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2 Portugues aula do concurso INSS

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Questões resolvidas

Os tipos de textos, são classificados de acordo com sua estrutura, objetivo e finalidade. De maneira geral, a tipologia textual é dividida em: texto narrativo, descritivo, dissertativo, expositivo e injuntivo.
Preencha os parênteses com os números correspondentes; em seguida, assinale a alternativa que indica a correspondência correta.
( ) Ato próprio de textos em que há a presença de conselhos e indicações de como realizar ações, com emprego abundante de verbos no modo imperativo.
( ) Ato próprio de textos em que há a apresentação de ideias sobre determinado assunto, assim como explicações, avaliações e reflexões. Faz-se uso de linguagem clara, objetiva e impessoal.
( ) Ato próprio de textos em que se conta um fato, fictício ou não, acontecido num determinado espaço e tempo, envolvendo personagens e ações. A temporalidade é fator importante nesse tipo de texto.
( ) Ato próprio de textos em que retrata, de forma objetiva ou subjetiva, um lugar, uma pessoa, um objeto etc., com abundância do uso de adjetivos. Não há relação de temporalidade.
( ) Ato próprio de textos em que há posicionamentos e exposição de ideias, cuja preocupação é a defesa de um ponto de vista. Sua estrutura básica é: apresentação de ideia principal, argumentos e conclusão.
a) 3, 5, 1, 2, 4
b) 5, 3, 1, 4, 2
c) 4, 2, 3, 1, 5
d) 5, 3, 4, 1, 2
e) 2, 3, 1, 4, 5

Este artigo não é sobre a pornografia no mundo virtual nem tampouco sobre os riscos de as redes sociais empobrecerem o relacionamento humano. Trata de um dos aspectos mais festejados da internet: o empowerment (“empoderamento”, fortalecimento) do cidadão proporcionado pela grande rede.
Pelas características da organização do discurso, a respeito do texto, pode-se afirmar que se trata de uma:
a. narração, por reportar-se a fatos ocorridos em determinado tempo e lugar, envolvendo personagens, numa relação temporal de anterioridade e posterioridade.
b. descrição, por retratar uma realidade do mundo objetivo a partir de caracterizações, pelo uso expressivo de adjetivos.
c. dissertação de caráter expositivo, pois explica, reflete e avalia ideias de modo objetivo, com intenção de informar ou esclarecer.
d. dissertação de caráter argumentativo, pois faz a defesa de uma tese com base em argumentos, numa progressão lógica de ideias, com o objetivo de persuasão.
e. expressão injuntiva, por indicar como realizar uma ação, utilizando linguagem simples e objetiva, com verbos no modo imperativo.

Sobre os tipos textuais, é correto afirmar, exceto:
a) narração – descrição – dissertação – prescrição.
b) descrição – narração – dissertação – prescrição.
c) dissertação – prescrição – descrição – narração.
d) prescrição – descrição – dissertação – narração.

O texto de Mário Bachelet ensina que…
Qual a diferença existente entre uma e outra que levou o rei a ter reações diferentes?
a. ( ) O primeiro mago enfatizou o lado ruim do sonho (a morte de todos os familiares do rei); o segundo mago enfatizou o lado bom do sonho (o rei iria viver muito).
b. ( ) O primeiro mago usou de palavras grosseiras para dar a explicação do sonho; o segundo mago ficou calado diante do rei.

Para a autora, a substituição de “haver” por “ter” em diferentes contextos evidencia que:
a avaliação crítica e hierarquizante dos usos da língua fundamenta a definição da norma.
a) o estabelecimento de uma norma prescinde de uma pesquisa histórica.
b) os estudo clássicos de sintaxe histórica enfatizam a variação e a mudança na língua.
c) a avaliação crítica e hierarquizante dos usos da língua fundamenta a definição da norma.
d) a adoção de uma única norma revela uma atitude adequada para os estudos linguísticos.
e) os comportamentos puristas são prejudiciais à compreensão da constituição linguística.

Todo argumento pode se tornar um sofisma: um raciocínio errado ou inadequado que nos leva a conclusões falsas ou improcedentes.
O último parágrafo do texto é um exemplo de sofisma, considerando que, da constatação de que todo abacate é verde, não se pode deduzir que só os abacates têm cor verde. Esse é o tipo de sofisma que adota o seguinte procedimento:
a) enumeração incorreta
b) generalização invertida
c) representação imprecisa
d) exemplificação inconsistente

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Questões resolvidas

Os tipos de textos, são classificados de acordo com sua estrutura, objetivo e finalidade. De maneira geral, a tipologia textual é dividida em: texto narrativo, descritivo, dissertativo, expositivo e injuntivo.
Preencha os parênteses com os números correspondentes; em seguida, assinale a alternativa que indica a correspondência correta.
( ) Ato próprio de textos em que há a presença de conselhos e indicações de como realizar ações, com emprego abundante de verbos no modo imperativo.
( ) Ato próprio de textos em que há a apresentação de ideias sobre determinado assunto, assim como explicações, avaliações e reflexões. Faz-se uso de linguagem clara, objetiva e impessoal.
( ) Ato próprio de textos em que se conta um fato, fictício ou não, acontecido num determinado espaço e tempo, envolvendo personagens e ações. A temporalidade é fator importante nesse tipo de texto.
( ) Ato próprio de textos em que retrata, de forma objetiva ou subjetiva, um lugar, uma pessoa, um objeto etc., com abundância do uso de adjetivos. Não há relação de temporalidade.
( ) Ato próprio de textos em que há posicionamentos e exposição de ideias, cuja preocupação é a defesa de um ponto de vista. Sua estrutura básica é: apresentação de ideia principal, argumentos e conclusão.
a) 3, 5, 1, 2, 4
b) 5, 3, 1, 4, 2
c) 4, 2, 3, 1, 5
d) 5, 3, 4, 1, 2
e) 2, 3, 1, 4, 5

Este artigo não é sobre a pornografia no mundo virtual nem tampouco sobre os riscos de as redes sociais empobrecerem o relacionamento humano. Trata de um dos aspectos mais festejados da internet: o empowerment (“empoderamento”, fortalecimento) do cidadão proporcionado pela grande rede.
Pelas características da organização do discurso, a respeito do texto, pode-se afirmar que se trata de uma:
a. narração, por reportar-se a fatos ocorridos em determinado tempo e lugar, envolvendo personagens, numa relação temporal de anterioridade e posterioridade.
b. descrição, por retratar uma realidade do mundo objetivo a partir de caracterizações, pelo uso expressivo de adjetivos.
c. dissertação de caráter expositivo, pois explica, reflete e avalia ideias de modo objetivo, com intenção de informar ou esclarecer.
d. dissertação de caráter argumentativo, pois faz a defesa de uma tese com base em argumentos, numa progressão lógica de ideias, com o objetivo de persuasão.
e. expressão injuntiva, por indicar como realizar uma ação, utilizando linguagem simples e objetiva, com verbos no modo imperativo.

