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DOCÊNCIA EM 
SAÚDE 
 
 
 
 
 
 
FOTOGRAFIA 
 
 
 
1 
 
Copyright © Portal Educação 
2013 – Portal Educação 
Todos os direitos reservados 
 
R: Sete de setembro, 1686 – Centro – CEP: 79002-130 
Telematrículas e Teleatendimento: 0800 707 4520 
Internacional: +55 (67) 3303-4520 
atendimento@portaleducacao.com.br – Campo Grande-MS 
Endereço Internet: http://www.portaleducacao.com.br 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 Dados Internacionais de Catalogação na Publicação - Brasil 
 Triagem Organização LTDA ME 
 Bibliotecário responsável: Rodrigo Pereira CRB 1/2167 
 Portal Educação 
P842f Fotografia / Portal Educação. - Campo Grande: Portal Educação, 2013. 
 57p. : il. 
 
 Inclui bibliografia 
 ISBN 978-85-8241-530-6 
 1. Fotografia. 2. Fotógrafo. I. Portal Educação. II. Título. 
 CDD 770.9 
 
 
 
2 
 
SUMÁRIO 
 
1 FOTÓGRAFO ............................................................................................................................. 4 
1.1 INTRODUÇÃO ........................................................................................................................... 4 
2 CONCEITOS E CARACTERÍSTICAS DA FOTOGRAFIA ......................................................... 6 
3 FLASH ....................................................................................................................................... 10 
4 FOTOGRAFIA DIGITAL ............................................................................................................ 17 
4.1 RECURSOS DE UMA CÂMERA DIGITAL ................................................................................ 18 
5 RECURSOS MAIS UTILIZADOS .............................................................................................. 19 
5.1 MODO AUTOMÁTICO .............................................................................................................. 19 
5.2 MODO MANUAL ....................................................................................................................... 19 
5.3 RESOLUÇÃO ............................................................................................................................ 21 
5.4 ZOOM (DIGITAL E ANALÓGICO) ............................................................................................. 22 
5.5 FLASH ....................................................................................................................................... 23 
6 FOTOGRAFIA NA PRÁTICA .................................................................................................... 25 
6.1 RETRATOS DE ANIMAL DE ESTIMAÇÃO ............................................................................... 26 
6.2 RETRATO DE CRIANÇA .......................................................................................................... 27 
6.3 RETRATO DE PAISAGEM ........................................................................................................ 29 
6.4 RETRATO A NOITE .................................................................................................................. 31 
6.5 RETRATOS DE GOTAS DE ORVALHO ................................................................................... 32 
6.6 FOTO PANORÂMICA ................................................................................................................ 36 
6.7 FOTOS DO PÔR-DO-SOL ........................................................................................................ 38 
 
 
3 
 
6.8 CRIATIVIDADE E BOM HUMOR AO TIRAR FOTOS ............................................................... 40 
6.9 FOTOGRAFIA PRETO E BRANCO .......................................................................................... 45 
7 AJUSTES NO COMPUTADOR ................................................................................................. 48 
REFERÊNCIAS .................................................................................................................................. 55 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
4 
 
