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MARIA CRISTINA ARAÚJO DE BRITO CUNHA HELAINE PATRICIA FERREIRA MANUAL DE TRABALHO DE CONCLUSÃO DE CURSO Projeto Gráfico e Capa Arthur Cantareli Silva Editoração Nivaldo Vilela de Oliveira Junior Design Educacional Rossana Costa Giani Revisão Textual Pedro Afonso Barth Ilustração Andre Luis Azevedo da Silva Fotos Shutterstock e Envato Impresso por: Bibliotecária: Leila Regina do Nascimento - CRB- 9/1722. Ficha catalográfica elaborada de acordo com os dados fornecidos pelo(a) autor(a). Núcleo de Educação a Distância. CUNHA, Maria Cristina Araújo de Brito; FERREIRA, Helaine Patricia. Manual de Trabalho De Conclusão de Curso / Maria Cristina Araújo de Brito Cunha, Helaine Patricia Ferreira;. - Florianópolis, SC: Arqué, 2023. 61 p. 1. Trabalho 2. Curso 3. EaD. I. Título. EXPEDIENTE FICHA CATALOGRÁFICA N964 RECURSOS DE IMERSÃO Utilizado para temas, assuntos ou con- ceitos avançados, levando ao aprofun- damento do que está sendo trabalhado naquele momento do texto. APROFUNDANDO Uma dose extra de conhecimento é sempre bem-vinda. Aqui, você terá indicações de filmes que se conectam com o tema do conteúdo. INDICAÇÃO DE FILME Uma dose extra de conhecimento é sempre bem-vinda. Aqui, você terá indicações de livros que agregarão muito na sua vida profissional. INDICAÇÃO DE LIVRO Utilizado para desmistificar pontos que possam gerar confusão sobre o tema. Após o texto trazer a explicação, essa interlocução pode trazer pontos adicionais que contribuam para que o estudante não fique com dúvidas sobre o tema. ZOOM NO CONHECIMENTO Este item corresponde a uma proposta de reflexão, que pode ser apresentada por meio de uma frase, um trecho breve ou uma pergunta. PENSANDO JUNTOS Utilizado para aprofundar o conhecimento em conteúdos relevantes, por meio de uma linguagem audiovisual. EM FOCO Utilizado para agregar um con- teúdo externo. EU INDICO Professores especialistas e con- vidados, ampliando as discus- sões sobre os temas por meio de fantásticos podcasts. PLAY NO CONHECIMENTO PRODUTOS AUDIOVISUAIS Os elementos abaixo possuem recursos audiovisuais. Recursos de mídia dispo- níveis no conteúdo digital do ambiente virtual de aprendizagem. 4 7 U N I D A D E 1 1. NBR 14724/2011 – TRABALHOS ACADÊMICOS – MONOGRAFIA 1. 1 Elementos Pré-Textuais 1.1.1 Capa 1.1.2 Folha De Rosto 1.1.3 Folha De Aprovação 1.1.4 Resumo 1.1.5 Resumo Em Língua Estrangeira 1.1.6 Sumário 1.1.7 Dedicatória 1.1.8 Agradecimento 1.1.9 Epígrafe 1.1.10 Lombada 1.1.11 Ficha Catalográfica 1.1.12 Errata 1.1.13 Lista De Ilustrações 1.1.14 Lista De Abreviaturas, Siglas E Símbolos 1.2 Elementos Textuais 1.3 Elementos Pós-Textuais 1.3. 1 Referências 1.3.2 Glossário 1.3.3 Apêndices 1.3.4 Anexos 1.3.5 Índice 5 SUMÁRIO 2. NBR 10520/2002 – CITAÇÕES EM DOCUMENTOS 2.1 Citação direta 2.2 Citação Indireta 2.3 Citação de citação 2.4 Diagramação 2.5 Casos especiais 3. NBR 6023/2002 – REFERÊNCIAS 4. DIAGRAMAÇÃO – RECURSOS PARA EDITOR DE TEXTOS 4.1 Papel e margens 4.2 Numeração da página 4.3 Capítulos 4.4 Parágrafos 4.5 Títulos não numerados 4.6 Títulos numerados 4.7 Tipo e tamanho de letra 4.8 Espaço entrelinhas 4.9 Citações 4.10 Referências 4.11 Ilustrações e tabelas 4.12 Nota de rodapé 6 SUMÁRIO 5. NOTA DE RODAPÉ 5.1 Apresentação das notas de rodapé 5.2 Notas explicativas 5.3 Notas bibliográficas 5.4 Expressões latinas nas notas de rodapé 6. ELEMENTOS PÓS-TEXTUAIS E OUTROS 6.1 Glossário 6.2 Apêndices 6.3 Anexos 6.4 Índice 6.5 Modelos obrigatórios 6.6 Modelos opcionais 7 SUMÁRIO PROFESSORA ME. MARIA CRISTINA ARAÚJO DE BRITO CUNHA Mestre em Gerontologia Social pela Pontifícia Universidade Católica de São Pau- lo (PUC/SP) (2003). Especialista em Administração de Recursos Humanos pela Universidade Federal da Paraíba (UFPB) (1990). Graduada em Serviço Social pela Universidade Federal do Amazonas (UFAM) (1985). Tem mais de 30 anos de ex- periência profissional, já atuou em empresa multinacional de grande porte, a Sony. Foi funcionária pública por mais de 10 anos, trabalhou também no Terceiro Setor em ONGs nos segmentos de criança, adolescentes e idosos. Foi Gerente da Prote- ção Básica da Secretaria de Assistência Social no Município de Maringá. Docente universitária há, aproximadamente, 15 anos. Coordenadora do Curso de Serviço Social da Universidade Cesumar (Unicesumar), Maringá. Link do Lattes: http://lattes.cnpq.br/5055081415728722. PROFESSORA HELAINE PATRÍCIA FERREIRA Especialista em EAD e as Novas Tecnologias pelo Centro Universitário de Maringá (Cesumar) (2016) e em Informática Aplicada ao Ensino pela Universidade Estadual de Maringá (UEM) (1998). Graduada em Pedagogia pela (UEM) (1996). Atua como Tutora Mediadora no Curso de Graduação em Pedagogia e Orientadora do Programa de Pós-Graduação Lato Sensu em Educação na modalidade a distância da Unicesumar e como tutora a distância do NEAD – UEM. Link do Lattes: http://lattes.cnpq.br/3563572622665660. http://lattes.cnpq.br/5055081415728722. http://lattes.cnpq.br/3563572622665660 APRESENTAÇÃO Olá estudante! É com grande satisfação que apresentamos o Manual de Orientação de Trabalho de Conclusão de Curso. Afinal, diz respeito ao componente curricular que tem um significado ímpar no limiar da formação de cada um que chegou até aqui. Certamente, você está a poucos meses de concluir o curso de Bacharelado em Serviço Social, o que, para tal, exige, como Trabalho de Conclusão de Curso (TCC) a apresentação de monografia de acordo com as normas da Associação Brasileira de Normas Técnicas, conhecida, nacionalmente, sob a sigla ABNT. Este manual tem como objetivo oferecer subsídios que os auxiliem para a elabo- ração do seu TCC, pois sabemos que é nesse momento que muitas dúvidas ocorrem em relação às normas técnicas que visam determinar um padrão nos trabalhos. As orientações aqui contidas estão organizadas por conteúdos de tal modo que eviden- ciam como estruturar o seu trabalho aplicando as devidas normas técnicas. Portanto, estudante, você vai conhecer as principais normas da ABNT que tratam dos trabalhos acadêmicos, a saber: ■ NBR 14724, de 2011: especifica os princípios gerais para a elaboração e formatação dos trabalhos acadêmicos e sua divisão em partes pré-textuais, textuais e pós-textuais. ■ NBR 10520, de 2023: regulamenta a apresentação das citações quanto à sua forma. ■ NBR 6023, de 2018: trata da indicação das referências utilizadas no trabalho. Essas três NBRs da ABNT e mais algumas sobre os trabalhos acadêmicos serão uti- lizadas neste manual apenas em seus aspectos mais relevantes e podem ser encon- tradas na íntegra na internet em sites de domínio público. Dessa forma, por meio deste manual, você vai encontrar todos os conteúdos necessários para o processo de construção de seu TCC. Agora, é chegado o momento de organizar todo o material compilado durante o processo de realização da pesquisa, e aplicar as normas técnicas da metodologia científica, processo que se deu a partir da vivência das reflexões acerca da intervenção profissional durante o estágio supervisionado em suas respectivas etapas. Para auxiliar o processo de construção do seu TCC, você contará com o suporte para as orientações de um professor que será seu orientador e o acompanhará nessa trajetória. Bons estudos e sucesso! As autoras. UNIDADE 1UNIDADE 1 MANUAL DE TRABALHO DE CONCLUSÃO DE CURSO (TCC – SERVIÇO SOCIAL) T E M A D E A P R E N D I Z A D E M 1 1 1 NBR 14724/2011 – TRABALHOS ACADÊMICOS – MONOGRAFIA Olá cestudante! A apresentação de um trabalho acadêmico pode ser expressa por meio de uma monografia, dissertação ou tese. Deve obedecer a uma norma internacional de apresentação. Consideramos monografia a exposição de um as- sunto ou problema específico, investigado