Sobre os tipos textuais, é correto afirmar, exceto:
a) narração – descrição – dissertação – prescrição.
b) descrição – narração – dissertação – prescrição.
c) dissertação – prescrição – descrição – narração.
d) prescrição – descrição – dissertação – narração.

O texto de Mário Bachelet ensina que…
Qual a diferença existente entre uma e outra que levou o rei a ter reações diferentes?
a. ( ) O primeiro mago enfatizou o lado ruim do sonho (a morte de todos os familiares do rei); o segundo mago enfatizou o lado bom do sonho (o rei iria viver muito).
b. ( ) O primeiro mago usou de palavras grosseiras para dar a explicação do sonho; o segundo mago ficou calado diante do rei.

Para a autora, a substituição de “haver” por “ter” em diferentes contextos evidencia que:
a avaliação crítica e hierarquizante dos usos da língua fundamenta a definição da norma.
a) o estabelecimento de uma norma prescinde de uma pesquisa histórica.
b) os estudo clássicos de sintaxe histórica enfatizam a variação e a mudança na língua.
c) a avaliação crítica e hierarquizante dos usos da língua fundamenta a definição da norma.
d) a adoção de uma única norma revela uma atitude adequada para os estudos linguísticos.
e) os comportamentos puristas são prejudiciais à compreensão da constituição linguística.

Todo argumento pode se tornar um sofisma: um raciocínio errado ou inadequado que nos leva a conclusões falsas ou improcedentes.
O último parágrafo do texto é um exemplo de sofisma, considerando que, da constatação de que todo abacate é verde, não se pode deduzir que só os abacates têm cor verde. Esse é o tipo de sofisma que adota o seguinte procedimento:
a) enumeração incorreta
b) generalização invertida
c) representação imprecisa
d) exemplificação inconsistente

Prévia do material em texto

Conteúdo Programático para o provimento de vagas no cargo de Técnico do Seguro Social/Edital nº1 – INSS, de 12 de setembro de 2022. 
Língua Portuguesa: 1. Compreensão e Interpretação de textos. / 2. Tipologia textual (sequências narrativa, descritiva, argumentativa, expositiva, injuntiva e dialogal). 
/ 3. Ortografia oficial. / 4. Acentuação gráfica. / 5. Emprego e descrição das classes de palavras. / 6. Emprego do sinal indicativo de crase / 7. Sintaxe da oração e 
do período. 8. Pontuação / 9. Concordância nominal e verbal / 10. Regências nominal e verbal. / 11. Significação das palavras / 12. REDAÇÃO DE CORRESPONDENCIAS 
OFICIAIS (CONFORME Manual de Redação da Presidência da República). 
1 
 
CARACTERÍSTICAS DOS DIVERSOS TIPOS TEXTUAIS 
 
Conteúdo Programático para o provimento de vagas no cargo de Técnico do Seguro Social/Edital nº1 – INSS, de 12 de setembro de 2022. 
Língua Portuguesa: 1. Compreensão e Interpretação de textos. / 2. Tipologia textual (sequências narrativa, descritiva, argumentativa, expositiva, injuntiva e dialogal). 
/ 3. Ortografia oficial. / 4. Acentuação gráfica. / 5. Emprego e descrição das classes de palavras. / 6. Emprego do sinal indicativo de crase / 7. Sintaxe da oração e 
do período. 8. Pontuação / 9. Concordância nominal e verbal / 10. Regências nominal e verbal. / 11. Significação das palavras / 12. REDAÇÃO DE CORRESPONDENCIAS 
OFICIAIS (CONFORME Manual de Redação da Presidência da República). 
2 
 