1 FOTÓGRAFO 
 
 
1.1 INTRODUÇÃO 
 
A habilidade em fotografar vai muito além de um simples apertar de um botão, A 
palavra Fotografia vem do grego fós (luz), e grafis (estilo, pincel) ou grafê, e significa "desenhar 
com luz". Por definição, fotografia é, essencialmente, a técnica de criação de imagens por meio 
de exposição luminosa, fixando esta em uma superfície sensível. 
http://pt.wikipedia.org/wiki/Fotografia - cite_note-2#cite_note-2 
A primeira fotografia reconhecida remonta ao ano de 1826 e é atribuída ao francês 
Joseph Nicéphore Niépce. Contudo, a invenção da fotografia não é obra de um só autor, mas um 
processo de acúmulo de avanços por parte de muitas pessoas, trabalhando juntas ou em 
paralelo ao longo de muitos anos, desde a introdução do filme fotográfico colorido, quase não 
sofreram mudanças, por outro, os avanços tecnológicos têm sistematicamente possibilitado 
melhorias na qualidade das imagens produzidas, agilização das etapas do processo de produção 
e a redução de custos, popularizando o uso da fotografia. 
Atualmente, a introdução da tecnologia digital tem modificado drasticamente os 
paradigmas que norteiam o mundo da fotografia. 
Dessa forma, a fotografia, à medida que se torna uma experiência cada vez mais 
pessoal, deverá ampliar, por meio dos diversos perfis de fotógrafos amadores ou profissionais, o 
já amplo espectro de significado da experiência de se conservar um momento em uma imagem. 
Ninguém precisa ser um expert para tirar boas fotos, mas alguns cuidados básicos 
antes do clique são extremamente necessários e para este fim, estamos ministrando um curso 
de fotografia para iniciantes. 
Tirar fotos durante uma viagem é como eternizar as belas paisagens, os locais por 
onde você passou e os melhores momentos de um bom passeio. Mas nem sempre as fotos 
http://pt.wikipedia.org/wiki/Palavra
http://pt.wikipedia.org/wiki/L%C3%ADngua_grega
http://pt.wikipedia.org/wiki/Pincel
http://pt.wikipedia.org/wiki/Desenho
http://pt.wikipedia.org/wiki/Imagem
http://pt.wikipedia.org/wiki/Luz
http://pt.wikipedia.org/wiki/Fotografia#cite_note-2#cite_note-2
http://pt.wikipedia.org/wiki/Joseph_Nic%C3%A9phore_Ni%C3%A9pce
http://pt.wikipedia.org/wiki/Paradigma
 
 
5 
 
saem como queremos. Para evitar qualquer chateação, o ideal é aprender um pouco mais sobre 
a arte de fotografar bem. 
Para tirar uma boa foto, não é necessário ser profissional, mas seguir regras básicas, 
além de conhecer alguns macetes que ajudam na melhor utilização do equipamento, escolha de 
um bom ângulo, postura, entre outras coisas. 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
6 
 
2 CONCEITOS E CARACTERÍSTICAS DA FOTOGRAFIA 
 
 
“Uma imagem vale mais do que mil palavras” 
 
 
 
 
Uma das modalidades de fotografia mais comuns entre as pessoas - profissionais ou 
não - é o registro de paisagens. Quem já não se encantou com alguma beleza natural em 
alguma viagem, um pôr do Sol, praias, montanhas ou mesmo uma cachoeira? 
Só que muitas vezes o resultado obtido não reproduz com fidelidade a imagem que foi 
clicada. Saiba, porém, que se alguns cuidados forem tomados, as chances de se obter uma boa 
fotografia aumentam significativamente. 
 
 
 
 
7 
 
Primeiro passo: verificar as condições do equipamento a ser usado 
 As câmeras evoluem cada vez mais e muito rapidamente, estão cada vez mais 
avançadas e compactas. No caso de não poder trocar o equipamento, não tem problema, é só 
seguir a risca as dicas e aproveitar ao máximo sua máquina. Leia o manualde instruções da sua 
câmera. Hoje, mais do que simples especificações técnicas e chatas, a maioria dos manuais 
também traz dicas de como usar cada função em diferentes situações. É um bom começo para 
um melhor aproveitamento do seu equipamento. 
 Aprenda os nomes das funções e os símbolos na telinha ligados a elas. 
Conhecendo os termos mais usados você poderá reconhecer uma dica que lhe interesse quando 
bater o olho nela saberá do quê estão falando e se vale para o seu caso. 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
Segundo passo: conhecer alguns fenômenos naturais 
É necessário conhecer alguns fenômenos naturais e principalmente o comportamento 
da luz, que é o mais importante deles. 
A luz natural, proveniente do Sol, varia ao longo do dia, proporcionando tons 
diferenciados na imagem captada. Na parte da manhã e no final da tarde a luz do sol se 
 
 
8 
 
concentra no Amarelo-alaranjado e conforme se aproxima o meio do dia, a luz passa a ser 
branca, equilibrando todas as cores. Veja exemplos nas fotos 1 e 2. 
 
Foto 1 
 
 
Foto 2. 
 
