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MAPAS MENTAIS
por @viciodeumaestudante
CIVIL
PROCESSOPROCESSO
Licensed to Thamires Pamela Macedo Moura - pamela.thamires@yahoo.com.br
As partes têm como figura central a de 
serem destinatárias do contraditório, 
pois são sujeitos PARCIAIS do 
processo, onde cada um possui 
pretensões conflitantes e implicam na 
sujeição de uma em relação à outra.
A capacidade processual das partes 
latu sensu divide-se em três formas:
Partes e 
Procuradores
TEORIA GERAL DA CAPACIDADE 
 capacidade de ser parte + 
capacidade processual:
 
CAPACIDADE
DE SER PARTE
(personalidade jurídica 
ou processual)
POSTULATÓRIA
PROCESSUAL 
STRICTO SENSU 
(capacidade de estar em 
juízo) art. 70 do CPC/15.
Observação: 
Na Jurisdição 
voluntária, não há 
partes (somente 
interessados).
INCAPAZES E CAPACIDADE PROCESSUAL
O INCAPAZ terá capacidade 
de ser parte, pois possui 
personalidade jurídica. (art. 71 
e 72 do CPC/15)
Mas, não possui capacidade de 
exercício e, desse modo, não terá 
capacidade processual plena para 
atuar sozinho no processo. 
Art. 70 do CPC: Toda pessoa que se 
encontre no exercício de seus direitos 
tem capacidade para estar em juízo.
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Partes e 
Procuradores
Tanto as pessoas jurídicas (dotadas 
de personalidade jurídica), como os 
entes despersonalizados, podem se 
revestir da qualidade de parte.
O MP poderá funcionar no processo 
civil exercendo o direito de ação na 
qualidade de parte, como também 
poderá ser fiscal de lei. 
O terceiro interveniente pode ingressar 
no processo como parte, participando 
do contraditório e suportando os ônus 
processuais respectivos. O assistente, 
se intervir no processo, continuará na 
condição de terceiro.
É necessário que a parte esteja 
acompanhada de um advogado legalmente 
habilitado para atuar em juízo e gozar da 
capacidade postulatória processual.
PESSOAS JURÍDICAS E ENTES 
DESPERSONALIZADOS
MINISTÉRIO PÚBLICO 
TERCEIRO INTERVENIENTE 
E ASSISTENTE
Só é permitida, no curso do 
processo, a substituição ou a 
sucessão voluntária das partes 
ou terceiros intervenientes nos 
casos expressos em lei.
SUCESSÃO DAS PARTES E 
DOS PROCURADORES
A substituição dos procuradores, se 
for revogado o mandato outorgado ao 
advogado, deve-se constituir outro 
que assuma o patrocínio da causa.
PROCURADORES E 
CAPACIDADE POSTULATÓRIA
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deveres das Partes e Procuradores
II - não formular pretensão ou de 
apresentar defesa quando cientes de 
que são destituídas de fundamento;
III - não produzir provas e não praticar 
atos inúteis ou desnecessários à 
declaração ou à defesa do direito;
IV - cumprir com exatidão as decisões 
jurisdicionais, de natureza provisória ou 
final, e não criar embaraços à sua efetivação;
V - declinar, no primeiro momento que lhes couber falar nos 
autos, o endereço residencial ou profissional onde 
receberão intimações, atualizando essa informação sempre 
que ocorrer qualquer modificação temporária ou definitiva;
VI - Não praticar inovação ilegal no estado 
de fato de bem ou direito litigioso.
I - expor os fatos em juízo 
conforme a verdade;
 Multa de até 20% sobre o valor da causa; 
O Juiz fixará o prazo; Descumprido o 
prazo, inscrição em dívida ativa, após o 
TJ; 
Ato atentatório à 
dignidade da justiça:
Art. 77 do CPC/15: Além 
de outros previstos neste 
Código, são deveres das 
partes, de seus 
procuradores e de todos 
aqueles que de qualquer 
forma participem do 
processo: Se, entretanto, o valor da causa for 
irrisório: Multa de até 10 salários 
mínimos!
