Prévia do material em texto
HIPertireoidismo 11/12/2022 - Hipertireoidismo: hiperfumção do hormoonio tireoideano - Tireotoxicose: excesso do hormônio tireoideano independente da tireoide - Tempestade tireoideana: excesso do gormonio tireoideana que pode levar a morte - Tireotoxicose com hipertireoidismo pode levar a Doença autoimune de Graves(bócio difuso tóxico), bócio multinodular tóxico, adenoma tóxico da tereoide(bócio uninodular toxico ou doença de plummer), hipertireoidismo iodo0induzido(fenômeno de Jod-Basedow), Tumores trofloblasticos produtores de godadotrofina coriônica humana – HCG(mola hidatiforme, coriocarcinoma – subunidade alfa e semelhante ao HCG e o TSH/ beta é diferente), hipertireoidismo familiar não imune, hipertireoidismo neonatal transitório. - Tireotoxicose sem hipertireoidismo: tireotoxicose factícia(ingesta inadequada tsh ou t3), tireoidite com tireotoxicose transitória(subaguda, indolor, pós-parto, hashitoxicose), tecido tireoideano ectópico(struma ovarii, metástase funcionante de carcinoma da tireoide. · Doença de Graaves: sinonnimia doença de Basedow ou Basedow graves, autoanticospos estimuladores do receptor de tireoestimulante(TRAb – estimulatório: principal da DG, crescimento da tireoide bócio, aumento da vascularização, incremento da taxa de T3 e T4; trab inibitporio: pode estar na DG ou Tireoidite de Hashimoto, quanto maior o TRAb, pior a chance de remissão, anticorpo IgG contra o receptor TSH, anti-TPO, antitireoglobulina: marcadores inespecíficos da autoimunidade), 80% dos casos, mulheres jovens, remissão espontânea, genético e ambiental e HF. · Adenoma tóxico/Bócio multinodular tóxico: regioes caremtes de iodo – sobrecarga de iodo, mulheres > 50 anos, bócio mergulhante, tabagismo, mutação do gene do receptor de TSH – TSHr – idosos – alargamento do mediastino. · Doença de Plummer: mutações ativadoras do receptor TSH-r, GNAS, RAS, pacientes jovens de 40 anos, hiperplasia, hipertrofia e hiperfunção do nódulo, autonomia: produção hormonal independente do estímulo do TSH, menos comum, jovens tireotoxicose provável > 3cm. Cintilografia: hipercaptação de iodo · Tireotoxicose faticia: ingesta intencional de t3 e t4, suspeitar> mulheres, transtornos psiquiátricos, ausência de bócio · Tecido tireoideano ectópico/tireotoxicose: diagnóstico de PCI · QUADRO CLÍNICO: nervosismo, insônia, taquicinesia, tremores finos, psicose, aumento do apetite, psicose, sudorese excessiva, hiperreflexia, intolerância ao calor, palpitação, perda de peso, aumento do apetite, fraqueza/fadiga, (oftalmopatia de graves, mixedema pré-tibial, casca de laranja, associação com oftalmopatia de graves, casos graves, TRAb elevado, edema não compressível, acúmulo de glicosaminoglicanos – DG), hiperdefecação(sem diarreia),hepatomegalia, distúrbios menstruais, paliíria, noscturia, polidipsia, aumento do SHBG pelo fígado, aumento da testosterona total, menor testoaterona livre – ginecomastia no homem, anorexia, tremor das mãos, pele úmida e quente, sopro tireoideano, FA – grave(aumento da ativação adrenergiva, aumento da frequencia cárdica, palpitações, taquarritmias, aumento da PAS, redução da resistência vvascular periférica induzida pelo T3, aumento da pressão de pulso), Redução da PAS e aumento da PAD, ICC de alto débito cardíaco(taquicardia, aumento da volemia e pré-carga, diminuição do tempo de diástole, edema MMII, hiperventilação, fadiga, dispneia e aumento de eventos tromboembólicos, hipoxemia e hipercapniam idosos FA). - Alterações clinicas precoces: intolerância ao exercício, alterações cardiovasculares, perda de tecido musculoesquelético, aumento da necessidade tecidual de O2 – TIREOTOXICOSE - que dependem da intensidade, idade do paciente, duração da doença, aumento do metabolismo basal e da termogênese, idoso: apático, infância(DG) – agitação, dificuldade de concentração, queda do rendimento escolar. - Pele e fâneros: pele úmida, quente, macia, cabelo fino e esparso – atenção para vitiligo e alopecia areata- síndrome poligrandular tipo 2, unhas quebradiças – anicólise – unhas de Plummer - Osteomusculares: aumento da reabsorção óssea, osteoporose, maior risco de fraturas, hipercalciúria, hipocalemia, paralisia periódica tireotóxica, miopatia – atrofia de músculos proximais - Hematologicas: aumento discreto da área eritrocitária, aumento do valumenplasmatico, anemia perniciosa/megaloblástica, linfocitose relativa, neutropenia – síndrome poliglandular tipo 2. DIAGNÓSTICO: tsh suprimido, t4l aumetntado, t3t aumentado tireotoxicose por t3, relação t3t/t4t > 20, tireotoxicose facticia: dosas tireoglobulina: baixa, dosar TRAb: gestantes com AP de DG, DDX hipertireoidismo materno versus DG, eutireoideano com acometimento ocular, anti TG e anti-tpo positivos. EXAMES DE IMAGEM: - USG: fluxo sanguíneo aumentado, bócio difuso dos pacientes com DG Aumento da vascularização - Cintilografia: nódulos produtores: B – hipercaptação difusa, a – normal, c – BMTN, e – hipocaptante, d – adenoma toxico/ plummer · Captação difusa: DG · captação nodular única: adenoma toxico · Captação nodular difusa: BMT · Sem captação: tireotoxicose factícia, tireoidite tireotoxicose por outro motivo ou contaminação com iodo frio TRATAMENTO TRAb reduzido - Tionamidas: METIMAZOL/tapazol 10-30 mg/ crianças 0,1-1mg/kg/dia Após o controle, redução gradual. Proptiuracila: primeira escolha em gestantes no primeiro trimestre, ou na tempestade tireoideana 100-300 mg/dia(2-3x /dia) - Montorramento: t4l e t3t, controle de TGO/TGP - se febre e odinofagia: agranulocitose - Contraindicações: neutrófilos <500 TGO/TGP > 5X LSN - Efeitos adversos: leve: prurido, rash, urticaria, artralgias/ grave: hepatotoxicidade, síndrome de lúpus-like, vasculite ANCA positivo, agranulocitose, teratogenicidade, hipoglicemia(MMZ) - um medicamenro não contraindica o outro PTU: lesão hepatocelular(aumento tgo e tgp) - MMZ: lesão canalicular(fosfatase alcalina) · Remissao: Eutireoidismo após 12 meses de suspensão da tionamida - BETABLOQUEADORES: controle de sintomas Propanolol 20-80mg, 2-4x/dia Atenolol 25-100mg, 1x/dia Caso contraindicado: diltiazem ou verapamil - Radiodoterapia: definitivo e eficaz: 121/123 iodo, destruição actínica do tecido tireoideano Pretensão de gestação a mais de 1 anos/ homes > 6 meses Suspender tionamida 7-14 dias Reavaliar paciente de 4-8 semanas após RIT pela dosagem de T4l e T3t T3 e t4 circulante pela destruição actinica - SE oftalmopatia de graves: profilaxia com corticoides · Sintomas: proptose, exoftalmia, lagoftalmo, eritema, ressecamento, retração palpebral, comprometimento de musculatura extrínseca(diplopia, fotofobia, compressão do nervo optico, ardor, lacrimejamento), ptose palpebral unilateral · Diagnóstico: exoftalmia <18mm, 20 e 22 · · Gravidade: neuropatia ou lesão de córnea, moderada: retração palpebral, exoftalmia, diplopia, leve: sinais e sintomas leves TRAb tem reação cruzada com fibroblastos, gordura e musculatura, Fatores de risco: homens, idade >60anos, tabagismo, RIT, TRAb positivo, T3 elevado, hipotireoidismo descompensado pos RIT, genética Risco de falência de RIT: homem, tabagista, bócio>50g, RAIU/24 > 90%, T3 > 500 ng/ml, TRAb elevado CIRURGIA: - lugol: apenas no preparo e tempestade tireoideana - Complicações: Hipocalcemia e lesão do nervo laríngeo recorrente ou superior HIPERTIREOIDISMO SUBCLINICO: DG, BMNT, adenoma toxico - laboratório: TSH baixo, t3t e t4l normais - diagnostico diferencial: hipotireoidismo central, corticoide, sondrome do eutireoidiano, tireoidite - MANEJO: novo TSH 3-6 meses NA GESTAÇÃO - hipertireoidismo gestacional, doença de graves, BMNT, adenoma toxico, tireoidite, mola hidatiforme e coriocarcinoma - DIAGNOÓSTICO: tsh suprimido e t3l e t4l aumentados de acordo com o VR de cada trimestre - Diagnostico diferencial: ausendia de bócio, oftalmopatia, sintomas leves e TRAb negativo – não deve ser tratado · SEGUIMENTO TRAb: passa pela barreira placentária USG seriados: bócio fetal, FC>170, retardo no crescimento intrauterino, aceleração da musculatura esquelética, hidropsia, ICC fetal · TRAbdetectável: 18-22 semanas Redosar TRAb com 30-34 semanas Se positivo: monitoramento neonatal e pos natal se necessário · CRISES TIREOTOXICAS: Infecção, trauma, cirurgia tireoideana ou estratireoideana, indução anestésica, sobrecarga de iodo, retirada da medicação antitireoideana de forma abrupta, gestação e puerpério, IAM, AVC. DIAGNOSTICO: disfunção termorregulatoria, SNC, disfunção gastrointestinal e disfunção cardiovascular, fator desencadeante TRATAMENTO: PTU/de escolha, propranolol em ICC, iodo apenas após o PTU, carbonato de lítio Tireoidectomia: assim que houver recomendação clínica