 
Leia atentamente o quadro abaixo e observe os 
diferentes tipos de gêneros textuais 
Conteúdo Programático para o provimento de vagas no cargo de Técnico do Seguro Social/Edital nº1 – INSS, de 12 de setembro de 2022. 
Língua Portuguesa: 1. Compreensão e Interpretação de textos. / 2. Tipologia textual (sequências narrativa, descritiva, argumentativa, expositiva, injuntiva e dialogal). 
/ 3. Ortografia oficial. / 4. Acentuação gráfica. / 5. Emprego e descrição das classes de palavras. / 6. Emprego do sinal indicativo de crase / 7. Sintaxe da oração e 
do período. 8. Pontuação / 9. Concordância nominal e verbal / 10. Regências nominal e verbal. / 11. Significação das palavras / 12. REDAÇÃO DE CORRESPONDENCIAS 
OFICIAIS (CONFORME Manual de Redação da Presidência da República). 
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Língua Portuguesa: 1. Compreensão e Interpretação de textos. / 2. Tipologia textual (sequências narrativa, descritiva, argumentativa, expositiva, injuntiva e dialogal). 
/ 3. Ortografia oficial. / 4. Acentuação gráfica. / 5. Emprego e descrição das classes de palavras. / 6. Emprego do sinal indicativo de crase / 7. Sintaxe da oração e 
do período. 8. Pontuação / 9. Concordância nominal e verbal / 10. Regências nominal e verbal. / 11. Significação das palavras / 12. REDAÇÃO DE CORRESPONDENCIAS 
OFICIAIS (CONFORME Manual de Redação da Presidência da República). 
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Língua Portuguesa: 1. Compreensão e Interpretação de textos. / 2. Tipologia textual (sequências narrativa, descritiva, argumentativa, expositiva, injuntiva e dialogal). 
/ 3. Ortografia oficial. / 4. Acentuação gráfica. / 5. Emprego e descrição das classes de palavras. / 6. Emprego do sinal indicativo de crase / 7. Sintaxe da oração e 
do período. 8. Pontuação / 9. Concordância nominal e verbal / 10. Regências nominal e verbal. / 11. Significação das palavras / 12. REDAÇÃO DE CORRESPONDENCIAS 
OFICIAIS (CONFORME Manual de Redação da Presidência da República). 
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Conteúdo Programático para o provimento de vagas no cargo de Técnico do Seguro Social/Edital nº1 – INSS, de 12 de setembro de 2022. 
Língua Portuguesa: 1. Compreensão e Interpretação de textos. / 2. Tipologia textual (sequências narrativa, descritiva, argumentativa, expositiva, injuntiva e dialogal). 
/ 3. Ortografia oficial. / 4. Acentuação gráfica. / 5. Emprego e descrição das classes de palavras. / 6. Emprego do sinal indicativo de crase / 7. Sintaxe da oração e 
do período. 8. Pontuação / 9. Concordância nominal e verbal / 10. Regências nominal e verbal. / 11. Significação das palavras / 12. REDAÇÃO DE CORRESPONDENCIAS 
OFICIAIS (CONFORME Manual de Redação da Presidência da República). 
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2. Tipologia textual (sequências narrativa, descritiva, argumentativa, injuntiva e dialogal). 
Revendo... 
Os tipos de textos, são classificados de acordo com sua estrutura, objetivo e finalidade. 
De maneira geral, a tipologia textual é dividida em: texto narrativo, descritivo, dissertativo, expositivo e injuntivo. 
Texto Narrativo: A marca fundamental do Texto Narrativo é a existência de um enredo, do qual se desenvolvem as ações 
das personagens, marcadas pelo tempo e pelo espaço. 
Assim, a narração possui um narrador (quem apresenta a trama), as personagens (principais e secundárias), o tempo 
(cronológico ou psicológico) e o espaço (local que se desenvolve a história). 
Sua estrutura básica é: apresentação, desenvolvimento, clímax e desfecho. 
 
Texto Descritivo: O Texto Descritivo expõe apreciações e observações, de modo que indica aspectos, características, 
detalhes singulares e pormenores, seja de um objeto, lugar, pessoa ou fato. 
Dessa maneira, alguns recursos linguísticos relevantes na estruturação dos textos descritivos são: a utilização de adjetivos, 
verbos de ligações, metáforas e comparações. 
 
Texto Dissertativo: O Texto Dissertativo busca defender uma ideia e, logo, é baseado na argumentação e no 
desenvolvimento de um tema. 
Para tanto, sua estrutura é dividida em três partes fundamentais: 
 tese (introdução): define o modelo básico para apresentar uma ideia, tema, assunto. 
 antítese (desenvolvimento): explora argumentos contra e a favor. 
 nova tese (conclusão): sugere uma nova tese, ou seja, uma nova ideia para concluir sua fundamentação. 
Os textos dissertativos-argumentativos, além de ser um texto opinativo, buscam persuadir o leitor. 
 
Texto Expositivo: O Texto Expositivo pretende apresentar um tema, a partir de recursos como a conceituação, a definição, 
a descrição, a comparação, a informação e enumeração. 
Dessa forma, uma palestra, seminário ou entrevista são consideradas textos expositivos, cujo objetivo central do emissor é 
explanar, discutir, explicar sobre um assunto. 
São classificados em: texto informativo-expositivo (transmissão de informações) ou texto expositivo-argumentativo (defesa 
de opinião sobre um tema). Outros exemplos de textos expositivos são os verbetes de dicionários e as enciclopédias. 
 
Texto Injuntivo: O Texto Injuntivo ou instrucional está pautado na explicação e no método para a realização de algo. Temos 
como exemplos: uma receita de bolo, bula de remédio, manual de instruções e propagandas. 
Dessa forma, um dos recursos linguísticos marcantes desse tipo de texto, é a utilização dos verbos no imperativo, de modo 
a indicar uma "ordem". 
Como exemplo temos: receita de bolo “misture todos os ingredientes”; bula de remédio “tome duas cápsulas por dia”; 
manual de instruções “aperte a tecla amarela”; propagandas “vista essa camisa”. 
 
 
EXERCÍCIOS SOBRE TIPOS TEXTUAIS 
Estes exercícios sobre tipos textuais exigem conhecimentos sobre as principais 
características da narração, dissertação, descrição, injunção e exposição. 
 
QUESTÃO 1 
(Universidade Estácio de Sá – RJ) 
Preencha os parênteses com os números correspondentes; em seguida, assinale a alternativa que indica a correspondência correta. 
a. Narrar 
b. Argumentar 
c. Expor 
d. Descrever 
e. Prescrever 
( ) Ato próprio de textos em que há a presença de conselhos e indicações de como realizar ações, com emprego abundante de 
verbos no modo imperativo. 
( ) Ato próprio de textos em que há a apresentação de ideias sobre determinado assunto, assim como explicações, avaliações e 
reflexões. Faz-se uso de linguagemclara, objetiva e impessoal. 
( ) Ato próprio de textos em que se conta um fato, fictício ou não, acontecido num determinado espaço e tempo, envolvendo 
personagens e ações. A temporalidade é fator importante nesse tipo de texto. 
( ) Ato próprio de textos em que retrata, de forma objetiva ou subjetiva, um lugar, uma pessoa, um objeto etc., com 
abundância do uso de adjetivos. Não há relação de temporalidade. 
Hora de Estudar em casa! 
Segunda-Feira 
https://www.todamateria.com.br/texto-narrativo/
https://www.todamateria.com.br/texto-descritivo/
https://www.todamateria.com.br/texto-dissertativo/
https://www.todamateria.com.br/texto-expositivo/
https://www.todamateria.com.br/texto-injuntivo/
Conteúdo Programático para o provimento de vagas no cargo de Técnico do Seguro Social/Edital nº1 – INSS, de 12 de setembro de 2022. 
Língua Portuguesa: 1. Compreensão e Interpretação de textos. / 2. Tipologia textual (sequências narrativa, descritiva, argumentativa, expositiva, injuntiva e dialogal). 
/ 3. Ortografia oficial. / 4. Acentuação gráfica. / 5. Emprego e descrição das classes de palavras. / 6. Emprego do sinal indicativo de crase / 7. Sintaxe da oração e 
do período. 8. Pontuação / 9. Concordância nominal e verbal / 10. Regências nominal e verbal. / 11. Significação das palavras / 12. REDAÇÃO DE CORRESPONDENCIAS 
OFICIAIS (CONFORME Manual de Redação da Presidência da República). 
7 
 