 
Não se aplica a advogados públicos ou 
privados, MP e DP (sujeitos a sanção 
disciplinar pelos órgãos respectivos)
 
Pode ser cumulada com a multa de 
10% prevista no art. 523, § 1º (obrigação 
de pagar), e com a multa do art. 536, § 
1º (obrigação de fazer) 
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responsabil idade das Partes por danos processuaIS
LITIGANCIA DE MÁ-FÉ MULTA INDENIZAÇÃO
Quando forem 2 (dois) ou mais os 
litigantes de má-fé, o juiz condenará 
cada um na proporção de seu 
respectivo interesse na causa ou 
solidariamente aqueles que se 
coligaram para lesar a parte contrária.
Art. 79 do CPC/15: Responde 
por perdas e danos aquele que litigar 
de má-fé como autor, réu ou 
interveniente
1. Indenização pelos prejuízos 
(fixada pelo juiz, sem limite 
quantitativo, ou mediante liquidação); 
2. Ressarcimento de honorários 
advocatícios e de todas as despesas.
Art. 81 do CPC/15: De ofício ou a 
requerimento, o juiz condenará o litigante 
de má-fé a pagar multa, que deverá ser 
superior a um por cento e inferior a dez por 
cento do valor corrigido da causa, a 
indenizar a parte contrária pelos 
prejuízos que esta sofreu e a arcar com 
os honorários advocatícios e com todas 
as despesas que efetuou.
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HONORÁRIOS ADVOCATÍCIOS
SUCUMBÊNCIA E 
CAUSALIDADE
CABIMENTO E CONDENAÇÃO EM 
HONORÁRIOS ADVOCATÍCIOS
 HONORÁRIOS 
SUCUMBENCIAIS RECURSAIS
Honorários Advocatícios: 
é a remuneração devida aos 
advogados em razão da 
prestação de serviços jurídicos.
Art. 85 do CPC/15:
 A sentença condenará o vencido a pagar 
honorários ao advogado do vencedor.
A sucumbência não é determinante em 
todos os casos de condenação, 
devendo ser também aplicado em 
alguns casos o Princípio da 
Causalidade de forma que, a parte 
vencedora pague os honorários do 
advogado da parte vencida, por ter sido 
responsável pela existência do 
processo, conforme entendido pelo STJ. 
É necessário fazer um registro 
prévio a respeito do cabimento na 
fixação de honorários advocatícios, 
em consideração ao disposto no 
caput do art. 85 do CPC/15. 
Art. 85, § 11º do CPC/15. 
O tribunal, ao julgar recurso, majorará 
os honorários fixados anteriormente 
levando em conta o trabalho 
adicional realizado em grau recursal, 
observando, conforme o caso, o 
disposto nos §§ 2º a 6º, sendo 
vedado ao tribunal, no cômputo 
geral da fixação de honorários 
devidos ao advogado do vencedor, 
ultrapassar os respectivos limites 
estabelecidos nos §§ 2º e 3º para a 
fase de conhecimento.
Art. 85, § 10º. Nos casos de perda do 
objeto, os honorários serão devidos 
por quem deu causa ao processo.
Art. 85, § 1º, do CPC/15 
São devidos honorários advocatícios na 
reconvenção, no cumprimento de 
sentença, provisório ou definitivo, na 
execução, resistida ou não, e nos 
recursos interpostos, cumulativamente.
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CONDENAÇÃO DA FAZENDA 
PÚBLICA AO PAGAMENTO DE 
HONORÁRIOS SUCUMBENCIAIS 
 SUCUMBÊNCIA 
RECÍPROCA
 PAGAMENTO NA PESSOA 
DA SOCIEDADE DE 
ADVOGADOS
VALOR DOS HONORÁRIOS 
SUCUMBENCIAIS 
HONORÁRIOS ADVOCATÍCIOS
Os Percentuais entre o mínimo de 
10% e o máximo de 20% sobre o 
valor da condenação, do proveito 
econômico obtido ou, não sendo 
possível mensurá-lo, sobre o valor 
atualizado da causa, atendidos:
I - o grau de zelo do profissional;
II - o lugar de prestação do serviço;
III - a natureza e a importância da 
causa;
IV - o trabalho realizado pelo 
advogado e o tempo exigido para o 
seu serviço.
Art. 85, §2º e incisos do CPC/15.
