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SEPSE E CHOQUE SEPTICO 
CONCEITO DE SEPSE: 
INFECÇÃO → ⬆ RESPOSTA INFLATÓRIA → DISFUNÇÃO ORGÂNICA = SEPSE. 
INFECÇÃO: 
(Vírus/ Bactérias / Fungos / Protozoários e 
etc.) 
 
→ 
⬆ RESPOSTA INFLATÓRIA: 
(liberar: IL – 1 / IL -6 / TNF α, são imunomediadores de citocinas pro 
inflamatórias gerar um vaso dilatação intensa). 
 
→ 
DISFUNÇÃO ORGÂNICA = SEPSE. 
 
 
 
. 
O QUE NÃO É SEPSE: 
Febre + Leucocitose. 
 
Hipotensão Isolada: 
(Ex: Síndrome Vaso 
Vagal). 
Infecção de Corrente 
Sanguíneo. 
Infecção por MDR: 
MDR – Multidroga 
Resistente. 
Infecção de Múltiplos Órgão. 
 
INFECÇÃO, SEPSE E CHOQUE SÉPTICO: 
INFECÇÃO: SEPSE: CHOQUE SÉPTICO: 
- Doença causada por microrganismo SEM respostas 
inflamatória intensa ou difusa. 
(ex: infecção de garganta, apenas com febre ou leucocitose e 
tratou com cefalexina). 
- Infecção com inflamação intensa e 
DISFUNÇÃO ORGÂNICA. 
Prática: 
Infecção + 2 pontos no Quick SOFA. 
- Para ter Choque Séptico tem que ter Expansão. 
- Sepse com hiperfusão + RESSUSCITAÇÃO VOLÊMICA 
que persiste com: 
PAM < 65 mmHg. 
Lactado > 2 mmol/L ou 18 mg/dL. 
 
 
Baixa Letalidade. Alta Letalidade. 
 
FISIOPATOLOGIA DA SEPSE E DISFUNÇÕES: 
ALTERAÇÕES HEMODINÂMICAS: 
Citocinas Pró – Infamatórias: 
(IL – 1 / IL – 6 / TNF α). 
 
➔ 
Intensa Vasodilatação. 
 
 
➔ 
↓ Resistência Vascular Periférica. 
 
 
 
Pressão Arterial = DC (FC X Volume Sistólico) X Resistencia Vascular Periférica. 
Pressão Arterial: 
- Proporcional a RVP. 
Débito Cardíaco: 
- Aquilo que sai do coração. 
- Inversamente proporcional a 
RVP. 
Resistência Vascular Periférica: 
- Proporcional a PA. 
 
 
ALTERAÇÕES RESPIRATÓRIAS: 
- Temos a produção de um ácido novo (ácido lático), logo, ela tem Ânion – gap aumentado. 
Acidose Metabólica. Alcalose Respiratória 
Compensada. 
Aumento da FR. 
Aumento da 
Amplitude. 
⬆ Volume Corrente. 
 
Ritmo Respiratório de Kussmaul. 
(Inspiração pausa Expiração pausa). 
 
OUTRAS ALTERAÇÕES RESPIRATÓRIAS SDRA E DERRAME PLEURAL: 
- SDRA: 
(Síndrome do Desconforto 
Respiratório Agudo). 
(18 a 25%). 
- Vasodilatação Alveolar 
Grave: 
Líquido Capilar – Líquido 
Alveolar. 
- Preenchimento 
Alveolar. 
- Derrame Pleural: 
(80% dos casos). 
- Redução da 
relação PaO2/FiO2 
(< 300). 
 
ALTERAÇÕES RENAIS: 
Na Fase 2º Fase: Redução TFG (Pré Renal): ⬆ Creatinina e Ureia (Oliguria). 
 
 
ALTERAÇÕES NEUROLÓGICAS: 
FASE AGUDA: FASE CRÔNICA: 
- Delirium. 
- Alterações do NC. 
- Agitação. 
- Sonolência. 
- Alucinações. 
- Disfunção Neurocognitivas. 
- Neurotransmissores ↓: 
(como Serotonina e Dopamina). 
 
ALTERAÇÕES GASTROINTESTINAIS: 
⬆ Bilirrubina. 
 
 
ALTERAÇÕES HEMATOLÓGICAS: 
Sepse produz um cenário de Hipercoagulabilidade e Promove Supressão Medular. 
Consumo de Plaquetas / Consumo de Fibrinogênio / Consumo de fatores de coagulação = CIVD. 
Nem sempre o paciente com CIVD apresentará trombose visível. CIVD: 
(Coagulação Intravascular Disseminada). 
 
