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SISTEMAS PORTÁTEIS DE 
TREINAMENTO
PNEUMÁTICA E 
ELETROPNEUMÁTICA
FESTO DIDACTIC SISTEMA DE TREINAMENTO PORTÁTIL – ESTUDO DE SISTEMAS PNEUMÁTICOS E ELETROPNEUMÁTICOS 17/10/2011 Slide 1
TREINAMENTO
Módulo 1
Projeto e Dimensionamento de Redes de Ar ComprimidoProjeto e Dimensionamento de Redes de Ar Comprimido
Módulo 2
Lógica Pneumáticag
Módulo 3
Pneumática
Módulo 4
Projetos de circuitos pneumáticos
Módulo 5
Eletropneumática
FESTO DIDACTIC SISTEMA DE TREINAMENTO PORTÁTIL – ESTUDO DE SISTEMAS PNEUMÁTICOS E ELETROPNEUMÁTICOS 17/10/2011 Slide 2
Módulo 6
Técnicas para especificação de produtos industriais
Módulo 1
Projeto e Dimensionamento de Redes de Ar Comprimido
FESTO DIDACTIC SISTEMA DE TREINAMENTO PORTÁTIL – ESTUDO DE SISTEMAS PNEUMÁTICOS E ELETROPNEUMÁTICOS 17/10/2011 Slide 3
Conteúdo
Ö Projeto de uma rede de ar comprimido desde a produção, preparação e
distribuição, detalhando o funcionamento e a correta aplicação dos seus
tcomponentes.
Ö Economia de energia na concepção e manutenção de sistemas de automação.
Funcionamento características técnicas e principais aplicações dos componentesFuncionamento, características técnicas e principais aplicações dos componentes
pneumáticos.
Ö Possíveis falhas na rede de ar comprimido nos sistemas pneumáticos queÖ Possíveis falhas na rede de ar comprimido, nos sistemas pneumáticos que
levam ao desperdício de energia.
Ö E í i t ó i d i t áti
FESTO DIDACTIC SISTEMA DE TREINAMENTO PORTÁTIL – ESTUDO DE SISTEMAS PNEUMÁTICOS E ELETROPNEUMÁTICOS 17/10/2011 Slide 4
Ö Exercícios teóricos de sistemas pneumáticos.
Qualificação adquirida
Ö Conhece os principais componentes pneumáticos de uma rede de ar
comprimido.
Ö É capaz de interagir tanto nos sistemas quanto na rede de ar 
comprimido, visando um melhor desempenho e rendimento.
Ö Está apto para identificar e solucionar defeitos mais comuns em
componentes pneumáticos.componentes pneumáticos.
Ö Pode aplicar técnicas de avaliação de perdas decorrentes de vazamentos
na rede de ar comprimido podendo propor alternativas para eliminação de
FESTO DIDACTIC SISTEMA DE TREINAMENTO PORTÁTIL – ESTUDO DE SISTEMAS PNEUMÁTICOS E ELETROPNEUMÁTICOS 17/10/2011 Slide 5
na rede de ar comprimido, podendo propor alternativas para eliminação de
custos desnecessários.
Comportamento Físico dos Gases
A pressão de um gás é a manifestação da colisão de suas moléculas com a 
parede do recipiente.parede do recipiente.
Temperatura é uma medida do grau de agitação térmica das moléculas de 
uma substância.
FESTO DIDACTIC SISTEMA DE TREINAMENTO PORTÁTIL – ESTUDO DE SISTEMAS PNEUMÁTICOS E ELETROPNEUMÁTICOS 17/10/2011 Slide 6
Fundamentos Físicos
do Ar comprimido
Pressão
Composição
Umidade
FESTO DIDACTIC SISTEMA DE TREINAMENTO PORTÁTIL – ESTUDO DE SISTEMAS PNEUMÁTICOS E ELETROPNEUMÁTICOS 17/10/2011 Slide 7
Unidades
Pressão
Pressão Atmosférica
Patm = 1 atm
Faixa de
+ Pe
Patm = 1,013 bar
Patm = 101,3 KPa
P 14 7 PSI
Nível variável
da Pressão
Faixa de 
Sobre-pressão Pressão absoluta
Patm = 14,7 PSI
Patm = 760 mmHg
da Pressão 
Atmosférica
1,013 bar
- Pe
Faixa de depressão
0
FESTO DIDACTIC SISTEMA DE TREINAMENTO PORTÁTIL – ESTUDO DE SISTEMAS PNEUMÁTICOS E ELETROPNEUMÁTICOS 17/10/2011 Slide 8
Definições para o Ar Atmosférico
O que é o ar?
Nitrogen
77,00%
Definições para o Ar Atmosférico
Para temperatura ambiente de 
T ≈ 20°CTamb ≈ 20 C.
• Pressão Atmosférica:
Oxygen
20,70%Argon
0 90%
Various
0,07%
Pressão Atmosférica:
Patm = 1 bar
Densidade (ISO 6358):
Water
1,30%
Carbondioxid
0,03%
0,90% Densidade (ISO 6358):
ρ = 1185 g/m3
FESTO DIDACTIC SISTEMA DE TREINAMENTO PORTÁTIL – ESTUDO DE SISTEMAS PNEUMÁTICOS E ELETROPNEUMÁTICOS 17/10/2011 Slide 9
Umidade do Ar
FESTO DIDACTIC SISTEMA DE TREINAMENTO PORTÁTIL – ESTUDO DE SISTEMAS PNEUMÁTICOS E ELETROPNEUMÁTICOS 17/10/2011 Slide 10
Umidade do Ar
A quantidade de água que 1 m3 de ar pode conter depende da temperatura e 
da pressão:da pressão:
quantidade de água temperatura do arq g p
quantidade de água pressão do ar
g/m3
T (°C) 
1bar
FESTO DIDACTIC SISTEMA DE TREINAMENTO PORTÁTIL – ESTUDO DE SISTEMAS PNEUMÁTICOS E ELETROPNEUMÁTICOS 17/10/2011 Slide 11
g
Condensado
O condensado se refere à uma parcela da umidade presente no ar. O 
condensado surge pela aglutinação (condensação) da umidade em situaçõescondensado surge pela aglutinação (condensação) da umidade em situações 
descritas anteriormente.
O condensado nada mais é do que a água no estado líquido.
FESTO DIDACTIC SISTEMA DE TREINAMENTO PORTÁTIL – ESTUDO DE SISTEMAS PNEUMÁTICOS E ELETROPNEUMÁTICOS 17/10/2011 Slide 12
Ponto de Orvalho (Dew Point)
A umidade e o condensado se relacionam através do ponto de orvalho.
O ponto de orvalho é a temperatura abaixo da qual ocorre condensação 
(formação de condensado) a partir da umidade presente no ar.( ç ) p p
FESTO DIDACTIC SISTEMA DE TREINAMENTO PORTÁTIL – ESTUDO DE SISTEMAS PNEUMÁTICOS E ELETROPNEUMÁTICOS 17/10/2011 Slide 13
Vazão (Q)
volumeQ
Grandezas Físicas
Vazão (Q)
tempo
Q ≡
volume m3, cm3, L (dm3), ft3 (pé cúbico), pol3, Gal (UK, US).
Tempo min, s, h, dia, mês, ano.
U id d i d ãUnidades mais comuns de vazão:
⎤⎡⎤⎡⎤⎡
⎥⎦
⎤⎢⎣
⎡⎥⎦
⎤⎢⎣
⎡⎥⎦
⎤⎢⎣
⎡⎥⎦
⎤⎢⎣
⎡⎥⎦
⎤⎢⎣
⎡⇒
min
,,,
min
,
333 l
s
l
h
mm
s
mQ
FESTO DIDACTIC SISTEMA DE TREINAMENTO PORTÁTIL – ESTUDO DE SISTEMAS PNEUMÁTICOS E ELETROPNEUMÁTICOS 17/10/2011 Slide 14
⎦⎣⎦⎣⎦⎣⎦⎣⎦⎣ minmin shs
Exercício 1
Converter a vazão de 1281m3/h em m3/min, l/s, l/min e pcm (pé cúbico por minuto).
Dados:
1 m3 =1000 l
3 f 31 m3 = 35,3 ft3
FESTO DIDACTIC SISTEMA DE TREINAMENTO PORTÁTIL – ESTUDO DE SISTEMAS PNEUMÁTICOS E ELETROPNEUMÁTICOS 17/10/2011 Slide 15
Geração do Ar Comprimido
Compressores
Pistão ou Êmbolo
Rotativos
FESTO DIDACTIC SISTEMA DE TREINAMENTO PORTÁTIL – ESTUDO DE SISTEMAS PNEUMÁTICOS E ELETROPNEUMÁTICOS 17/10/2011 Slide 16
Compressores – Pistão ou êmbolo 
• Bastante utilizado atualmente
• Suporta pressões até 10 bar
• Contamina o ar com óleo
• Compressão pulsante
B i t
FESTO DIDACTIC SISTEMA DE TREINAMENTO PORTÁTIL – ESTUDO DE SISTEMAS PNEUMÁTICOS E ELETROPNEUMÁTICOS 17/10/2011 Slide 17
• Baixo custo
Compressores – Duplo pistão
• Bastante utilizado atualmente
• Suporta pressões acima de 10 bar
• Contamina o ar com óleo
• Compressão pulsante
FESTO DIDACTIC SISTEMA DE TREINAMENTO PORTÁTIL – ESTUDO DE SISTEMAS PNEUMÁTICOS E ELETROPNEUMÁTICOS 17/10/2011 Slide 18
• Baixo Custo
Compressores – Pistão (duplo aproveitamento)
• Maior rendimento
• Contamina o ar com óleo
• Compressão pulsante
FESTO DIDACTIC SISTEMA DE TREINAMENTO PORTÁTIL – ESTUDO DE SISTEMAS PNEUMÁTICOS E ELETROPNEUMÁTICOS 17/10/2011 Slide 19
Compressores – Pistão com membrana
• Isento de contaminação
• Silencioso• Silencioso
• Baixa vazão
• Compressão pulsante
FESTO DIDACTIC SISTEMA DE TREINAMENTO PORTÁTIL – ESTUDO DE SISTEMAS PNEUMÁTICOS E ELETROPNEUMÁTICOS 17/10/2011 Slide 20
Compressão pulsante
• Poucas aplicações
Compressores – Palhetas
• Isento de lubrificação
• Não atinge alta pressão• Não atinge alta pressão
• Compressão contínua
• Pode ser utilizado também como
FESTO DIDACTIC SISTEMA DE TREINAMENTO PORTÁTIL – ESTUDO DE SISTEMAS PNEUMÁTICOS E ELETROPNEUMÁTICOS 17/10/2011 Slide 21
Pode ser utilizado também como 
bomba de vácuo
Compressores – Roots ou lóbulos
• Desloca grande massa de ar
• Robusto• Robusto
• Ruído elevado
• Pressões baixas
FESTO DIDACTIC SISTEMA DE TREINAMENTO PORTÁTIL – ESTUDO DE SISTEMAS PNEUMÁTICOS E ELETROPNEUMÁTICOS 17/10/2011 Slide 22
Pressões baixas
• Grande aplicação na indústria
Compressores– Duplo parafuso
• Isento de lubrificação (alguns modelos)
• Boa relação pressão/vazão• Boa relação pressão/vazão
• Baixa manutenção
• Custo elevado
FESTO DIDACTIC SISTEMA DE TREINAMENTO PORTÁTIL – ESTUDO DE SISTEMAS PNEUMÁTICOS E ELETROPNEUMÁTICOS 17/10/2011 Slide 23
Custo elevado
Compressores – Duplo parafuso
FESTO DIDACTIC SISTEMA DE TREINAMENTO PORTÁTIL – ESTUDO DE SISTEMAS PNEUMÁTICOS E ELETROPNEUMÁTICOS 17/10/2011 Slide 24
Compressores – Turbo compressor axial
• Não atinge alta pressão
• Atinge alta vazão• Atinge alta vazão
FESTO DIDACTIC SISTEMA DE TREINAMENTO PORTÁTIL – ESTUDO DE SISTEMAS PNEUMÁTICOS E ELETROPNEUMÁTICOS 17/10/2011 Slide 25
Compressores – Turbo compressor radial
• Altas pressões
• Alta vazão
• Altas pressões
• Várias câmaras de compressão
FESTO DIDACTIC SISTEMA DE TREINAMENTO PORTÁTIL – ESTUDO DE SISTEMAS PNEUMÁTICOS E ELETROPNEUMÁTICOS 17/10/2011 Slide 26
Regulagem dos 
CompressoresCompressores
Por descarga
Por fechamento
Intermitente
I d f üê i
FESTO DIDACTIC SISTEMA DE TREINAMENTO PORTÁTIL – ESTUDO DE SISTEMAS PNEUMÁTICOS E ELETROPNEUMÁTICOS 17/10/2011 Slide 27
Inversores de freqüência
Regulagem por Descarga
Na saída do compressor existe uma válvula limitadora de pressão. Quando a pressão desejada no
reservatório é alcançada, ela se abre dando passagem e permitindo que o ar escape para a
atmosfera. Uma válvula de retenção impede o retorno do ar do reservatório para o compressor.
Reservatório
Rede de ar
Válvula de retenção
Rede de ar
Válvula Limitadora de pressão
Compressor
Válvula Limitadora de pressão
com piloto externo
FESTO DIDACTIC SISTEMA DE TREINAMENTO PORTÁTIL – ESTUDO DE SISTEMAS PNEUMÁTICOS E ELETROPNEUMÁTICOS 17/10/2011 Slide 28
Motor elétrico
Regulagem por Fechamento
Neste tipo‚ quando o lado da sucção é fechado pelo sinal proveniente da rede ou do próprio
reservatório, a entrada de ar para o compressor é bloqueada e não é aspirado ar e, portanto o
compressor continua funcionando em vazio.
Reservatório
Rede de distribuição
Válvula de retenção
Motor elétricoCompressorp
FESTO DIDACTIC SISTEMA DE TREINAMENTO PORTÁTIL – ESTUDO DE SISTEMAS PNEUMÁTICOS E ELETROPNEUMÁTICOS 17/10/2011 Slide 29
Válvula direcional de bloqueio
Com esta regulagem o compressor funciona entre uma pressão máxima e uma mínima. Ao alcançar a
Regulagem Intermitente
pressão máxima, o motor do compressor é desligado e quando a pressão chega ao mínimo, o motor é
ligado novamente. A freqüência de comutação pode ser regulada num pressostato e, para que os
períodos de comando possam ser limitados a uma média aceitável é necessário um grandeperíodos de comando possam ser limitados a uma média aceitável, é necessário um grande
reservatório de ar comprimido.
Rede de distribuição
Pressostato
Motor elétrico
Compressor
Reservatório
StartSolenóide
FESTO DIDACTIC SISTEMA DE TREINAMENTO PORTÁTIL – ESTUDO DE SISTEMAS PNEUMÁTICOS E ELETROPNEUMÁTICOS 17/10/2011 Slide 30
Regulagem com inversores de freqüência
A principal função dos inversores de freqüência é controlar a
l id d t d t j tê ivelocidade e o torque dos motores, ou seja, a sua potência.
Obs: A potência do motor depende da
freqüência e da tensão da rede.
FESTO DIDACTIC SISTEMA DE TREINAMENTO PORTÁTIL – ESTUDO DE SISTEMAS PNEUMÁTICOS E ELETROPNEUMÁTICOS 17/10/2011 Slide 31
Si b l i
Qual tipo construtivo escolher ? 
Simbologia
FESTO DIDACTIC SISTEMA DE TREINAMENTO PORTÁTIL – ESTUDO DE SISTEMAS PNEUMÁTICOS E ELETROPNEUMÁTICOS 17/10/2011 Slide 32
Instalação de Compressores
• O ambiente deve ser limpo e seco.
• O local deve ser ventilado.
• O compressor deve ser instalado o mais 
próximo possível da tubulação principal.
• A instalação do compressor deve ser 
isolada do piso e afastado de paredes.
FESTO DIDACTIC SISTEMA DE TREINAMENTO PORTÁTIL – ESTUDO DE SISTEMAS PNEUMÁTICOS E ELETROPNEUMÁTICOS 17/10/2011 Slide 33
Estimando a potência do compressor...
• Vazão nominal do compressor deve ser até 20% acima do consumo
estimado.
• Para cada 4 pcm (pé cúbico por minuto) = 113,3 l/min., o compressor
consome 1HP de potência.
FESTO DIDACTIC SISTEMA DE TREINAMENTO PORTÁTIL – ESTUDO DE SISTEMAS PNEUMÁTICOS E ELETROPNEUMÁTICOS 17/10/2011 Slide 34
Qualidade do ar
Contaminantes
Classes de qualidade
Aplicações
FESTO DIDACTIC SISTEMA DE TREINAMENTO PORTÁTIL – ESTUDO DE SISTEMAS PNEUMÁTICOS E ELETROPNEUMÁTICOS 17/10/2011 Slide 35
Contaminantes. Após a compressão o ar está...
• Quente (temperaturas até 205°C)
• Úmido
• Contaminado com partículas sólidas (poeira, partículas 
metálicas, ferrugem)
• Contaminado com óleo 
(proveniente do compressor)
FESTO DIDACTIC SISTEMA DE TREINAMENTO PORTÁTIL – ESTUDO DE SISTEMAS PNEUMÁTICOS E ELETROPNEUMÁTICOS 17/10/2011 Slide 36
(p p )
Exercício 2 - Estudo de caso
Em um sistema que opera em um ambiente a 30 °C e umidade relativa de
80%, o seu compressor gera ar comprimido com vazão média de 8967
3m3/h. Qual a quantidade de água que poderá ser condensada em 24
horas?
h
h
mgqtde 24.8967.8,0.1,30
3
3= hm3
FESTO DIDACTIC SISTEMA DE TREINAMENTO PORTÁTIL – ESTUDO DE SISTEMAS PNEUMÁTICOS E ELETROPNEUMÁTICOS 17/10/2011 Slide 37
Classes de Qualidade
OBS: 
As classes de qualidade do ar comprimido são recomendadas pela norma 
DIN/ISO 8573
FESTO DIDACTIC SISTEMA DE TREINAMENTO PORTÁTIL – ESTUDO DE SISTEMAS PNEUMÁTICOS E ELETROPNEUMÁTICOS 17/10/2011 Slide 38
DIN/ISO 8573.
Especificação das Classes de 
Qualidade
Classe X.Y.Z.
X⇒ referente às partículas sólidas.p
Y⇒ referente ao ponto de orvalho da água.
Z⇒ referente à concentração de óleo.ç
Melhor classe pior classe
1 ⇒ 2 ⇒ 3 ⇒ 4 ⇒ 5 ⇒ 6 ⇒ 7
FESTO DIDACTIC SISTEMA DE TREINAMENTO PORTÁTIL – ESTUDO DE SISTEMAS PNEUMÁTICOS E ELETROPNEUMÁTICOS 17/10/2011 Slide 39
Classe 1.7.1:
Aplicações
Classe 1.7.1:
Uso geral, proteção local. Recomenda-se cuidado!
Classe 1.4.1:
Mais utilizado na indústria. Atende setores como o automobilístico, 
plástico, papel e celulose, metalúrgico e mecânico.
Classe 2.2.1/2.1.1:
Quando o ar entra em contato com materiais higroscópios (cimento, 
leite em pó pastilhas efervescentes)leite em pó, pastilhas efervescentes).
Classe 1.2.1/1.1.1:
Fabricação de fibras ópticas, CDs, circuitos integrados, reatores
FESTO DIDACTIC SISTEMA DE TREINAMENTO PORTÁTIL – ESTUDO DE SISTEMAS PNEUMÁTICOS E ELETROPNEUMÁTICOS 17/10/2011 Slide 40
Fabricação de fibras ópticas, CDs, circuitos integrados, reatores 
nucleares, siderurgia (VDI 2083).
Resfriadores
Ar/Ar
Ar/Água
FESTO DIDACTIC SISTEMA DE TREINAMENTO PORTÁTIL – ESTUDO DE SISTEMAS PNEUMÁTICOS E ELETROPNEUMÁTICOS 17/10/2011 Slide 41
Resfriadores
Resfriadores posteriores são utilizados para 
diminuir a temperatura do ar logo após adiminuir a temperatura do ar logo após a 
compressão. 
Funcionam com o princípio de convecção 
AR /ÁGUAAR /ARforçada.
FESTO DIDACTIC SISTEMA DE TREINAMENTO PORTÁTIL – ESTUDO DE SISTEMAS PNEUMÁTICOS E ELETROPNEUMÁTICOS 17/10/2011 Slide 42
Secadores
ResfriamentoResfriamento
Adsorção
Absorção
Adsorção
Absorção
FESTO DIDACTIC SISTEMA DE TREINAMENTO PORTÁTIL – ESTUDO DE SISTEMAS PNEUMÁTICOS E ELETROPNEUMÁTICOS 17/10/2011 Slide 43
Obs.: Deve-se sempre observar a norma ISO 7183 para operação de secadores (temperatura de 
entrada inferior a 35°C e filtros < 1μm).
Secagem
Comparando-se o ar com uma esponja: se a esponja estiver
saturada de água não poderá absorver mais água Da mesma forma se asaturada de água, não poderá absorver mais água. Da mesma forma, se a
umidade do ar atingir o seu valor máximo, o mesmo não poderá absorver
mais vapor d’água Comprimindo uma esponja não-saturada diminui-se suamaisvapor d água. Comprimindo uma esponja não saturada, diminui se sua
quantidade de água, o que é equivalente a aumentar a pressão do ar e
ocorrer condensação do vapor d’água. Ao resfriar a esponja, seus porosocorrer condensação do vapor d água. Ao resfriar a esponja, seus poros
diminuem de volume, eliminando água, o que é equivalente a diminuir a
temperatura do ar e ocorrer condensação.
FESTO DIDACTIC SISTEMA DE TREINAMENTO PORTÁTIL – ESTUDO DE SISTEMAS PNEUMÁTICOS E ELETROPNEUMÁTICOS 17/10/2011 Slide 44
p ç
Ar Úmido Simbologia
Secagem por Resfriamento
Ar Seco
Ar Úmido
Pré-Resfriador
Simbologia
Ar Seco
Resfriador Principal
Separador
Compressor 
Refrigeração
• Resfria o ar
• Necessita de energia externa
Condensado
Dreno
By-Pass
g
• Reduz a umidade pela condensação do ar
• Muito utilizado na indústria metalúrgica
FESTO DIDACTIC SISTEMA DE TREINAMENTO PORTÁTIL – ESTUDO DE SISTEMAS PNEUMÁTICOS E ELETROPNEUMÁTICOS 17/10/2011 Slide 45
Condensado
Freon
• Muito utilizado na indústria metalúrgica
• Ponto de orvalho em torno de 2°C
Simbologia
Secagem por Adsorção
Simbologia
• Elemento secante regenerável
• Manutenção simples
• Não é preciso parar o fornecimento para 
l t tregenerar o elemento secante
• Utiliza-se geralmente Sílica-Gel ou alumina 
ativadaativada
• Ponto de orvalho em torno de -15°C 
(pode-se chegar a -90 °C)
FESTO DIDACTIC SISTEMA DE TREINAMENTO PORTÁTIL – ESTUDO DE SISTEMAS PNEUMÁTICOS E ELETROPNEUMÁTICOS 17/10/2011 Slide 46
(p g )
Simbologia
Secagem por Absorção
Simbologia
• Processo químico
• Não necessita de energia externa
• Instalação e manutenção simples
• Utiliza-se geralmente Cloreto de Cálcio
• Ponto de orvalho em torno de 10°C
FESTO DIDACTIC SISTEMA DE TREINAMENTO PORTÁTIL – ESTUDO DE SISTEMAS PNEUMÁTICOS E ELETROPNEUMÁTICOS 17/10/2011 Slide 47
Simbologia
Secador de Membrana
Simbologia
• Não necessita de energia externa
Camisa
• Compacto
• Baixa manutenção, fácil instalação
M b
Vias de exaustão de ar • Membrana com elevada vida útil
• Baixa queda de pressão
Membrana
Orifícios
• Ponto de orvalho de até -40°C
FESTO DIDACTIC SISTEMA DE TREINAMENTO PORTÁTIL – ESTUDO DE SISTEMAS PNEUMÁTICOS E ELETROPNEUMÁTICOS 17/10/2011 Slide 48
Simbologia
Armazenamento
FESTO DIDACTIC SISTEMA DE TREINAMENTO PORTÁTIL – ESTUDO DE SISTEMAS PNEUMÁTICOS E ELETROPNEUMÁTICOS 17/10/2011 Slide 49
FiltrosFiltros
Tipos
Aplicações
FESTO DIDACTIC SISTEMA DE TREINAMENTO PORTÁTIL – ESTUDO DE SISTEMAS PNEUMÁTICOS E ELETROPNEUMÁTICOS 17/10/2011 Slide 50
Tipos de Filtros
Pré-filtro Carbono ativoCyclone separador Micro filtro
Água, pó
5 40 µm
Odores
0 003 µm
Água, pó
> 50 µm
Água, pó, óleo
0 1 0 01 µm
FESTO DIDACTIC SISTEMA DE TREINAMENTO PORTÁTIL – ESTUDO DE SISTEMAS PNEUMÁTICOS E ELETROPNEUMÁTICOS 17/10/2011 Slide 51
5 ... 40 µm 0,003 µm> 50 µm 0,1 ... 0,01 µm
Pré - filtros grau P
Filtros Coalescentes
• Papel plissado ; grau de 3 µm.
• Polietileno sinterizado : grau de 2a3 µm
• Bronze sinterizado : grau de 5 micra
Coalescentes
• Grau B - fino : 0,83 ppm / 0,7 µm
• Grau A - ultrafino : 0,008 ppm/ 0,01 µm
Aglutinação
Carvão ativo grau C
• Remoção de odores provenientes do óleo 
FESTO DIDACTIC SISTEMA DE TREINAMENTO PORTÁTIL – ESTUDO DE SISTEMAS PNEUMÁTICOS E ELETROPNEUMÁTICOS 17/10/2011 Slide 52
e hidrocarbonetos.
Separadores
Água/Óleo
FESTO DIDACTIC SISTEMA DE TREINAMENTO PORTÁTIL – ESTUDO DE SISTEMAS PNEUMÁTICOS E ELETROPNEUMÁTICOS 17/10/2011 Slide 53
Separadores de Água/Óleo
FESTO DIDACTIC SISTEMA DE TREINAMENTO PORTÁTIL – ESTUDO DE SISTEMAS PNEUMÁTICOS E ELETROPNEUMÁTICOS 17/10/2011 Slide 54
Separadores de Água/Óleo
FESTO DIDACTIC SISTEMA DE TREINAMENTO PORTÁTIL – ESTUDO DE SISTEMAS PNEUMÁTICOS E ELETROPNEUMÁTICOS 17/10/2011 Slide 55
1 - Condensação (emulsão de óleo-água)
Separadores de Água/Óleo
2 - Câmara de expansão
3 - Câmara de sedimentação
4 Câmara de trabalho4 - Câmara de trabalho
5 - Bomba
6 - Filtro de membrana
7 - Água limpa
8 - Recipiente do óleo
9 - Descarga
10 - Interruptor de descarga
11 - Interruptor de nível
FESTO DIDACTIC SISTEMA DE TREINAMENTO PORTÁTIL – ESTUDO DE SISTEMAS PNEUMÁTICOS E ELETROPNEUMÁTICOS 17/10/2011 Slide 56
11 - Interruptor de nível
12 - Purgas manuais
Preparação final
Unidade de conservação
FESTO DIDACTIC SISTEMA DE TREINAMENTO PORTÁTIL – ESTUDO DE SISTEMAS PNEUMÁTICOS E ELETROPNEUMÁTICOS 17/10/2011 Slide 57
Unidades de Conservação
FESTO DIDACTIC SISTEMA DE TREINAMENTO PORTÁTIL – ESTUDO DE SISTEMAS PNEUMÁTICOS E ELETROPNEUMÁTICOS 17/10/2011 Slide 58
Filtro de Impurezas
FESTO DIDACTIC SISTEMA DE TREINAMENTO PORTÁTIL – ESTUDO DE SISTEMAS PNEUMÁTICOS E ELETROPNEUMÁTICOS 17/10/2011 Slide 59
Reguladora de Pressão
FESTO DIDACTIC SISTEMA DE TREINAMENTO PORTÁTIL – ESTUDO DE SISTEMAS PNEUMÁTICOS E ELETROPNEUMÁTICOS 17/10/2011 Slide 60
Lubrificador
Câmara de 
gotejamento
Canal de 
alimentação
Válvula de 
t ãretenção
Tubo ascendente
Parafuso de
regulagem Parafuso de
abastecimento
Óleo
abastecimento
FESTO DIDACTIC SISTEMA DE TREINAMENTO PORTÁTIL – ESTUDO DE SISTEMAS PNEUMÁTICOS E ELETROPNEUMÁTICOS 17/10/2011 Slide 61
Aplicações das Unidades de Conservação
• A unidade de conservação deve ser dimensionada
Simbologia detalhada
• A unidade de conservação deve ser dimensionada 
para a maior vazão.
• O último consumidor não deve estar mais do que 5 m 
afastado.
• A unidade de conservação deve ser instalada no local mais 
frio, afastada de fontes de calor.
FESTO DIDACTIC SISTEMA DE TREINAMENTO PORTÁTIL – ESTUDO DE SISTEMAS PNEUMÁTICOS E ELETROPNEUMÁTICOS 17/10/2011 Slide 62
Seqüência de Equipamentos (ISO 8573 )
Ou antes do 
pré-filtro
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1 Compressor
Rede de Ar Comprimido
1. Compressor 
2. Resfriador posterior ar/ar 
3. Separador de condensados 
4. Reservatório 
5. Purgador automático 
6 P é filt l t6. Pré-filtro coalescente 
7. Secador 
8. Purgador automático eletrônico g
9. Pré-filtro coalescente grau x 
10. Pré-filtro coalescente grau y 
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11. Pré-filtro coalescente grau z 
12. Separador de água e óleo 
E l i id d b lid d
Custo do Ar Comprimido
Em geral, o ar comprimido de boa qualidade
demanda muito investimento. Desta forma,
representa uma das fontes de energia maisrepresenta uma das fontes de energia mais
caras do mundo. O seu uso deve ser o mais
moderado possível!moderado possível!
Além do custo da energia elétrica deve-se
considerar os custos de manutenção,
pessoal treinado e investimento dos
i t
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equipamentos.
Redes de ar comprimido
Linha Principal
Linha de Distribuiçãoç
Linha de Conexão
Dimensionamento
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Linha Principal
A linha principal (ou primária) transporta
o ar comprimido para a linha deo ar comprimido para a linha de
distribuição (ou secundária) depois da
sua produção (resfriadores, secadores,p ç ( , ,
filtros).
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Linha de Distribuição
Circuito aberto
Ci i f h d ( l iCircuito fechado (anel ou ring 
circuit )
Circuito em malha
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Circuito em malha
Linha de Distribuição
Linhas de distribuição concêntricasLinhas de distribuição concêntricas.
Permite trabalhar com diferentes
limites de pressão.p
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Linha de Conexão
• Declives de 1 a 2% do comprimento
• Tomadas de ar por cima da linha secundária• Tomadas de ar por cima da linha secundária
• Dimensionar e localizar purgadores
• Não utilizar final da linha para consumo
• Dimensionar reservatórios para condensado
Não utilizar final da linha para consumo
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Linha de Conexão
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Número de derivações Linha distribuição
Linhas de Derivação
Diâmetro interno em mm
Exercício 3 - Exemplo: Quantas linhas podem ser derivadas de uma linha de
distribuição com 51 mm de diâmetro?
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Resposta: 16 conexões de 13 mm; 8 conexões de 19 mm; 4 conexões de 25 mm;
2 conexões de 38 mm; 1 conexão de 51 mm.
1. Listar os consumidores por tipo e quantidade.
Dimensionamento da Rede
1. Listar os consumidores por tipo e quantidade.
2. Listar ou estimar consumo de ar de cada consumidor .
3 Determinar o consumo médio de ar levando se em conta as simultaneidades e reservas para3. Determinar o consumo médio de ar, levando-se em conta as simultaneidades e reservas para 
futuras expansões.
4 Calcular a rede de ar comprimido pelo seu comprimento válvulas e conexões4. Calcular a rede de ar comprimido pelo seu comprimento, válvulas e conexões.
5. Converter a perda de carga em comprimento de tubulação da rede .
6 C l l á i d d d i í l6. Calcular a máxima perda de carga admissível. 
7. Indicar o comprimento nominal da rede para obter o diâmetro da tubulação.
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8. Definir o material da tubulação.
U i t i id 10 b tó i d 300 l
Exercício 4 – Relação de Compressão
Um sistema armazena ar comprimido a 10 bar em um reservatório de 300 l.
Qual o volume de ar que foi aspirado do ar atmosférico para ser armazenado?
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Relação de Compressão
( )
( )b
baroperaçãopresãobar
fé
absolutapressãoRC _)(1_ +== ( )baraatmosféricpressão 1_
( ) ( )
( ) 111
101 =+=
bar
barbarRC ( )
lRClaspiradoVolume 3300.300 ==
FESTO DIDACTIC SISTEMA DE TREINAMENTO PORTÁTIL – ESTUDO DE SISTEMAS PNEUMÁTICOS E ELETROPNEUMÁTICOS 17/10/2011 Slide 75
lRClaspiradoVolume 3300.300_
Normal m3 ou normal L
É bastante comum as especificações de consumo de vazão serem expressas
em relação à pressão atmosférica. Assim, a especificação pode ser feita daç p , p ç p
seguinte forma:
Q= 1,5NL/min à 3300 NL/min
Q= 1281Nm3/h
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Consumidor Consumo em l/s Consumidor Consumo em l/s
Consumo de Vazão de Ferramentas Conhecidas
Consumidor Consumo em l/s Consumidor Consumo em l/s
Furadeira 750 W 13 Motor pneumático 1400 W 36
Furadeira 1000 W 18 Motor pneumático 2400 W 60
Furadeira 1500 W 27 Motor pneumático 3500 W 84p
Furadeira 2000 W 35 Soprador 8
Lixadeira 750 W 17 Elevador até 500 Kg 33
Lixadeira 1000 W 22 Martelo de forja 8
Li d i 1500 W 28 P f d i d i t 15 30Lixadeira 1500 W 28 Parafusadeira de impacto 15 a 30
Parafusadeira pneum. 300 W 5 Pistola spray 10
Serra circular 22 Cortador 16
Observar sempre os dados técnicos fornecidos pelo fabricante!
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Consumo de Vazão de Atuadores de Dupla Ação
( ) ndDsDsQ .. 222 ⎥⎤⎢⎡ −+= ππ
Q : Vazão média. ( ) nssQatuador .4.4. ⎥⎦⎢⎣ +=s : Curso útil do atuador.
