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SAÚDE DA MULHER FOCO RESUMOS POR: MARIA CAROLINA ARAÚJO Licenciado para - C inthia M artins da C ruz - 35943098860 - P rotegido por E duzz.com Olá, tudo bem? Gostaríamos de te agradecer por adquirir um material do @focoresumos. O nosso material é feito com amor para te ajudar a alcançar o seus objetivos nos estudos. Esperamos que você goste e que se sinta bem ao estudar. Este conteúdo destina-se exclusivamente a exibição privada. É proibida toda forma de reprodução, distribuição ou comercialização do conteúdo. Qualquer meio de compartilhamento, seja por google drive, torrent, mega, whatsapp, redes sociais ou quaisquer outros meios se classificam como ato de pirataria, conforme o art. 184 do Código Penal. 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Envia para suporte@focoresumos.com SAÚDE DA MULHER Licenciado para - C inthia M artins da C ruz - 35943098860 - P rotegido por E duzz.com 1.BASES MORFOLÓGICAS E FUNCIONAIS DO SISTEMA GENITAL FEMININO......................................................01 1.1 DEFINIÇÃO..................................................................................................................................................................01 1.2 COMPONENTES (ORGÃOS EXTERNOS E INTERNOS)........................................................................................01 1.3 CICLO MENSTRUAL..................................................................................................................................................02 1.4 FASES DO CICLO MENSTRUAL...............................................................................................................................02 2. SAÚDE SEXUAL E REPRODUTIVA (PLANEJAMENTO FAMILIAR )........................................................................03 2.1 DEFINIÇÃO................................................................................................................................................................03 2.2 DIREITOS REPRODUTIVOS.....................................................................................................................................03 2.3 DIREITOS SEXUAIS.................................................................................................................................................. 03 2.4 MÉTODOS ANTICONCEPÇÃO..............................................................................................................................03 2.5 MÉTODOS COMPORTAMENTAIS........................................................................................................................ 03 2.6 MÉTODOS DE BARREIRA........................................................................................................................................04 2.7 MÉTODOS CONTRACEPTIVOS DEFINITIVOS.....................................................................................................05 2.8 MÉTODOS HORMONAIS.......................................................................................................................................05 2.9 MULHERES EM AMAMENTAÇÃO...........................................................................................................................06 2.10 DIU E IMPLANTES HORMONAIS..........................................................................................................................06 2.11 ANTICONCEPÇÃO DE EMERGÊNCIA...................................................................................................................06 3. CANCÊR DE COLO DE ÚTERO....................................................................................................................................07 3.1 DEFINIÇÃO................................................................................................................................................................07 3.2 FATORES DE RISCO ................................................................................................................................................07 3.3 HPV ............................................................................................................................................................................07 3.4 NEOPLASIA INTRAEPITELIAL CERVICAL (NIC)....................................................................................................07 3.5 MANIFESTAÇÕES CLÍNICAS...................................................................................................................................08 3.6 DIAGNÓSTICO.........................................................................................................................................................08 3.6 EXAME CITOPATOLÓGICO....................................................................................................................................09 3.7 TRATAMENTO...........................................................................................................................................................09 3.8 PREVENÇÃO............................................................................................................................................................. 