Os percentuais específicos para essa 
hipótese, o que afastará a prática 
rotineira das condenações de honorários 
serem fixadas em valores inferiores ao 
mínimo legal. obedecendo o §3º do art. 85 
e incisos do CPC/15:
I - mínimo de 10% e máximo de 20% sobre o valor da 
condenação ou do proveito econômico obtido até 
duzentos salários-mínimos;
II - mínimo de 8% e máximo de 10% sobre o valor da 
condenação ou do proveito econômico obtido acima de 
duzentos salários-mínimos até dois mil 
salários-mínimos;
III - mínimo de 5% e máximo de 8% sobre o valor da 
condenação ou do proveito econômico obtido acima de 
dois mil salários-mínimos até vinte mil salários-mínimos;
IV - mínimo de 3% e máximo de 5% sobreo valor da 
condenação ou do proveito econômico obtido acima de 
vinte mil salários-mínimos até cem mil salários-mínimos;
V - mínimo de 1% e máximo de 3% sobre o valor da 
condenação ou do proveito econômico obtido acima de 
cem mil salários-mínimos.
§ 14 do art. 85 do CPC/15. Os 
honorários constituem direito 
do advogado e têm natureza 
alimentar, com os mesmos 
privilégios dos créditos oriundos 
da legislação do trabalho, sendo 
vedada a compensação em 
caso de sucumbência parcial.
§ 15 do art. 85 do CPC/15. 
O advogado pode requerer que 
o pagamento dos honorários 
que lhe caibam seja efetuado 
em favor da sociedade de 
advogados que integra na 
qualidade de sócio, aplicando-se 
à hipótese o disposto no § 14.
A advocacia é personalíssima, de 
modo que a condenação em 
honorários advocatícios deve sempre 
favorecer o profissional que 
efetivamente atuou na causa.
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Os honorários previsto nesses artigos são os 
contratuais, estabelecidos entre a parte e seu 
advogado, não sendo confundidos com honorários 
sucumbênciais fixados em decisão judicial. 
OMISSÃO DA CONDENAÇÃO 
EM HONORÁRIOS 
ADVOCATÍCIOS EM SENTENÇA 
TRANSITADA EM JULGADO
LEGITIMIDADE PARA 
IMPUGNAR E EXECUTAR
DIREITO AO RESSARCIMENTO 
DOS HONORÁRIOS 
CONTRATUAIS
TERMO INICIAL DE 
JUROS 
HONORÁRIOS ADVOCATÍCIOS
Conforme o §16 do art. 85 
do CPC que dispõe:
Se os honorários forem 
fixados em quantia certa, 
os juros moratórios incidirão 
a partir da data do trânsito 
em julgado da decisão. 
§ 18 do art. 85 do CPC. 
Caso a decisão transitada em 
julgado seja omissa quanto ao direito 
aos honorários ou ao seu valor, é 
cabível ação autônoma para sua 
definição e cobrança.
O art. 23 da Lei 8.906/1994 
(Estatuto da OAB), o advogado 
é o credor dos honorários 
fixados em sentença ou 
acórdão, sendo parte legitimada 
para executar esse capítulo 
acessório da decisão. 
O Art. 389 do código civil dispõe: "Não 
cumprida a obrigação, responde o 
devedor por perdas e danos, mais juros 
e atualização monetária segundo índices 
oficiais regularmente estabelecidos, e 
honorários de advogado."
Conforme exposto no § 1º do art. 523 do CPC/15
"Não ocorrendo pagamento voluntário no prazo do caput, o 
débito será acrescido de multa de dez por cento e, 
também, de honorários de advogado de dez por cento."
O Art. 404 do código civil dispõe: 
As perdas e danos, nas obrigações de 
pagamento em dinheiro, serão pagas 
com atualização monetária segundo 
índices oficiais regularmente 
estabelecidos, abrangendo juros, 
custas e honorários de advogado, 
sem prejuízo da pena convencional.