D : Diâmetro do atuador.
d : Diâmetro da haste.
n : Número de ciclos por
( ) RCndDsDsQ .. 222 ⎥⎤⎢⎡ −+= ππn : Número de ciclos por 
minuto.
C
RCnssQaspirada ..4
.
4
. ⎥⎦⎢⎣
+=
FESTO DIDACTIC SISTEMA DE TREINAMENTO PORTÁTIL – ESTUDO DE SISTEMAS PNEUMÁTICOS E ELETROPNEUMÁTICOS 17/10/2011 Slide 78
RC : Relação de compressão.
Consumo de Vazão de Atuadores de Simples Ação
DQ .
2
⎥⎤⎢⎡ π
Q : Vazão média.
nsQatuador .4
. ⎥⎦⎢⎣
=s : Curso útil do atuador.
D : Diâmetro do atuador.
n : Número de ciclos por minuto.
RC : Relação de compressão RCnDsQ .
2
⎥⎤⎢⎡ πRC : Relação de compressão. RCnsQaspirada ..4. ⎥⎦⎢⎣=
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Qual o consumo médio de ar comprimido de um cilindro de dupla ação com diâmetro de 50 mm
Exercício 5 - Exemplo
Qual o consumo médio de ar comprimido de um cilindro de dupla ação com diâmetro de 50 mm 
(diâmetro da haste de 12 mm) e curso de 100 mm? A pressão de trabalho é 6 bar.Qual a vazão 
de ar que deverá ser aspirada pelo compressor?
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Fator de Simultaneidade (FS)
A experiência mostra que na maioria das operações que usam diversas ferramentas
pneumáticas, nem todas as ferramentas são usadas ao mesmo tempo. Normalmente, os
trabalhos são executados temporariamente e, então, as ferramentas envolvidas nesse processo
estarão ligadas em tempos diferentes. A proporção de tempo durante o qual teoricamente todas
as ferramentas são usadas simultaneamente é denominada de “fator de simultaneidade” e entraas ferramentas são usadas simultaneamente é denominada de fator de simultaneidade e entra
no cálculo junto com o período médio de funcionamento das ferramentas – ED, como um fator
que reduz a demanda de ar.
FESTO DIDACTIC SISTEMA DE TREINAMENTO PORTÁTIL – ESTUDO DE SISTEMAS PNEUMÁTICOS E ELETROPNEUMÁTICOS 17/10/2011 Slide 81
Fator de Simultaneidade (FS)
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Fator de Utilização (FU)
O fator de utilização indica com qual porcentagem da capacidade total (duty
cycle) o equipamento está operando.y ) q p p
Este fator está relacionado diretamente com o tempo!
Normalmente o projetista da rede de ar comprimido necessita das
informações de um processista para conhecer o tempo de operação do
consumidor pneumático.
FESTO DIDACTIC SISTEMA DE TREINAMENTO PORTÁTIL – ESTUDO DE SISTEMAS PNEUMÁTICOS E ELETROPNEUMÁTICOS 17/10/2011 Slide 83
U i t áti b di i d d á id d
Consumo Médio de Vazão
Um sistema pneumático bem dimensionado deverá considerar o grau de
simultaneidade entre os consumidores.Caso contrário a rede de ar comprimido
poderá ser superdimensionada!poderá ser superdimensionada!
( )∑= n FUFSqNQ
Q : Vazão média total que deverá ser suprida ao
sistema pela rede. ( )∑
=
=
i
i
total
média FUFSqNQ
1
...
N : Quantidade de consumidores do mesmo tipo.
q : Vazão de cada consumidor.
FESTO DIDACTIC SISTEMA DE TREINAMENTO PORTÁTIL – ESTUDO DE SISTEMAS PNEUMÁTICOS E ELETROPNEUMÁTICOS 17/10/2011 Slide 84
q : Vazão de cada consumidor.
Uma fábrica possui os equipamentos listados na tabela abaixo Calcular a vazão média de ar
Exercício 6 - Exemplo
Uma fábrica possui os equipamentos listados na tabela abaixo. Calculara vazão média de ar 
comprimido (m3/h) da fábrica. Qual será a vazão aspirada pelo compressor sabendo que os 
equipamentos irão operar com 6 bar?
Dados para o fator de utilização: furadeira (30%), parafusadeira (35%), talha (30%), bicos de 
limpeza (10%)
Consumidor Quantidade Consumo em l/sConsumidor Quantidade Consumo em l/s
Furadeira 2000 W 6 35
Parafusadeira pneumática 300 W 12 5
Talha pneumática 2 40
FESTO DIDACTIC SISTEMA DE TREINAMENTO PORTÁTIL – ESTUDO DE SISTEMAS PNEUMÁTICOS E ELETROPNEUMÁTICOS 17/10/2011 Slide 85
Talha pneumática 2 40
Bico de limpeza 20 6
Exercício 6 - Exemplo
( ) ( ) ( ) ( )[ ]1,0.6,0.6.203,0.94,0.40.235,0.68,0.5.123,0.8,0.35.6 +++=
total
médiaQ
Furadeiras Parafusadeiras Talhas Bicos deFuradeiras Parafusadeiras Talhas Bicos de 
limpeza
h
mlQmédia
3
8,3394,94 ≅=
FESTO DIDACTIC SISTEMA DE TREINAMENTO PORTÁTIL – ESTUDO DE SISTEMAS PNEUMÁTICOS E ELETROPNEUMÁTICOS 17/10/2011 Slide 86
hstotalmédia
Picos de
Picos de Consumo
consumo
Média
20 a 60% do 
valor de pico
FESTO DIDACTIC SISTEMA DE TREINAMENTO PORTÁTIL – ESTUDO DE SISTEMAS PNEUMÁTICOS E ELETROPNEUMÁTICOS 17/10/2011 Slide 87
Como lidar com os Picos de Consumo?
1. Os picos de consumo devem ser levados em conta para o dimensionamento da tubulação
da rede.
2. Os picos de consumo são naturais desde que a vazão média represente de 20 a 60% do
seu valor máximo.
3 E í i á i d l i d l d t l3. Em níveis razoáveis, o compressor pode ser selecionado levando-se em conta o valor
médio de consumo, pois os picos serão “supridos” pelo ar armazenado em reservatório.
4 Para efeito de cálculos da rede o consumo médio de ar é multiplicado por um fator de4. Para efeito de cálculos da rede, o consumo médio de ar é multiplicado por um fator de
segurança entre 1,0 e 2,0 para balancear os picos de consumo.
FESTO DIDACTIC SISTEMA DE TREINAMENTO PORTÁTIL – ESTUDO DE SISTEMAS PNEUMÁTICOS E ELETROPNEUMÁTICOS 17/10/2011 Slide 88
Exercício 7 – Estimando a vazão final para o dimensionamento...
1. Deve somar 35% da vazão encontrada como reserva para futuras expansões.
2. Deve somar 10% da vazão encontrada como reserva para vazamentos.
3. Deve, então, multiplicar toda a somatória por um valor entre 1,0 e 2,0.
[ ] mQfi l 35,9858,339.10,08,339.35,08,339.2 =++= [ ] hQfinal 5,9858,339.10,08,339.35,08,339.2 ++
FESTO DIDACTIC SISTEMA DE TREINAMENTO PORTÁTIL – ESTUDO DE SISTEMAS PNEUMÁTICOS E ELETROPNEUMÁTICOS 17/10/2011 Slide 89
Estimativa da Queda de Pressão
A queda de pressão na rede de ar comprimido é conseqüência das
di õ ét i d t b l ã d di t ib i ã d di õdimensões geométricas da tubulação de distribuição e das suas condições
operacionais.
• Dimensões relevantes: diâmetro interno, comprimento total.
• Condições operacionais: vazão, pressão de trabalho.
FESTO DIDACTIC SISTEMA DE TREINAMENTO PORTÁTIL – ESTUDO DE SISTEMAS PNEUMÁTICOS E ELETROPNEUMÁTICOS 17/10/2011 Slide 90
Queda de Pressão no Sistema Pneumático
Quedas de pressão admissíveis:
• linha principal 0 03 bar}• linha principal 0,03 bar• linha de distribuição 0,03 bar
• linha de conexão 0 04 bar
}rede 0,1 bar
• linha de conexão 0,04 bar
• secador 0,30 bar
• filtros 0,40 bar
}
filtros 0,40 bar
• unidade de conservação e mangueiras 0,60 bar
Queda de pressão total 1,40 bar
FESTO DIDACTIC SISTEMA DE TREINAMENTO PORTÁTIL – ESTUDO DE SISTEMAS PNEUMÁTICOS E ELETROPNEUMÁTICOS 17/10/2011 Slide 91
Q p ,
Comprimento da tubulação (m)
32
25 10
15
20
1 2 3 4 5 8 10 20 50 60 100 200 500600 1000 2000
Comprimento da tubulação (m)
Estimativa da Queda de 
Pressão e do Diâmetro da 
Linha Principal
40
32 20
25
30
40
50
Linha Principal 
(Nomograma)
70
60
50
100
150
100
80 200
250
300
400
500
ã o
 ( m
m
)
150
125
500
1000
1500â
m
e t
r o
 d
a 
t u
b u
l a
ç
a z
ã o
 ( l
/ s
)
FESTO DIDACTIC SISTEMA DE TREINAMENTO PORTÁTIL – ESTUDO DE SISTEMAS PNEUMÁTICOS E ELETROPNEUMÁTICOS 17/10/2011 Slide 92
1500
0,002 0,005 0,01 0,02 0,05 0,1 0,2 0,5 1 2 3 456 7 10 15
Queda de pressão na tubulação 
(Bar)
Pressão manométrica
(Bar)
D
i V a
Exemplo de Utilização do Nomograma
• Uma rede em anel possui 200 m
5
p
de comprimento total de tubo.
•Diâmetro ? 27
4
6
Diâmetro ?
• Pressão de 6 bar.
2
3
• Vazão de 170 l/s = 612 m3/h. 18
FESTO DIDACTIC SISTEMA DE TREINAMENTO PORTÁTIL – ESTUDO DE SISTEMAS PNEUMÁTICOS E ELETROPNEUMÁTICOS 17/10/2011 Slide 93
Exercício 8
Usando os dados do exercício anterior, estime
um diâmetro para a tubulação da rede e verifique
5625 
m2
as conseqüências desta escolha.
Dados: rede em anel; tubulação de 300 m.
FESTO DIDACTIC SISTEMA DE TREINAMENTO PORTÁTIL – ESTUDO DE SISTEMAS PNEUMÁTICOS E ELETROPNEUMÁTICOS 17/10/2011 Slide 94
Perda de Carga Equivalente
Todo componente que transporta ar comprimido oferece resistência
ao fluxo. Esta resistência pode ser estimada como comprimento
equivalente da rede e pode ser usada para o dimensionamento.
FESTO DIDACTIC SISTEMA DE TREINAMENTO PORTÁTIL – ESTUDO DE SISTEMAS PNEUMÁTICOS E ELETROPNEUMÁTICOS 17/10/2011 Slide 95
Perda de Carga Equivalente
Item
Comprimento equivalente em m 13 16 20 25 40 50 80 100 125 150 200 250 300 400
1. Válvula de gaveta e Válvula de esfera 0,2 0,2 0,3 0,3 0,5 0,6 1 1,3 1,6 1,9 2,6 3,2 3,9 5,2
2. Válvula de diafragma 0,8 1 1,2 1,6 2,5 3 4,5 6 8 10 - - - -
Diâmetro interno do tubo em mm
g
3. Válvula angular 2 2,4 3 4 6 7 12 15 18 22 30 36 - -
4. Válvula de assento (globo) 4 4,1 6 7,5 12 15 24 30 38 45 60 - - -
5. Válvula de retenção 1 1,3 1,6 2 3,2 4 6,4 8 10 12 16 20 24 32
6. Curva R = 2d 0,2 0,2 0,3 0,3 0,5 0,6 1 1,2 1,5 1,8 2,4 3 3,6 4,8
7. Curva R = d 0,2 0,3 0,3 0,4 0,6 0,8 1,3 1,6 2 2,4 3,2 4 4,8 6,4
8 Cotovelo 90º 0,8 1 1,2 1,5 2,4 3 4,5 6 7,5 9 12 15 18 24
9. T com passagem direta 0,1 0,2 0,2 0,3 0,4 0,5 0,8 1 1,3 1,5 2 2,5 3 4
10. Conexão 0,8 1 1,2 1,5 2,4 3 4,8 6 7,5 9 12 15 18 24
11. Redução 0,2 0,3 0,4 0,5 0,7 1 2 2,5 3,1 3,6 4,8 6 7,2 9,6
12. Separador de condensado 2 0,3 0,4 0,5 0,7 1 2 2,5 3,1 3,6 4,8 6 7,2 9,6
13. Alimentação para a linha em anel 0,8 1 1,2 1,5 2,4 3 4,8 6 7,5 9 12 15 18 24
14. Conexão para linha de serviço (Y) 0,8 1 1,2 1,5 2,4 3 - - - - - - - -
FESTO DIDACTIC SISTEMA DE TREINAMENTO PORTÁTIL – ESTUDO DE SISTEMAS PNEUMÁTICOS E ELETROPNEUMÁTICOS 17/10/2011 Slide 96
p ç ( )
15. Conexão para linha de serviço (T) 1,3 1,6 2 2,5 4 5 - - - - - - - -
16. Curva 45º 0,1 0,1 0,1 0,2 0,2 0,3 0,5 0,6 0,8 0,9 1,2 1,5 1,8 2,4
L d t t d d d bté i t t t l
Perda de Carga Equivalente
Levando-se em conta todas as perdas de carga, obtém-se o comprimento total
para dimensionamento da rede que pode ser feito novamente através do
nomograma ∑+= n
i
eequivalentredetotal LLL
1
nomograma.
=i 1
Exemplo: Uma rede em anel possui 200 m de comprimento total de tubo, 80
mm de diâmetro e 50 reduções. Qual o comprimento total equivalente?
Resposta: ( )
FESTO DIDACTIC SISTEMA DE TREINAMENTO PORTÁTIL – ESTUDO DE SISTEMAS PNEUMÁTICOS E ELETROPNEUMÁTICOS 17/10/2011 Slide 97
Resposta: ( ) mmmLtotal 3002.50200 =+=
Perda de Carga Equivalente
Para simplificar os cálculos de perda de carga equivalente devido às
conexões, mangueiras e válvulas, usa-se 60% do valor do comprimento
nominal da rede para dimensionamento das suas dimensões.
LL 61 redetotal LL .6,1=
FESTO DIDACTIC SISTEMA DE TREINAMENTO PORTÁTIL – ESTUDO DE SISTEMAS PNEUMÁTICOS E ELETROPNEUMÁTICOS 17/10/2011 Slide 98
Exemplo de Utilização de Nomograma
FESTO DIDACTIC SISTEMA DE TREINAMENTO PORTÁTIL – ESTUDO DE SISTEMAS PNEUMÁTICOS E ELETROPNEUMÁTICOS 17/10/2011 Slide 99
Exemplo de Utilização de Nomograma
FESTO DIDACTIC SISTEMA DE TREINAMENTO PORTÁTIL – ESTUDO DESISTEMAS PNEUMÁTICOS E ELETROPNEUMÁTICOS 17/10/2011 Slide 100
Cálculo do Diâmetro da Tubulação
d : Diâmetro interno da tubulação em m.
5
85,13 ..10.6,1
pp
LQd totaltotal Δ=
Q : Vazão média em m3/s.
L : Comprimento da tubulação em anel .ppΔ
em m.
Δp : Queda de pressão admissível em Pa.Δp : Queda de pressão admissível em Pa.
P : Pressão de trabalho absoluta em Pa.
FESTO DIDACTIC SISTEMA DE TREINAMENTO PORTÁTIL – ESTUDO DE SISTEMAS PNEUMÁTICOS E ELETROPNEUMÁTICOS 17/10/2011 Slide 101
Exercício 9 - Exemplo
d : ? m.
Q 985 5 m3/h 0 2738 m3/s 8513 300273801061dQ : 985,5 m3/h = 0,2738 m3/s.
L : 300 m.
Δp : 0 03 bar = 3 000 Pa
5 85,13
700000.3000
.2738,0.10.6,1=d
Δp : 0,03 bar = 3.000 Pa.
P : 6 bar (relativa) = 7 bar 
(absoluta) = 700.000 Pa. mmmd 8,1151158,0 ≅=
FESTO DIDACTIC SISTEMA DE TREINAMENTO PORTÁTIL – ESTUDO DE SISTEMAS PNEUMÁTICOS E ELETROPNEUMÁTICOS 17/10/2011 Slide 102
Assim que a vazão total do sistema for definida, seleciona-se dois compressores
Quantidade de compressores
que, somados, atendam essa vazão.
Um terceiro compressor, da mesma capacidade, pode ser adicionado ao sistemaUm terceiro compressor, da mesma capacidade, pode ser adicionado ao sistema
como stand by.
FESTO DIDACTIC SISTEMA DE TREINAMENTO PORTÁTIL – ESTUDO DE SISTEMAS PNEUMÁTICOS E ELETROPNEUMÁTICOS 17/10/2011 Slide 103
Armazenamento de Ar Comprimido
P ál l d l d tó i d d t i tPara o cálculo do volume de um reservatório de ar, adota-se a seguinte regra:
Para compressores de pistão:Para compressores de pistão:
Volume do reservatório = 20% da vazão total do sistema (m³/min)
Para compressores rotativos:
Volume do reservatório = 10% da vazão total do sistema (m³/min)
FESTO DIDACTIC SISTEMA DE TREINAMENTO PORTÁTIL – ESTUDO DE SISTEMAS PNEUMÁTICOS E ELETROPNEUMÁTICOS 17/10/2011 Slide 104
Exemplo (compressor com acionamento 
intermitente)
Cálculo do volume de reservatório:
Pn
QV Δ=
.25,0V : Volume do reservatório em m3.
Q : Vazão média real em m3/h. PnΔ.
n : número de acionamentos por 
hora.
ΔP : Diferença de pressão em bar.
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Quiz
Formar grupos e formular de 2 a 5 perguntas dentro dos seguintes temas:
• Agregar / aumentar valor (resultado com mais eficiência);• Agregar / aumentar valor (resultado com mais eficiência);
• Diminuir a possibilidade de erros, falhas ou manutenção excessiva;
• Diminuição de custos / despesas para a produção, preparação e distribuição
do ar comprimido.
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Instalação Física
Suportes
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Instalação da Rede de Ar
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Suportes
Alumínio 100 mm: 1 suporte a cada 3 metros (recomendado)
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Materiais
Mangueiras
Tubos
Conexões
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Seleção de Materiais
O material da tubulação deve ser selecionada de acordo com as seguintes 
considerações:
1. Classe de qualidade do ar comprimido.
2. Comprimento da tubulação.p ç
3. Pressão de trabalho, perdas de carga (rugosidade).
4. Custo do material.
5. Condições ambientais (temperatura, umidade, bactérias).
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O t i i di í i t b l ã ã li t d i
Materiais Disponíveis
Os materiais disponíveis para a tubulação são listados a seguir:
Material Rugosidade (µm)Material Rugosidade (µm)
1. Cobre < 1,5
2 Plástico < 1 52. Plástico < 1,5
3. Aço extrudado 10 a 50
4. Aço INOX 05 a 100ç
5. Aço galvanizado 120 a 150
6. Alumínio 10 a 50
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V t d t d d t i l
Comparação
Vantagens e desvantagens de cada material:
Material Comentário
1 Cobre caro oxida bom acabamento1. Cobre caro, oxida, bom acabamento
2. Plástico instalação leve, boa qualidade do ar, difícil
3 Aço extrudado uso tradicional oxida3. Aço extrudado uso tradicional, oxida
4. Aço INOX caro, pesado
5. Aço galvanizado uso tradicional, soldado ouç g ,
roscado
6. Alumínio caro, boa qualidade do ar, fácil 
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instalação
Dimensões Nominais
Diâmetro Nominal Diâmetro Nominal Diâmetro Nominal
20 80 30020 80 300
25 100 350
32 125 400
40 150 45040 150 450
50 200 500
65 250 600
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Características Técnicas
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1 ABS (copolímero acrilonitrila butadieno estireno) DIN 16890 e 19891
Características Técnicas
1. ABS (copolímero acrilonitrila - butadieno - estireno) DIN 16890 e 19891
Os tubos e conexões são colados e suas superfícies devem ser preparadas
para o processo. Furos roscados podem ser feitos e vedados com teflon.
Diâmetros de 12 a 110 mm para temperatura de 20°C e pressão de 12,5 bar.
2. PE (Polietileno) DIN 8074 e 8075
O t b ã t d õ ld d Diâ t d 10 450Os tubos são conectados com conexões soldadas. Diâmetros de 10 a 450 mm
e pressão até 10 bar.
3. PA (Poliamida) DIN 16982, DIN 73378( ) ,
Os tubos são conectados com metal ou material plástico. Diâmetros de 4 a 40
mm e pressão até 100 bar.
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1. simples 
2. dupla 
Mangueiras Flexíveis
3. múltipla 
4. coaxial 
5 reforçada5. reforçada 
6. múltipla
7. híbrida (elétrica, vácuo, etc.)
8. múltipla extrudada
9. revestida 
10.helicoidal10.helicoidal
11.proteção 
12.para vácuo com reforço de aço
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13.tubo com armação de metal 
Critérios de Seleção de Mangueiras
1. Flexibilidade, raio de curvatura.
2. Resistência mecânica (tensão), resistência ao impacto e ao uso (fadiga).2. Resistência mecânica (tensão), resistência ao impacto e ao uso (fadiga).
3. Resistência química (óleo mineral), a UV e clima local.
4. Propriedades dielétricas, combustibilidade, inflamabilidade.p
5. Pressão interna.
6. Resistência à hidrólise e ação microbiana .
7. Aprovação para uso na indústria farmacêutica e alimentícia.
8. Codificação por cor.
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Normas e Diretrizes para Tubulação
Nomenclatura de tubos DIN 2403
Classes de tubos DIN 2406
Mangueiras DIN 2825
Simbologia para sistemas de tubos DIN 2429
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Propriedades Técnicas
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Conexões
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Manutenção
Custos
Vazamentos
Otimização
Prevenção
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Custo de Operação em 10 Anos
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Custos
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Vazamentos
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Vazamentos
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Vazamentos
Diâmetro do Perda de ar Perda de ar Perda de Energia Perda de Energia *Custo Anual *Custo Anual 
Furo [mm] em 6 bar [l/s] em 12 bar [l/s] KWh em 6 bar KWh em 12 bar em 6 bar [R$] em 12 bar [R$]
1 1,2 1,8 0,3 1 144 480
3 11,1 20,8 3,1 12,7 1.488 6.096
5 30,9 58,5 8,3 33,7 3.984 16.176
10 123,8 235,2 33 132 15.840 63.360
* Considerando o valor de R$ 0,06/KWh e 8000 horas de trabalho. 
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Spray Caça-Vazamentos
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O Medidor de Fluxo, permite a 
Medidores de Fluxo
, p
medição de outros gases, além 
de ar comprimido, num range 
de 1,5NL/min à 3300NL/min. 
– Medição “in-line” através 
de 2 diferentes sensoresde 2 diferentes sensores.
– Painel de operação.
– Software para p
monitoramento e 
arquivamento de dados.
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Medidores de Fluxo
• O sensor de Térmico, é utilizado para
medições de baixas vazões, de 1,5NL/min à
150 NL/min. Neste sensor, temos a presença
de 2 elementos sensores, um é aquecido e um
f ê i i fí icomo referência ao meio físico.
• A fluidez do meio físico refrigera o elemento
aquecido. A energia de aquecimento que é
empregada é proporcional ao fluxo
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volumétrico.
Medidores de Fluxo
• O princípio de medição
consiste em fazer o ar passar
por um “bocal”, que possui
uma redução de secção (tubo
d V t i) Q dde Venturi). Quando o ar
comprimido atravessa a
restrição é criada uma suaverestrição é criada uma suave
queda de pressão, suficiente
para determinarmos o fluxo de
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para determinarmos o fluxo de
ar neste momento.
Ferramentas
Tubos 8%
Distribuição de Vazamentos
Válvulas
direcionais 12%
pneumáticas 10% Tubos 8%
Atuadores 1%direcionais 12% Atuadores 1%
Outros 25%
Equipamentos
na rede 18%
C õ 26%
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Conexões 26%
Vazamentos em Atuadores
Posição Denominação Posição Denominação 
1 Porca 11 Bucha 
2 Anel elástico 12 Êmbolo* 
3 Anel limpador* 13 O’Ring* 
4 Cabeçote dianteiro 14 Arruela de encosto 
5 Elemento filtrante 15 Porca autotravante 
6 Bucha 16 Anel de vedação* 
7 Cabeçote dianteiro completo** 17 Etiqueta 
8 Anel amortecedor* 18 Camisa 
9 Mola espiral 19 Cabeçote traseiro 
10 Haste 
* Peças de desgaste 
** G d t é t d
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** Grupo de componentes pré-montado 
Vazamentos em Atuadores
Posição Denominação Posição Denominação
1 Tampa 12 Eixo
2 Parafuso 13 Aleta*
3 Anel elástico 14 Vedação*
4 Regulador de curso 15 Batente*
5 Capa 16 Base
6 Anel trava 17 Parafuso
7 A l 18 Fl7 Arruela 18 Flange
8 Porca 19 Anel elástico
9 Camisa 20 Parafuso
10 Rolamento* 21 Flange**
11 Chaveta11 Chaveta
* Peças de desgaste
** Grupo de componentes pré-montado
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Vazamentos em Válvulas Direcionais
Posição Denominação Posição Denominação
1 Acionamento 15 Inserto rosqueado
2 Acionamento 16 O’Ring*
3 Acionamento 17 Anel de vedação
4 Parafuso Allen 18 Gaxeta*
5 Mola 19 Mola
6 Agulha do servo 20 Arruela
7 Corpo do acionamento 21 Inserto
8 Válvula 22 Anel de vedação*
9 Pino 23 Tubo de Válvula
10 24 M l10 - 24 Mola
11 - 25 Tampão
12 - 26 Anel de vedação*
13 Membrana* 27 Corpo da válvula
14 Prato de válvula 28 Etiqueta
FESTO DIDACTIC SISTEMA DE TREINAMENTO PORTÁTIL – ESTUDO DE SISTEMAS PNEUMÁTICOS E ELETROPNEUMÁTICOS 17/10/2011 Slide 136
14 Prato de válvula 28 Etiqueta
* Peças de desgaste
** Grupo de componentes pré-montado
Vazamentos
Válvula de Fim-de-Curso
Defeito Causa Possível Solução
Disco obturador avariado Substituir o disco obturador
A válvula está com vazamento
na conexão R
Inversão das conexões P e A Conectar corretamente
Disco ou núcleo da válvula, estão
avariados Trocar as peças defeituosasA válvula está com vazamento
na conexão A
Inversão das conexões P e R Conectar corretamente aalimentação
A válvula está com vazamento
no orifício de escape, na
membrana do servopiloto
A membrana não veda Substituir a membrana
Há pouca pressão de acionamento, a
id d d d li i tá R l t t ã
FESTO DIDACTIC SISTEMA DE TREINAMENTO PORTÁTIL – ESTUDO DE SISTEMAS PNEUMÁTICOS E ELETROPNEUMÁTICOS 17/10/2011 Slide 137
A válvula não pilota unidade de comando preliminar estácom impurezas ou a membrana está
defeituosa
Regular corretamente a pressão
(controlar a pressão mínima)
As redes de ar comprimido devem ser vistoriadas regularmente para detectar falhas corrosão
Manutenção Preventiva
As redes de ar comprimido devem ser vistoriadas regularmente para detectar falhas, corrosão,
vazamentos e conexões defeituosas.
Periodicidade:
•Diária: verificar unidade de conservação; filtro, lubrificador e dreno.
•Semanal:mangueiras e reguladores de pressãoSemanal:mangueiras e reguladores de pressão.
•Mensal: verificar todas as conexões e válvulas direcionais (queda de pressão e silenciadores).
•Trimestral: checar válvulas e material filtrante•Trimestral: checar válvulas e material filtrante.
•Semestral: verificar atuadores quanto ao uso e trocar silenciadores sujos.
FESTO DIDACTIC SISTEMA DE TREINAMENTO PORTÁTIL – ESTUDO DE SISTEMAS PNEUMÁTICOS E ELETROPNEUMÁTICOS 17/10/2011 Slide 138
Comparação entre materiais: aço1 versus ABS2
FESTO DIDACTIC SISTEMA DE TREINAMENTO PORTÁTIL – ESTUDO DE SISTEMAS PNEUMÁTICOS E ELETROPNEUMÁTICOS 17/10/2011 Slide 139
Mód l 2Módulo 2
Lógica Pneumáticag
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Conteúdo 
Ö Projeto de sistemas pneumáticos e possibilidade de anulação de 
sinais com contrapressão através de métodos sistemáticos.
Ö Funções Lógicas. Otimização de circuitos lógicos utilizando-se
álgebra booleana.
Ö Montagens práticas de sistemas pneumáticos complexos com
componentes reais em unidades de treinamento especialmentep p
desenvolvias.
FESTO DIDACTIC SISTEMA DE TREINAMENTO PORTÁTIL – ESTUDO DE SISTEMAS PNEUMÁTICOS E ELETROPNEUMÁTICOS 17/10/2011 Slide 141
Qualificação adquirida
Ö Interpreta sistemas pneumáticos complexos, entendendo seu
funcionamento.
Ö Podeconceber e/ou otimizar as funções lógicas de sistemas pneumáticos 
complexos.p
Ö Será capaz de propor alternativas em situações emergenciais de
produçãoprodução.
Ö É capaz de reestruturar circuitos lógicos pneumáticos otimizando-os de
FESTO DIDACTIC SISTEMA DE TREINAMENTO PORTÁTIL – ESTUDO DE SISTEMAS PNEUMÁTICOS E ELETROPNEUMÁTICOS 17/10/2011 Slide 142
forma mais precisa e econômica.
Introdução
As operações e regras lógicas para projetos de sistemas
de comando, derivam-se da Álgebra de Boole, formulada
por George Boole (1815-1864). Esta álgebra estáp g ( ) g
relacionada com a teoria dos conjuntos, a lógica das
preposições e a Álgebra Lógica de Comutação. Esta é
i l t i di d l l d lespecialmente indicada para calcular e desenvolver
circuitos lógicos binários.
O importante é, antes de tudo, que o método possa ser reproduzido, quer
dizer, que também outras pessoas que trabalhem com estes circuitos
conheçam o sistema empregado no esquema Isto proporciona vantagens
FESTO DIDACTIC SISTEMA DE TREINAMENTO PORTÁTIL – ESTUDO DE SISTEMAS PNEUMÁTICOS E ELETROPNEUMÁTICOS 17/10/2011 Slide 143
conheçam o sistema empregado no esquema. Isto proporciona vantagens
na ocasião da montagem e manutenção.
Introdução - Sinais
Um sinal é a representação de informações em forma de um valor ou de uma
curva de valores de uma grandeza física (DIN 19226).
FESTO DIDACTIC SISTEMA DE TREINAMENTO PORTÁTIL – ESTUDO DE SISTEMAS PNEUMÁTICOS E ELETROPNEUMÁTICOS 17/10/2011 Slide 144
Sinal Analógico
Um Sinal Analógico apresenta uma variação contínua ao longo do tempo,
podendo ter características de amplitude e freqüência bastante variáveis.
FESTO DIDACTIC SISTEMA DE TREINAMENTO PORTÁTIL – ESTUDO DE SISTEMAS PNEUMÁTICOS E ELETROPNEUMÁTICOS 17/10/2011 Slide 145
Sinal Digital Binário
Um Sinal Digital do tipo Binário é uma seqüência de dois níveis de impulsos
com amplitude definida, e sucedendo-se a intervalos de tempo regulares.
.
FESTO DIDACTIC SISTEMA DE TREINAMENTO PORTÁTIL – ESTUDO DE SISTEMAS PNEUMÁTICOS E ELETROPNEUMÁTICOS 17/10/2011 Slide 146
Constantes e Variáveis Booleanas
A principal diferença entre a álgebra Booleana e a álgebra convencional éA principal diferença entre a álgebra Booleana e a álgebra convencional é
que, na álgebra de Boole, as constantes e variáveis podem ter apenas dois
valores possíveis, 0 ou 1. Uma variável Booleana é uma quantidade que
d dif t t i l 0 1 A iá i b l ãpode ser, em diferentes momentos, igual a 0 ou 1. As variáveis boolenas são
muitas vezes usadas para representar o nível de pressão em uma conexão.
.
FESTO DIDACTIC SISTEMA DE TREINAMENTO PORTÁTIL – ESTUDO DE SISTEMAS PNEUMÁTICOS E ELETROPNEUMÁTICOS 17/10/2011 Slide 147
Ní lNí l Ló iLó i 00 Ní l Ló i 1Ní l Ló i 1
Constantes e Variáveis Booleanas
NívelNível LógicoLógico 00 Nível Lógico 1Nível Lógico 1
Falso Verdadeiro
Desligado Ligado
Baixo (Low) Alto (High)
Não Sim
Chave Aberta Chave Fechada
FESTO DIDACTIC SISTEMA DE TREINAMENTO PORTÁTIL – ESTUDO DE SISTEMAS PNEUMÁTICOS E ELETROPNEUMÁTICOS 17/10/2011 Slide 148
Sinal
SinalSinal
Nível Alto
Transição
Nível Baixo
FESTO DIDACTIC SISTEMA DE TREINAMENTO PORTÁTIL – ESTUDO DE SISTEMAS PNEUMÁTICOS E ELETROPNEUMÁTICOS 17/10/2011 Slide 149
Tabela-Verdade
Uma tabela-verdade é uma técnica para determinar como a saída
de um circuito lógico depende dos níveis lógicos presentes nas
entradas do circuitoentradas do circuito.
O número de combinações de saída, em relação ao número de
entradas, é dado por:
NL 2=
Sendo L o número de saídas e N o número de entradas.
FESTO DIDACTIC SISTEMA DE TREINAMENTO PORTÁTIL – ESTUDO DE SISTEMAS PNEUMÁTICOS E ELETROPNEUMÁTICOS 17/10/2011 Slide 150
Operações básicas dos elementos lógicos binários
As possibilidades de tratamento de sinais binários podem ser descritas,
empregando-se as três operações básicas:
E (AND)
OU (OR)
NÃO (NOT)
FESTO DIDACTIC SISTEMA DE TREINAMENTO PORTÁTIL – ESTUDO DE SISTEMAS PNEUMÁTICOS E ELETROPNEUMÁTICOS 17/10/2011 Slide 151
Operação Lógica “E”
Também conhecida como:
Conjunção;Conjunção;
União AND;
Produto lógico (produto de Boole).
Funcionamento:
O sinal de saída será 1, se, e somente se, todos os sinais de
entrada forem 1.