cientificamente. Dentro dessa definição, podemos encontrar: Trabalhos de Conclusão de Curso (TCC), também conheci- dos como monografias de Conclusão deCurso. As dissertações são feitas para a conclusão de um Curso de Mestrado e Teses, para obtenção do título de doutor. No Brasil, o órgão responsável pela normalização é a Associação Brasileira de Normas Técnicas (ABNT). Fundada em 1940, a ABNT é o órgão responsável pela normalização técnica no país, fornecendo a base necessária ao desenvolvimento tecnológico brasileiro. É uma entidade privada, sem fins lucrativos, reconhecida como Fórum Nacional de Normalização – ÚNICO – através da Resolução nº 7 do CONMETRO, de 24/08/1992. Saiba que existem muitas normas, não somente para a área acadêmica, como por exemplo: ABNT/CB-06: Metro-Ferroviário; ABNT/CB-08: Aeronáutica e Espaço; ABNT/CB-45: Pneus e Aros; ABNT/CB-48: Máquinas Rodoviárias; ABNT/CB-57: Higiene Pessoal, Perfumaria e Cosméticos. Para os trabalhos acadêmicos, listamos algumas normas, acompanhe: 1 1 TEMA DE APRENDIZADEM NÚMERO ANO TEMA NBR 6032 1989 Abreviação de títulos de periódicos e publicações seria- das – Procedimento NBR 12225 2004 Lombada NBR 6029 2006 Apresentação de livros e folhetos – Procedimento NBR 14724 2011 Informação e documentação – Trabalhos acadêmicos – Apresentação NBR 6024 2012 Numeração progressiva das seções de um documento – Procedimento NBR 6027 2012 Sumários NBR 62023 2018 Referências NBR 6028 2021 Resumos NBR 10520 2023 Citação Além das Normas da ABNT, temos mais estilos para a formatação de trabalhos, como, por exemplo, as Normas de Vancouver, que foram criadas, em 1978, por um comitê denominado Grupo de Vancouver, para orientar a elaboração de manuscritos da área médica. Esse nome foi adotado devido à cidade em que se desenvolveu o trabalho, no Canadá. A partir dessas normas, foram organizados, por editores de diversas revistas científicas, formatos para a publicação de artigos. Atualmente esse estilo é adotado por vários periódicos científicos nacionais e internacionais na área da saúde, principalmente para o formato das citações e da lista de referências bibliográficas dos trabalhos. Outro estilo para a formatação é a APA (Associação Americana de Psicologia – American Psychological Association). Apesar de ser muito utilizada em cursos 1 4 na área da saúde, essa não possui normas específicas para trabalhos acadêmicos como TCC, dissertações e teses, mas são amplamente utilizadas, principalmente, nos EUA e Canadá. São mais utilizadas para artigos de periódicos. Por fim, é necessário ressaltar que a eficácia na comunicação científica exige um modelo de padronização na sua forma de apresentação. Em função disso, a normalização de documentos, visa, sobretudo, facilitar o processo da comuni- cação da comunidade científica. Salientamos que existem normas tanto para a redação de um trabalho científico, quanto para a elaboração de um projeto de pesquisa, como na construção de qualquer trabalho acadêmico. Destacamos aqui: as normas de formato e as normas de estilo. As primeiras, como o nome já diz, são as regras de apresentação do trabalho. Envolvem o tipo e tamanho da fonte, os valores das margens, o espaçamento entre linhas, alinhamento dos parágrafos, títulos, subtítulos e referências, entre outras. Com relação às normas de estilo, estão relacionadas especificamente à redação do texto e exigem um cuidado ainda maior. Qualquer tipo de trabalho acadêmico, independente de sua finalidade, é com- posto de elementos obrigatórios que compreendem: ■ Elementos pré-textuais. ■ Elementos textuais. ■ Elementos pós-textuais. ELEMENTOS PRÉ-TEXTUAIS ELEMENTOS TEXTUAIS ELEMENTOS PÓS-TEXTUAIS • Referências • Glossário • Apêndices • Anexos • Índice (obrigatório) (se necessário) (se necessário) (se necessário) (se necessário) • Introdução ou Considerações Iniciais • Desenvolvimento • Conclusão ou Considerações Finais (fundamentação teórica) • Capa • Lombada • Folha de Rosto • Ficha Catalográfica • Errata • Folha de Aprovação • Dedicatória • Agradecimentos • Epígrafe • Resumo L. Portuguesa • Resumo L. Estrangeira • Lista de Ilustrações • Lista de Abreviaturas e Siglas • Lista de Símbolos • Sumário (obrigatório) (se necessário) (obrigatório) (se necessário) (se necessário) (obrigatório) (opcional) (opcional) (opcional) (obrigatório) (obrigatório) (se necessário) (se necessário) (se necessário) (obrigatório) Figura 1 – Elementos obrigatórios e opcionais / Fonte: adaptada da NBR 14724 (ABNT, 2011). 1 5 TEMA DE APRENDIZADEM Na seção 6 deste livro, anexaremos todos os modelos desses itens, tanto os obri- gatórios quanto os opcionais. A seguir, acompanhe a descrição de cada elemento. 1.1 Elementos Pré-textuais São elementos pré-textuais partes que antecedem a introdução e que ajudam na identificação e na utilização do documento. Segue a sequência: Elementos obrigatórios 1. Capa. 2. Folha de Rosto. 3. Folha de Aprovação. 4. Resumo em Língua Portuguesa. 5. Resumo em Língua Estrangeira. 6. Sumário. Elementos opcionais 1. Dedicatória. 2. Agradecimento. 3. Epígrafe. Elementos condicionados à necessidade 1. Lombada. 2. Ficha Catalográfica. 3. Errata. 4. Lista de Ilustrações (Tabela, Quadros, Figuras). 5. Lista de Abreviaturas e Siglas. 6. Lista de Símbolos. 1 6 1.1.1 Capa Elemento obrigatório e deve conter as informações de identificação do trabalho. ■ Logo e nome da IES (UNICESUMAR – Universidade Cesumar). ■ Nome do Acadêmico. ■ Título (subtítulo – se houver). ■ Local (cidade, não Estado). ■ Ano da elaboração do trabalho. Todos os dados devem ser digitados em maiúsculo (CAPS LOCK), negritados, espaçamento entre linhas simples (1,0cm), alinhamento centralizado, sem pon- tuação. Algo esteticamente apresentável, não existindo a grande preocupação em centímetro superior ou inferior, além das margens já determinadas na con- figuração de páginas. 1.1.1 Folha de Rosto Elemento obrigatório. Contém os elementos essenciais à identificação da obra. A folha de rosto deve conter os dados da capa, com exceção do nome da IES e incluir uma nota explicativa a respeito da natureza do trabalho, o seu objetivo acadêmico. Essa nota explicativa deve ser digitada em fonte tamanho menor (11pt), alinhamento justificado, espaçamento entre linhas simples (1,0cm), com recuo esquerdo de 7,0cm. Observe o modelo: “ Trabalho de Conclusão de Curso apresentado ao Curso de Servi- ço Social da Universidade Cesumar – Unicesumar, como requisito parcial da disciplina de TCC. A sequência é: ■ Nome do Aluno. ■ Título, Subtítulo (se houver) – somente aqui em negrito. ■ Nota explicativa. 1 7 TEMA DE APRENDIZADEM ■ Local (cidade) (não Estado). ■ Ano da elaboração do trabalho. Observe a seguir um exemplo de capa: 1.1.1 Folha de Aprovação Elemento obrigatório. Deve conter as informações de identificação (NOME DO ALUNO e TÍTULO e/ou subtítulo, se houver), a mesma nota explicativa da folha anterior e data de aprovação, além dos nomes e titulações completas da Banca Examinadora. Observe a seguir um exemplo de folha de aprovação: 1 1 1.1.4 Resumo Elemento obrigatório. É a apresentação concisa e frequentemente seletiva do texto, que põe em evidência os elementos mais importantes do conteúdo, visan- do fornecer desta forma, elementos para o leitor decidir sobre a conveniência ou não de consultar o texto completo. Deve conter o essencial, ou seja, as ideias principais do texto original e ser muito mais curto que este. Com relação à reda- ção e estilo de texto, a redação do resumo deve ressaltar o objetivo, o método, os resultados e as conclusões do trabalho. Quanto ao estilo o resumo deve ser composto de uma sequência corrente de frases concisas e não de uma enumeração de tópicos. A primeira frase deverá ser significativa, explicando o tema principal do documento, em seguida informar sobre a categoria do tratamento (isso é, memória científica, estudo de caso etc.); usar a terceira pessoa do singular e verbo na voz ativa, evitando-se o uso de frases negativas e de parágrafos no meio do resumo. Não é permitido o uso de citações. Frasesprincipais do seu texto na íntegra. Redigido em um parágrafo único, espa- çamento entre linhas simples (1,0cm), no mínimo 150 e no máximo 500 palavras (100 a 250 palavras nos artigos de periódicos), seguido de palavras-chave. Observe a seguir um exemplo de Resumo: 1.1.5 Resumo em Língua Estrangeira Elemento obrigatório. É a versão do resumo apresentado na língua portuguesa para um idioma de origem estrangeira, Abstract (inglês), Resumen (castelhano), 1 1 TEMA DE APRENDIZADEM Resumée (francês). Aparece em uma olha distinta, após a folha do resumo, em seguida das palavras-chaves, no idioma escolhido. 