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Aprendendo Com Jesus-Silas Malafaia

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Digitalizado Por: Pregador Jovem
SILAS MALAFAIA
APRENDENDO 
COM 
JESUS
SUMÁRIO
Apresentação.
Capítulo 1 - Aprendendo a ter compaixão.
Capítulo 2 - Aprendendo a obedecer ao Senhor.
Capítulo 3 - Aprendendo a alimentar a multidão. 
Capítulo 4 - Aprendendo a entregar tudo a Jesus.
Capítulo 5 - Aprendendo a ordenar o que está caótico.
Capítulo 6 - Aprendendo a ser grato a Deus.
Capítulo 7 - Aprendendo a repartir com outros.
Capítulo 8 - Aprendendo a evitar desperdícios.
Capítulo 9 - Aprendendo a voltar-se para Deus.
APRESENTAÇÃO
Sem dúvida, não há Mestre maior do que Jesus Cristo. Ele, durante todo o 
Seu ministério, ensinou extraordinárias lições de humildade, amor, 
mansidão e obediência ao Pai celestial, sobrepujando a sabedoria de 
homens como Salomão, confundindo os mestres religiosos da época e 
deixando todos maravilhados, porquanto ensinava com autoridade e não 
como os escribas (Mateus 7.29)
Além de discipular um grupo de apóstolos e discípulos, Jesus evangelizou a 
multidão, ensinando-lhes as Escrituras e grandiosas lições que ainda hoje 
nos enchem de fé, aproximam-nos de Deus e iluminam o nosso caminho 
rumo ao céu.
Com base em Mateus 14.13-21 — onde é relatada a primeira multiplicação 
de pães e peixes realizada por Jesus em um lugar deserto, quando Ele 
alimentou cinco mil homens, além de mulheres e crianças —, vamos 
analisar alguns ensinamentos do Mestre dos mestres, enfatizando que Ele 
demonstrou íntima compaixão pelos que sofriam, valorizou o princípio da 
obediência e da gratidão a Deus, estimulou Seus discípulos a depositar o 
pouco que tinham em Suas mãos, a fim de ser multiplicado e abençoar 
outras pessoas, e ensinou-os a não menosprezar nem desperdiçar as 
bênçãos de Deus para a nossa vida.
Se você realmente almeja ser abençoado e tomar-se um milagre nas mãos 
do Senhor, leia este livro, atentando para essas magníficas lições de Jesus, 
que nos conscientizam de nosso dever de alimentar a multidão 
espiritualmente faminta com a Sua preciosa Palavra, o pão que 
verdadeiramente sacia a fome da alma do homem.
 Que Deus o abençoe!
CAPÍTULO 1
APRENDENDO A TER COMPAIXÃO
Em Mateus 14.13-21, está escrito:
E Jesus, ouvindo isso, retirou-se dali num barco, para um lugar deserto, 
apartado; e, sabendo-o o povo, seguiu-o a pé desde as cidades. E Jesus, 
saindo, viu uma grande multidão e, possuído de intima compaixão para 
com ela, curou os seus enfermos. E, sendo chegada a tarde, os seus 
discípulos aproximaram-se dele, dizendo: O lugar é deserto, e a hora é já 
avançada; despede a multidão, para que vão pelas aldeias e comprem 
comida para si. Jesus, porém, lhes disse: Não é mister que vão; dai-lhes vós 
de comer. Então, eles lhe disseram: Não temos aqui senão cinco pães e dois 
peixes. E ele disse: Trazei-mos aqui. Tendo mandado que a multidão se 
assentasse sobre a erva, tomou os cinco pães e os dois peixes, e, erguendo 
os olhos ao céu, os abençoou, e, partindo os pães, deu-os aos discípulos, e 
os discípulos, à multidão. E comeram todos e saciaram-se, e levantaram 
dos pedaços que sobejaram doze cestos cheios. E os que comeram foram 
quase cinco mil homens, além das mulheres e crianças.
Depois de receber a notícia da morte de João Batista por ordem de Herodes 
Antipas, Jesus, entristecido, saiu da Galileia e seguiu de barco com Seus 
discípulos para um lugar afastado, provavelmente em Betsaida (Lucas 
9.10), a fim de descansar e recompor-se física e emocionalmente.
Sabendo do paradeiro do grande Mestre, que evangelizava os pobres, 
curava os enfermos e libertava os oprimidos por espíritos malignos, uma 
grande multidão de homens, mulheres e crianças seguiu-o por terra, a pé, 
para ouvir os Seus ensinamentos e ser alvo de Seus milagres. Esse é o 
contexto do episódio narrado em Mateus 14.13-21.
É interessante notar que, a despeito de o Senhor estar cansado pela viagem 
e abatido com a injusta execução de Seu precursor e amigo, Ele foi 
possuído de íntima compaixão pela multidão, curando os enfermos, 
ensinando-lhes as Escrituras e multiplicando pães e peixes para dar de 
comer àquelas pessoas que o seguiram de tão longe, atraída' por Sua 
bondade e graça.
O que motivou Jesus a, em meio à Sua dor pessoal, colocar-se no lugar de 
outros, curar enfermos, evangelizar e alimentar a multidão? A íntima 
compaixão que Ele sentiu daquelas pobres pessoas que buscavam nele a 
solução para seus dilemas e problemas.
Sendo divino e humano, o Filho de Deus e a expressa imagem do Pai, bem 
como o último Adão e nosso modelo de ser humano, Jesus se compadeceu 
de nós e deixou-se mover por isso, agindo em conformidade com Seu amor 
e Sua misericórdia. Devemos, portanto, fazer o mesmo, compadecendo-nos 
uns dos outros e de nosso próximo, em obediência a Deus e à nossa 
vocação em Cristo.
O significado de compaixão
Mas o que é compaixão? O termo grego original traduzido como 
compadeceu-se, em Mateus 1-1.14, significa literalmente intestinos. Isto se 
deve ao fato de os antigos acreditarem que as emoções estivessem 
intimamente ligadas aos intestinos, talvez porque elas afetassem o 
funcionamento destes; daí a mesma palavra denotar, por associação, 
compaixão, misericórdia, simpatia, amor, afeição.
O sentimento de compaixão está associado à piedade e simpatia para com a 
tragédia pessoal de outrem, acompanhado do desejo de minorá-la. 
Compaixão implica ter simpatia, colocar-se no lugar do outro, estar junto 
dele e suprir sua necessidade. Em outras palavras, é sentir profundamente a 
dor alheia como se fosse nossa. Não é apenas ter pena; é participar da dor 
do outro e ajudá-lo a resolver o problema.
A compaixão requer uma atitude em prol do outro. É por isto que, ao 
compadecer-se da multidão, Jesus fez algo concreto: curou os enfermos e 
saciou a fome dos famintos.