FESTO DIDACTIC SISTEMA DE TREINAMENTO PORTÁTIL – ESTUDO DE SISTEMAS PNEUMÁTICOS E ELETROPNEUMÁTICOS 17/10/2011 Slide 152
Operação Lógica “E”
&
a
b
s
a
b
s
Símbolos
:
DIN ASA
Símbolos lógicos: ^, .Símbolos lógicos: , .
s = a ^ b
bs = ab
s = a.b
FESTO DIDACTIC SISTEMA DE TREINAMENTO PORTÁTIL – ESTUDO DE SISTEMAS PNEUMÁTICOS E ELETROPNEUMÁTICOS 17/10/2011 Slide 153
Lê-se: s é igual a a e b
Operação Lógica “E”
Tabela-verdade:
sba
010
000
111
001
A tabela verdade também é conhecida como tabela de valores
FESTO DIDACTIC SISTEMA DE TREINAMENTO PORTÁTIL – ESTUDO DE SISTEMAS PNEUMÁTICOS E ELETROPNEUMÁTICOS 17/10/2011 Slide 154
A tabela verdade também é conhecida como tabela de valores.
Operação Lógica “E”
Realização com componentes pneumáticos:
2 (s) 
12 (a) 14 (b)
 2 (s) 1 32
2 (s) 
12 (b)( ) ( )
1 3
12 (b)
2
1 (a) 3
( )
1 3
12 (a)
FESTO DIDACTIC SISTEMA DE TREINAMENTO PORTÁTIL – ESTUDO DE SISTEMAS PNEUMÁTICOS E ELETROPNEUMÁTICOS 17/10/2011 Slide 155
Operação Lógica “OU”
Também conhecida como:
Disjunção;Disjunção;
União OR;
Soma lógica (soma de Boole).
Funcionamento:
Se as variáveis de entrada em uma, em várias ou em todas as
entradas tem o valor 1, o sinal de saída também tem o valor 1.
FESTO DIDACTIC SISTEMA DE TREINAMENTO PORTÁTIL – ESTUDO DE SISTEMAS PNEUMÁTICOS E ELETROPNEUMÁTICOS 17/10/2011 Slide 156
Operação Lógica “OU”
1a
b
s
a
b
s
Símbolos
:
Símbolos lógicos: V,+
DIN ASA
Símbolos lógicos: V,
s = a V b
+ bs = a + b
FESTO DIDACTIC SISTEMA DE TREINAMENTO PORTÁTIL – ESTUDO DE SISTEMAS PNEUMÁTICOS E ELETROPNEUMÁTICOS 17/10/2011 Slide 157
Lê-se: s é igual a a ou b
Operação Lógica “OU”
Tabela-verdade:
sba
110
000
111
101
FESTO DIDACTIC SISTEMA DE TREINAMENTO PORTÁTIL – ESTUDO DE SISTEMAS PNEUMÁTICOS E ELETROPNEUMÁTICOS 17/10/2011 Slide 158
Operação Lógica “OU”
Realização com componente pneumático:
12 (a) 14 (b)
 2 (s)
FESTO DIDACTIC SISTEMA DE TREINAMENTO PORTÁTIL – ESTUDO DE SISTEMAS PNEUMÁTICOS E ELETROPNEUMÁTICOS 17/10/2011 Slide 159
Operação Lógica “NÃO”
Também conhecida como:
Negação;Negação;
União NOT;
Complemento;
inversão.
Funcionamento:
O sinal de saída é 1, se o sinal de entrada é 0. Se este for 1 a saída
será 0.
FESTO DIDACTIC SISTEMA DE TREINAMENTO PORTÁTIL – ESTUDO DE SISTEMAS PNEUMÁTICOS E ELETROPNEUMÁTICOS 17/10/2011 Slide 160
Operação Lógica “NÃO”
SímbolosSímbolos
: 1
a s
a s
ou
Símbolos lógicos: ¬, DIN
ASA1a s
s = a
s = ¬a
Lê-se: s é igual a não a
FESTO DIDACTIC SISTEMA DE TREINAMENTO PORTÁTIL – ESTUDO DE SISTEMAS PNEUMÁTICOS E ELETROPNEUMÁTICOS 17/10/2011 Slide 161
Lê-se: s é igual a não a
Operação Lógica “NÃO”
Tabela-verdade:
10
sa
01
FESTO DIDACTIC SISTEMA DE TREINAMENTO PORTÁTIL – ESTUDO DE SISTEMAS PNEUMÁTICOS E ELETROPNEUMÁTICOS 17/10/2011 Slide 162
Operação Lógica “NÃO”
Realização com componente pneumático:
FESTO DIDACTIC SISTEMA DE TREINAMENTO PORTÁTIL – ESTUDO DE SISTEMAS PNEUMÁTICOS E ELETROPNEUMÁTICOS 17/10/2011 Slide 163
Descrevendo circuitos lógicos algebricamente
Qualquer circuito lógico, não importando sua complexidade, pode ser
descrito usando as três operações Booleanas básicas, pois as operações
E OU e NÃO são fundamentais dos sistemas digitaisE, OU e NÃO são fundamentais dos sistemas digitais.
FESTO DIDACTIC SISTEMA DE TREINAMENTO PORTÁTIL – ESTUDO DE SISTEMAS PNEUMÁTICOS E ELETROPNEUMÁTICOS 17/10/2011 Slide 164Montar a tabela verdade do circuito
Circuitos lógicos – Exemplo 01
a b c d s
0 0 0 0 0
0 0 0 1 0Montar a tabela verdade do circuito 
dado.A expressão booleana é: s = a.b 
+ c.d (s = 0 para recuo e s = 1 para 
0 0 0 1 0
0 0 1 0 0
0 0 1 1 1
0 1 0 0 0
avanço). 
s
0 1 0 0 0
0 1 0 1 0
0 1 1 0 0
0 1 1 1 1
12 14
2
1 0 0 0 0
1 0 0 1 0
1 0 1 0 0
1 0 1 1 1
2 2
1 0 1 1 1
1 1 0 0 1
1 1 0 1 1
1 1 1 0 1
FESTO DIDACTIC SISTEMA DE TREINAMENTO PORTÁTIL – ESTUDO DE SISTEMAS PNEUMÁTICOS E ELETROPNEUMÁTICOS 17/10/2011 Slide 165
12 (a) 14 (b) 12 (c) 14 (d) 1 1 1 1 1
Descrevendo circuitos lógicos algebricamente – Exemplo 
02 
&ab
1>-
c
d s
e
O circuito acima é equivalente a:
FESTO DIDACTIC SISTEMA DE TREINAMENTO PORTÁTIL – ESTUDO DE SISTEMAS PNEUMÁTICOS E ELETROPNEUMÁTICOS 17/10/2011 Slide 166
edabcs ++=
Descrevendo circuitos lógicos algebricamente – Exemplo 
03 
a &
1>-
a
b
c s
g
d 1>-de
f
1
O circuito acima é equivalente a:
______________
FESTO DIDACTIC SISTEMA DE TREINAMENTO PORTÁTIL – ESTUDO DE SISTEMAS PNEUMÁTICOS E ELETROPNEUMÁTICOS 17/10/2011 Slide 167
gfedcbas ++++= )(..
Exercício 01
Desenhe os diagramas de circuitos para as expressões:
)).((
_
cbbas ++=
__
abccbacs ++=
________
).( dabcas +=
FESTO DIDACTIC SISTEMA DE TREINAMENTO PORTÁTIL – ESTUDO DE SISTEMAS PNEUMÁTICOS E ELETROPNEUMÁTICOS 17/10/2011 Slide 168
).( dabcas +
Álgebra de Boole – Postulados (Axiomas)
00.0 = 11.1 =
00.11.0 == 10110 =+=+
111 =+ 000 =+
10
__ = 01__ =
FESTO DIDACTIC SISTEMA DE TREINAMENTO PORTÁTIL – ESTUDO DE SISTEMAS PNEUMÁTICOS E ELETROPNEUMÁTICOS 17/10/2011 Slide 169
Álgebra de Boole - Teoremas
1100
0
11
=+
=+
aa
a
aa
a
=
=
1
00.
0
=+
=+
aaa
aa
aaa
aa
=
=
.
1.
1
__ =+ aaaa =__ 0.aa
__
__
0.
FESTO DIDACTIC SISTEMA DE TREINAMENTO PORTÁTIL – ESTUDO DE SISTEMAS PNEUMÁTICOS E ELETROPNEUMÁTICOS 17/10/2011 Slide 170
aa =__
Álgebra de Boole - Teoremas
cbacbacba
abba
++=++=++
+=+
)()(cabbcacba
abba
==
=
)()(
..
bcacaba
cbacbacba
+=++
++=++=++
)).((
)()(
cbacaba
cabbcacba
+=+
==
).(..
).().(..
abaa =+ ).(abaa =+ .
abbaa =+ ).(__babaa +=+ .__
FESTO DIDACTIC SISTEMA DE TREINAMENTO PORTÁTIL – ESTUDO DE SISTEMAS PNEUMÁTICOS E ELETROPNEUMÁTICOS 17/10/2011 Slide 171
Álgebra de Boole - Teoremas
__
.. ababa =+
__
)).(( ababa =++
__
.. bccaba =++
__
)).().(( cbcaba =+++
__
.caab+
__
)).(( caba ++
________
. baba +=
___________
.baba =+
FESTO DIDACTIC SISTEMA DE TREINAMENTO PORTÁTIL – ESTUDO DE SISTEMAS PNEUMÁTICOS E ELETROPNEUMÁTICOS 17/10/2011 Slide 172
Circuitos lógicos – Exemplo 04
Em um empresa, a associação de variáveis pode ser feita da seguinte maneira:
• A maquina está ligada variável P
• Existe peça no magazine variável A
• É feriado variável F
A maquina esta operando quando? (variável H)
FESTO DIDACTIC SISTEMA DE TREINAMENTO PORTÁTIL – ESTUDO DE SISTEMAS PNEUMÁTICOS E ELETROPNEUMÁTICOS 17/10/2011 Slide 173
_
.. FAPH =
Circuitos lógicos – Exemplo 05
Simplifique a seguinte 
expressão:
))((
____
babax ++=
____
sendomultiplica
babax
−
++= ))((
bbabbaaax +++= ________
bbaaDaí == ____ )0;0(,
FESTO DIDACTIC SISTEMA DE TREINAMENTO PORTÁTIL – ESTUDO DE SISTEMAS PNEUMÁTICOS E ELETROPNEUMÁTICOS 17/10/2011 Slide 174
abbax += ____
Exercício 02 
Simplifique as expressões abaixo:
abccbacbax ++= ______
____
))(( ddbabaz +++=
__________________
)1(
)(
____
____
abcbaabcba
abcccbax
+=+=
++=
______________
)1( dbaadbdbdabdba
dbddbbdabddadbadaaz
=++=++=
+++++=
)()(
____
cbabcbax +=+=
________
dcbdacbay ++=
Não é possível 
FESTO DIDACTIC SISTEMA DE TREINAMENTO PORTÁTIL – ESTUDO DE SISTEMAS PNEUMÁTICOS E ELETROPNEUMÁTICOS 17/10/2011 Slide 175
simplificar!
Circuitos lógicos – Soma-de-produtos
Ö Soma-de-produtos consiste em dois ou mais termos E (produtos)
conectados por uma operação OU (soma). Cada termo E consiste em uma
ou mais variáveis que aparecem individualmente na sua forma
complementada ou não-complementada Por exemplo na expressão
____
cbaabc+complementada ou não complementada. Por exemplo, na expressão ,
que é uma soma-de-produtos, o segundo produto contém a e c na sua
forma complementada (invertida). Observe que, em uma expressão na
cbaabc+
forma de soma-de-produtos, um sinal de inversão não pode cobrir mais do
que uma variável em um termo.
FESTO DIDACTIC SISTEMA DE TREINAMENTO PORTÁTIL – ESTUDO DE SISTEMAS PNEUMÁTICOS E ELETROPNEUMÁTICOS 17/10/2011 Slide 176
Circuitos lógicos – Exemplo 06
Obter a expressão (equação) Booleana que representa a Tabela-Verdade.
Utilize soma-de-produto. Montar circuito pneumático equivalente.
a b c s
0 0 0 0
0 0 1 1
0 1 0 0
0 1 1 1
)..()..()..(
________
cbacbacbas ++=
0 1 1 1
1 0 0 0
1 0 1 0
1 1 0 1
FESTO DIDACTIC SISTEMA DE TREINAMENTO PORTÁTIL – ESTUDO DE SISTEMAS PNEUMÁTICOS E ELETROPNEUMÁTICOS 17/10/2011 Slide 177
1 1 0 1
1 1 1 0
Mapa de Karnaugh
O mapa de Karnaugh é um método gráfico usado para simplificar uma
equação lógica ou para converter uma tabela-verdade no seu circuito lógico
correspondente, de uma forma simples e metódica. Embora um mapa de
Karnaugh (daqui por diante abreviado como mapa K) possa ser usado emKarnaugh (daqui por diante abreviado como mapa K) possa ser usado em
problemas que envolvem qualquer número de variáveis de entrada, sua
utilidade prática está limitada a cinco ou seis variáveis.
FESTO DIDACTIC SISTEMA DE TREINAMENTO PORTÁTIL – ESTUDO DE SISTEMAS PNEUMÁTICOS E ELETROPNEUMÁTICOS 17/10/2011 Slide 178
Mapa K - Formato
1. A tabela-verdade fornece o valor da saída para combinação de valores de
entrada. O mapa K fornece a mesma informação em um formato diferente.
Cada linha da tabela- verdade corresponde a um quadrado no mapa K.
2. Os quadrados do mapa K são nomeados de forma que quadrados
adjacentes horizontalmente diferem apenas em uma variável. Da mesma
forma, quadrados adjacentes verticalmente diferem apenas em uma
variável.
FESTO DIDACTIC SISTEMA DE TREINAMENTO PORTÁTIL – ESTUDO DE SISTEMAS PNEUMÁTICOS E ELETROPNEUMÁTICOS 17/10/2011 Slide 179
Mapa K - Formato
3. Para que os quadrados adjacentes, tanto na vertical quanto na horizontal,
____
ba ba
__
ab
difiram apenas na variável a, as denominações, de cima para baixo, têm de
ser feitas na seguinte ordem: . O mesmo se aplica às
outras variáveis
__
ba
outras variáveis.
4. Uma vez que um mapa K tenha sido preenchido com 0s e 1s, a
expressão na forma de soma-se-produtos para a saída pode ser obtida
fazendo-se a operação OU dos quadros que contêm 1.
FESTO DIDACTIC SISTEMA DE TREINAMENTO PORTÁTIL – ESTUDO DE SISTEMAS PNEUMÁTICOS E ELETROPNEUMÁTICOS 17/10/2011 Slide 180
Mapa K – Processo de simplificação 
Passo 1 Construa o mapa k e coloque os 1s nos quadros quep q q q
correspondem aos 1s na tabela-verdade. Coloque os 0s no outro
quadros.
Passo 2 Analise o mapa quanto aos 1s adjacentes e agrupe os 1s
que não sejam adjacentes a quaisquer outros 1s. Esses são
denominados 1s isoladosdenominados 1s isolados.
Passo 3 Procure os 1s que são adjacentes a somente um outro 1.
A t d té t l 1Agrupe todo par que contém tal 1.
Passo 4 Agrupe qualquer octeto, mesmo que ele contenha alguns 1s
FESTO DIDACTIC SISTEMA DE TREINAMENTO PORTÁTIL – ESTUDO DE SISTEMAS PNEUMÁTICOS E ELETROPNEUMÁTICOS 17/10/2011 Slide 181
Passo 4 Agrupe qualquer octeto, mesmo que ele contenha alguns 1s
que já tenham sido agrupados;
Mapa K – Processo de simplificação 
P 5 A l t t t h i 1Passo 5 Agrupe qualquer quarteto que contenha um ou mais 1s
que ainda não tenham sido agrupados,certificando-se de usar o menor número de agrupamentos.g p
Passo 6 Agrupe quaisquer pares necessários para incluir
quaisquer 1s que ainda não tenham sido agrupados,q q q g p ,
certificando-se de usar o menor número de agrupamentos.
Passo 7 Forme a soma OU de todos os termos gerados por cadaPasso 7 Forme a soma OU de todos os termos gerados por cada
grupo.
FESTO DIDACTIC SISTEMA DE TREINAMENTO PORTÁTIL – ESTUDO DE SISTEMAS PNEUMÁTICOS E ELETROPNEUMÁTICOS 17/10/2011 Slide 182
Mapa K – Exemplo 07
abbas += ____
a b s
0 0 1
0 1 0
B
A 
0 1
1 0 0
1 1 1
0 1 0
1 0 1
FESTO DIDACTIC SISTEMA DE TREINAMENTO PORTÁTIL – ESTUDO DE SISTEMAS PNEUMÁTICOS E ELETROPNEUMÁTICOS 17/10/2011 Slide 183
abbas += ____
Mapa K – Exemplo 08
a b c s
0 0 0 1
________________
cabcbacbacbas +++=
0 0 1 1
0 1 0 1
0 1 1 0
C
AB 
0 1
00 1 1
1 0 0 0
1 0 1 0
1 1 0 1
00 1 1
01 1 0
11 1 0
1 1 1 0 10 0 0
FESTO DIDACTIC SISTEMA DE TREINAMENTO PORTÁTIL – ESTUDO DE SISTEMAS PNEUMÁTICOS E ELETROPNEUMÁTICOS 17/10/2011 Slide 184
______
cbbas +=
Mapa K – Exemplo 09 
a b c d s ____________a b c d s
0 0 0 0 0
0 0 0 1 1
0 0 1 0 0
abcddcabdcbadcbas +++=
0 0 1 1 0
0 1 0 0 0
0 1 0 1 1
0 1 1 0 0
CD
AB 
00 01 11 10
0 1 1 0 0
0 1 1 1 0
1 0 0 0 0
1 0 0 1 0
00 0 1 0 0
01 0 1 0 0
11 0 1 1 01 0 1 0 0
1 0 1 1 0
1 1 0 0 0
1 1 0 1 1
11 0 1 1 0
10 0 0 0 0
FESTO DIDACTIC SISTEMA DE TREINAMENTO PORTÁTIL – ESTUDO DE SISTEMAS PNEUMÁTICOS E ELETROPNEUMÁTICOS 17/10/2011 Slide 185
1 1 0 1 1
1 1 1 0 0
1 1 1 1 1
abddcas += ____
Exercício 03
Dados os mapas K, obter a expressões booleanas.
C
AB 
0 1
CD
AB 
00 01 11 10
00 0 1
01 0 1
11 0 1
00 0 0 0 0
01 0 0 0 0
11 1 1 1 1
10 0 1 10 0 0 0 0
CS = ABS =
FESTO DIDACTIC SISTEMA DE TREINAMENTO PORTÁTIL – ESTUDO DE SISTEMAS PNEUMÁTICOS E ELETROPNEUMÁTICOS 17/10/2011 Slide 186
CS ABS =
CD
AB 
00 01 11 10
00 0 0 0 0
CD
AB 
00 01 11 10
00 0 0 0 000 0 0 0 0
01 0 1 1 0
11 0 1 1 0
00 0 0 0 0
01 0 0 0 0
11 1 0 0 1
BDS =
10 0 0 0 0 10 1 0 0 1
__
DAS =
CD
AB 
00 01 11 10
DAS =
00 1 0 0 1
01 0 0 0 0
11 0 0 0 0
____
DBS =
FESTO DIDACTIC SISTEMA DE TREINAMENTO PORTÁTIL – ESTUDO DE SISTEMAS PNEUMÁTICOS E ELETROPNEUMÁTICOS 17/10/2011 Slide 187
11 0 0 0 0
10 1 0 0 1
Exercício 04 
a b c d s
0 0 0 0 0a)
Dadas as tabelas-verdade,
montar os respectivos
mapas K e obter as
0 0 0 0 0
0 0 0 1 0
0 0 1 0 0
0 0 1 1 0
mapas K e obter as
expressões booleanas
simplificadas.
0 1 0 0 1
0 1 0 1 1
0 1 1 0 1
0 1 1 1 10 1 1 1 1
1 0 0 0 1
1 0 0 1 1
1 0 1 0 1
1 0 1 1 1
1 1 0 0 0
1 1 0 1 0
1 1 1 0 0
FESTO DIDACTIC SISTEMA DE TREINAMENTO PORTÁTIL – ESTUDO DE SISTEMAS PNEUMÁTICOS E ELETROPNEUMÁTICOS 17/10/2011 Slide 188
1 1 1 0 0
1 1 1 1 0
a b c d s
0 0 0 0 1b)
a b c d s
0 0 0 0 1c)0 0 0 0 1
0 0 0 1 1
0 0 1 0 0
0 0 1 1 0
0 0 0 0 1
0 0 0 1 1
0 0 1 0 1
0 0 1 1 1
0 1 0 0 1
0 1 0 1 1
0 1 1 0 0
0 1 1 1 0
0 1 0 0 0
0 1 0 1 0
0 1 1 0 0
0 1 1 1 00 1 1 1 0
1 0 0 0 1
1 0 0 1 1
1 0 1 0 0
0 1 1 1 0
1 0 0 0 0
1 0 0 1 0
1 0 1 0 0
1 0 1 1 0
1 1 0 0 1
1 1 0 1 1
1 1 1 0 0
1 0 1 1 0
1 1 0 0 1
1 1 0 1 1
1 1 1 0 1
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1 1 1 0 0
1 1 1 1 0
1 1 1 0 1
1 1 1 1 1
a b c d s
0 0 0 0 1d)
a b c d s
0 0 0 0 0e)0 0 0 0 1
0 0 0 1 0
0 0 1 0 1
0 0 1 1 0
0 0 0 0 0
0 0 0 1 0
0 0 1 0 1
0 0 1 1 0
0 1 0 0 1
0 1 0 1 0
0 1 1 0 1
0 1 1 1 0
0 1 0 0 0
0 1 0 1 1
0 1 1 0 0
0 1 1 1 10 1 1 1 0
1 0 0 0 1
1 0 0 1 0
1 0 1 0 1
0 1 1 1 1
1 0 0 0 0
1 0 0 1 1
1 0 1 0 0
1 0 1 1 0
1 1 0 0 1
1 1 0 1 0
1 1 1 0 1
1 0 1 1 1
1 1 0 0 0
1 1 0 1 0
1 1 1 0 0
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1 1 1 0 1
1 1 1 1 0
1 1 1 0 0
1 1 1 1 1
a b c d s
0 0 0 0 0 g)f)
a b c d s
0 0 0 0 00 0 0 0 0
0 0 0 1 0
0 0 1 0 0
0 0 1 1 1
0 0 0 0 0
0 0 0 1 1
0 0 1 0 0
0 0 1 1 0
0 1 0 0 1
0 1 0 1 1
0 1 1 0 1
0 1 1 1 1
0 1 0 0 0
0 1 0 1 1
0 1 1 0 1
0 1 1 1 10 1 1 1 1
1 0 0 0 1
1 0 0 1 1
1 0 1 0 0
0 1 1 1 1
1 0 0 0 1
1 0 0 1 1
1 0 1 0 0
1 0 1 1 0
1 1 0 0 0
1 1 0 1 0
1 1 1 0 0
1 0 1 1 1
1 1 0 0 0
1 1 0 1 0
1 1 1 0 0
FESTO DIDACTIC SISTEMA DE TREINAMENTO PORTÁTIL – ESTUDO DE SISTEMAS PNEUMÁTICOS E ELETROPNEUMÁTICOS 17/10/2011 Slide 191
1 1 1 0 0
1 1 1 1 0
1 1 1 0 0
1 1 1 1 1
Exercício 05
U t d b t d d i l di ti t C bUma porta pode ser aberta de dois lugares distintos. Caso ambos os
acionamentos sejam verdadeiros, a porta não deverá ser aberta. O
mecanismo de abertura da porta é realizado com um atuador de dupla açãop p ç
(avançado = porta aberta) controlado por uma válvula 5/2 simples piloto. Os
botões de acionamento são com travas.
Montar a tabela-verdade, simplificar, se possível, utilizando o mapa K e
elaborar o circuito pneumático.
FESTO DIDACTIC SISTEMA DE TREINAMENTO PORTÁTIL – ESTUDO DE SISTEMAS PNEUMÁTICOS E ELETROPNEUMÁTICOS 17/10/2011 Slide 192
U di iti d t i õ d f i t di ifi d O
Exercício 06
Um dispositivo de corte possui opções de funcionamento diversificadas. O
acionamento é realizado através de três botões com trava, sendo que para
tanto deverão ser acionados no mínimo dois botões.
Montar a tabela-verdade, simplificar utilizando o mapa K e elaborar o circuito
pneumáticopneumático.
FESTO DIDACTIC SISTEMA DE TREINAMENTO PORTÁTIL – ESTUDO DE SISTEMAS PNEUMÁTICOS E ELETROPNEUMÁTICOS 17/10/2011 Slide 193
Em uma fábrica de móveis, a operação da máquina principal é configurada
Exercício 07
Em uma fábrica de móveis, a operação da máquina principal é configurada
através de cartões com furos. Há 8 combinações de furos possíveis. Assim,
conforme o tipo de cartão, um tipo de usinagem é realizada.Caso um cartão
j di i d à á i t d i i iseja adicionado à máquina, um atuador inicia o processo.
Montar a tabela-verdade, simplificar utilizando o mapa K e elaborar o circuito
pneumático (simular os cartões através de botões com trava).
a c a c a a c
b d b b d d
a a c a
FESTO DIDACTIC SISTEMA DE TREINAMENTO PORTÁTIL – ESTUDO DE SISTEMAS PNEUMÁTICOS E ELETROPNEUMÁTICOS 17/10/2011 Slide 194
b b d
Método passo a passo convencional
Ao contrário do método “cascata”, as “memórias” neste método estão ligadas
em paralelo (em linha horizontal)em paralelo (em linha horizontal).
Deste modo, é possível abastecer cada uma das válvulas “memórias”
diretamente com ar da rede.
A desvantagem da queda de pressão do método “cascata” aqui não existe.
Sem dúvida, necessita-se sempre uma “memória” a mais no passo a passo,
respectivo à conexão em série.respectivo à conexão em série.
FESTO DIDACTIC SISTEMA DE TREINAMENTO PORTÁTIL – ESTUDO DE SISTEMAS PNEUMÁTICOS E ELETROPNEUMÁTICOS 17/10/2011 Slide 195
Método passo a passo convencional
2
12 10
2
12 10
2
12 10
2
12 10
1 3 1 31 3 1 3
e2 e3 e4e1
Para que seja possível um bloqueio dos sinais de entrada é conectadoPara que seja possível um bloqueio dos sinais de entrada, é conectado
diante de cada entrada um elemento “E”, impulsionado com os sinais “en”
E “Sn-1”.
2
12 10
2
12 10
2
12 10
2
12 10
12121212
FESTO DIDACTIC SISTEMA DE TREINAMENTO PORTÁTIL – ESTUDO DE SISTEMAS PNEUMÁTICOS E ELETROPNEUMÁTICOS 17/10/2011 Slide 196
1 3 1 31 3 1 3
e2 e3 e414 
2
14 
2
14 
2
e 114 
2
Método passo a passo convencional – regras gerais
1) Estabelecer a seqüência algébrica dos movimentos.
Exemplo:
1A+ 2A+ 2A- 1A-1S2 2S2 2S1 1S1Start 1A+ 2A+ 2A 1A
FESTO DIDACTIC SISTEMA DE TREINAMENTOPORTÁTIL – ESTUDO DE SISTEMAS PNEUMÁTICOS E ELETROPNEUMÁTICOS 17/10/2011 Slide 197
Método passo a passo convencional – regras gerais
2) Dividir a seqüência em grupos (cada movimento pertencerá a um grupo):
Grupo I Grupo II Grupo III Grupo IVGrupo I Grupo II Grupo III Grupo IV
1A+ 2A+ 2A- 1A-1S2 2S2 2S1 1S1Start 1A+ 2A+ 2A 1A
FESTO DIDACTIC SISTEMA DE TREINAMENTO PORTÁTIL – ESTUDO DE SISTEMAS PNEUMÁTICOS E ELETROPNEUMÁTICOS 17/10/2011 Slide 198
Método passo a passo convencional – regras gerais
3) O número de linhas auxiliares é igual ao número de grupos:
1
2
3
4
Grupo I Grupo II Grupo III Grupo IVGrupo I Grupo II Grupo III Grupo IV
1A+ 2A+ 2A- 1A-1S2 2S2 2S1 1S1Start
FESTO DIDACTIC SISTEMA DE TREINAMENTO PORTÁTIL – ESTUDO DE SISTEMAS PNEUMÁTICOS E ELETROPNEUMÁTICOS 17/10/2011 Slide 199
1A+ 2A+ 2A- 1A-
Método passo a passo convencional – regras gerais
4) O número de válvulas de memória é igual ao número de linhas, e cada
linha é alimentada pela válvula correspondente:
2
1 3
12 10
2
1 3
12 10
2
1 3
12 10
2
1 3
12 10
e1 e2 e3 e4
FESTO DIDACTIC SISTEMA DE TREINAMENTO PORTÁTIL – ESTUDO DE SISTEMAS PNEUMÁTICOS E ELETROPNEUMÁTICOS 17/10/2011 Slide 200
Método passo a passo convencional – regras gerais
5) Para que seja possível um bloqueio dos sinais de entrada, é conectado
diante de cada um elemento “E”, impulsionado com os en e Sn-1:
2
1 3
12 10
2
1 3
12 10
2
1 3
12 10
2
1 3
12 10
12
2
12
2
12
2
12
2
e1 e2 e3 e414 14 14 14 
FESTO DIDACTIC SISTEMA DE TREINAMENTO PORTÁTIL – ESTUDO DE SISTEMAS PNEUMÁTICOS E ELETROPNEUMÁTICOS 17/10/2011 Slide 201
Método passo a passo convencional – regras gerais
6) Ligar os roletes nas entradas en conforme a seqüência algébrica dos
movimentos:
2
12 10
2
12 10
2
12 10
2
12 10
12121212
1 3 1 31 3 1 3
e1 e2 e3 e414 
2
14 
2
14 
2
14 
2
2
1 3
2
1S1
2
1S2
2
2S2
2
2S1
FESTO DIDACTIC SISTEMA DE TREINAMENTO PORTÁTIL – ESTUDO DE SISTEMAS PNEUMÁTICOS E ELETROPNEUMÁTICOS 17/10/2011 Slide 202
1 3 1 3 1 3 1 3
Método passo a passo convencional – regras gerais
7) Ligar cada grupo (movimento) à linha correspondente:
1S1 1S2 2S1 2S2
4 2
5
1
3
12 14
4 2
5
1
3
12 14
2
12 10
2
12 10
2
12 10
2
12 10
12121212
1 3 1 31 3 1 3
e 1 e 2 e 3 e 414 
2
14 
2
14 
2
14 
2
2
1 3
2 2 2 2
FESTO DIDACTIC SISTEMA DE TREINAMENTO PORTÁTIL – ESTUDO DE SISTEMAS PNEUMÁTICOS E ELETROPNEUMÁTICOS 17/10/2011 Slide 203
1 3
1S1
1 3
1S2
1 3
2S2
1 3
2S1
Exercício 08
Utilizando o método passo a passo convencional, elaborar o circuito
pneumático para a seguinte seqüência algébrica: 1A+ (1A- 2A+) (1A+ 2A-
) 1A-) 1A .
Montar o circuito pneumático.
FESTO DIDACTIC SISTEMA DE TREINAMENTO PORTÁTIL – ESTUDO DE SISTEMAS PNEUMÁTICOS E ELETROPNEUMÁTICOS 17/10/2011 Slide 204
Exercício 09
Utilizando o método passo a passo convencional, elaborar o circuito
pneumático para a seguinte seqüência algébrica: 1A+ 2A+ 2A- 3A+ 2A+ 2A-
3A- 1A-3A 1A .
Montar o circuito pneumático.
FESTO DIDACTIC SISTEMA DE TREINAMENTO PORTÁTIL – ESTUDO DE SISTEMAS PNEUMÁTICOS E ELETROPNEUMÁTICOS 17/10/2011 Slide 205
Processa sinais de entrada baseado no princípio do sistema seqüencial de comando
Microseqüenciador pneumático - Quickstepper
Processa sinais de entrada baseado no princípio do sistema seqüencial de comando 
com passos de programa que ocorrem mediante confirmação de sinal do passo 
anterior. ‘’’
1
2
1) Indicador de passo
2) Indicador branco(P), acionado quando a 
saída coordenada com o passo indicado estiver
3
4
saída coordenada com o passo indicado estiver 
pressurizada.
3) Indicador azul indica o sinal de confirmação 
do último passo executado
5
do último passo executado.
4) Botão para acionamento manual passo a 
passo.
5) Chave selecionadora: “0” desliga
FESTO DIDACTIC SISTEMA DE TREINAMENTO PORTÁTIL – ESTUDO DE SISTEMAS PNEUMÁTICOS E ELETROPNEUMÁTICOS 17/10/2011 Slide 206
5) Chave selecionadora: “0” desliga 
“1” funciona 
automático
Microseqüenciador pneumático -
Quickstepper
Saídas
i l d id EntradasSinal de partida
Alimentação de
Reset
ç
ar comprimido
O Microseqüenciador pneumático é constituído de 12 passos; cada entrada de
sinal corresponde a uma saída.
OBS: Quando não forem utilizados todos os passos, os ociosos recebem sinal de
FESTO DIDACTIC SISTEMA DE TREINAMENTO PORTÁTIL – ESTUDO DE SISTEMAS PNEUMÁTICOS E ELETROPNEUMÁTICOS 17/10/2011 Slide 207
OBS: Quando não forem utilizados todos os passos, os ociosos recebem sinal de
confirmação diretamente e através de uma interligação das saídas anteriores “
JUMPEAMENTO”.
Microseqüenciador pneumático – Exemplo 10
1A+ 2A+ 2A-
1A-
FESTO DIDACTIC SISTEMA DE TREINAMENTO PORTÁTIL – ESTUDO DE SISTEMAS PNEUMÁTICOS E ELETROPNEUMÁTICOS 17/10/2011 Slide 208
Microseqüenciador pneumático – Exemplo 11
1A+ 2A+ 2A- 3A+ 2A+ 2A- 3A- 1A-
FESTO DIDACTIC SISTEMA DE TREINAMENTO PORTÁTIL – ESTUDO DE SISTEMAS PNEUMÁTICOS E ELETROPNEUMÁTICOS 17/10/2011 Slide 209
Mód l 3Módulo 3
Pneumática
FESTO DIDACTIC SISTEMA DE TREINAMENTO PORTÁTIL – ESTUDO DE SISTEMAS PNEUMÁTICOS E ELETROPNEUMÁTICOS 17/10/2011 Slide 210
Conteúdo 
Ö Princípios físicos que envolvem a pneumática. 