( ) Ato próprio de textos em que há posicionamentos e exposição de ideias, cuja preocupação é a defesa de um ponto de vista. 
Sua estrutura básica é: apresentação de ideia principal, argumentos e conclusão. 
a) 3, 5, 1, 2, 4 
b) 5, 3, 1, 4, 2 
c) 4, 2, 3, 1, 5 
d) 5, 3, 4, 1, 2 
e) 2, 3, 1, 4, 5 
 
 
QUESTÃO 2 
(FUNCAB) 
Internet e a importância da imprensa 
Este artigo não é sobre a pornografia no mundo virtual nem tampouco sobre os riscos de as redes sociais empobrecerem o 
relacionamento humano. Trata de um dos aspectos mais festejados da internet: o empowerment (“empoderamento”, 
fortalecimento) do cidadão proporcionado pela grande rede. 
É a primeira vez na História em que todos, ou quase todos, podem exercer a sua liberdade de expressão, escrevendo o que 
quiserem na internet. De forma instantânea, o que cada um publica está virtualmente acessível aos cinco continentes. Tal fato, 
inimaginável décadas atrás, vem modificando as relações sociais e políticas: diversos governos caíram em virtude da mobilização 
virtual, notícias antes censuradas são agora publicadas na rede, etc. Há um novo cenário democrático mais aberto, mais 
participativo, mais livre. 
E o que pode haver de negativo nisso tudo? A facilidade de conexão com outras pessoas tem provocado um novo fenômeno social. 
Com a internet, não é mais necessário conviver (e conversar) com pessoas que pensam de forma diferente. Com enorme facilidade, 
posso encontrar indivíduos “iguais” a mim, por mais minoritária que seja a minha posição. 
O risco está em que é muito fácil aderir ao seu clube” e, por comodidade, quase sem perceber, ir se encerrando nele. Não é 
infrequente que dentro dos guetos, físicos ou virtuais, ocorra um processo que desemboca no fanatismo e no extremismo. 
Em razão da ausência de diálogo entre posições diversas, o ativismo na internet nem sempre tem enriquecido o debate público. O 
empowerment digital é frequentemente utilizado apenas como um instrumento de pressão, o que é legítimo democraticamente, 
mas, não raras vezes, cruza a linha, para se configurar como intimidação, o que já não é tão legítimo assim... 
A internet, como espaço de liberdade, não garante por si só a criação de consensos nem o estabelecimento de uma base comum 
para o debate. 
Evidencia-se, aqui, um ponto importante. A internet não substitui a imprensa. Pelo contrário, esse fenômeno dos novos guetos põe 
em destaque o papel da imprensa no jogo democrático. Ao selecionar o que se publica, ela acaba sendo um importante moderador 
do debate público. Aquilo que muitos poderiam ver como uma limitação é o que torna possível o diálogo, ao criar um espaço de 
discussão num contexto de civilidade democrática, no qual o outro lado também é ouvido. 
A racionalidade não dialogada é estreita, já que todos nós temos muitos condicionantes, que configuram o nosso modo de ver o 
mundo. Sozinhos, nunca somos totalmente isentos, temos sempre um determinado viés. Numa época de incertezas sobre o futuro 
da mídia, aí está um dos grandes diferenciais de um jornal em relação ao que simplesmente é publicado na rede. 
Imprensa e internet não são mundos paralelos: comunicam-se mutuamente, o que é benéfico a todos. No entanto, seria um 
empobrecimento democrático para um país se a primeira página de um jornal fosse simplesmente o reflexo da audiência virtual da 
noite anterior. Nunca foi tão necessária uma ponderação serena e coletiva do que será manchete no dia seguinte. 
O perigo da internet não está propriamente nela. O risco é considerarmos que, pelo seu sucesso, todos os outros âmbitos devam 
seguir a sua mesma lógica, predominantemente quantitativa. O mundo contemporâneo, cada vez mais intensamente marcado pelo 
virtual, necessita também de outros olhares, de outras cores. A internet, mesmo sendo plural, não tem por que se tornar um 
monopólio. 
 (CAVALCANTI, N. da Rocha. Jornal “O Estado de S. Paulo”, 12/05/14, com adaptações.) 
 
Pelas características da organização do discurso, a respeito do texto pode-se afirmar que se trata de uma: 
a) dissertação de caráter expositivo, pois explica, reflete e avalia ideias de modo objetivo, com intenção de informar ou esclarecer. 
b) narração, por reportar-se a fatos ocorridos em determinado tempo e lugar, envolvendo personagens, numa relação temporal de 
anterioridade e posterioridade. 
c) dissertação de caráter argumentativo, pois faz a defesa de uma tese com base em argumentos, numa progressão lógica de ideias, 
com o objetivo de persuasão. 
d) descrição, por retratar uma realidade do mundo objetivo a partir de caracterizações, pelo uso expressivo de adjetivos. 
e) expressão injuntiva, por indicar como realizar uma ação, utilizando linguagem simples e objetiva, com verbos no modo 
imperativo. 
 