Compaixão, um dos principais atributos cristãos
Aliás, compaixão é uma das principais características de Deus que Jesus 
manifestou à humanidade. Como observou o comentarista R. N. Champlin:
[O Senhor] sentia o problema do mal [...] e aliviava os sofrimentos alheios 
sem qualquer objetivo de fomentar Sua popularidade [...] Jesus curou 
impulsionado pela misericórdia [...] e se utilizou dessas curas para 
enfatizar lições espirituais, especialmente a dependência que o homem 
deve ter de Deus, confiando no Senhor. (Champlin, 2002, p. 421) *
Misericórdia é um gomo do fruto do Espírito, relacionado em Gálatas 5.22; 
portanto, é algo que Deus espera que tenhamos e manifestemos uns para 
com os outros, conforme é revelado em Oséias 6.6: Porque eu quero 
misericórdia e não sacrifício; e o conhecimento de Deus, mais do que 
holocaustos.
Foi essa vontade que Jesus ratificou em Mateus 9.13; 12.7, assinalando 
que, embora os líderes religiosos judeus da época alegassem zelo no 
cumprimento da lei de Deus, estavam negligenciando o principal: a justiça 
temperada com a misericórdia, que é o cerne da lei; daí o Mestre ter 
enfatizado que Ele veio para chamar os pecadores ao arrependimento, e não 
os que se consideravam justos, até porque, como lembrou Paulo em 
Romanos ;. 10,21: não há um justo sequer; todos pecaram e destituídos 
foram da graça de Deus.
Se hoje somos considerados justos diante do Criador e Juiz de todos, não é 
pelos nossos próprios méritos, mas por causa da justiçado Filho de Deus, 
que nos foi imputada quando Ele ofereceu o Seu sacrifício na cruz, para 
perdão e expiação dos nossos pecados e nossa reconciliação com o Pai. 
Sendo assim, estando justificados por Cristo, devemos praticar obras de 
justiça e amor, que atestem nossa fé e nossa nova natureza e condição 
espiritual (Mateus 5.16; Tiago 2.14-18).
Os discípulos de Cristo têm demonstradocompaixão genuína?
Jesus assinalou que o amor e a compaixão são as marcas dos verdadeiros 
discípulos dele (João 13.35; 1 João 2.9-11). Mas será que, como cristãos, 
temos demonstrado amor e compaixão à multidão de pecadores perdidos, 
ou estamos preocupados apenas com a nossa própria vida e o nosso bem-
estar?
Como reagimos quando uma pessoa necessitada vem até nós na igreja? 
Damos-lhe atenção? Tentamos ajudá-la? Temos sempre uma palavra de 
ânimo, ou nos mostramos indiferentes, aconselhando-a a procurar o auxílio 
do pastor, em vez de fazermos algo que esteja ao nosso alcance?
E com relação a alguém com quem trabalhamos ou estudamos todos os 
dias? O que fazemos ao sabermos que tal pessoa está passando por uma 
crise, problema ou enfermidade? Colocamo-nos no seu lugar e 
compartilhamos com ela o amor de Deus e o evangelho de Jesus? Ou nos 
comportamos como "Agentes secretos" do Reino, permanecendo 
infrutíferos, para ninguém exigir algo de nós ou nos confrontar? Somos 
solidários ou indiferentes à dor alheia?
Estamos imitando o nosso Mestre e tendo compaixão uns dos outros e dos 
aflitos? Ou estamos tão envolvidos com os nossos problemas e dilemas que 
já nem nos damos mais conta do que sofre ao nosso lado, sem liberarmos 
uma palavra de ânimo e solidariedade?
Você se lembra do que inicialmente fizeram os discípulos de Jesus quando 
o Mestre indagou acerca da necessidade da multidão? Sendo tarde, eles se 
aproximaram do Mestre e disseram: O lugar é deserto, e a hora é já 
avançada; despede a multidão, para que vão pelas aldeias comprem comida 
para si (leias e comprem comida para s/ (Mateus 14. 15).
Os discípulos atentaram para as circunstâncias e ignoraram o propósito do 
ministério do Messias e o grande poder de Deus, que é capaz de suprir 
necessidades extremas e realizar milagres inimagináveis. Isso aconteceu 
porque eles não estavam tão preocupados assim com a multidão que, até 
àquela hora, dispusera-se a permanecer com Jesus para ouvir Seus 
ensinamentos. Eles não queriam ver as pessoas desmaiando de fome, mas 
também não desejavam para si a responsabilidade de alimentá-la.
Jesus, contudo, tinha outra coisa em mente. Ele Já havia demonstrado Sua 
compaixão, falando-lhes do amor de Deus por elas, do plano de salvação, 
do Reino dos céus e curando os doentes no corpo e na alma. Com a 
multiplicação dos pães e peixes, Ele continuaria a demonstrar àquelas 
pessoas a misericórdia e o poder de Deus, que o fazem interferir nas 
circunstâncias e prover o que o homem necessita. Então, Jesus ordenou a 
Seus discípulos: Não é mister que vão; dai-lhes vós de comer (Mateus 
14.16). Eles questionaram: Não temos aqui senão cinco pães e dois peixes 
(v. 1 7).
Sabe o que os discípulos estavam dizendo para Jesus? Em outras palavras: 
"Não podemos fazer nada. Não podemos resolver o problema dessa 
multidão. O que temos é muito pouco até para nós".
O Mestre apresentou a solução: Trazei-mos aqui (v. 18). Eles obedeceram 
e, tendo organizado a multidão em grupos, Jesus tomou os cinco pães e os 
dois peixes, e, erguendo os olhos ao céu, os abençoou, e, partindo os pães, 
deu-os aos discípulos, e os discípulos, à multidão (v. 19). O que aconteceu? 
E comeram todos e saciaram-se, e levantaram dos pedaços que sobejaram 
doze cestos cheios (v. 20).
Que lições podemos tirar desse episódio registrado nos evangelhos? Entre 
outras coisas, que nós, os discípulos de Jesus de hoje, devemos ter 
compaixão de nosso próximo, obedecer integralmente ao Senhor, alimentar 
a alma aflita das pessoas com o pão vivo da Palavra de Deus e fazer indo o 
que estiver ao nosso alcance para minimizar
O sofrimento alheio, promovendo a verdade, a justiça, a salvação e 
impedindo que muitos passem a eternidade longe do Pai.
Em alguns momentos, demonstrar compaixão implicará mais do que ouvir 
o que a pessoa tem a dizer, aconselhá-la e falar-lhe do amor de Deus. Tudo 
isso é fundamental, mas, se ela estiver enferma ou passando por 
necessidades financeiras, sem poder alimentar-se, comprar um botijão de 
gás ou pagar uma conta de luz, será necessário ajudá-la de modo mais 
concreto, dando-lhe uma cesta básica, pagando uma conta ou dando alguma 
contribuição para que seja paga.