Ö Símbolos normalizados (DIN/ISO 1219), especificações técnicas,
formas construtivas e funções de: atuadores, válvulas direcionais, de
bloqueio, de fluxo, de pressão, para vácuo e combinadas.
Ö Circuitos pneumáticos para atender requisitos de automação e
comandos seqüenciais utilizando-se de um ou mais atuadores com
apoio de software de desenho e simulação.p ç
Ö Montagens práticas de sistemas pneumáticos com
componentes reais em unidades de treinamento especialmente
FESTO DIDACTIC SISTEMA DE TREINAMENTO PORTÁTIL – ESTUDO DE SISTEMAS PNEUMÁTICOS E ELETROPNEUMÁTICOS 17/10/2011 Slide 211
componentes reais em unidades de treinamento especialmente
desenvolvidas.
Qualificação Adquirida
Ö Conhece os principais componentes pneumáticos e é capaz de identificá-
los através do seu respectivo símbolo normalizado. Dessa forma, interpreta
especificações técnicas, desenhos e dados de catálogo que sejam úteis à
sua função.
Ö Entende o sistema pneumático com o qual está trabalhando, evita erros de 
montagem bem como economiza tempo na detecção e correção de possíveismontagem bem como economiza tempo na detecção e correção de possíveis 
defeitos e na substituição de componentes.
Ö Será capaz de propor alternativas em situações emergenciais de
produção.
Ö Poderá conceber e/ou otimizar sistemas pneumáticos básicos, com
precisão adequação à aplicação
FESTO DIDACTIC SISTEMA DE TREINAMENTO PORTÁTIL – ESTUDO DE SISTEMAS PNEUMÁTICOS E ELETROPNEUMÁTICOS 17/10/2011 Slide 212
precisão, adequação à aplicação.
 Á Á
Tecnologias para Transmissão de Energia
MECÂNICA HIDRÁULICA PNEUMÁTICA
Comparação qualitativa: força, velocidade e precisão
• Boa força
• Ótimas velocidades
• Ótima força
• Baixas velocidades
• Força limitada
• Boas velocidades
FESTO DIDACTIC SISTEMA DE TREINAMENTO PORTÁTIL – ESTUDO DE SISTEMAS PNEUMÁTICOS E ELETROPNEUMÁTICOS 17/10/2011 Slide 213
• Ótima precisão • Boa precisão • Precisão limitada
ƒ Funcionamento seguro mesmo em situações térmicas extremas.
Vantagens do Ar Comprimido
g ç
ƒ Limpeza: Vazamentos eventuais não poluem o ambiente.
ƒ Seguro: Não há riscos de explosão ou incêndioƒ Seguro: Não há riscos de explosão ou incêndio.
ƒ Construção simples dos elementos.
ƒ Altas velocidades de trabalho.
ƒ Seguro contra sobrecarga.
Q tid d ili it dƒ Quantidade ilimitada.
ƒ Fácil armazenamento.ƒ Fácil transporte
FESTO DIDACTIC SISTEMA DE TREINAMENTO PORTÁTIL – ESTUDO DE SISTEMAS PNEUMÁTICOS E ELETROPNEUMÁTICOS 17/10/2011 Slide 214
Fácil transporte.
ƒ Fácil regulagem.
Desvantagens do Ar Comprimido
ƒ O ar comprimido é econômico entre 6 e 7 bar de pressão.
R íd d é id é t l t i t já tã i
ƒ Preparação: Impurezas e umidade causam desgaste prematuro dos elementos
ƒ Ruído: o escape do ar é ruidoso, porém, atualmente os sistemas já estão mais
confortáveis.
ƒ Compressibilidade: Não é possível manter constante as velocidades dos
atuadores
p ç p g p
pneumáticos.
atuadores.
ƒ Custo: o ar comprimido é uma fonte de energia cara.
FESTO DIDACTIC SISTEMA DE TREINAMENTO PORTÁTIL – ESTUDO DE SISTEMAS PNEUMÁTICOS E ELETROPNEUMÁTICOS 17/10/2011 Slide 215
‰ Compressibilidade: Capacidade de reduzir o espaço de uma certa quantidade de ar
Propriedades Físicas do Ar
‰ Compressibilidade: Capacidade de reduzir o espaço de uma certa quantidade de ar.
‰ Expansibilidade: Capacidade de retornar ao seu volume inicial.
‰ Difusibilidade: Capacidade de misturar-se homogeneamente com quaisquer outros
gases.
Nitrogênio
77 00%77,00%
Oxigênio
20,70%
Á
Argônio
0 90%
Outros
0,07%
FESTO DIDACTIC SISTEMA DE TREINAMENTO PORTÁTIL – ESTUDO DE SISTEMAS PNEUMÁTICOS E ELETROPNEUMÁTICOS 17/10/2011 Slide 216
Água
1,30%Dióxido de Carbono
0,03%
0,90%
F
Utilizando o Ar Comprimido
Pressão é a relação entre a
força dividida pela área onde
F
O
R
está sendo aplicada.
F
R
Ç
A
p =
F
A
---- ÁREA
A
FESTO DIDACTIC SISTEMA DE TREINAMENTO PORTÁTIL – ESTUDO DE SISTEMAS PNEUMÁTICOS E ELETROPNEUMÁTICOS 17/10/2011 Slide 217
Pressão
Pressão Atmosférica
Patm = 1 atm
Faixa de
+ Pe
Patm = 1,013 bar
Patm = 1 kgf/cm²
P 101 3 KP
Nível variável
da Pressão
Faixa de 
Sobre-pressão
Pressão absoluta
Patm = 101,3 KPa
Patm = 14,7 PSI
P 760 H
da Pressão 
Atmosférica
1,013 bar
- Pe
Patm = 760 mmHg Faixa de depressão
0
FESTO DIDACTIC SISTEMA DE TREINAMENTO PORTÁTIL – ESTUDO DE SISTEMAS PNEUMÁTICOS E ELETROPNEUMÁTICOS 17/10/2011 Slide 218
Compressores 
• Compressão contínua
Simbologia
• Isento de lubrificação
• Alta vazão
Compressão contínua
• Baixa manutenção
• Custo elevado
G d li ã i dú t i
FESTO DIDACTIC SISTEMA DE TREINAMENTO PORTÁTIL – ESTUDO DE SISTEMAS PNEUMÁTICOS E ELETROPNEUMÁTICOS 17/10/2011 Slide 219
• Grande aplicação na indústria
1. Compressor
Rede de Ar Comprimido
2. Resfriador posterior ar/ar
3. Separador de condensados
4 R tó i4. Reservatório
5. Purgador automático
6. Pré-filtro coalescente
7. Secador
8. Purgador automático eletrônico
9. Pré-filtro coalescente grau x 
10. Pré-filtro coalescente grau y
11 Pré filtro coalescente grau z
FESTO DIDACTIC SISTEMA DE TREINAMENTO PORTÁTIL – ESTUDO DE SISTEMAS PNEUMÁTICOS E ELETROPNEUMÁTICOS 17/10/2011 Slide 220
11. Pré-filtro coalescente grau z
12. Separador de água e óleo
Tratando o Ar Comprimido – Unidades de Tratamento de Ar
O ar, após ser comprimido, passa 
por uma série de etapas e processos 
para estar adequado na utilização 
industrial.
As unidades de tratamento de ar 
representam a preparação final do
O grau de qualidade do ar
representam a preparação final do 
ar.
O grau de qualidade do ar 
comprimido está diretamente 
relacionado com a aplicação.
FESTO DIDACTIC SISTEMA DE TREINAMENTO PORTÁTIL – ESTUDO DE SISTEMAS PNEUMÁTICOS E ELETROPNEUMÁTICOS 17/10/2011 Slide 221
Saída do ar
Filtro
Unidade de Conservação
Simbologia
Placa defletora
sinterizado
Pré-filtroCyclone separador Micro filtro
Copo do filtro
Elemento filtrante
y p
Condensado
Parafuso 
purgadorÁgua, pó40 ... 5 µm
Água, pó
> 50 µm
Água, pó, óleo
0,01 µm
FESTO DIDACTIC SISTEMA DE TREINAMENTO PORTÁTIL – ESTUDO DE SISTEMAS PNEUMÁTICOS E ELETROPNEUMÁTICOS 17/10/2011 Slide 222
• A função do filtro é reter as partículas de impurezas, bem como a água condensada.
Atuadores
Elementos de Trabalho 
Lineares RotativosOutros
Giro 
Limitado
MotoresSimples 
Ação
Dupla 
Ação
Garras
LimitadoAção Ação
Músculo
FESTO DIDACTIC SISTEMA DE TREINAMENTO PORTÁTIL – ESTUDO DE SISTEMAS PNEUMÁTICOS E ELETROPNEUMÁTICOS 17/10/2011 Slide 223
Antigiro
Atuadores – Simples 
Ação 
Simbologia
FESTO DIDACTIC SISTEMA DE TREINAMENTO PORTÁTIL – ESTUDO DE SISTEMAS PNEUMÁTICOS E ELETROPNEUMÁTICOS 17/10/2011 Slide 224
FESTO DIDACTIC SISTEMA DE TREINAMENTO PORTÁTIL – ESTUDO DE SISTEMAS PNEUMÁTICOS E ELETROPNEUMÁTICOS 17/10/2011 Slide 225
Atuadores – Simples 
Ação 
Simbologia
FESTO DIDACTIC SISTEMA DE TREINAMENTO PORTÁTIL – ESTUDO DE SISTEMAS PNEUMÁTICOS E ELETROPNEUMÁTICOS 17/10/2011 Slide 226
Atuadores – Simples Ação (com 
membrana) 
Simbologia
FESTO DIDACTIC SISTEMA DE TREINAMENTO PORTÁTIL – ESTUDO DE SISTEMAS PNEUMÁTICOS E ELETROPNEUMÁTICOS 17/10/2011 Slide 227
FESTO DIDACTIC SISTEMA DE TREINAMENTO PORTÁTIL – ESTUDO DE SISTEMAS PNEUMÁTICOS E ELETROPNEUMÁTICOS 17/10/2011 Slide 228
Atuadores – Dupla Ação 
Simbologia
FESTO DIDACTIC SISTEMA DE TREINAMENTO PORTÁTIL – ESTUDO DE SISTEMAS PNEUMÁTICOS E ELETROPNEUMÁTICOS 17/10/2011 Slide 229
FESTO DIDACTIC SISTEMA DE TREINAMENTO PORTÁTIL – ESTUDO DE SISTEMAS PNEUMÁTICOS E ELETROPNEUMÁTICOS 17/10/2011 Slide 230
Atuadores – Dupla Ação (amortecimento pneumático regulável)
Simbologia
FESTO DIDACTIC SISTEMA DE TREINAMENTO PORTÁTIL – ESTUDO DE SISTEMAS PNEUMÁTICOS E ELETROPNEUMÁTICOS 17/10/2011 Slide 231
Atuadores – Dupla Ação (amortecimento pneumático regulável)
Parafuso de regulagem
Simbologia
FESTO DIDACTIC SISTEMA DE TREINAMENTO PORTÁTIL – ESTUDO DE SISTEMAS PNEUMÁTICOS E ELETROPNEUMÁTICOS 17/10/2011 Slide 232
Êmbolo de amortecimento
FESTO DIDACTIC SISTEMA DE TREINAMENTO PORTÁTIL – ESTUDO DE SISTEMAS PNEUMÁTICOS E ELETROPNEUMÁTICOS 17/10/2011 Slide 233
Válvulas
Válvulas
Direcionais
Bloqueio
Vácuo
PressãoPressão
Fluxo
FESTO DIDACTIC SISTEMA DE TREINAMENTO PORTÁTIL – ESTUDO DE SISTEMAS PNEUMÁTICOS E ELETROPNEUMÁTICOS 17/10/2011 Slide 234
Combinadas
Construção do Símbolo de Válvulas (norma DIN/ISO 
1219)
Número de posições da válvula
O número de traços indicam o número de vias.
Setas indicam a direção (sentido) do fluxo do AR
Ts representam bloqueios dos fluxos
FESTO DIDACTIC SISTEMA DE TREINAMENTO PORTÁTIL – ESTUDO DE SISTEMAS PNEUMÁTICOS E ELETROPNEUMÁTICOS 17/10/2011 Slide 235
p q
Símbolo Designação Composição 
Posições e vias
2/2 vias NA 2 vias por 2 posições normalmente aberta 
2
2
1
2/2 vias NF 2 vias por 2 posições normalmente fechada
2
1
2
3/2 vias NF 3 vias por 2 posições normalmente fechado
1 3
2
3/2 vias NA 3 vias por 2 posições normalmente aberta
1 3
FESTO DIDACTIC SISTEMA DE TREINAMENTO PORTÁTIL – ESTUDO DE SISTEMAS PNEUMÁTICOS E ELETROPNEUMÁTICOS 17/10/2011 Slide 236
“nº de VIAS” / “nº de POSIÇÕES” vias
Símbolo Designação Composição 
Posições e vias
5/2 vias 5 vias por 2 posições 
4 2
5 31
5/3 vias 5 vias por 3 posições – centro fechado
1
1
4 2
5/3 vias 5 vias por 3 posições - centro despressurizado
5
1
31
4 2
5/3 vias 5 vias por 3 posições centro despressurizado
5
1
31
FESTO DIDACTIC SISTEMA DE TREINAMENTO PORTÁTIL – ESTUDO DE SISTEMAS PNEUMÁTICOS E ELETROPNEUMÁTICOS 17/10/2011 Slide 237
“nº de VIAS” / “nº de POSIÇÕES” vias
Acionamentos e seus Símbolos
Musculares Mecânicos Pneumáticos
Geral Came PilotoGeral
Botão
Came
Rolete
Alavanca Gatilho Elétricos
Pedal Mola Solenóide
FESTO DIDACTIC SISTEMA DE TREINAMENTO PORTÁTIL – ESTUDO DE SISTEMAS PNEUMÁTICOS E ELETROPNEUMÁTICOS 17/10/2011 Slide 238
Símbolo DesignaçãoVálvulas Completas
3/2 vias Normal Fechado – Acionamento por Botão e Retorno por Mola
g ç
2
1 3
3/2 vias Normal Fechado – Acionamento por Rolete e Retorno por Mola
1 3
2
1 3
3/2 vias Normal Fechado – Acionamento por Simples Piloto
1 3
2
5/2 vias – Acionamento por Duplo Piloto
4 2
14 12
1 3
FESTO DIDACTIC SISTEMA DE TREINAMENTO PORTÁTIL – ESTUDO DE SISTEMAS PNEUMÁTICOS E ELETROPNEUMÁTICOS 17/10/2011 Slide 239
p p
5
1
3
1
Válvulas Direcionais - 2/2 vias NF acionamento por came retorno 
por mola
2(A)
(2) (2)
Simbologia
1(P)
(1) (1)
FESTO DIDACTIC SISTEMA DE TREINAMENTO PORTÁTIL – ESTUDO DE SISTEMAS PNEUMÁTICOS E ELETROPNEUMÁTICOS 17/10/2011 Slide 240
Válvulas Direcionais - 3/2 vias NA acionamento por came retorno 
por mola
2(A)
Simbologia
1 3(P) (R)
FESTO DIDACTIC SISTEMA DE TREINAMENTO PORTÁTIL – ESTUDO DE SISTEMAS PNEUMÁTICOS E ELETROPNEUMÁTICOS 17/10/2011 Slide 241
Válvulas Direcionais - 3/2 vias NF acionamento por came retorno 
por mola
(A)2
Simbologia
(P) (R)1 3
FESTO DIDACTIC SISTEMA DE TREINAMENTO PORTÁTIL – ESTUDO DE SISTEMAS PNEUMÁTICOS E ELETROPNEUMÁTICOS 17/10/2011 Slide 242
FESTO DIDACTIC SISTEMA DE TREINAMENTO PORTÁTIL – ESTUDO DE SISTEMAS PNEUMÁTICOS E ELETROPNEUMÁTICOS 17/10/2011 Slide 243
Válvulas Direcionais - 3/2 vias NF acionamento por came retorno por 
mola
(A)2
Simbologia
(P) (R)1 3
FESTO DIDACTIC SISTEMA DE TREINAMENTO PORTÁTIL – ESTUDO DE SISTEMAS PNEUMÁTICOS E ELETROPNEUMÁTICOS 17/10/2011 Slide 244
Válvulas Direcionais - 3/2 vias NF acionamento por simples 
piloto
2(A)
Simbologia
1 3(P) (R)
FESTO DIDACTIC SISTEMA DE TREINAMENTO PORTÁTIL – ESTUDO DE SISTEMAS PNEUMÁTICOS E ELETROPNEUMÁTICOS 17/10/2011 Slide 245
Válvulas Direcionais - 5/2 vias acionamento por duplo piloto
4 2(A) (B)
12(Y)14(Z)
Simbologia
5
1
3
(P)
(R) (S)
1
12(Y)14(Z)
FESTO DIDACTIC SISTEMA DE TREINAMENTO PORTÁTIL – ESTUDO DE SISTEMAS PNEUMÁTICOS E ELETROPNEUMÁTICOS 17/10/2011 Slide 246
FESTO DIDACTIC SISTEMA DE TREINAMENTO PORTÁTIL – ESTUDO DE SISTEMAS PNEUMÁTICOS E ELETROPNEUMÁTICOS 17/10/2011 Slide 247
Válvulas Direcionais - 5/2 vias acionamento por simples 
solenóide
Simbologia
FESTO DIDACTIC SISTEMA DE TREINAMENTO PORTÁTIL – ESTUDO DE SISTEMAS PNEUMÁTICOS E ELETROPNEUMÁTICOS 17/10/2011 Slide 248
Válvulas Direcionais - 5/2 vias acionamento por duplo solenóide
4 2
5
1
3
FESTO DIDACTIC SISTEMA DE TREINAMENTO PORTÁTIL – ESTUDO DE SISTEMAS PNEUMÁTICOS E ELETROPNEUMÁTICOS 17/10/2011 Slide 249
Atuadores – Dupla Ação (haste 
passante)
Simbologia
FESTO DIDACTIC SISTEMA DE TREINAMENTO PORTÁTIL – ESTUDO DE SISTEMAS PNEUMÁTICOS E ELETROPNEUMÁTICOS 17/10/2011 Slide 250
Atuadores – Dupla Ação (múltiplas 
posições)
Simbologia
FESTO DIDACTIC SISTEMA DE TREINAMENTO PORTÁTIL – ESTUDO DE SISTEMAS PNEUMÁTICOS E ELETROPNEUMÁTICOS 17/10/2011 Slide 251
Atuadores – Dupla Ação (tandem)
Simbologia
FESTO DIDACTIC SISTEMA DE TREINAMENTO PORTÁTIL – ESTUDO DE SISTEMAS PNEUMÁTICOS E ELETROPNEUMÁTICOS 17/10/2011 Slide 252
Atuadores – Dupla Ação sem haste acoplamento mecânico
Simbologia
FESTO DIDACTIC SISTEMA DE TREINAMENTO PORTÁTIL – ESTUDO DE SISTEMAS PNEUMÁTICOS E ELETROPNEUMÁTICOS 17/10/2011 Slide 253
Atuadores – Dupla Ação sem haste acoplamento mecânico
FFFFFF
FESTO DIDACTIC SISTEMA DE TREINAMENTO PORTÁTIL – ESTUDO DE SISTEMAS PNEUMÁTICOS E ELETROPNEUMÁTICOS 17/10/2011 Slide 254
Atuadores – Dupla Ação sem haste acoplamento magnético
Simbologia
FESTO DIDACTIC SISTEMA DE TREINAMENTO PORTÁTIL – ESTUDO DE SISTEMAS PNEUMÁTICOS E ELETROPNEUMÁTICOS 17/10/2011 Slide 255
Atuadores – Anti-giro
Êmbolo Retangular Êmbolo Oblongo Êmbolo OvalÊmbolo Retangular Êmbolo Oblongo Êmbolo Oval
FESTO DIDACTIC SISTEMA DE TREINAMENTO PORTÁTIL – ESTUDO DE SISTEMAS PNEUMÁTICOS E ELETROPNEUMÁTICOS 17/10/2011 Slide 256
Atuadores – Garras Pneumáticas
FESTO DIDACTIC SISTEMA DE TREINAMENTO PORTÁTIL – ESTUDO DE SISTEMAS PNEUMÁTICOS E ELETROPNEUMÁTICOS 17/10/2011 Slide 257
Paralela Angular3 PontosRadial
Atuadores – Músculo 
Pneumático 
•Alta velocidade (até 2000 mm/s)
Simbologia
( )
•Diâmetro de 10, 20 e 40 mm
•Comprimento de 40 até 9000 mm
•Possibilita contração (curso) de 15% até 
25% do comprimento
•Freqüência de até 90 Hz•Freqüência de até 90 Hz
FESTO DIDACTIC SISTEMA DE TREINAMENTO PORTÁTIL – ESTUDO DE SISTEMAS PNEUMÁTICOS E ELETROPNEUMÁTICOS 17/10/2011 Slide 258
Atuadores – Rotativo (giro limitado)
Simbologia
FESTO DIDACTIC SISTEMA DE TREINAMENTO PORTÁTIL – ESTUDO DE SISTEMAS PNEUMÁTICOS E ELETROPNEUMÁTICOS 17/10/2011 Slide 259
Atuadores – Rotativo (pinhão cremalheira)
Simbologia
FESTO DIDACTIC SISTEMA DE TREINAMENTO PORTÁTIL – ESTUDO DE SISTEMAS PNEUMÁTICOS E ELETROPNEUMÁTICOS 17/10/2011 Slide 260
Válvulas de Bloqueio – Válvula de Retenção 
Simbologia
FESTO DIDACTIC SISTEMA DE TREINAMENTO PORTÁTIL – ESTUDO DE SISTEMAS PNEUMÁTICOS E ELETROPNEUMÁTICOS 17/10/2011 Slide 261
Válvulas de Bloqueio – Retenção Pilotada 
2
21
Simbologia
1
21
FESTO DIDACTIC SISTEMA DE TREINAMENTO PORTÁTIL – ESTUDO DE SISTEMAS PNEUMÁTICOS E ELETROPNEUMÁTICOS 17/10/2011 Slide 262
Válvulas de Bloqueio – Alternadora (OU) 
12 14
2
Simbologia
FESTO DIDACTIC SISTEMA DE TREINAMENTO PORTÁTIL – ESTUDO DE SISTEMAS PNEUMÁTICOS E ELETROPNEUMÁTICOS 17/10/2011 Slide 263
Válvulas de Bloqueio – Simultaneidade (E)
12 14
2
Simbologia
FESTO DIDACTIC SISTEMA DE TREINAMENTO PORTÁTIL – ESTUDO DE SISTEMAS PNEUMÁTICOS E ELETROPNEUMÁTICOS 17/10/2011 Slide 264
Válvulas de Bloqueio – Escape Rápido
1
2(A)
(P)
Simbologia
3 (R)
FESTO DIDACTIC SISTEMA DE TREINAMENTO PORTÁTIL – ESTUDO DE SISTEMAS PNEUMÁTICOS E ELETROPNEUMÁTICOS 17/10/2011 Slide 265
FESTO DIDACTIC SISTEMA DE TREINAMENTO PORTÁTIL – ESTUDO DE SISTEMAS PNEUMÁTICOS E ELETROPNEUMÁTICOS 17/10/2011 Slide 266
Atuadores – Ventosas
SimbologiaSimbologia
FESTO DIDACTIC SISTEMA DE TREINAMENTO PORTÁTIL – ESTUDO DE SISTEMAS PNEUMÁTICOS E ELETROPNEUMÁTICOS 17/10/2011 Slide 267
Notes: cup size 50 mm, effective 
Dia 35 mm 80% vacuum
Atuadores – Ventosas (força de sucção)
Pam
b
FFgrip = ÌP *
Dia. 35 mm, 80% vacuum 
Psuck
bg p
A
Psuck
Pam
b
F
FESTO DIDACTIC SISTEMA DE TREINAMENTO PORTÁTIL – ESTUDO DE SISTEMAS PNEUMÁTICOS E ELETROPNEUMÁTICOS 17/10/2011 Slide 268
Atuadores – Ventosas (seleção e dimensionamento)
Standard OvalFole 1,5/3,5
Faces lisas e Superfícies onduladas, Para superfícies 
retas fora de nível e faces 
largas
Extra deep
p
com áreas 
oblongas
FESTO DIDACTIC SISTEMA DE TREINAMENTO PORTÁTIL – ESTUDO DE SISTEMAS PNEUMÁTICOS E ELETROPNEUMÁTICOS 17/10/2011 Slide 269
Superfícies 
arredondadas
Faces em ângulos, peças 
cilíndricas e esféricas
Atuadores – Ventosas (seleção do diâmetro da ventosa)
FESTO DIDACTIC SISTEMA DE TREINAMENTO PORTÁTIL – ESTUDO DE SISTEMAS PNEUMÁTICOS E ELETROPNEUMÁTICOS 17/10/2011 Slide 270
Venturi
Válvulas Geradora de Vácuo
Pressão Vácuo
Venturi
Exaustão
Simbologia
FESTO DIDACTIC SISTEMA DE TREINAMENTO PORTÁTIL – ESTUDO DE SISTEMAS PNEUMÁTICOS E ELETROPNEUMÁTICOS 17/10/2011 Slide 271
Válvulas de Pressão – Limitadora de Pressão
R
1(P)
Simbologia
3(R)
FESTO DIDACTIC SISTEMA DE TREINAMENTO PORTÁTIL – ESTUDO DE SISTEMAS PNEUMÁTICOS E ELETROPNEUMÁTICOS 17/10/2011 Slide 272
Válvulas de Pressão – Reguladora de Pressão
R
A
2
P
Simbologia
1 3
FESTO DIDACTIC SISTEMA DE TREINAMENTO PORTÁTIL – ESTUDO DE SISTEMAS PNEUMÁTICOS E ELETROPNEUMÁTICOS 17/10/2011 Slide 273
FESTO DIDACTIC SISTEMA DE TREINAMENTO PORTÁTIL – ESTUDO DE SISTEMAS PNEUMÁTICOS E ELETROPNEUMÁTICOS 17/10/2011 Slide 274
Válvulasde Fluxo – Reguladora de Fluxo Bidirecional
Simbologia
FESTO DIDACTIC SISTEMA DE TREINAMENTO PORTÁTIL – ESTUDO DE SISTEMAS PNEUMÁTICOS E ELETROPNEUMÁTICOS 17/10/2011 Slide 275
Válvulas de Fluxo – Reguladora de Fluxo Unidirecional
Simbologia
FESTO DIDACTIC SISTEMA DE TREINAMENTO PORTÁTIL – ESTUDO DE SISTEMAS PNEUMÁTICOS E ELETROPNEUMÁTICOS 17/10/2011 Slide 276
FESTO DIDACTIC SISTEMA DE TREINAMENTO PORTÁTIL – ESTUDO DE SISTEMAS PNEUMÁTICOS E ELETROPNEUMÁTICOS 17/10/2011 Slide 277
Válvulas Combinadas – Temporizadora NF
2
12
Simbologia
100%
1
3
FESTO DIDACTIC SISTEMA DE TREINAMENTO PORTÁTIL – ESTUDO DE SISTEMAS PNEUMÁTICOS E ELETROPNEUMÁTICOS 17/10/2011 Slide 278
FESTO DIDACTIC SISTEMA DE TREINAMENTO PORTÁTIL – ESTUDO DE SISTEMAS PNEUMÁTICOS E ELETROPNEUMÁTICOS 17/10/2011 Slide 279
Válvulas Combinadas – Temporizadora NA
2
10
RP
Simbologia
100%
1
3
FESTO DIDACTIC SISTEMA DE TREINAMENTO PORTÁTIL – ESTUDO DE SISTEMAS PNEUMÁTICOS E ELETROPNEUMÁTICOS 17/10/2011 Slide 280
Válvulas Combinadas – Seqüência
(Z)12
2(A)
Simbologia
3(R)1(P)
FESTO DIDACTIC SISTEMA DE TREINAMENTO PORTÁTIL – ESTUDO DE SISTEMAS PNEUMÁTICOS E ELETROPNEUMÁTICOS 17/10/2011 Slide 281
Válvulas Direcionais - 3/2 vias NA acionamento por simples piloto (PPL)
2
10
F=0 SINAL
Simbologia
1 3 2
10
4 2
1 3
10
5 3
14 12
FESTO DIDACTIC SISTEMA DE TREINAMENTO PORTÁTIL – ESTUDO DE SISTEMAS PNEUMÁTICOS E ELETROPNEUMÁTICOS 17/10/2011 Slide 282
5 3
Identificação dos Componentes
Atuadores: Número sequencial + letra A – (1A ..., 2A ...)
Válvulas: Número do atuador + letra V + número sequencial – (1V1 ..., 2V1 ...)
Bombas e compressores: Número sequencial + letra P – (1P ..., 2P ...)
Fins de curso: Número do atuador + letra S + 1 p/ recuado e 2 p/ avançado 
(1S1..., 1S2...,2S1..., 2S2...)
B tõ L t S + ú i l (S1 S2 S3 )
Outros: Número do atuador + letra Z + número sequencial
Botões: Letra S + número sequencial – (S1 ..., S2 ..., S3...)
FESTO DIDACTIC SISTEMA DE TREINAMENTO PORTÁTIL – ESTUDO DE SISTEMAS PNEUMÁTICOS E ELETROPNEUMÁTICOS 17/10/2011 Slide 283
1A
F=0
2
1A
1V3
1S2
Cadeia de Comando ELEMENTOS DE TRABALHO
4 2
1
2
3
50%
1V2
1V1
ELEMENTOS AUXILIARES
5
1
3
1 1
2
1 1
21V4 1V5
ELEMENTOS DE COMANDO
ELEMENTOS DE 
PROCESSAMENTO DE SINAIS
2
1 3
2
1 3
2
1 3
2
1 3
1S2
S 1 S2 S3
PROCESSAMENTO DE SINAIS
ELEMENTOS DE SINAIS
2
1 3
0Z1
0V1
ELEMENTOS DE 
TRATAMENTO E 
DISTRIBUIÇÃO
FESTO DIDACTIC SISTEMA DE TREINAMENTO PORTÁTIL – ESTUDO DE SISTEMAS PNEUMÁTICOS E ELETROPNEUMÁTICOS 17/10/2011 Slide 284
1 3
1P
DISTRIBUIÇÃO
Comandos Sequenciais – Representação dos 
Movimentos
Empurra a caixa
Atuador 2A
Atuador 1A
Eleva a caixa
FESTO DIDACTIC SISTEMA DE TREINAMENTO PORTÁTIL – ESTUDO DE SISTEMAS PNEUMÁTICOS E ELETROPNEUMÁTICOS 17/10/2011 Slide 285
Comandos Sequenciais – Representação dos Movimentos 
(Tabela)
Passo 
de 
Trabalho
Movimento 
do 
Atuador “1A”
Movimento 
do 
Atuador “2A”
1 Avança
Parado
recuado
Parado
2
Parado
avançado Avança
3 Recua
Parado
3 Recua avançado
4
Parado
recuado Recua
FESTO DIDACTIC SISTEMA DE TREINAMENTO PORTÁTIL – ESTUDO DE SISTEMAS PNEUMÁTICOS E ELETROPNEUMÁTICOS 17/10/2011 Slide 286
recuado
Comandos Sequenciais – Representação dos Movimentos (Forma 
Algébrica)
(+) Avanço ( - ) Recuo
1A+2A+1A-2A-
FESTO DIDACTIC SISTEMA DE TREINAMENTO PORTÁTIL – ESTUDO DE SISTEMAS PNEUMÁTICOS E ELETROPNEUMÁTICOS 17/10/2011 Slide 287
Comandos Sequenciais – Representação dos Movimentos (Diagrama 
Trajeto x Passo)
Avanço ParadoAvanço Parado
Avançado
Recuo ParadoRecuo Parado
Recuado
FESTO DIDACTIC SISTEMA DE TREINAMENTO PORTÁTIL – ESTUDO DE SISTEMAS PNEUMÁTICOS E ELETROPNEUMÁTICOS 17/10/2011 Slide 288
1 2 3 5=14s2
Comandos Sequenciais
s1
1A
s2
2A
s1
2A
141V1 142V1 121V1 122V1
1A+ 2A+ 1A - 2A -
1S2S1 2S2 1S1 2S1
FESTO DIDACTIC SISTEMA DE TREINAMENTO PORTÁTIL – ESTUDO DE SISTEMAS PNEUMÁTICOS E ELETROPNEUMÁTICOS 17/10/2011 Slide 289
1S2S1 2S2 1S1 2S1
Válvulas Combinadas – Corte de Sinal
FESTO DIDACTIC SISTEMA DE TREINAMENTO PORTÁTIL – ESTUDO DE SISTEMAS PNEUMÁTICOS E ELETROPNEUMÁTICOS 17/10/2011 Slide 290
1 2 3 5=14s2 1S2
Comandos Sequenciais
s1
1A
1S2
1S1
s2
s1
2A
ST
2S2
2S1s1
2A
1A+ 2A+ 1A - 2A -
1S2ST 2S2 1S1 2S1
FESTO DIDACTIC SISTEMA DE TREINAMENTO PORTÁTIL – ESTUDO DE SISTEMAS PNEUMÁTICOS E ELETROPNEUMÁTICOS 17/10/2011 Slide 291
1S2ST 2S2 1S1 2S1
1 2 3 5=14s2 1S2
Comandos Sequenciais
s1
1A
1S1
1S2
s2
s1
2A
ST
2S2
2S1s1
2A
1A - 2A+ 1A + 2A -
1S1ST 2S2 1S2 2S1
FESTO DIDACTIC SISTEMA DE TREINAMENTO PORTÁTIL – ESTUDO DE SISTEMAS PNEUMÁTICOS E ELETROPNEUMÁTICOS 17/10/2011 Slide 292
1S1ST 2S2 1S2 2S1
1 2 3 5=14s2 1S2
Comandos Sequenciais
1S1s1
1A
1S2
1S1
s2
s1
2A
ST
2S2
s1
2A 2S2
2S1
1A+ 2A+ 2A - 1A -
1S2ST 2S2 2S1 1S1
FESTO DIDACTIC SISTEMA DE TREINAMENTO PORTÁTIL – ESTUDO DE SISTEMAS PNEUMÁTICOS E ELETROPNEUMÁTICOS 17/10/2011 Slide 293
1S2ST 2S2 2S1 1S1
Mód l 4Módulo 4
Projeto de circuitos pneumáticosj p
FESTO DIDACTIC SISTEMA DE TREINAMENTO PORTÁTIL – ESTUDO DE SISTEMAS PNEUMÁTICOS E ELETROPNEUMÁTICOS 17/10/2011 Slide 294
Conteúdo 
Ö Recapitulação dos conceitos de automação pneumática básica e seus 
componentes, focando símbolos normalizados e funções das válvulas e atuadores.
Ö Projeto de sistemas pneumáticos e possibilidade de anulação de sinais em 
contrapressão através dos métodos intuitivo e sistemáticos (cascata e passo-a-
passo).p )
Ö Método de localização e correção dos principais problemas e falhas.