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A concessão de assistência judiciária pode 
ser parcial conforme expresso no art. 98, §5º 
do CPC/15. Ademais, o §6º do mesmo 
dispositivo menciona a possibilidade de 
parcelamento das despesas processuais. 
gratuidade de 
justiça
BENEFICIÁRIOS DA 
ASSISTÊNCIA JURÍDICA
BENEFÍCIO DA 
GRATUIDADE
GRATUIDADE E ADIAMENTO 
DE HONORÁRIOS PERICIAIS
CONCESSÃO PARCIAL 
DE GRATUIDADE E 
PARCELAMENTO
Súmula 481 do STJ: Faz jus ao benefício da justiça 
gratuita a pessoa jurídica com ou sem fins 
lucrativos que demonstrar sua impossibilidade de 
arcar com os encargos processuais. 
O § 1º, do art. 98 dispõe sobre quais custos que a gratuidade 
da justiça compreende, como, as taxas ou as custas judiciais; os 
selos postais; as despesas com publicação na imprensa oficial; a 
indenização devida à testemunha; as despesas com a realização 
de exame de código genético - DNA e de outros exames e etc.
Art. 98, caput, do CPC/15: "A pessoa natural ou 
jurídica, brasileira ou estrangeira, com insuficiência de 
recursos para pagar as custas, as despesas 
processuais e os honorários advocatícios tem direito à 
gratuidade da justiça, na forma da lei."
Entende-se que em caso de gratuidade de justiça, as 
custas pericias são de responsabilidade do Estado.
Sendo o beneficiário da gratuidade o vencedor da 
demanda, cabe ao vencido ressarcir o Estado pelas 
despesas arcadas por ele na realização da perícia, 
conforme o art. 95, §4º deste código. § 5º A gratuidade poderá ser concedida em 
relação a algum ou a todos os atos processuais, 
ou consistir na redução percentual de 
despesas processuais que o beneficiário tiver de 
adiantar no curso do procedimento.
A concessão dos benefícios da gratuidade da justiça 
depende da insuficiência de recursos da parte para 
o pagamento das custas, despesas processuais e 
honorários advocatícios no caso concreto. 
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gratuidade de justiça
CONDENAÇÃO DO 
BENEFÍCIO DA GRATUIDADE
TRÂNSITO EM JULGADO DA 
DECISÃO QUE REVOGA A 
GRATUIDADE
Mesmo concedido o benefício da assistência 
judiciária, a parte continua a ser condenada a 
pagar as verbas de sucumbência. O art. 98, 
§2º do CPC, ao prever que a concessão de 
gratuidade não afasta a responsabilidade do 
benefício pelas despesas processuais e 
honorários advocatícios decorrentes de 
sua sucumbência.
O art. 100, parágrafo único, do CPC, demonstra 
expressamente as consequências da revogação da 
gratuidade de justiça. Já o parágrafo único do art. 
102 do CPC, traz as consequências do não 
recolhimento das despesas de cujo adiamento a 
parte foi dispensada.
§ 4º A concessão de 
gratuidade não afasta o dever 
de o beneficiário pagar, ao 
final, as multas processuais 
que lhe sejam impostas.
Extinção terminativa do 
processo no caso da 
omissão partir do autor
No caso do réu, não será 
deferida a realização de 
qualquer ato ou diligência 
requerida antes do 
depósito ser realizado.
Não está incluída no rol do 
dispositivo a ISENÇÃO do 
pagamento de multas 
processuais aplicadas ao 
beneficiário da assistência 
judiciária, sendo expresso o 
art. 98, §4º, do CPC/15, no 
sentido de manter o dever de 
tal pagamento. 
Art. 102, Parágrafo único: 
Não efetuado o 
recolhimento, o processo 
será extinto sem resolução 
de mérito, tratando-se do 
autor, e, nos demais casos, 
não poderá ser deferida a 
realização de nenhum ato ou 
diligência requerida pela 
parte enquanto não efetuado 
o depósito.
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gratuidade de justiça
PROCEDIMENTO
O pedido poderá ser formulado por 
petição simples, contestação, em 
recurso, nos autos do próprio processo, 
e não suspenderá seu curso. conforme 
o caput e o §1º do art. 99 do CPC.
A forma procedimental de impugnaão à 
decisão concessiva da gratuidade de 
justiça dependerá da forma como o 
pedido foi elaborado: pedido na petição 
inicial, impugnação na contestação, etc.