O Espírito Santo nos exorta: Meus filhinhos, não amemos de palavra, nem 
de língua, mas por obra e em verdade (1 João 3.18). Amor requer atitudes 
concretas. Deus não amou só de palavra, Ele enviou o Seu próprio Filho 
para nos resgatar. Você entregaria seu único filho para morrer no lugar de 
malfeitores? O Senhor fez isso. Foi um preço caríssimo! Mas Ele investiu 
muito para nossa salvação. Como disse João, nós o amamos porque I li- //c. 
amou primeiro (1 João 4.19).
Tudo o que somos e que temos vem de Deus. Ele nos tem dado recursos 
espirituais, intelectuais e financeiros, e espera que os utilizemos para 
investir em pessoas, para a salvação de almas e o engrandecimento do Seu 
Reino aqui na terra.
Para você, quanto vale uma alma? Você tem demonstrado compaixão?
* Champlin, R. N. O Novo Testamento interpretado versículo por 
versículo. Vol. I. Mateus e Marcos. São Paulo: Hagnos, 2002.
CAPÍTULO 2 
APRENDENDO A OBEDECER
AO SENHOR
Atente para a ordem dada por Jesus a Seus discípulos: Dai-lhes vós de 
comer (Mateus 14.1 6b). A responsabilidade de alimentar a multidão com a 
verdade, o amor, a paz, a justiça, o evangelho que traz salvação, cura, 
libertação e transformação de vida é nossa! Foi designada pelo Senhor. 
Antes de Ele ascender aos céus, ordenou: Ide por todo o mundo, pregai o 
evangelho a toda criatura (Marcos 1 6.15). Então, não adianta tentar 
esquivar-se.
Nunca foi tão fácil pregar o evangelho num mundo tão cruel, humanista e 
materialista como este! Todos os dias, vemos pessoas que caminham 
rodeadas de gente, mas sentem-se sozinhas porque sofrem de abandono 
psicológico. Elas estão sedentas e famintas de paz, verdade, amor, mas 
dificilmente alguém fala do amor de Deus e do plano de salvação para elas. 
Mais difícil ainda é a demonstração prática desse amor, em forma de 
compaixão.
A reação de muitos discípulos de Jesus hoje é muito parecida com a dos 
primeiros discípulos. Ante as carências alheias, uns dizem: "não tenho 
poder para curar sua enfermidade"; "não tenho fé para orar por este 
milagre"; "não tenho amor suficiente para amar meus inimigos"; "não tenho 
dinheiro para suprir essa necessidade do meu irmão".
Às vezes, uma pessoa está enferma, e o cristão até discerne que a 
enfermidade é provocada por um espírito maligno, mas não acredita que 
possui autoridade espiritual para repreender aquele mal, ou orar pelo 
enfermo, para que Jesus o liberte e cure.
É assim que muitos cristãos acabam esquivando-se de ajudar seu próximo e 
de testemunhar que o poder de Deus está disponível a todo aquele que foi 
lavado e remido pelo sangue de Jesus, que teve a sua vida regenerada pelo 
Espírito Santo e obedece à Palavra de Deus. Esses cristãos normalmente, 
quando muito, encaminham pessoas necessitadas à igreja, para o pastor ou 
a "irmãzinha fogo-puro" tentar resolver o problema.
Jesus, porém, ensinou algumas coisas muito interessantes, quando ordenou 
que os discípulos alimentassem a multidão: 1) se quisermos alimentar a 
fome da multidão baseados apenas em nossas contingências humanas, 
nunca conseguiremos saciar a multidão, e poderemos acabar desistindo de 
nosso ministério facilmente; 2) se pensarmos que temos de estar totalmente 
saciados para saciar outros, nunca vamos alimentar ninguém, pois sempre 
nos faltará alguma coisa.
Quem disse que Deus usa os "perfeitos", os santarrões, para operar 
milagres? Ao contrário. Deus costuma usar os humildes, os que 
reconhecem suas limitações, imperfeições e carências e sua dependência 
dele;sua necessidade da misericórdia e da graça do Senhor. Ele não dá Sua 
glória a ninguém (Isaías 42.8).
É você mesmo, com seus defeitos, problemas limitações, que o Senhor quer 
usar para saciar a fome da multidão! É você, que está doente, que Ele quer 
usar para orar e trazer cura a alguém. É você, que foi abandonado por seu 
cônjuge, que Deus deseja usar para levar uma palavra de ânimo e 
perseverança àquele que está prestes a ter seu casamento desfeito.
Aí vem um neófito ou incrédulo, e indaga: "como pode? Ele está passando 
pela mesma situação, ora, e as pessoas são curadas e restauradas... Por que 
não ora para resolver primeiro seu próprio problema". Tal pessoa não sabe 
que esta é a maior prova de que o poder é de Deus, e não de quem intercede 
por outrem. Se o poder fosse nosso, curaríamos a nós mesmos e 
resolveríamos todos os nossos problemas sem precisar de Deus. Mas como 
o poder não é nosso, é de Deus, Ele usa quem Ele quer, na hora em que 
desejar e do jeito achar melhor. Deus é soberano!
Você e eu, com nossos defeitos e nossas limitações, somos instrumentos de 
Deus para saciar a fome da multidão. O Senhor não disse que estaríamos 
totalmente saciados antes de saciar os outros. E com isso, aprendemos 
outro princípio que Jesus apontou para os discípulos quando ordenou dai-
lhes vós de comer: no ministério, a prioridade não é vocês; é a multidão.
Não nos reunimos como Igreja para exibir ou apreciar os dons e os talentos 
de cristão algum, ouvir bons cantores, corais, orquestras ou oradores. Culto 
não é show. Reunimo-nos como Igreja para prestar culto a Deus e aprender 
Sua Palavra, termos comunhão uns com os outros, sermos fortalecidos para 
podermos aprender a repartir o pão com a multidão.
Nós nos reunimos como Igreja para proclamar o senhorio de Cristo e dizer 
que a solução para os problemas do ser humano é Jesus, que só Ele liberta 
o homem da escravidão do pecado, perdoa, cura, transforma, dá vida eterna 
e assegura-lhe o céu. Essa é a mensagem do evangelho: Jesus é o pão vivo 
que desceu do céu; se alguém comer o pão que Ele dá, terá vida (João 
6.51).
A condição da obediência
Mas, para termos compaixão genuína e obedecermos eficazmente ao ide do 
Senhor, precisamos estar em sintonia com Deus, observando os 
mandamentos e os princípios que Ele estabeleceu para uma vida saudável, 
abundante e produtiva, que redunde em bênçãos para nós e para toda a 
sociedade.
Aliás, uma coisa está ligada a outra. Só conseguimos obedecer a Deus se já 
estivermos crucificados com Cristo e deixarmos o Espírito Santo operar em 
nós tanto o querer como o efetuar. Se, a nossa vontade for fazer a vontade 
do Senhor, se Ele manifestar Sua vontade cm nos c por nosso intermédio, 
direcionando nossas escolhas e ações, usando-nos como o Corpo de Cristo, 
totalmente submisso à Sua vontade, então, como observou Jesus, estaremos 
verdadeiramente ligados a Ele, a Videira verdadeira, teremos vida e saúde 
espiritual e seremos produtivos na seara do Senhor, plantando a Palavra de 
Deus nos corações e colhendo muitas almas para o Reino dos céus.