Ö Montagens práticas de sistemas pneumáticos complexos com componentesÖ Montagens práticas de sistemas pneumáticos complexos com componentes 
reais, em unidades de treinamento especialmente desenvolvidas. 
FESTO DIDACTIC SISTEMA DE TREINAMENTO PORTÁTIL – ESTUDO DE SISTEMAS PNEUMÁTICOS E ELETROPNEUMÁTICOS 17/10/2011 Slide 295
Qualificação Adquirida
Ö É capaz de interpretar sistemas pneumáticos complexos, entende seu 
funcionamento, e pode localizar e corrigir possíveis falhas ou defeitos.
Ö Pode conceber e/ou otimizar sistemas pneumáticos complexos com precisa 
adequação à aplicação.
Ö Tem capacidade de implementar condições que aumentam a segurança eÖ Tem capacidade de implementar condições que aumentam a segurança e 
otimizam o funcionamento de máquinas e dispositivos pneumáticos.
Ö Interpreta circuitos com facilidade trabalhando com eficiência e precisão naÖ Interpreta circuitos com facilidade, trabalhando com eficiência e precisão na 
montagem e manutenção de sistemas pneumáticos.
FESTO DIDACTIC SISTEMA DE TREINAMENTO PORTÁTIL – ESTUDO DE SISTEMAS PNEUMÁTICOS E ELETROPNEUMÁTICOS 17/10/2011 Slide 296
Atuadores – Dupla Ação (amortecimento pneumático regulável)
Simbologia
FESTO DIDACTIC SISTEMA DE TREINAMENTO PORTÁTIL – ESTUDO DE SISTEMAS PNEUMÁTICOS E ELETROPNEUMÁTICOS 17/10/2011 Slide 297
Válvulas Direcionais - 3/2 vias NF acionamento por came retorno 
por mola
(A)2
Simbologia
(P) (R)1 3
FESTO DIDACTIC SISTEMA DE TREINAMENTO PORTÁTIL – ESTUDO DE SISTEMAS PNEUMÁTICOS E ELETROPNEUMÁTICOS 17/10/2011 Slide 298
Válvulas Direcionais - 5/2 vias acionamento por duplo piloto
4 2(A)
(S)
(B)
12(Y)14(Z)
Simbologia
5
1
3
(P)
(R) (S)
1
FESTO DIDACTIC SISTEMA DE TREINAMENTO PORTÁTIL – ESTUDO DE SISTEMAS PNEUMÁTICOS E ELETROPNEUMÁTICOS 17/10/2011 Slide 299
Válvulas de Bloqueio – Alternadora (OU) 
12 14
2
Simbologia
FESTO DIDACTIC SISTEMA DE TREINAMENTO PORTÁTIL – ESTUDO DE SISTEMASPNEUMÁTICOS E ELETROPNEUMÁTICOS 17/10/2011 Slide 300
Válvulas de Bloqueio – Simultaneidade (E)
12 14
2
Simbologia
FESTO DIDACTIC SISTEMA DE TREINAMENTO PORTÁTIL – ESTUDO DE SISTEMAS PNEUMÁTICOS E ELETROPNEUMÁTICOS 17/10/2011 Slide 301
1A
F=0
2
1A
1V3
1S2
Cadeia de Comando ELEMENTOS DE TRABALHO
4 2
1
2
3
50%
1V2
1V1
ELEMENTOS AUXILIARES
5
1
3
1 1
2
1 1
21V4 1V5
ELEMENTOS DE COMANDO
ELEMENTOS DE 
PROCESSAMENTO DE SINAIS
2
1 3
2
1 3
2
1 3
2
1 3
1S2
S 1 S2 S3
PROCESSAMENTO DE SINAIS
ELEMENTOS DE SINAIS
2
1 3
0Z1
0V1
ELEMENTOS DE 
TRATAMENTO E 
DISTRIBUIÇÃO
FESTO DIDACTIC SISTEMA DE TREINAMENTO PORTÁTIL – ESTUDO DE SISTEMAS PNEUMÁTICOS E ELETROPNEUMÁTICOS 17/10/2011 Slide 302
1 3
1P
DISTRIBUIÇÃO
Comandos Sequenciais – Identificação dos Componentes
Atuadores: Número sequencial + letra A – (1A ..., 2A ...)
Válvulas: Número do atuador + letra V + número sequencial – (1V1 ..., 2V1 ...)
Bombas e compressores: Número sequencial + letra P – (1P ..., 2P ...)
Fins de curso: Número do atuador + letra S + 1 p/ recuado e 2 p/ avançado 
(1S1..., 1S2...,2S1..., 2S2...)
Botões: Letra S + número sequencial – (S1 S2 S3 )
Outros: Número do atuador + letra Z + número sequencial
Botões: Letra S + número sequencial – (S1 ..., S2 ..., S3...)
FESTO DIDACTIC SISTEMA DE TREINAMENTO PORTÁTIL – ESTUDO DE SISTEMAS PNEUMÁTICOS E ELETROPNEUMÁTICOS 17/10/2011 Slide 303
Comandos Sequenciais – Representação dos 
Movimentos
Empurra a caixa
Atuador 2A
Atuador 1A
Eleva a caixa
FESTO DIDACTIC SISTEMA DE TREINAMENTO PORTÁTIL – ESTUDO DE SISTEMAS PNEUMÁTICOS E ELETROPNEUMÁTICOS 17/10/2011 Slide 304
Comandos Sequenciais – Representação dos Movimentos 
(Tabela)
Passo 
de 
trabalho
Movimento 
do 
cilindro “1A”
Movimento 
do 
cilindro “2A”
1 Avança
Parado
recuado
Parado
2
Parado
avançado Avança
3 Recua
Parado
3 Recua avançado
4
Parado
recuado Recua
FESTO DIDACTIC SISTEMA DE TREINAMENTO PORTÁTIL – ESTUDO DE SISTEMAS PNEUMÁTICOS E ELETROPNEUMÁTICOS 17/10/2011 Slide 305
recuado
Comandos Sequenciais – Representação dos Movimentos (Forma 
Algébrica)
(+) Avanço ( - ) Recuo
1A+ 2A+ 1A- 2A-
FESTO DIDACTIC SISTEMA DE TREINAMENTO PORTÁTIL – ESTUDO DE SISTEMAS PNEUMÁTICOS E ELETROPNEUMÁTICOS 17/10/2011 Slide 306
Comandos Sequenciais – Representação dos Movimentos (Diagrama 
Trajeto-Passo)
Avanço ParadoAvanço Parado
Avançado
Recuo ParadoParado
Recuado
FESTO DIDACTIC SISTEMA DE TREINAMENTO PORTÁTIL – ESTUDO DE SISTEMAS PNEUMÁTICOS E ELETROPNEUMÁTICOS 17/10/2011 Slide 307
Comandos Sequenciais
1 2 3 5=14s2
s1
1A
s2
2A
s1
2A
141V1 142V1 121V1 122V1
1A+ 2A+ 1A - 2A -
1S2S1 2S2 1S1 2S1
FESTO DIDACTIC SISTEMA DE TREINAMENTO PORTÁTIL – ESTUDO DE SISTEMAS PNEUMÁTICOS E ELETROPNEUMÁTICOS 17/10/2011 Slide 308
1S2S1 2S2 1S1 2S1
Válvulas Combinadas – Corte de Sinal
FESTO DIDACTIC SISTEMA DE TREINAMENTO PORTÁTIL – ESTUDO DE SISTEMAS PNEUMÁTICOS E ELETROPNEUMÁTICOS 17/10/2011 Slide 309
1) Estabelecer a sequência algébrica dos movimentos
Método Cascata – Regras Gerais
1) Estabelecer a sequência algébrica dos movimentos.
Exemplo:
1A+ 2A+ 2A- 1A-1S2 2S2 2S1Start
1S1
FESTO DIDACTIC SISTEMA DE TREINAMENTO PORTÁTIL – ESTUDO DE SISTEMAS PNEUMÁTICOS E ELETROPNEUMÁTICOS 17/10/2011 Slide 310
2) Dividir a sequência em grupos:
Método Cascata – Regras Gerais
2) Dividir a sequência em grupos:
- Movimentos do mesmo atuador não podem pertencer ao mesmo grupo.
Grupo I Grupo II
Exemplo:
1A+ 2A+ 2A- 1A-1S2 2S2 2S1 1S1Start
FESTO DIDACTIC SISTEMA DE TREINAMENTO PORTÁTIL – ESTUDO DE SISTEMAS PNEUMÁTICOS E ELETROPNEUMÁTICOS 17/10/2011 Slide 311
Método Cascata – Regras Gerais
3) O número de linhas auxiliares é igual ao número de grupos;
1
Exemplo:
1
2
Grupo I Grupo II
1A+ 2A+ 2A- 1A-1S2 2S2 2S1 1S1Start
FESTO DIDACTIC SISTEMA DE TREINAMENTO PORTÁTIL – ESTUDO DE SISTEMAS PNEUMÁTICOS E ELETROPNEUMÁTICOS 17/10/2011 Slide 312
Método Cascata – Regras Gerais
4) O número de válvulas inversoras é igual ao número de grupos menos 1;
1
Exemplo:
1
2
4 2
14 12
5
1
3
FESTO DIDACTIC SISTEMA DE TREINAMENTO PORTÁTIL – ESTUDO DE SISTEMAS PNEUMÁTICOS E ELETROPNEUMÁTICOS 17/10/2011 Slide 313
5) V ifi ã d últi i t
Método Cascata – Regras Gerais
5) Verificação do último movimento:
- Se este pertencer ao primeiro grupo, desenhar o circuito com arp p g p
na primeira linha.
Exemplos
- Se este pertencer ao último grupo, desenhar o circuito com ar
p
Se este pertencer ao último grupo, desenhar o circuito com ar
na última linha.
Exemplos
FESTO DIDACTIC SISTEMA DE TREINAMENTO PORTÁTIL – ESTUDO DE SISTEMAS PNEUMÁTICOS E ELETROPNEUMÁTICOS 17/10/2011 Slide 314
Com 3 grupos
Com 2 grupos
Com 3 grupos
1
2
3
4 2
14 12 ( 2)
Método Cascata – Regras 
Gerais
1
2
4 2
5 3
14 (e1) 12 (e2)
5
1
3
14 12 (e2)
4 2
5
1
3
14 (e1) 12 (e3)
Com 5 gruposCom 4 grupos
1
1
2
3
1
1
2
3
43
4
4 2
5
1
3
14 12 (e2)
4 2
4
4 2
5
1
3
14 12 (e2)
4 2
14 12 (e3)
5
14 2
5
1
3
14 12 (e3)
4 2
5 3
14 (e1) 12 (e4)
5
1
3
14 12 (e3)
4 2
5
1
3
14 12 (e4)
4 2
FESTO DIDACTIC SISTEMA DE TREINAMENTO PORTÁTIL – ESTUDO DE SISTEMAS PNEUMÁTICOS E ELETROPNEUMÁTICOS 17/10/2011 Slide 315
Último movimento pertence ao primeiro grupo
5
1
3
5
1
3
14 (e1) 12 (e5)
Com 3 grupos
Com 2 grupos
Com 3 grupos
1
2
3
4 2
14 12 ( 2)
Método Cascata – Regras 
Gerais
1
2
4 2
5 3
14 (e1) 12 (e2)
5
1
3
14 12 (e2)
4 2
5
1
3
14 (e1) 12 (e3)
Com 4 grupos
1
1
2
3
1
1
2
3
4
Com 5 grupos
3
4
4 2
5
1
3
14 12 (e2)
4 2
4
4 2
5
1
3
14 12 (e2)
4 2
14 12 ( 3)
5
14 2
5
1
3
14 12 (e3)
4 2
5 3
14 (e1) 12 (e4)
5
1
3
14 12 (e3)
4 2
5
1
3
14 12 (e4)
4 2
FESTO DIDACTIC SISTEMA DE TREINAMENTO PORTÁTIL – ESTUDO DE SISTEMAS PNEUMÁTICOS E ELETROPNEUMÁTICOS 17/10/2011 Slide 316
Último movimento pertence ao último grupo
1
5
1
3
14 (e1) 12 (e5)
Método Cascata – Regras Gerais
1
2
4 2
14 12
5
1
3
14 12
1A 2A 2A 1A1S2 2S2 2S1 1S1Start
Grupo I Grupo II
1A+ 2A+ 2A- 1A-1S2 2S2 2S1 1S1Start
FESTO DIDACTIC SISTEMA DE TREINAMENTO PORTÁTIL – ESTUDO DE SISTEMAS PNEUMÁTICOS E ELETROPNEUMÁTICOS 17/10/2011 Slide 317
Para o exemplo em questão, o último movimento está no 
último grupo
Método Cascata – Regras Gerais
6) O primeiro movimento de cada grupo é ligado diretamente na linha do 
grupo;
Grupo I Grupo II
1A+ 2A+ 2A- 1A-1S2 2S2 2S1 1S1Start
FESTO DIDACTIC SISTEMA DE TREINAMENTO PORTÁTIL – ESTUDO DE SISTEMAS PNEUMÁTICOS E ELETROPNEUMÁTICOS 17/10/2011 Slide 318
1S1 1S21A 2S1 2S22A
Método Cascata – Regras Gerais
4 2
1S1 1S21A
4 2
2S1 2S22A
Exemplo:
5
1
3
14 12
5
1
3
14 12
4 2
14 12
FESTO DIDACTIC SISTEMA DE TREINAMENTO PORTÁTIL – ESTUDO DE SISTEMAS PNEUMÁTICOS E ELETROPNEUMÁTICOS 17/10/2011 Slide 319
5
1
3e1 e2
Método Cascata – Regras Gerais
7) Mudanças de grupos:
- Os elementos de sinal que têm como função a mudança de grupo ficam 
abaixo das linhas auxiliares.
Grupo I Grupo IIe1 e2p p
1A+ 2A+ 2A- 1A-1S2 2S2 2S1 1S1Start
1S1
FESTO DIDACTIC SISTEMA DE TREINAMENTO PORTÁTIL – ESTUDO DE SISTEMAS PNEUMÁTICOS E ELETROPNEUMÁTICOS 17/10/2011 Slide 320
Grupo 1 habilitado por (e1) e grupo 2 habilitado (e2) , 
sucessivamente.
1S1 1S21A 2S1 2S22A
Método Cascata – Regras 
Gerais
4 2
5
13
14 12
4 2
5
1
3
14 12
Exemplo:
4 2
14 121
p
5
1
3
14 12
e1 e2
2
1 3
2
2
1 3
2B2
e1
e2
2
1 3
1S1
1 3
FESTO DIDACTIC SISTEMA DE TREINAMENTO PORTÁTIL – ESTUDO DE SISTEMAS PNEUMÁTICOS E ELETROPNEUMÁTICOS 17/10/2011 Slide 321
1 3
4 2
1S1 1S21A
4 2
2S1 2S22AMétodo Cascata – Regras 
Gerais
4 2
5
1
3
14 12
4 2
5
1
3
14 12
2
2
1 3
1S2Exemplo:
4 2
14 12
2
1 32S1
5
1
3e1 e2
2
1 3
2
2
1 3
2B2
2
1 3
2S2
2
1 3
1 3
1S1
FESTO DIDACTIC SISTEMA DE TREINAMENTO PORTÁTIL – ESTUDO DE SISTEMAS PNEUMÁTICOS E ELETROPNEUMÁTICOS 17/10/2011 Slide 322
1 3
Método Passo a Passo Industrial – Regras Gerais
1) Estabelecer a sequência algébrica dos movimentos.
Exemplo:
1A+ 2A+ 2A- 1A-1S2 2S2 2S1 1S1Start 1A+ 2A+ 2A 1A
FESTO DIDACTIC SISTEMA DE TREINAMENTO PORTÁTIL – ESTUDO DE SISTEMAS PNEUMÁTICOS E ELETROPNEUMÁTICOS 17/10/2011 Slide 323
2) Di idi ê i
Método Passo a Passo Industrial – Regras Gerais
2) Dividir a sequência em grupos:
- Cada movimento (passo) pertencerá a um grupo.
Exemplo:
Grupo I Grupo II Grupo III Grupo IV
1A+ 2A+ 2A- 1A-1S2 2S2 2S1 1S1Start
FESTO DIDACTIC SISTEMA DE TREINAMENTO PORTÁTIL – ESTUDO DE SISTEMAS PNEUMÁTICOS E ELETROPNEUMÁTICOS 17/10/2011 Slide 324
Método Passo a Passo Industrial – Regras Gerais
3) O número de linhas auxiliares é igual ao número de grupos;
Exemplo:
1
2
3
Exemplo:
Grupo I Grupo II Grupo III Grupo IV
4
1A+ 2A+ 2A- 1A-1S2 2S2 2S1 1S1Start
FESTO DIDACTIC SISTEMA DE TREINAMENTO PORTÁTIL – ESTUDO DE SISTEMAS PNEUMÁTICOS E ELETROPNEUMÁTICOS 17/10/2011 Slide 325
Método Passo a Passo Industrial – Regras Gerais
4) O número de módulos é igual ao número de grupos.
Tipos de Módulos:
- TAA
- TAB
Exemplo
FESTO DIDACTIC SISTEMA DE TREINAMENTO PORTÁTIL – ESTUDO DE SISTEMAS PNEUMÁTICOS E ELETROPNEUMÁTICOS 17/10/2011 Slide 326
Mód lo TAA
An
Método Passo a Passo Industrial – Regras Gerais
Módulo TAA:
- Possui o reset em “OFF”.
Identificação das Conexões:
An - Saída dos Blocos Yn+1YnAn - Saída dos Blocos
Yn - Início do Ciclo
Zn - Fecha o ciclo e repõe a 
memória anterior
Yn 1
P
memória anterior
Xn - Recebe as informações dos 
movimentos executados
P - Alimentação dos Blocos
Zn+1Zn
L
FESTO DIDACTIC SISTEMA DE TREINAMENTO PORTÁTIL – ESTUDO DE SISTEMAS PNEUMÁTICOS E ELETROPNEUMÁTICOS 17/10/2011 Slide 327
ç
L - Reset dos Blocos Xn
Mód l TAB
An
Método Passo a Passo Industrial – Regras Gerais
Módulo TAB:
- Possui o reset em “ON”.
-Identificação das Conexões:
An - Saída dos Blocos Yn+1YnAn - Saída dos Blocos
Yn - Início do Ciclo
Zn - Fecha o ciclo e repõe a 
memória anterior Z 1Z
P
memória anterior
Xn - Recebe as informações 
dos movimentos executados
P - Alimentação dos Blocos
Zn+1Zn
L
FESTO DIDACTIC SISTEMA DE TREINAMENTO PORTÁTIL – ESTUDO DE SISTEMAS PNEUMÁTICOS E ELETROPNEUMÁTICOS 17/10/2011 Slide 328
e tação dos ocos
L - Reset dos Blocos Xn
4) O ú d ód l é i l ú d
Método Passo a Passo Industrial – Regras Gerais
4) O número de módulos é igual ao número de grupos;
1
2
3
4
A1 A2 A3 A4
Yn+1Yn Yn 1
Zn+1Zn
P
L
FESTO DIDACTIC SISTEMA DE TREINAMENTO PORTÁTIL – ESTUDO DE SISTEMAS PNEUMÁTICOS E ELETROPNEUMÁTICOS 17/10/2011 Slide 329
X1 X2 X3 X4Módulo 1 Módulo 2 Módulo 3 Módulo 4
5) Ligar as saídas An nas respectivas linhas dos grupos;
Método Passo a Passo Industrial – Regras Gerais
5) Ligar as saídas An nas respectivas linhas dos grupos;
1
2
A1 A2 A3 A4
3
4
Yn+1
Zn+1Zn
P
L
Yn
FESTO DIDACTIC SISTEMA DE TREINAMENTO PORTÁTIL – ESTUDO DE SISTEMAS PNEUMÁTICOS E ELETROPNEUMÁTICOS 17/10/2011 Slide 330
L
X1 X2 X3 X4
6) O rolete de confirmação de final de ciclo é obrigatoriamente ligado à 
Método Passo a Passo Industrial – Regras Gerais
conexão X do último módulo;
1
2
A4A1 A2 A3
3
4
YnYn
Zn
X4
P
Zn
X1 X2 X3
FESTO DIDACTIC SISTEMA DE TREINAMENTO PORTÁTIL – ESTUDO DE SISTEMAS PNEUMÁTICOS E ELETROPNEUMÁTICOS 17/10/2011 Slide 331
X4X1 X2 X3
2
1 3
1S1
7) O circuito começa sempre com o último grupo pressurizado;
Método Passo a Passo Industrial – Regras Gerais
7) O circuito começa sempre com o último grupo pressurizado;
1
2
3
A4A1 A2 A3
3
4
YnYn
Zn
X4
P
Zn
X1 X2 X3
2
FESTO DIDACTIC SISTEMA DE TREINAMENTO PORTÁTIL – ESTUDO DE SISTEMAS PNEUMÁTICOS E ELETROPNEUMÁTICOS 17/10/2011 Slide 332
2
1 3
1S1
8) Ligar Yn+1 do último módulo na entrada de alimentação do botão de
Método Passo a Passo Industrial – Regras Gerais
8) Ligar Yn+1 do último módulo na entrada de alimentação do botão de 
partida e a saída deste em Yn do primeiro módulo;
1
2
A2 A3 A4
2
3
4
A1
Yn Yn+1
2 X1 X2 X3 X2
FESTO DIDACTIC SISTEMA DE TREINAMENTO PORTÁTIL – ESTUDO DE SISTEMAS PNEUMÁTICOS E ELETROPNEUMÁTICOS 17/10/2011 Slide 333
1 3
X1 X2 X3
4
1 3
1S1
9) Ligar Zn do primeiro módulo em Zn+1 do último módulo.
Método Passo a Passo Industrial – Regras Gerais
1
2
3
4
A1 A2 A3 A4
Yn+1
Zn+1Zn
P
L
Yn
X1 X2 X3 X4
2
1 3
2
1 3
1S1
FESTO DIDACTIC SISTEMA DE TREINAMENTO PORTÁTIL – ESTUDO DE SISTEMAS PNEUMÁTICOS E ELETROPNEUMÁTICOS 17/10/2011 Slide 334
Método Passo a Passo Industrial – Regras Gerais
4 2
5
1
3
14 12
4 2
5
1
3
14 12
A1 A2 A3 A4
1
2
3
4
Yn+1Yn
2
Zn+1Zn
P
L
X1 X2 X3 X42 222
FESTO DIDACTIC SISTEMA DE TREINAMENTO PORTÁTIL – ESTUDO DE SISTEMAS PNEUMÁTICOS E ELETROPNEUMÁTICOS 17/10/2011 Slide 335
1 3
1 3
1S2
1 3
1S1
1 3
2S1
1 3
2S2
Método Passo a Passo Industrial – Regras Gerais
Símbolo simplificado dos módulos Passo a Passo Industrial
Yn
P 1 2 3
A2A1 A3
4 5 6
A5A4 A6
Yn+1
P
Zn
P
L
1 2 3 4 5 6
Zn+1
L
P
L L
X1 X2 X3 X4 X5 X6
FESTO DIDACTIC SISTEMA DE TREINAMENTO PORTÁTIL – ESTUDO DE SISTEMAS PNEUMÁTICOS E ELETROPNEUMÁTICOS 17/10/2011 Slide 336
Condições marginais – símbolos utilizados
ÎPE - Parada de Emergência
ÎDE - Desbloqueio de Emergência
ÎMAN - ManualÎMAN Manual
ÎAUT - Automático
ÎRESET - Condição para inicialização do ciclo
ÎTRYOUT / HANDWILL- Movimentos Aleatórios dos atuadores
ÎCC - Ciclo Contínuo
ÎCU - Ciclo ÚnicoÎCU Ciclo Único
ÎMAG - Condição de existência de peças “MAGAZINE”
ÎST - Partida do ciclo “START”
FESTO DIDACTIC SISTEMA DE TREINAMENTO PORTÁTIL – ESTUDO DE SISTEMAS PNEUMÁTICOS E ELETROPNEUMÁTICOS 17/10/2011 Slide 337
ÎSO - Parada do ciclo “STOP”
PE
PARADA DE EMERGÊNCIADE
Condições marginais – organograma
PARADA DE EMERGÊNCIA
Condições de emergência
(prioridade)
DE
DESBLOQUEIO DE EMERGÊNCIA
Condições normais de trabalho
AUT
AUTOMÁTICO
Movimentos dependem
dos fins de curso
MAN
MANUAL
Movimentos 
independentes
TRYOUT / HANDWILL
Movimentos aleatórios 
dos elemento de trabalho
RESET
Condição inicial do ciclo
MAG
MAGAZINE
Condições de existência 
de peça
CC/CU
CICLO CONTÍNUO / ÚNICO
de peça
ST/SO
FESTO DIDACTIC SISTEMA DE TREINAMENTO PORTÁTIL – ESTUDO DE SISTEMAS PNEUMÁTICOS E ELETROPNEUMÁTICOS 17/10/2011 Slide 338
START / STOP
Partida / Parada do Ciclo
Condições marginais – Seleção PE / DE
1.
Parada de Emergência
4 2
Desbloqueio de Emergência
5
1
3
14 12
2 22
1 3
PE
2
1 3
DE
FESTO DIDACTIC SISTEMA DE TREINAMENTO PORTÁTIL – ESTUDO DE SISTEMAS PNEUMÁTICOS E ELETROPNEUMÁTICOS 17/10/2011 Slide 339
Condições marginais – Variantes da parada de emergência
1. Recuo dos Atuadores 2. Avanço dos Atuadores
F=0 F=0
4 2
14 12
4 2
14 12
F 0
5
1
3
12 14
2
5
1
3
12 14
2
PS PSPE
PS PE PS
FESTO DIDACTIC SISTEMA DE TREINAMENTO PORTÁTIL – ESTUDO DE SISTEMAS PNEUMÁTICOS E ELETROPNEUMÁTICOS 17/10/2011 Slide 340
PS= Processamento de Sinal
PE = Parada de Emergência
Condições marginais – Variantes da parada de emergência
3. Parada no final do passo já iniciado
1214
24
1214
5
1
3
1
10
2
3
1
1 31
10
2
3
1
1 3
Para outros inibidores
1214
5
1
3
24
22
FESTO DIDACTIC SISTEMA DE TREINAMENTO PORTÁTIL – ESTUDO DE SISTEMAS PNEUMÁTICOS E ELETROPNEUMÁTICOS 17/10/2011 Slide 341
PS = Processamento de Sinal
PE = Parada de Emergência1 31 3
Emergência Desbloqueio
Condições marginais – Variantes da parada de emergência
4. Parada instantânea
5 3
4 2
14 12
1
10
2
3
1
1 31
10
2
3
1
1 3
1
5 3
1214
24
Para outros inibidores
PS = Processamento de Sinal
PE = Parada de Emergência
1214
5 1 3
22
FESTO DIDACTIC SISTEMA DE TREINAMENTO PORTÁTIL – ESTUDO DE SISTEMAS PNEUMÁTICOS E ELETROPNEUMÁTICOS 17/10/2011 Slide 342
1 31 3
Emergência Desbloqueio
Condições marginais – Seleção AUT / MAN
1.
Autmomático
4 2
14 12
Manual
5
1
3
14 12
DE
2
1 3
2
1 3
AUT MAN
FESTO DIDACTIC SISTEMA DE TREINAMENTO PORTÁTIL – ESTUDO DE SISTEMAS PNEUMÁTICOS E ELETROPNEUMÁTICOS 17/10/2011 Slide 343
Condições marginais – Seleção AUT / MAN
2.
Automatico
4 2
AUT/MAN
Manual
31
DE
FESTO DIDACTIC SISTEMA DE TREINAMENTO PORTÁTIL – ESTUDO DE SISTEMAS PNEUMÁTICOS E ELETROPNEUMÁTICOS 17/10/2011 Slide 344
Condições marginais – Seleção CC / CU
Ciclo Contínuo
4 2
14 12
Ciclo Único
5
1
3
2 2
AUT
2
1 3
2
1 3
CC CU
FESTO DIDACTIC SISTEMA DE TREINAMENTO PORTÁTIL – ESTUDO DE SISTEMAS PNEUMÁTICOS E ELETROPNEUMÁTICOS 17/10/2011 Slide 345
Mód l 4Módulo 4
Eletropneumáticap
FESTO DIDACTIC SISTEMA DE TREINAMENTO PORTÁTIL – ESTUDO DE SISTEMAS PNEUMÁTICOS E ELETROPNEUMÁTICOS 17/10/2011 Slide 346
Conteúdo do Treinamento
Ö Símbolos normalizados, especificações técnicas, formas construtivas
e funções dos atuadores, eletro-válvulas pneumáticas, fins de curso, relés e sensores.
Ö Princípios físicos que envolvem a eletricidade aplicada a comandos elétricos.
Ö Circuitos elétricos para atender requisitos de automação pneumática por meio 
de lógica de relés.
C d i i tili d i t d i
Ö Montagens práticas de sistemas com componentes eletropneumáticos reais
Ö Comandos sequenciais utilizando um ou mais atuadores com o apoio se 
software de simulação.
FESTO DIDACTIC SISTEMA DE TREINAMENTO PORTÁTIL – ESTUDO DE SISTEMAS PNEUMÁTICOS E ELETROPNEUMÁTICOS 17/10/2011 Slide 347
Ö Montagens práticas de sistemas com componentes eletropneumáticos reais,
em unidades de treinamento especialmente desenvolvidas. 
Qualificação Adquirida
Ö Conhece os principais componentes pneumáticos e eletropneumáticos sendo 
capaz de identificá-los através de seus respectivos símbolos normalizados. Dessa 
forma interpreta especificações técnicas desenhos e dados de catálogoforma, interpreta especificações técnicas, desenhos e dados de catálogo.
Ö Entende o sistema com o qual está trabalhando, evita erros de montagem, 
economiza tempo na detecção e correção de possíveis defeitos e na substituição de p ç ç p ç
componentes. 
Ö É capaz de propor alternativas em situações emergenciais de produção.
Ö Pode conceber e otimizar sistemas pneumáticos e eletropneumáticos básicos, 
com precisa adequação à aplicação, selecionando a melhor entre variadas 
soluções.
FESTO DIDACTIC SISTEMA DE TREINAMENTO PORTÁTIL – ESTUDO DE SISTEMAS PNEUMÁTICOS E ELETROPNEUMÁTICOS 17/10/2011 Slide 348
so uções
Tecnologias para Automação
Pneumática
- Ótima força
- Força limitada
- Boas 
velocidades
Hidráulica
Ótima força 
- Baixas 
velocidades
- Boa precisão
- Precisão 
limitada
p
M â i
Eletroeletrônica
- Comando / Controle
- Boa força
- Ótimas velocidades
Ó
Mecânica
FESTO DIDACTIC SISTEMA DE TREINAMENTO PORTÁTIL – ESTUDO DE SISTEMAS PNEUMÁTICOS E ELETROPNEUMÁTICOS 17/10/2011 Slide 349
- Ótima precisão
Composição de um Sistema Eletropneumático
Elementos de TrabalhoElementos de Trabalho
Elementos de ComandoElementos de Comando
Elementos de ProcessamentoElementos de Processamento
de Sinais
Elementos de Sinais
FESTO DIDACTIC SISTEMA DE TREINAMENTO PORTÁTIL – ESTUDO DE SISTEMAS PNEUMÁTICOS E ELETROPNEUMÁTICOS 17/10/2011 Slide 350
Energia de
Trabalho
Energia de
Controle
Elementos de Trabalho
Atuadores Pneumáticos Atuadores Elétricos
Atuadores Hidráulicos
FESTO DIDACTIC SISTEMA DE TREINAMENTO PORTÁTIL – ESTUDO DE SISTEMAS PNEUMÁTICOS E ELETROPNEUMÁTICOS 17/10/2011 Slide 351
Válvulas Pneumáticas ContatorDriver de Potência
Elementos de Comando
Potência
Válvulas Hidráulicas
FESTO DIDACTIC SISTEMA DE TREINAMENTO PORTÁTIL – ESTUDO DE SISTEMAS PNEUMÁTICOS E ELETROPNEUMÁTICOS 17/10/2011 Slide 352
Controlador Lógico Programável Válvulas Pneumáticas
Elementos de Processamento de Sinais
Controlador Lógico Programável Válvulas Pneumáticas
Relés
FESTO DIDACTIC SISTEMA DE TREINAMENTO PORTÁTIL – ESTUDO DE SISTEMAS PNEUMÁTICOS E ELETROPNEUMÁTICOS 17/10/2011 Slide 353
Elementos de Sinais
Pedal
BotãoBotão
Sensores
Alavanca
FESTO DIDACTIC SISTEMA DE TREINAMENTO PORTÁTIL – ESTUDO DE SISTEMAS PNEUMÁTICOS E ELETROPNEUMÁTICOS 17/10/2011 Slide 354
Rolete IHM
Energia de Trabalho e de Controle
Fonte de AlimentaçãoU id d d T t t d
FESTO DIDACTIC SISTEMA DE TREINAMENTO PORTÁTIL – ESTUDO DE SISTEMAS PNEUMÁTICOS E ELETROPNEUMÁTICOS 17/10/2011 Slide 355
Fonte de AlimentaçãoUnidades de Tratamento de ar
Elementos de Trabalho – Atuador Simples Ação 
Simbologia
FESTO DIDACTIC SISTEMA DE TREINAMENTO PORTÁTIL – ESTUDO DE SISTEMAS PNEUMÁTICOS E ELETROPNEUMÁTICOS 17/10/2011 Slide 356
Elementos de Trabalho – Atuador de Dupla Ação
Simbologia
FESTO DIDACTIC SISTEMA DE TREINAMENTO PORTÁTIL – ESTUDO DE SISTEMAS PNEUMÁTICOS E ELETROPNEUMÁTICOS 17/10/2011 Slide 357
Elementos Comando - Símbolo de Válvulas (DIN/ISO 1219)
Quadrado representa posição
Número de posições da válvula
Setas indicam a direção e sentido do fluxo do 
ar
T’s representam bloqueios das vias
As conexões de entrada e saída são 
FESTO DIDACTIC SISTEMA DE TREINAMENTO PORTÁTIL – ESTUDO DE SISTEMAS PNEUMÁTICOS E ELETROPNEUMÁTICOS 17/10/2011 Slide 358
representadas por traços externos. Estes, 
indicam o número de vias.
Elementos de Comando – Válvula 3/2 vias
(A)2
Simbologia
(P) (R)1 3
FESTO DIDACTIC SISTEMA DE TREINAMENTO PORTÁTIL – ESTUDO DE SISTEMAS PNEUMÁTICOS E ELETROPNEUMÁTICOS 17/10/2011 Slide 359
Elementos de Comando – Válvula 5/2 vias
4 2(A) (B)
12(Y)14(Z)
Simbologia
5
1
3
(P)
(R) (S)
1
12(Y)14(Z)
FESTO DIDACTIC SISTEMA DE TREINAMENTO PORTÁTIL – ESTUDO DE SISTEMAS PNEUMÁTICOS E ELETROPNEUMÁTICOS 17/10/2011 Slide 360
Atuadores: Número sequencial + letra A – (1A ..., 2A ...)