1.1.6 Sumário Elemento obrigatório. É a numeração das principais divisões, seções e outras partes de um trabalho na mesma ordem em que estão no corpo do trabalho. Para indicar cada seção devem-se colocar os seguintes elementos: o indicativo da seção, o título e a página onde se inicia o respectivo texto. As seções, capítulos e partes do sumário devem estar ligados por uma linha pontilhada ao número da página inicial. Para enumerar as divisões e subdivisões de um texto, usa-se o sistema de enumeração progressiva. Por exemplo: se a seção primária 2, fosse dividida em três seções secundárias, ter-se-iam os seguintes indicativos: 2.1, 2.2, 2.3; se a seção secundária 2.3 fosse dividida em cinco seções, ter-se-iam: 2.3.1, 2.3.2, 2.3.3, 2.3.4, 2.3.5; e assim sucessivamente. Estudante, NUNCA se deve abrir uma seção com somente uma divisão, ou seja, não existe 1.1 se não existir o 1.2. Recomenda-se não dividir em demasia as seções do trabalho. 1.1.7 Dedicatória Elemento opcional. Contém o oferecimento da obra a determinada pessoa ou pessoas. Geralmente, a dedicatória aparece figurada na direita na parte inferior da folha. Observe, a seguir, um exemplo de Dedicatória: 1 2 1.1.1 Agradecimento Elemento opcional. Contém nome de pessoas e/ou instituições que contribuí- ram com o autor, como orientador, amigos, família etc. Observe um modelo de agradecimento: 1.1.1 Epígrafe Elemento opcional. Contém uma citação de um pensamento que, de certa for- ma, embasou ou inspirou o trabalho. Observe a seguir, um modelo de Epígrafe: 1 1 TEMA DE APRENDIZADEM 1.1.12 Lombada Elemento opcional. As informações devem ser impressas conforme NBR 12225 (ABNT, 2004b). 1.1.11 Ficha Catalográfica Elemento opcional. Deve conter a ficha catalográfica, a qual pode ser feita pelo bibliotecário da IES (não obrigatório). 1.1.11 Errata Elemento opcional. Constitui uma lista de erros detectados no trabalho após a sua impressão, segundo a NBR 14724 (ABNT, 2011). 1.1.11 Listas de Ilustrações Elemento opcional. É a relação de Tabelas ou Quadros, ou Gráficos, na mes- ma ordem em que aparecem no texto, devendo figurar em página distinta, com apresentação semelhante a do sumário. O trabalho também pode ter, em páginas separadas, Lista de Tabelas, Lista de Quadros e Lista de Gráficos. 1.1.14 Lista de Abreviaturas, Siglas e Símbolos Elemento opcional. É relação em ordem alfabética de abreviaturas, siglas e sím- bolos utilizados no corpo do trabalho. 1.1 Elementos Textuais Estudante, os Elementos Textuais constituem a parte do trabalho em que está localizado o núcleo do trabalho, o conteúdo apresentado, composto pelos se- guintes elementos obrigatórios: 1 1 ■ Introdução ou Considerações Iniciais: parte inicial do texto, a qual deve conter elementos ne- cessários para situar o leito quanto ao assunto do trabalho e objetivos da pesquisa. ■ Desenvolvimento: é a principal parte do texto, em que o assunto tratado deve ser detalhadamente ex- plicado. Para melhor apresentação e compreensão, pode ser dividido em seções e subseções, variando de acordo com a abordagem e método adotado. ■ Conclusão ou Considerações Finais: é a parte fi- nal do trabalho, em que devem ser apresentadas as conclusões, hipóteses e considerações finais. 1.1 Elementos Pós-textuais Nesta parte, são colocados os elementos referenciais como: ■ Referências. ■ Glossário. ■ Apêndices. ■ Anexos. ■ Índice. 1.1.1 Referências Elemento obrigatório. É a relação das obras consultadas e/ou citadas no trabalho, apresentadas no final. São orga- nizadas segundo uma ordem específica e contendo ele- mentos descritos de documentos, de modo a permitir sua identificação. As obras deverão ser organizadas em ordem alfabética e as referências, ordenadas de forma consecutiva. As referências serão descritas detalhadamente na seção 3. 1 1 TEMA DE APRENDIZADEM 1.1.1 Glossário Elemento opcional. Constituído de uma relação de termos usados no trabalho, seguido de seus significados, deve ser apresentado em ordem alfabética. Geral- mente, só aparece em trabalhos técnicos. 1.1.1 Apêndices Elemento opcional. Refere-se a todo material elaborado pelo próprio autor, como tabelas, gráficos, desenhos, mapas e outras figuras ilustrativas; técnica de pesquisa utilizada (questionário, formulário, entrevista, história de vida e seme- lhantes); organogramas, fluxogramas, cronogramas. Apresenta-se como Apêndi- ce A: seguido do título, Apêndice B: o nome desse apêndice, e assim por diante. 1.1.4 Anexos Elemento opcional. Engloba todo documento auxiliar não elaborado pelo autor, quadro e tabelas estatísticas, legislação, estatutos, regimentos, ilustrações etc. De preferência, usar uma folha em branco com cabeçalho Anexos (como para os Apêndices), apresentando-se como Anexo A: seguido do título, Anexo B: título, e assim por diante. 1.1.5 Índice Elemento opcional, elaborado conforme NBR 6034/2004, também geralmente, só aparece em trabalhos técnicos. 2 NBR 10520/2023 – CITAÇÕES EM DOCUMENTOS De acordo com Loureiro e Campos (1999, p. 31), citação é a “menção, no texto, de uma informação colhida em outra fonte. Pode ser uma transcrição ou paráfrase, direta ou indireta, de fonte escrita ou oral”. Nas citações, sejam diretas ou indire- tas, no corpo do parágrafo ou após o parágrafo, entre parênteses, os sobrenomes dos autores deverão figurar com a primeira letra maiúscula. Observe o exemplo:: 1 4 Costa (2010, p. 182) afirma que “a determinação geral da ordem capitalista subordina o trabalho ao capital, fazendo com que o uso da força de trabalho esteja diretamente relacionado às expectativas de lucro dos investidores [...]”. O trabalho está subordinado às necessidades da recriação ampliada do capital, às exigências do lucro. O trabalho é o elemento subordinado, explorado pelo capital (Costa, 2010). OU Citação direta Citação indireta 1.1 Citação Direta É a transcrição literal, isto é, exatamente igual ao documento consultado. Deve-se citar o sobrenome do(s) autor(es), seguido(s) do ano da obra e do número da página. As citações de até 3 linhas devem apresentar-se no corpo do trabalho, entre aspas, não sendo utilizado o recurso tipográfico itálico ou negrito. Citações superiores a 3 linhas apresentam-se em parágrafo próprio, recuadas a 4,0cm da margem esquerda (recomendação), sem aspas e tamanho de fonte menor (11pt ou 10pt). Caso haja recursos tipográficos como itálico ou negrito, no original, devem ser mantidos e mencionados como grifo do autor (ou dos autores) ou como grifos dos autores, quando houver mais de um grifo. O espaçamento entre as linhas deve ser simples (1,0cm). Observe o exemplo: OU Citação direta - Recuo esquerdo 4cm. - Espaçamento entre linhas simples (não usar 1,5cm). - Fonte tamanho menor (11pt ou 10pt). - Observem as duas maneiras de colocar o autor, ano e número de página. Para Munhoz (2005, p. 67), “interdisciplinariedade não é simples monólogo de especialistas; implica graus sucessivo de cooperação e coordenação crescentes, interações – reciprocidade de intercâmbios”. Acerca da cidadania regulada Fleury (1994, p. 179) diz que: As condições de emergência das medidas de proteção social na América Latina estão associadas ao processo de crise do modelo agroexportador e do exercício liberal do poder, implicando na mudança da relação Estado/sociedade.Se as primeiras medidas foram destinadas aos servidores civis e militares com vistas a fortalecer o poder central e a identidade nacional, OU A ideologia da qualidade de vida deixa de fora tudo que fica nas franjas da cidade: os pobres e os bairros periféricos, enfim, a pobreza e a miséria precisam ser apagados [...] não são tão agudas ou passam a não existir na hora em que a cidade é apresentada como um produto a ser vendido (Costa, 2003, p. 27). 