Logo Passei Direto
Buscar
Material
páginas com resultados encontrados.
páginas com resultados encontrados.
left-side-bubbles-backgroundright-side-bubbles-background

Crie sua conta grátis para liberar esse material. 🤩

Já tem uma conta?

Ao continuar, você aceita os Termos de Uso e Política de Privacidade

left-side-bubbles-backgroundright-side-bubbles-background

Crie sua conta grátis para liberar esse material. 🤩

Já tem uma conta?

Ao continuar, você aceita os Termos de Uso e Política de Privacidade

left-side-bubbles-backgroundright-side-bubbles-background

Crie sua conta grátis para liberar esse material. 🤩

Já tem uma conta?

Ao continuar, você aceita os Termos de Uso e Política de Privacidade

left-side-bubbles-backgroundright-side-bubbles-background

Crie sua conta grátis para liberar esse material. 🤩

Já tem uma conta?

Ao continuar, você aceita os Termos de Uso e Política de Privacidade

left-side-bubbles-backgroundright-side-bubbles-background

Crie sua conta grátis para liberar esse material. 🤩

Já tem uma conta?

Ao continuar, você aceita os Termos de Uso e Política de Privacidade

left-side-bubbles-backgroundright-side-bubbles-background

Crie sua conta grátis para liberar esse material. 🤩

Já tem uma conta?

Ao continuar, você aceita os Termos de Uso e Política de Privacidade

left-side-bubbles-backgroundright-side-bubbles-background

Crie sua conta grátis para liberar esse material. 🤩

Já tem uma conta?

Ao continuar, você aceita os Termos de Uso e Política de Privacidade

left-side-bubbles-backgroundright-side-bubbles-background

Crie sua conta grátis para liberar esse material. 🤩

Já tem uma conta?

Ao continuar, você aceita os Termos de Uso e Política de Privacidade

left-side-bubbles-backgroundright-side-bubbles-background

Crie sua conta grátis para liberar esse material. 🤩

Já tem uma conta?

Ao continuar, você aceita os Termos de Uso e Política de Privacidade

left-side-bubbles-backgroundright-side-bubbles-background

Crie sua conta grátis para liberar esse material. 🤩

Já tem uma conta?

Ao continuar, você aceita os Termos de Uso e Política de Privacidade

Prévia do material em texto

SAÚDE DA MULHER 
FOCO RESUMOS 
POR: 
MARIA CAROLINA ARAÚJO 
Licenciado para - C
inthia M
artins da C
ruz - 35943098860 - P
rotegido por E
duzz.com
Olá, tudo bem? Gostaríamos de te agradecer por adquirir um material do @focoresumos. 
O nosso material é feito com amor para te ajudar a alcançar o seus objetivos nos 
estudos. Esperamos que você goste e que se sinta bem ao estudar.
 
 
Este conteúdo destina-se exclusivamente a exibição privada. É proibida toda forma de 
reprodução, distribuição ou comercialização do conteúdo. Qualquer meio de 
compartilhamento, seja por google drive, torrent, mega, whatsapp, redes sociais ou 
quaisquer outros meios se classificam como ato de pirataria, conforme o art. 184 do 
Código Penal. 
 Caso haja pirataria do material, o cliente registrado no produto estará sujeito a 
responder criminalmente, conforme o artigo 184 do Código Penal com pena de 3 meses a 
4 anos de reclusão ou multa de até 10x o valor do produto adquirido (segundo o artigo 102 
da Lei nº 9.610)
 
 
 Entretanto, acreditamos que você é uma pessoa de bem que está buscando se capacitar 
através dos estudos e que jamais faria uma coisa dessa não é? A equipe Foco Resumos 
agradece a compreensão e deseja a você um ótimo estudo.
 
 
 