Identificação dos Componentes
Válvulas: Número do atuador + letra V + número sequencial – (1V1 ..., 2V1 ...)
Bombas e compressores: Número sequencial + letra P – (1P ..., 2P ...)
Botões: Letra S + número sequencial – (S1 ..., S2 ..., S3...)
Fins de curso: Número do atuador + letra S ou B + 1 p/ recuado e 2 p/ avançado 
(1S1..., 1S2..., 1B1..., 1B2...)
Nota: S → com contato físico – B → sem contato físico
N t KT lé t i d KC lé t d
Solenóide: Número do atuador + letra Y + 1 p/ avanço e 2 p/ retorno (1Y1 ..., 1Y2 ...)
Relés: Letra K + número sequencial
FESTO DIDACTIC SISTEMA DE TREINAMENTO PORTÁTIL – ESTUDO DE SISTEMAS PNEUMÁTICOS E ELETROPNEUMÁTICOS 17/10/2011 Slide 361
Nota: KT → relé temporizador – KC → relé contador
Outros: Númerodo atuador + letra Z + número sequencial
Leis Físicas Fundamentais da Eletricidade
Lei de OHM
Eletromagnetismo 
FESTO DIDACTIC SISTEMA DE TREINAMENTO PORTÁTIL – ESTUDO DE SISTEMAS PNEUMÁTICOS E ELETROPNEUMÁTICOS 17/10/2011 Slide 362
U R I
Lei de Ohm
U = R x I
I = 3 A
U = 24V
I = 3 A
R = 8 Ω
FESTO DIDACTIC SISTEMA DE TREINAMENTO PORTÁTIL – ESTUDO DE SISTEMAS PNEUMÁTICOS E ELETROPNEUMÁTICOS 17/10/2011 Slide 363
Fundamentos Físicos - Eletromagnetismo
Linhas de campo
CorrenteCorrente
Corrente
FESTO DIDACTIC SISTEMA DE TREINAMENTO PORTÁTIL – ESTUDO DE SISTEMAS PNEUMÁTICOS E ELETROPNEUMÁTICOS 17/10/2011 Slide 364
Fundamentos Físicos - Eletro-imã
Condutor enrolado Bobina
N
S
Barra de Ferro
S
FESTO DIDACTIC SISTEMA DE TREINAMENTO PORTÁTIL – ESTUDO DE SISTEMAS PNEUMÁTICOS E ELETROPNEUMÁTICOS 17/10/2011 Slide 365
Fundamentos Físicos - Solenóide
FESTO DIDACTIC SISTEMA DE TREINAMENTO PORTÁTIL – ESTUDO DE SISTEMAS PNEUMÁTICOS E ELETROPNEUMÁTICOS 17/10/2011 Slide 366
Válvula Solenóide
2
1 3
FESTO DIDACTIC SISTEMA DE TREINAMENTO PORTÁTIL – ESTUDO DE SISTEMAS PNEUMÁTICOS E ELETROPNEUMÁTICOS 17/10/2011 Slide 367
Válvula Simples Solenóide
FESTO DIDACTIC SISTEMA DE TREINAMENTO PORTÁTIL – ESTUDO DE SISTEMAS PNEUMÁTICOS E ELETROPNEUMÁTICOS 17/10/2011 Slide 368
Válvula Duplo Solenóide
FESTO DIDACTIC SISTEMA DE TREINAMENTO PORTÁTIL – ESTUDO DE SISTEMAS PNEUMÁTICOS E ELETROPNEUMÁTICOS 17/10/2011 Slide 369
Contatos
FESTO DIDACTIC SISTEMA DE TREINAMENTO PORTÁTIL – ESTUDO DE SISTEMAS PNEUMÁTICOS E ELETROPNEUMÁTICOS 17/10/2011 Slide 370
Normal Aberto 
(NA)
Normal Fechado (NF) Comutador
Botão
Normalmente Aberto ou Fechador
Botão
Elemento de contato
BorneBorne
Botão com trava
FESTO DIDACTIC SISTEMA DE TREINAMENTO PORTÁTIL – ESTUDO DE SISTEMAS PNEUMÁTICOS E ELETROPNEUMÁTICOS 17/10/2011 Slide 371
Botão com trava
Botão
Normalmente Fechado ou Abridor
Botão
Borne
Elemento de contato
FESTO DIDACTIC SISTEMA DE TREINAMENTO PORTÁTIL – ESTUDO DE SISTEMAS PNEUMÁTICOS E ELETROPNEUMÁTICOS 17/10/2011 Slide 372
Comutadores
Botão
Elemento de
t tcontato
Borne
Borne
Rolete
FESTO DIDACTIC SISTEMA DE TREINAMENTO PORTÁTIL – ESTUDO DE SISTEMAS PNEUMÁTICOS E ELETROPNEUMÁTICOS 17/10/2011 Slide 373
Lógica “E”
Também conhecida 
como:
Conjunção- Conjunção
- Porta AND
- Produto lógico
Obtém-se um sinal de 
saída somente quandosaída, somente quando 
existirem todos os sinais 
de entrada.
FESTO DIDACTIC SISTEMA DE TREINAMENTO PORTÁTIL – ESTUDO DE SISTEMAS PNEUMÁTICOS E ELETROPNEUMÁTICOS 17/10/2011 Slide 374
Lógica “OU”
Também conhecida 
como:
Disjunção- Disjunção
- Porta OR
- Soma lógica
Obtém-se um sinal de 
saída quando existir aosaída quando existir ao 
menos um sinal de 
entrada.
FESTO DIDACTIC SISTEMA DE TREINAMENTO PORTÁTIL – ESTUDO DE SISTEMAS PNEUMÁTICOS E ELETROPNEUMÁTICOS 17/10/2011 Slide 375
Mola de 
retorno Bobina
Âncora
Relé
Isolador
Núcleo
Contatos
FESTO DIDACTIC SISTEMA DE TREINAMENTO PORTÁTIL – ESTUDO DE SISTEMAS PNEUMÁTICOS E ELETROPNEUMÁTICOS 17/10/2011 Slide 376
Selo Elétrico
Selo Desliga Dominante Selo Liga Dominante
FESTO DIDACTIC SISTEMA DE TREINAMENTO PORTÁTIL – ESTUDO DE SISTEMAS PNEUMÁTICOS E ELETROPNEUMÁTICOS 17/10/2011 Slide 377
Selo Desliga Dominante Selo Liga Dominante
Sensores
NPN ou PNP?
NA ou NF?
FESTO DIDACTIC SISTEMA DE TREINAMENTO PORTÁTIL – ESTUDO DE SISTEMAS PNEUMÁTICOS E ELETROPNEUMÁTICOS 17/10/2011 Slide 378
+VSensor
NPN ou PNP?
Entrada do CLPPNP
0V
Sensor +V
Entrada do CLPNPN
FESTO DIDACTIC SISTEMA DE TREINAMENTO PORTÁTIL – ESTUDO DE SISTEMAS PNEUMÁTICOS E ELETROPNEUMÁTICOS 17/10/2011 Slide 379
0V
+VSensor
NA ou NF?
Entrada do CLPPNP
NA
0V
+VSensor
Entrada do CLPPNP
NF
FESTO DIDACTIC SISTEMA DE TREINAMENTO PORTÁTIL – ESTUDO DE SISTEMAS PNEUMÁTICOS E ELETROPNEUMÁTICOS 17/10/2011 Slide 380
NF
0V
Sensor por Reflexão Difusa (Diffuse Sensor): O corpo deste 
Sensores Ópticos – Reflexão Difusa
sensor é dotado do elemento emissor e receptor. O emissor 
emite um feixe de luz infravermelho modulado. O objeto 
detectado, reflete uma parte do feixe ativando o receptor e 
assim comutando a saídaassim comutando a saída. 
Distância máxima de 600mm
A distância sensora está diretamente relacionada com o tipo 
de superfície do objeto detectado
FESTO DIDACTIC SISTEMA DE TREINAMENTO PORTÁTIL – ESTUDO DE SISTEMAS PNEUMÁTICOS E ELETROPNEUMÁTICOS 17/10/2011 Slide 381
Vantagens
• Não requer receptor, uma vez que o próprio material reflete o feixe
Sensores Ópticos – Reflexão Difusa
Não requer receptor, uma vez que o próprio material reflete o feixe 
de luz.
Desvantagens
•Não são aplicáveis como sensores de barreira que exijam posicionamento lateral 
ipreciso;
• Não reagem bem com objetos com grande absorção de luz.
FESTO DIDACTIC SISTEMA DE TREINAMENTO PORTÁTIL – ESTUDO DE SISTEMAS PNEUMÁTICOS E ELETROPNEUMÁTICOS 17/10/2011 Slide 382
Sensor de retro-reflexão (Retro-Reflective Sensors): O 
corpo deste sensor também é dotado do elemento emissor
Sensores Ópticos – Retro-Reflexão
corpo deste sensor também é dotado do elemento emissor 
e receptor. O emissor envia o feixe de luz que é refletido em 
refletor e retorna ao receptor. Quando o objeto intercepta 
este feixe, o sensor comuta. ,
Distância máxima de 2000mm. 
O tamanho do refletor está diretamente relacionado com a 
distância sensora.
FESTO DIDACTIC SISTEMA DE TREINAMENTO PORTÁTIL – ESTUDO DE SISTEMAS PNEUMÁTICOS E ELETROPNEUMÁTICOS 17/10/2011 Slide 383
Vantagens
• Confiabilidade reforçada devido à luz permanente durante a 
Sensores Ópticos – Retro-Reflexão
operação;
• Instalação e ajuste simples;
• Objetos opacos, reflexivos ou transparentes podem ser detectados 
desde que luz suficiente seja absorvidadesde que luz suficiente seja absorvida.
Desvantagens
• Objetos transparentes, claros e brilhantes podem não ser 
detectados.
FESTO DIDACTIC SISTEMA DE TREINAMENTO PORTÁTIL – ESTUDO DE SISTEMAS PNEUMÁTICOS E ELETROPNEUMÁTICOS 17/10/2011 Slide 384
 
Contagem de Objetos 
Controle de Folga 
Sensor de Barreira ( Through Beam Sensors): Emissor e 
Receptor são duas peças distintas O emissor envia o feixe
Sensores Ópticos – Sensor de Barreira
Receptor são duas peças distintas. O emissor envia o feixe 
de luz ao receptor, quando interrompido o sensor comuta.
Para se obter a detecção perfeita, o objeto deve ser mais 
largo que o feixe de luz.g q
Distância máxima de 6000mm
FESTO DIDACTIC SISTEMA DE TREINAMENTO PORTÁTIL – ESTUDO DE SISTEMAS PNEUMÁTICOS E ELETROPNEUMÁTICOS 17/10/2011 Slide 385
Vantagens
C fi bilid d f d d id à l t d t
Sensores Ópticos – Sensor de Barreira
• Confiabilidade reforçada devido à luz permanente durante a 
operação;
• Pequenos objetos podem ser detectados mesmo em grandes 
distâncias;;
• Adequado para ambientes pesados;
• Grande precisão.Desvantagens
• Dois módulos de sensores e conexões elétricas isoladas são 
necessários;necessários;
• Evitar o uso com objetos transparentes.
Utilizado em equipamentos de• Utilizado em equipamentos de 
segurança;
• Aplicações de contagem rápida;
FESTO DIDACTIC SISTEMA DE TREINAMENTO PORTÁTIL – ESTUDO DE SISTEMAS PNEUMÁTICOS E ELETROPNEUMÁTICOS 17/10/2011 Slide 386
p ç g p ;
• Monitoramento para partes 
quebradas.
Sensores de Fibra Óptica: Este modelo não apresenta um 
novo princípio de funcionamento mas sim uma nova 
Sensores Ópticos – Fibra Óptica
p p
maneira de transmitir a luz. Dependendo da Fibra 
selecionada, pode atuar como reflexão difusa – emissor e 
receptor no mesmo cabo (bifurcado) - ou sensor de barreira 
– emissor e receptor em cabos diferentes.
Distânciamáxima 120mm (difuso)
Distância máxima 400mm (barreira de luz)
FESTO DIDACTIC SISTEMA DE TREINAMENTO PORTÁTIL – ESTUDO DE SISTEMAS PNEUMÁTICOS E ELETROPNEUMÁTICOS 17/10/2011 Slide 387
Vantagens
D t ã d bj t á d difí il
Sensores Ópticos – Fibra Óptica
• Detecção de objetos em áreas de difícil acesso
• Possibilidade de estação remota
• Detecção precisa de pequenos objetos.
• Os sensores podem ser movidos.Os sensores podem ser movidos.
Optoelectronic
proximity sensor Fibre-optic
cable
Optoelectric
proximity sensor Emitter fibre-optic cable
cable
Emitter
Object
LED display
and
adjusting screw
Fibre-optic cable
Receiver
LED display
and
adjusting screw
Receiver fibre-optic
cable
Object
FESTO DIDACTIC SISTEMA DE TREINAMENTO PORTÁTIL – ESTUDO DE SISTEMAS PNEUMÁTICOS E ELETROPNEUMÁTICOS 17/10/2011 Slide 388
adjust g sc e adjusting screw
Sensores Ópticos – Fibra Óptica
FESTO DIDACTIC SISTEMA DE TREINAMENTO PORTÁTIL – ESTUDO DE SISTEMAS PNEUMÁTICOS E ELETROPNEUMÁTICOS 17/10/2011 Slide 389
Ampola de
Sensores Magnéticos
• É constituído de dois contatos elétricos 
dentro de uma ampola de vidro com gás 
Ampola de 
vidroTipo Reed
inerte e esses contatos se fecham mediante 
a presença de um campo magnético.
• Apresenta uma corrente de comutação de
Êmbolo
Magnético
• Apresenta uma corrente de comutação de 
até 500mA, podendo assim atuar 
diretamente em cargas maiores;
Contato
Reed Switch • Economicamente mais viável que o 
eletrônico
Reed Switch
FESTO DIDACTIC SISTEMA DE TREINAMENTO PORTÁTIL – ESTUDO DE SISTEMAS PNEUMÁTICOS E ELETROPNEUMÁTICOS 17/10/2011 Slide 390
Oscilador Detector Saída EletrônicaPNP
Sensores Indutivos
Active surface
LED
Cable or 
plug-in connection
• Um fator importante para sensores 
indutivos é o tamanho da bobina 
incorporada na cabeça do sensor. Quanto 
maior a bobina, maior a distância real de 
acionamento.
Desacionado Acionado Desacionado• Sensores indutivos só detectam metais;
• Diferentes distâncias de acionamento 
FESTO DIDACTIC SISTEMA DE TREINAMENTO PORTÁTIL – ESTUDO DE SISTEMAS PNEUMÁTICOS E ELETROPNEUMÁTICOS 17/10/2011 Slide 391
para diferentes tipos de metal.
Sensores Indutivos – Aplicações
FESTO DIDACTIC SISTEMA DE TREINAMENTO PORTÁTIL – ESTUDO DE SISTEMAS PNEUMÁTICOS E ELETROPNEUMÁTICOS 17/10/2011 Slide 392
Sensores Capacitivos
• Similar ao sensor indutivo;
• Utilizado na detecção da maioria 
dos materiais;
• Distância de acionamento 
ajustável;
• Detecção de objetos escuros e opacos;
• Detecção de nível de fluído. (Obs.: A largura 
da parede deve ser limitada);
• Detecta o nível do fluído através da 
parede do reservatório.
da parede deve ser limitada);
• Monitorar o enrolamento de fios e cabos 
elétricos.
FESTO DIDACTIC SISTEMA DE TREINAMENTO PORTÁTIL – ESTUDO DE SISTEMAS PNEUMÁTICOS E ELETROPNEUMÁTICOS 17/10/2011 Slide 393
Sensores Capacitivos – Aplicações
FESTO DIDACTIC SISTEMA DE TREINAMENTO PORTÁTIL – ESTUDO DE SISTEMAS PNEUMÁTICOS E ELETROPNEUMÁTICOS 17/10/2011 Slide 394
A1
A2
17
18
25
26
Relés Temporizadores
Bobina
Atraso na ativação
A2 18 26
Contato
FESTO DIDACTIC SISTEMA DE TREINAMENTO PORTÁTIL – ESTUDO DE SISTEMAS PNEUMÁTICOS E ELETROPNEUMÁTICOS 17/10/2011 Slide 395
t
A1
A2
17
18
25
26
Relés Temporizadores
A2 18 26
Bobina
Atraso na desativação
Contato
FESTO DIDACTIC SISTEMA DE TREINAMENTO PORTÁTIL – ESTUDO DE SISTEMAS PNEUMÁTICOS E ELETROPNEUMÁTICOS 17/10/2011 Slide 396
t
Relés Contadores
A1 R1
A1 / A2 B bi d tA2 R2 A1 / A2 - Bobina de contagem
R1 / R2 - Bobina de reset
FESTO DIDACTIC SISTEMA DE TREINAMENTO PORTÁTIL – ESTUDO DE SISTEMAS PNEUMÁTICOS E ELETROPNEUMÁTICOS 17/10/2011 Slide 397
Comandos Sequenciais – Representação dos 
Movimentos
Empurra a caixa
Atuador 2A
Atuador 1A
Eleva a caixa
FESTO DIDACTIC SISTEMA DE TREINAMENTO PORTÁTIL – ESTUDO DE SISTEMAS PNEUMÁTICOS E ELETROPNEUMÁTICOS 17/10/2011 Slide 398
Comandos Sequenciais – Representação dos Movimentos 
(Tabela)
Passo 
de 
trabalho
Movimento 
do 
cilindro “1A”
Movimento 
do 
cilindro “2A”
1 Avança
Parado
recuado
Parado
2
Parado
avançado Avança
3 Recua
Parado
3 Recua avançado
4
Parado
recuado Recua
FESTO DIDACTIC SISTEMA DE TREINAMENTO PORTÁTIL – ESTUDO DE SISTEMAS PNEUMÁTICOS E ELETROPNEUMÁTICOS 17/10/2011 Slide 399
recuado
Comandos Sequenciais – Representação dos Movimentos (Forma 
Algébrica)
(+) Avanço ( - ) Recuo
1A+2A+1A-2A-
FESTO DIDACTIC SISTEMA DE TREINAMENTO PORTÁTIL – ESTUDO DE SISTEMAS PNEUMÁTICOS E ELETROPNEUMÁTICOS 17/10/2011 Slide 400
Comandos Sequenciais – Representação dos Movimentos (Diagrama 
Trajeto-Passo)
Avanço Parado
Avançado
Recuo Parado
Recuado
FESTO DIDACTIC SISTEMA DE TREINAMENTO PORTÁTIL – ESTUDO DE SISTEMAS PNEUMÁTICOS E ELETROPNEUMÁTICOS 17/10/2011 Slide 401
Comandos Sequenciais
1 2 3 5=14s2
s1
1A
s2
2A
s1
2A
1 Y12Y1 1Y2 2Y2
1A+ 2A+ 1A - 2A -
1S2S1 2S2 1S1 2S1
FESTO DIDACTIC SISTEMA DE TREINAMENTO PORTÁTIL – ESTUDO DE SISTEMAS PNEUMÁTICOS E ELETROPNEUMÁTICOS 17/10/2011 Slide 402
1S2S1 2S2 1S1 2S1
Comandos Sequenciais
1 2 3 5=14s2 1S2
1S1s1
1A
1S2
s2
s1
2A
ST
2S2
s1
2A 2S2 2S1
1A+ 2A+ 2A - 1A -
1S2ST 2S2 2S1 1S1
FESTO DIDACTIC SISTEMA DE TREINAMENTO PORTÁTIL – ESTUDO DE SISTEMAS PNEUMÁTICOS E ELETROPNEUMÁTICOS 17/10/2011 Slide 403
1S2ST 2S2 2S1 1S1
Métodos Sistemáticos
Métodos sistemáticos para a elaboração de comando de sistemas 
automatizados têm sido uma alternativa para o problema de contra-sinal em 
circuitos pneumáticos. Alguns desses métodos são:
- Seqüência mínima ou minimização de contatosq ç
- Seqüência máxima ou maximização de contatos
- Cadeia estacionária
FESTO DIDACTIC SISTEMA DE TREINAMENTO PORTÁTIL – ESTUDO DE SISTEMAS PNEUMÁTICOS E ELETROPNEUMÁTICOS 17/10/2011 Slide 404
Cadeia Estacionária
Método:
1. Escrever a seqüência na forma algébrica.
2. Cada movimento corresponde a um passo.
3. Cada passo é representado por um elemento de memória.p p p
4. Uma memória sempre “prepara” a próxima.
5. As memórias permanecem “ligadas” até o fim do ciclo.
6 De e ser tili ada ma memória a iliar q e será “preparada” pela última6. Deve ser utilizada uma memória auxiliar, que será “preparada” pela última 
e “ligada” pelo fim-de-curso que determina o fim da seqüência. Esta 
memória deve “desligar” a primeira memória.
FESTO DIDACTIC SISTEMA DE TREINAMENTO PORTÁTIL – ESTUDO DE SISTEMAS PNEUMÁTICOS E ELETROPNEUMÁTICOS 17/10/2011 Slide 405
Cadeia Estacionária
FESTO DIDACTIC SISTEMA DE TREINAMENTO PORTÁTIL – ESTUDO DE SISTEMAS PNEUMÁTICOS E ELETROPNEUMÁTICOS 17/10/2011 Slide 406
Mód l 5Módulo 5
Técnicas para especificação de produtos industriaisp p ç p
FESTO DIDACTIC SISTEMA DE TREINAMENTO PORTÁTIL – ESTUDO DE SISTEMAS PNEUMÁTICOS E ELETROPNEUMÁTICOS 17/10/2011 Slide 407
Conteúdo
Ö Preparação do ar comprimido: conceitos, importância do tratamento e 
preparação do ar, classes de qualidade de acordo com a norma DIN/ISSO 
8573-1.
Ö Unidades de Tratamento de ar: linhas DB, D e MS.,
Ö Tubos flexíveis: PU, PUN,PAN, PFAN, PLN e PEN.
Ö Conexões de Engate Rápido: QS, QS-B,QS-F, QS-V0, CRQS.
Ö Cilindros: DNC, ADVU, ADN, DFM, DSNU.
Ö Válvulas: CPE, MFH, MPA, CPV.
Ö Especificações técnicas e aplicações dos principais atuadores normalizadosÖ Especificações técnicas e aplicações dos principais atuadores normalizados.
Ö As principais funções de atuadores e válvulas pneumáticas em circuitos 
automatizados.
FESTO DIDACTIC SISTEMA DE TREINAMENTO PORTÁTIL – ESTUDO DE SISTEMAS PNEUMÁTICOS E ELETROPNEUMÁTICOS 17/10/2011 Slide 408
Ö Especificações técnicas, aplicações e dimensionamento das principais válvulasdirecionais e de fluxo.
Qualidade do Ar Comprimido
Você sabe o que está contido em um metro 
cúbico de ar? 
¾ até 180 milhões de partículas de sujeira 
¾ até 80 gramas de água (50°C)¾ até 80 gramas de água (50 C)
¾ até 0,03 miligramas de óleo 
¾ vários contaminantes químicos como: 
cádmio, mercúrio, etc...
FESTO DIDACTIC SISTEMA DE TREINAMENTO PORTÁTIL – ESTUDO DE SISTEMAS PNEUMÁTICOS E ELETROPNEUMÁTICOS 17/10/2011 Slide 409
Influência da Qualidade do Ar
Influência nos 
Baixa qualidadecomponentes 
pneumáticos
Influência nos processos
FESTO DIDACTIC SISTEMA DE TREINAMENTO PORTÁTIL – ESTUDO DE SISTEMAS PNEUMÁTICOS E ELETROPNEUMÁTICOS 17/10/2011 Slide 410
Umidade do Ar
A quantidade de água que 1 m3 de ar pode conter depende da temperatura e da 
pressão:pressão:
quantidade de água temperatura do ar
T (°C) 
q g p
quantidade de água pressão do ar
g/m3
T (°C) 
1bar
FESTO DIDACTIC SISTEMA DE TREINAMENTO PORTÁTIL – ESTUDO DE SISTEMAS PNEUMÁTICOS E ELETROPNEUMÁTICOS 17/10/2011 Slide 411
Condensado
O condensado se refere à uma parcela da umidade presente no ar. O condensado 
surge pela aglutinação (condensação) da umidade em situações descritas 
anteriormente.anteriormente.
O condensado nada mais é do que a água no estado líquido.q g q
FESTO DIDACTIC SISTEMA DE TREINAMENTO PORTÁTIL – ESTUDO DE SISTEMAS PNEUMÁTICOS E ELETROPNEUMÁTICOS 17/10/2011 Slide 412
Ponto de Orvalho (Dew Point)
A umidade e o condensado se relacionam através do ponto de orvalho.
O ponto de orvalho é a temperatura abaixo da qual ocorre condensação (formação 
de condensado) a partir da umidade presente no ar.) p p
FESTO DIDACTIC SISTEMA DE TREINAMENTO PORTÁTIL – ESTUDO DE SISTEMAS PNEUMÁTICOS E ELETROPNEUMÁTICOS 17/10/2011 Slide 413
Influência da Qualidade do Ar nos Sistemas PneumáticosInfluência da Qualidade do Ar nos Sistemas Pneumáticos
Porque nós precisamos preparar o ar para as aplicações?
Ef it d d id d á lid d
Partículas
Efeitos que podem ocorrer devido ao ar de má qualidade:
• Abrasão precoce
• Acúmulo de sedimentos devido às particulas
Umidade
+
• Corrosão
• Redução de velocidade devido à umidade
+Umidade +
• Deterioração da vida útil
• Aglutinação de partículas devido ao óleo
Q d d ã
Óleo
o Queda de pressão
o Manutenção
o Paradas de máquina CUSTOS!
FESTO DIDACTIC SISTEMA DE TREINAMENTO PORTÁTIL – ESTUDO DE SISTEMAS PNEUMÁTICOS E ELETROPNEUMÁTICOS 17/10/2011 Slide 414
Consequências da má qualidade
Influência da Qualidade do Ar nos Sistemas Pneumáticos
• Oxidação (água);
• Danificação das vedações por partículas;
• Danificação de vedações internas;• Danificação de vedações internas;
• Atritos internos;
• Congelamento de válvulas.
Resultados
• Vazamentos;
• Baixa velocidade;Baixa velocidade;
• Redução da durabilidade dos componentes;
• Redução da eficiência dos componentes;
• Funcionamento inadequado.
FESTO DIDACTIC SISTEMA DE TREINAMENTO PORTÁTIL – ESTUDO DE SISTEMAS PNEUMÁTICOS E ELETROPNEUMÁTICOS 17/10/2011 Slide 415
Problemas Decorrentes da Falta de Tratamento de Ar
Filtros de 5 μm desgastados!
Problemas:
1 Grandes quedas de pressão (devido ao 1. Grandes quedas de pressão (devido ao 
mau funcionamento).
2. Falha completa na filtragem (o 
particulado atinge o sistema 
pneumático).
Razões:
Não foi feita a troca regular dos elementos 
filtrantes.
FESTO DIDACTIC SISTEMA DE TREINAMENTO PORTÁTIL – ESTUDO DE SISTEMAS PNEUMÁTICOS E ELETROPNEUMÁTICOS 17/10/2011 Slide 416
Problemas Decorrentes da Falta de Tratamento de Ar
Carretel das válvulas danificado!
P blProblemas:
Vazamentos e/ou mau funcionamento.
Razões:
Danificação das vedações devido à 
t i ã l tí lcontaminação pelas partículas.
FESTO DIDACTIC SISTEMA DE TREINAMENTO PORTÁTIL – ESTUDO DE SISTEMAS PNEUMÁTICOS E ELETROPNEUMÁTICOS 17/10/2011 Slide 417
Problemas Decorrentes da Falta de Tratamento de ArProblemas Decorrentes da Falta de Tratamento de Ar
FESTO DIDACTIC SISTEMA DE TREINAMENTO PORTÁTIL – ESTUDO DE SISTEMAS PNEUMÁTICOS E ELETROPNEUMÁTICOS 17/10/2011 Slide 418
Problemas Decorrentes da Falta de Tratamento de ArProblemas Decorrentes da Falta de Tratamento de Ar
Válvula CPE danificada!Válvula CPE danificada!
Problema:
M f i t ós 4 s s d sMau funcionamento após 4 semanas de uso.
Razão: 
U id d it ltUmidade muito alta.
FESTO DIDACTIC SISTEMA DE TREINAMENTO PORTÁTIL – ESTUDO DE SISTEMAS PNEUMÁTICOS E ELETROPNEUMÁTICOS 17/10/2011 Slide 419
Problemas Decorrentes da Falta de Tratamento de Ar
FESTO DIDACTIC SISTEMA DE TREINAMENTO PORTÁTIL – ESTUDO DE SISTEMAS PNEUMÁTICOS E ELETROPNEUMÁTICOS 17/10/2011 Slide 420
Problemas Decorrentes da Falta de Tratamento de Ar
Copo do micro filtro de 0,01 μm
Consequências:Consequências:
1. O secador LDF foi afogado em óleo.
2. O ar para o sistema não foi secado 
adequadamenteadequadamente.
3. O óleo passou através do secador e atingiu 
as escalas lineares.
4. Preço de uma escala linear: 700€4. Preço de uma escala linear: 700€
(R$1600,00) 
A máquina tem 20 escalas lineares...
FESTO DIDACTIC SISTEMA DE TREINAMENTO PORTÁTIL – ESTUDO DE SISTEMAS PNEUMÁTICOS E ELETROPNEUMÁTICOS 17/10/2011 Slide 421
Problemas Decorrentes da Falta de Tratamento de Ar
Terminal de válvulas CPX/MPA após 6 
meses de uso
Problemas:
Mau funcionamento de vários 
componentes pneumáticoscomponentes pneumáticos.
Razão:
Muito óleo no sistema.
FESTO DIDACTIC SISTEMA DE TREINAMENTO PORTÁTIL – ESTUDO DE SISTEMAS PNEUMÁTICOS E ELETROPNEUMÁTICOS 17/10/2011 Slide 422
Lubrificação do Ar Comprimido
Quando lubrificar o ar comprimido: Quando não lubrificar o ar comprimido:
1. Atuadores muito rápidos Î vida útil maior 1. Válvulas de controle
2. Ferramentas pneumáticas
3. uma vez lubrificado, deve-se utilizar óleo 
2. outros itens sensíveis aos óleos
Por exemplo: secadores, produtos para 
vácuo, terminal CPV e etc.
sempre (utilizar óleo Festo OFSW-32)
1. devido ao bujonamento ou utilização de 
cola nos produtos, o óleo pode grudar nos 
t d ál l il i d tatuadores, válvulas, silenciadores e etc...
2. o óleo pode transportar outras partículas 
que podem danificar as vedações
FESTO DIDACTIC SISTEMA DE TREINAMENTO PORTÁTIL – ESTUDO DE SISTEMAS PNEUMÁTICOS E ELETROPNEUMÁTICOS 17/10/2011 Slide 423
que podem danificar as vedações.
Cuidados na Lubrificação do Ar ComprimidoCuidados na Lubrificação do Ar Comprimido
Lubrificação inadequada
1. Utilizando óleo errado ou mais óleo do 
que o necessário, pode-se obstriur o canal 
 d ilque comanda o piloto.
¾ A válvula não comutará mais!
Teste de óleo
1. Sopre com uma pistola a uma distância de 
30cm por aproximadamente 30s em uma 
cartolina branca. A cartolina deve ficar 
levemente amarelada sem formar pingos
FESTO DIDACTIC SISTEMA DE TREINAMENTO PORTÁTIL – ESTUDO DE SISTEMAS PNEUMÁTICOS E ELETROPNEUMÁTICOS 17/10/2011 Slide 424
levemente amarelada, sem formar pingos.
Influência do tratamento de Ar nos Processos
Diferentes aplicações para o ar comprimido
¾ Pneumática
¾ Aplicações com vácuo
¾ Partes móveis
¾ Mancais
¾ Limpezap
¾ Refrigeração
¾ Alimentos
¾ ...
… necessitam diferentes qualidades de ar!
FESTO DIDACTIC SISTEMA DE TREINAMENTO PORTÁTIL – ESTUDO DE SISTEMAS PNEUMÁTICOS E ELETROPNEUMÁTICOS 17/10/2011 Slide 425
Classificação da Qualidade do Ar conforme norma DIN ISO 8573-1
FESTO DIDACTIC SISTEMA DE TREINAMENTO PORTÁTIL – ESTUDO DE SISTEMAS PNEUMÁTICOS E ELETROPNEUMÁTICOS 17/10/2011 Slide 426
Especificação das Classes de Qualidade
Classe X.Y.Z
X⇒ referente às partículas sólidas.p
Y⇒ referente ao ponto de orvalho da água.
Z⇒ referente à concentração de óleo.ç
Melhor classe pior classe
1 ⇒ 2 ⇒ 3 ⇒ 4 ⇒ 5 ⇒ 6 ⇒ 7
FESTO DIDACTIC SISTEMADE TREINAMENTO PORTÁTIL – ESTUDO DE SISTEMAS PNEUMÁTICOS E ELETROPNEUMÁTICOS 17/10/2011 Slide 427
Classe 1.7.1:
Aplicações
Classe 1.7.1:
Uso geral, proteção local. Recomenda-se cuidado!
Classe 1.4.1:
Mais utilizado na indústria. Atende setores como o automobilístico, 
plástico, papel e celulose, metalúrgico e mecânico.
Classe 2.2.1/2.1.1:
Quando o ar entra em contato com materiais higroscópios (cimento, leite 
em pó pastilhas efervescentes)em pó, pastilhas efervescentes).
Classe 1.2.1/1.1.1:
Fabricação de fibras ópticas, CDs, circuitos integrados, reatores 
FESTO DIDACTIC SISTEMA DE TREINAMENTO PORTÁTIL – ESTUDO DE SISTEMAS PNEUMÁTICOS E ELETROPNEUMÁTICOS 17/10/2011 Slide 428
Fabricação de fibras ópticas, CDs, circuitos integrados, reatores 
nucleares, siderurgia (VDI 2083).
Recomendação Festo para produtos convencionais da Festo
Ar comprimido classe 5. 4. 4Ar comprimido classe 5. 4. 4
Contaminação por partículas sólidas: classe 5 
Contaminação por água: classe 4
Contaminação de óleo: classe 4 para óleos 
minerais ou sintéticos
FESTO DIDACTIC SISTEMA DE TREINAMENTO PORTÁTIL – ESTUDO DE SISTEMAS PNEUMÁTICOS E ELETROPNEUMÁTICOS 17/10/2011 Slide 429
Existem produtos Festo específicos que requerem determinadas especificações de ar!