 
 
9 
 
 A posição do Sol também é importante. Mais inclinado nos extremos do dia 
proporciona sombras mais longas e definidas, o que pode acrescentar um visual interessante à 
foto. Procure mesclar esses fatores à cena que será fotografada. 
 Tempo ruim não é sinônimo de fotos ruins. Muitas fotos excelentes podem ser 
feitas em dias nublados e chuvosos. Nessas condições, as imagens registradas tendem para os 
tons azuis. Nesse caso, deve-se ter um cuidado maior com o balanço do branco e com as 
sombras, mais raras e indefinidas nessas situações. 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
10 
 
3 FLASH 
 
 
 Flash desnecessário 
Uma das coisas mais complicadas na fotografia é aprender a usar o flash de forma 
correta. Usar o flash muito em cima pode deixar a foto toda clara, e muito longe, escura. 
Lembre-se que o flash tem um alcance limitado, de normalmente três a cinco metros, 
às vezes, um pouco mais. Não adianta deixar o flash ligado em uma foto onde o foco é um 
objeto a 30 metros. 
Um bom exemplo de mau uso do flash são shows. Em linhas gerais, não é necessário 
luz extra alguma nesse caso. A luz do palco é mais do que suficiente para sua foto. Usar flash só 
vai iluminar as cabeças de quem está na sua frente, fazendo sumir o resto. 
 
 Flash necessário 
Um ambiente escuro não é o único lugar onde o flash é um acessório necessário. Em 
uma foto contraluz, por exemplo, o flash pode ser usado como preenchimento. 
Quando você for tirar uma fotografia de alguém com uma fonte de luz ao fundo, como o 
sol, por exemplo, você pode notar que o sol vai ficar brilhante e somente a silhueta da pessoa vai 
aparecer. Nesse caso o flash irá suprir a falta de luz, deixando ambos visíveis. 
 
 
Terceiro passo: Segure a câmera com firmeza, não com força: 
 Na ânsia de não tremer na hora do clique, algumas pessoas seguram a câmera 
com tanta força, que acabam criando um movimento pela pressão, prejudicando a foto 
justamente por isso. Existem ainda aquelas que apertam o botão com tanta “vontade” que 
chegam a inclinar a câmera quando batem a foto. 
 
 
11 
 
 Tenha em mente: firmeza não está relacionada à força e sim à estabilidade. 
Para evitar que as fotos saiam tremidas, especialmente se as condições de luz forem mais 
baixas, tente essas dicas: Os braços no ar: instabilidade. Certifique-se de estar com as pernas 
firmes no chão, mantendo-as um pouco afastadas uma da outra para um melhor equilíbrio. 
Mantenha os cotovelos junto ao corpo, usando a si mesmo como apoio para os braços ao invés 
de mantê-los estendidos à frente, “apoiando no ar”. 
 
 
Quarto passo: Preste atenção ao fundo e aos elementos da foto 
 O fundo deve complementar a foto, não brigar com o elemento principal. Nós, 
seres humanos, enxergamos o ambiente em três dimensões e concentramos nossa atenção no 
que mais nos interessa, ignorando o restante. Temos que lembrar que na fotografia a percepção 
será diferente, aquele detalhe que nem notamos ali atrás, pode desviar a atenção do elemento 
principal. 
 
 
Quinto passo: Enquadramento 
 Tente fugir do clichê de colocar o assunto sempre no meio da foto. Deslocar o 
objeto principal da imagem pode fazer toda a diferença para deixá-la mais interessante. 
 Divida mentalmente o visor da câmera em três colunas e três linhas, como em 
um jogo da velha. As intersecções das linhas são os pontos mais interessantes da sua foto. As 
linhas em si também mostram pontos de destaque, para colocar os olhos de uma pessoa ou o 
horizonte, por exemplo. 
Foco da câmara fotográfica 
 
 
Fazer uma boa focagem com a máquina fotográfica não 
significa apenas tornar os objetos ou pessoas mais ou menos 
http://omeuolhar.com/artigos/foco-focus-camara-fotografica
 
 
12 
 
visíveis. A focagem da câmara fotográfica é a primeira forma de compormos a fotografia. O que 
deseja colocar na fotografia? A árvore, ou a casa atrás dela? Conseguir uma fotografia bem 
focada dependerá muito de si, e obviamente das capacidades da sua câmara fotográfica: 
especialmente da lente. 
 
