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Manual sobre a COM-VIDA — Comissão de Meio Ambiente e Qualidade de Vida na Escola. Apresenta relação com a Agenda 2030 e os ODS, objetivos, perfil e composição, etapas para formar a comissão, oficinas (Oficina de Futuro), plano de ação, monitoramento e parcerias.

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Comissão de 
Meio Ambiente 
e Qualidade de 
Vida na Escola
COM-VIDA
TOCANTINS
EXPEDIENTE
Wanderlei Barbosa
Governador
Fábio Pereira Vaz
Secretário de Estado da Educação
Cristiane Mireile Bazzo de Pina
Superintendência de Educação Científica, 
Tecnológica e Profissional 
Kelma Tavares Barbosa 
Diretora de Desenvolvimento 
Científico e Profissional
 
Janeide Pereira Costa 
Responsável pela Unidade Técnica 
Executiva de Meio Ambiente e 
Saúde - UTEMAS
 
Alessandra Leite Apolinário
Diagramação
 
Giovana Soares Costa de Oliveira
Técnica – UTE de Meio Ambiente e 
Saúde - UTEMAS
 
Roselice Ferreira da Silva
Técnica - UTE de Meio Ambiente e 
Saúde - UTEMAS 
SUMÁRIO
INTRODUÇÃO  
AGENDA 2030  
CONHEÇA OS ODS 
OBJETIVOS DE DESENVOLVIMENTO 
SUSTENTÁVEL  
O QUE É A COM-VIDA?  
POR QUE A COM-VIDA?  
OBJETIVOS  
GERAL  
ESPECÍFICOS  
PERFIL DOS PARTICIPANTES  
COMPOSIÇÃO DA COMISSÃO  
ETAPAS PARA FORMAR UMA COM-VIDA  
1ª ETAPA - DIVULGAR E ORGANIZAR  
2ª ETAPA – ACORDO DE CONVIVÊNCIA  
3ª ETAPA – FAZER PLANOS E AGIR  
4ª ETAPA – ATUAÇÃO DA COM-VIDA  
OFICINA DE FUTURO: CONSTRUINDO 
PROJETOS COLETIVOS  
ETAPAS DA OFICINA DE FUTURO  
1. ÁRVORE DOS SONHOS  
2. AS PEDRAS NO CAMINHO  
PLANO DE AÇÃO  
MONITORAMENTO E AVALIAÇÃO  
PARCERIAS  
BIBLIOGRAFIA
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22
FORMANDO
AGENDA 2030 
NA ESCOLA
COM-VIDA
TOCANTINS
 Esta publicação foi desenvolvida no intuito de 
sensibilizar e mobilizar a comunidade escolar no âmbito do 
Estado do Tocantins, para a criação da COM-VIDA - Comissão 
de Meio Ambiente e Qualidade de Vida na Escola.
 A primeira proposta de se criar COM-VIDA vem das 
deliberações da I Conferência Nacional Infanto-Juvenil pelo 
Meio Ambiente, realizada pelo Ministério do Meio Ambiente 
em parceria com o Ministério da Educação, em 2003, quando 
os estudantes envolvidos propuseram a criação de “conselhos 
jovens de meio ambiente” nas escolas do país.
 Desde então, foi idealizado o Programa “Vamos Cuidar 