QUESTÃO 3 
Sobre os tipos textuais, é correto afirmar, exceto: 
Conteúdo Programático para o provimento de vagas no cargo de Técnico do Seguro Social/Edital nº1 – INSS, de 12 de setembro de 2022. 
Língua Portuguesa: 1. Compreensão e Interpretação de textos. / 2. Tipologia textual (sequências narrativa, descritiva, argumentativa, expositiva, injuntiva e dialogal). 
/ 3. Ortografia oficial. / 4. Acentuação gráfica. / 5. Emprego e descrição das classes de palavras. / 6. Emprego do sinal indicativo de crase / 7. Sintaxe da oração e 
do período. 8. Pontuação / 9. Concordância nominal e verbal / 10. Regências nominal e verbal. / 11. Significação das palavras / 12. REDAÇÃO DE CORRESPONDENCIAS 
OFICIAIS (CONFORME Manual de Redação da Presidência da República). 
8 
 
a) Os tipos textuais são caracterizados por propriedades linguísticas, como vocabulário, relações lógicas, tempos verbais, 
construções frasais, etc. 
b) Os tipos textuais são: narração, argumentação, descrição, injunção e exposição. 
c) Geralmente variam entre cinco e nove tipos. 
d) Possuem um conjunto ilimitado de características, que são determinadas de acordo com o estilo do autor, conteúdo, composição 
e função. 
e) Os tipos de textos apresentam características intrínsecas e invariáveis, ou seja, não sofrem a influência do contexto de nossas 
atividades comunicativas. De maneira predeterminada, apresentam vocabulário, relações lógicas, tempos verbais e construções 
frasais que acolhem os diversos gêneros. 
 
QUESTÃO 4 
Analise os fragmentos a seguir e assinale a alternativa que indique as tipologias textuais às quais eles pertencem: 
Texto I 
“Dario vinha apressado, guarda-chuva no braço esquerdo e, assim que dobrou a esquina, diminuiu o passo até parar, encostando-se 
à parede de uma casa. Por ela escorregando, sentou-sena calçada, ainda úmida de chuva, e descansou na pedra o cachimbo. Dois 
ou três passantes rodearam-no e indagaram se não se sentia bem. Dario abriu a boca, moveu os lábios, não se ouviu resposta. O 
senhor gordo, de branco, sugeriu que devia sofrer de ataque (...)”. (Dalton Trevisan – Uma vela para Dario). 
Texto 2 
“Era um homem alto, robusto, muito forte, que caminhava lentamente, como se precisasse fazer esforço para movimentar seu 
corpo gigantesco. Tinha, em contrapartida, uma cara de menino, que a expressão alegre acentuava ainda mais.” 
Texto 3 
Novas tecnologias 
Atualmente, prevalece na mídia um discurso de exaltação das novas tecnologias, principalmente aquelas ligadas às atividades de 
telecomunicações. Expressões frequentes como “o futuro já chegou”, “maravilhas tecnológicas” e “conexão total com o mundo” 
“fetichizam” novos produtos, transformando-os em objetos do desejo, de consumo obrigatório. Por esse motivo carregamos hoje nos 
bolsos, bolsas e mochilas o “futuro” tão festejado. 
Todavia, não podemos reduzir-nos a meras vítimas de um aparelho midiático perverso, ou de um aparelho capitalista controlador. 
Há perversão, certamente, e controle, sem sombra de dúvida. Entretanto, desenvolvemos uma relação simbiótica de dependência 
mútua com os veículos de comunicação, que se estreita a cada imagem compartilhada e a cada dossiê pessoal transformado em 
objeto público de entretenimento. 
Não mais como aqueles acorrentados na caverna de Platão, somos livres para nos aprisionar, por espontânea vontade, a esta 
relação sadomasoquista com as estruturas midiáticas, na qual tanto controlamos quanto somos controlados. 
SAMPAIO, A. S. A microfísica do espetáculo. Disponível em: http://observatoriodaimprensa.com.br. Acesso em: 1 mar. 2013 
(adaptado). 
Texto 4 
Modo de preparo: 
a. Bata no liquidificador primeiro a cenoura com os ovos e o óleo, acrescente o açúcar e bata por 5 minutos; 
b. Depois, numa tigela ou na batedeira, coloque o restante dos ingredientes, misturando tudo, menos o fermento; 
c. Esse é misturado lentamente com uma colher; 
d. Asse em forno preaquecido (180° C) por 40 minutos. 
 
 
a) narração – descrição – dissertação – prescrição. 
b) descrição – narração – dissertação – prescrição. 
c) dissertação – prescrição – descrição – narração. 
d) prescrição – descrição – dissertação – narração. 
 
 
RESPOSTAS 
Questão 1: Alternativa “b”. 
Questão 2: Alternativa “c”. Na dissertação de caráter argumentativo, não basta expor ideias: é necessário explicá-las através de 
opiniões e argumentos que convençam o leitor de que a ideia defendida está correta. Dizemos que é um texto argumentativo 
 
porque defende uma tese e dissertativo porque utiliza explicações para justificar essa tese. 
Questão 3: Alternativa “d”. Os tipos textuais variam entre cinco e nove modelos, apresentando um número limitado de 
características. Diferentemente dos gêneros textuais, os tipos não sofrem a influência do contexto das atividades comunicativas. 
Questão 4: Alternativa “a”. 
Conteúdo Programático para o provimento de vagas no cargo de Técnico do Seguro Social/Edital nº1 – INSS, de 12 de setembro de 2022. 
Língua Portuguesa: 1. Compreensão e Interpretação de textos. / 2. Tipologia textual (sequências narrativa, descritiva, argumentativa, expositiva, injuntiva e dialogal). 
/ 3. Ortografia oficial. / 4. Acentuação gráfica. / 5. Emprego e descrição das classes de palavras. / 6. Emprego do sinal indicativo de crase / 7. Sintaxe da oração e 
do período. 8. Pontuação / 9. Concordância nominal e verbal / 10. Regências nominal e verbal. / 11. Significação das palavras / 12. REDAÇÃO DE CORRESPONDENCIAS 
OFICIAIS (CONFORME Manual de Redação da Presidência da República). 
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EXERCÍCIOS SOBRE INTERPRETAÇÃO 
TEXTO PARA INTERPRETAÇÃO - I 
 
A fábula é uma narração curta que transmite uma lição de moral. Os personagens 
das fábulas são geralmente animais que representam tipos humanos, como o egoísta, o 
ingênuo, o espertalhão, o vaidoso, o mentiroso, entre outros. Portanto, leia a fábula escrita 
por Monteiro Lobato e analise a mensagem dada. 
 