 
 Está com alguma dúvida? Envia para suporte@focoresumos.com
SAÚDE DA MULHER
Licenciado para - C
inthia M
artins da C
ruz - 35943098860 - P
rotegido por E
duzz.com
1.BASES MORFOLÓGICAS E FUNCIONAIS DO SISTEMA GENITAL FEMININO......................................................01
1.1 DEFINIÇÃO..................................................................................................................................................................01
1.2 COMPONENTES (ORGÃOS EXTERNOS E INTERNOS)........................................................................................01
1.3 CICLO MENSTRUAL..................................................................................................................................................02
1.4 FASES DO CICLO MENSTRUAL...............................................................................................................................02
2. SAÚDE SEXUAL E REPRODUTIVA (PLANEJAMENTO FAMILIAR )........................................................................03
2.1 DEFINIÇÃO................................................................................................................................................................03
2.2 DIREITOS REPRODUTIVOS.....................................................................................................................................03
2.3 DIREITOS SEXUAIS.................................................................................................................................................. 03
2.4 MÉTODOS ANTICONCEPÇÃO..............................................................................................................................03
2.5 MÉTODOS COMPORTAMENTAIS........................................................................................................................ 03
2.6 MÉTODOS DE BARREIRA........................................................................................................................................04
2.7 MÉTODOS CONTRACEPTIVOS DEFINITIVOS.....................................................................................................05
 2.8 MÉTODOS HORMONAIS.......................................................................................................................................05
2.9 MULHERES EM AMAMENTAÇÃO...........................................................................................................................06
2.10 DIU E IMPLANTES HORMONAIS..........................................................................................................................06
2.11 ANTICONCEPÇÃO DE EMERGÊNCIA...................................................................................................................06
3. CANCÊR DE COLO DE ÚTERO....................................................................................................................................07
3.1 DEFINIÇÃO................................................................................................................................................................07
3.2 FATORES DE RISCO ................................................................................................................................................07
3.3 HPV ............................................................................................................................................................................07
3.4 NEOPLASIA INTRAEPITELIAL CERVICAL (NIC)....................................................................................................07
3.5 MANIFESTAÇÕES CLÍNICAS...................................................................................................................................08
3.6 DIAGNÓSTICO.........................................................................................................................................................08
3.6 EXAME CITOPATOLÓGICO....................................................................................................................................09
3.7 TRATAMENTO...........................................................................................................................................................09
3.8 PREVENÇÃO............................................................................................................................................................. 09
SAÚDE DA MULHER
Licenciado para - C
inthia M
artins da C
ruz - 35943098860 - P
rotegido por E
duzz.com
4. PRÉ NATAL DE BAIXO RISCO.....................................................................................................................................10
4.1 DIAGNÓSTICO DE GRAVIDEZ.............................................................................................................................10
4.2 CÁLCULO DA IDADE GESTACIONAL (IG).........................................................................................................10 
4.3 DATA PROVAVEL DO PARTO (DPP)....................................................................................................................11
4.4 MANOBRAS DE LEOPOLD ....................................................................................................................................11
4.5 AUSCULTA DOS BATIMENTOS CARDIOFETAIS................................................................................................12
4.6 VACINAÇÃO NA GESTAÇÃO................................................................................................................................12
4.7 PRESCRIÇÃO DE SUPLEMENTOS ALIMENTARES...............................................................................................13
5. MECANISMO DO PARTO.............................................................................................................................................14
5.1 DEFINIÇÃO................................................................................................................................................................14
5.2 MECANISMO DO PARTO EM VÉRTICE.................................................................................................................14
5.3 ESTÁGIOS DO PARTO.............................................................................................................................................14
5.4 INSINUAÇÃO............................................................................................................................................................14