Art. 100, CPC. "Deferido o pedido, a parte 
contrária poderá oferecer impugnação na 
contestação, na réplica, nas 
contrarrazões de recurso ou, nos casos de 
pedido superveniente ou formulado por 
terceiro, por meio de petição simples, a ser 
apresentada no prazo de 15 (quinze) 
dias, nos autos do próprio processo, sem 
suspensão de seu curso".
Art. 100, Parágrafo único. Revogado o 
benefício, a parte arcará com as despesas 
processuais que tiver deixado de adiantar 
e pagará, em caso de má-fé, até o décuplo 
de seu valor a título de multa, que será 
revertida em benefício da Fazenda 
Pública Estadual ou Federal e poderá 
ser inscrita em dívida ativa.
Com base no §2º do art. 99, relata que 
o juiz só poderá indeferir o pedido se 
houver nos autos elementos que 
evidenciem a falta dos pressupostos 
legais para concessão da gratuidade. 
Quando necessária a produção de prova todos 
os meios serão admitidos, em respeito aos 
princípios do contraditório e da ampla defesa. 
E somente após a produção de prova, quando 
necessária será decidida a impugnação.
Art. 101, § 1º, do CPC/15 "O recorrente estará 
dispensado do recolhimento de custas até 
decisão do relator sobre a questão, 
preliminarmente ao julgamento do recurso". § 
2º "Confirmadaa denegação ou a revogação 
da gratuidade, o relator ou o órgão colegiado 
determinará ao recorrente o recolhimento das 
custas processuais, no prazo de 5 (cinco) dias, 
sob pena de não conhecimento do recurso".
01- FORMA DO PEDIDO DE 
CONCESSÃO DA GRATUIDADE
02- INDEFERIMENTO 
DO PEDIDO
03-dEFERIMENTO DO PEDIDO
04- IMPUGNAÇÃO À DECISÃO 
CONCESSIVA DO BENEFÓCIO
05 - INSTRUÇÃO 
PROBATÓRIA
06- rEVOGAÇÃO DO BENEFÍCIO
07- rECORRIBILIDADE
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intervenção de terceiros
ASSISTÊNCIA 
SIMPLES 
assistência
O terceiro possui INTERESSE 
JURÍDICO em ajudar/auxiliar 
uma das partes.
ASSISTÊNCIA 
LITISCONSORCIAL 
O terceiro ingressa para discutir uma 
relação jurídica do qual não é titular, mas 
cuja decisão irá interferir na relação 
jurídica que possui com a parte.
O terceiro ingressa para discutir 
uma relação jurídica do qual
 também é titular. Há a formação 
do litisconsórcio facultativo!
O terceiro assume a condição de 
parte (litisconsorte) e tem atuação 
autônoma!
A terceiro continua como tal. A sua 
atuação é subordinada, ou seja, fica 
submetido à vontade do assistido
JUSTIÇA DA DECISÃO 
(art. 123 CPC)
Transitado em julgado a sentença, 
o assistente não poderá, em 
processo posterior, discutir aquilo 
que foi objeto do processo, exceto:
- quando for impedido de produzir alguma 
prova que poderia influir na decisão;
- desconhecia a existência de provas que 
o assistido, por dolo ou culpa, não se 
valeu.
A assistência pode ser admitida em 
qualquer tempo e grau de 
jurisdição. As partes são intimadas 
para se manifestar em 15 dias 
sobre a incidência do terceiro.
Não há suspensão do 
processo enquanto se 
descute o ingresso do 
terceiro.
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CARACTERÍSTICAS
denunciação da l ide chamamento ao processo
É o pedido de tutela jurisdicional em face de 
terceiro, no mesmo processo, viabilizando, 
desde logo, o exercício de eventual direito de 
regresso para buscar ressarcimento de 
eventual prejuízo.
Cabível nas seguintes hipóteses:
- Evicção
- Aquele que tiver obrigado, 
por lei ou pelo contrato, a 
idenizar o prejuízo de quem 
for vencido
- Pedido pode ser formulado pelo autor - na 
petição inicial - ou pelo réu - na 
contestação
- Citação do denunciado deve ser feito em 
30 dias.
- O processo fica suspenso até que a 
citação seja feita;
- A denunciação NÃO é obrigatória! É 
possível o ajuizamento de ação autônoma.