1 5 TEMA DE APRENDIZADEM Utiliza-se [...] para suprimir um pedaço do texto. Não se usa (...) e nem somente as reticências. 1.1 Citação Indireta É o texto redigido pelo autor com base em ideias de outro(s) autor(es). Contudo, deve traduzir fielmente o sentido do texto original. Observe o exemplo: - Não colocar número de página. - Observe as 2 maneiras de colocar o autor e ano – dentro ou fora do parênteses. Acerca dessa relação entre dor e trabalho Ramos (2005) disserta que no momento em que não mais se diferencia corpo e trabalho, o corpo deixa de ser corpo, pois é dor, sofrimento e o trabalho deixa de ser trabalho, pois é restrição, impotência, limitação. OU Entretanto, em 1963, o Decreto nº 53.264 de 13 de dezembro, retomou a assistência de Reabilitação Profissional para a Previdência Social (Brasil, 1963). No caso de citação – direta ou indireta – de obra com até 3 autores, indicam-se os seus sobrenomes, na ordem em que aparecem na publicação, separados por ponto e vírgula se estiverem entre parênteses, e com a conjunção “e” no caso contrário (fora dos parênteses, fazendo parte da elaboração do parágrafo). Observe os exemplos: - dentro do parênteses usar “;” e quando estiver fora usar “e” “A linha marcante que antes diferenciava as empresas virtuais dos negócios tradicionais de tijolo e concreto está desaparecendo rapidamente” (Barreiro; Gebran, 2006, p. 90). OU Segundo Barreiro e Gebran (2006), a integração ou segregação das marcas reflete, em grande medida, a opção pela confiança ou pela flexibilidade. Para trabalhos com mais de 3 autores, deve-se citar apenas o primeiro, seguido da expressão “et al.”, que significa “e outros”. Podem-se utilizar outros canais de informação, como dados obtidos por meio de informação oral (anotações de aulas, palestras, debates, entrevistas), desde que se comprove de onde foi obtido o material. Nesse caso, deve-se acrescentar uma nota de rodapé na mesma página, informando ao leitor dados sobre essa informação. 1 6 Já na década de 1990, José Paulo Cunha colocou que “eu procuro aprender de uma forma em que as pessoas possam ainda mais, ou seja, assim como todo e qualquer individuo no atual momento” (Informação verbal)1. 1 Comunicação pessoal fornecida pelo professor José Paulo Cunha na Universidade Estadual de Maringá, durante uma vídeo-aula em 27 de setembro de 2023. 1.1 Citação de citação (apud) É a menção da um trecho de um documento ao qual não se teve acesso, mas do qual se tomou conhecimento apenas por citação em outro trabalho. Observe o exemplo: O efeito na instituição é visto nos níveis pedagógicos, administrativos e estruturais. Esta é uma via de mão dupla, pois não se pode reformar a instituição (estruturas universitárias) se anteriormente as mentes não forem reformadas; mas só se pode reformar as mentes se a instituição for previamente reformada (Morin, 1987 apud Candau, 1995). OU A produção capitalista não é só reprodução da relação; é sua reprodução numa escala sempre crescente e, na mesma medida em que, como o modo de produção capitalista se desenvolve a força produtiva social de trabalho, cresce também frente ao trabalhador a riqueza que o domina, como capital [...] e na mesma proporção se desenvolve por oposição sua pobreza, indigência e sujeição subjetiva (Marx, 1973 apud Iamamoto; Carvalho, 1996, p. 63). O(s) autor(es) que devem ser referenciados no final do trabalho (no item refe- rências), é sempre o que foi lido, o que foi publicado por último. Aconselha-se não fazer uso de apud, tendo em vista que não foi lido no original, causando, por vezes, interpretação errônea de outro autor referenciado, principalmente no uso de citações indiretas. 1.4 Diagramação Citações curtas (até três linhas): são incorporadas ao texto, transcritas apenas entre aspas NÃO usando destaque tipográfico, no caso itálico, fonte do mesmo tamanho do corpo do texto (tamanho 12). 1 7 TEMA DE APRENDIZADEM Citações longas (mais de três linhas): são transcritas com espaçamento entre linhas SIMPLES (1,0 cm), em parágrafo próprio, recuada a 4 cm esquerdo a partir da margem esquerda, com tamanho da letra menor do que a do corpo do trabalho (10 ou 11), sem destaque tipográfico (itálico), sem aspas. 1.5 Casos especiais ■ Quando o mesmo autor tem duas citações no mesmo ano deve-se acres- centar uma letra após o ano. Observe o exemplo a seguir: Segundo Guimarães (1989a, 1989b), a desnutrição é uma das principais causas de mortalidade infantil. ■ Quando dois autores têm o mesmo sobrenome e a citação é do mes- mo ano, deve-se acrescentar as iniciais do primeiro nome. Observe o exemplo a seguir: Segundo Guimarães, J. (1989) e Guimarães, A. (1989), a desnutrição é uma das principais causas de mortalidade infantil. ■ Supressões são indicadas por [...]; interpolações, acréscimos ou comen- tários são indicados entre colchetes [ ]; ênfase ou destaque é indicado por grifo, negrito ou itálico. ■ Para destacar palavras ou frases usa-se o grifo (negrito), seguido da ex- pressão (grifo nosso) entre parênteses. ■ As incorreções e incoerências são indicadas pela expressão [sic] entre colchetes logo após a ocorrência. ■ Quando se tratar de um texto que foi traduzido pelo autor (acadêmico que está escrevendo o trabalho), incluir a expressão (tradução nossa) en- tre parênteses. ■ Quando se tratar de dados obtidos de informação verbal (palestras, deba- tes, comunicações etc), a expressão (informação verbal) deve ser inserida entre parênteses e os dados disponíveis em nota de rodapé. ■ Ao usar uma citação que contiver alguma expressão ou palavra entre “as- pas”, no trabalho esta expressão ou palavra aparecerá entre ‘aspas simples’. 1 1 ■ DOCUMENTOS SEM AUTORIA: quando o documento não possuir autoria, a indicação da citação deve ser feita pela primeira palavra do título seguido de reticências: (Anteprojeto..., 1987, p. 550). ■ Se o título iniciar por artigo, este deve ser incluído na indicação da fonte: (A Flor..., 1995, p. 4). 