5.5 DESCIDA...................................................................................................................................................................14
5.6ROTAÇÃO INTERNA................................................................................................................................................14
5.7 INSINUAÇÃO DAS ESPADUAS................................................................................................................................15
5.8 DESPRENDIMENTO ................................................................................................................................................15
5.9 ROTAÇÃO EXTERNA................................................................................................................................................15
5.10 PARTO......................................................................................................................................................................15
5.11 PERÍODOS E FASES DO TRABALHO DE PARTO..................................................................................................16
SAÚDE DA MULHER
Licenciado para - C
inthia M
artins da C
ruz - 35943098860 - P
rotegido por E
duzz.com
BASES MORFOLÓGICAS E FUNCIONAISBASES MORFOLÓGICAS E FUNCIONAISBASES MORFOLÓGICAS E FUNCIONAIS 
DO SISTEMA GENITAL FEMININODO SISTEMA GENITAL FEMININODO SISTEMA GENITAL FEMININO 
DEFINIÇÃODEFINIÇÃODEFINIÇÃO
Tem como função de produzir gametas
femininos e fornecer um local adequado para a
ocorrência da fecundação e desenvolvimento
embrionário. Além de executar atividade motora
suficiente para expelirum novo ser;
COMPONENTESCOMPONENTESCOMPONENTES
ORGÃOS 
INTERNOS: 
Ovários, tubas 
uterinas,útero, 
vagina
ORGÃOS 
EXTERNOS: Vulva, 
formada pelos 
lábios maiores, 
lábios menores, 
vestíbulo, clitóris e 
monte púbico;
ÚTERO: Possui três partes principais: o corpo, o
fundo e o colo uterino. Sua parede é formada por
três camadas: a mais externa, uma camada
delgada serosa, a intermediária (miométrio), que
é formado por músculo liso, e a mais interna
(endométrio) que é ricamente vascularizada, e é
parcialmente eliminada na menstruação. É nesse
órgão que o bebê se desenvolve.
VAGINA: É um órgão feminino muscular elástico.
Atua para a cópula, sendo o local onde o sêmen é
depositado. E serve de canal de saída tanto para o
fluxo menstrual quanto para o bebê no momento
de parto normal. 
PEQUENOS LÁBIOS: São duas dobras sem pelos
e possui um revestimento intermediário entre
pele e mucosa. Eles delimitam a região onde está
localizada a abertura da vagina e da uretra
GRANDES LÁBIOS: São duas dobras de pele que
recobrem uma grande quantidade de tecido
adiposo. A superfície externa apresenta pelos.
Eles circundam e garantem proteção ao restante
da vulva.
VESTÍBULO: é a fenda localizada entre os
pequenos lábios, onde está a abertura da vagina e
da uretra. No vestíbulo é possível observar as
chamadas glândulas vestibulares, que secretam
muco.
CLITÓRIS: é formado por tecido erétil e destaca-
se por ser uma região altamente sensível à
estimulação devido à grande presença de
terminações nervosas.
01
FOCO RESUMOS 
OVÁRIOS: São estruturas que apresentam como
função a produção dos gametas femininos
(ovócitos secundários) e dos hormônios
femininos (estrógeno e progesterona);
TUBAS UTERINAS: Sua finalidade é captar o
ovócito e mantê‐lo até o momento da
fecundação. Caso haja fecundação, ela é
responsável por transportar o zigoto em
clivagem até o útero.
Licenciado para - C
inthia M
artins da C
ruz - 35943098860 - P
rotegido por E
duzz.com
FOLICULAR
Inicia no primeiro dia da
menstruação. Nesse
período, o endométrio é
expelido, pois não houve
gravidez. O corpo
começa se preparar para
um novo ciclo e, para
isso, a hipófise estimula a
produção do hormônio
FSH (hormônio folículo-
estimulante), que é
responsável por
estimular o crescimento
dos folículos ovarianos
(estruturas na qual os
óvulos se desenvolvem). 
OVULATÓRIA
A ovulação é o principal
evento da fase
ovulatória, que ocorre
exatamente na metade
do ciclo menstrual, no 14º
dia. O aumento da
produção de LH
(hormônio luteinizante)
nessa fase finaliza o
amadurecimento do
óvulo, que, cerca de 36
horas depois, é liberado
e se encaminha para as
tubas uterinas.
LÚTEA
Inicia-se após a ovulação, ou
seja, após a liberação do
ovócito pelo ovário. É quando
ocorre a formação do chamado
corpo lúteo responsável pela
produção de estrogênio e
progesterona.
fases do ciclo menstrualfases do ciclo menstrualfases do ciclo menstrual
ciclo menstrualciclo menstrualciclo menstrual
É um conjunto de modificações que ocorrem no
endométrio e que apresentam umaduração
médiade 28 dias. 
BASES MORFOLÓGICAS E FUNCIONAISBASES MORFOLÓGICAS E FUNCIONAISBASES MORFOLÓGICAS E FUNCIONAIS 
DO SISTEMA GENITAL FEMININODO SISTEMA GENITAL FEMININODO SISTEMA GENITAL FEMININO 
ANOTAÇÕESANOTAÇÕESANOTAÇÕES 
________________________________
________________________________
________________________________
________________________________
________________________________
________________________________
________________________________
________________________________
________________________________
________________________________
________________________________
02
FOCO RESUMOS 
Licenciado para - C
inthia M
artins da C
ruz - 35943098860 - P
rotegido por E
duzz.com
DEFINIÇÃODEFINIÇÃODEFINIÇÃO
T
LEI Nº 9.263.1996 - As ações são
definidas e amparadas por lei, e
voltadas para o fortalecimento
dos direitos sexuais e
reprodutivos e se baseiam em
ações clínicas, preventivas e
educativas.
DIREITOS REPRODUTIVOSDIREITOS REPRODUTIVOSDIREITOS REPRODUTIVOS 
DIREITOS SEXUAISDIREITOS SEXUAISDIREITOS SEXUAIS 
- Viver e expressar livremente a sexualidade sem
violência, discriminações e imposições, e com
total respeito pelo corpo do(a) parceiro(a); 
- Escolher o(a) parceiro(a) sexual;
- Viver plenamente a sexualidade sem medo,
vergonha, culpa e falsas crenças;
- Viver a sexualidade, independentemente de
estado civil, idade ou condição física;
- Escolher se quer ou não quer ter relação sexual;
- Expressar livremente sua orientação sexual:
heterossexualidade,homossexualidade,
bissexualidade; 
- Ter relação sexual, independentemente da
reprodução. 
- Sexo seguro para prevenção da gravidez e de
doenças sexualmente transmissíveis (DST) e
Aids;
Decidirem, de forma livre e responsável, se
querem ou não ter filhos, quantos filhos
desejam ter e em que momento de suas
vidas;
 Acesso a informações, meios, métodos e
técnicas para ter ou não ter filhos;
 Exercer a sexualidade e a reprodução livre de
discriminação, imposição e violência.