09 SAÚDE DA MULHER Licenciado para - C inthia M artins da C ruz - 35943098860 - P rotegido por E duzz.com 4. PRÉ NATAL DE BAIXO RISCO.....................................................................................................................................10 4.1 DIAGNÓSTICO DE GRAVIDEZ.............................................................................................................................10 4.2 CÁLCULO DA IDADE GESTACIONAL (IG).........................................................................................................10 4.3 DATA PROVAVEL DO PARTO (DPP)....................................................................................................................11 4.4 MANOBRAS DE LEOPOLD ....................................................................................................................................11 4.5 AUSCULTA DOS BATIMENTOS CARDIOFETAIS................................................................................................12 4.6 VACINAÇÃO NA GESTAÇÃO................................................................................................................................12 4.7 PRESCRIÇÃO DE SUPLEMENTOS ALIMENTARES...............................................................................................13 5. MECANISMO DO PARTO.............................................................................................................................................14 5.1 DEFINIÇÃO................................................................................................................................................................14 5.2 MECANISMO DO PARTO EM VÉRTICE.................................................................................................................14 5.3 ESTÁGIOS DO PARTO.............................................................................................................................................14 5.4 INSINUAÇÃO............................................................................................................................................................14 5.5 DESCIDA...................................................................................................................................................................14 5.6ROTAÇÃO INTERNA................................................................................................................................................14 5.7 INSINUAÇÃO DAS ESPADUAS................................................................................................................................15 5.8 DESPRENDIMENTO ................................................................................................................................................15 5.9 ROTAÇÃO EXTERNA................................................................................................................................................15 5.10 PARTO......................................................................................................................................................................15 5.11 PERÍODOS E FASES DO TRABALHO DE PARTO..................................................................................................16 SAÚDE DA MULHER Licenciado para - C inthia M artins da C ruz - 35943098860 - P rotegido por E duzz.com BASES MORFOLÓGICAS E FUNCIONAISBASES MORFOLÓGICAS E FUNCIONAISBASES MORFOLÓGICAS E FUNCIONAIS DO SISTEMA GENITAL FEMININODO SISTEMA GENITAL FEMININODO SISTEMA GENITAL FEMININO DEFINIÇÃODEFINIÇÃODEFINIÇÃO Tem como função de produzir gametas femininos e fornecer um local adequado para a ocorrência da fecundação e desenvolvimento embrionário. Além de executar atividade motora suficiente para expelirum novo ser; COMPONENTESCOMPONENTESCOMPONENTES ORGÃOS INTERNOS: Ovários, tubas uterinas,útero, vagina ORGÃOS EXTERNOS: Vulva, formada pelos lábios maiores, lábios menores, vestíbulo, clitóris e monte púbico; ÚTERO: Possui três partes principais: o corpo, o fundo e o colo uterino. Sua parede é formada por três camadas: a mais externa, uma camada delgada serosa, a intermediária (miométrio), que é formado por músculo liso, e a mais interna (endométrio) que é ricamente vascularizada, e é parcialmente eliminada na menstruação. É nesse órgão que o bebê se desenvolve. VAGINA: É um órgão feminino muscular elástico. Atua para a cópula, sendo o local onde o sêmen é depositado. E serve de canal de saída tanto para o fluxo menstrual quanto para o bebê no momento de parto normal. PEQUENOS LÁBIOS: São duas dobras sem pelos e possui um revestimento intermediário entre pele e mucosa. Eles delimitam a região onde está localizada a abertura da vagina e da uretra GRANDES LÁBIOS: São duas dobras de pele que recobrem uma grande quantidade de tecido adiposo. A superfície externa apresenta pelos. Eles circundam e garantem proteção ao restante da vulva. VESTÍBULO: é a fenda localizada entre os pequenos lábios, onde está a abertura da vagina e da uretra. No vestíbulo é possível observar as chamadas glândulas vestibulares, que secretam muco. CLITÓRIS: é formado por tecido erétil e destaca- se por ser uma região altamente sensível à estimulação devido à grande presença de terminações nervosas. 