O Dr. Mike Murdock, em seu livro Chaves de Sabedoria, afirmou que 
"Deus nunca avançará Suas instruções além do último ato de obediência do 
homem" e que "os atos de obediência encurtam a distância até o milagre 
que estamos buscando".
É verdade! Conforme vamos obedecendo ao Senhor, Ele vai revelando o 
próximo passo que devemos dar rumo ao esperado milagre. Quando 
demoramos a obedecer, o processo fica mais lento, não porque Deus atrasa, 
mas porque nós não nos mostramos preparados para o que o Senhor tem 
para nós.
Aliás, não existe "meia obediência"; obediência parcial é desobediência. 
Sendo assim, precisamos aprender a obedecer ao Senhor integral e 
prontamente, para demonstramos nossa real confiança nele e vermos Ele 
agir com poder e graça a nosso favor. Obedeça a cada instrução de Deus!
CAPÍTULO 3
APRENDENDO A ALIMENTAR 
A MULTIDÃO
Enfatizamos que, além da compaixão, nossa obediência é muito apreciada 
pelo Senhor. Aliás, é a condição para Ele cumprir muitas promessas que 
nos fez em Sua Palavra e ao longo de nossa caminhada cristã. Contudo, 
obedecer a Deus, às vezes, não é simples e, se as circunstâncias forem 
muito adversas, certas ordens podem até parecer ilógicas.
Para os discípulos, a princípio, talvez tenha sido estranha a ordem do 
Mestre quanto à multidão: Não é mister que vão; dai-lhes vós de comer 
(Mateus 14.16). Eles sabiam que o lugar onde estavam acampados era 
deserto e apartado, longe das aldeias, já era tarde e a multidão era enorme 
(quase cinco mil homens, além das mulheres e crianças). Então, contra-
argumentaram: Não temos aqui senão cinco pães e dois peixes (v. 17). Em 
outras palavras: "Jesus, será que o Senhor não sabe que não temos como 
cumprir essa ordem?"
É claro que Jesus estava ciente da complexidade do problema e da 
impossibilidade de os discípulos, sem a intervenção dele, alimentar aquela 
grande multidão. Então, deu a seguinte instrução: Trazei-mos aqui [os pães 
e peixes]. Eles acataram essa instrução e as outras que se seguiram, então 
participaram do milagre que Cristo operou.
Não é fácil alimentar uma multidão, com necessidades, às vezes, tão 
grandes e tão distintas, mas Deus sabe do que cada um no meio da multidão 
precisa e conta conosco, tomo Seus cooperadores, como trabalhadores da 
Sua vinha, para distribuir Seu banquete no deserto.
Dando muito fruto
Atente para o que o Senhor Jesus disse aos apóstolos pouco antes de morrer 
e ressuscitar:
Aquele que tem os meus mandamentos e os guarda, este é o que me ama; e 
aquele que me ama será amado de meu Pai, e eu o amarei e me 
manifestarei a ele.
João 14.21
Estai em mim, e eu, em vós; como a vara de si mesma não pode dar fruto, 
se não estiver na videira, assim também vós, se não estiverdes em mim. Se 
vós estiverdes em mim, e as minhas palavras estiverem em vós, pedireis 
tudo o que quiserdes, e vos será feito. Nisto é glorificado meu Pai: que 
deis muito fruto; e assim sereis meus discípulos. Se guardardes os meus 
mandamentos, permanecereis no meu amor, do mesmo modo que eu tenho 
guardado os mandamentos de meu Pai e permaneço no seu amor. Vós 
sereis meus amigos, se fizerdes o que eu vos mando. Já vos não chamarei 
servos, porque o servo não sabe o que faz o seu senhor, mas tenho vos 
chamado amigos, porque tudo quanto ouvi de meu Pai vos tenho feito 
conhecer.
João 15.4,7, 8, 10, 14,15
Para alimentarmos a multidão com a verdade, ministrando lhe a Palavra 
com poder e graça, precisamos conhecê-la e vivência la. Não adianta 
termos um estereótipo de cristão, freqüentarmos uma igreja e praticarmos 
boas obras, sem de fato termos sido regenerado espiritualmente por Deus, 
viver em obediência a Ele e ter o Espírito Santo nos guiando. As boas obras 
devem ser conseqüência de uma vida de comunhão profunda com o 
Senhor, e não algo para atrair notoriedade para nós mesmos. Antes, deve 
ser algo que ateste nossa salvação e leve outros a glorificar Deus e com 
sinceridade desejar conhecê-lo.
Escritores neotestamentários, como os apóstolos Paulo e Pedro, exortaram 
os irmãos ao bom testemunho e às boas obras, dizendo:
Em tudo, te dá, por exemplo, de boas obras; na doutrina, mostra 
incorrupção, gravidade, sinceridade, linguagem sã e irrepreensível, para 
que o adversário se envergonhe, não tendo nenhum, mal que dizer de nós.
Tito 2.7
[Tendes um] viver honesto entre os gentios, para que [...] glorifiquem a 
Deus no Dia da visitação, pelas boas obras que em vós observem.
1 Pedro 2.12
Você se lembra dos fariseus? Eles eram pessoas muito religiosas, gostavam 
de dar dízimo de tudo, de orar em praça pública, de mostrar que jejuavam e 
guardavam o Sábado, de ocupar os primeiros assentos nas sinagogas; 
contudo, eles negligenciavam o mais importanteda lei: o juízo, a 
misericórdia e a fé (Mateus 23.23), e foram duramente criticados por Jesus.
O Senhor disse: Assim resplandeça a vossa luz diante dos homens, para que 
vejam as vossas boas obras e glorifiquem o vosso Pai, que está nos céus 
(Mateus 5.16). Jesus enfatizou que os misericordiosos alcançarão 
misericórdia (Mateus 5.7), que Seus discípulos e embaixadores de Seu 
Reino são sal da terra e luz do mundo; e, como tal, devem fazer a diferença 
nesta terra, agindo com amor, justiça, misericórdia, sabedoria, mansidão, 
fé, afim de que seu bom testemunho leve os pecadores a ler um encontro 
com o Senhor, experimentar um verdadeiro arrependimento e desfrutar da 
salvação e da vida eterna.
Você quer cumprir o seu chamado cristão? aprenda a amar e a obedeci ao 
Senhor! Quer alimentar as multidões;
Para alimentar a multidão, os discípulos tiveram de acatar cada instrução 
do Mestre. Entre os comandos dados por Jesus, destacamos: 1) o de colocar 
o pouco em Suas mãos; 2) o de organizar a multidão em pequenos grupos; 
3) o de dar graças a Deus pelo que tinham; 3) o de repartir o pão com 
outros; 4) o de recolher o que sobejou, para não haver desperdício.