SAÚDE SEXUAL E REPRODUTIVASAÚDE SEXUAL E REPRODUTIVASAÚDE SEXUAL E REPRODUTIVA
 (PLANEJAMENTO FAMILIAR)(PLANEJAMENTO FAMILIAR)(PLANEJAMENTO FAMILIAR)
03
 - Serviços de saúde que garantam privacidade,
sigilo e um atendimento de qualidade, sem
discriminação;
 - O direito à informação e à educação sexual e
reprodutiva.
MÉTODOSMÉTODOSMÉTODOS DE ANTICONCEPÇÃODE ANTICONCEPÇÃODE ANTICONCEPÇÃO
MÉTODOS COMPORTAMENTAIS
Consiste em evitar relações sexuais durante o
período fértil
OGINO-KNAUS 
(TABELINHA)
Calculo feito de acordo 
com o ciclo menstrual. 
Consiste em suspender 
as relações sexuais no 
período fértil, só 
funciona para quem 
tem o ciclo regular
TEMPERATURA 
BASAL
Deve anotar as
temperaturas 
diariamente e construir 
um gráfico. Esta 
permanecerá elevada 
até a próxima 
menstruação. O 
terceiro dia após a 
elevação da 
temperatura é 
considerado o fim do 
período fértil
FOCO RESUMOS 
Licenciado para - C
inthia M
artins da C
ruz - 35943098860 - P
rotegido por E
duzz.com
MUCO CERVICAL 
(BILLINGS)
 A mulher precisa 
observar e 
reconhecer o tipo de 
secreção presente no 
colo do útero
COITO 
INTERROMPIDO
Retirada do pênis 
antes da ejaculação
SINTO-TÉRMICO
Uso combinado dos 
três métodos 
descritos acima, além 
de outros sinais que 
podem contribuir 
para detectar a 
ovulação de modo 
mais preciso.
MÉTODOSMÉTODOSMÉTODOS DE ANTICONCEPÇÃODE ANTICONCEPÇÃODE ANTICONCEPÇÃO
SAÚDE SEXUAL E REPRODUTIVASAÚDE SEXUAL E REPRODUTIVASAÚDE SEXUAL E REPRODUTIVA
 (PLANEJAMENTOFAMILIAR)(PLANEJAMENTO FAMILIAR)(PLANEJAMENTO FAMILIAR)
MÉTODOS DE BARREIRA 
Evitam a gravidez porque
impedem o acesso dos
espermatozóides ao útero,
através de obstáculos
mecânicos, químicos ou
mistos. 
PRESERVATIVOS 
(MASCULINOS E 
FEMININOS)
Além de evitar a 
gravidez, é o único 
método comprovado 
para prevenir as IST'S
DIAFRAGMA 
Impede que os 
espermatozóides 
atinjam o útero e 
cheguem às tubas 
uterinas, devendo ser 
utilizado junto com um 
espermicida para ter 
uma maior segurança
ESPERMATICIDAS
 Substâncias que 
provocam a ruptura da 
membrana das células 
dos esperma tozoides, 
matando-os ou 
retardando sua pas 
sagem pelo canal 
cervical.
CAPUZ CERVICAL 
É usado com 
espermicida 
colocando-o dentro da 
vagina para tampar o 
colo do útero
ESPONJAS 
VAGINAIS 
Dentro da esponja 
existe um espermicida 
chamado Nonoxynol-9 
que é liberado no canal 
vaginal e impede a 
movimentação 
adequada dos 
espermatozoides
FOCO RESUMOS 
04
Licenciado para - C
inthia M
artins da C
ruz - 35943098860 - P
rotegido por E
duzz.com
FOCO RESUMOS 
progestogênio 
+ estrogênios
MÉTODOSMÉTODOSMÉTODOS CONTRACEPTIVOSCONTRACEPTIVOSCONTRACEPTIVOS 
São métodos contraceptivos definitivos que
promovem a esterilização. Podem ser realizados
tanto na mulher, por meio da laqueadura como
no homem, através da vasectomia. 
MÉTODOS HORMONAISMÉTODOS HORMONAISMÉTODOS HORMONAIS 
São comprimidos ou injetáveis compostos de
hormônios esteróides isolados ou em associação
com outros hormônios, inibindo a ovulação e
tornando o muco cervical espesso, o que impede
a passagem dos espermatozóides.
pílula 
combinada 
progestogênio 
ou minipílulas 
progestogênio 
uso trimestral - 
indicado para lactantes
uso mensal - NÃO 
indicado para lactantes
21, 22 ou 28 
comprimidos - Inicia no 
1º até 5º dia do ciclo 
menstrual 
28 a 35 comprimidos 
(sem interrupção) - Nas 
lactentes: inicia 6 
semanas pós parto
_
_
_
05
LAQUEADURA(MULHERES): Método cirúrgico
em que as tubas uterinas são amarradas e
seccionadas para impedir que os
espermatozoides migrem ao encontro do óvulo,
impedindo a fertilização; 
VASECTOMIA (HOMENS): Procedimento que
secciona o canal deferente (tubo que conduz o
esperma para a uretra) o que impede a presença
de espermatozóides no seu sêmen, e assim não
pode fecundar o óvulo.
 LEI Nº 9.263.1996 
 - Pessoas com mais de 25 anos ou pelo
menos 2 filhos vivos;
 - Naqueles casos em que há risco de vida
para a mulher ou para o futuro bebê;
SAÚDE SEXUAL E REPRODUTIVASAÚDE SEXUAL E REPRODUTIVASAÚDE SEXUAL E REPRODUTIVA
 (PLANEJAMENTO FAMILIAR)(PLANEJAMENTO FAMILIAR)(PLANEJAMENTO FAMILIAR)
DEFINITIVOSDEFINITIVOSDEFINITIVOS
ORAIS 
_
INJETÁVEIS 
 (IM)
Licenciado para - C
inthia M
artins da C
ruz - 35943098860 - P
rotegido por E
duzz.com
MULHERES EM AMAMENTAÇÃOMULHERES EM AMAMENTAÇÃOMULHERES EM AMAMENTAÇÃO 
MINIPÍLULA + AMAMENTAÇÃO 
progesterona+ prolactina 
= BARREIRA que impede uma 
nova gravidez durante a 
amamentação 
DIU E IMPLANTES HORMONAISDIU E IMPLANTES HORMONAISDIU E IMPLANTES HORMONAIS
DIU: Pode ser adicionado (COBRE) ou hormônios
(DIU DE MIRENA - levonorgestrel). É inserido
dentro do útero pela vagina e evita a gravidez.
Pode ser retirado quando a mulher desejar ou
caso venha provocar algum problema. 
IMPLANTES HORMONAIS: É um sistema de
silicone inserido subcutâneo, com um hormônio
no seu interior, que é liberado na corrente
sanguínea. Atua inibindo a ovulação e alterando o
muco cervical, o que impede a passagem dos
espermatozoides.
ANOTAÇÕESANOTAÇÕESANOTAÇÕES 
_________________________________
_________________________________
_________________________________
_________________________________
_________________________________
_________________________________
_________________________________
_________________________________
_________________________________
_________________________________
_________________________________
_____________________
FOCO RESUMOS 
06
ANTICONCEPÇÃO DE EMERGÊNCIAANTICONCEPÇÃO DE EMERGÊNCIAANTICONCEPÇÃO DE EMERGÊNCIA
Deve ser usado em uma situação inesperada. É
indicado para a mulher que manteve uma relação
sexual não planejada, sem uso de anticoncepcional;
consiste no uso de altas doses de pílulas
anticoncepcionais orais (contendo estrogênio +
progestogênio).
MODO DE USAR: Uso em até 72 horas após a
relação sexual
MECANISMO DE AÇÃO: 
- Atrasa ou inibe a ovulação;
- Intefere na migração dos espermatozóide;
- Impede a fecundação.
SAÚDE SEXUAL E REPRODUTIVASAÚDE SEXUAL E REPRODUTIVASAÚDE SEXUAL E REPRODUTIVA
 (PLANEJAMENTO FAMILIAR)(PLANEJAMENTO FAMILIAR)(PLANEJAMENTO FAMILIAR)
DIU IMPLANTE HORMONAL
Licenciado para - C
inthia M
artins da C
ruz - 35943098860 - P
rotegido por E
duzz.com
DEFINIÇÃODEFINIÇÃODEFINIÇÃO
T
FATORES DE RISCOFATORES DE RISCOFATORES DE RISCO 
CANCÊR DE COLO DE ÚTEROCANCÊR DE COLO DE ÚTEROCANCÊR DE COLO DE ÚTERO 
 É considerado um importante problema de
saúde que atinge as mulheres em todos o
mundo. É causado pela infecção de alguns tipos
do Papiloma vírus Humano - HPV. É caracterizado
por uma multiplicação desordenada das células
que ocorre na porção inferior do útero, podendo
atingir tecidos próximos e até mesmo os mais