Sexto passo: Retratos 
 Aproxime-se. Quando o assunto é uma pessoa. Não tenha medo de chegar 
perto. Se quiser, pode até cortar um pouco da parte de cima da cabeça. A esta distância é 
possível reparar em detalhes como sardas e cílios. O que não pode acontecer é aquele monte 
de nada na volta e um pequeno sujeito no meio. Tire fotos na altura dos olhos da pessoa. 
 Fotos verticais: muitos assuntos exigem uma foto vertical. Se o foco tiver mais 
linhas verticais, como um farol ou uma escada, vire a câmera. 
 Aproveite a luz. Não há luz mais bonita que a luz natural do sol. Sempre que 
puder, aproveite-a. Posicione-se de forma a deixar a fonte de luz à suas costas, aproveitando 
assim a iluminação. É impressionante quanta diferença pode fazer um simples passo para o 
lado. 
 A luz difusa de um dia nublado é excelente para realçar cores e suavizar 
contornos, sendo excelente para tirar retratos. É preciso de muito cuidado ao usar o flash. A luz 
dele, além de forte, tem uma cor diferente a do ambiente. Uma luz dura vai deixar rugas e 
imperfeições muito mais aparentes. Esta é a explicação das fotos ¾ não ficarem boas. 
 
Captura de Imagens 
A chave do sucesso de Eastman ao popularizar a fotografia como uma atividade de laser 
foi o desenvolvimento do filme em rolo e de uma câmera barata. Embora as câmeras de hoje 
sejam em sua maioria digitais, portanto mais sofisticadas e versáteis, os fundamentos por trás da 
captura de imagens permanecem inalterados. 
A câmera 
Apesar das diferenças, todas as câmeras apresentam cinco elementos básicos: 
 Lente – Um elemento em vidro ou plástico que coleta luz e focaliza uma imagem 
para captura. 
 
 
 
13 
 
 Diafragma – Uma "abertura" que controla a quantidade de luz que entra na 
câmera através da lente. A abertura pode ser fixa, ajustada manualmente ou controlada 
automaticamente. Em geral, as câmeras mais simples apresentam abertura de lente fixa. Em 
algumas câmeras, uma célula com sensibilidade a luz ajusta a abertura para diferentes 
condições de iluminação. Nas câmeras mais sofisticadas, a abertura pode ser ajustada 
manualmente. 
 Obturador – Um dispositivo que determina o tempo que o filme permanece 
exposto à luz que entra na câmera. Obturadores rápidos podem "congelar" objetos em 
movimento rápido. Em câmeras cinematográficas, um obturador de 180 graus gira enquanto o 
filme avança a uma taxa de 24 quadros por segundo. 
 Corpo – O compartimento à prova de luz que envolve o mecanismo da câmera. 
 Visor – Uma lente ou quadro que permite ao fotógrafo ver o conteúdo da foto 
sendo capturada seja através da lente em câmeras reflex de lente única ou através de um visor 
separado nas câmeras simples. 
Como funciona a captura digital 
Em câmeras digitais, as imagens sãogravadas usando sensores eletrônicos, em lugar 
de filmes tratados quimicamente. Sensores de imagens são circuitos integrados que consistem 
em dois componentes principais: 
 Pixels, elementos gráficos, são pequenas áreas individuais que convertem luz 
em elétrons. Quanto mais luz atinge um pixel, mais elétrons são coletados. O número de pixels 
em um sensor determina a resolução da imagem. Uma câmera regular contém entre 7 milhões e 
8 milhões de pixels. 
Circuitos de saída movem os elétrons de cada pixel individual e convertem o sinal em 
corrente elétrica. Quanto mais intensa a luz que atinge o pixel, maior a corrente elétrica. Essa 
corrente elétrica é então convertida em um número digital, e a imagem é transmitida a um 
dispositivo de exibição ou armazenamento, como um cartão de memória. Os sensores de 
imagens usados nas câmeras têm pixels dispostos em matrizes. A disposição da matriz permite 
que cada pixel individualmente grave simultaneamente uma parte da imagem capturada quando 
o obturador é aberto, semelhante à exposição de um filme. Como cada pixel grava uma parte da 
imagem, mais pixels em um sensor resultam em uma imagem de maior resolução. Ao dispor 
filtros de cores sobre um pixel, pode-se gravar uma imagem colorida com o sensor. 
 
