação concisa e seletiva de um texto, ressaltando de forma clara e sintética o desenvolvimento do trabalho, seus resultados, aspectos, pontos e conclusões mais importantes. Quando não integrar o texto original, o resumo deverá ser precedido da referência completa do documento resumido. (Ver Capítulo 7 – Referências). São caracterizados como: a) resumo indicativo: levantamento e apresentação sintética dos pontos importantes de um documento; b) resumo informativo: é autossuficiente, não precisa, necessariamente, recorrer ao original. Pode incluir objetivos, metodologia, resultados e conclusão. Deve-se evitar no resumo: abreviaturas, símbolos, fórmulas, equações e diagramas que não sejam absolutamente necessários à sua compreensão, bem como comentários, críticas e julgamento pessoal do resumidor; palavras e expressões supérfluas, tais como: O presente trabalho trata de..., O autor do trabalho comenta..., devem também ser evitadas. O resumo como trabalho acadêmico deve contemplar todas as partes do material a ser resumido e, por isso, a ele não se aplica o limite de 500 palavras. 86 13 RELATÓRIO TÉCNICO – CIENTÍFICO A NBR 10719 (ABNT, 1989d, p.1) define relatório técnico-científico como um documento que relata formalmente os resultados ou progressos obtidos em investigação de pesquisa e desenvolvimento ou que descreve a situação de uma questão técnica ou científica. O relatório técnico-científico apresenta, sistematicamente, informação suficiente para um leitor qualificado, traça conclusões e faz recomendações. É estabelecido em função e sob a responsabilidade de um organismo ou de uma pessoa a quem está submetido. 13.1 Etapas de um relatório a) plano inicial: determinação do objeto, preparação do relatório e do programa de seu desenvolvimento; b) coleta e organização do material: momento em que se coleta informações e as armazena para o desenvolvimento do relatório; c) redação: escrita do relatório; d) revisão: é recomendável que seja feita uma revisão crítica do relatório, considerando-se os seguintes aspectos: redação (conteúdo e estilo) sequência das informações, apresentação gráfica e física. 13.2 Estrutura O relatório técnico-científico constitue-se dos seguintes elementos: 87 Obs.: Os elementos em negrito são obrigatórios. Os demais são opcionais. a) Capa e folha de rosto: devem ser elaboradas conforme o modelo apresentado para as monografias. b) Texto: deve apresentar introdução, metodologia, discussão, procedimentos experimentais e resultados e conclusões. c) Anexos e apêndices: informações adicionais podem constar no relatório, como cálculos e dados. d) Referências: consulte o capítulo – Referências. e) Ficha de identificação: localiza-se após o índice, e oferece informações para a perfeita identificação. Figura 24 – Ficha de identificação de relatório (adaptada). - capa - folha de rosto - prefácio ou apresentação - resumo - listas (Ilustrações, símbolos, abreviaturas) - sumário - texto - anexo(s) e apêndice(s) - agradecimentos - referências - glossário - índice(s) - ficha de identificação Título e subtítulo Data (mês e ano) Entidade Curso Autor (es) Responsável Resumo Número de páginas Anexos e Apêndices 88 14 FICHAMENTO O fichamento não deve ser confundido com resumo. É uma estrutura de anotação de tópicos com informações e/ou ideias extremamente relevantes que foram extraídas de um texto. O fichamento é, portanto, um modo de coletar e de separar o conhecimento. Quando for fazer um fichamento, anote logo no início da página a referência do texto utilizado para tal. As