do Brasil com as Escolas”, que envolveu as 16 mil escolas que 
participaram do processo da I Conferência, em centenas de 
seminários de formação de professores em Educação 
Ambiental. Nesses seminários participaram também 21 mil 
estudantes, delegados e delegadas eleitos em todas as escolas, 
que foram mobilizados pelos Coletivos Jovens de Meio 
Ambiente em todos os Estados do país para liderarem a 
estruturação da COM-VIDA, um espaço permanente e 
dinâmico para “Cuidar do Brasil”.
 Em setembro de 2015, na Assembleia Geral da ONU, os 
193 países membros das Nações Unidas adotaram uma nova 
política global: a Agenda 2030 para o Desenvolvimento 
Sustentável, que tem como objetivo elevar o desenvolvimento 
do mundo e melhorar a qualidade de vida de todas as pessoas. 
Para tanto , foram estabe lec idos 17 Objet ivos de 
Desenvolvimento Sustentável (ODS) com 169 metas a serem 
alcançadas por meio de uma ação conjunta que agrega 
diferentes níveis de governo, organizações, empresas e a 
sociedade como um todo nos âmbitos internacional, nacional e 
também local.
INTRODUÇÃO
4
Agenda 2030
A Agenda global 2030 é um compromisso 
assumido por líderes de 193 Países, inclusive o 
Brasil, e coordenada pelas Nações Unidas, por 
meio do Programa das Nações Unidas para o 
Desenvolvimento (PNUD), nos termos da 
Resolução A/RES/72/279.OP32, de 2018, da 
Assembleia Geral da ONU.
5
Erradicar a pobreza e a 
fome de todas as maneiras 
e garantir a dignidade e a 
igualdade;
Implementar a agenda por 
meio de uma parceria 
global sólida;
Promover sociedades 
pacíficas, justas e 
inclusivas;
PESSOAS
Garantir vidas prósperas e 
plenas, em harmonia com 
a natureza;
Proteger os recursos 
naturais e o clima do nosso 
planeta para as gerações 
futuras.
PROSPERIDADE
PLANETA
PARCERIAS
PAZ
AGENDA 2030
CINCO ÁREAS DE IMPORTÂNCIA 
5 PS
6
OBJETIVOS DE 
DESENVOLVIMENTO SUSTENTÁVEL
 Cada um dos 17 ODS representa um desafio a ser 
alcançado para a promoção de um desenvolvimento mais 
sustentável, justo e inclusivo.
 Como foram construídos sobre as bases estabelecidas 
pelos Objetivos de Desenvolvimento do Milênio (ODM), os 
quais estiveram em vigor entre os anos de 2000 e 2015, há 
ações sendo implementadas que estão aproveitando o 
trabalho realizado com os ODM, outras iniciam um trabalho 
novo.
 