 
 
14 
 
Assim que a imagem é lida do sensor, ela é armazenada na memória da câmera, e a 
câmera está pronta para capturar uma nova imagem. A imagem armazenada pode ser 
visualizada no visor da câmera ou transferida para um computador para visualização ou 
impressão. 
 
 
Tipos de sensores 
Hoje, com a tecnologia atual, o mercado fornece sensores de imagem de alto 
desempenho para aplicações que vão de imagens de satélites e imagens médicas a câmeras 
digitais e produtos para máquinas visuais. 
A tecnologia usada nos sensores se enquadra em quatro categorias gerais: 
 Imageadoras CCD de campo amplo 
Os CCDs de campo amplo são particularmente considerados por sua qualidade de 
imagem superior e sensibilidade fotográfica, permitindo que essa classe de sensores produza 
excelentes fotos mesmo em condições adversas. Com resoluções de até 39 milhões de pixels, 
os CCDs de campo amplo são vastamente usados em câmeras digitais profissionais, imagens 
industriais, digitalização de filmes, microscopia e astronomia. 
 Imageadoras CCD interlineares 
Os sensores de imagem CCD interlineares são ideais para capturar imagens em tempo 
real em alta velocidade, pois não exigem o uso de um obturador mecânico. Com produtos que 
variam de resolução de vídeo a 11 milhões de pixels, os CCDs interlineares podem ser 
encontrados em aplicações como câmeras de vídeo, câmeras fotográficas digitais, câmeras de 
vigilância, imageadoras médicas e de inspeção industrial. 
 Imageadoras lineares 
Os CCDs lineares capturando uma única linha da imagem por vezes através da 
varredura do item ou movendo o item pelo sensor. A alta velocidade e resolução disponíveis 
para imageadoras lineares fizeram delas uma excelente opção em scanners de mesa, scanners 
de documentos, metrologia e satélites de sensoreamento remoto. 
 
 Imageadoras CMOS 
 
 
 
15 
 
O sensor semicondutor de metal-óxido complementar (CMOS) é uma alternativa ao 
CCD. Os sensores CMOSs apresentam baixo consumo de energia e chip com maior 
funcionalidade. Eles são bastante adequados para aplicações portáteis de alto volume, como 
câmeras de telefones celulares, PDAs e certas câmeras digitais. 
Recentemente, a Kodak anunciou um avanço tecnológico que aumenta a sensibilidade 
à luz em 2 ou 4 vezes (uma ou duas f-stops) em comparação aos designs de sensores atuais. 
 
Como o filme funciona 
As câmeras de filme expõem imagens em filmes sensibilizantes. Quando expostas 
adequadamente, mudanças fotoquímicas ocorrem na película fotográfica. Depois, técnicas 
especiais de revelação e processamento reproduzem a imagem gravada no negativo fotográfico, 
do qual podem ser feitas cópias impressas. Os filmes reversos coloridos produzem imagens 
positivas que podem ser montadas em slides. 
 
Fazendo um filme: Arte e Ciência 
As duas partes principais do filme fotográfico são a sua base e a emulsão sensível à 
luz. 
 A base é uma folha transparente e flexível, na qual as emulsões (ou camadas) 
são dispostas. A maioria dos filmes para câmera tem base de acetato de celulose, enquanto os 
filmes em folha (como filmes para raios X e filmes para artes gráficas) usam base em poliéster. 
 A emulsão é feita de microcamadas de gelatina, nas quais elementos com 
sensibilidade à luz, como sais compostos de prata extremamente pura, ficam suspensos. A 
composição da emulsão determina as características de um filme – se produzirá imagens em 
preto-e-branco ou imagens coloridas e a quantidade de luz necessária à exposição correta 
(indicada pelas diferentes velocidades de filme). 
Nos primeiros anos da fotografia a formação da base dos filmes e seu revestimento 
com emulsões se davam em longas mesas de vidro. Após secar, a folha de filme era retirada da 
mesa e enrolada. 
Hoje, máquinas especializadas preparam a base e a revestem em um processo com 
rolo contínuo. Um fluxo constante de um líquido base é borrifado em uma camada extremamente 
uniforme (a base é medida em dezenas de milésimos de polegada) em uma grande roda 
giratória. Conforme a roda gira, a base se seca, desprendendo-se da roda como uma folha. Para 
 