CAPÍTULO 4
APRENDENDO A ENTREGAR 
TUDO A JESUS
Antes de realizar o milagre da multiplicação do alimento, Jesus disse aos 
Seus discípulos: "tragam-me os pães e os peixes; ponham tudo em minhas 
mãos".
O grande segredo para tornar possível o impossível, transformar o caos em 
bênção, a derrota em vitória, é entregarmos o que lemos (pouco ou muito) a 
Jesus.
O Senhor está falando com você: "Ponha em minhas mãos os recursos que 
você tem. Apresente-me as suas derrotas, carências, dificuldades, os seus 
dilemas, problemas, anseios, sonhos, impossíveis, e confie em mim para 
operar um milagre que supra suas necessidades, traga cura, libertação e 
solução a questões que lhe parecem insolúveis".
Em Filipenses 4.6, somos instruídos: Não estejais inquietos por coisa 
alguma; antes, as vossas petições sejam em tudo conhecidas diante de 
Deus, pela oração e súplicas, com ação de graças.
O segredo da vida cristã é entregar-se a Jesus, confiando que o melhor Ele 
fará, pois tudo quanto Ele toca é transformado para melhor. Esse princípio 
é explicitado peia hermenêutica bíblica, pois o primeiro milagre do Senhor 
foi transformar água em vinho numa festa de casamento em Cana da 
Galileia (João 2.1-12); aliás, no melhor vinho que o mestre de cerimônias 
havia experimentado.
Entregue tudo o que é seu a Jesus, certo de que Ele transformará isso para 
melhor. Ele nunca vai devolver da mesma maneira o que você lhe entregou. 
Confie a Ele o seu casamento, os seus filhos, a sua família, os seus amigos, 
os seus estudos, o seu trabalho, os seus negócios. Ele mudará tudo isso para 
melhor, a fim de que seja bênção para você e para outros.
Jesus começará a transformação por você. Ele o tornará uma pessoa 
melhor, mais espiritual, humana, bondosa, alegre, generosa, cheia de 
compaixão, altruísmo, unção. Ele tem todo o poder, concedido pelo Pai, 
para isso. Ele pode suprir suas necessidades em todas as áreas, abrir portas 
que você não imagina, levá-lo a patamares maiores que você nem sonha. 
Basta confiar no Senhor, obedecer-lhe, seguindo cada instrução.
Certamente, Jesus fará muito mais abundantemente além daquilo que você 
pediu ou pensou (Efésios 3.20). Ele tomou cinco pães e dois peixinhos, e 
transformou num banquete para uma multidão, e ainda sobejaram 12 cestos 
cheios.
Quantitativamente, o que eram cinco pães e dois peixinhos para alimentar 
uma multidão de mais de cinco mil pessoas? Nada. Até para um homem 
com fome esse lanche seria muito pouco, mas Jesus pediu: "ponha isso nas 
minhas mãos. Entregue a mim, e farei um milagre". Ele deu graças ao Pai, 
abençoou o alimento, cortou os pães e os peixes. Entregou aos discípulos. 
Eles foram tirando pães dos cestos, e esses não acabaram até que todos 
tivessem comido.
O mesmo acontecera com você. Tudo o que investir no Reino de Deus 
retornará centuplicado, suprirá as suas necessidades e a de muitas outras 
pessoas. Entregue até o que julga pouco a Jesus, e prepare-se para o que 
Ele fará.
CAPÍTULO 5
APRENDENDO A ORDENAR
O QUE ESTÁ CAÓTICO
Jesus, antes de dar graças ao Pai, abençoar o pão e ordenar que os 
discípulos o distribuíssem, ordenou que a multidão se assentasse em grupos 
de 50 pessoas. Com isso, aprendemos outra lição importante: Deus gosta de 
ordem.
Antes de o Senhor criai o homem, a terra era em forma e vazia; e havia 
trevas sobre a face do abismo (Gênesis 1.2). Deus criou a luz e os 
luminares, formou mares e rios, criou o reino vegetal e o animal, dando 
forma e povoando a terra. Só, depois, no sexto dia, após plantar um lindo 
jardim, Ele criou o homem e colocou-o no Éden, para lavrá-lo e guardá-lo 
(Gênesis 1.1—2.8,16).
Ao longo de vários textos bíblicos, constatamos que o Senhor fez tudo com 
ordem e exigiu que o homem ordenasse seu caminho, antes de abençoá-lo 
com poder, graça, unção, restauração. Foi assim no êxodo, na revelação da 
Lei no Sinai e na instituição do sacerdócio Levítico, na conquista da Terra 
Prometida, no avivamento liderado por Elias e em diversas outras 
situações, como a em Mateus 14. Até a ressurreição obedecerá a uma 
ordem (1Coríntios 15.23).
A Palavra de Deus nos estimula:
Mas faça-se tudo decentemente e com ordem.
1 Coríntios 14.40
Porque Deus não é Deus de confusão, senão de paz...
1 Coríntios 14.33
Mandamo-vos, porém, irmãos, em nome de nosso Senhor Jesus Cristo, que 
vos aparteis de todo irmão que andar desordenadamente e não segundo a 
tradição que de nós recebeu.
2 Tessalonicenses 3.6
Se você quer ser abençoado, peça ajuda ao Senhor para ordenar a sua vida, 
a sua família, os seus negócios, a fim de que tudo funcione bem e 
eficazmente. Faça como Elias (1 Reis 18.31), comece pela área espiritual. 
Restaure o altar da adoração. Ore, jejue, leia mais a Bíblia. Clame por 
renovação espiritual. Peça a Deus poder para você vencer o pecado, o diabo 
e o mundo, para dar um bom testemunho e evangelizar. E então, prepare-se 
para novas revelações e vitórias extraordinárias.
CAPÍTULO 6
APRENDENDO A SER GRATO A DEUS
Depois de ordenar o que estava caótico, Jesus tomou os cinco pães e os 
dois peixes, ergueu-os aos céus, agradecendo ao Pai pela provisão, 
abençoou os alimentos e deu-os aos discípulos, instruindo-os a distribuir o 
lanche para a multidão. Com isso, aprendemos outra lição tremenda com 
Jesus: precisamos ser gratos ao Senhor pelo que temos e somos.
Não importa se o que você tem lhe parece pouco ou insignificante. Pode ser 
algo que ninguém dá valor. Mas seja grato ao Jeová Jireh, o Senhor que 
provê. Ele é o mesmo ontem, e hoje, e eternamente. O Deus que alimentou 
milhões de israelitas no deserto durante os 40 anos de peregrinação e que 
multiplicou pães e peixes para dar de comer a uma multidão mais de cinco 
mil pessoas no deserto pode multiplicar as suas forças, os seus dons e 
talentos, as oportunidades que você precisa para galgar patamares maiores; 
pode sustentar a sua família em meio à crise financeira; pode prover 
libertação, salvação e alimento espiritual para o fraco pecador, pois, como 
lembrou Jesus: Nem só de pão viverá o homem, mas de toda a palavra que 
sai da boca de Deus (Mateus 4.4).