Rede de Ar Comprimido
1. Compressor
2. Resfriador posterior ar/ar
3. Separador de condensados 
4 Reservatório4. Reservatório
5. Purgador automático
6. Pré-filtro coalescente
7. Secador
8. Purgador automático eletrônico
9. Pré-filtro coalescente grau x9. é lt o coalesce te g au 
10. Pré-filtro coalescente grau y
11. Pré-filtro coalescente grau z
12 S d d á ól
FESTO DIDACTIC SISTEMA DE TREINAMENTO PORTÁTIL – ESTUDO DE SISTEMAS PNEUMÁTICOS E ELETROPNEUMÁTICOS 17/10/2011 Slide 430
12. Separador de água e óleo
Unidade de Conservação
Saída do ar
Simbologia
Pré-filtroCyclone separador Micro filtro Pl d fl t
Filtro
sinterizado
t
A parte de imagem com identificação de relação rId4 não foi encontrada no arquivo.
y pa a t
Copo do filtro
Placa defletora
Elemento filtrante
Condensado
Água, pó
40 ... 5 μm
Água, pó
> 50 μm
Água, pó, óleo
0,01 μm
Parafuso 
purgador
FESTO DIDACTIC SISTEMA DE TREINAMENTO PORTÁTIL – ESTUDO DE SISTEMAS PNEUMÁTICOS E ELETROPNEUMÁTICOS 17/10/2011 Slide 431
• A função do filtro é reter as partículas de impurezas, bem como a água 
condensada.
Unidades de Tratamento de Ar Comprimido
Uma unidade de tratamento (preparação) de 
ar comprimido é a combinação de unidades 
funcionais individuais.
As unidades de tratamento de ar da Festo são 
modulares, o usuário pode realizar a 
combinação de acordo com as necessidades combinação de acordo com as necessidades 
específicas de cada aplicação.
A Festo oferece combinações de unidades de A Festo oferece combinações de unidades de 
tratamento de ar pré-montadas para as 
aplicações mais usuais e realiza a montagem 
de qualquer tipo de unidade caso seja 
á i
FESTO DIDACTIC SISTEMA DE TREINAMENTO PORTÁTIL – ESTUDO DE SISTEMAS PNEUMÁTICOS E ELETROPNEUMÁTICOS 17/10/2011 Slide 432
necessário.
Unidades de Tratamento de Ar FestoUnidades de Tratamento de Ar Festo
3 linhas de produtos!
Séries DB, D e MS: o produto certo para cada 
tipo de aplicação.
D
¾ Série DB – Para aplicações básicas, com 
preços extremamente competitivos.
¾ Série D – Para as aplicações convencionais. 
Consagrada no mercado.
¾ Série MS – Os produtos mais modernos do 
mercado. Uma oferta ampla para todo o 
DB
MS
FESTO DIDACTIC SISTEMA DE TREINAMENTO PORTÁTIL – ESTUDO DE SISTEMAS PNEUMÁTICOS E ELETROPNEUMÁTICOS 17/10/2011 Slide 433
tipo de aplicação.MS
Série DBSérie DB
FESTO DIDACTIC SISTEMA DE TREINAMENTO PORTÁTIL – ESTUDO DE SISTEMAS PNEUMÁTICOS E ELETROPNEUMÁTICOS 17/10/2011 Slide 434
Série DB 1. A série DB é uma linha básica que 
contempla as principais funções para 
tratamento de ar comprimidotratamento de ar comprimido.
2. O Corpo de polímero leve e robusto de 
conexões roscadas no próprio corpo ou conexões roscadas no próprio corpo ou 
nas placas de conexões metálicas; esta é a 
principal característica da série.
3. A série DB pode ainda ser combinada com 
os módulos da série D, possibilitando a 
utilização das funções mais específicas.
FESTO DIDACTIC SISTEMA DE TREINAMENTO PORTÁTIL – ESTUDO DE SISTEMAS PNEUMÁTICOS E ELETROPNEUMÁTICOS 17/10/2011 Slide 435
Série DB – Características Técnicas
Unidades de preparação de ar para aplicações p p ç p p ç
básicas
Funções:
1. LR – Regulador de pressão
2. LFR – Filtro regulador 
3. FRC – Filtro regulador com lubrificadorg
Principais características:
1. Tamanho: MINI (44 mm)a a (44 )
2. Conexões pneumáticas: G1/8 e 1/4
3. Faixa de regulagem de pressão: até 7 bar
4. Material do corpo: Polímero
FESTO DIDACTIC SISTEMA DE TREINAMENTO PORTÁTIL – ESTUDO DE SISTEMAS PNEUMÁTICOS E ELETROPNEUMÁTICOS 17/10/2011 Slide 436
4. Material do corpo: Polímero
Série DB – Oferta
LR – Regulador
LRB – Manifold Regulador
Conexão Vazão
1/8 800 l/min
Conexão Vazão
1/8 800 l/min
1/4 1 300 l/min
1/4 1.300 l/min
1/4 1.300 l/min
LFR – Filtro Reguladorg
Filtragem Conexão Vazão
40μm 1/8 700 l/min
FRC – Filtro Regulador e Lubrificador
Filtragem Conexão Vazão40μm 1/8 700 l/min
40μm 1/4 1.200 l/min
5μm 1/8 500 l/min
5μm 1/4 1 000 l/min
g
40μm 1/8 550 l/min
40μm 1/4 650 l/min
5μm 1/8 400 l/min
FESTO DIDACTIC SISTEMA DE TREINAMENTO PORTÁTIL – ESTUDO DE SISTEMAS PNEUMÁTICOS E ELETROPNEUMÁTICOS 17/10/2011 Slide 437
5μm 1/4 1.000 l/min 5μm 1/8 400 l/min
5μm 1/4 550 l/min
Série D
FESTO DIDACTIC SISTEMA DE TREINAMENTO PORTÁTIL – ESTUDO DE SISTEMAS PNEUMÁTICOS E ELETROPNEUMÁTICOS 17/10/2011 Slide 438
Série D
1. Unidades de preparação de ar 
consagradas no mercado.
2. Excelente para as aplicações 
i i ã i d convencionais, que não exigem grandes 
possibilidades de monitoramento ou 
funções muito específicas.
3. Modularidade: módulos individuais que 
podem ser livremente combinados, mas 
que não podem ser desmontados q p
individualmente.
4. Cerca de 800 combinações possíveis.
FESTO DIDACTIC SISTEMA DE TREINAMENTO PORTÁTIL – ESTUDO DE SISTEMAS PNEUMÁTICOS E ELETROPNEUMÁTICOS 17/10/2011 Slide 439
Série D – Características Técnicas
Unidades para aplicações do dia-a-dia
Funções:
1. Todas (Regulador de pressão, filtro regulador, filtro, 
lubrificador, válvulas de abertura e fechamento, 
válvulas de alimentação progressiva, secador de 
membrana...)
Principais características:
1. Tamanhos: MICRO; MINI; MIDI e MAXI.
2 C õ á i M5 1/8 1/4 3/8 1/2 3/4 2. Conexões pneumáticas: M5; 1/8; 1/4; 3/8; 1/2;3/4 e 
1.
3. Faixa de regulagem de pressão: até 7 e até 12 bar.
4 Material do corpo Zinco injetado Robustez!
FESTO DIDACTIC SISTEMA DE TREINAMENTO PORTÁTIL – ESTUDO DE SISTEMAS PNEUMÁTICOS E ELETROPNEUMÁTICOS 17/10/2011 Slide 440
4. Material do corpo: Zinco injetado – Robustez!
Série D – Reguladores de Pressão LR
Reguladores de pressão convencionais (LR)
1. Faixas de regulagem de pressão: até 7 e até 
12 bar.
2. Vazões de 120 a 3200 l/min./
3. Conexões pneumáticas: 1/8; 1/4; 3/8; 1/2; 
3/4; 1.
l d d ã ífiReguladores de pressão específicos:
LRB – Reguladores para manifolds com 
diferentes zonas de pressão
LRS – Reguladores com trava de segurançaLRS Reguladores com trava de segurança
LR – 1/8 – D – MINI
Regulador 
d Tamanho
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de Pressão Tamanho
SérieConexão Pneumática
Série D – Filtros com Reguladores de Pressão LFR
Filtro-reguladores convencionais (LFR)
1. Faixas de regulagem de pressão: até 7 e até 12 bar.
2. Graus de filtragem: 40 ou 5 μm.
3. Vazões de 120a 10.000 l/min.
4. Conexões pneumáticas: 1/8; 1/4; 3/8; 1/2; 3/4; 1.
5. Dreno: manual, semi-automático e automático.
6. Copo: de plástico com proteção metálica.
LFR – 1/4 – D – MIDI – ALFR 1/4 D MIDI A
Filtro-
Regulador Tamanho
SérieC ã P á i
Dreno auto
FESTO DIDACTIC SISTEMA DE TREINAMENTO PORTÁTIL – ESTUDO DE SISTEMAS PNEUMÁTICOS E ELETROPNEUMÁTICOS 17/10/2011 Slide 442
SérieConexão Pneumática
Série D – Filtros Convencionais (LF) Filtros Finos e Micro-Filtros (LFM)Série D – Filtros Convencionais (LF), Filtros Finos e Micro-Filtros (LFM)
Filtros convencionais (LF)Filtros convencionais (LF)
1. Graus de filtragem: 40 ou 5 μm.
2 Vazões de 120 a 10 000 l/min2. Vazões de 120 a 10.000 l/min.
3. Conexões pneumáticas: 1/8; 1/4; 3/8; 1/2; 3/4; 
1.
4 Dreno: manual semi automático e automáticoFilt fi (LFMB) 1 4. Dreno: manual, semi-automático e automático.
5. Copo: de plástico com proteção metálica.
LF – 1/4 – D – 5M – MINI – A
Filtros finos (LFMB): 1 μm
Micro filtros (LFMA): 0,01 
μm
Dreno auto
Tamanho
Sé i
LF 1/4 D 5M MINI A
Filtro
C ã P á i G d 
FESTO DIDACTIC SISTEMA DE TREINAMENTO PORTÁTIL – ESTUDO DE SISTEMAS PNEUMÁTICOS E ELETROPNEUMÁTICOS 17/10/2011 Slide 443
SérieConexão Pneumática Grau de 
Filtragem
Série D – Lubrificadores LOE
Lubrificadores convencionais (LOE)
1. Vazões de 200 a 2.000 l/min.
2. Conexões pneumáticas: 1/8; 1/4; 3/8; 1/2; 3/4; 1.
3. Copo: de plástico com proteção metálica.
LOE – 1/8- D – MINI
L b ifi d
Tamanho
Série
Lubrificador
Conexão Pneumática
FESTO DIDACTIC SISTEMA DE TREINAMENTO PORTÁTIL – ESTUDO DE SISTEMAS PNEUMÁTICOS E ELETROPNEUMÁTICOS 17/10/2011 Slide 444
Série D – Válvulas de Abertura e Fechamento (On/Off )Série D – Válvulas de Abertura e Fechamento (On/Off )
Válvulas de abertura e fechamento convencionais 
1. Vazões de 1.000 a 6.500 l/min
2. Conexões pneumáticas: 1/8; 1/4; 3/8; 1/2; 3/4; 1
Manuais (HE):
¾ Manopla com possibilidade de trava
Pneumáticas (HEP):
¾ Pressão de acionamento: de 3 a 16 bar
Elétricas (HEE):
¾ Tensão de alimentação: 24 Vcc, 110 Vca, 
230Vca
Alimentação 
Elét i
HEE – 1/4 - D – MIDI - 110
Válvula de 
Abertura Elétrica
FESTO DIDACTIC SISTEMA DE TREINAMENTO PORTÁTIL – ESTUDO DE SISTEMAS PNEUMÁTICOS E ELETROPNEUMÁTICOS 17/10/2011 Slide 445
Elétrica
Série
Abertura Elétrica
Conexão Pneumática Tamanho
Série D – Válvulas de Alimentação Progressiva
Válvulas de alimentação progressiva (HEL)
1. Vazões de 1.000 a 6.500 l/min.
2. Pressão de trabalho: de 3 a 16 bar.
3. Conexões pneumáticas: 1/8; 1/4; 3/8; 
1/2; 3/4; 1.
HEL – 1/4 - D – MIDI
Válvula de Alim. 
Série
Progressiva
Conexão Pneumática Tamanho
FESTO DIDACTIC SISTEMA DE TREINAMENTO PORTÁTIL – ESTUDO DE SISTEMAS PNEUMÁTICOS E ELETROPNEUMÁTICOS 17/10/2011 Slide 446
Série D – Filtros de Carvão Ativado LFXSérie D – Filtros de Carvão Ativado LFX
Filtros de carvão ativado (LFX)
Reduz o conteúdo residual de óleo para 
menos de 0,003 mg/m3
1. Vazões de 300 a 1.100 l/min.
2. Conexões pneumáticas: 1/8; 1/4; 3/8; 
1/2; 3/4; 1.
LFX – 1/2 – D – MAXI
Série
/
Filtro de Carvão 
Ativado
Conexão Pneumática Tamanho
FESTO DIDACTIC SISTEMA DE TREINAMENTO PORTÁTIL – ESTUDO DE SISTEMAS PNEUMÁTICOS E ELETROPNEUMÁTICOS 17/10/2011 Slide 447
SérieConexão Pneumática Tamanho
Série D – Secadores de Membrana LDM1
1. Redução do ponto de orvalho.
2. Pressão de entrada: 4 a 12,5 bar.
3. Taxa de purga: 15%.
4. Conexões pneumáticas: 1/2; 3/4; 1.
5. Vida útil: 5 anos.
Secador de 
M b
LDM1 – 1/2 – D – MAXI - 600
V ãMembrana
SérieConexão Pneumática Tamanho
Vazão
FESTO DIDACTIC SISTEMA DE TREINAMENTO PORTÁTIL – ESTUDO DE SISTEMAS PNEUMÁTICOS E ELETROPNEUMÁTICOS 17/10/2011 Slide 448
Séries DB e D – Comparativo
Série D DB
Tamanhos 4- Micro; Mini; 
Midi; Maxi
1- Mini
Conexões 8- M5; M7; 1/8; 2- 1/8; 1/4 + ; ; / ;
1/4; 3/8; 1/2; 3/4; 
1
/ ; /
1 (Placa 3/8”)
Faixa de pressão 7;12 bar 7 bar
Variantes Aprox. 800 36
Material GD-Zn/Al Polímero
X
Max. P1 16 bar 10 bar
Max. 60°C 50°C
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temperatura
LR-1/4 1500 l/min 1300 l/min
Série MSSérie MS
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Série MS – Novo padrão em unidades de preparação e tratamento de ar
1. Grandes vazões e tamanhos compactos 
2. Soluções modulares
3. Unidades completas prontas para 
serem instaladas
4. Excelente design 
5. Variada oferta de funções e opções de 
configuração
6. Novas opções para o futuro
Para baixos custos e grande segurança!
FESTO DIDACTIC SISTEMA DE TREINAMENTO PORTÁTIL – ESTUDO DE SISTEMAS PNEUMÁTICOS E ELETROPNEUMÁTICOS 17/10/2011 Slide 451
Série MS – A solução ideal para todas as aplicações
MS 12
1. Conexões: 1", 11/4", 11/2", 2"
2. Vazões de até 22.000 l/min (LR)
MS 6
1. Conexões: 1/4", 3/8", 1/2" 
2. Conexões rígidas: 3/4"
3. Vazões de até 7.500 l/min (LR)
MS 4
1. Conexões: 1/8", 1/4" 
2. Conexões rígidas : 3/8"
MS4
MS6 g /
3. Vazões de até 2.100 l/min (LFR)
Para instalações centralizadas ou descentralizadas!MS12
FESTO DIDACTIC SISTEMA DE TREINAMENTO PORTÁTIL – ESTUDO DE SISTEMAS PNEUMÁTICOS E ELETROPNEUMÁTICOS 17/10/2011 Slide 452
Para instalações centralizadas ou descentralizadas!
Série MS – Módulos individuais da série MS
FESTO DIDACTIC SISTEMA DE TREINAMENTO PORTÁTIL – ESTUDO DE SISTEMAS PNEUMÁTICOS E ELETROPNEUMÁTICOS 17/10/2011 Slide 453
Série MS – Unidades individuais MS4 e 6
Vantagens
1. Todas as funções para preparação de ar
2. Todos os módulos combináveis
3. Soluções em módulos individuais
4. Instalação fácil e rápida
5. Fácil manutençãoç
Uma maneira fácil e segura de obter ar 
comprimido com qualidade conforme a 
norma ISO 8573-1
FESTO DIDACTIC SISTEMA DE TREINAMENTO PORTÁTIL – ESTUDO DE SISTEMAS PNEUMÁTICOS E ELETROPNEUMÁTICOS 17/10/2011 Slide 454
MS12 – Novo padrão em preparação de ar
Vantagens
1. Vazões de até 22.000 l/min
2. Todos os módulos combináveis
3. Corpo de metal padrão- Robustez
4. Placas de conexões separadas
Módulos nos tamanhos de 1’’ a 2’’
1. Filtro reguladores
2. Reguladores
3. Filtros, micro filtros, filtros de carvão , ,
ativado
4. Lubrificadores
5. Válvulas de abertura e fechamento
FESTO DIDACTIC SISTEMA DE TREINAMENTO PORTÁTIL – ESTUDO DE SISTEMAS PNEUMÁTICOS E ELETROPNEUMÁTICOS 17/10/2011 Slide 455
6. Válvulas de alimentação progressiva
Série MS – Reguladores de pressão LRSérie MS – Reguladores de pressão LR
Reguladores de pressão convencionais (LR)
1. Faixas de regulagem de pressão: até 4, até 7, até 
12 e até 16 bar
2. Vazões de 1.000 a 22.000 l/min
3. Conexões pneumáticas: 1/8; 1/4; 3/8; 1/2; 3/4; 
1; 1 ¼; 1 ½; 2
Reguladores de pressão específicos:Reguladores de pressão específicos:
LRB – Reguladores para manifolds com diferentes 
zonas de pressão
LRS – Reguladores com trava de segurançaLRS Reguladores com trava de segurança
MS4-LR-1/8-D7-AS
Série Com 
trava
FESTO DIDACTIC SISTEMA DE TREINAMENTO PORTÁTIL – ESTUDO DE SISTEMAS PNEUMÁTICOS E ELETROPNEUMÁTICOS 17/10/2011 Slide 456
trava
Tamanho Faixa de 
pressão
Regulador de pressão Conexão 
Série MS – Reguladores de pressão LRSérie MS – Reguladores de pressão LR
Regulador de pressão com manômetro na manopla
Solução ideal para aplicações de reguladores de 
pressão em painéis de comando!
2 tamanhos de manopla:
¾ DM1: Ø37 mm
¾ DM2: Ø51 mm¾ DM2: Ø51 mm
/MS4-LR-1/8-D7-VS-DMx
Série 
Tamanho Faixa de 
pressão
FESTO DIDACTIC SISTEMA DE TREINAMENTO PORTÁTIL – ESTUDO DE SISTEMAS PNEUMÁTICOS E ELETROPNEUMÁTICOS 17/10/2011 Slide 457
p
Regulador de pressãoConexão 
pneumática
Série MS – Configuração de manifolds com zonas de pressão – LRB
Características especiais
A saída secundária é uma válvula de 
segurança:Entrada p1
• Em caso de pressão muito alta ocorre 
exaustão para a atmosfera
• Pode ser tampada
Outras possibilidades:
• Manômetro integrado ao corpoEntrada p1
• Adaptador para conexão de manômetro
Saída p2
Saída p3
Saída p4
FESTO DIDACTIC SISTEMA DE TREINAMENTO PORTÁTIL – ESTUDO DE SISTEMAS PNEUMÁTICOS E ELETROPNEUMÁTICOS 17/10/2011 Slide 458
Saída p2
Série MS – Filtros com Reguladores de Pressão LFR
Filtro-reguladores convencionais (LFR)
1. Faixas de regulagem de pressão: até 4, até 7, até 12 bar e até 
16 bar
2. Graus de filtragem: 40 ou 5 μmau ag 4 u 5 μ
3. Vazões de 850 a 17.000 l/min
4. Conexões pneumáticas: 1/8; 1/4; 3/8; 1/2; 3/4; 1; 1 ¼ ; 1 
½; 2
5. Dreno: manual, semi-automático e automático
6. Copo: de plástico ou de metal
MS6-LFR-1/8-D7-ERM-AS Com trava
Série Dreno manual 
Tamanho Copo de plástico
l l d d f l
FESTO DIDACTIC SISTEMA DE TREINAMENTO PORTÁTIL – ESTUDO DE SISTEMAS PNEUMÁTICOS E ELETROPNEUMÁTICOS 17/10/2011 Slide 459
Filtro regulador Grau de filtragem
Conexão pneumática Faixa de pressão
Série MS – Filtros convencionais (LF), filtros finos e micro-filtros (LFM)
Filtros convencionais (LF)
1. Graus de filtragem: 40 ou 5 μm
2. Vazões de 1.000 a 16.000 l/min
3. Conexões pneumáticas: 1/8; 1/4; 3/8; 1/2; 3/4; 1; 1 ¼; 1 ½; 
2
4. Dreno: manual, semi-automático e automático
5. Copo: de plástico ou metálico
MS6-LF-1/8-E R MMS6-LF-1/8-E R M
Série 
Tamanho Dreno manual 
Filtro Copo de plástico
FESTO DIDACTIC SISTEMA DE TREINAMENTO PORTÁTIL – ESTUDO DE SISTEMAS PNEUMÁTICOS E ELETROPNEUMÁTICOS 17/10/2011 Slide 460
Conexão pneumática Grau de filtragem
Série MS – Lubrificadores LOE
Lubrificadores convencionais (LOE)
1. Vazões de 1.100 a 22.000 l/min
2. Conexões pneumáticas: 1/8; 1/4; 3/8; 
1/2; 3/4; 1; 1 ¼; 1 ½; 2
3. Copo: de plástico ou metálico
MS6-LOE-1/8-R
Série 
Tamanho Copo de 
plástico
Lubrificador Conexão 
pneumática 
FESTO DIDACTIC SISTEMA DE TREINAMENTO PORTÁTIL – ESTUDO DE SISTEMAS PNEUMÁTICOS E ELETROPNEUMÁTICOS 17/10/2011 Slide 461
p
Série MS – Válvulas de Abertura e Fechamento (On/Off )
Válvulas de abertura e fechamento convencionais 
1. Vazões de 1.000 a 32.000 l/min
2. Conexões pneumáticas: 1/8; 1/4; 3/8; 1/2; 3/4; 1; 
1 ¼; 1 ½; 2
Manuais (EM1):
¾ Manopla com possibilidade de trava
Elétricas (EE):
¾ Tensão de alimentação: 24 Vcc, 110 Vca, 
230Vca
MS4-EE-1/8-V110
Série Tensão alimentação 
Tamanho Conexão pneumática
FESTO DIDACTIC SISTEMA DE TREINAMENTO PORTÁTIL – ESTUDO DE SISTEMAS PNEUMÁTICOS E ELETROPNEUMÁTICOS 17/10/2011 Slide 462
Tamanho Conexão pneumática
Válvula de abertura e fechamento
Série MS – Válvulas de alimentação progressiva
Válvulas de alimentação progressiva (DL)
1. Vazões de 1.000 a 42.000 l/min
2. Pressão de trabalho: de 4 a 14 bar
3. Conexões pneumáticas: 1/8; 1/4; 3/8; 
1/2; 3/4; 1; 1 ¼; 1 ½; 2
MS4-D L-1/8
éSérie Conexão 
pneumática
Tamanho 
Válvula de alimentação progressiva
FESTO DIDACTIC SISTEMA DE TREINAMENTO PORTÁTIL – ESTUDO DE SISTEMAS PNEUMÁTICOS E ELETROPNEUMÁTICOS 17/10/2011 Slide 463
á u a a açã p g a
Série MS – Filtros de carvão ativado LFXSérie MS – Filtros de carvão ativado LFX
Filtros de carvão ativado (LFX)
Reduz o conteúdo residual de óleo para 
menos de 0,003 mg/m3
1. Vazões de 250 a 6.000 l/min
2. Conexões pneumáticas: 1/8; 1/4; 3/8; 
1/2 3/4 1 1 ¼ 1 ½ 2
MS 4 LFX 1/8 R
1/2; 3/4; 1; 1 ¼; 1 ½; 2
MS 4 - LFX - 1/8 - R
Série Copo de 
plástico
Tamanho Conexão 
FESTO DIDACTIC SISTEMA DE TREINAMENTO PORTÁTIL – ESTUDO DE SISTEMAS PNEUMÁTICOS E ELETROPNEUMÁTICOS 17/10/2011 Slide 464
pneumática
Filtro de carvão ativado
Série MS – Secadores de membrana LDM
Secadores de membrana (LDM1)
1. Redução do ponto de orvalho
2. Pressão de entrada: 4 a 12,5 bar
3. Taxa de purga: 15%
4. Conexões pneumáticas: 1/4; 3/8; 1/2; 3/4
5. Vida útil: 5 anos
MS6-LDM1-1/2-P30
Série Vazão
Tamanho Conexão 
áti
FESTO DIDACTIC SISTEMA DE TREINAMENTO PORTÁTIL – ESTUDO DE SISTEMAS PNEUMÁTICOS E ELETROPNEUMÁTICOS 17/10/2011 Slide 465
pneumática
Secador de membrana
Série MS – Unidades combinadas
¾ Economize tempo e dinheiro com a 
aquisição de unidades de preparação de ar aquisição de unidades de preparação de ar 
entregues montadas pela Festo.
¾ Todas as possibilidades em um único 
código!
¾ Das soluções mais básicas às mais 
complexas em um produto de fácil complexas em um produto de fácil 
configuração.
FESTO DIDACTIC SISTEMA DE TREINAMENTO PORTÁTIL – ESTUDO DE SISTEMAS PNEUMÁTICOS E ELETROPNEUMÁTICOS 17/10/2011 Slide 466
Série MS – Monitoramento
Um dos principais benefícios da série MS é 
a possibilidade de monitoramento, que 
tornam mais seguros, confiáveis e 
eficientes os sistemas pneumáticos.
Sensores integrados:
1 V ã ( ) SFE1. Vazão (consumo) - SFE
2. Pressão - SDE1
3. Indicador de saturação (pressão 
diferencial)diferencial)
FESTO DIDACTIC SISTEMA DE TREINAMENTO PORTÁTIL – ESTUDO DE SISTEMAS PNEUMÁTICOS E ELETROPNEUMÁTICOS 17/10/2011 Slide 467
Série MS – Acessórios de Fixação e Montagem
MS 4 e 6
Grande variedade de possibilidades de 
MS 12
Grande variedade de possibilidades de 
montagem para todas as aplicações
Acessórios perfeitos para cada aplicação!
• As unidades MS12 são vendidas sem placas 
de conexão, estas placas devem ser 
solicitadas como acessórios:
Acessórios perfeitos para cada aplicação!
¾ MS12-AGF 1“
¾ MS12-AGG 1 1/4“
¾ S G / “¾ MS12-AGH 1 1/2“
¾ MS12-AGI 2“
• Para a instalação das placas de conexão, 
deve ser solicitado acessório de montagem:
¾ MS12-MV (para união de módulos ou 
placas de conexão)
FESTO DIDACTIC SISTEMA DE TREINAMENTO PORTÁTIL – ESTUDO DE SISTEMAS PNEUMÁTICOS E ELETROPNEUMÁTICOS 17/10/2011 Slide 468
placas de conexão)
¾ MS12-WP (para fixação em parede)
Série MS – Modularidade
Vantagens
1. 2. 3 Pronto!
• Fácil de combinar
• Fácil e rápido de instalar
1. 2. 3. Pronto!
• Fácil manutenção
• Rápida reposição
Máxima facilidade de instalação!
FESTO DIDACTIC SISTEMA DE TREINAMENTO PORTÁTIL – ESTUDO DE SISTEMAS PNEUMÁTICOS E ELETROPNEUMÁTICOS 17/10/2011 Slide 469
Série MS – Extensões futuras
Sensor de umidade Dreno automático 
integrado
Sensor de nível do 
lubrificador
FESTO DIDACTIC SISTEMA DE TREINAMENTO PORTÁTIL – ESTUDO DE SISTEMAS PNEUMÁTICOS E ELETROPNEUMÁTICOS 17/10/2011 Slide 470
integrado lubrificador
Série MS – Extensões futuras
MPX
l i d ibilid d l d i !
FESTO DIDACTIC SISTEMA DE TREINAMENTO PORTÁTIL – ESTUDO DE SISTEMAS PNEUMÁTICOS E ELETROPNEUMÁTICOS 17/10/2011 Slide 471
Desenvolvimento da possibilidade total de monitoramento!
Unidades de preparação de ar – Comparativo entre as linhas D e MS
Série D (+ série DB) Série MS (+ Componentes MP-UP)
1. Vazão: de 120 a 12.500 l/min (LR)
2. Conexões: M5, M7, 1/8, ¼, 3/8, ½, ¾,1“
3. Faixas de regulagem de pressão de até: ...7, ...12 
1. Vazão: de 1.000 a 22.000 l/min (LR)
2. Conexões: 1/8, ¼, 3/8, ½, ¾,1“, 1 ¼, 1 ½, 2“
3. Faixas de regulagem de pressão de até: ...4, ...7, 3. Faixas de regulagem de pressão de até: ...7, ...12 
[bar]
4. Monitoramento visual: regulador de pressão com 
manômetro, nível do condensado, lubrificador
com vidro de inspeção, nível do óleo
3. Faixas de regulagem de pressão de até: ...4, ...7, 
...12, ...16 [bar]
4. Monitoramento visual: tudo da série D, e ainda 
regulador de pressão para as válvulas de 
fechamento comuns e as progressivas, e display p ç
5. Equipamentos de segurança: válvula de 
fechamento progressivapneumática e elétrica, e 
trava universal para os reguladores
6. Diagnóstico remoto: pressão
p p y
do sensor de pressão no regulador
5. Equipamentos de segurança: tudo da série D, 
menos a trava universal
6. Diagnóstico remoto: pressão, contaminação do g p
7. Controle remoto: não
g p , ç
filtro, nível de condensado, nível do óleo, vazão, 
umidade relativa do ar
7. Controle remoto: regulador de pressão elétrico, 
...
FESTO DIDACTIC SISTEMA DE TREINAMENTO PORTÁTIL – ESTUDO DE SISTEMAS PNEUMÁTICOS E ELETROPNEUMÁTICOS 17/10/2011 Slide 472
Tubos e conexões para Tubos e conexões para 
engate rápido
FESTO DIDACTIC SISTEMA DE TREINAMENTO PORTÁTIL – ESTUDO DE SISTEMAS PNEUMÁTICOS E ELETROPNEUMÁTICOS 17/10/2011 Slide 473
Oferta de tubos para engate rápido FestoOferta de tubos para engate rápido Festo
Uma variada oferta de tubos para todas as Uma variada oferta de tubos para todas as 
aplicações de automação industrial com 
sistemas pneumáticos
A parte de imagem com identificação de relação rId7 não foi encontrada no arquivo.
Oferta de tubos para conexões de engate 
rápido:
¾ 10 Séries de tubos
PFAN PLN
¾ 10 Cores
¾ 5 tipos de materiais
PUN-V0-B
PUN-CM
PUN-V0-B
PAN
PUN-H
A parte de imagem com identificação de relação rId5 não foi encontrada no arquivo. A parte de imagem com identificação de relação rId8 não foi encontrada no arquivo.