anotações então poderão ser feitas, como aquelas que são feitas em sala de aula, ou seja, através de palavras/conceitos objetivos. No fichamento são anotados tópicosdo que se entendeu do texto podendo haver alguns trechos extraídos diretamente do mesmo. Conforme for anotando, deve-se indicar as páginas do documento original. Isso ajuda a encontrar a informação mais rapidamente no texto original. A estrutura do fichamento (FIG. 30) será essa: – cabeçalho contendo informações de identificação do responsável pela elaboração do fichamento; – a referência da obra consultada; – os tópicos anotados com as informações relevantes do texto. A quantidade de tópicos fica a critério do autor do fichamento; – algumas citações diretas poderão ser acrescentadas desde que sejam normalizadas conforme Capítulo 5 deste Manual. – o último tópico poderá ser a conclusão do fichamento, a partir do entendimento do autor do fichamento ou a conclusão do autor do texto original em forma de citação direta. Para orientar o entendimento do texto propomos algumas perguntas a serem respondidas após sua leitura: 1. Sobre o que o autor está falando? 2. Qual a questão que pretende responder? 3. Frente a esta questão, qual a sua resposta? 4. Como fundamenta as suas afirmações e suas respostas? 5. Seus argumentos são convincentes? 6. Existem outras ideias que compõem o texto? 89 Figura 25 – Modelo de fichamento FIGURA 33 – Modelo de fichamento Fonte: Dados de pesquisa (2012). FACULDADE DE CIÊNCIAS SOCIAIS APLICADAS DE BELO HORIZONTE CURSO DE ADMINISTRAÇÃO DISCIPLINA: METODOLOGIA CIENTÍFICA PROFESSOR: XXXX XXXXX 14 ABR. 2013 Xxxxxxx Xxxxxxx Xxxxxx Xxxxxx Xxxxxxx Xxxxxxx BLIKSTEIN, Izidoro. Técnicas de comunicação escrita. 21. ed. São Paulo: Ática, 2005, p. 7–28. FICHAMENTO 1. A análise do primeiro acidente permite-nos afirmar que: a) escrever bem implica necessariamente a obtenção de uma resposta correta; b) resposta correta é aquela que corresponde à ideia que temos em mente e desejamos passar ao leitor. Este primeiro segredo já aponta para uma das funções essenciais da comunicação escrita, a saber. (p. 18). 2. Resumindo, o primeiro segredo da comunicação escrita é constituído dos seguintes princípios: I) Toda comunicação escrita deve gerar uma resposta a uma determinada ideia ou necessidade que temos em mente. II) A comunicação escrita será correta e eficaz se produzir uma resposta igualmente correta. III) Resposta correta é a que esperamos, isto é, aquela que corresponde à ideia ou necessidade que temos em mente. IV) Para avaliarmos a correção e a eficácia de uma comunicação escrita, temos de verificar sempre se: a) houve resposta; b) a resposta corresponde à ideia ou necessidade que queremos passar ao leitor. (p.20). 3. O segundo segredo da comunicação escrita, segundo Blikstein (2005, p. 23), “é tornar o nosso pensamento conhecido dos outros, ou, melhor ainda, escrever bem é tornar comum aos outros o nosso pensamento”. (p. 23). 4. A comunicação escrita deve conter sempre alguns elementos persuativos ou “lubrificantes” que suavizem a transmissão dos nossos pensamentos e provoquem a simpatia dos nossos leitores, isto é, dos indivíduos a quem solicitamos uma resposta. (p. 25-26). 