 
16 
 
facilidade de uso, a base é enrolada em longos rolos, às vezes, com milhares de metros de 
extensão. Neste ponto, eles estão prontos para o processo sensibilizante, quando a base é 
revestida com a emulsão fotográfica. 
Como a emulsão é sensível à luz, a maioria das etapas em seu preparo deve ser 
executada em ambiente totalmente escuro (ou próximo da escuridão total). Após ajustar-se um 
lote de emulsão com as características fotográficas desejadas, ele é bombeado em grandes 
máquinas de revestimento. Em uma operação contínua, os rolos de base são desenrolados e a 
emulsão é aplicada em um lado. Uma camada típica de emulsão tem apenas alguns milésimos 
de polegada de espessura e deve ser controlada sob tolerâncias estritas. Um filme colorido típico 
requer 17 camadas ou mais de diferentes emulsões e químicos complementares para a 
formação de cores. 
Após a emulsão endurecer e secar na base, o filme é cortado em rolos, rebobinado, se 
necessário, e empacotado nas conhecidas caixinhas amarelas. 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
17 
 
4 FOTOGRAFIA DIGITAL 
 
 
Uma câmera fotográfica digital capta, 
por meio de células fotossensíveis (chamadas 
CCD, Charged Coupled Device), a luz da cena 
a fotografar. Essa informação, captada 
analogicamente, é digitalizada (pelo que se 
chama um "shift register") e armazenada num 
meio magnético (disquete, Smart Cards, 
Memory Stick (tm) ou CD). Posteriormente você 
pode transferir as fotos a um computador 
conectando a câmera, com um cabo 
apropriado, à porta RS-232 ou à porta USB ou 
imprimi-las diretamente (tendo a impressora adequada). A maioria das câmeras oferece vários 
modos de disparo: totalmente automático ou um ou mais modos manuais. 
Variando muito de modelo para modelo, fabricante para fabricante, as câmeras digitais 
têm algumas propriedades e recursos que você deve conhecer e saber manuseá-los. 
Para começar, você deve saber que existem vários tipos de câmeras, mas todas elas 
podem ser agrupadas em dois grupos basicamente: as compactas e populares destinadas a todo 
tipo de usuário, e as profissionais, destinadas a fotógrafos que trabalham na área ou precisam 
de bons resultados impressos. A maioria das câmeras “pessoais”, digamos assim, têm recursos 
automatizados que lhe deixa despreocupado (a) quanto à abertura do diafragma, tempo de 
exposição, nível de ISO, etc., em contrapartida, quando você quer alterar algum valor avançado 
em busca de melhores fotos, em situações específicas, elas podem lhe deixar a ver navios, sempermitir que você altere alguns valores fundamentais. Nesse ponto as profissionais são mais 
complexas, porém, mais robustas e versáteis (nem precisa dizer que são também mais caras. 
Uma das primeiras coisas a se observar é a lente da câmera. Por ela é que começa a 
fotografia, por ela é que “entra” a imagem. Câmeras com boas lentes normalmente são mais 
 
http://pt.wikipedia.org/wiki/Ficheiro:Large_format_camera_lens.jpg
 
 
18 
 
caras, mas há câmeras razoáveis a preços acessíveis. Fique atento ao número que representa a 
abertura mínima e máxima da lente, responsável pela luminosidade. Esse número normalmente 
vem indicado com a letra f, bem próximo à lente da câmera, por exemplo, f = 6.1. Quanto menor 
for esse valor, mais luminosa é a lente, ou seja: a câmera poderá oferecer imagens mais nítidas 
e brilhantes, sendo boas também em ambientes com pouca luz. 
O foco pode ser ajustado nas câmeras mais profissionais com melhor precisão. 
Normalmente as câmeras amadoras e de uso geral possuem foco fixo automático, e apenas dois 
modos de focalização: para objetos próximos (cerca de 10 a 20 cm da lente) ou distantes, 
englobando de 20 cm da lente até o infinito. Quase sempre o foco pode ser alterado mudando 
um botãozinho, um “jumper” na lateral da câmera. Não se esqueça de ver no manual do seu 
aparelho em qual posição é tal foco, pois bater fotos de paisagens ou coisas distantes da câmera 
com o foco ajustado para objetos próximos, ou vice-versa, lhe trará péssimos resultados. 
 