01 FOCO RESUMOS OVÁRIOS: São estruturas que apresentam como função a produção dos gametas femininos (ovócitos secundários) e dos hormônios femininos (estrógeno e progesterona); TUBAS UTERINAS: Sua finalidade é captar o ovócito e mantê‐lo até o momento da fecundação. Caso haja fecundação, ela é responsável por transportar o zigoto em clivagem até o útero. Licenciado para - C inthia M artins da C ruz - 35943098860 - P rotegido por E duzz.com FOLICULAR Inicia no primeiro dia da menstruação. Nesse período, o endométrio é expelido, pois não houve gravidez. O corpo começa se preparar para um novo ciclo e, para isso, a hipófise estimula a produção do hormônio FSH (hormônio folículo- estimulante), que é responsável por estimular o crescimento dos folículos ovarianos (estruturas na qual os óvulos se desenvolvem). OVULATÓRIA A ovulação é o principal evento da fase ovulatória, que ocorre exatamente na metade do ciclo menstrual, no 14º dia. O aumento da produção de LH (hormônio luteinizante) nessa fase finaliza o amadurecimento do óvulo, que, cerca de 36 horas depois, é liberado e se encaminha para as tubas uterinas. LÚTEA Inicia-se após a ovulação, ou seja, após a liberação do ovócito pelo ovário. É quando ocorre a formação do chamado corpo lúteo responsável pela produção de estrogênio e progesterona. fases do ciclo menstrualfases do ciclo menstrualfases do ciclo menstrual ciclo menstrualciclo menstrualciclo menstrual É um conjunto de modificações que ocorrem no endométrio e que apresentam umaduração médiade 28 dias. BASES MORFOLÓGICAS E FUNCIONAISBASES MORFOLÓGICAS E FUNCIONAISBASES MORFOLÓGICAS E FUNCIONAIS DO SISTEMA GENITAL FEMININODO SISTEMA GENITAL FEMININODO SISTEMA GENITAL FEMININO ANOTAÇÕESANOTAÇÕESANOTAÇÕES ________________________________ ________________________________ ________________________________ ________________________________ ________________________________ ________________________________ ________________________________ ________________________________ ________________________________ ________________________________ ________________________________ 02 FOCO RESUMOS Licenciado para - C inthia M artins da C ruz - 35943098860 - P rotegido por E duzz.com DEFINIÇÃODEFINIÇÃODEFINIÇÃO T LEI Nº 9.263.1996 - As ações são definidas e amparadas por lei, e voltadas para o fortalecimento dos direitos sexuais e reprodutivos e se baseiam em ações clínicas, preventivas e educativas. DIREITOS REPRODUTIVOSDIREITOS REPRODUTIVOSDIREITOS REPRODUTIVOS DIREITOS SEXUAISDIREITOS SEXUAISDIREITOS SEXUAIS - Viver e expressar livremente a sexualidade sem violência, discriminações e imposições, e com total respeito pelo corpo do(a) parceiro(a); - Escolher o(a) parceiro(a) sexual; - Viver plenamente a sexualidade sem medo, vergonha, culpa e falsas crenças; - Viver a sexualidade, independentemente de estado civil, idade ou condição física; - Escolher se quer ou não quer ter relação sexual; - Expressar livremente sua orientação sexual: heterossexualidade,homossexualidade, bissexualidade; - Ter relação sexual, independentemente da reprodução. - Sexo seguro para prevenção da gravidez e de doenças sexualmente transmissíveis (DST) e Aids; Decidirem, de forma livre e responsável, se querem ou não ter filhos, quantos filhos desejam ter e em que momento de suas vidas; Acesso a informações, meios, métodos e técnicas para ter ou não ter filhos; Exercer a sexualidade e a reprodução livre de discriminação, imposição e violência. SAÚDE SEXUAL E REPRODUTIVASAÚDE SEXUAL E REPRODUTIVASAÚDE SEXUAL E REPRODUTIVA (PLANEJAMENTO FAMILIAR)(PLANEJAMENTO FAMILIAR)(PLANEJAMENTO FAMILIAR) 03 - Serviços de saúde que garantam privacidade, sigilo e um atendimento de qualidade, sem discriminação; - O direito à informação e à educação sexual e reprodutiva. MÉTODOSMÉTODOSMÉTODOS DE ANTICONCEPÇÃODE ANTICONCEPÇÃODE ANTICONCEPÇÃO MÉTODOS COMPORTAMENTAIS Consiste em evitar relações sexuais durante o período fértil OGINO-KNAUS (TABELINHA) Calculo feito de acordo com o ciclo menstrual. Consiste em suspender as relações sexuais no período fértil, só funciona para quem tem o ciclo regular TEMPERATURA BASAL Deve anotar as temperaturas diariamente e construir um gráfico. Esta permanecerá elevada até a próxima menstruação. O terceiro dia após a elevação da temperatura é considerado o fim do período fértil FOCO RESUMOS Licenciado para - C inthia M artins da C ruz - 35943098860 - P rotegido por E duzz.com MUCO CERVICAL (BILLINGS) A mulher precisa observar e reconhecer o tipo de secreção presente no colo do útero COITO INTERROMPIDO Retirada do pênis antes da ejaculação SINTO-TÉRMICO Uso combinado dos três métodos descritos acima, além de outros sinais que podem contribuir para detectar a ovulação de modo mais preciso. MÉTODOSMÉTODOSMÉTODOS DE ANTICONCEPÇÃODE ANTICONCEPÇÃODE ANTICONCEPÇÃO SAÚDE SEXUAL E REPRODUTIVASAÚDE SEXUAL E REPRODUTIVASAÚDE SEXUAL E REPRODUTIVA (PLANEJAMENTOFAMILIAR)(PLANEJAMENTO FAMILIAR)(PLANEJAMENTO FAMILIAR) MÉTODOS DE BARREIRA Evitam a gravidez porque impedem o acesso dos espermatozóides ao útero, através de obstáculos