 É utilizá-los para facilitar o desenvolvimento de ações 
integradas, com uma visão de futuro positiva e comum a 
diferentes grupos, que gere impactos reais na construção do 
desenvolvimento sustentável.
 
 Os Municípios têm um papel central para o sucesso 
dessa agenda, pois, para que os ODS sejam disseminados e 
alcançados, é preciso que os gestores municipais incluam tais 
objetivos em suas políticas e projetos, promovam a integração 
e a sustentabilidade das iniciativas, atuem a partir de acordos 
e articulação com outros agentes territoriais. A sociedade civil 
e o setor privado também são atores-chave, devendo estar 
envolvidos nesse processo.
CONHEÇA OS ODS 
7
Objetivos de 
desenvolvimento 
Sustentável
8
COM-VIDA
Uma comissão comprometida 
com a escola e a comunidade
9
 A Comissão de Meio Ambiente e Qualidade de Vida nas 
escolas tocantinenses – COM-VIDA TOCANTINS é uma das 
estratégias do Plano Estadual de Educação do Tocantins – PEE 
que visa garantir a abordagem da educação ambiental de 
forma contínua e permanente em todos os níveis da educação, 
enfatizando a natureza como fonte de vida e a relação da 
humanidade com o meio ambiente.
 A COM-VIDA TOCANTINS chega para colaborar e 
somar esforços com outras organizações da escola, como o 
Grêmio Estudantil, a Associação de Pais e Mestres e o Conselho 
da Escola, trazendo a Educação Ambiental para todas as 
disciplinas e projetos da escola. 
 A BNCC – Base Nacional Comum Curricular reforça a 
abordagem curricular integradora da educação ambiental ao 
referir-se a Lei nº 9.795/1999, Parecer CNE/CP nº 14/2012 e 
Resolução CNE/CP nº 2/2012, reforçando a responsabilidade e 
autonomia dos sistemas de Educação e das escolas, em 
incorporar a educação ambiental na perspectiva local, 
regional e mundial caracterizando-a tema contemporâneo a 
ser tratado de forma transversal e integradora.
O QUE É A COM-VIDA?
10
PEE/TO - META 11: Garantir a abordagem da 
educação ambiental como dimensão sistêmica, 
inter, multi e transdisciplinar, de forma contínua 
e permanente em todos os níveis e modalidades 
da educação, enfatizando a natureza como 
fonte de vida e a relação da humanidade com o 
meio ambiente. 
O QUE É A COM-VIDA?
 Neste sentido, pode-se identificar nas competências e 
habilidades de todas as áreas do conhecimento, bem como, no 
teor do Documento Curricular do Tocantins - DCT, aprovado e 
homologado pelo Conselho Estadual de Educação, por meio da 
Resolução nº 24, de 14 de março de 2019, a referência direta e 
indireta a educação ambiental em seus contextos, temáticas, 
aplicações e aprendizagens, assim a mesma se faz presente, 
em diferentes objetos de conhecimentos, representando assim 
um amplo campo de investigação, estudo, de experiências de 
responsabilização, de projeto de vida e produção de 
conhecimento. 
11
META 11 - Estratégia 11.6. Estimular a criação e 
revitalização, até o segundo ano de vigência 
deste PEE/TO, em regime de colaboração com a 
União e os Municípios, de Comissão de Meio 
Ambiente e Qualidade de Vida - COMVIDA, 
incentivando a adequação e construção de 
espaços educativos sustentáveis nas escolas e 
comunidades, que fortaleça a participação da 
comunidade escolar no planejamento e gestão 
de projetos de conservação, preservação e 
recuperação ambiental, voltados para a 
melhoria da qualidade de vida, combatendo 
prát icas re lacionadas ao desperdíc io, 
degradação e consumismo, e práticas e 
disseminação de educação financeira nas 
escolas;”
O QUE É A COM-VIDA?
12
POR QUE A COM-VIDA?
 A proposta de criação da COM-VIDA surgiu como 
resposta às deliberações da I Conferência Nacional Infanto-Juvenil pelo Meio Ambiente (I CNIJMA), realizada pelo 
Ministério do Meio Ambiente em parceria com o Ministério da 
Educação, em 2003, quando os estudantes envolvidos 
propuseram a criação de conselhos jovens de meio ambiente e 
a elaboração da Agenda 21 nas escolas do país.
 A comunidade escolar é um espaço estruturante e 
permanente para realizar ações voltadas à melhoria do meio 
ambiente e da qualidade de vida, com intercâmbio entre as 
escolas e comunidades. A questão socioambiental é ampla, 
complexa e necessita de ações integradas entre diversos 
setores da sociedade, muitos dos problemas existentes dentro 
da escola e no seu entorno são semelhantes e exigem ações 
coordenadas visando seu enfrentamento. 
 A busca de sustentabilidade e a implementação da 
“Agenda 2030” na Escola constituem exercício permanente e 
preveem alterações graduais no ambiente e na rotina 
escolares, por isso, a Coordenação-Geral de Educação 
Ambiental do MEC trabalha com o conceito de “transição para 
a sustentabilidade”. Isso envolve o desenvolvimento de uma 
visão de futuro, o planejamento das ações para alcançá-lo e a 
busca de recursos para realizar ações identificadas como 
prioritárias, bem como persistência do coletivo escolar em 
alcançar as metas pretendidas.
13
OBJETIVOS
Geral
Fomentar a COM-VIDA TOCANTINS - Comissão de Meio 
Ambiente e Qualidade de Vida nas Escolas, visando a criação 
de espaços estruturantes na escola para um dia a dia 
participativo, democrático, animado e saudável, promovendo 
o intercâmbio entre a escola e a comunidade, com foco nas 
questões socioambientais locais.
 