5. Por fim, a partir do apresentado, é possível dizer que comunicar-se bem ou escrever bem é uma questão de sobrevivência, por isso devemos procurar nos aperfeiçoar cada vez mais. Alinhamento à esquerda, CAIXA ALTA, letra Times New Ronan tamanho 12, espaço simples Nome do(s) autor(es) alinhado à direita, sem negrito,) letra Times New Ronan tamanho 12, espaço simples Negrito Centralizado Letra Times New Ronan tamanho 12, espaço simples 90 REFERÊNCIAS ASSOCIAÇÃO BRASILEIRA DE NORMAS TÉCNICAS. NBR 6022: informação e documentação: artigo em publicação periódica científica impressa. Rio de Janeiro, 2003. ASSOCIAÇÃO BRASILEIRA DE NORMAS TÉCNICAS. NBR 6023: informação e documentação: referências: elaboração. Rio de Janeiro, 2002. ASSOCIAÇÃO BRASILEIRA DE NORMAS TÉCNICAS. NBR 6024: informação e documentação: numeração progressiva das seções de um documento escrito: apresentação. Rio de Janeiro, 2012. ASSOCIAÇÃO BRASILEIRA DE NORMAS TÉCNICAS. NBR 6027: informação e documentação: sumário: apresentação. Rio de Janeiro, 2012. ASSOCIAÇÃO BRASILEIRA DE NORMAS TÉCNICAS. NBR 6028: informação e documentação: resumo: apresentação. Rio de Janeiro, 2003. ASSOCIAÇÃO BRASILEIRA DE NORMAS TÉCNICAS. NBR 6029: informação e documentação: livros e folhetos: apresentação. Rio de Janeiro, 2002. ASSOCIAÇÃO BRASILEIRA DE NORMAS TÉCNICAS. NBR 10520: informação e documentação: citações em documentos: apresentação. Rio de Janeiro, 2002. ASSOCIAÇÃO BRASILEIRA DE NORMAS TÉCNICAS. NBR 12225: informação e documentação: lombada: apresentação. Rio de Janeiro, 2004. ASSOCIAÇÃO BRASILEIRA DE NORMAS TÉCNICAS. NBR 14724: informação e documentação: trabalhos acadêmicos: apresentação.3. ed. Rio de Janeiro, 2011. CRESWELL, John W. Projeto de pesquisa: método qualitativo, quantitativo e misto. 3 ed. Porto Alegre: Artemed, 2010. 296 p. CUNHA, Helenice Rêgo dos Santos. Padrão PUC Minas de normalização: normas da ABNT para apresentação de trabalhos científicos, teses, dissertações e monografias. Belo Horizonte: PUC Minas, 2007. FRANÇA, Júnia Lessa; VASCONCELLOS, Ana Cristina de. Manual para normalização de publicações técnico-científicas. 9. ed. Belo Horizonte: UFMG, 2013. FUNDAÇÃO INSTITUTO BRASILEIRO DE GEOGRAFIA E ESTATÍSTICA – IBGE. Centro de Documentação e Disseminação de Informações. Normas de apresentação tabular. 3. ed. Rio de Janeiro: IBGE, 1993. 91 MARCONI, Marina de Andrade; LAKATOS, Eva Maria. Metodologia do trabalho científico: procedimentos básicos, pesquisa bibliográfica, projeto e relatório, publicações e trabalhos científicos. 7. ed. São Paulo: Atlas, 2013. MEIRELLES, Anthero de Moraes; GONÇALVES, Carlos Alberto. Projetos e relatórios de pesquisa em administração. São Paulo: Atlas, 2004. SERRA NEGRA, Carlos Alberto; SERRA NEGRA, Elizabeth Marinho. Manual de trabalhos monográficos de especialização, mestrado e doutorado. 3. ed. São Paulo: Atlas, 2007. 92 APÊNDICE A – Dicas para apresentação de slides A elaboração da escrita do trabalho acadêmico exige cuidado e dedicação. A preparação da apresentação deste trabalho em slides pode ser algo bem mais complexo. Sabemos o que devemos colocar nos slides? Limite de textos? Imagens? Cores? Deve ser normalizado conforme a ABNT? Todas estas perguntas poderão ser retiradas nas dicas que serão apresentadas neste tópico. Essas dicas são um norte para ajudar na apresentação do trabalho. 1ª: Esteja seguro do conteúdo do seu trabalho, para que quando você for indagado sobre algo, não corra o risco de errar; 2ª: Lembre-se de mostrar as referências das obras citadas no slide em que foi apresentada a citação; 3ª: Calcule algo entre 1 e 2 minutos por slide; 4ª: Ensaie várias vezes e cronometre o tempo gasto na apresentação para saber se você está dentro do prazo estipulado; 5ª: Useo maior tamanho de fonte possível. De preferência, acima de 16 até 28 para o texto e entre 32 e 46 para os títulos; 6ª: Cuidado ao escolher