4.1 RECURSOS DE UMA CÂMERA DIGITAL 
 
 Modo Manual ou automático; 
 Resolução (megapilxes); 
 Zoom Analógico (ótico); 
 Zoom Digital; 
 Spot Meter; 
 2- stage Shutter Release (disparador de dois estágios); 
 Flash (embutido e externo); 
 Red Eye Redution (Redução de olhos vermelhos); 
 Self-Timer; 
 White Balance; 
 Macro; 
 Compensação de EV; 
 Ajuste manual do índice ASA; 
 Interpolação. 
 
 
 
19 
 
5 RECURSOS MAIS UTILIZADOS 
 
 
5.1 MODO AUTOMÁTICO 
 
Ao pressionar levemente o botão de disparo (disparador de dois estágios) a câmera 
regula todas as funções: foco, abertura do diafragma, velocidade do obturador e, se necessário, 
acionamento do flash. A foto resultante é, na maioria das vezes, no mínimo correta. 
 
 
5.2 MODO MANUAL 
 
A maioria das câmeras compactas faz boas fotos na maioria das situações, usando um 
modo automático, onde um sensor na câmera detecta a iluminação do ambiente e cuida de 
ajustar os parâmetros “pensando” numa melhor imagem. 
Mas em várias situações, pode ser interessante querer ajustar alguns parâmetros 
manualmente, como o tempo de exposição da lente, especialmente para fotos noturnas ou em 
movimento. 
Vale conferir se a câmera possui apenas o modo automático, ou se ela permite definir 
ajustes manualmente também. A maioria das câmeras, mesmo as mais baratas, permite 
configurações pré-selecionadas, como para fotos noturnas, em dias nublados, ensolarados, ou 
com pouca iluminação, etc. 
Outro recurso que vale observar é o estabilizador de imagem. Assim como o zoom, ele 
pode ser óptico (físico, feito pela lente) ou digital. Ele separa várias imagens, e faz uma 
mesclagem delas, para formar a foto – visando corrigir tremedeiras, afinal é comum tirar fotos 
 
 
20 
 
tremidas. O estabilizador digital muitas vezes reduz a qualidade da imagem, é bom tomar 
cuidado ao usar esse recurso. 
Concentre-se, respire fundo, evite tremer. Se for o caso, use um tripé, ou apoie a 
câmera em algum lugar em que ela não se mova. O maior problema ao tremer se percebe com 
fotos noturnas ou em ambientes com pouca luz, onde o obturador fica aberto por mais tempo, 
justamente para aproveitar “mais luz”, já que o ambiente está escuro. Isso causa a impressão de 
um “filme” com as cenas sobrepostas, sendo comum também em cenas de movimentos. Veja 
uma foto tremida, no escuro, como ficaria: 
 
 
Totalmente perdida (repare nas luzes, o que acontece, no canto superior esquerdo; 
além de estar sem flash!) 
Algumas vezes, é possível aumentar o tempo do obturador (aumentando o valor E. V. 
da câmera) para obter efeitos desejados também, como em um carro em movimento, por 
exemplo, para que as laterais saiam tremidas, dando um “efeito” agradável na imagem sem 
precisar usar um programa no computador. Você conseguirá fazer isso satisfatoriamente só com 
a prática. 
 
 
21 
 
Você pode também (se a câmera oferece este recurso) optar por ajustar manualmente 
um ou mais parâmetros de disparo: foco, abertura do diafragma, velocidade do obturador, flash e 
ASA. 
Em resumo, você vai usar o modo Manual para comandar a câmera em situações 
especiais e obter registro que de outra forma resultariam em resultados bem diferentes do que 
você gostaria. 
 