A coruja e a águia 
Coruja e águia, depois de muita briga, resolveram fazer as pazes. 
- Basta de guerra – disse a coruja. – O mundo é tão grande, e tolice maior que o mundo é andarmos a comer os filhotes uma da 
outra. 
- Perfeitamente – respondeu a águia. – Também eu não quero outra coisa. 
- Nessa caso combinemos isto: de ora em diante não comerás nunca os meus filhotes. 
- Muito bem. Mas como posso distinguir os teus filhotes? 
- Coisa fácil. Sempre que encontrares uns borrachos lindos, bem feitinhos de corpo, alegres, cheios de uma graça especial que não 
existe em filhote de nenhuma outra ave, já sabes, são os meus. 
- Está feito! – concluiu a águia. 
Dias depois, andando à caça, a águia encontrou um ninho com três monstrengos dentro, que piavam de bico muito aberto. 
- Horríveis bichos! – disse ela. – Vê-se logo que não são os filhos da coruja. 
E comeu-os. 
Mas eram os filhos da coruja. Ao regressar à toca, a triste mãe chorou amargamente o desastre e foi justar contas com a rainha 
das aves. 
- Quê? – disse esta, admirada. Eram teus filhos aqueles monstrenguinhos? Pois, olha, não se pareciam nada com o retrato que 
deles me fizeste… 
Moral da história: quem ama o feio, bonito lhe parece. 
 
(Monteiro Lobato. FÁBULAS. 50 edição, Editora Brasiliense, São Paulo, 1994) 
 
 
Após a leitura do texto, responda às questões: 
1. Quem são os personagens dessa fábula? 
________________________________________________________________________________________________________________
__________________________________________________________________________________ 
2. A fábula se divide em duas parte. Quais são elas? 
_________________________________________________________________________________________________________________
_________________________________________________________________________________ 
 
3. Como a coruja descreveu seus filhotes? 
_________________________________________________________________________________________________________________
_________________________________________________________________________________ 
 
4. Por que a águia não reconheceu os filhotes da coruja? 
_________________________________________________________________________________________________________________
_________________________________________________________________________________ 
 
5. Segundo a moral da história, há uma diferença no modo como as pessoas vêem umas às outras. Explique por quê. 
_________________________________________________________________________________________________________________
_________________________________________________________________________________ 
 
Gabarito 
1. A coruja e a águia. 
2. A narração da história e a moral da história. 
3. Uns borrachos lindos, bem feitinhos de corpo, alegres, 
cheios de uma graça especial que não existe em filhote 
de nenhuma outra ave. 
4. Porque a descrição da coruja não correspondia à 
realidade. Para a coruja, eles eram muito bonitos e 
especiais, mas a águia achou-os “uns 
monstrenguinhos”. 
5. Os alunos devem perceber que há sempre diferença no 
modo como as pessoas vêem as coisas e isso se deve a 
vários fatores: o conhecimento que se tem, o 
envolvimento afetivo entre um e outro, e a opinião que 
nós temos a respeito das pessoas e das coisas ao nosso 
redor. 
 
Hora de Estudar em casa! 
Segunda-Feira 
Conteúdo Programático para o provimento de vagas no cargo de Técnico do Seguro Social/Edital nº1 – INSS, de 12 de setembro de 2022. 
Língua Portuguesa: 1. Compreensão e Interpretação de textos. / 2. Tipologia textual (sequências narrativa, descritiva, argumentativa, expositiva, injuntiva e dialogal). 
/ 3. Ortografia oficial. / 4. Acentuação gráfica. / 5. Emprego e descrição das classes de palavras. / 6. Emprego do sinal indicativo de crase / 7. Sintaxe da oração e 
do período. 8. Pontuação / 9. Concordância nominal e verbal /10. Regências nominal e verbal. / 11. Significação das palavras / 12. REDAÇÃO DE CORRESPONDENCIAS 
OFICIAIS (CONFORME Manual de Redação da Presidência da República). 
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EXERCÍCIOS SOBRE INTERPRETAÇÃO 
TEXTO PARA INTERPRETAÇÃO - II 
 
MODOS DE DIZER 
Uma vez um rei sonhou que todos os seus dentes lhe foram caindo da 
boca, um após outro, até não ficar nenhum. Era no tempo em que havia magos e 
adivinhos. O rei mandou chamar um deles, referiu-lhe o sonho e pediu-lhe que o 
decifrasse. O adivinho levou a mão à testa, pensou, pensou, consultou a sua ciência e disse: 
– Saiba Vossa Majestade que a significação do seu sonho é a seguinte: está para lhe suceder uma grande infelicidade. 
Todos os seus parentes, a rainha, os seus filhos, netos, irmãos, todos vão morrer sem ficar um só ante os olhos de Vossa 
Majestade. 
O rei entrou em cólera, ficou muito irritado e, chamando os guardas do palácio, mandou decepar a cabeça do 
adivinho que lhe profetizara coisas tão tristes. 
Estava o rei muito acabrunhado com o vaticínio, quando se aproximou um cortesão e lhe aconselhou que consultasse 
outro adivinho, porque a interpretação do primeiro podia estar errada e não devia Sua Majestade se afligir em vão. 
O rei adotou o conselho, mandou chamar outro mago e lhe narrou o mesmo sonho, pedindo que o decifrasse. 
O adivinho levou a mão à testa, pensou, pensou, consultou a sua ciência e disse: 
– Saiba Vossa Majestade que o seu sonho significa o seguinte: Vossa Majestade terá muitos anos de vida. Nenhum 
dos seus parentes lhe sobreviverá. Nem mesmo o mais moço e mais forte deles terá o desgosto de chorar a perda de Vossa 
Majestade. 
O rei, muito satisfeito, mandou encher o adivinho de presentes, deu-lhe muitas moedas de ouro, muitos diamantes, 
roupas de seda bordadas e um palácio para morar, nomeando-o adivinho oficial do reino. 
No entanto, o segundo mago, que recebeu tais prêmios, disse a mesma coisa que o primeiro, que foi degolado. A 
única diferença foi a linguagem que ele empregou. Esta fez que ele recebesse prêmio em vez de castigo. 
(Mário Bachelet. Antologia Portuguesa. FTD, São Paulo, 1965) 
Interpretação do texto. 
1. Cada um dos magos, antes de expor ao rei o significado do sonho, levou a mão à testa para, com este gesto, indicar… 
a. ( ) medo da reação do rei 
b. ( ) concentração de pensamento 
c. ( ) respeito diante do rei 
d. ( ) indecisão sobre o que falar 
 