a cor e o padrão de fundo dos slides. Escolha um fundo que permita um grande contraste com a cor do texto. Fundo branco (ou quase branco) e letra preta é o ideal, pode-se usar também o fundo escuro e letra clara; 7ª: Simplicidade e clareza na apresentação. Use frases curtas ou apenas apresente tópicos/itens e os explique oralmente; 8ª: Use entre 6 e 8 linhas por slide. Em casos extremos, pode-se usar até 10 a 12 linhas por slide. Em hipótese alguma use mais do que 12 linhas por slide de texto. A única exceção sejam slides com código-fonte, onde é possível ter até umas 14 linhas; 9ª: Evite usar muitas animações e efeitos. As animações devem ser usadas apenas quando elas têm algo a acrescentar à interpretação do conteúdo; 10ª: Coloque numeração nos slides. Isso favorece o melhor acompanhamento das informações apresentadas. 93 11ª: Aponte com uma caneta a laser para a parte que está falando. Isso permite que os ouvintes saibam exatamente o que você está falando; 12ª: Use sempre o corretor ortográfico, evitando assim erros de ortografia e gramática; 13ª: Mantenha sua apresentação padronizada do início ao fim. Use, conforme apresentado anteriormente, a mesma fonte, tamanho e cor na letra; 14ª: Ao inserir uma ilustração, lembre-se de colocar a fonte de onde foi retirada e legenda. 94 APÊNDICE B – Apresentação de banner Durante algum momento da graduação será preciso que você apresente algum trabalho em formato de Banner. É possível que haja dúvidas, da mesma forma como ocorre na apresentação de trabalhos em slides, quanto à melhor maneira para apresentação de informações em banners. A ABNT NBR 15437:2006, Pôsteres Técnicos e Científicos é a norma que estabelece os padrões para a elaboração de banners acadêmicos. Algumas dicas importantes: O pôster científico geralmente segue o planejamento de uma publicação: título e autores, introdução, métodos, resultados, discussão e conclusões. A sequência não precisa ser obrigatoriamente seguida neste formato; Elementos básicos: Nome da Instituição, autor, Orientador, Conteúdo (textos, tabelas e figuras), referências e endereço para contato (este não obrigatório); Procure informar somente o que for necessário; Não é necessário utilizar todo o espaço do pôster; Diagrame o texto em colunas; Deve-se justificar o texto, utilizar fonte Times New Roman ou Arial, tamanho da letra acima de 20. Deve-se utilizar o negrito para destaque dos títulos e títulos primários devem ser escritos em CAIXA ALTA seguidos de indicação de numeração; Cuidado ao acrescentar ilustrações. Lembre-se de normalizá-las conforme o capítulo de ilustração deste Manual. Você pode utilizar quantas figuras desejar, desde que estejam com título, fonte e legenda; Cuidado com cores, você pode utilizá-las, mas use-as com precaução, lembrando sempre que o leitor do pôster deve conseguir entender completamente o escrito de seu trabalho. Os programas para a elaboração de pôsteres são: PowerPoint, CorelDraw, PhotoShop, Ilustrador, FreeHand. 95 Aline Morais Ventura Jair Pedro Vaz Curso: Ciências Contábeis Professor: Maria Lúcia Assis FACULDADE DE CIÊNCIAS SOCIAIS APLICADAS DE BELO HORIZONTE FACISABH RESUMO A análise apresentada aborda questões reais da auditoria contábil na empresa SulAmérica. Analisa a prestação de contas dos anos 1998 a 2013. Fiscaliza o balanço patrimonial da empresa. E analisa a sua posição no mercado diante seus concorrentes. Palavras chave: Auditoria Contábil, Prestação de Contas, balanço patrimonial, SulAmérica. 