A gratidão é uma marca de uma pessoa humilde, sensível e otimista, que 
espera o melhor de Deus porque sabe que Ele tem prazer em abençoar-nos. 
A gratidão e a fé atraem o favor de Deus e dos homens. Seja grato ao 
Senhor até pelas lulas, sabendo que elas o farão crescer e conhecer mais o 
amor e o poder do Altíssimo! Atente para as instruções bíblicas:
Em tudo dai graças, porque esta é a vontade de Deus em Cristo Jesus para 
convosco.
1 Tessalonicenses 5.18
Habite, ricamente, em vós a palavra de Cristo; instrui-vos e aconselhai-
vos mutuamenteem toda a sabedoria, louvando a Deus, com salmos, e 
hinos, e cânticos espirituais, com gratidão, em vosso coração.
Efésios 3.16 (ARA)
Entrem pelos portões do Templo com ações de graças, entrem nos seus 
pátios com louvor. Louvem a Deus e sejam agradecidos a ele.
Salmo 100.4 (NTLH)
Talvez, para contemplar o milagre que tem pedido a Deus, você tenha de 
demonstrar gratidão a Deus e a alguém que lhe tem ajudado, mas você não 
tem reconhecido. Talvez, tenha de parar de murmurar sobre o seu emprego, 
sua empresa, sua família. A gratidão tem a ver com a valorização do que 
temos, do que somos e das oportunidades que o Senhor nos concede.
Tem gente que só dá valor ao que é dos outros, vive fazendo comparações e 
reclamando da própria sorte.
Se tem um apartamento pequeno, depois de há anos morar de aluguel, 
reclama: "Isto não é uma apartamento; é um apertamento". Se comprou 
uma casa grande, espaçosa, reclama também: "É grande. Dá muito trabalho 
para limpar!", ou "que absurdo de IPTU!" Não foi Deus quem permitiu que 
você tivesse um imóvel? Não foi isso o que você pediu a Ele? Por que está 
reclamando agora?
Se tem um emprego que exige que você trabalhe duro, faça horas-extras, 
tenha de acordar mais cedo do que estava acostumado, também não 
reclame. É esse emprego que lhe permite sustentar sua família, passear e 
viajar de vez em quando, ter um carro. Antes de abandonar esse emprego, 
lembre-se de que tem um monte de gente doida por um trabalho igual a 
esse, esperando você desistir daquilo que Deus lhe concedeu. Depois, se 
não achar outra colocação melhor, você vai ficar choramingando: "Senhor, 
e agora? Preciso de ajuda!"
Pense bem, não desperdice aquilo que Deus lhe deu e não se envenene com 
reclamações descabidas. O Senhor não suporta murmuração e ingratidão! 
Seja grato. Diga: "Pai, eu Te dou graças. J Bendito é o Teu nome pela 
minha família, por esse apartamento, esse emprego. Eu Te louvo por todas 
as coisas! Abra a sua boca e dê glórias a Deus. Dê graças a Ele por tudo o 
que é e por tudo o que Ele lhe tem dado.
Também não permita que ninguém menospreze a bênção que Deus lhe 
concedeu. Se alguém se aproximar para fazer chacota porque você 
finalmente comprou um carro usado, depois de andar anos a pé ou de 
ônibus, diga: "Sou grato, foi Deus quem me deu!" E, se tem um bom carro, 
não menospreze o que não tem um ou quem possui um automóvel menos 
valorizado que o seu. Evite comparações e querelas! Tudo o que Deus nos 
dá é precioso, maravilhoso.
Faça como Jesus, renda graças a Deus por todas as provisões. Valorize o 
que Ele tem dado a você. Isso pode ser a "semente", o início para coisas 
maiores, pois, normalmente, quem é fiel no pouco, é colocado sobre o 
muito (Mateus 25.21).
CAPÍTULO 7
APRENDENDO A REPARTIR 
COM OUTROS
Sabe o que aconteceu depois de Jesus erguer os pães e peixes ao céu e 
agradecer .m ha pela provisão de alimento para aquela multidão, 
reconhecendo que Deus se importa com o ser humano (Salmo 34.10; 
Mateus 6.26)? O alimento foi multiplicado e repartido com todos. As 
pessoas comeram, foram saciadas, ficaram gratas a Deus e reconheceram a 
autoridade messiânica de Jesus. O milagre cumpriu suas muitas finalidades.
Com esse episódio em Mateus 14.13-21, aprendemos que o Senhor deseja 
que coloquemos nossos limitados recursos à Sua disposição, para que Ele 
multiplique, abençoe a nossa vida e a de muitos outros.
Precisamos entregar a Jesus nosso tempo, nossos dons, talentos, dízimos, 
nossas ofertas voluntárias, afim de que Ele multiplique tudo isso, use-nos 
com graça e autoridade para proclamar Sua Palavra em toda a terra, a fim 
de que pessoas conheçam e atentem para o plano de salvação e sejam 
alimentadas com a verdade que liberta e transforma a vida do homem para 
melhor. Como, pois, invocarão aquele em quem não creram? E como 
crerão naquele de quem não ouviram? E como ouvirão se não há quem 
pregue? (Romanos 10.14)
Deus não deseja a miséria e a infelicidade do homem. Ao contrário, Ele 
quer que todos sejam salvos e tenham uma vida saudável e abundante. Ele 
estabeleceu leis que asseguram direitos e deveres a todos, a fim de evitar 
abusos por parte dos mais abastados e poderosos, em detrimento dos fracos 
e pobres. Pobreza não é sinônimo de miséria. Esta é abominável, pois 
impede que as pessoas mantenham sua dignidade, com o mínimo que 
necessitam para viver como cidadãs dessa terra (alimento, moradia, 
educação, respeito).
Não foi Deus quem fez o homem "lobo" do homem. Foi este, com o seu 
livre-arbítrio, que escolheu rebelar-se contra o Criador e Suas leis, tornar-se 
escravo do pecado e escravizar outros seres humanos, tirando vantagens de 
seus semelhantes. O Senhor não deseja isso. Ele tem feito tudo para libertar 
a humanidade desse ciclo de desgraça. Jesus propôs outros paradigmas 
[padrões que servem como modelo de ação e conduta] para Seus 
seguidores, tais como:
Se alguém quiser vir após mim, negue-se a si mesmo, e tome a sua cruz, e 
siga-me. Se alguém quiser ser o primeiro, será o derradeiro de todos e o 
servo de todos.
Marcos 9.34,35
Vós me chamais Mestre c Senhor e dizeis bem, porque eu o sou. Ora, se eu, 
Senhor e Mestre, vos lavei os pés, vós deveis também, lavar os pés uns aos 
outros. Porque eu vos dei o exemplo, para que, como eu vos fiz, façais vós 
também.