2. O rei ficou muito triste com o que o primeiro mago lhe dissera porque… 
a. ( ) soube que logo perderia todos os seus familiares 
b. ( ) soube que não viveria muito tempo 
c. ( ) soube que ficaria sem o seu trono 
 
3. O segundo adivinho não provocou a irritação do rei. Por quê? 
a. ( ) Porque ele deu a interpretação errada do sonho 
b. ( ) Porque ele ficou calado diante do rei. 
c. ( ) Porque ele apresentou o significado do sonho de modo agradável 
 
4. A interpretação do segundo adivinho causou no rei a sensação de… 
a.( ) tristeza b. ( ) admiração c. ( ) satisfação d. ( ) ira 
 
5. A interpretação foi a mesma dada pelos dois magos. Qual a diferença existente entre uma e outra que levou o rei a ter 
reações diferentes? 
a. ( ) O primeiro mago enfatizou o lado ruim do sonho (a morte de todos os familiares do rei); o segundo mago enfatizou o 
lado bom do sonho (o rei iria viver muito). 
b. ( ) O primeiro mago usou de palavras grosseiras para dar a explicação do sonho; o segundo mago ficou calado diante do 
rei. 
 
6. O texto de Mário Bachelet ensina que… 
a. ( ) é melhor ficar calado para não sofrer as consequências. 
b. ( ) não se deve dizer a verdade para não irritar os poderosos. 
Hora de Estudar em casa! 
Terça-Feira 
GABARITO 
1. b 
2. a 
3. c 
4. c 
5. a 
6. c 
 
Conteúdo Programático para o provimento de vagas no cargo de Técnico do Seguro Social/Edital nº1 – INSS, de 12 de setembro de 2022. 
Língua Portuguesa: 1. Compreensão e Interpretação de textos. / 2. Tipologia textual (sequências narrativa, descritiva, argumentativa, expositiva, injuntiva e dialogal). 
/ 3. Ortografia oficial. / 4. Acentuação gráfica. / 5. Emprego e descrição das classes de palavras. / 6. Emprego do sinal indicativo de crase / 7. Sintaxe da oração e 
do período. 8. Pontuação / 9. Concordância nominal e verbal / 10. Regências nominal e verbal. / 11. Significação das palavras / 12. REDAÇÃO DE CORRESPONDENCIAS 
OFICIAIS (CONFORME Manual de Redação da Presidência da República). 
11 
 
c. ( ) para tudo há dois modos de dizer a mesma coisa: o agradável e o desagradável. 
 
Exercícios de interpretação de texto 
 
A interpretação de texto envolve a leitura e a compreensão de textos escritos. A 
dificuldade para interpretar textos é resultado de uma leitura menos atenta, sendo um 
problema que pode acompanhar a vida do estudante desde muito cedo. 
Abaixo, você pode conferir 5 exercícios de interpretação de texto que foram utilizados 
em processos de seleção de alunos para o ensino médio e para o ensino superior 
(vestibular e Enem) e Concursos Públicos. Além disso, também contemplamos exercícios de nível fundamental, médio/técnico e 
superior. 
Teste agora seus conhecimentos e confira a sua capacidade de leitura e interpretação de textos. 
 
Questões de interpretação e compreensão de textos 
1. (Fuvest 2014 - Primeira Fase) 
 
 
O emprego de aspas em uma dada expressão pode servir, inclusive, para indicar que ela 
I. foi utilizada pelo autor com algum tipo de restrição; 
II. pertence ao jargão de uma determinada área do conhecimento; 
III. contém sentido pejorativo, não assumido pelo autor. 
 
Considere as seguintes ocorrências de emprego de aspas presentes no texto: 
A. “pós-moderna” (L. 1); 
B. “mau uso” (L. 2); 
C. “livre jogo do mercado” (L.6); 
D. “livre” (L. 7); 
E. “resto do mundo” (L. 9). 
 
As modalidades I, II e III de uso de aspas, elencadas acima, verificam-se, respectivamente, em 
a) A, C e E 
b) B, C e D 
c) C, D e E 
d) A, B e E 
e) B, D e A 
 
2. (Enem 2012 - Segundo Dia) “Ele era o inimigo do rei”, nas palavras de seu biógrafo, Lira Neto. Ou, ainda, “um romancista que colecionava 
desafetos, azucrinava D. Pedro II e acabou inventando o Brasil”. Assim era José de Alencar (1829-1877), o conhecido autor de O guarani e Iracema, 
tido como o pai do romance no Brasil. 
Além de criar clássicos da literatura brasileira com temas nativistas, indianistas e históricos, ele foi também folhetinista, diretor de jornal, autor de 
peças de teatro, advogado, deputado federal e até ministro da Justiça. Para ajudar na descoberta das múltiplas facetas desse personagem do 
século XIX, parte de seu acervo inédito será digitalizada. 
História Viva, n.° 99, 2011. 
Com base no texto, que trata do papel do escritor José de Alencar e da futura digitalização de sua obra, depreende-se que 
a) a digitalização dos textos é importante para que os leitores possam compreender seus romances. 
b) o conhecido autor de O guarani e Iracema foi importante porque deixou uma vasta obra literária com temática atemporal. 
c) a divulgação das obras de José de Alencar, por meio da digitalização, demonstra sua importância para a história do Brasil Imperial. 
d) a digitalização dos textos de José de Alencar terá importante papel na preservação da memória linguística e da identidade nacional. 
e) o grande romancista José de Alencar é importante porque se destacou por sua temática indianista. 
 
