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LARANJA MECÂNICA Processos de subjetivação FILME Há leis impostas pelo governos, as quais ditam regras da sociedade. Contudo, no mundo distópico do filme é possível ver em grandes cenas que não existem leis aplicáveis para as ações. Gestos empáticos nessa distopia são sinônimos de vulnerabilidade. Ao ser traído por seus companheiros o protagonista é mandado para uma instituição, com o intuito de "pagar" por seus atos. A instituição tem como objetivo modificar as formas de pensar do indíviduo por meio de relações de poder e subimissão. Em troca da prisão - uma instituição total - o protagonista prefere fazer parte de um experimento. O governo quer se livrar dos prisioneiros que estão ocupando espaço, com intuito de "matar o reflexo criminoso". Esse experimento, contudo, exerce os mesmos objetivos da instituição. Modelagem feita de uma forma objetiva, por meio de vídeos. Faz com que o processo de condicionamento de Alex tenha funcionado, tornando-o parte dos oprimidos. Existe existência da abordagem do corpo sob óptica do poder e sob diferentes técnicas desse poder, as quais foram muito utilizadas no âmbito institucional de escolas, hospitais e prisões. Realizando abusos e violência Assistindo os abusos e violências GOVERNO DE SI E DO OUTRO Relações são inevitáveis em uma sociedade. O EU depende da relação com o OUTRO. Existe a necessidade da relação com o outro. Não se pode cuidar de si sem se relacionar com o outro. O cuidar de si durante toda a vida caracteriza-se como um princípio de formação do sujeito. O cuidado demasiado pode colocar o corpo em evidência e o instrumentalizar. A maior proporção do conhecimento sobre o corpo estabeleceu-se nas relações de poder exercidas sobre o mesmo. As dificuldades enfrentadas hoje estão vinculadas no poder enraizado sobre o corpo. Agressivo abusivo viola os direitos das pessoas Sofrimento Medroso Passa por situações que causou pra as outras pessoas Tratamento ludovico Poder As relações de poder se pautam em opressores e oprimidos onde uns modelam e outros são modelados. Alex detém o poder no ínicio, sendo um opressor. Onde, após o tratamento se torna um oprimido. Governo Governo como uma instituição total. Hierárquico. Panóptico/Vilância/Controle. Moldelador de subjetividades por meio das leis - Modelagem objetiva. Ações O poder do déspota e da legitimidade do que vem de fora governar. Ações pautadas nas questões: O mito da soberania . O estabelecimento jurídico da paz. Soberania e estabelecimento jurídico O que da segurança é a ideia de que o controle sustenta a continuação dos valores e das crenças para o bem viver. Leis permitem que o mito do déspota exista e seja capaz de organizar relações cotidianas. Sem leis não há capacidade de organizar uma relação social coletiva. IGREJA A igreja tem papel no filme. Acredita que o indivíduo deve ser responsável por suas ações, e somente o perdão de Deus e arrependimentos fazem parte da reabilitação. Mostranso uma Ideologia Religiosa presente. MINISTRO Representando o governo. Mostra como o poder faz com que as pessoas hajam. Faz o necessário para manter seu papel de "enganar" o povo. Mantendo a relação de opressor-oprimido. FRANK ALEXANDER Consegue sair da alienação. Sendo contra o tratamento Ludovico feito em Alex. Enxerga o fato do governo ser totalitário. Contudo, quando possível exercer poder sobre Alex ele o exerce. ALEXANDER DELARGE Submetido ao tratamento Ludovico. Muda sua personalidade. Antes opressor, agora submisso. DIM E GEORGIE Parte da gangue de Alex. Traem Alex e se tornam policiais. Utilizam do poder do status de policiais para exercerem vinganças. ROTAS DE FUGA Para constituir-se como sujeito o indivíduo deve conseguir se reconhecer e configurar como um ser histórico, reconhecendo seus limites. A pessoa sai do sistema quando reconhece o estado de dominação no qual está, saindo do aprisionamento no qual está inserido. O poder disciplinar aplicado em Alex o condicionou em uma sociedade na qual antes ele era agressivo a se tornar passivo. O governo com intuito de retirar de si o "reflexo criminoso". Utilizou de um poder disciplinar - tratamento Ludovico - que instraurava a domesticação e docialização do ser.