distantes.
 - Infecção pelo Papilomavírus Humano (HPV);
- Inicio precoce da atividade sexual;
- Multiplicidade de parceiros sexuais;
- Tabagismo;
- Baixa condição socioeconômica;
- Imunosupressão;
- Uso prolongado de contraceptivos orais;
- Adenocarcinoma;
- Carcinoma de céulas escamosas; 
NIC I 
Desordenação de 2/3 proximais da
membrana (podem ser lesões de alto
grau) 
Desordenação em todas as camadas,
sem rompimento da membrana basal
(lesões de alto grau)
_ 
_ 
FOCO RESUMOS 
07
NEOPLASIA INTRAEPITELIALNEOPLASIA INTRAEPITELIALNEOPLASIA INTRAEPITELIAL
As lesões cervicais consideradas precursoras
possuem, do ponto de vista cito-histopatológico,
diferentes graus evolutivos classificados como
neoplasia intraepitelial cervical (NIC).
HPVHPVHPV
- O (HPV) desempenha papel central na
patogênese da doença e pode ser detectado em
99,7% dos cânceres de colo uterino;
- Em relação aos tipos com elevado potencial
oncogênico, os dois mais frequentes são os HPV
16 e 18. Mais de 90% dos casos estão
relacionados a infecções pelo HPV dos tipos 6,
11, 16 e 18;
- A infecção é condição necessária, porém não
suficiente para o desenvolvimento da doença;
- Quando a infecção se torna persistente, o
tempo entre a infecção inicial e o
desenvolvimento de displasia/câncer invasivo é
de aproximadamente 15 anos.
CERVICAL (NIC)CERVICAL (NIC)CERVICAL (NIC) 
GRAU I GRAU 2 GRAU 3
NIC II 
NIC III _ 
Como a NIC I apresenta maior probabilidade
de regredir ou de persistir do que regredir
não é considerada uma lesão percusora do
cãncer de colo de útero;
Para chegar ao câncer invasivo, a lesão não
precisa obrigatoriamente passar por todas
essas etapas (NIC I até NIC III);
O câncer geralmente se origina na zona de
transformação, uma região dinâmica entre a
junção escamocolunar (JEC).
Desordenação de 1/3 proximal da
membrana, nas camadas basais do
eptélio estratificado (lesões de baixo
grau) 
Licenciado para - C
inthia M
artins da C
ruz - 35943098860 - P
rotegido por E
duzz.com
MANIFESTAÇÕES CLÍNICASMANIFESTAÇÕES CLÍNICASMANIFESTAÇÕES CLÍNICAS 
Frequentemente assintomático;
Sangramento vaginal;
Dispareunia;
Corrimento, que pode ser aquoso, mucoide
ou purulento e fétido;
Dor pélvica.
Existe uma fase pré clínica, 
SEM SINTOMAS, com 
transformações intraepiteliais 
progressivas importantes;
CANCÊR DE COLO DE ÚTEROCANCÊR DE COLO DE ÚTEROCANCÊR DE COLO DE ÚTERO 
DIAGNÓSTICODIAGNÓSTICODIAGNÓSTICO 
Citologia (Papanicolau) - sem lesões
aparentes, e como forma de prevenção;
Colposcopia;
Biópsia;
- Em mulheres com uma lesão visível e
grosseiramente invasiva, o diagnóstico é
estabelecido pela biópsia da mesma;
- Mulheres sem lesões aparentes e com um
exame de citologia oncótica anormal devem ser
submetidas à colposcopia com biópsia dirigida
das lesões suspeitas.Um exame colposcópico
adequado deve visualizar toda a JEC e todas as
lesões suspeitas devem ser submetidas a exame
anatomopatológico.
COLETA DO MATERIAL PARA OCOLETA DO MATERIAL PARA OCOLETA DO MATERIAL PARA O
- Coleta da parte externa do cólo do útero
(ectocérvice) --> por meio de uma espátula de
madeira (espátula de Ayre);
- Coleta da parte interna do colo do útero
(endocérvice) --> por meio da escova
endocérvical.
 CITOPATOLÓGICOCITOPATOLÓGICOCITOPATOLÓGICO 
Pode ser feita em qualquer período da
gestação, preferencialmente até o 7º mês;
Deve ser feita com a espátula de Ayre;
NÃO se deve usar a escova de coleta
endocervical;
- COLETA EM GRÁVIDAS:
O protocolo de Atenção Básica: Saúde
das mulheres (BRASIL, 2016) aponta uma
exceção para a coleta da região
endocervical em gestante: em mulheres
com vínculo fragíl ao serviço e/ou não
aderentes do programa de rastreamento.
Portanto deve ser completa (na
ectocérvice e endocérvice)
08
FOCO RESUMOS 
Licenciado para - C
inthia M
artins da C
ruz - 35943098860 - P
rotegido por E
duzz.com
 interrompidos, 
depois de 64 
anos, ≥ 2 
negativos 
consecutivos 
nos últimos 5 
anos
EXAME CITOPATOLÓGICOEXAME CITOPATOLÓGICOEXAME CITOPATOLÓGICO 
 ≥ 25 anos, 
mulheres
 com 
atividade 
sexual
depois de 2 
exames 
negativos com 
intervalo anual 
 ≥ 64 anos, 
nunca 
realizaram o 
exame 
 até os 
64 anos 
 intervalo 
entre os 
exames 
 3 anos 
 realizar 2 
exames com 
intervalo de 1 
a 3 anos 
 se ambos 
forem 
negativos, são 
dispensadas
_
_
_
_
_ _
09
CANCÊR DE COLO DE ÚTEROCANCÊR DE COLO DE ÚTEROCANCÊR DE COLO DE ÚTERO 
CUIDADOS ANTES DA COLETACUIDADOS ANTES DA COLETACUIDADOS ANTES DA COLETA 
- Evitar uso de lubrificantes, espermicidas ou
medicamentos vaginais por 48 horas antes da
coleta; pois esses produtos contem substâncias
que recobrem os elementos celulares, e dificulta
a avaliação microscópica e prejudica a qualidade
da amostra;
 A recomendação de abstinência sexual prévia ao
exame, só é justificada quando são utilizados
preservativos com lubrificantes ou espermicida;
- Evitar o exame de ultrassonografia (USG) vaginal
nas 48 horas antes da coleta, devido ao conteúdo
do gel para introduzir o transdutor; 
 Climatério e pós menopausa: na eventualidade
do exame citopatológico mencionar dificuldade
diagnóstica decorrente da atrofia, realizar
estrogenização;
- O exame não deve ser feito no período
menstrual, pois a presença de sangue pode
prejudicar o diagnóstico, deve-se aguardar o 5º dia
depois do término da menstruação. Porém o
Protocolo de Atenção Básica: Saúde das mulheres
(BRASIL, 2016), informa que, se for a única
oportunidade, deve ser colhido e aplicado ácido
acético.
 IMUNOSSUPRIMIDAS: Deve ser realizado
após o inicio da atividade sexual, com
intervalos semestrais no primeiro ano e, se
normal, manter seguimento anual enquanto
se mantiver o fator de imunosupressão. Em
mulheres HIV positivas com CD4+ < 200
células/mm³, deve priorizar a correção dos
níveis de CD4+ e, enquanto isso, fazer
rastreamento citológico a cada 6 meses; 
TRATAMENTOTRATAMENTOTRATAMENTO 
Cirugia 
Radioterapia externa ou braquiterapia (radioterapia 
intravaginal)
Quimioterapia
Cuidados paliativos, quando indicado
PREVENÇÃOPREVENÇÃOPREVENÇÃO
- As vacinas conferem elevadas taxas de proteção
contra a infecção pelo HPV; 
- O rastreamento a partir da citologia cervical tem
se demonstrado um método importante para a
prevenção secundária da doença; ele continua
sendo o método mais importante para a detecção
precoce dos casos de câncer e de lesões pré-
invasoras e deve ser mantido; 
- Uso de preservativos durante a relação sexual
com penetração protege parcialmente do
contágio pelo HPV, que também pode ocorrer
pelo contato com a pele da vulva, região perineal,
perianal e bolsa escrotal.
FOCO RESUMOS 
Licenciado para - C
inthia M
artins da C
ruz - 35943098860 - P
rotegido por E
duzz.com
 