3 NBR 6023/2018 – REFERÊNCIAS Estudante, a finalidade das referências é informar o leitor a respeito das fontes que serviram de base para a realização do trabalho escrito. Elas devem conter a indicação de todos os documentos que foram citados na realização do estudo, fornecendo, ao leitor, não só as coordenadas do caminhar do autor, mas também um guia para uma eventual retomada e aprofundamento do tema ou revisão do trabalho, por parte do leitor (Severino, 2000). É importante você saber que as referências são um elemento obrigatório. De- vem conter a relação das obras citadas no trabalho e ser apresentadas ao final, or- ganizadas em ordem alfabética e ordenadas de forma consecutiva, de modo que permita sua identificação. O material referenciado assume formas extremamente variadas: livros, revistas, artigos, capítulos de livros, documentos legislativos, materiais cartográficos, fontes audiovisuais e eletrônicas e informações verbais. As referências são regulamentadas, na sua maioria, pela Associação Brasileira de Normas Técnicas (Abnt, 2018), especialmente por meio da NBR 6023. Em relação à formatação (diagramação no editor de texto word), observe que o alinhamento deverá ser feito à margem esquerda (não usar alinhamento justifi- cado), fonte tamanho 12, espaçamento entre linhas simples (1,0 cm) e entre cada referência 1 espaçamento (simples). A entrada se dá pelo sobrenome do autor, com todas as letras maiúsculas,seguido de vírgula e nome do autor (somente as iniciais ou não); título da obra, com destaque tipográfico negrito (somente para o título e não para o subtítulo), seguido do nome da cidade, dois pontos, o nome da editora (ou órgão editor) e ano de publicação. Observe a seguir exemplos de referências: 1 1 TEMA DE APRENDIZADEM REFERÊNCIAS ABREU, Marina Maciel. Serviço Social e a organização da cultura: perfis pedagógicos da prática profissional. São Paulo: Cortez, 2002. BRASIL. Decreto nº 7.602, de 7 de novembro de 2011. Dispões sobre a Política Nacional de Segurança e Saúde no Trabalho – PNSST. Diário Oficial da União: seção 1, p. 9. Brasília, DF, 8 nov. 2011. Disponível em: https://legislacao.presidencia.gov.br/ atos/?tipo=DEC&numero=7602&ano=2011&ato=db5ITTU9UMVpWT601. Acesso em: 11 dez. 2023. CANAL, P.; CRUZ, R. M. Aspectos psicológicos e reabilitação profissional: revisão de literatura. Estudos de Psicologia, Campinas, v. 30, n. 4, p. 593-601, out./dez. 2013. Disponível em: http://www.scielo.br/scielo.php?pid=S 0103-166X2013000400 012&script=sci_abstract&tlng=pt. Acesso em: 14 nov. 2023. LIPORONI, A. A. R. de C.; FONSECA, P. A pesquisa na intervenção profissional do assistente social. In: CARVALHO JÚNIOR, A. de; PIANA, M. C.; LIMA, M. J. de O. Trabalho, Educação e Formação Profissional: um debate do Serviço Social. Bauru: Canal 6, 2014. p. 199-211. NEVES, R. F. Significados e (re)significados: o itinerário terapêutico dos trabalhadores com LER/DORT. 2016. 110 f. Dissertação (Mestrado em Saúde Coletiva) – Instituto de Saúde Coletiva, Universidade Federal da Bahia, Salvador, 2016. AUTORIA 1 Autor IAMAMOTO, Marilda Villela. 2 Autores MARTELETO, R. M.; STOTZ, E. N. 3 Autores BIANCHI, Anna Cecilia de Moraes; BIANCHI, Roberto; ALVARENGA, Marina. Mais de 3 autores BARTILOTTI, C. B. et al. Organizador ALMEIDA, Luiz Cláudio de Pinho (org.). Desconhecida DIAGNÓSTICO do setor editorial brasi- leiro. (1ª palavra do título em maiúscula) 1 2 Entidade ASSOCIAÇÃO BRASILEIRA DE NORMAS TÉCNICAS. Denominação genérica BRASIL. Ministério da Saúde. (precedi- do do nome do órgão superior) Denominação dupla BIBLIOTECA NACIONAL (Brasil). TÍTULO Sem subtítulo OLIVEIRA, M. M. Como fazer pesquisa qualitativa. Com subtítulo MARICATO, Ermínia. Brasil, Cidades: alternativas para uma crise urbana. EDIÇÃO A partir da 2ª 2. ed. Revisada 3. ed. rev. Aumentada 4. ed. aum. Revisada e ampliada 5. ed.rev. e amp. LOCAL Como na fonte São Paulo Homônimos Viçosa, RJ (usa-se Campinas, SP – Pe- trópolis, RJ – Brasília, DF) Desconhecida [S.I.] Sine loco 1 1 TEMA DE APRENDIZADEM EDITORA Como na fonte Atlas + de uma Rio de Janeiro: Expressão e Cultura; São Paulo: EDUSP Desconhecida [s.n] Sine nomine DATA Como na fonte 1994 Quadro 1 – Elementos essenciais das referências Fonte: adaptado da NBR 6023 (ABNT, 2018). O Quadro 2 apresenta os elementos necessários para os mais variados tipos de referência, bem como um exemplo de cada tipo. FONTE MODELO DE REFERÊNCIAS LIVROS SOBRENOME DO AUTOR, Prenomes. Título. Edição. Cidade: Editora, ano. ABREU, Marina Maciel. Serviço Social e a organização da cultura: perfis pedagógicos da pratica profissional. São Paulo: Cortez, 2002. SEVERINO, Antônio Joaquim. Metodologia do trabalho científico. 22. ed. rev. e ampl. São Paulo: Cortez, 2002. 1 1 CAPÍTULOS DE LIVRO SOBRENOME DO AUTOR DO ARTIGO, Preno- mes. Título do Capítulo do Livro. In: SOBRENO- ME DO AUTOR, Prenomes. Título do livro. Edi- ção. Cidade: Editora, ano. Página inicial e final. MOTA, Ana Elizabete. Redução da pobreza e aumento da desigualdade: um desafio teórico- -político ao Serviço Social brasileiro. In: MOTA, Ana Elizabete (org.). As ideologias de contrar- reforma e o serviço social. Recife: Ed. Universi- tária da UFPE, 2010. p. 13-34. NETTO, José Paulo. FHC e a política social: um desastre para as massas trabalhadoras. In: LES- BAUPIN, Ivo. O desmonte da nação: balanço do Governo FHC. Petrópolis: Vozes, 1999. p. 75-89. ARTIGOS DE REVISTA SOBRENOME DO AUTOR DO ARTIGO, Preno- mes. Título do artigo. Nome da Revista, Cidade, volume, número, página inicial e final, data (dia, mês, ano). MINAYO, M. C. S.; SANCHES, O. Quantitativo- -Qualitativo: Oposição ou Complementaridade? Cad. Saúde Públ., Rio de Janeiro, v. 9, n. 3, p. 239-262, jul./set. 2003. NICHOLSON, Linda. Interpretando o gênero. Estudos Feministas, Florianópolis, v. 8, n. 2, p. 1-33, jan. 2000. Disponível em: https://periodi- cos.ufsc.br/index.php/ref/article/view/11917. Acesso em: 4 dez. 2023. 1 1 TEMA DE APRENDIZADEM ARTIGOS DE JORNAL SOBRENOME DO AUTOR DO ARTIGO, Preno- mes. Título do artigo. Título do Jornal, Cidade, data (dia, mês, ano). Suplemento, número da página, coluna. FRANCO, Gustavo H. B. O que aconteceu com as reformas em 1999. Jornal do Brasil, Rio de Janeiro, 26 dez. 2009. Economia, p.4, Caderno 6. NAVESN, P. Lagos andinos dão banho de be- leza. Folha de S.Paulo, São Paulo, 28 jun. 2014, Folha Turismo, Caderno 8, p. 13. DICIONÁRIOS SOBRENOME DO AUTOR, Prenomes. Título do Dicionário. Edição. Cidade: Editora, ano. Número de páginas. DUCROT, Oswald. Dicionário enciclopédico das ciências da linguagem. 2 ed. São Paulo: Perspectiva, 1998. 339 p. LIEDKE, E. R. Trabalho. In: CATTANI, A. D.; HOLZ- MANN, L. Dicionário de trabalho e tecnologia. Porto Alegre: UFRGS, 2006. p. 71-92. LEGISLAÇÕES JURISDIÇÃO. Título. Dados da publicação, Cidade, data. BRASIL. Decreto-Lei nº 48.959, de 19 de se- tembro de 1960. Aprova o Regulamento Geral da Previdência Social. Diário Oficial da União: seção 1, p. 13133. Brasília, DF, 19 set. 1960. Dis- ponível em: https://www2.camara.leg.br/legin/ fed/decret/1960-1969/decreto-48959-a- -19-setembro-1960-388618-norma-pe.html. Acesso em: 11 dez. 2023. 1 4 LLEGISLAÇÕES BRASIL. Decreto nº 53.264, de 13 de dezembro de 1963. Dispõe sobre a Reabilitação Profis- sional na Previdência Social. Diário Oficial da União: seção 1, p. 10606. Brasília, DF: 16 dez. 1963. Disponível em: http://www2.camara.leg. br/legin/fed/decret/1960-1969/decreto- -53264-13-dezembro-1963-393225-publica- caooriginal-1-pe.html. Acesso em: 11 dez. 2023. MANUAIS ESTADO. Entidade. Título. Cidade, ano, número de páginas. CIF. Classificação Internacional de Funcio- nalidade, Incapacidade e Saúde. Lisboa: Organização Mundial da Saúde, 2004. Disponí- vel em: http://www.inr.pt/uploads/docs/cif/ CIF_port_%202004.pdf. Acesso em: 8 dez. 2023. RESUMO DE TRABALHO DE APRESENTADO EM CONGRESSO SOBRENOME DO AUTOR, Prenomes. Título do artigo. A expressão In: NOME DO CONGRES- SO, numeração do evento, ano, local. Tipo do documento (Resumo, Anais...). Cidade: Editora, ano. Página inicial e final. VENDRAMETTO, M. C.; NETO, C. J. B. F.; VICEN- TE, J. G.; CAMPESATO-MELLA, E. Avaliação do conhecimento e uso de medicamentos gené- ricos por acadêmicos de uma Instituição de Ensino Superior. In: ENCONTRO DE PRODUÇÃO CIENTÍFICA DO CESUMAR, 2., 2001, Maringá. Livro de resumos [...]. Maringá: Centro Universi- tário de Maringá, 2001. p. 124. 