mecânicos, químicos ou mistos. PRESERVATIVOS (MASCULINOS E FEMININOS) Além de evitar a gravidez, é o único método comprovado para prevenir as IST'S DIAFRAGMA Impede que os espermatozóides atinjam o útero e cheguem às tubas uterinas, devendo ser utilizado junto com um espermicida para ter uma maior segurança ESPERMATICIDAS Substâncias que provocam a ruptura da membrana das células dos esperma tozoides, matando-os ou retardando sua pas sagem pelo canal cervical. CAPUZ CERVICAL É usado com espermicida colocando-o dentro da vagina para tampar o colo do útero ESPONJAS VAGINAIS Dentro da esponja existe um espermicida chamado Nonoxynol-9 que é liberado no canal vaginal e impede a movimentação adequada dos espermatozoides FOCO RESUMOS 04 Licenciado para - C inthia M artins da C ruz - 35943098860 - P rotegido por E duzz.com FOCO RESUMOS progestogênio + estrogênios MÉTODOSMÉTODOSMÉTODOS CONTRACEPTIVOSCONTRACEPTIVOSCONTRACEPTIVOS São métodos contraceptivos definitivos que promovem a esterilização. Podem ser realizados tanto na mulher, por meio da laqueadura como no homem, através da vasectomia. MÉTODOS HORMONAISMÉTODOS HORMONAISMÉTODOS HORMONAIS São comprimidos ou injetáveis compostos de hormônios esteróides isolados ou em associação com outros hormônios, inibindo a ovulação e tornando o muco cervical espesso, o que impede a passagem dos espermatozóides. pílula combinada progestogênio ou minipílulas progestogênio uso trimestral - indicado para lactantes uso mensal - NÃO indicado para lactantes 21, 22 ou 28 comprimidos - Inicia no 1º até 5º dia do ciclo menstrual 28 a 35 comprimidos (sem interrupção) - Nas lactentes: inicia 6 semanas pós parto _ _ _ 05 LAQUEADURA(MULHERES): Método cirúrgico em que as tubas uterinas são amarradas e seccionadas para impedir que os espermatozoides migrem ao encontro do óvulo, impedindo a fertilização; VASECTOMIA (HOMENS): Procedimento que secciona o canal deferente (tubo que conduz o esperma para a uretra) o que impede a presença de espermatozóides no seu sêmen, e assim não pode fecundar o óvulo. LEI Nº 9.263.1996 - Pessoas com mais de 25 anos ou pelo menos 2 filhos vivos; - Naqueles casos em que há risco de vida para a mulher ou para o futuro bebê; SAÚDE SEXUAL E REPRODUTIVASAÚDE SEXUAL E REPRODUTIVASAÚDE SEXUAL E REPRODUTIVA (PLANEJAMENTO FAMILIAR)(PLANEJAMENTO FAMILIAR)(PLANEJAMENTO FAMILIAR) DEFINITIVOSDEFINITIVOSDEFINITIVOS ORAIS _ INJETÁVEIS (IM) Licenciado para - C inthia M artins da C ruz - 35943098860 - P rotegido por E duzz.com MULHERES EM AMAMENTAÇÃOMULHERES EM AMAMENTAÇÃOMULHERES EM AMAMENTAÇÃO MINIPÍLULA + AMAMENTAÇÃO progesterona+ prolactina = BARREIRA que impede uma nova gravidez durante a amamentação DIU E IMPLANTES HORMONAISDIU E IMPLANTES HORMONAISDIU E IMPLANTES HORMONAIS DIU: Pode ser adicionado (COBRE) ou hormônios (DIU DE MIRENA - levonorgestrel). É inserido dentro do útero pela vagina e evita a gravidez. Pode ser retirado quando a mulher desejar ou caso venha provocar algum problema. IMPLANTES HORMONAIS: É um sistema de silicone inserido subcutâneo, com um hormônio no seu interior, que é liberado na corrente sanguínea. Atua inibindo a ovulação e alterando o muco cervical, o que impede a passagem dos espermatozoides. ANOTAÇÕESANOTAÇÕESANOTAÇÕES _________________________________ _________________________________ _________________________________ _________________________________ _________________________________ _________________________________ _________________________________ _________________________________ _________________________________ _________________________________ _________________________________ _____________________ FOCO RESUMOS 06 ANTICONCEPÇÃO DE EMERGÊNCIAANTICONCEPÇÃO DE EMERGÊNCIAANTICONCEPÇÃO DE EMERGÊNCIA Deve ser usado em uma situação inesperada. É indicado para a mulher que manteve uma relação sexual não planejada, sem uso de anticoncepcional; consiste no uso de altas doses de pílulas anticoncepcionais orais (contendo estrogênio + progestogênio). MODO DE USAR: Uso em até 72 horas após a relação sexual MECANISMO DE AÇÃO: - Atrasa ou inibe a ovulação; - Intefere na migração dos espermatozóide; - Impede a fecundação. SAÚDE SEXUAL E REPRODUTIVASAÚDE SEXUAL E REPRODUTIVASAÚDE SEXUAL E REPRODUTIVA (PLANEJAMENTO FAMILIAR)(PLANEJAMENTO FAMILIAR)(PLANEJAMENTO FAMILIAR) DIU IMPLANTE HORMONAL Licenciado para - C inthia M artins da C ruz - 35943098860 - P rotegido por E duzz.com DEFINIÇÃODEFINIÇÃODEFINIÇÃO T FATORES DE RISCOFATORES DE RISCOFATORES DE RISCO CANCÊR DE COLO DE ÚTEROCANCÊR DE COLO DE ÚTEROCANCÊR DE COLO DE ÚTERO É considerado um importante problema de saúde que atinge as mulheres em todos o mundo. É causado pela infecção de alguns tipos do Papiloma vírus Humano - HPV. É caracterizado por uma multiplicação desordenada das células que ocorre na porção inferior do útero, podendo atingir tecidos próximos e até mesmo os mais distantes. - Infecção pelo Papilomavírus Humano (HPV); - Inicio precoce da atividade sexual; - Multiplicidade de parceiros sexuais; - Tabagismo; - Baixa condição socioeconômica; - Imunosupressão; - Uso prolongado de contraceptivos orais; - Adenocarcinoma; - Carcinoma de céulas escamosas; NIC I Desordenação de 2/3 proximais da