- atraso menstrual (amenorreia);
- manifestações clínicas
(náusea, vômito, mudança de
apetite, aumento da frequencia
urinária, sonolênica;
- modificações anatômicas
(aumento do volume das
mamas, sensibilidade nos
mamilos, cianose vaginal e
cervical, aumento do volume
abdominal, tubérculos de
montgomery.
 
- amolecimento do colo do
útero (sinal de Goodell) com
posterior aumento do seu
volume;
- paredes vaginais aumentadas,
com aumento da vascularização
(pulsação da artéria vaginal);
- positividade da fração beta do
HCG a partir do 8º ou 9º dia
depois da fertilização.
 
- presença de batimentos
cardiofetais (BCF) detectados
pelo sonar, a partir de 10 a 12
semanas, e pelo Pinard a partir
de 20 semanas;
- percepção dos movimentos
fetais (18 a 20 semanas);
ultrassonografia: o saco
gestacional pode ser
observado por via transvaginal
com apenas 4 a 5 semanas, e
a atividade cardíaca é a
primeira manifestação do
embrião com 6 semanas.
PRÉ NATAL DE BAIXO RISCOPRÉ NATAL DE BAIXO RISCOPRÉ NATAL DE BAIXO RISCO 
DIAGNÓSTICO DE GRAVIDEZDIAGNÓSTICO DE GRAVIDEZDIAGNÓSTICO DE GRAVIDEZ
SINAIS DE PRESUNÇÃO - sinais inespecíficos que
podem estar presentes na gestação ou em outras
circunstâncias;
SINAIS DE PROBABILIDADE - indicam grandes
chances de gravidez;
SINAIS DE 
PRESUNÇÃO 
SINAIS
 DE
PROBABILIDADE
SINAIS 
DE 
CERTEZA
10
CALCULO DE IDADE GESTACIONALCALCULO DE IDADE GESTACIONALCALCULO DE IDADE GESTACIONAL 
- É a referência de duas datas: DUM + data na
consulta 
- Contam-se quantos dias se passaram entre esse
intervalo;
- O total de dias será dividido por 7 (dias da
semana);
- O resultado da divisão será a quantidade de
semanas, e o resto da conta o número de dias.
 (IG)(IG)(IG)
EXEMPLO:
DUM = 02/06/2010
Data da consulta = 14/07/2010
28 dias de junho+ 
14 dias de julho
42 dias/7 =
 6 semanas
FOCO RESUMOS 
Licenciado para - C
inthia M
artins da C
ruz - 35943098860 - P
rotegido por E
duzz.com
OBS: quando a DUM é desconhecida,
mas se conhece o período do mês
em que ela ocorreu: se o período foi
no início, meio ou fim do mês,
considere como DUM os dias 5, 15 e
25, respectivamente. 
- Quando a data e o período do mês forem
desconhecidos, a IG e a data provável do parto
serão (DPP), inicialmente, determinadas por
aproximação, basicamente pela medida da altura
do fundo do útero e pelo toque vaginal;
- Além da informação sobre a data de início dos
movimentos fetais, que habitualmente ocorrem
entre 18 e 20 semanas;
- Pode-se utilizar a altura uterina e o toque vaginal,
considerando-se os seguintes parâmetros:
 Até a 6ª semana, não 
ocorre alteração do 
tamanho uterino
Na 8ª semana, o útero
corresponde ao dobro 
do tamanho normal
Na 10ª semana, o útero 
corresponde a três 
vezes o tamanho 
habitual
Na 12ª semana, o útero 
enche a pelve, de modo 
que é palpável na sínfise 
púbica
PRÉ NATAL DE BAIXO RISCOPRÉ NATAL DE BAIXO RISCOPRÉ NATAL DE BAIXO RISCO 
Na 16ª semana, o fundo 
uterino encontra-se 
entre a sínfise púbica e a 
cicatriz umbilical
Na 20ª semana, o fundo 
do útero encontra-se na 
altura da cicatriz umbilical
A partir da 20ª semana, 
existe relação direta entre 
as semanas da gestação e 
a medida da altura
SEMANAS 
EXEMPLO - DUM: 20/12/2015 
DATA PROVÁVEL DO PARTO (DPP)DATA PROVÁVEL DO PARTO (DPP)DATA PROVÁVEL DO PARTO (DPP)
GESTOGRAMA: coloque a seta sobre o dia e o
mês correspondentes ao primeiro dia e mês da
última menstruação e observe a seta na data (dia
e mês) indicada como data provável do parto;
REGRA DE NAEGELE: somar sete dias ao primeiro
dia da última menstruação e subtrair três meses
ao mês em que ocorreu a última menstruação (ou
adicionar nove meses, se corresponder aos
meses de janeiro a março).
janeiro
fevereiro
março
MÊS:
abril
maio
junho
julho
agosto
setembro
outubro
novembro
dezembro
+9 -3
Dia da Última Menstruação (DUM): + 7
-3
+7
DPP:= 27/09/2016
MANOBRAS DE LEOPOLDMANOBRAS DE LEOPOLDMANOBRAS DE LEOPOLD 
- Palpação obstétrica que tem como objetivo
verificar a posição fetal (cefálica, pélvica ou dorso
fetal) e delimitar o fundo uterino. 
11
FOCO RESUMOS 
Licenciadopara - C
inthia M
artins da C
ruz - 35943098860 - P
rotegido por E
duzz.com
Método para memorizar (FDAS)
Fundo uterino
Dorso
Apresentação (cefálica, pélvica ou córmica) 
Situação (longitudinal ou transversal)
(1º tempo) o fundo uterino é palpado para determinar
que é ocupado pela parte fetal (SITUAÇÃO);
(2º tempo) cada lado do abdome materno é palpado
para determinar que lado corresponde ao dorso e
quais as extremidades (POSIÇÃO);
 (3º tempo) A área acima da sínfise púbica é palpada
para localizar a parte em apresentação e assim
determinar quanto o feto desceu e se está encaixado
(APRESENTAÇÃO);
(4º tempo) Uma mão aplica pressão sobre o fundo,
enquanto o dedo indicador e o polegar da outra mão
palpam a parte em apresentação para confirmar a
apresentação e o encaixe (ALTURA).
SITUAÇÃO 
APRESENTAÇÃO
AUSCULTA DOS BATIMENTOSAUSCULTA DOS BATIMENTOSAUSCULTA DOS BATIMENTOS
SONAR DOPPLER : a 
partir da 10/12º 
semana;
 