Específicos
 
Incentivar e/ou revitalizar o trabalho das Comissões do 
Meio Ambiente e Qualidade de Vida COM-VIDA nas 
escolas como colegiado importante para encontrar 
soluções para o enfrentamento dos problemas de 
ordem socioambiental;
Estimular a participação ativa e responsável da 
comunidade escolar na mudança das condições 
socioambientais, repercutindo positivamente na 
qualidade de vida dos sujeitos envolvidos;
Envolver a comunidade escolar para pensar nas 
soluções para os problemas atuais e na construção de 
um futuro desejado para todos;
Contribuir para tornar a escola um espaço agradável, 
democrático e saudável.
14
PERFIL DOS 
PARTICIPANTES
Capacidade de Liderança;
Estimular as ações de melhorias na Escola; 
Responsabilidade;
Comprometimento com a causa ambiental; 
Disponibilidade de tempo;
Livre acesso a gestão da escola. 
15
COMPOSIÇÃO DA
COMISSÃO
Estudantes;
Professores;
Gestores;
Grêmio Estudantil;
Educadores Ambientais Populares;
Funcionários Administrativos;
Representantes da Comunidade;
Profissionais e Instituições Governamentais 
 e Não Governamentais.
16
ETAPAS PARA FORMAR UMA COM-VIDA
1ª ETAPA 
Divulgar e Organizar
Nesta primeira etapa, os estudantes com apoio da Diretoria 
Regional de Educação – DRE por meio do Assessor Técnico de 
Educação Ambiental, farão ampla divulgação da 1ª Reunião da 
COM-VIDA na comunidade escolar a qual visa debater o tema 
e aprovar a Comissão da Escola. 
Essa divulgação poderá ser feita por meio de grupos de 
WhatsApp, mural, rádio escolar entre outros meios de 
comunicação. 
Ressalta-se a importância de convidar os pais, responsáveis, 
comunidade local, além dos professores e servidores de todos 
os setores da escola.
2ª ETAPA 
Acordo de Convivência
O Acordo de Convivência é um documento onde se estabelece 
os critérios e as funções de cada membro da comissão, sendo:
• Forma de organização;
• Definição dos participantes; e
• Datas para execução de cada atividade prevista.
O Acordo de Convivência pode ser detalhado, procurando 
cobrir todas as situações que o grupo possa viver ou pode ser 
resumido, deixando para mais tarde como serão resolvidos os 
problemas que surgirem da própria convivência dentro da 
Comissão. 17
ETAPAS PARA FORMAR UMA COM-VIDA
3ª ETAPA 
Fazer Planos e Agir
Agendar reuniões;
Definir membros da COM-VIDA
Definir atribuições específicas
Definir as regras de funcionamento (acordo de convivência);
Definir o calendário de atividades, tendo em vista o 
agendamento da cerimônia de certificação desse coletivo.
 
4ª ETAPA 
Atuação da COM-VIDA
Propor ações de sustentabilidade ambiental na comunidade 
escolar sob a perspectiva de uma educação crítica, 
emancipatória e transformadora;
Construir o plano de ação da COM-VIDA;
Acompanhar o andamento das ações do projeto coletivo 
para corrigir rumos e adequar materiais e prazos conforme 
os objetivos.
18
OFICINA DE FUTURO: 
CONSTRUINDO PROJETOS COLETIVOS
 No dicionário, oficina significa um lugar onde ocorrem 
grandes transformações.
 A Oficina de Futuro consiste em uma série de passos 
ou etapas para a construção de projetos coletivos, com 
duração que pode variar de acordo com o ritmo e o 
aprofundamento que o grupo deseje.
ETAPAS DA 
OFICINA DE FUTURO
1. Árvore dos Sonhos
2. As Pedras no Caminho
3. Plano de Ação
4. Monitoramento e Avaliação
19
ÁRVORE DOS 
SONHOS
Para realizar algo de valor é preciso 
ter espaço para sonhar. Durante a 
Rio-92 foi construída uma imensa 
árvore na Praia do Flamengo, no Rio 
de Janeiro. Nesse local, onde era 
r e a l i z a d a a c o n f e r ê n c i a d a 
s o c i e d a d e c i v i l , a s p e s s o a s 
escreviam em folhas de papel seus 
sonhos de um futuro digno para a 
humanidade e penduravam nessa 
árvore.
20
 