1 INTRODUÇÃO A empresa SulAmérica está ativa no mercado de empréstimos financeiros aproximadamente quinze anos. Trata-se de uma empresa de capital fechada, onde seus donos são dois sócios. A empresa sofreu devido a crise financeira dos Estados Unidos da América, grande impacto em suas contas e chegou quase à falência. Temos os objetivos de mostrar como a empresa superou os obstáculos e conseguiu se manter no mercado, sendo líder em seu ramo de atuação. 2 METODOLOGIA Fizemos uma análise dos relatórios de prestação de contas dos anos de todos os anos emitidos pela empresa. Fizemos tabulação dos dados como método quantitativo. Comparamos os balanços patrimoniais apresentados durante os anos de existência da empresa. Para entender a estabilidade da SulAmérica fizemos um levantamento de informações das outras empresas concorrentes. Analisamos seus balanços patrimoniais e prestação de contas. 3 CONSIDERAÇÕES FINAIS Ao analisar todas as informações da SulAmérica e comparando com informações de suas concorrentes, consideramos que esta empresa se manteve no mercado e é líder em seu ramo de atuação por acreditar e investir no seu corpo de funcionários, por estar atenta ao mercado em volta, por prestar contas devidamente e emitir anualmente seu balanço patrimonial, por não ter problemas junto à Receita Federal. REFERÊNCIAS FRANCO, Hilário; MARRA, Ernesto. Auditoria contábil. 3. ed. São Paulo: Atlas, 2000. 597p. Largura de 0,60 m até 0,90 m Altura de 0,90 m até 1,20 m O pôster deve ser legível a uma distância de no mínimo 1 metro. Devem ser utilizadas para compor o projeto as normas de citação, referências e resumo. 96 1 INTRODUÇÃO A empresa SulAmérica está ativa no mercado de empréstimos financeiros aproximadamente quinze anos. Trata –se de uma empresa de capital fechada, onde seus donos são dois sócios. A empresa sofreu devido a crise financeira dos Estados Unidos da América, grande impacto em suas contas e chegou quase à falência. Temos os objetivos de mostrar como a empresa superou os obstáculos e conseguiu se manter no mercado, sendo líder em seu ramo de atuação. FACULDADE DE CIÊNCIAS SOCIAIS APLICADAS DE BELO HORIZONTE FACISABH AUDITORIA CONTÁBIL: análise contábil da empresa SulAmérica AUDITORIA CONTÁBIL: análise contábil da empresa SulAmérica Aline Morais Ventura Jair Pedro Vaz Curso: Ciências Contábeis Professor: Maria Lúcia Assis 1 INTRODUÇÃO A empresa SulAmérica está ativa no mercado de empréstimos financeiros aproximadamente quinze anos. Trata-se de uma empresa de capital fechada, onde seus donos são dois sócios. A empresa sofreu devido a crise financeira dos Estados Unidos da América, grande impacto em suas contas e chegou quase à falência. 2 OBJETIVO Analisar o perfil da empresa e como ela se solidificou na área de atuação. Analisando o período entre os anos 1998 a 2013. 3 METODOLOGIA Fizemos uma análise dos relatórios de prestação de contasdos anos de todos os anos emitidos pela empresa. Fizemos tabulação dos dados como método quantitativo. Comparamos os balanços patrimoniais apresentados durante os anos de existência da empresa. 4 RESULTADOS A empresa está em posição superior em relação a suas concorrentes; A empresa possui fortuna de cerca de 10 bilhões que foram arrecadados durante sua existência; Figura 1 - Variação de ganho Fonte: SulAmérica (2010). 5 CONSIDERAÇÕES FINAIS A empresa se manteve no mercado por estar em dia com sua prestação de contas e demonstração contábil, por fornecer condições diferenciadas a seus clientes. REFERÊNCIAS FRANCO, Hilário; MARRA, Ernesto. Auditoria contábil. 3. ed. São Paulo: Atlas, 2000. 