João 13.13-15
Portanto, se já ressuscitastes com Cristo, buscai as coisas que são de 
cima, onde Cristo está assentado à destra de Deus. Pensai nas coisas que 
são de cima e não nas que são da terra; porque já estais mortos, e a vossa 
vida está escondida com Cristo em Deus. Mortificai, pois, os vossos 
membros que estão sobre a terra: a prostituição, a impureza, o apetite 
desordenado, a vil concupiscência e a avareza, que é idolatria; [...] 
despojai-vos também de tudo: da ira, da cólera, da malícia, da 
maledicência, das palavras torpes da vossa boca. Não mintais uns aos 
outros [...} Revesti-vos, pois, como eleitos de Deus, santos e amados, de 
entranhas de misericórdia, de benignidade, humildade, mansidão, 
longanimidade, suportando-vos uns aos outros e perdoando-vos uns aos 
outros, se algum tiver queixa contra outro; assim como Cristo vos 
perdoou, assim fazei vós também. E, sobre tudo isto, revesti-vos de 
caridade, que é o vínculo da perfeição. E a paz de Deus, para. a qual 
também fostes chamados em um corpo, domine em vossos corações; e sede 
agradecidos. A palavra de Cristo habite em vós abundantemente, em toda 
a sabedoria, ensinando-vos e admoestando-vos uns aos outros, com 
salmos, hinos e cânticos espirituais; cantando ao Senhor com graça em 
vosso coração. E, quanto fizerdes por palavras ou por obras, fazei tudo em 
nome do Senhor Jesus, dando por ele graças a Deus Pai. 
Colossenses 3.1-3, 5, 8, 9,12-1 7
E como vós quereis que os homens vos façam, da mesma maneira fazei-
lhes vós também.
Lucas 6.31
Dai, e ser-vos-á dado; boa medida, recalcada, sacudida e transbordando 
vos darão; porque com a mesma medida com que medirdes também vos 
medirão de novo.
Lucas 6.38
Você só gosta de receber, mas não gosta de doar nada?
Em Mateus 14.20,21, vemos que um pequeno lanche, colocado à 
disposição do Senhor, foi multiplicado e serviu de alimento para uma 
multidão de cinco mil homens, sem contar as mulheres e as crianças. Todos 
comeram e saciaram-se. Os discípulos deram alimentos a quem eles nem 
conheciam, e ainda sobraram doze cestos, que foram reaproveitados, quem 
sabe alimentando outros desconhecidos.
Isso é profético para você: o que você investir no Reino de Deus, para 
ajudar e alimentar outros com a Palavra, o Senhor sempre lhe devolverá em 
maior quantidade e qualidade; e será uma bênção tão grande, tão 
sobrenatural, que gente que vocênem conhece será abençoada, e isto 
redundará em salvação para pessoas e em glória para Deus!
CAPÍTULO 8
APRENDENDO A EVITAR 
DESPERDÍCIOS
Os discípulos, depois de alimentar a multidão, podiam ter deixado as sobras 
para trás, mas Jesus deu ordem para eles recolherem o que sobrou, talvez 
para eles comerem mais tarde ou enviar para outros ainda mais 
necessitados, nos arredores das aldeias que visitavam.
O que é um pedaço de pão com peixe quando todo mundo está com a 
barriga cheia? A maioria despreza e joga fora o que sobrou. Jesus não. Ele 
mandou recolher num lugar apropriado, guardar para em outro momento 
reutilizar.
Com essa instrução de Jesus, aprendemos que tudo aquilo que o Senhor nos 
dá é algo abundante e na medida certa. Ele opera de modo previdente, 
esperando que não sejamos egoístas nem negligentes, a fim de que não 
desperdicemos nada, antes administremos e reapliquemos tudo em Sua 
obra.
Não desperdice recursos
Você se lembra da parábola dos dez talentos, em Mateus 25? Essa história 
nos ensina que o Senhor confiou a nós dons e recursos humanos e 
materiais, a fim de que possamos trabalhar para Ele. Somos mordomos de 
Deus e, como tal, não somos donos de nada e teremos de prestar contas a 
Ele pelo que nos tornamos; por nossas escolhas, atitudes e omissões.
Em Provérbios 18.9 (ARA), está escrito: Quem é negligente na sua obra já 
é irmão do desperdiçador. E, em Isaías 55.2, o povo de Deus é confrontado: 
Por que gastais o dinheiro naquilo que não é pão? E o produto do vosso 
trabalho naquilo que não pode satisfazer?
Recebemos do Senhor vida, talentos, oportunidades. Não desperdicemos as 
bênçãos de Deus! O que Ele nos deu não é para ser jogado fora, desprezado 
nem desperdiçado. É para ser recebido com gratidão e utilizado com 
sabedoria, de modo que redunde em glória para Deus!
Não desperdice relacionamentos
Se você orou, pedindo a Deus um cônjuge, por que agora quer descartar o 
seu casamento? Por uma paixão louca, idiota? Para dar vazão à sua carne? 
Depois que a paixão passar e você conseguir enxergar melhor a realidade, 
vai arrepender-se por ter jogado fora o amor da sua vida; por ter escrito um 
final trágico para uma história que começou feliz e ter feito outras pessoas 
sofrer.
Amor é coisa profunda, contínua, crescente. Paixão é superficial, 
temporária e finita. Quem ama se mostra benigno, altruísta, porque não 
busca os seus próprios interesses, mas o interesse do seu amado. Mas os 
apaixonados costumam ser egoístas, instáveis, inconseqüentes, insanos, 
porque só vêem o seu lado. A paixão cega ilude; já o amor revela o melhor 
de nós e o caráter de Deus. João disse que quem ama conhece a Deus, 
porque Ele é amor. Essa é a essência do Seu caráter. Não troque um amor 
duradouro e verdadeiro por uma paixão passageira!
Se você pediu a Deus para ser pai ou mãe, por que agora quer expulsar esse 
filho de casa? Por que ele não correspondeu ao que você imaginou para 
ele? Por que ele se envolveu com drogas ou com quem não devia? Você 
não diz que ama seu filho? Então, por que não o ajuda? Por que não dialoga 
com ele, não o perdoa, luta em oração para vê-lo liberto e restaurado pelo 
Senhor? Por que só dirige a seu filho palavras de reprovação e maldição? 
Guarde sua língua! A boca do cristão tem que ser fonte de vida, não de 
morte! Diga ao seu filho que você o ama. Ore por ele. Profetize a bênção de 
Deus na vida dele! Os filhos são herança do Senhor (Salmo 127.3)! Cuide 
dessa herança. Você prestará contas a Deus quanto a ela!
Se você não sabe discernir a bênção de Deus em sua vida e está quase 
jogando fora o que Ele lhe deu, peça ao Senhor sabedoria e para Ele abrir 
os seus olhos espirituais, antes que você faça a besteira de jogar isso fora; 
antes, seja um bom mordomo do Senhor.
Deus o ama e quer ajudá-lo a vencer os desafios desta vida. Coopere com 
Ele, evitando desperdícios!