 Para criar conjuntamente os objetivos do grupo, 
podemos seguir a mesma ideia, construindo a Árvore dos 
Sonhos. 
 Uma árvore grande pode ser desenhada na lousa ou 
recortada em papéis. As pessoas devem se reunir em 
pequenos grupos para responderem a uma pergunta:
 Como é a escola dos nossos sonhos?
 Como é a comunidade dos nossos sonhos?
 Cada grupo escreve os seus sonhos num papel em 
forma de folha e coloca na Árvore dos Sonhos. 
 A negociação coletiva vai mostrar que há muitos 
sonhos parecidos entre as pessoas e que, por serem 
sonhados juntos, eles podem se tornar realidade. Estes 
sonhos agrupados são os objetivos do grupo, como dizia o 
poeta Raul Seixas: �sonho que se sonha só é só um sonho, 
mas sonho que se sonha junto é realidade.
 Portanto, se muitos estiverem sonhando juntos, a 
chance de transformar a realidade é bem maior.
ÁRVORE DOS 
SONHOS
21
AS PEDRAS NO 
CAMINHO
 Falar das pedras no caminho serve para a turma 
desabafar e pensar nas dificuldades que terá de enfrentar 
para chegar aos sonhos.
 Um grande caminho de pedras pode ser desenhado 
na lousa, no chão ou sobre um papel. Novamente os 
participantes são divididos em pequenos grupos para 
facilitar a conversa e respondem à pergunta:
 Quais são os problemas que dificultam 
alcançarmos nossos sonhos? 
Cada grupo debate, escolhe e escreve um problema sobre 
uma das pedras desenhadas. 
 Depois de examinarem todas as dificuldades, os 
participantes da oficina escolhem quais desejam ver 
resolvidas em primeiro, em segundo e em terceiro lugar e 
assim por diante.
 Sabemos que a realidade é complexa e que muitos são 
os desafios para se construir um futuro melhor. Por outro 
lado, são estes desafios que dão mais 
motivação para a nossa atuação na CO M-
V I D A e deixam claro que somente em 
conjunto, com cooperação e solidariedade, 
será possível transformar nossa escola, 
nosso bairro e nosso planeta.
22
PLANO DE AÇÃO
 Agora é preciso organizar as atividades e preparar 
um plano de ação. Esta parte vai ajudar o grupo a tomar uma 
atitude para transformar a sua situação atual e realizar os 
sonhos. Para isso, é preciso responder a novas perguntas:
1. Quais ações devem ser realizadas?
2. O que será necessário para realizá-las?
3. Quando cada ação será realizada?
4. Quem se responsabiliza por elas?
5. Como avaliar se o grupo conseguiu realizar o que 
planejou?
6. Como divulgar as ações realizadas?
 Um plano de ação é como um mapa de orientação. Ele 
às vezes pode demorar para ser construído, mas se for 
cuidadoso e completo pode evitar muita dor de cabeça. 
Afinal planejar é nada mais doque pensar antes de agir. Vale 
lembrar que os planos existem para serem executados. 
Portanto, é importante acompanhar e avaliar a realização 
de todos os passos, perguntando sempre se os sonhos da 
Árvore dos Sonhos estão sendo alcançados.
23
Como Fazer?
As ações realizadas podem ser divulgadas 
na escola e na comunidade por meio de 
apresentações, jornais murais, programas 
de rádios comunitárias, panfletos, TVs e 
eventos como atividades culturais.
O grupo escolhe coisas que possam ser 
avaliadas e que indiquem se está 
conseguindo ou não realizar a ação.
Quem faz o quê? É preciso que cada grupo 
ou pessoa se responsabilize por uma ou 
mais ações.
Até quando cada ação deve ser realizada? 
Quais os prazos para realizar cada ação?