597p. 97 APÊNDICE C – Redação do trabalho acadêmico Fase de grande discussão e dificuldade, a redação científica deverá ser clara, concisa, precisa e coerente na argumentação de suas ideias. Essas características são vitais para que se elabore um trabalho de qualidade. Para tanto, é importante que o autor antes de iniciar o processo de redação do trabalho ou parte dele, pesquise, leia, compreenda e reflita a respeito da temática que se propõe a escrever. Segundo Serra Negra e Serra Negra (2007, p. 115), “a redação científica é uma redação técnica que tem a finalidade de discutir opiniões, conhecimentos ou informações por meio das quais introduz, argumenta, analisa, sintetiza e conclui, visando transmitir conhecimentos com precisão e objetividade.”. O autor do trabalho deve ser capaz de utilizar um vocabulário técnico, mas que se apresente de forma inteligível a terceiros. Dessa forma, construir seu trabalho pautado num raciocínio coerente, lógico e de “crescimento” das ideias é fundamental. Privilegie frases curtas. Períodos longos só contribuem para confundir e dispersar o leitor. A soma dessas construções frasais resultará em parágrafos, que também são elementos integrantes nessa proposta de construção de um texto lógico, coerente e envolvente. Cada parágrafo deverá ser capaz de transmitir uma ideia central, assessorado por ideias secundárias. A passagem de um parágrafo para outro é um dos elementos mais importantes na redação desse trabalho. A fluidez de raciocínio e de pensamento somente será alcançada caso o leitor perceba um link, ou seja, uma coesão entre os parágrafos. Além de uma sequência lógica das ideias e raciocínio desenvolvido nos parágrafos, a fluidez do trabalho dependerá também do uso de palavras conectoras. Segundo Serra Negra e Serra Negra (2007), os principais conectores, ou seja, os termos que deduzem a sequência lógica entre parágrafos são: 98 a) Adição: e; mais; além disso; também; em adição; soma –se a isto; somando; acrescenta – se; a propósito. b) Conclusão ou conseqüência: portanto; assim; dessa forma; conclui-se; resumi-se; então; por outro lado; ao passo que; recomenda-se; devido; por isso; por sua vez; dessa feita; dessa forma. c) Semelhança: do mesmo modo; igualmente; com certeza; possivelmente; de todo; bastante; demasiadamente; profundamente; qualquer que seja. d) Tempo: assim que; em seguida; até que; quando; por fim; depois de; antes que; por ora; de repente; de vez em quando; a tempo; às vezes; de quando em quando; de vez em vez; em algum momento; mais adiante; durante; todavia; após. e) Exemplificação: por exemplo; isto é; como; decerto; provavelmente; por certo; quer saber; quando se fala; o referido. f) Reafirmação ou resumo: em outras palavras; em resumo; de fato; em síntese; na verdade; deveras; certamente; realmente; efetivamente. g) Contraste ou concessão: mas; porém; entretanto; todavia; ao contrário; em vez de; ainda que; por outro lado; ao passo que; ora; talvez; porventura; ademais; tais cuidados; desde; enquanto. h) Espaço: ao lado de; sobre; sob; à direita; no centro; no fundo; à frente; à tona; à distância; ao fundo; ao longo; de fora; de lado; por fora; em frente; por dentro; por perto. i) Citação: na opinião de; de acordo com; afirma; para; na visão de; do ponto de vista de; segundo; como descrito por. Os trabalhos acadêmicos e científicos produzidos no âmbito da graduação devem ser redigidos flexionando o verbo na 3ª pessoa, nunca escreva na 1ª pessoa do singular ou plural. Todas as palavras estrangeiras devem ser grafadas em itálico.