ESTETOSCÓPIO DE 
PINARD: a partir da 
20º semana 
FC fetal normal --> 
entre 110 a 160 bpm
12
PRÉ NATAL DE BAIXO RISCOPRÉ NATAL DE BAIXO RISCOPRÉ NATAL DE BAIXO RISCO 
CARDIOFETAISCARDIOFETAISCARDIOFETAIS
IMUNIBIOLÓGICO RECOMENDAÇÃO ESQUEMA 
dT -
 dupla do 
tipo adulto
(difteria e 
tétano)
em qualquer 
período 
gestacional
3 doses com intervalo
de 60 dias entre elas.
Também é possível
considerar o intervalo
de 30 dias entre as
doses, para não se
perder a oportunidade
de vacinação.
Influenza 
em qualquer 
período 
gestacional 
dose única durante a
Campanha Anual
contra Influenza.
Hepatite B 
após o 
primeiro 
trimestre de 
gestação
três doses com
intervalo de 30 dias
entre a primeira e a
segunda e de 180 dias
entre a primeira e a
terceira. 
Antirrábica
em situações 
de pós 
exposição 
é preferível que ela
receba a vacina
somente se não puder
evitar as situações de
possível exposição ao
vírus rábico
dTpa (difteria, 
tétano e 
coqueluche) 
a partir da 20º 
semana de 
gestação
uma dose de dT e
uma dose de dTpa,
respeitar intervalo
mínimo de um mês
entre elas
VACINAÇÃO NA GESTAÇÃOVACINAÇÃO NA GESTAÇÃOVACINAÇÃO NA GESTAÇÃO 
FOCO RESUMOS 
Licenciado para - C
inthia M
artins da C
ruz - 35943098860 - P
rotegido por E
duzz.com
- dT - Caso a gestante tenha recebido a última
dose há mais de 5 (cinco) anos, deve-se antecipar
o reforço tão logo seja possível. A última dose
deve ser feita até no máximo 20 dias antes da
data provável do parto
- A dTpa está recomendada em todas as
gestações, pois além de proteger a gestante e
evitar que ela transmita a Bordetella pertussis ao
recém-nascido, permite a transferência de
anticorpos ao feto protegendo-o nos primeiros
meses de vida até que possa ser imunizado;
- Mulheres não vacinadas na gestação devem ser
vacinadas no puerpério, o mais precocemente
possível.
PRINCIPAIS SUPLEMENTOS ALIMENTARES PARA 
MULHERES NO CICLO GRAVÍDICO-PUERPERAL
Ácido fólico 
-prevenção de anormalidades
congênitas do tubo neural;
-indicado durante todo o
período gestacional, inclusive no
pré concepcional; 
- 400cmg/dia, solução oral de
0,2 mg/ml.
- tratamento e profilaxia de
anemia;
- usado durante todo o
período gestacional e até o
3º mês pós parto ou pós
aborto;
- 200mg/dia - ingerir
preferencialmente antes das
refeições.
Vitamina A
- auxilia no combate a infeções,
diarréia e sarampo;
- importante para o bom
funcionamento da visão;
- utilizada para que seja evitado o
risco de teratogenicidade para o
feto.
- O Programa de Suplementação de Vitamina A
acontece em todos os Estados da Região
Nordeste e nos municípios do Estado de Minas
Gerais (no Norte do Estado e nos Vales do
Jequitinhonha e do Mucuri), pois são áreas
consideradas endêmicas para a deficiência de
vitamina A.
- Portanto, nas regiões citadas, toda puérpera no
pós-parto imediato, ainda na maternidade, deve
receber uma megadose de 200.000 UI de
vitamina A (1 cápsula VO), garantindo-se, assim,
reposição dos níveis de retinol da mãe e níveis
adequados de vitamina A no leite materno até
que o bebê atinja os 6 meses de idade,
diminuindo-se o risco de deficiência dessa
vitamina entre as crianças amamentada
ANOTAÇÕESANOTAÇÕESANOTAÇÕES 
PRESCRIÇÃO DE SUPLEMENTOsPRESCRIÇÃO DE SUPLEMENTOsPRESCRIÇÃO DE SUPLEMENTOs
_______________________________________ 
_______________________________________ 
_______________________________________ 
_______________________________________ 
_______________________________________ 
_______________________________________ 
_______________________________________ 
______________________________________
FOCO RESUMOS 
13
PRÉ NATAL DE BAIXO RISCOPRÉ NATAL DE BAIXO RISCOPRÉ NATAL DE BAIXO RISCO 
- Na impossibilidade de se
realizar a sorologia anti-
HBs, deve-se avaliar o
estado vacinal da gestante
e vaciná-la, se for o caso;
ALIMENTARESALIMENTARESALIMENTARES
Sulfato ferroso
Licenciado para - C
inthia M
artins da C
ruz - 35943098860 - P
rotegido por E
duzz.com
FOCO RESUMOS 
MECANISMO DO PARTOMECANISMO DO PARTOMECANISMO DO PARTO 
DEFINIÇÃODEFINIÇÃODEFINIÇÃO
- A mecânica do parto em si analisa os
movimentos da cabeça, sob ação das
contrações uterinas, a transitar pelo desfiladeiro
pelvigenital. Sendo o feto o móvel ou objeto,
que percorre o trajeto (bacia),impulsionado por
um motor (contração uterina).
MECANISMO DO PARTOMECANISMO DO PARTOMECANISMO DO PARTO
- primeiro tempo ou INSINUAÇÃO 
- segundo tempo ou DESCIDA ou PROGRESSÃO 
- terceiro tempo ou ROTAÇÃO INTERNA 
- quarto tempo ou DESPRENDIMENTO CEFÁLICO 
- quinto tempo ou ROTAÇÃO EXTERNA 
- sexto tempo ou DESPRENDIMENTO DO TRONCO
ESTÁGIOS DO PARTO (MÃE)ESTÁGIOS DO PARTO (MÃE)ESTÁGIOS DO PARTO (MÃE)
- dilatação e apagamento
- expulsivo 
- dequitação da placenta 
- período de Greenberg
14
 cabeça insinuada
EM VÉRTICE (FETO)EM VÉRTICE (FETO)EM VÉRTICE (FETO) 
INSINUAÇÃOINSINUAÇÃOINSINUAÇÃO
- É a passagem do maior diâmetro da
apresentação pelo estreito superior da bacia
materna. Nas apresentações cefálicas, este