membrana (podem ser lesões de alto grau) Desordenação em todas as camadas, sem rompimento da membrana basal (lesões de alto grau) _ _ FOCO RESUMOS 07 NEOPLASIA INTRAEPITELIALNEOPLASIA INTRAEPITELIALNEOPLASIA INTRAEPITELIAL As lesões cervicais consideradas precursoras possuem, do ponto de vista cito-histopatológico, diferentes graus evolutivos classificados como neoplasia intraepitelial cervical (NIC). HPVHPVHPV - O (HPV) desempenha papel central na patogênese da doença e pode ser detectado em 99,7% dos cânceres de colo uterino; - Em relação aos tipos com elevado potencial oncogênico, os dois mais frequentes são os HPV 16 e 18. Mais de 90% dos casos estão relacionados a infecções pelo HPV dos tipos 6, 11, 16 e 18; - A infecção é condição necessária, porém não suficiente para o desenvolvimento da doença; - Quando a infecção se torna persistente, o tempo entre a infecção inicial e o desenvolvimento de displasia/câncer invasivo é de aproximadamente 15 anos. CERVICAL (NIC)CERVICAL (NIC)CERVICAL (NIC) GRAU I GRAU 2 GRAU 3 NIC II NIC III _ Como a NIC I apresenta maior probabilidade de regredir ou de persistir do que regredir não é considerada uma lesão percusora do cãncer de colo de útero; Para chegar ao câncer invasivo, a lesão não precisa obrigatoriamente passar por todas essas etapas (NIC I até NIC III); O câncer geralmente se origina na zona de transformação, uma região dinâmica entre a junção escamocolunar (JEC). Desordenação de 1/3 proximal da membrana, nas camadas basais do eptélio estratificado (lesões de baixo grau) Licenciado para - C inthia M artins da C ruz - 35943098860 - P rotegido por E duzz.com MANIFESTAÇÕES CLÍNICASMANIFESTAÇÕES CLÍNICASMANIFESTAÇÕES CLÍNICAS Frequentemente assintomático; Sangramento vaginal; Dispareunia; Corrimento, que pode ser aquoso, mucoide ou purulento e fétido; Dor pélvica. Existe uma fase pré clínica, SEM SINTOMAS, com transformações intraepiteliais progressivas importantes; CANCÊR DE COLO DE ÚTEROCANCÊR DE COLO DE ÚTEROCANCÊR DE COLO DE ÚTERO DIAGNÓSTICODIAGNÓSTICODIAGNÓSTICO Citologia (Papanicolau) - sem lesões aparentes, e como forma de prevenção; Colposcopia; Biópsia; - Em mulheres com uma lesão visível e grosseiramente invasiva, o diagnóstico é estabelecido pela biópsia da mesma; - Mulheres sem lesões aparentes e com um exame de citologia oncótica anormal devem ser submetidas à colposcopia com biópsia dirigida das lesões suspeitas.Um exame colposcópico adequado deve visualizar toda a JEC e todas as lesões suspeitas devem ser submetidas a exame anatomopatológico. COLETA DO MATERIAL PARA OCOLETA DO MATERIAL PARA OCOLETA DO MATERIAL PARA O - Coleta da parte externa do cólo do útero (ectocérvice) --> por meio de uma espátula de madeira (espátula de Ayre); - Coleta da parte interna do colo do útero (endocérvice) --> por meio da escova endocérvical. CITOPATOLÓGICOCITOPATOLÓGICOCITOPATOLÓGICO Pode ser feita em qualquer período da gestação, preferencialmente até o 7º mês; Deve ser feita com a espátula de Ayre; NÃO se deve usar a escova de coleta endocervical; - COLETA EM GRÁVIDAS: O protocolo de Atenção Básica: Saúde das mulheres (BRASIL, 2016) aponta uma exceção para a coleta da região endocervical em gestante: em mulheres com vínculo fragíl ao serviço e/ou não aderentes do programa de rastreamento. Portanto deve ser completa (na ectocérvice e endocérvice) 08 FOCO RESUMOS Licenciado para - C inthia M artins da C ruz - 35943098860 - P rotegido por E duzz.com interrompidos, depois de 64 anos, ≥ 2 negativos consecutivos nos últimos 5 anos EXAME CITOPATOLÓGICOEXAME CITOPATOLÓGICOEXAME CITOPATOLÓGICO ≥ 25 anos, mulheres com atividade sexual depois de 2 exames negativos com intervalo anual ≥ 64 anos, nunca realizaram o exame até os 64 anos intervalo entre os exames 3 anos realizar 2 exames com intervalo de 1 a 3 anos se ambos forem negativos, são dispensadas _ _ _ _ _ _ 09 CANCÊR DE COLO DE ÚTEROCANCÊR DE COLO DE ÚTEROCANCÊR DE COLO DE ÚTERO CUIDADOS ANTES DA COLETACUIDADOS ANTES DA COLETACUIDADOS ANTES DA COLETA - Evitar uso de lubrificantes, espermicidas ou medicamentos vaginais por 48 horas antes da coleta; pois esses produtos contem substâncias que recobrem os elementos celulares, e dificulta a avaliação microscópica e prejudica a qualidade da amostra; A recomendação de abstinência sexual prévia ao exame, só é justificada quando são utilizados preservativos com lubrificantes ou espermicida; - Evitar o exame de ultrassonografia (USG) vaginal nas 48 horas antes da coleta, devido ao conteúdo do gel para introduzir o transdutor; Climatério e pós menopausa: na eventualidade do exame citopatológico mencionar dificuldade diagnóstica decorrente da atrofia, realizar estrogenização; - O exame não deve ser feito no período menstrual, pois a presença de sangue pode prejudicar o diagnóstico, deve-se aguardar o 5º dia depois do término da menstruação. Porém o Protocolo de Atenção Básica: Saúde das mulheres (BRASIL, 2016), informa que, se for a única oportunidade, deve ser colhido e aplicado ácido acético. IMUNOSSUPRIMIDAS: Deve ser realizado após o inicio da atividade sexual, com intervalos semestrais no primeiro ano e, se normal, manter seguimento anual enquanto se mantiver o fator de