1 5 http://www2.camara.leg.br/legin/fed/decret/1960-1969/decreto-53264-13-dezembro-1963-393225-publicacaooriginal-1-pe.html http://www2.camara.leg.br/legin/fed/decret/1960-1969/decreto-53264-13-dezembro-1963-393225-publicacaooriginal-1-pe.html http://www2.camara.leg.br/legin/fed/decret/1960-1969/decreto-53264-13-dezembro-1963-393225-publicacaooriginal-1-pe.html http://www2.camara.leg.br/legin/fed/decret/1960-1969/decreto-53264-13-dezembro-1963-393225-publicacaooriginal-1-pe.html http://www.inr.pt/uploads/docs/cif/CIF_port_ 2004.pdf http://www.inr.pt/uploads/docs/cif/CIF_port_ 2004.pdf TEMA DE APRENDIZADEM TESES/DISSERTAÇÕES /MONOGRAFIAS/TRABALHOS DE CONCLUSÃO DE CURSO SOBRENOME DO AUTOR, Prenomes. Título do trabalho. Ano. Número de folhas. Natureza do trabalho (Tese, dissertação, monografia ou trabalho acadêmico (grau e área do curso) - Unidade de Ensino, Instituição, local, data. LUZ, M.G.C.Gênero, pobreza e reestruturação produtiva como agravantes do adoecimento: o caso das faxineiras com diagnóstico de ler. 2014. 89 f. Dissertação (Mestrado em Saúde Pública. Área Saúde e Trabalho) – Faculdade de Medicina, Universidade Federal de Minas Gerais, Belo Horizonte, 2014. ROSSI, E. Z. Reabilitação e reinserção no trabalho de bancários portadores de LER/ DORT: análise psicodinâmica. 2018. 270 f. Tese (Doutorado em Psicologia) – Universidade de Brasília, Brasília, DF, 2018. TRABALHO COMPLETO PUBLICADO EM ANAIS DE CONGRESSO SOBRENOME DO AUTOR, Prenomes. Título do artigo. A expressão In: NOME DO CONGRES- SO, numeração do evento, ano, local. Tipo do documento (Resumo, Anais...). Cidade: Editora, ano. Página inicial e final. SOUZA, L. S.; BORGES, A. L..; REZENDE, J. Influência da correção e do preparo do solo sobre algumas propriedades químicas do solo cultivado com bananeiras. In: REUNIÃO BRASI- LEIRA DE FERTILIDADE DO SOLO E NUTRIÇÃO DE PLANTAS, 21., 1994, Petrolina. Anais [...]. Petrolina: Embrapa, CPATSA, 1994. p. 3-4. Quadro 2 – Tipos de Referência Fonte: adaptado da NBR 6023 (ABNT, 2018). O Quadro 3 relaciona a abreviação dos meses em português, inglês e espanhol, devendo ela apresentar-se somente com as três primeiras letras, seguidas de um ponto. Somente o mês de maio não sofre abreviação. No caso de material em inglês, abrevia-se o mês e a primeira letra deve ser maiúscula. 1 6 MÊS PORTUGUÊS INGLÊS ESPANHOL Janeiro jan. Jan. ene. Fevereiro fev. Feb. feb. Março mar. Mar. marzo Abril abr. Apr. abr. Maio maio May mayo Junho jun. June jun. Julho jul. July jul. Agosto ago. Aug. agosto Setembro set. Sept. sep. Outubro out. Oct. oct. Novembro nov. Nov. nov. Dezembro dez. Dec. dic. Quadro 3 – Abreviação dos meses do ano Fonte: adaptado da NBR 6023 (Abnt, 2018). Estudante, não se abreviam, também, os números das páginas iniciais e finais de um livro, revista ou artigo (exemplo p. 32-39 e não p. 32-9) e nem se usa “pp.” para abreviar páginas. No Quadro 4 a seguir você pode observar os elementos necessários para os mais variados tipos de referência em meio eletrônico (sites), bem como um exemplo de cada tipo. Importante salientar que, nesse caso, é necessária a referência completa (AUTOR. Nome do que foi lido. Cidade: Editora e ano), seguido das expressões: Dis- ponível em: e Acesso em:, não podendo, apenas, constar o endereço eletrônico. 1 7 TEMA DE APRENDIZADEM FONTE MODELO DE REFERÊNCIA Legislação BRASIL. [Constituição (1988)]. Constituição da República Federativa do Brasil de 1988. Brasília, DF: Presidência da República, [2016]. Disponível em: http://www.planalto.gov.br/ ccivil_03/cons- tituicao/co nstituicao.htm. Acesso em: 10 dez. 2023. Artigo de Jornal Científico KELLY, R. Eletronic publishing at APS: its not just online journalism. APS News Online, Los Angeles, Nov. 1996. Disponível em: http://www. aps.prg/apsnews/ 1196/11965.html. Acesso em: 25 nov. 2023. Artigo de Revista MAENO, M.; VILELA, R. A. de G. Reabilitação profissional no Brasil: elementos para a cons- trução de uma política pública. Rev. bras. saúde ocup., São Paulo, v. 35, n. 121, p. 87-99, jan./ jun. 2010. Disponível em: http://www.scielo.br/ scielo.php?script=sci_ arttext&pid=S0303-7657 2010000100010. Acesso em: 10 dez. 2023. Congresso Científico CONGRESSO DE INICIAÇÃO CIENTÍFICA DA UFPe, 4., 1996, Recife. Anais eletrônicos [...]. Recife: UFPe, 1996. Disponível em: http://www. propesq.ufpe. br/anais/anais.htm. Acesso em: 21 nov. 2023. Quadro 4 – Tipos de referência em meio eletrônico (sites) Fonte: adaptado da NBR 6023 (ABNT, 2018). Autor repetido: o nome do autor de várias obras referenciadas sucessivamen- te deve ser repetido SOBRENOME e Nome. A seguir, temos um exemplo de referência com autor repetido: YAZBEK, M. Carmelita. Classes subalternas e assistência social. 5. ed. São Paulo: Cortez, 2006. YAZBEK, M. Carmelita. Pobreza no Brasil contemporâneo e formas de seu enfrentamento. Serv. Soc. Soc., São Paulo, v. 7, n. 110, p. 87-113, abr./jun. 2012. 1 1 O item tradução, indicando a pessoa ou instituição responsável pela tradução do documento, é considerado como dado complementar, não sendo obrigatório aparecer nas referências. Casos particulares: exemplos de sobrenomes que indicam parentesco, au- tores de nomes espanhol e hispano-americano e sobrenomes ligados por hífen. Exemplos de casos particulares de referências: GUEDES-PINTO, A. C. A pesquisa na intervenção profissional do assistente social. 2. ed. São Paulo: Ed. Santos, 2011. LOPES FILHO, O. C. Reabilitação profissional no Brasil. São Paulo: Rocco, 2007. MARTOS NÚÑEZ, Eloy. Posmodernidad. In: MARTOS NÚÑEZ, Eloy. Diccionario de nuevas formas de lectura y escritura. Red Internacional de Universidades Lectoras. Espanha: Santillana, 2013. p. 572-575. DICAS E LEMBRETES ■ Pode-se manter o nome completo do autor ou abreviá-lo (C. B.) exata- mente como foi encontrado na ficha catalográfica, não sendo necessário padronizá-los (CAMPOS, Casemiro de Medeiros ou CAMPOS, C. de M.). ■ Recurso tipográfico (negrito, sublinhado evita-se o uso de itálico) deve ser usado SOMENTE para o título, e não para o subtítulo. ■ Alinhamento das referências é somente ALINHADO À ESQUERDA, sem recuo, não devendo JUSTIFICAR o parágrafo da referência. ■ Quando colocar o número total de páginas (folhas) em trabalhos aca- dêmicos (Monografias, Dissertações, Teses), existe um espaço entre o número e a letra “f ” (60 f); assim, toda vez que colocar o número da pá- gina, usa-se espaçamento entre o p. e o número da página citado (p. 12). ■ Quando fizer a entrada de uma referência pelo TÍTULO (artigo, capí- tulo, sem autor), destacá-lo com letras maiúsculas, e não com recurso tipográfico negrito. 1 1 TEMA DE APRENDIZADEM ■ Em partes de capítulo, artigos publicados em revistas, por exemplo, não se deve usar o TOTAL DE PÁGINAS, e sim as páginas iniciais e finais do que foi lido (p. 13-45). ■ Ao citar o mês, este deve ser abreviado (jan, fev, mar, abr,). Somente o mês de maio não deve ser abreviado. ■ Mês em inglês = primeira em maiúscula (Jan, Feb.). ■ Muitos periódicos não têm volume (v. 15), e sim ano (ano 15). ■ Organizadores sempre no singular, não fazer uso de “orgs.”, mesmo quan- do for mais de um autor. ■ Não abreviar “Júnior” quando o autor for nacional (CABRINI JÚNIOR, José Paulo). ■ Após o título, segue sempre a pontuação “dois pontos” (:), não devem aparecer outros tipos de recursos, tais como traço, ponto. ■ Ao citar o endereço eletrônico de um site, não esquecer da expressão: "Disponível em: http://www", seguida de "Acesso em: dia, mês e ano". ■ Não existe pp. 53-61, e sim p. 53-61. ■ Não existe p. 51-9, e sim p. 51-59. 4 DIAGRAMAÇÃO – RECURSOS PARA EDITOR DE TEXTOS Estudante, recomenda-se, para digitação, a utilização de fonte tamanho 12 para o texto e tamanho menor para citações de mais de 3 linhas, notas de rodapé, paginação e legendas das ilustrações de tabelas. 