diâmetro é o biparietal (DBP)
- O bebê insinuado não é móvel, quando
realizado o 4º tempo da Manobra de Leopold-
Zweifel, podemos afirmar que ele não “sobe” ou
“flutua”.
DESCIDADESCIDADESCIDA
- Inicia desde o inicio do trabalho de parto e
termina na expulsão fetal;
- Tempo no qual a extremidade cefálica percorre a
distância do estreito superior ao inferior;
- A cabeça migra até as proximidades do assoalho
pélvico, mantendo o mesmo sentido e levemente
em flexão;
- A proporção que o polo cefálico roda, vai
progredindo no seu trajeto descendente; 
- Planos de DeLee – nível das espinhas ciáticas
(plano 0)
 - Ocorre concomitantemente à insinuação, assim
como a rotação interna.
 Plano DeLee
ROTAÇÃO INTERNAROTAÇÃO INTERNAROTAÇÃO INTERNA
- Visa alinhar a sutura sagital do feto com o
diãmetro antero-posterior da pelve materna;
- Começa no nível das espinhas ciáticas e
completa-se quando a cabeça atinge a pelve
inferior;
- Aumento do desconforto devido as contrações e
compressão do feto no canal de parto.
Licenciado para - C
inthia M
artins da C
ruz - 35943098860 - P
rotegido por E
duzz.com
INSINUAÇÃO DAS ESPADUASINSINUAÇÃO DAS ESPADUASINSINUAÇÃO DAS ESPADUAS
 Paralelamente com a rotação interna da cabeça,
e com a progressão pelo canal, ocorre a
penetração das espáduas através do estreito
superior da bacia. Com a progressão da cabeça
pelo estreito pélvico, também progridem as
espáduas.
MECANISMO DO PARTOMECANISMO DO PARTOMECANISMO DO PARTO 
- Tempo que se completa a expulsão fetal;
- Acontece quando a cabeça fetal atinge o
assoalho pélvico posicionando a região occipital
fetal na arcada púbica realizando uma deflexão
para exteriorizar-se na vulva;
- O feto é empurrado para fora do canal de parto
por meio das contrações uterinas e da resistência
perineal, quando esta resistência é vencida, a
cabeça fetal faz um movimento de extensão,
exteriorizando o bregma, a fronte, o nariz e o
mento.
DESPRENDIMENTODESPRENDIMENTODESPRENDIMENTO 
Desprendimento cefálico 
Rotação interna da cabeça
Insinuação das espáduas
É o movimento que a cabeça exteriorizada fazretornando o occipital para onde se encontrava na
insinuação (geralmente lambda), simultaneamente,
ocorre rotação interna das espáduas,
O movimento ocorre para que o ombro anterior se
posicione sob a arcada púbica e o posterior se volte
para o assoalho pélvico, empurrando o coccige
materno para trás.
As espáduas se desprendem quando o anterior
transpõe a arcada pélvica, e o posterior acompanha
o tronco quando este faz flexão lateral, progredindo
até a saída.
ROTAÇÃO EXTERNAROTAÇÃO EXTERNAROTAÇÃO EXTERNA 
Rotação externa da cabeça
PARTOPARTOPARTO
DIAGNÓSTICO DE TRABALHO DE PARTO:
contrações uterinas, apagamento, dilatação;
INDICADORES MENOS PRECISOS DO TRABALHO
DE PARTO: perda de tampão mucoso, rompimento
da bolsa amniotica; 
15
FOCO RESUMOS 
Licenciado para - C
inthia M
artins da C
ruz - 35943098860 - P
rotegido por E
duzz.com
ANOTAÇÕESANOTAÇÕESANOTAÇÕES
________________________________________
________________________________________
________________________________________
________________________________________
________________________________________
________________________________________
________________________________________
________________________________________
________________________________________
________________________________________
________________________________________
________________________________________
________________________________________
________________________________________
________________________________________
________________________________________
________________________________________
________________________________________
________________________________________
FOCO RESUMOS 
16
PERÍODOS DO TRABALHO DE PARTOPERÍODOS DO TRABALHO DE PARTOPERÍODOS DO TRABALHO DE PARTO
1º PERÍODO -
dilatação e 
apagamento 
inicia-se com as 
contrações uterinas 
dolorosas, que começam 
a modificar ativamente o 
colo;
termina quando sua 
ampliação está 
completa (10cm);
2º PERÍODO -
Expulsivo 
inicia-se com dilatação 
total do colo e termina 
com a expulsão do feto;
3º PERÍODO -
dequitação ou 
secundamento 
ocorre geralmente entre 
5-10 minutos depois que 
termina o expulsivo 
inicia-se depois da 
dequitação da placenta e 
estende-se, 
aproximadamente, de 1 a 
4h do pós parto
4º PERÍODO -
Greenberg ou 
pós parto 
imediato 
MECANISMO DO PARTOMECANISMO DO PARTOMECANISMO DO PARTO 
(dequitação) - ocorrem a 
separação e expulsão da 
placenta; 
acontece o 
desprendimento, a 
descida e a expulsão da 
placenta e membranas;
FASES DO TRABALHO DE PARTOFASES DO TRABALHO DE PARTOFASES DO TRABALHO DE PARTO 
Licenciado para - C
inthia M
artins da C
ruz - 35943098860 - P
rotegido por E
duzz.com
FOCO RESUMOS 
POR: 
MARIA CAROLINA ARAÚJO 
Licenciado para - C
inthia M
artins da C
ruz - 35943098860 - P
rotegido por E
duzz.com

Mais conteúdos dessa disciplina