imunosupressão. Em mulheres HIV positivas com CD4+ < 200 células/mm³, deve priorizar a correção dos níveis de CD4+ e, enquanto isso, fazer rastreamento citológico a cada 6 meses; TRATAMENTOTRATAMENTOTRATAMENTO Cirugia Radioterapia externa ou braquiterapia (radioterapia intravaginal) Quimioterapia Cuidados paliativos, quando indicado PREVENÇÃOPREVENÇÃOPREVENÇÃO - As vacinas conferem elevadas taxas de proteção contra a infecção pelo HPV; - O rastreamento a partir da citologia cervical tem se demonstrado um método importante para a prevenção secundária da doença; ele continua sendo o método mais importante para a detecção precoce dos casos de câncer e de lesões pré- invasoras e deve ser mantido; - Uso de preservativos durante a relação sexual com penetração protege parcialmente do contágio pelo HPV, que também pode ocorrer pelo contato com a pele da vulva, região perineal, perianal e bolsa escrotal. FOCO RESUMOS Licenciado para - C inthia M artins da C ruz - 35943098860 - P rotegido por E duzz.com - atraso menstrual (amenorreia); - manifestações clínicas (náusea, vômito, mudança de apetite, aumento da frequencia urinária, sonolênica; - modificações anatômicas (aumento do volume das mamas, sensibilidade nos mamilos, cianose vaginal e cervical, aumento do volume abdominal, tubérculos de montgomery. - amolecimento do colo do útero (sinal de Goodell) com posterior aumento do seu volume; - paredes vaginais aumentadas, com aumento da vascularização (pulsação da artéria vaginal); - positividade da fração beta do HCG a partir do 8º ou 9º dia depois da fertilização. - presença de batimentos cardiofetais (BCF) detectados pelo sonar, a partir de 10 a 12 semanas, e pelo Pinard a partir de 20 semanas; - percepção dos movimentos fetais (18 a 20 semanas); ultrassonografia: o saco gestacional pode ser observado por via transvaginal com apenas 4 a 5 semanas, e a atividade cardíaca é a primeira manifestação do embrião com 6 semanas. PRÉ NATAL DE BAIXO RISCOPRÉ NATAL DE BAIXO RISCOPRÉ NATAL DE BAIXO RISCO DIAGNÓSTICO DE GRAVIDEZDIAGNÓSTICO DE GRAVIDEZDIAGNÓSTICO DE GRAVIDEZ SINAIS DE PRESUNÇÃO - sinais inespecíficos que podem estar presentes na gestação ou em outras circunstâncias; SINAIS DE PROBABILIDADE - indicam grandes chances de gravidez; SINAIS DE PRESUNÇÃO SINAIS DE PROBABILIDADE SINAIS DE CERTEZA 10 CALCULO DE IDADE GESTACIONALCALCULO DE IDADE GESTACIONALCALCULO DE IDADE GESTACIONAL - É a referência de duas datas: DUM + data na consulta - Contam-se quantos dias se passaram entre esse intervalo; - O total de dias será dividido por 7 (dias da semana); - O resultado da divisão será a quantidade de semanas, e o resto da conta o número de dias. (IG)(IG)(IG) EXEMPLO: DUM = 02/06/2010 Data da consulta = 14/07/2010 28 dias de junho+ 14 dias de julho 42 dias/7 = 6 semanas FOCO RESUMOS Licenciado para - C inthia M artins da C ruz - 35943098860 - P rotegido por E duzz.com OBS: quando a DUM é desconhecida, mas se conhece o período do mês em que ela ocorreu: se o período foi no início, meio ou fim do mês, considere como DUM os dias 5, 15 e 25, respectivamente. - Quando a data e o período do mês forem desconhecidos, a IG e a data provável do parto serão (DPP), inicialmente, determinadas por aproximação, basicamente pela medida da altura do fundo do útero e pelo toque vaginal; - Além da informação sobre a data de início dos movimentos fetais, que habitualmente ocorrem entre 18 e 20 semanas; - Pode-se utilizar a altura uterina e o toque vaginal, considerando-se os seguintes parâmetros: Até a 6ª semana, não ocorre alteração do tamanho uterino Na 8ª semana, o útero corresponde ao dobro do tamanho normal Na 10ª semana, o útero corresponde a três vezes o tamanho habitual Na 12ª semana, o útero enche a pelve, de modo que é palpável na sínfise púbica PRÉ NATAL DE BAIXO RISCOPRÉ NATAL DE BAIXO RISCOPRÉ NATAL DE BAIXO RISCO Na 16ª semana, o fundo uterino encontra-se entre a sínfise púbica e a cicatriz umbilical Na 20ª semana, o fundo do útero encontra-se na altura da cicatriz umbilical A partir da 20ª semana, existe relação direta entre as semanas da gestação e a medida da altura SEMANAS EXEMPLO - DUM: 20/12/2015 DATA PROVÁVEL DO PARTO (DPP)DATA PROVÁVEL DO PARTO (DPP)DATA PROVÁVEL DO PARTO (DPP) GESTOGRAMA: coloque a seta sobre o dia e o mês correspondentes ao primeiro dia e mês da última menstruação e observe a seta na data (dia e mês) indicada como data provável do parto; REGRA DE NAEGELE: somar sete dias ao primeiro dia da última menstruação e subtrair três meses ao mês em que ocorreu a última menstruação (ou adicionar nove meses, se corresponder aos meses de janeiro a março). janeiro fevereiro março MÊS: abril maio junho julho agosto setembro outubro novembro dezembro +9 -3 Dia da Última Menstruação (DUM): + 7 -3 +7 DPP:= 27/09/2016 MANOBRAS DE LEOPOLDMANOBRAS DE LEOPOLDMANOBRAS DE LEOPOLD - Palpação obstétrica que tem como objetivo verificar a posição fetal (cefálica, pélvica ou dorso fetal) e delimitar o fundo uterino. 