CAPÍTULO 9
APRENDENDO A VOLTAR-SE 
PARA DEUS
Todos nós desejamos aprender lições preciosas, que nos permitam 
contemplar milagres, como sinais do favor de Deus para conosco. Mas não 
se engane. Todo milagre de Deus tem propósitos maiores do que a simples 
resolução de um problema. Normalmente, é por meio de milagres — 
intervenções divinas que produzem efeitos ou acontecimentos fora do 
comum, inexplicáveis pelas leis naturais — que Deus traz revelações 
tremendas da Sua Palavra, do mundo espiritual, do Seu caráter imutável, 
dando-nos um vislumbre maior da Sua vontade e dos Seus propósitos 
eternos para nós, nossa família, nação, igreja; afinal, como Ele nos lembra 
em Isaías 55.8,9, os Seus pensamentos e caminhos são mais altos do que os 
nossos.
Que propósitos, então, teria em mente Jesus ao multiplicar pães e peixes, 
além de alimentar uma multidão de mais de cinco mil pessoas?
O relato de João (6.1-14) sobre esse milagre acrescenta algumas 
informações importantes às narrativas de Mateus (14.13-21), Marcos 
(6.30.34) e Lucas (9.10-1 7). A primeira é que a Páscoa estava próxima 
(João 6.4). Sendo assim, a multiplicação daqueles pães era uma revelação 
messiânica, que apontava tanto para o caráter divino de Jesus, como Verbo 
encarnado, com poder de criar, chamar à existência o que ainda não existe 
(Romanos 4.1 7), como para Seu sacrifício vicário, como o pão vivo que 
desceu dos céus para saciar a nossa fome espiritual. Como o trigo usado 
para fabricar o pão, o corpo de Jesus seria moído pelas nossas transgressões 
e oferecido como expiação dos nossos pecados, para nossa reconciliação 
com Deus.
João também informa que, quando Jesus viu a grande multidão faminta, 
perguntou a Felipe onde comprariam pão para tanta gente, para o 
experimentar, porque Ele bem sabia o que havia de fazer (João 6.6). Muitas 
vezes, Deus usa as adversidades tanto para estimular-nos a usar o nosso 
potencial, como para experimentar a nossa fé e confiança nele. Cabe a nós, 
então, fazer a nossa parte, obedecendo ao Senhor, e deixar o impossível 
com Ele.
O Senhor também usa as adversidades e a tristeza decorrente de perdas, 
carências e dificuldades para nos levar a refletir sobre o que poderia estar 
errado em nossa maneira de pensar, sentir e proceder; para nos voltarmos 
para Ele e permitirmos que Ele nos transforme em uma pessoa melhor, 
canal de bênção para outros.
Submeta-se ao tratamento de Deus. Permita que Ele desafie você por meio 
das lutas a buscar nele o poder, a provisão, o milagre que você necessita!
Se Jesus se importou com uma multidão que o seguia, por que não se 
importará com você que foi remido pelo sangue dele? Se Ele não 
desperdiçou um pedaço de pão que sobrou, porque lançaria você fora da 
Sua presença?
Você é a coroa da criação de Deus. Tem muito mais valor do que cinco 
pães e dois peixinhos. Jesus pegou aquilo que era insignificante, e fez um 
milagre espetacular. O que Ele não fará com você e por você?
O Senhor disse: Tudo o que o Pai me dá virá a mim; e o que vem a mim de 
maneira nenhuma o lançarei fora (João 6.37). Em Mateus 11.28, Ele faz um 
convite maravilhoso ao abatido pelo fardo do pecado: Vinde a mim, todos 
os que estais cansados e oprimidos, e eu vos aliviarei.
Deus, por intermédio dessa mensagem, neste livro, está falando ao seu 
coração. Você precisa dar ouvidos a ela. Pare de reclamar dos problemas e 
das adversidades. Eles são só para conscientizá-lo de que ninguém se basta. 
Ninguém é autossuficiente. Todos nós somos dependentes daquele que nos 
criou e rege sobre tudo e todos.
Volte-se para Jesus. Abra os seus ouvidos e o seu coração para o convite 
dele. Só Jesus tem pão para saciar sua fome espiritual. Só Ele pode 
preencher esse vazio existencial em você, que o leva a buscar satisfação nas 
drogas, no sexo, no consumismo desenfreado. Só Jesus pode saciar o seu 
ser de verdade, libertá-lo de uma vida de erro e de pecado. Você precisa de 
Jesus. ÉEle quem fala ao seu coração por meio desta mensagem. É Jesus 
quem o chama: Vinde a mim. Se você atender ao Seu chamado, Ele vai 
cuidar de você, sarar as feridas na sua alma, dar alento, consolo, prazer de 
viver, de relacionar-se com as pessoas, de ser bênção para outros.
Não importa o que está acontecendo, aproxime-se do Mestre. Entregue seu 
fardo a Ele. Você está cheio de pecados, de erros, de defeitos. Vá até Jesus. 
Peça-lhe perdão e restauração. Ele quer transformar o seu ser, a sua vida. 
Se você está afastado dos caminhos do Senhor, precisa voltar 
imediatamente. Não importa se há muito tempo você freqüenta uma igreja 
evangélica na companhia de algum amigo cristão, ou se só ouviu falar de 
Jesus nos programas evangelísticos pela rádio e TV, ou agora, neste livro 
que recebeu de alguém. O importante é que o Senhor está falando com 
você e querendo operar um milagre em sua vida. Se você desprezar, um 
dia, Ele lhe pedirá contas disso. Entregue sua vida a Ele, obedeça-lhe, 
aprenda a dar graças, a repartir o que tem, a alimentar a multidão, a não 
desperdiçar nenhum recurso e nenhuma oportunidade que Deus lhe der.
Ore: "Senhor, quero entregar-me em Tuas mãos. Liberta e transforma meu 
ser. Sacia a minha fome espiritual. Muda a minha vida para melhor. 
Acredito na Tua Palavra. Aceito o Teu convite para entregar a Ti meu fardo 
e tomar o Teu jugo, que é leve. Sei que Tu podes e irás operar um grande 
milagre. Tu podes fazer muito mais abundantemente além daquilo que 
estou pedindo, pensando, porque só Tu és Deus. Ensina-me a amar, a ter 
compaixão, a entregar tudo o que tenho a Ti, a ser um canal da Tua bênção 
para outros, a não desprezar nem desperdiçar o que me tens dado. Faz-me 
compreender o Teu propósito para a minha vida. Eu Te darei graças por 
tudo, em nome de Jesus, amém." 
Obedeça ao que Deus ordena em Sua Palavra, e prepare-se, pois Ele tem 
uma grande bênção para você. Ele irá multiplicar os seus recursos, renovar 
as suas forças e fazer de você uma pessoa misericordiosa e graciosa, 
alguém segundo o Seu coração.
O Senhor tem provisão. Tem milagres para você! Deixe-se ensinar e guiar 
por Jesus!

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