Hora de Estudar em casa! 
Quarta-feira 
Conteúdo Programático para o provimento de vagas no cargo de Técnico do Seguro Social/Edital nº1 – INSS, de 12 de setembro de 2022. 
Língua Portuguesa: 1. Compreensão e Interpretação de textos. / 2. Tipologia textual (sequências narrativa, descritiva, argumentativa, expositiva, injuntiva e dialogal). 
/ 3. Ortografia oficial. / 4. Acentuação gráfica. / 5. Emprego e descrição das classes de palavras. / 6. Emprego do sinal indicativo de crase / 7. Sintaxe da oração e 
do período. 8. Pontuação / 9. Concordância nominal e verbal / 10. Regências nominal e verbal. / 11. Significaçãodas palavras / 12. REDAÇÃO DE CORRESPONDENCIAS 
OFICIAIS (CONFORME Manual de Redação da Presidência da República). 
12 
 
3. (Enem 2012 - Segundo Dia) A substituição do haver por ter em construções existenciais, no português do Brasil, corresponde a um dos 
processos mais característicos da história da língua portuguesa, paralelo ao que já ocorrera em relação à aplicação do domínio de ter na área 
semântica de “posse”, no final da fase arcaica. 
Mattos e Silva (2001:136) analisa as vitórias de ter sobre haver e discute a emergência de ter existencial, tomando por base a obra pedagógica de 
João de Barros. Em textos escritos nos anos quarenta e cinquenta do século XVI, encontram-se evidências, embora raras, tanto de ter “existencial”, 
não mencionado pelos clássicos estudos de sintaxe histórica, quanto de haver como verbo existencial com concordância, lembrado por Ivo Castro, 
e anotado como “novidade” no século XVIII por Said Ali. 
Como se vê, nada é categórico e um purismo estreito só revela um conhecimento deficiente da língua. Há mais perguntas que respostas. Pode-se 
conceber uma norma única e prescritiva? É válido confundir o bom uso e a norma com a própria língua e dessa forma fazer uma a valiação crítica e 
hierarquizante de outros usos e, através deles, dos usuários? Substitui-se uma norma por outra? 
CALLOU, D. A propósito de norma, correção e preconceito linguístico: do presente para o passado, In: Cadernos de Letras da UF F, n.° 36, 2008. Disponível em: www.uff.br. Acesso em: 26 fev. 2012 (adaptado). 
Para a autora, a substituição de “haver” por “ter” em diferentes contextos evidencia que: 
a) o estabelecimento de uma norma prescinde de uma pesquisa histórica. 
b) os estudo clássicos de sintaxe histórica enfatizam a variação e a mudança na língua. 
c) a avaliação crítica e hierarquizante dos usos da língua fundamenta a definição da norma. 
d) a adoção de uma única norma revela uma atitude adequada para os estudos linguísticos. 
e) os comportamentos puristas são prejudiciais à compreensão da constituição linguística. 
 
4. (UERJ - 2016/1) “Todo abacate é verde. O incrível Hulk é verde. O incrível Hulk é um abacate.” 
Todo argumento pode se tornar um sofisma: um raciocínio errado ou inadequado que nos leva a conclusões falsas ou 
improcedentes. 
O último parágrafo do texto é um exemplo de sofisma, considerando que, da constatação de que todo abacate é verde, não se pode 
deduzir que só os abacates têm cor verde. 
Esse é o tipo de sofisma que adota o seguinte procedimento: 
a) enumeração incorreta 
b) generalização invertida 
c) representação imprecisa 
d) exemplificação inconsistente 
 
5. (ETEC - 2017/1) "Em um mundo marcado por conflitos em diferentes regiões, as operações de manutenção da paz das Nações Unidas são a 
expressão mais visível do compromisso solidário da comunidade internacional com a promoção da paz e da segurança. 
Embora não estejam expressamente mencionadas na Carta da ONU, elas funcionam como instrumento para assegurar a presença dessa 
organização em áreas conflagradas, de modo a incentivar as partes em conflito a superar suas disputas por meio pacífico – razão pela qual não 
devem ser vistas como forma de intervenção armada." 
Acesso em: 26.08.2016. Adaptado. 
Historicamente, o Brasil envia soldados para participar de operações de paz. Em 2004, foi criada pelo Conselho de Segurança da ONU a Missão das 
Nações Unidas para Estabilização do Haiti (Minustah). 
De acordo com o texto, essa missão foi criada para 
a) restabelecer a segurança e normalidade institucional do Haiti após sucessivos episódios de turbulência política e de violência, que marcaram 
esse país no início do século XXI. 
b) atacar os garimpos ilegais de diamantes no interior do Haiti, que usavam mão de obra infantil nas minas onde esse minério é encontrado. 
c) combater o narcotráfico comandado pelo Cartel de Medelin, que a partir do Haiti distribuía drogas para todos os países da América Latina. 
d) acabar com os problemas ambientais crônicos no Haiti, pois esse país era o principal responsável pela poluição ambiental no Caribe. 
e) extinguir a rede de trabalho escravo existente no Haiti, que utilizava esse tipo de mão de obra nas plantações de soja e trigo. 
 
 
 
 
 
 
 
 Faça um resumo de toda a matéria estudada. 
 
 
 
 
 Estude toda a matéria da semana. 
1. Alternativa a: A, C e E. 
2. Alternativa d: a digitalização dos textos de José de Alencar terá importante papel na preservação da memória linguística e da identidade nacional. 
3. Alternativa e: os comportamentos puristas são prejudiciais à compreensão da constituição linguística. 
4. Alternativa b: generalização invertida. 
5.Alternativa a: restabelecer a segurança e normalidade institucional do Haiti após sucessivos episódios de turbulência política e de violência, que marcaram esse 
país no início do século XXI. 
 
Hora de Estudar em casa! 
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Hora de Estudar em casa! 
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