PUN H
FESTO DIDACTIC SISTEMA DE TREINAMENTO PORTÁTIL – ESTUDO DE SISTEMAS PNEUMÁTICOS E ELETROPNEUMÁTICOS 17/10/2011 Slide 474
PEN PUN PAN-V0
Importância da seleção correta dos tubos
Danos nos tubos
Fadiga Mecânica Outros tipos de Danos
Ataque Químico At Hidrolítico At Microbiano Ataque UVAtaque Químico At. Hidrolítico At. Microbiano Ataque UV
10% das reclamações 90% das reclamações
FESTO DIDACTIC SISTEMA DE TREINAMENTO PORTÁTIL – ESTUDO DE SISTEMAS PNEUMÁTICOS E ELETROPNEUMÁTICOS 17/10/2011 Slide 475
Seleção Correta dos Tubos
Dano Aplicaçãop ç
Químico Exposição a meios ácidos ou alcalinos, solventes ou 
hidrocarbonetos 
e.x.: detergentes e agentes de limpeza
Rachadura por 
fadiga
Manipulações repetitivas 
e.x.: aplicações em robótica e elementos móveis
Microbiano Áreas externas, subterrâneas, áreas de grande poluição, úmidas e 
quentes (dutos ou conduítes de cabos) 
Físico Áreas externas ou áreas expostas a radiação ultravioleta artificial
e.x.: Indústria alimentícia (esterilização)
FESTO DIDACTIC SISTEMA DE TREINAMENTO PORTÁTIL – ESTUDO DE SISTEMAS PNEUMÁTICOS E ELETROPNEUMÁTICOS 17/10/2011 Slide 476
Seleção Correta dos Tubos
Material do tubo Dano químico Rachaduras Dano Dano físicoq
por fadiga microbial
Poliéster uretano - 0 - 0
P liét t 0Poliéter uretano + 0 ++ +
Poliamida 0 0 0 0
Polietileno + + ++ +Polietileno + + ++ +
Perfluoralkoaxy ++ ++ ++ ++
++ Dano impossível++ Dano impossível
+ Dano raro
0 Dano ocasional
Dano freqüente
FESTO DIDACTIC SISTEMA DE TREINAMENTO PORTÁTIL – ESTUDO DE SISTEMAS PNEUMÁTICOS E ELETROPNEUMÁTICOS 17/10/2011 Slide 477
- Dano freqüente
Tubos de Poliuretano para Engate Rápido
PUN – Tubo convencional PUN-CM – Proteção contra descargas 
eletrostáticas
Características
• Faixa de temperatura: -35°C ... + 60°C
• Faixa de pressão: -0 95 10 bar
Características
• Tubo anti- eletricidade estática• Faixa de pressão: -0,95 ... 10 bar
• Diâmetros (mm): 3, 4, 6, 8, 10, 12 e 16
Tubo anti eletricidade estática
• Faixa de temperatura: 0 ... + 40°C
• Faixa de pressão: -0,95 ... 6 bar
• Diâmetros (mm): 4 6 8 10 e 12Diâmetros (mm): 4, 6, 8, 10 e 12
FESTO DIDACTIC SISTEMA DE TREINAMENTO PORTÁTIL – ESTUDO DE SISTEMAS PNEUMÁTICOS E ELETROPNEUMÁTICOS 17/10/2011 Slide 478
Tubos de Poliuretano para Engate Rápido
PUN-H – Resistente à hidrólise PUN-V0-B – Resistente a faíscas de solda
Características
• Alta flexibilidade
• Faixa de temperatura: -35 + 60°C
Características
• 2 mm de parede
• Faixa de temperatura: -35 + 60°C• Faixa de temperatura: -35 ... + 60 C
• Faixa de pressão: -0,95 ... 10 bar
• Aprovado pela – FDA e 90/128/EU
• Diâmetros (mm): 3 4 6 8 10 12 e 16
• Faixa de temperatura: -35 ... + 60 C
• Faixa de pressão: -0,95 ... 10 bar
• Diâmetros (mm): 6, 8, 10 e 12
• Diâmetros (mm): 3, 4, 6, 8, 10, 12 e 16
Efeitos da hidrólise
• Tubo quebradiço• Tubo quebradiço
• Perda da flexibilidade
• Possibilidade de rompi-
t i d
FESTO DIDACTIC SISTEMA DE TREINAMENTO PORTÁTIL – ESTUDO DE SISTEMAS PNEUMÁTICOS E ELETROPNEUMÁTICOS 17/10/2011 Slide 479
mento ao ser pressurizado
Tubos de Poliamida para Engate Rápido
PAN (R) – Resistente a altas pressões PAN-V0 – Resistente a faíscas de solda
Características
• Faixa de temperatura: -35 ... + 80°C
• Faixa de pressão: -0 95 19 bar
Características
• Tubos de 2 camadas
– camada interna de poliuretano• Faixa de pressão: -0,95 ... 19 bar
• Faixa de pressão: -0,95 ... 35 bar (R)
• Diâmetros (mm): 4, 6, 8, 10, 12 e 16
– camada interna de poliuretano
– camada externa de PVC
• Faixa de temperatura: -35 ... + 90°C
• Faixa de pressão: 0 95 12 bar• Faixa de pressão: -0,95 ... 12 bar
• Diâmetros (mm): 6, 8, 10 e 12
FESTO DIDACTIC SISTEMA DE TREINAMENTO PORTÁTIL – ESTUDO DE SISTEMAS PNEUMÁTICOS E ELETROPNEUMÁTICOS 17/10/2011 Slide 480
Tubos de Polietileno para Engate Rápido
PEN – Resistente a agentes químicos e 
detergentes
PLN – Resistente a agentes químicos e 
detergentesg
Características
• Faixa de Temperatura: -30 ... + 60°C
g
Características
• Faixa de Temperatura: -30 ... + 80°CFaixa de Temperatura: 30 ... + 60 C
• Faixa de Pressão:-0,95 ... 10 bar
• Boa resistência a raios UV (tubo preto)
• Diâmetros (mm): 4 6 8 10 e 12
Faixa de Temperatura: 30 ... + 80 C
• Faixa de Pressão:-0,95 ... 14 bar
• Boa resistência a raios UV (tubo preto)
• Aprovado pela – FDA e 90/128/EUDiâmetros (mm): 4, 6, 8, 10 e 12 Aprovado pela FDA e 90/128/EU
• Diâmetros (mm): 4, 6, 8, 10 e 12
FESTO DIDACTIC SISTEMA DE TREINAMENTO PORTÁTIL – ESTUDO DE SISTEMAS PNEUMÁTICOS E ELETROPNEUMÁTICOS 17/10/2011 Slide 481
Tubos de Perflouralkoaxy para Engate Rápido
PFAN – Excelente resistência químicaPFAN Excelente resistência química
Características
1. Grande resistência a substâncias químicas e raios ultravioletaq
2. Indicados para o segmento alimentício
3. Indicados para alta temperatura e pressão
4. Resistência à chama – Conforme UL 94
5. Labs-free conforme – FN 942 010 parte 1
6. Diâmetros (mm): 4, 6, 8, 10 e 12.
7. Diâmetro externo conforme CETOP RP 54 P
8 T d b lh 20 0°C8. Temperatura de trabalho: -20 a 150°C.
9. Faixa de Pressão: -0,95 a 16 bar.
10. Alta resistência a raios UV
11 Aprovados pela FDA Food and Drug Administration USA e 90/128/EU
FESTO DIDACTIC SISTEMA DE TREINAMENTO PORTÁTIL – ESTUDO DE SISTEMAS PNEUMÁTICOS E ELETROPNEUMÁTICOS 17/10/2011 Slide 482
11. Aprovados pela FDA – Food and Drug Administration – USA e 90/128/EU
Quadro Resumo das Aplicações de Tubos para Engate Rápido Festo
Tipos de exigências PUN PUN-H PUN-CM PUN-V0-B PAN PAN-V0 PEN PLN PFAN
Alta temperatura + + - + ++ ++ + ++ +++
Alta pressão - +++ + ++ ++
Resistência química + + + + ++ ++ ++ +++Resistência química + + + + ++ ++ ++ +++
Ambiente úmido + +++ + + ++ + +++ +++ +++
Ambientes de solda +++ +++
A ti tátiAntiestática - - +++ - - - - - -
Resistência microbiana - +++ - + + +++ +++ +++
Grande flexibilidade +++ +++ ++ - ++ - +++ - -Grande flexibilidade +++ +++ ++ ++ +++
Aprov. ind. Alimentícia - + - - - - ++ ++ +++
Não propaga chama - - - +++ - +++ - - +++
FESTO DIDACTIC SISTEMA DE TREINAMENTO PORTÁTIL – ESTUDO DE SISTEMAS PNEUMÁTICOS E ELETROPNEUMÁTICOS 17/10/2011 Slide 483
Diversidade de produtos +++ ++ - + + + ++ + -
Oferta de Conexões de Engate Rápido Festo
Uma variada oferta de conexões de engate 
á d d l drápido para todas as aplicaçõesde 
automação industrial com sistemas 
pneumáticos
Oferta de conexões de engate rápido:
¾ 5 Séries de conexões
¾ Grande variedade de modelos¾ Grande variedade de modelos
FESTO DIDACTIC SISTEMA DE TREINAMENTO PORTÁTIL – ESTUDO DE SISTEMAS PNEUMÁTICOS E ELETROPNEUMÁTICOS 17/10/2011 Slide 484
Conexões de Engate Rápido Convencionais
QS – Conexões convencionais QS-B – Conexões básicas
Características
• Faixa de Temperatura: -10 ... + 80°C
• Faixa de Pressão:-0 95 14 bar
Características
• Faixa de Temperatura: -0 ... + 60°C
• Faixa de Pressão:-0 95 8 bar• Faixa de Pressão:-0,95 ... 14 bar
• Diâmetros (mm): 3, 4, 6, 8, 10, 12 e 16
• Ampla variedade de modelos
• Faixa de Pressão:-0,95 ... 8 bar
• Diâmetros (mm): 4, 6, 8, 10 e 12
FESTO DIDACTIC SISTEMA DE TREINAMENTO PORTÁTIL – ESTUDO DE SISTEMAS PNEUMÁTICOS E ELETROPNEUMÁTICOS 17/10/2011 Slide 485
Conexões de Engate Rápido Metálicas
QS-F – Conexões metálicas CRQS – Conexões de aço inoxidável
Características
• Faixa de Temperatura: 0 ... + 150°C
• Faixa de Pressão:-0 95 20 bar
Características
• Faixa de Temperatura: 0 ... + 150°C
• Faixa de Pressão:-0 95 10 bar• Faixa de Pressão:-0,95 ... 20 bar
• Diâmetros (mm): 4, 6, 8, 10 e 12
• Aprovada pela indústria alimentícia
• Pode ser utilizada em ambientes de solda
• Faixa de Pressão:-0,95 ... 10 bar
• Diâmetros (mm): 3, 4, 6, 8, 10, 12 e 16
• Aprovada pela indústria alimentícia
• Pode ser utilizada em ambientes de solda• Pode ser utilizada em ambientes de solda • Pode ser utilizada em ambientes de solda
FESTO DIDACTIC SISTEMA DE TREINAMENTO PORTÁTIL – ESTUDO DE SISTEMAS PNEUMÁTICOS E ELETROPNEUMÁTICOS 17/10/2011 Slide 486
Conexões de Engate Rápido Especiais QS-V0
QS-V0 – Conexões para ambientes de solda
Características
• Faixa de Temperatura: 0 ... + 60°C
• Faixa de Pressão: -0 95 10 bar• Faixa de Pressão: -0,95 ... 10 bar
• Diâmetros (mm): 6, 8, 10 e 12
• Para utilização conjunta com o tubo PAN-V0 
para proteção contra faíscas de soldapara proteção contra faíscas de solda
FESTO DIDACTIC SISTEMA DE TREINAMENTO PORTÁTIL – ESTUDO DE SISTEMAS PNEUMÁTICOS E ELETROPNEUMÁTICOS 17/10/2011 Slide 487
Quadro Resumo das Aplicações de Conexões para Engate Rápido Festo
Tipos de exigências QS QS B QS F CRQS QS V0Tipos de exigências QS QS-B QS-F CRQS QS-V0
Alta temperatura ++ + +++ +++ +
Alta pressão ++ + +++ + +
Resistência química + + ++ +++ +
Ambiente úmido + + +++ +++ +
Ambientes de solda +++ +++ +++Ambientes de solda - - +++ +++ +++
Antiestática - - +++ +++ -
Aprov. ind. Alimentícia - - ++ +++ -
Não propaga chama - - +++ +++ +++
Diversidade de produtos +++ ++ + - -
FESTO DIDACTIC SISTEMA DE TREINAMENTO PORTÁTIL – ESTUDO DE SISTEMAS PNEUMÁTICOS E ELETROPNEUMÁTICOS 17/10/2011 Slide 488
Combinações de Tubos e Conexões
A seleção correta da combinação de 
tubos e conexões é essencial para um 
funcionamento seguro e eficiente do 
sistema pneumático.
A oferta da Festo contempla A oferta da Festo contempla 
combinações de tubos e conexões 
para todo o tipo de aplicações
FESTO DIDACTIC SISTEMA DE TREINAMENTO PORTÁTIL – ESTUDO DE SISTEMAS PNEUMÁTICOS E ELETROPNEUMÁTICOS 17/10/2011 Slide 489
Principais Tipos de Aplicação para Combinações de Tubos e Conexões
Produtos funcionais Resistência a 
agentes de limpeza
Resistência a altas 
temperaturas
Resistência a chamas
agentes de limpeza temperaturas
Escolhendo a combinação 
Variedade de produtos
Antiestática
correta 
ê
FESTO DIDACTIC SISTEMA DE TREINAMENTO PORTÁTIL – ESTUDO DE SISTEMAS PNEUMÁTICOS E ELETROPNEUMÁTICOS 17/10/2011 Slide 490
Indústria alimentíciaResistência química Resistência a 
respingos de solda
Resistência a hidrólise
Variedade de produtos: PUN/QS
Para a máxima flexibilidade nas aplicações 
convencionais. 
Mais de 1.000 possibilidades! 
Todas as versões para atender as 
li õaplicações:
PUN/QS
FESTO DIDACTIC SISTEMA DE TREINAMENTO PORTÁTIL – ESTUDO DE SISTEMAS PNEUMÁTICOS E ELETROPNEUMÁTICOS 17/10/2011 Slide 491
Resistência a Respingos de Solda: PAN-V0/QS-V0:
Aplicações seguras para ambientes sujeitos 
a faíscas de solda
Combinação de tubos e conexões de duas 
camadas que não permitem áreas de 
exposição do tubo interno ao ambiente
Atende a norma UL94-V0
Resistência a faíscas de solda:
PAN-V0/QS-V0
FESTO DIDACTIC SISTEMA DE TREINAMENTO PORTÁTIL – ESTUDO DE SISTEMAS PNEUMÁTICOS E ELETROPNEUMÁTICOS 17/10/2011 Slide 492
Antiestática: PUN-CM/QS-F:
Combinação de tubos condutores de 
eletricidade e conexões metálicas para 
prevenção de descargas eletroestáticas
C bi ã i á iCombinação antiestática:
PUN-CM/QS-F
FESTO DIDACTIC SISTEMA DE TREINAMENTO PORTÁTIL – ESTUDO DE SISTEMAS PNEUMÁTICOS E ELETROPNEUMÁTICOS 17/10/2011 Slide 493
Resistência a Altas Temperaturas: PFAN/QS-F:
Para instalações de ar seguras em 
aplicações de altas temperaturas.
Temperaturas de até 80 °C a 10 bar ou até 
150 °C a 6 bar, com segurança 
garantida
Combinação para altas temperaturas:
PFAN / QS-F
FESTO DIDACTIC SISTEMA DE TREINAMENTO PORTÁTIL – ESTUDO DE SISTEMAS PNEUMÁTICOS E ELETROPNEUMÁTICOS 17/10/2011 Slide 494
Resistência a Hidrólise: PUN-H/QS
P li õ bi ú id Para aplicações em ambientes úmidos ou 
em contato com a água 
O t b PUN H ã f hid óli O tubo PUN-H não sofre com a hidrólise 
devido a uma liga polimérica especial
Combinação resistente a hidrólise:Combinação resistente a hidrólise:
PUN-H/QS
FESTO DIDACTIC SISTEMA DE TREINAMENTO PORTÁTIL – ESTUDO DE SISTEMAS PNEUMÁTICOS E ELETROPNEUMÁTICOS 17/10/2011 Slide 495
Resistência a Agentes de Limpeza: PLN/QS-F
Resistente a usual agressividade dos 
agentes de limpeza. Alto nível de 
resistência a corrosão e aprovação da 
indústria alimentícia (FDA) indústria alimentícia (FDA) 
Uma alternativa competitiva para 
substituição de conexões de aço inoxidávelsubstituição de conexões de aço inoxidável.
Combinação resistente a agentes químicos:
PLN / QS-FPLN / QS-F
FESTO DIDACTIC SISTEMA DE TREINAMENTO PORTÁTIL – ESTUDO DE SISTEMAS PNEUMÁTICOS E ELETROPNEUMÁTICOS 17/10/2011 Slide 496
Resistência Química: PFAN/CRQS
Excelência em resistência a agentes 
químicos!
Pode inclusive ser utilizada em meios 
ácidos ou alcalinos com aprovação da 
indústria alimentícia (FDA)
O maior nível de resistência química:
PFAN/CRQS:
FESTO DIDACTIC SISTEMA DE TREINAMENTO PORTÁTIL – ESTUDO DE SISTEMAS PNEUMÁTICOS E ELETROPNEUMÁTICOS 17/10/2011 Slide 497
Requisitos da Indústria Alimentícia
Zona 1 PFAN/CRQS
Zona 2 PLN/QS-F
Zona 3 PUN-H/QS-F
Com aprovação da indústria alimentícia:
PFAN/CRQS: O mais alto nível de 
resistência química.
PLN/QS-F: Ótima resistência química.
PUN-H/QS-F: Resistência a água e 
micróbios
FESTO DIDACTIC SISTEMA DE TREINAMENTO PORTÁTIL – ESTUDO DE SISTEMAS PNEUMÁTICOS E ELETROPNEUMÁTICOS 17/10/2011 Slide 498
á d d i há li h
Cilindros Normalizados e Convencionais DSNU / ESNU
• Por trás da designação DSNU há uma linha
completa de cilindros com diâmetros de 8 a 63
mm.mm.
• Cilindros normalizados nos diâmetros de 8 a 25
mm conforme a norma ISO 6432 e convencionais
com diâmetros de 32 a 63 mm.
• Design e funcionalidades em todos os
diâdiâmetros.
• Devido ao seu formato cilíndrico, pode
eventualmente solucionar problemas relativo a
FESTO DIDACTIC SISTEMA DE TREINAMENTO PORTÁTIL – ESTUDO DE SISTEMAS PNEUMÁTICOS E ELETROPNEUMÁTICOS 17/10/2011 Slide 499
eventualmente solucionar problemas relativo a
espaços ou formas de montagem disponíveis
para instalação.
Oferta otimizada:
A superfície interna lisa e robusta da 
Atuadores DSNU / ESNU
A superfície interna lisa e robusta da 
camisa do cilindro proporciona alta 
capacidade de operação e vida útil 
longa;
i d ili d dHaste e camisa do cilindrode aço 
inoxidável;
Não há serviço de reparo para a 
série. É construída no conceito 
FESTO DIDACTIC SISTEMA DE TREINAMENTO PORTÁTIL – ESTUDO DE SISTEMAS PNEUMÁTICOS E ELETROPNEUMÁTICOS 17/10/2011 Slide 500
“free sevice”, o que garante maior 
vida útil.
Visão Geral da linha DSNU / ESNU
FESTO DIDACTIC SISTEMA DE TREINAMENTO PORTÁTIL – ESTUDO DE SISTEMAS PNEUMÁTICOS E ELETROPNEUMÁTICOS 17/10/2011 Slide 501
Atuadores DNC
Atuador de dupla ação com camisa em perfil
estrutural de alumínio anodizado e haste de açoestrutural de alumínio anodizado e haste de aço
inoxidável.
Estas características proporcionam uma economia
de espaço de até 11% se comparado aos cilindros
normalizados convencionais, além de uma grande
rigidez.
FESTO DIDACTIC SISTEMA DE TREINAMENTO PORTÁTIL – ESTUDO DE SISTEMAS PNEUMÁTICOS E ELETROPNEUMÁTICOS 17/10/2011 Slide 502
Atuadores DNC
• Intercambiáveis com todas as linhas standard de cilindros 
ISO;
• Dimensões conforme Normas ISO 6431, VDMA 24562, 
NFE 49003.1 e UNI 10290;
• Economia de espaço de até 11% se comparado aos 
cilindros normalizados convencionais;;
• Permite a incorporação de micro sensores magnéticos em 
seu perfil;
• Disponíveis nos diâmetros de 32 a 125 mm e cursos de 
até 2000 mm.
FESTO DIDACTIC SISTEMA DE TREINAMENTO PORTÁTIL – ESTUDO DE SISTEMAS PNEUMÁTICOS E ELETROPNEUMÁTICOS 17/10/2011 Slide 503
Atuadores DNC
FESTO DIDACTIC SISTEMA DE TREINAMENTO PORTÁTIL – ESTUDO DE SISTEMAS PNEUMÁTICOS E ELETROPNEUMÁTICOS 17/10/2011 Slide 504
Atuadores DNC
Conceito de Amortecimento.
Não serve somente para a conversão de 
energia. O disco de amortecimento de energia. O disco de amortecimento de 
PU serve também como vedação entre o 
cabeçote e a camisa do cilindro.
Um efeito secundário bastanteUm efeito secundário bastante
interessante dessa construção é um 
incremento sensível nas características
de deslocamento.
FESTO DIDACTIC SISTEMA DE TREINAMENTO PORTÁTIL – ESTUDO DE SISTEMAS PNEUMÁTICOS E ELETROPNEUMÁTICOS 17/10/2011 Slide 505
Atuadores DNC – Acessórios na Haste
FESTO DIDACTIC SISTEMA DE TREINAMENTO PORTÁTIL – ESTUDO DE SISTEMAS PNEUMÁTICOS E ELETROPNEUMÁTICOS 17/10/2011 Slide 506
Atuadores DNC – Acessórios no cabeçote dianteiro
FESTO DIDACTIC SISTEMA DE TREINAMENTO PORTÁTIL – ESTUDO DE SISTEMAS PNEUMÁTICOS E ELETROPNEUMÁTICOS 17/10/2011 Slide 507
Atuadores DNC – Acessórios no cabeçote traseiro
FESTO DIDACTIC SISTEMA DE TREINAMENTO PORTÁTIL – ESTUDO DE SISTEMAS PNEUMÁTICOS E ELETROPNEUMÁTICOS 17/10/2011 Slide 508
Atuadores DNC – Acessórios de União
FESTO DIDACTIC SISTEMA DE TREINAMENTO PORTÁTIL – ESTUDO DE SISTEMAS PNEUMÁTICOS E ELETROPNEUMÁTICOS 17/10/2011 Slide 509
Atuadores DNCI/DNCM
Atuador DNC com régua potenciométrica incorporada.
Solução integrada e de fácil instalação Solução integrada e de fácil instalação; 
Monitoramento de posição ao longo do curso do atuador;
Pode ser utilizado em servoposicionamento pneumático 
quando se necessita controle de paradas intermediárias e sem 
choques nos finais de curso (SPC-200 ou SPC-11); 
Opção com guias para resistir a esforços mecânicos.
FESTO DIDACTIC SISTEMA DE TREINAMENTO PORTÁTIL – ESTUDO DE SISTEMAS PNEUMÁTICOS E ELETROPNEUMÁTICOS 17/10/2011 Slide 510
Atuadores DNCI/DNCM
• Diâmetro 32, 50 mm
• Comprimento de curso 100 160 200 250 320 • Comprimento de curso 100, 160, 200, 250, 320, 
400, 500 mm
• Força 483, 1 178 Nç
• Detecção de posição
- Régua potenciométrica interna ( DNCI 
))
- Régua potenciométrica externa ( 
DNCM )
- Sensor de proximidade 
FESTO DIDACTIC SISTEMA DE TREINAMENTO PORTÁTIL – ESTUDO DE SISTEMAS PNEUMÁTICOS E ELETROPNEUMÁTICOS 17/10/2011 Slide 511
p
Atuadores DNCI/DNCM - Acessórios
FESTO DIDACTIC SISTEMA DE TREINAMENTO PORTÁTIL – ESTUDO DE SISTEMAS PNEUMÁTICOS E ELETROPNEUMÁTICOS 17/10/2011 Slide 512
Atuadores ADVU / AEVU
• Distinguem-se pela construção compacta, com 
cabeçotes dianteiro e traseiro.
C di ibilid d d fi õ • Com diversas possibilidades de fixações; 
êmbolo magnético para detecção, sem contato 
direto, através de sensores; , ;
ADVU: Cilindro de dupla ação.
AEVU: Cilindro de simples ação.
FESTO DIDACTIC SISTEMA DE TREINAMENTO PORTÁTIL – ESTUDO DE SISTEMAS PNEUMÁTICOS E ELETROPNEUMÁTICOS 17/10/2011 Slide 513
Atuadores ADVU / AEVU
• Economia de espaço de até 50%; 
•Menor peso;
• Diâmetro 12, 16, 20, 25, 32, 40, 50, 
63 80 100 125 mm63, 80, 100, 125 mm
• Comprimento do curso 1 ... 400 mm
FESTO DIDACTIC SISTEMA DE TREINAMENTO PORTÁTIL – ESTUDO DE SISTEMAS PNEUMÁTICOS E ELETROPNEUMÁTICOS 17/10/2011 Slide 514
Atuadores ADN / AEN
O êmbolo possui excelentes características 
operacionais e ótimo amortecimento nas posições 
fi i d l id d lt i l d finais – para grandes velocidade e altos ciclos de 
máquina.
O êmbolo também usa um espaço menor de p ç
instalação, que antes era ocupado pelo mancal mais 
longo da haste.
O resultado é uma maior precisão de guia e maior 
resistência a forças laterais. Tudo ocupando 
i d t 50% i t l ã 
FESTO DIDACTIC SISTEMA DE TREINAMENTO PORTÁTIL – ESTUDO DE SISTEMAS PNEUMÁTICOS E ELETROPNEUMÁTICOS 17/10/2011 Slide 515
aproximadamente 50% menos espaço na instalação, 
quando comparado com os cilindros normalizados.
Atuadores ADN / AEN
Guia da haste alongada, 
suportando mais esforços laterais e 
b i t it
.Cavidade para 
sensores em três 
lados do atuador
baixo atrito
Fita magnética
 d Haste com rosta 
macho ou fêmea
para sensor de 
proximidade
Embolo com anéis de 
amortecimento integrado para 
absorção de energia nos finais de 
FESTO DIDACTIC SISTEMA DE TREINAMENTO PORTÁTIL – ESTUDO DE SISTEMAS PNEUMÁTICOS E ELETROPNEUMÁTICOS 17/10/2011 Slide 516
Opção de montagem
frontal
absorção de energia nos finais de 
curso em movimentos rápidos em 
ciclos pequenos 
Atuadores DFM / DFC
A guia linear com cilindro integrado é composta por um
cilindro de dupla ação, com êmbolo magnético, guias com
buchas de fricção e sistemas mecânicos, tudo formando uma
unidade compacta rígida robusta e de precisãounidade compacta rígida, robusta e de precisão.
Possuem grande resistência aos momentos e forças
transversais o que amplia as possibilidades de aplicações;transversais, o que amplia as possibilidades de aplicações;
Disponíveis nos diâmetros de 6 a 63 mm e cursos padrão de
5 a 200 mm;5 a 200 mm;
DFC: Apropriado para produtos miniaturizados da indústria
eletrônica e outras
FESTO DIDACTIC SISTEMA DE TREINAMENTO PORTÁTIL – ESTUDO DE SISTEMAS PNEUMÁTICOS E ELETROPNEUMÁTICOS 17/10/2011 Slide 517
eletrônica e outras.
Válvula Tigre JH/MFH/JMFH 
JMFH
MFH
JHJH
FESTO DIDACTIC SISTEMA DE TREINAMENTO PORTÁTIL – ESTUDO DE SISTEMAS PNEUMÁTICOS E ELETROPNEUMÁTICOS 17/10/2011 Slide 518
Válvula Tigre JH/MFH/JMFH 
Tipo MFH-3-1/8 MFH-3-1/4 MFH-3-1/2
Meio Ar Comprimido filtrado com ou sem lubrificaçãoMeio Ar Comprimido filtrado com ou sem lubrificação
Tipo de construção Válvula de sede com acionamento indireto,retorno mola
Conexão G1/8 G1/4 G1/2
Vazão 500 l/min 800l/min 3700l/min
Pressão 1,5 a 8bar
FESTO DIDACTIC SISTEMA DE TREINAMENTO PORTÁTIL – ESTUDO DE SISTEMAS PNEUMÁTICOS E ELETROPNEUMÁTICOS 17/10/2011 Slide 519
Temperatura -5 a +40°C
Válvula Tigre JH/MFH/JMFH 
Tipo MFH-5-1/8 MFH-5-1/4 MFH-5-1/2
Meio Ar Comprimido filtrado com ou sem lubrificaçãoMeio Ar Comprimido filtrado com ou sem lubrificação
Tipo de construção Válvula de sede com acionamento indireto,retorno mola
Conexão G1/8 G1/4 G1/2
Vazão 500 l/min 1000l/min 3700l/min
Pressão 1,8 a 8bar 2,2 a 8 bar 2 a 8 bar
FESTO DIDACTIC SISTEMA DE TREINAMENTO PORTÁTIL – ESTUDO DE SISTEMAS PNEUMÁTICOS E ELETROPNEUMÁTICOS 17/10/2011 Slide 520Temperatura -5 a +40°C
Válvula Tigre JH/MFH/JMFH 
Tipo JMFH-5-1/8 JMFH-5-1/4 JMFH-5-1/2
Meio Ar Comprimido filtrado com ou sem lubrificação
Tipo de construção Válvula de sede com acionamento indireto
Conexão G1/8 G1/4 G1/2
Vazão 600 l/min 1100l/min 4000l/min
Pressão 1,5a 8bar 1,5a 8bar 2 a 8 bar
FESTO DIDACTIC SISTEMA DE TREINAMENTO PORTÁTIL – ESTUDO DE SISTEMAS PNEUMÁTICOS E ELETROPNEUMÁTICOS 17/10/2011 Slide 521
Temperatura -5 a +40°C
Válvulas Compactas CPE
FESTO DIDACTIC SISTEMA DE TREINAMENTO PORTÁTIL – ESTUDO DE SISTEMAS PNEUMÁTICOS E ELETROPNEUMÁTICOS 17/10/2011 Slide 522
4 M d l
Válvulas Compactas CPE
• 4 Modelos
• Micro 10mm 
• Mini 14mm
• Midi 18mm
• Maxi 24mm
• Pressão de trabalho -0,9 ate +10 bar;
• Tensão de Operação 24 VDC 110 VAC 230 • Tensão de Operação 24 VDC, 110 VAC, 230 
VAC; 
FESTO DIDACTIC SISTEMA DE TREINAMENTO PORTÁTIL – ESTUDO DE SISTEMAS PNEUMÁTICOS E ELETROPNEUMÁTICOS 17/10/2011 Slide 523
• Grau de proteção IP 65;
Válvulas Compactas CPE
Válvulas com tamanhos reduzidos;
Válvulas direcionais 3/2 vias NA, 3/2 vias 
NF, 5/2 vias e 5/3 vias;
Potencia de consumo entre 1,5 e 2,5 W
FESTO DIDACTIC SISTEMA DE TREINAMENTO PORTÁTIL – ESTUDO DE SISTEMAS PNEUMÁTICOS E ELETROPNEUMÁTICOS 17/10/2011 Slide 524
Válvula Reguladora de Fluxo
1 2
211
1 2
FESTO DIDACTIC SISTEMA DE TREINAMENTO PORTÁTIL – ESTUDO DE SISTEMAS PNEUMÁTICOS E ELETROPNEUMÁTICOS 17/10/2011 Slide 525
Válvula Reguladora de Fluxo
A válvula reguladora de fluxo 
unidirecional é a junção de uma 
A válvula reguladora de fluxo 
unidirecional é a junção de uma 
válvula reguladora de fluxo e de um 
bloqueio. 
A reguladora de fluxo unidirecional 
válvula reguladora de fluxo e de um 
bloqueio. 
A reguladora de fluxo unidirecional A reguladora de fluxo unidirecional, 
regula o fluxo de ar em um único 
sentido, no outro ele passa livremente.
A reguladora de fluxo unidirecional, 
regula o fluxo de ar em um único 
sentido, no outro ele passa livremente.
Fluxo regulado
Fluxo livre
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Fluxo livre
Terminal de Válvula - CPV
Instalação Individual Instalação Multipolo
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Instalação Individual Instalação Multipolo
Terminal de Válvula - CPV
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Instalação Fieldbus Instalação ASI
CPV – Visão Geral
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CPV – Visão Geral
Para desmontar o terminal 
CPV deve-se retirar os 4 
parafusos do chapéu e os 3 
parafusos passantes na placa 
de alimentação direita
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CPV – Vazão
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CPV – Acionamento Manual Auxiliar
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CPV – Características Gerais
• Design compacto com alta performance e baixo pesog p p p
• LED sinalizadores
• Diferentes tecnologias de controle (Multipólo, Fieldbus. AS-Interface...)
• Alta resistência contra água e pó, índice de proteção IP65
• Largura das válvulas de 10, 14 e 18 mm (vazões, respectivas, de 400, 800 e 1600 l/min)
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CPV – Possibilidades
• O terminal de válvulas CPV oferece várias opções de válvulas
• Possibilidade de utilizar placa com 2 relés de contato seco no lugar de uma posição de
válvula
• Configurador de terminal de válvulas on-line via site da FestoConfigurador de terminal de válvulas on line via site da Festo
• O Terminal é montado conforme a especificação realizada. Todo terminal de válvulas é
fornecido montado e testado antes de ser entregue!
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MPA – Panorama do Produto
O que é o MPA?
(“Modular Performance (A)Subbase“)
MPA é uma família de válvulas montadas 
em Sub-base.CPX
Aplicações:
T d t• Todos os segmentos.
Características:
MPA
• Foco em redes FieldBus
• Design modular
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• Robusto e confiável
MPA – Características Gerais
• Válvulas de alta performance em corpo metálico e robusto
• MPA 1: Largura de 10 mm com vazão de até 360 l/min
• MPA 2: Largura de 20 mm com vazão de até 700 l/min
• Suporta até 128 válvulas (MPA1 em rede Fieldbus) com módulo auxiliar de
alimentação elétrica
• Amplo range de pressão de trabalho: -0,9 ..10 bar
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MPA – Características e Benefícios
• Modularidade dos componentes 
pneumáticos e elétricos
solenóides
corpo
p
¾ Fácil adequação à novas necessidades 
de aplicação;
¾ Controle por FieldBus Multipolo ou 
eletrônica
¾ Controle por FieldBus, Multipolo ou 
Conexão Individual.
• Excelente integração com o CPX
• Válvulas em Sub-base
¾ Fácil substituição de válvulas;
• Robustes
vedações
• Robustes
¾ Resistência mecânica ao meio;
• Junção de válvulas pequenas e grandes no 
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ç p q
mesmo Manifold
MPA – Design do produto
Sistema em Sub-base
Conjunto modularConjunto modular
• não necessita de parafusos compridos 
ou trilhos DIN para montagem 
• montado com parafusos entre as bases
• Conexões roscadas removíveis
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V ã
360 700 
MPA1 MPA2
MPA1 MPA2 
Vazão
Alimentação 
elétrica
360
Nl/min
700 
Nl/min
24Vcc +/-25% 
18Vcc ... 30Vcc
Faixa de 
pressão
-0,9 bar ... 10 bar
3 bar... 8 bar
FieldBus
Tempo de 
comutação 10s / 20s
15s / 25s
Multipolo
Potência 
consumida
Índice de 
1W ~2W
IP65Conexão 
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proteção IP65Conexão 
individual
MPA – Design do produto Possibilidades na sub-base – módulos de pressão
• Quando há grande quantidade de válvulas, pode-se 
acrescentar alimentações de ar comprimido
d d há d• Ainda, quando há pressões diferentes
Vedação padrão
Vedação para separação de zonas
Zona 1 Zona 2 Zona 3
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P1 P2 P3
Zona 1 Zona 2 Zona 3
Conceito totalmente modular
MPA1: ~360 l/min MPA2: ~700 l/min
MPA – Design do produto
• Fácil modificação ou ampliação
• Manutenção segura
• Extremamente confiável
MPA1: 360 l/min MPA2: 700 l/min
• Componentes de alta durabilidade
• Possibilidade de se usar MPA1 com MPA2.
é Ø... até ~ Ø 80mm
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Mix de MPA1+MPA2
MPA é fácil de montar ou modificar
F t 
MPA - Benefícios
• MPA pode facilmente ser modificado.Aumentando ou reduzindo Sub-Bases e válvulas.
Ferramentas comuns
Para a manutenção
• Todos os módulos podem ser trocados utilizando 
ferramentas comuns 
=>extremamente fácil para a manutenção !
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• Instalação fácil e robusta
MPA - Benefícios
Instalação fácil e robusta
• Otimização das ligações de pressão e escapes
• Redução do número de terminais de válvulas pela 
possibilidade de diferentes pressões no mesmo 
terminalterminal
• Grande vazão em válvulas de tamanho reduzido
• Possibilidade de identificação dos componentes de 
forma prática e segura.
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MPA - Benefícios
• Reduz o número de nós em função da possibilidade de 
se conectar até 64 bobinas num só terminal
• Não necessita de de ferramentas de Software para 
configuração
• Amplo range da alimentação elétrica
• MPA possui um amplo range de tolerância na 
alimentação das bobinas (24V ± 25% ).
• MPA tem sistema de redução de corrente • MPA tem sistema de redução de corrente, 
limitando desta forma a potência
• Conexão com terminal CPX
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