É preciso lembrar de todo material e mão-
de-obra necessários para real izar 
determinada ação. Cada produto e serviço 
têm um custo. 
Significa aquilo que deve ser feito para 
alcançar um objetivo.
AÇÃO
MATERIAIS 
E CUSTOS
PRAZO
RESPONSÁVEIS
COMO AVALIAR
DIVULGAÇÃO 
DAS AÇÕES
24
MONITORAMENTO E AVALIAÇÃO
MONITORAR: 
Durante o projeto, é importante a equipe responsável 
acompanhar o andamento das ações para corrigir rumos e 
adequar materiais e prazos em função do alcance dos 
objetivos.
O plano de ação está sendo cumprido? 
Por quê? 
AVALIAR: 
Ao longo do projeto e depois de finalizado, temos que 
verificar se as nossas ações ajudaram a resolver os 
problemas identificados e causaram os impactos que 
desejamos. Para isso precisamos de indicadores que 
funcionam como �termômetros� para que possamos medir 
e depois comparar os resultados. 
25
MONITORAMENTO E AVALIAÇÃO
Por exemplo, podemos considerar como 
indicadores a quantidade de lixo produzido 
na escola ou o número de pessoas da 
comunidade escolar participando de ações 
ambientais.
 Qual era a situação antes do projeto?
 Como está a situação durante o projeto? 
 Qual é a situação depois do projeto?
26
PARCERIAS
Com parcerias dentro e fora da escola 
aumentam as chances da Agenda 2030 na 
Escola dar certo. 
Diversas cabeças pensando num mesmo problema têm mais 
chances de alcançarem melhores soluções. 
Daí a importância de:
Conhecer e apoiar as diversas experiências existentes na 
escola e na comunidade;
Descobrir se já existe um Fórum da Agenda 2030 local;
Divulgar as ações da COM-VIDA, utilizando os meios de 
comunicação disponíveis;
 Fazer parcerias com outras escolas, entidades da sociedade 
civi l , poder público como prefeitura, secretarias 
(especialmente de educação e de meio ambiente), 
estabelecimentos comerciais, empresas, indústrias. 
Lembrando que os nomes dos parceiros devem ser 
divulgados nas ações;
Todos podem trabalhar junto na COM-VIDA, sendo 
corresponsáveis nessa caminhada, em igualdade de 
condições e de representação. Isso vale especialmente para 
a juventude que deve ser ouvida e participar das decisões 
aqui e agora.
Assim a COM-VIDA tecerá sua rede de relações.
Uma COM-VIDA pode contar para outra como estão suas 
ações, por meio de diversas formas de comunicação como 
reuniões, encontros, cartas, jornais, grupos de discussão na 
internet.
27
BIBLIOGRAFIA
BRASIL. Ministério da Educação. Ministério do Meio 
Ambiente. Manual Orientador para Coletivos Jovens de 
Meio Ambiente. 2 ed. Brasília, 2006.
______. Ministério da Educação. Ministério do Meio Ambiente. 
Passo a passo para a conferência na escola: vivendo a 
diversidade na escola. Brasília, 2005.
______. Ministério do Meio Ambiente. Deliberações da 
Conferência Nacional do Meio Ambiente e da Conferência 
Infanto-Juvenil pelo Meio Ambiente. Brasília, 2004.
______. Ministério do Meio Ambiente. Passo a passo para a 
Conferência de Meio Ambiente na escola. Brasília, 2003.
______. Ministério do Meio Ambiente. Secretaria de 
Desenvolvimento Sustentável/Agenda 21. Construindo a 
Agenda 21 local. 2 ed. Brasília: SDS, 2003.
______. Ministério do Meio Ambiente. Secretaria de 
Desenvolvimento Sustentável/Agenda 21. Passo a passo da 
Agenda 21 local. Brasília: SDS, 2005.
28
	Página 1
	Página 2
	Página 3
	Página 4
	Página 5
	Página 6
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