4.1 Papel e margens O papel deve ser de tamanho Sulfite A4, de boa quali- dade. Deve-se usar apenas um dos versos da folha. A margem superior do papel deve ter 3,0 cm; a inferior 2,0 cm; a margem esquerda deve ter 3,0 cm e a direita 2,0 cm. Observe o exemplo: 4 2 3 cm 2 cm 2 cm 3 cm 4.1 Numeração da página A numeração da página deve ser contínua, em algarismos arábicos. A contagem das folhas se dá a partir da capa. As folhas pré-textuais (folha de rosto, dedicató- ria, agradecimento, epígrafe, resumo em vernáculo e resumo em língua estran- geira, lista de quadros, figuras, tabelas, ilustrações, lista de abreviaturas e siglas e sumário) são contadas, mas não numeradas. Assim, o primeiro número de página que aparece no canto superior direito deve ser exatamente a primeira folha da 1 INTRODUÇÃO ou CONSIDERA- ÇÕES INICIAIS, podendo ser o número 11 ou 12 (considerando todos os itens pré-textuais), mas NUNCA iniciando a Introdução (Considerações Iniciais)em número de página 1. O correto é a ordem que antecede os números anteriores. Observe o exemplo: 4 1 TEMA DE APRENDIZADEM 4.1 Capítulos Sempre devem iniciar em uma nova página, mesmo existindo espaço ainda na página ante- rior. Não se deve utilizar o termo CAPÍTULO 2, ou CAPÍTULO 3. O correto é “2” e o título do capítulo. Nada de recurso de alinhamento centralizado, fonte maior (o trabalho é fonte ARIAL/TIMES NEW ROMAN 12, do início ao final do trabalho, somente citação e notas de rodapé possuirão uma fonte menor). Com relação aos espaços (ENTER) deixados antes de iniciar o Capítulo, não é estabelecida uma regra, devendo começar na primeira linha da nova página e deixando DOIS espaços ao ini- ciar o primeiro parágrafo desse novo capítulo. Observe o exemplo: 4 1 4 1 TEMA DE APRENDIZADEM 4.4 Parágrafos Recuo na primeira linha de 1,25cm. Pode configurar o parágrafo – primeira linha 1,25cm ou mesmo fazer uso do TAB no teclado. 4.5 Títulos não numerados Devem ser centralizados SEM numeração, digitados em negrito e letras maiúsculas. ■ AGRADECIMENTOS ■ DEDICATÓRIA ■ RESUMO ■ ABSTRACT ■ LISTA DE ILUSTRAÇÕES (FIGURAS, IMAGENS, ORGANOGRA- MA) ■ LISTA DE TABELAS (QUADROS) ■ LISTA DE ABREVIATURAS E SIGLAS ■ LISTA DE SÍMBOLOS ■ SUMÁRIO ■ REFERÊNCIAS 4.6 Títulos numerados O número do capítulo (seção) e subcapítulo (subseção) deve preceder o título separado por um espaço (equivalente a um caractere) e estar alinhado à margem esquerda. Os capítulos principais de um texto devem iniciar em folha própria e devem ser digitados todos em letras maiúsculas e negrito, na mesma fonte e em tamanho 12, alinhado a margem esquerda. Observe o exemplo: 4 4 4.7 Tipo e tamanho de letra (fonte) A ABNT sugere um tipo de letra arredondada e de bom tamanho. Sugerimos, então, fonte ARIAL ou TIMES NEW ROMAN, tamanho 12, em todo o corpo do trabalho, incluindo título, subtítulos. Somente em citações maior que 3 linhas adotamos uma fonte menor (10 ou 11). 4.1 Espaços de entrelinhas O texto deve ser impresso em espaçamento 1,5cm, do início ao término do traba- lho. Somente resumo, resumo em língua estrangeira, citações maiores que 3 linhas, notas de rodapé, referências são impressas em espaçamento SIMPLES (1,0cm). Existem ainda dois espaços para separar o último parágrafo de cada seção, ou capítulo, para o título de uma nova seção – secundária, terciária... por diante. Ou seja, dar dois ENTER separando o último parágrafo do título da nova seção e dois ENTER separando a seção do primeiro parágrafo que inicia da nova seção. As referências devem ser digitadas em espaço simples e separadas entre si por UM espaço duplo ou DOIS espaços SIMPLES (1,0 cm). Os títulos das seções (ca- pítulos) devem ser separados do texto que o sucede por DOIS espaços entre linhas de 1,5cm. Os títulos das subseções (divisões do capítulo) devem ser separados do texto que o precede ou que o sucede por DOIS espaços entre linhas de 1,5cm. 4 5 TEMA DE APRENDIZADEM 4.1 Citações Citações curtas (até três linhas): são incorporadas ao texto, transcritas apenas entre aspas NÃO usando destaque tipográfico, no caso itálico, fonte do mesmo tamanho do corpo do texto (tamanho 12). Citações longas (mais de três linhas): são transcritas com espaçamento entre linhas SIMPLES (1,0 cm), em parágrafo próprio, recuada a 4 cm esquerdo a partir da margem esquerda, com tamanho da letra menor do que a do corpo do traba- lho (10 ou 11), sem destaque tipográfico (itálico), sem aspas. Observe o exemplo: 4.12 Referências Ordenadas em rigorosa ordem alfabética, espaçamento entre linhas simples (1,0 cm), não existe mais o recuo a partir da segunda linha debaixo da terceira letra do sobrenome do autor. Quanto ao alinhamento, usa-se somente alinhado a esquerda, não reto na margem esquerda e direita. Recurso tipográfico negrito para evidenciar o nome da obra (subtítulo, quando houver, não destacar). Ado- ta-se 1 Enter SIMPLES para separar uma referência da outra ou 2 ENTER de espaçamento entre linhas simples (1,0 cm). 4 6 4.11 Ilustrações e Tabelas Esses dois itens devem conter um título na parte superior preferencialmente em letras maiúsculas. Na sua parte inferior deve conter a FONTE de onde foi ex- traída, preferencialmente em letras maiúscula e alinhado à esquerda. Quando o título contiver mais de uma linha, a segunda e as próximas, devem iniciar abaixo da primeira letra do próprio título. Com relação à numeração progressiva, observe os exemplos abaixo: 1 SEÇÃO PRIMÁRIO CAIXA ALTA e negrito 1.1 SEÇÃO SECUNDÁRIA CAIXA ALTA sem negrito 1.1.1 Seção Terciária Início das Palavras em Caixa Alta e negrito 1.1.1.1 Seção Quaternária Início das Palavras sem negrito 1.1.1.1.1 Seção Quinária Início das Palavras e itálico MODELO DE APRESENTAÇÃO GRÁFICA DAS SEÇÕES 1 CONSIDERAÇÕES INICIAIS 2 O PROGRAMA DE REABILITAÇÃO PROFISSIONAL 2.1 O PROCESSO DE REABILITAÇÃO 3 A REABILITAÇÃO PROFISSIONAL EM CONTEXTOS DE CONTINUIDADES E RUPTURAS 3.1 NOTAS INICIAIS: CONHECENDO OS PESQUISADOS 3.1.1 Sujeito pesquisado 1 (S1): narrando fatos 4.11 Nota de rodapé Devem ser separadas do texto por um espaço simples de entrelinha e um filete de 3,0cm a partir da margem esquerda (o editor de texto Word faz isso automa- ticamente – referências – inserir notas). As notas de rodapé podem ser usadas como notas explicativas ou para referência. Observe o exemplo: 4 7 TEMA DE APRENDIZADEM Texto texto texto texto texto texto texto texto texto texto texto texto texto texto texto texto texto texto texto texto texto texto texto texto texto texto texto Nota de rodapé Filete 3 cm 5 NOTA DE RODAPÉ Estudante, as notas de rodapé podem possuir diferentes objetivos. Podem ser NOTAS DE CONTEÚDO, que evitam explicações longas dentro do texto. As notas de rodapé podem, também, ter a função de NOTAS DE REFERÊNCIA OU BIBLIOGRÁFICAS, que indicam as fontes consultadas ou remetem a outras partes da obra em que o assunto foi abordado. Finalmente, podem ser NOTAS DE ESCLARECIMENTOS OU EXPLICATIVAS, utilizadas para a apresentação de comentários, explanações ou traduções que não podem ser incluídos no texto por interromper a linha de pensamento. Entretanto, todas as notas de rodapé devem ser breves, sucintas e claras. Além disso: ■ A numeração das notas de referências é feita por algarismos arábicos, devendo ter numeração única e consecutiva para cada capítulo ou parte. ■ Não se inicia a numeração a cada página. ■ A primeira citação de uma obra, em nota de rodapé, de ter sua referência completa. ■ As subsequentes citações da mesma obra podem ser referenciadas de forma abreviada, utilizando expressões latinas (a seguir). 4 1 5.1 Apresentação das notas de rodapé ■ Na página onde ocorre a chamada numérica. ■ Na margem inferior da página. ■ Separada do texto por um traço de 2 a 3 cm (editor de texto faz automa- ticamente). ■ Espaçamento entre linhas simples (1,0cm) e alinhamento do parágrafo justificado. ■ Caracteres menores (fonte tamanho 10pt). ■ Sem pontuação, separada do texto por um espaço (nada de traço, ponto). 