Consumo de fatores de coagulação → Múltiplas disfunções orgânicas → CIVD. 
⬆ TTPA. ↓ Plaquetas. 
⬆ TP. ↓ Fibrinogênio. 
⬆ D – Dímero (graves). 
 
CRITÉRIOS DA TRIAGEM NA SEPSE: 
VELHOS CRITÉRIOS DE SIRS - (3 CLÍNICO / 1 LABORATÓRIAL). 
 
 
O QUICK SOFA - APENAS CLÍNICO – CPF E SIS. NA PRÁTICA: 
 
 
 
CRITÉRIO – SOFA SCORE: 
MORTALIDADE. 
 
 
- Gasometria Arterial. 
 
- Plaquetopenia ↓. 
 
 
- Bilirrubina Total ⬆. 
 
- Oliguria ou ⬆ Creatinina. 
 
SE CHEGAR PACIENTE COM SEPSE, O QUE FAZER: 
Iniciar o pacote já na identificação do paciente com sepse ou choque séptico. 
Objetivo – Termina -ló na primeira 1 hora do atendimento. 
1º COLETA DE EXAMES 
LABORATORIAIS: 
 
- Gasometria e Lactato Arterial. 
- Hemograma completo. 
- Creatinina. 
- Bilirrubina. 
- Coagulograma. 
2º COLETA DE 2 PARES DE HEMOCULTURAS: 
Sítios Distintos: 
(4 Balões). 
 
2ª COLETA DE CULTURAS DE OUTROS SÍTIOS: 
- Urina. 
- Cultura Secreção Traqueal ou Escarro – IT. Respiratório. 
- Uroculturas – IT.Urinária. 
- Coprocultura (se diarreia patológica) – ITG. 
- Cultura de abscessos, profunda de sítio incisional – Pele, 
partes moles e sítios cirúrgicos. 
- Cultura de liquido sinovial – Artrite Séptica. 
- Cultura de LCR – ISNC. 
3º ADMINISTRAÇÃO DE 
ANTIBIÓTICOS: 
- Endovenosos. 
- Amplo espectro: 
(baseado no foco suspeitado e colonizações 
do paciente, ajustado para o peso corporal). 
- Enquanto, se pensa em Antibióticos, 
também pensar em controle do foco. 
4º EXPANSÃO VOLÊMICA COM CRISTALÓIDES: 
- Dose: Individualizada. 
- Se hipoperfusão ou aumento do lactato mais que 2x o valor de referência. 
Como avaliar a Hipoperfusão (Regra dos 3 Os): 
↓ PA / Pulso Fineforme / Perfusão: TEC ⬆. 
5º INICIAR DROGAS VASOATIVAS (NORADRENALINA): 
- Se PAM < 65 mmHg após expansão. 
Ação Periférica. 
 
 
 
NÃO ESQUEÇA (DECOREBA): 
 
 
PACOTE DE REAVALIAÇÃO DISFUNSÃO HEMODINÂMICA (3 Ps): 
Passos essenciais na 6º hora. 
1º AVALIAR ÊXITO DA RESSUSCITAÇÃO 
VOLÊMICA: 
 
- Coleta de novo lactato caso o 1º seja 2x maior que o limite. 
- Melhora de PA, Perfusão e Pulsos. 
- Considerar pressão venosa central: 
(não é obrigatório). 
- Distensibilidade da veia cava. 
- Mensuração da SVCO². 
- Melhora de sinais indiretos: 
(diurese, nível de consciência e etc.). 
2º TRANSFUNDIR SE SINAIS DE 
HIPOPERFUSÃO: 
 Hemoglobina esteja < 7 mg/dL. 
3º AVALIAR O DÉBITO CARDÍACO: 
- Caso a SVCO, se mantenha baixa com 
sinais de volemia adequada, ou sinais 
ecográficos de baixo débito, considerar o uso 
de Dobitamina. 
 
MANEJO SISTEMATIZADO – REDUZ A MORTALIDADE: 
(SE DER TEMPO FAÇA) 
OUTRAS CONDUTAS NÃO SISTEMATIZADAS: OS “NÃOS” INQUESTIONÁVEIS: 
Controle Glicêmico: 
(< 180 mg/dL). 
Uso de Bicarbonato para manejar acidose. 
Ventilação Protetora: 
(6 ml/kg) 
(PaO2: 70 a 90 mmHg). 
Terapia Renal substitutiva precoce. 
Evitar jejum. 
Dieta enteral conforme tolerância. 
 
 
 
 
 
ATUALIZAÇÃO DE OUTUBRO 2016 X 2021: