Prévia do material em texto
Nome: Juliana Neuberth Sattamini Passos Matricula: 20192101676 Turno: Manhã Campus: Tijuca Pergunta do livro Sindrome do pânico – Gugu Keller Com relação ao livro como foi a leitura para você e que passagem te chamaram mais a atenção? Resposta: O autor relatou seu primeiro ataque de ansiedade porque pensou que era um ataque cardíaco. Ele então se voltou para a medicina tradicional e alternativa para obter respostas e ficou frustrado quando as obteve. Tão isolado e tendencioso, parecia um fardo familiar e uma depressão. No final, ele descobriu que tinha transtorno do pânico, mas também tinha preconceito contra antidepressivos e sentiu que não conseguia superar seus medos. Uma descrição grosseira e absurda de alguém que sofre de transtorno do pânico e o supera. Algo que me chamou a atenção. Primeiro, o diagnóstico de doença mental é contraindicado, assim como os medicamentos terapêuticos. Esse viés contra a medicação em si torna mais fácil para o paciente pensar que pode parar de tomar a medicação por conta própria, o que agrava ainda mais a situação. Conforme relata Gu Gu, quando a medicação é interrompida sem orientação psiquiátrica, o pior cenário é uma crise que tenho. Também observou como é comum as pessoas interromperem seu curso de tratamento após iniciar o tratamento com um psiquiatra, o que não é recomendado de forma alguma. A mãe, tia e suas batalhas são ferozes. Ao mesmo tempo em que mostrava a dor do diagnóstico, também mostrava o lado materno, que não conhecia sua condição, mas teve que se adaptar. Durante a luta, você pode ver muita culpa em ambos os lados. Dele, porque ele fez a mãe se sentir dependente e presa de certa forma, e a mãe estava cansada de ter que cuidar da opinião dos outros e ouvir os comentários dos outros. Vale ressaltar que os exercícios de exposição causaram mais angústia aos sujeitos, por isso foi necessário observar cada caso.