11 FOCO RESUMOS Licenciadopara - C inthia M artins da C ruz - 35943098860 - P rotegido por E duzz.com Método para memorizar (FDAS) Fundo uterino Dorso Apresentação (cefálica, pélvica ou córmica) Situação (longitudinal ou transversal) (1º tempo) o fundo uterino é palpado para determinar que é ocupado pela parte fetal (SITUAÇÃO); (2º tempo) cada lado do abdome materno é palpado para determinar que lado corresponde ao dorso e quais as extremidades (POSIÇÃO); (3º tempo) A área acima da sínfise púbica é palpada para localizar a parte em apresentação e assim determinar quanto o feto desceu e se está encaixado (APRESENTAÇÃO); (4º tempo) Uma mão aplica pressão sobre o fundo, enquanto o dedo indicador e o polegar da outra mão palpam a parte em apresentação para confirmar a apresentação e o encaixe (ALTURA). SITUAÇÃO APRESENTAÇÃO AUSCULTA DOS BATIMENTOSAUSCULTA DOS BATIMENTOSAUSCULTA DOS BATIMENTOS SONAR DOPPLER : a partir da 10/12º semana; ESTETOSCÓPIO DE PINARD: a partir da 20º semana FC fetal normal --> entre 110 a 160 bpm 12 PRÉ NATAL DE BAIXO RISCOPRÉ NATAL DE BAIXO RISCOPRÉ NATAL DE BAIXO RISCO CARDIOFETAISCARDIOFETAISCARDIOFETAIS IMUNIBIOLÓGICO RECOMENDAÇÃO ESQUEMA dT - dupla do tipo adulto (difteria e tétano) em qualquer período gestacional 3 doses com intervalo de 60 dias entre elas. Também é possível considerar o intervalo de 30 dias entre as doses, para não se perder a oportunidade de vacinação. Influenza em qualquer período gestacional dose única durante a Campanha Anual contra Influenza. Hepatite B após o primeiro trimestre de gestação três doses com intervalo de 30 dias entre a primeira e a segunda e de 180 dias entre a primeira e a terceira. Antirrábica em situações de pós exposição é preferível que ela receba a vacina somente se não puder evitar as situações de possível exposição ao vírus rábico dTpa (difteria, tétano e coqueluche) a partir da 20º semana de gestação uma dose de dT e uma dose de dTpa, respeitar intervalo mínimo de um mês entre elas VACINAÇÃO NA GESTAÇÃOVACINAÇÃO NA GESTAÇÃOVACINAÇÃO NA GESTAÇÃO FOCO RESUMOS Licenciado para - C inthia M artins da C ruz - 35943098860 - P rotegido por E duzz.com - dT - Caso a gestante tenha recebido a última dose há mais de 5 (cinco) anos, deve-se antecipar o reforço tão logo seja possível. A última dose deve ser feita até no máximo 20 dias antes da data provável do parto - A dTpa está recomendada em todas as gestações, pois além de proteger a gestante e evitar que ela transmita a Bordetella pertussis ao recém-nascido, permite a transferência de anticorpos ao feto protegendo-o nos primeiros meses de vida até que possa ser imunizado; - Mulheres não vacinadas na gestação devem ser vacinadas no puerpério, o mais precocemente possível. PRINCIPAIS SUPLEMENTOS ALIMENTARES PARA MULHERES NO CICLO GRAVÍDICO-PUERPERAL Ácido fólico -prevenção de anormalidades congênitas do tubo neural; -indicado durante todo o período gestacional, inclusive no pré concepcional; - 400cmg/dia, solução oral de 0,2 mg/ml. - tratamento e profilaxia de anemia; - usado durante todo o período gestacional e até o 3º mês pós parto ou pós aborto; - 200mg/dia - ingerir preferencialmente antes das refeições. Vitamina A - auxilia no combate a infeções, diarréia e sarampo; - importante para o bom funcionamento da visão; - utilizada para que seja evitado o risco de teratogenicidade para o feto. - O Programa de Suplementação de Vitamina A acontece em todos os Estados da Região Nordeste e nos municípios do Estado de Minas Gerais (no Norte do Estado e nos Vales do Jequitinhonha e do Mucuri), pois são áreas consideradas endêmicas para a deficiência de vitamina A. - Portanto, nas regiões citadas, toda puérpera no pós-parto imediato, ainda na maternidade, deve receber uma megadose de 200.000 UI de vitamina A (1 cápsula VO), garantindo-se, assim, reposição dos níveis de retinol da mãe e níveis adequados de vitamina A no leite materno até que o bebê atinja os 6 meses de idade, diminuindo-se o risco de deficiência dessa vitamina entre as crianças amamentada ANOTAÇÕESANOTAÇÕESANOTAÇÕES PRESCRIÇÃO DE SUPLEMENTOsPRESCRIÇÃO DE SUPLEMENTOsPRESCRIÇÃO DE SUPLEMENTOs _______________________________________ _______________________________________ _______________________________________ _______________________________________ _______________________________________ _______________________________________ _______________________________________ ______________________________________ FOCO RESUMOS 13 PRÉ NATAL DE BAIXO RISCOPRÉ NATAL DE BAIXO RISCOPRÉ NATAL DE BAIXO RISCO - Na impossibilidade de se realizar a sorologia anti- HBs, deve-se avaliar o estado vacinal da gestante e vaciná-la, se for o caso; ALIMENTARESALIMENTARESALIMENTARES Sulfato ferroso Licenciado para - C inthia M artins da C ruz - 35943098860 - P rotegido por E duzz.com FOCO RESUMOS MECANISMO DO PARTOMECANISMO DO PARTOMECANISMO DO PARTO DEFINIÇÃODEFINIÇÃODEFINIÇÃO - A mecânica do parto em si analisa os movimentos da cabeça, sob ação das contrações uterinas, a transitar pelo desfiladeiro pelvigenital. Sendo o feto o móvel ou objeto, que percorre o trajeto (bacia),impulsionado por um motor (contração uterina). MECANISMO DO PARTOMECANISMO DO PARTOMECANISMO DO PARTO - primeiro tempo ou INSINUAÇÃO - segundo tempo ou DESCIDA ou PROGRESSÃO - terceiro tempo ou ROTAÇÃO INTERNA - quarto tempo ou DESPRENDIMENTO CEFÁLICO - quinto tempo ou ROTAÇÃO EXTERNA - sexto tempo ou DESPRENDIMENTO DO