Utilizado pelo réu quando, diante de devedores 
solidários ou corresponsáveis, somente um é 
colocado no polo passivo da ação, para serem 
responsabilizados conjunta e imediatamente 
em face do autor.
Cabível nas seguintes hipóteses:
- Solidariedade passiva
- Fiança
CARACTERÍSTICAS
- Pedido formulado pelo RÉU na 
contestação;
- Caráter facultativo;
- Há suspensão do processo até que sejam 
citados os chamados;
- Somente é cabível no processo de 
conhecimento!
Formação de 
litisconsórcio passivo 
entre o réu originário e 
os chamados!
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amicus curiae desconsideração da personal idade jurídica
É o terceiro (pessoa física ou jurídica), com 
conhecimento técnico e sem interesse 
jurídico, que manifesta-se no processo para 
auxiliar o juiz a julgar determinada demanda 
que atinja interesses na sociedade civil.
O seu objetivo é dar contribuição 
sobre o mérito daquilo que está sendo 
discutido, a fim de que se chegue a 
efetividade da prestação jurisdicional!
A decisão de admissão 
de amicus curiae é 
IRRECORRÍVEL! 
Utilizado para afastar a personalidade 
jurídica da pessa jurídica e atingir o sócio, 
quando houver abuso, caracterizado pelo 
desvio de personalidade ou pela confusão 
patrimonial!
O incidente é cabível em todas as 
fases do processo de conhecimento, 
no cumprimento de sentença e na 
execução fundada em título executivo 
extrajudicial.
Também é cabível a 
desconsideração 
inversa!
REQUISITOS 
E CABIMENTO
- Relevância da matéria;
- Especificidade do tema ou
- Repercussão social da 
controvérsia;
- Representatividade adequada
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LITISCONSÓRIO
Quanto ao momento de 
formação:
Quanto ao polo da relação 
processual:
Quanto à necessidade de 
existência do litisconsórcio:
Quanto à decisão:
LITISCONSÓRCIO PASSIVO: 
dois ou mais réus.
LITISCONSÓRCIO ATIVO: 
dois ou mais autores
 
LITISCONSÓRCIO MISTO: 
mais de um autor ou de réu 
ao mesmo tempo.
LITISCONSÓRCIO ORIGINÁRIO: 
O processo, quando se iniciou, já 
existia a pluralidade de partes.
LITISCONSÓRCIO ULTERIOR: 
No decorrer do processo é que o 
litisconsórcio se forma.
LITISCONSÓRCIO FACULTATIVO: 
O vínculo jurídico não exige que há 
participação de mais de uma pessoa. 
A pluralidade é por opção das partes.
(art.113, §1º do CPC)
LITISCONSÓRCIO NECESSÁRIO: 
Há pluralidade de litigantes porque a lei 
ou a relação jurídica objeto do litígio 
assim determinam.
(art. 114 do CPC)
LITISCONSÓRCIO UNITÁRIO: 
A decisão deverá ser a mesma para os 
litisconsortes. Várias pessoas são tratadas 
como se fossem apenas uma.
LITISCONSÓRCIO SIMPLES: 
A decisão pode ser, mas não é obrigatório 
que seja a mesma para os litisconsortes. 
Cada um é tratado como parte autônoma.
OBS: não existe a figura do 
litisconsórcio ativo necessário. Não 
se admite o litisconsórcio ativo 
facultativo ulterior!
DIREITO DOS 
LITISCONSORTES
Art. 118 do CPC. Cada 
litisconsorte tem o direito de 
promover o andamento do 
processo, e todos devem 
ser intimados dos 
respectivos atos.
Pluralidade de partes em um 
mesmo polo ativo ou passivo
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	4M - Partes e Procuradores (semana 3 e 5)
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	Página 2
	Página 3
	Página 4
	3M Honorários Advocat�cios (semana 03 e 05)
	Página 1
	Página 2
	Página 3
	3M - Gratuidade de Justiça (semana 03 e 05)
	Página 1
	Página 2
	Página 3
	3M - Intervenção de terceiros (semana 3 e 5)
	Página 1
	Página 2
	Página 3
	1M - Litisconsórcio (semana 3 e 5)
	Página 1

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