5.1 Notas explicativas Indica para a apresentação de comentário, esclarecimentos ou explanações que não possam ser incluídas no texto. Por exemplo: A vida da rainha Isabel, esposa do rei de Portugal D. Dinis (1279-1325)[1], pode ser conhecida por meio de uma vasta literatura construída ao longo de muitos séculos. ____________ [1] As datas entre parêntese que doravante aparecerem indicam as datas cujos reis ocuparam o trono. 5.1 Notas bibliográficas Indicam fontes consultadas ou remete a outras partes da obra, como por exemplo: Os maiores problemas relacionados ao ... efetuadas1. _______ 1 TOLLOCK, Gordon. Rent-see King. Croft Road: Aldershot, 1980. 4 1 TEMA DE APRENDIZADEM A primeira citação de uma obra, em nota de rodapé, deve ter a referência com- pleta (Autor, Obra, Cidade, Editora,Ano). As demais podem ser abreviadas. É possível a adoção de expressões latinas para outras repetições. 5.4 Expressões latinas nas notas de rodapé ■ apud citado por, conforme, segundo. ■ Idem ou id. mesmo autor; mesma obra (mesma página). ■ Ibidem ou ibid. na mesma obra (página diferente). ■ Opus citatum, opere citado ou op. cit. à obra citada. ■ Passim aqui e ali (quando foram retirados de intervalos). ■ Loco citato ou loc. cit. no lugar citado. ■ Cf. confira, confronte. ■ Sequentia ou et seq. seguinte ou que se segue. Somente a expressão apud – citado por – pode ser usada no texto. As expressões Id., Ibid. e Cf, só podem ser usadas na mesma página ou folha da citação a que se referem. Idem ou Id. (o mesmo autor) O trecho citado é de obra diferente do autor referenciado em nota imediatamente anterior. Por exemplo: _______ [1] DOWER, Nelson Godoy Bassil. Instituições de direito público e privado. 13. ed. São Paulo: Saraiva, 2005. p. 263. [2] Id., 1987. Ibidem ou Ibid. (na mesma obra) O trecho citado pertence à mesma obra referenciada em nota imediatamente anterior. Por exemplo: 5 2 _______ [8] BARROS, Alice Monteiro de. Curso de direito do trabalho. São Paulo: Ltr, 2005. p. 200. [9] Id. Ibid., p. 200. Loc. cit (no lugar citado) Expressões usadas para mencionar a mesma página de uma obra já citada, mas havendo intercalações de outras obras. Passim (aqui e ali) Indica referencias genéricas e várias passagens do texto, sem identificação de páginas determinadas. Sequenta ou Et. seq. (seguinte ou que se seque) Expressão usada quando não se quer citar todas as páginas da obra referenciada. Cf (confira) Abreviatura usada para recomendar consulta a trabalhos de outros autores ou as notas do mesmo trabalho. Opus Citatum, Opere Citado ou Op. cit. (na obra citada) Indica que a citação é referente a uma obra de autor já citado na trabalho, sem ser indicada anteriormente. 6 ELEMENTOS PÓS-TEXTUAIS 6.1 Glossário Elemento condicionado à necessidade do trabalho. Deve conter a relação de pa- lavras de uso restrito, acompanhadas das respectivas definições, com o objetivo de esclarecer ao leigo sobre o significado dos termos empregados no trabalho. Geralmente só aparece em trabalhos técnicos. 5 1 TEMA DE APRENDIZADEM A palavra GLOSSÁRIO deve figurar na primeira linha dessa página, com letras maiúsculas, alinhamento à esquerda, recurso tipográfico negrito, devendo fazer parte do sumário. Observe o exemplo: 6.1 Apêndices Elemento condicionado à necessidade do trabalho. Deve conter todo material elaborado pelo próprio aluno, como: tabelas, gráficos, desenhos, mapas ou ou- tras figuras ilustrativas; técnica de pesquisa utilizada (questionário, formulário, entrevista, história de vida e semelhantes); organogramas, fluxogramas ou cro- nogramas, desde que não cabe no contexto do texto apresentado. Deve-se apresentar, inicialmente, uma folha distinta, intitulada como APÊN- DICE(S), com as seguintes características: a palavra APÊNDICE(S) deve figurar na primeira linha dessa página, com letras maiúsculas, alinhamento à esquerda, recurso tipográfico negrito, devendo fazer parte do sumário. Na página seguinte aparecem na sequência, o(s) apêndice(s): APÊNDICE A – TÍTULO DO APÊNDICE; APÊNDICE B – O TÍTULO DO APÊNDICE, e assim por diante. As seções do(s) Apêndice(s) não devem aparecer no sumário. Observe o exemplo: 5 1 6.1 Anexos Elemento condicionado à necessidade do trabalho. Deve conter todo documento auxiliar não elaborado pelo autor, tais como quadros, tabelas, legislação, estatu- tos, regimentos, ilustrações etc. A apresentação gráfica dos anexos deve seguir a mesma padronização utilizada para os apêndices. Observe o exemplo: 5 1 TEMA DE APRENDIZADEM 6.4 Índice Um elemento pós-textual (opcional). Lista as palavras ou frases, ordenadas segun- do determinado critério, que localiza e remete para as informações contidas no texto, elaborado conforme a ABNT NBR 6034 (ABNT, 2004a). Observe o exemplo: 6.5 Modelos obrigatórios Destacamos aqui os modelos que deverão constar no seu trabalho acadêmico: Pré-textuais 1. Capa; 2. Folha de rosto; 3. Folha de aprovação (banca exa- minadora); 4. Resumo em língua portuguesa; 5. Resumo em língua estrangeira e 6. Sumário. Respectivamente, veja exemplos de todos os elementos pré-textuais obrigatórios: 5 4 Textuais 1. Introdução ou Considerações Iniciais; 2. Desenvolvimento (fundamentação teórica) e 3. Conclusão ou Considerações Finais. Observe, a seguir, exemplos dos elementos textuais obrigatórios: 5 5 TEMA DE APRENDIZADEM Pós-textuais Referências. Por fim, observe, a seguir, um exemplo do elementos pós-textual obrigatório. 6.6 Modelos opcionais Destacamos aqui os modelos que deverão ou não constar no seu trabalho acadêmico: Pré-textuais 1. Dedicatória; 2. Agradecimentos; 3. Epígrafe; 4. Lista de Ilus- trações (quadros, tabelas, gráficos, figuras); 5. Lista de Abreviaturas e Siglas e 6. Lista de Símbolos. A seguir, exemplos dos elementos pré-textuais opcionais: 5 6 5 7 TEMA DE APRENDIZADEM Pós-textuais 1. Glossário. 2. Apêndices. 3. Anexos 4. Índices. A seguir, ob- serve exemplos de elementos pós-textuais opcionais. 5 1 REFERÊNCIAS ASSOCIAÇÃO BRASILEIRA DE NORMAS TÉCNICAS. NBR 6034: 2004. Informação e documenta- ção – Índice – Apresentação. Rio de Janeiro: ABNT, 2004a. ASSOCIAÇÃO BRASILEIRA DE NORMAS TÉCNICAS. NBR 12225: 2004. Informação e documentação – Lombada – Apresentação. Rio de Janeiro: ABNT, 2004b. ASSOCIAÇÃO BRASILEIRA DE NORMAS TÉCNICAS. NBR 14724: 2011. Informação e documenta- ção – Trabalhos acadêmicos – Apresentação. Rio de Janeiro: ABNT, 2011. ASSOCIAÇÃO BRASILEIRA DE NORMAS TÉCNICAS. NBR 6023: 2018. Informação e documenta- ção – Referência – Elaboração. Versão Corrigida 2:2020. Rio de Janeiro, c2018. ASSOCIAÇÃO BRASILEIRA DE NORMAS TÉCNICAS. NBR 10520: 2023. Informação e documen- tação – Citações em documentos – Apresentação. Rio de Janeiro: ABNT, 2023. LOUREIRO, A. B. S.; CAMPOS, S. H. Guia para elaboração e apresentação de trabalhos científi- cos. 2. ed. Porto Alegre: EDIPUCRS, 1999. SEVERINO, A. J. Metodologia do trabalho científico. 21. ed. rev. e ampl. São Paulo: Cortez, 2000. BARREIRO, I. M. de F.; GEBRAN, R. A. Prática de Ensino e Estágio Supervisionado na formação de professores. São Paulo: Avercamp, 2006. BRASIL. Decreto nº 53.264, de 13 de dezembro de 1963. Dispõe sobre a Reabilitação Profissional na Previdência Social. Diário Oficial da União: seção 1, p. 10606. Brasília, DF: 16 dez. 1963. Dispo- nível em: http://www2.camara.leg.br/legin/fed/decret/1960-1969/d ecreto-53264-13-dezem- bro-1963-393225-publicacaooriginal-1-pe.html. Acesso em: 11 dez. 2023. BRASIL. Ministério da Justiça. Conselho Nacional de Metrologia, Normalização e Qualidade In- dustrial. 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