TRONCO ESTÁGIOS DO PARTO (MÃE)ESTÁGIOS DO PARTO (MÃE)ESTÁGIOS DO PARTO (MÃE) - dilatação e apagamento - expulsivo - dequitação da placenta - período de Greenberg 14 cabeça insinuada EM VÉRTICE (FETO)EM VÉRTICE (FETO)EM VÉRTICE (FETO) INSINUAÇÃOINSINUAÇÃOINSINUAÇÃO - É a passagem do maior diâmetro da apresentação pelo estreito superior da bacia materna. Nas apresentações cefálicas, este diâmetro é o biparietal (DBP) - O bebê insinuado não é móvel, quando realizado o 4º tempo da Manobra de Leopold- Zweifel, podemos afirmar que ele não “sobe” ou “flutua”. DESCIDADESCIDADESCIDA - Inicia desde o inicio do trabalho de parto e termina na expulsão fetal; - Tempo no qual a extremidade cefálica percorre a distância do estreito superior ao inferior; - A cabeça migra até as proximidades do assoalho pélvico, mantendo o mesmo sentido e levemente em flexão; - A proporção que o polo cefálico roda, vai progredindo no seu trajeto descendente; - Planos de DeLee – nível das espinhas ciáticas (plano 0) - Ocorre concomitantemente à insinuação, assim como a rotação interna. Plano DeLee ROTAÇÃO INTERNAROTAÇÃO INTERNAROTAÇÃO INTERNA - Visa alinhar a sutura sagital do feto com o diãmetro antero-posterior da pelve materna; - Começa no nível das espinhas ciáticas e completa-se quando a cabeça atinge a pelve inferior; - Aumento do desconforto devido as contrações e compressão do feto no canal de parto. Licenciado para - C inthia M artins da C ruz - 35943098860 - P rotegido por E duzz.com INSINUAÇÃO DAS ESPADUASINSINUAÇÃO DAS ESPADUASINSINUAÇÃO DAS ESPADUAS Paralelamente com a rotação interna da cabeça, e com a progressão pelo canal, ocorre a penetração das espáduas através do estreito superior da bacia. Com a progressão da cabeça pelo estreito pélvico, também progridem as espáduas. MECANISMO DO PARTOMECANISMO DO PARTOMECANISMO DO PARTO - Tempo que se completa a expulsão fetal; - Acontece quando a cabeça fetal atinge o assoalho pélvico posicionando a região occipital fetal na arcada púbica realizando uma deflexão para exteriorizar-se na vulva; - O feto é empurrado para fora do canal de parto por meio das contrações uterinas e da resistência perineal, quando esta resistência é vencida, a cabeça fetal faz um movimento de extensão, exteriorizando o bregma, a fronte, o nariz e o mento. DESPRENDIMENTODESPRENDIMENTODESPRENDIMENTO Desprendimento cefálico Rotação interna da cabeça Insinuação das espáduas É o movimento que a cabeça exteriorizada fazretornando o occipital para onde se encontrava na insinuação (geralmente lambda), simultaneamente, ocorre rotação interna das espáduas, O movimento ocorre para que o ombro anterior se posicione sob a arcada púbica e o posterior se volte para o assoalho pélvico, empurrando o coccige materno para trás. As espáduas se desprendem quando o anterior transpõe a arcada pélvica, e o posterior acompanha o tronco quando este faz flexão lateral, progredindo até a saída. ROTAÇÃO EXTERNAROTAÇÃO EXTERNAROTAÇÃO EXTERNA Rotação externa da cabeça PARTOPARTOPARTO DIAGNÓSTICO DE TRABALHO DE PARTO: contrações uterinas, apagamento, dilatação; INDICADORES MENOS PRECISOS DO TRABALHO DE PARTO: perda de tampão mucoso, rompimento da bolsa amniotica; 15 FOCO RESUMOS Licenciado para - C inthia M artins da C ruz - 35943098860 - P rotegido por E duzz.com ANOTAÇÕESANOTAÇÕESANOTAÇÕES ________________________________________ ________________________________________ ________________________________________ ________________________________________ ________________________________________ ________________________________________ ________________________________________ ________________________________________ ________________________________________ ________________________________________ ________________________________________ ________________________________________ ________________________________________ ________________________________________ ________________________________________ ________________________________________ ________________________________________ ________________________________________ ________________________________________ FOCO RESUMOS 16 PERÍODOS DO TRABALHO DE PARTOPERÍODOS DO TRABALHO DE PARTOPERÍODOS DO TRABALHO DE PARTO 1º PERÍODO - dilatação e apagamento inicia-se com as contrações uterinas dolorosas, que começam a modificar ativamente o colo; termina quando sua ampliação está completa (10cm); 2º PERÍODO - Expulsivo inicia-se com dilatação total do colo e termina com a expulsão do feto; 3º PERÍODO - dequitação ou secundamento ocorre geralmente entre 5-10 minutos depois que termina o expulsivo inicia-se depois da dequitação da placenta e estende-se, aproximadamente, de 1 a 4h do pós parto 4º PERÍODO - Greenberg ou pós parto imediato MECANISMO DO PARTOMECANISMO DO PARTOMECANISMO DO PARTO (dequitação) - ocorrem a separação e expulsão da placenta; acontece o desprendimento, a descida e a expulsão da placenta e membranas; FASES DO TRABALHO DE PARTOFASES DO TRABALHO DE PARTOFASES DO TRABALHO DE PARTO Licenciado para - C inthia M artins da C ruz - 35943098860 - P rotegido por E duzz.com FOCO RESUMOS POR: MARIA CAROLINA ARAÚJO Licenciado para - C inthia M artins da C ruz - 35943098860 - P rotegido por E duzz.com