5.3 RESOLUÇÃO 
 
Bem-vindo ao mundo dos “megapixels”, unidade abreviada como MP. Você certamente 
já ouviu falar nisso. Quanto maior, melhor, mas tem lá seus limites. Se você não pretende 
ampliar muito determinadas seções das imagens, uma câmera boa de uns 3 MP pode lhe 
satisfazer. Câmeras que oferecem mais megapixels capturam mais detalhes das imagens, por 
área quadrada; são ótimas para tirar fotos grandes (para impressão em alta resolução), além de 
pegarem mais detalhes da imagem (pessoas na janela de um prédio, por exemplo, ao aproximar 
– ampliar – a imagem). 
O resultado é uma imagem maior, em largura e altura, e em área, consequentemente. 
Celulares populares com câmera normalmente têm câmera VGA, fornecendo a resolução 
máxima de 640x480 pixels (ou 0,3 MP). A imagem é pequena e captura poucos detalhes do 
ambiente; se você tentar ampliá-la ou imprimi-la num tamanho razoável, como 10x15 cm, por 
exemplo, sentirá que a imagem ficou ruim. Uma câmera com uns 3 MP gera imagens boas 
normalmente para ampliação até uma folha A4 mais ou menos, mas ainda assim depende de o 
objeto desejado estar ocupando a maior área possível. Sem contar que, em algumas situações, 
o valor real de megapixels pode ser considerado mais baixo, dependendo da luminosidade, 
ajustes e do ambiente em si. 
Com mais megapixels, você pode tirar fotos mais à vontade, sem se preocupar tanto 
com o zoom ou de se aproximar do objeto. Mesmo que ele fique no centro da foto, distante, você 
poderá recortá-lo e ainda assim obter uma imagem com qualidade num tamanho agradável. Hoje 
são comuns câmeras de 7 MP, chegando aos 10 ou um pouco mais do que isso. 
 
 
22 
 
Dados os benefícios e preços, é besteira comprar uma câmera com menos de 5 MP 
hoje em dia (exceto no caso de aparelhos de telefone celular com câmera, onde o preço por 
megapixel ainda é muito alto). E mesmo assim, os aparelhos com câmeras acopladas são para 
situações mais rápidas. Apesar de alguns tirarem ótimas fotos, você consegue resultados 
melhores e/ou pelo menos mais personalizáveis, apenas com câmeras mesmo. 
Algumas câmeras oferecem uma quantidade maior de megapixels por interpolação 
(junção de cores próximas para formar novos pixels). Evite usar esse modo, ele geralmente não 
é o padrão nas câmeras que possuem o recurso, mas pode ser escolhido caso o usuário queira. 
O resultado é uma foto maior, como se fosse ampliada por um programa de computador, sem a 
mesma qualidade de uma foto com a mesma resolução real numérica 
Ao pesquisar câmeras amadoras, você encontrará modelos com 2, 3 e até 12 
megapixels. Quanto mais megapixels, maior o preço da câmera, e, em teoria, melhor a qualidade 
da foto. Você precisa entender qual é a diferença para poder decidir o modelo que mais se 
adapta às suas necessidades. 
 
 
5.4 ZOOM (DIGITAL E ANALÓGICO) 
 
O zoom analógico é uma função que aproxima o sujeito. A maioria das câmeras 
digitais oferece uma capacidade máxima de zoom 3x, isto é, aproximam o sujeito três vezes, ele 
é um recurso que permite efetuar registros de aproximação mesmo a grandes distâncias 
(dependerá da potência do zoom). 
O Zoom Digital basicamente ampliadigitalmente, a área central da foto. Isso é, a 
imagem não será a que a lente está captando, mas uma ampliação digital, efetuada pelo 
software da câmera, da imagem captada pela lente. Obviamente, há uma perda de qualidade, 
mas dependendo do tamanho que será exibida a foto, a perda pode ser insignificante (ver 
exemplo abaixo). 
 
 
 
23 
 
O zoom é um recurso de aproximação da imagem, desejado e admirado por muitos – 
profissionais e amadores. É obrigatório a câmera ter zoom óptico se você quiser usar o recurso 
de zoom nas suas fotos – ignore o zoom digital. O zoom óptico é físico, envolve aproximação e 
afastamento das lentes. Ele aproxima a imagem analogicamente, sem perder a qualidade, antes 
de a imagem ser registrada pela câmera. Já o zoom digital é como o nome diz digital, 
processado digitalmente, pelo processador da câmera. Ele não passa de uma ampliação via 
software. Se for para usá-lo em fotos, prefira não utilizá-lo, e amplie sua imagem em algum 
programa gráfico (de preferência, usando o zoom bicúbico, que oferece melhor qualidade); o 
resultado da ampliação da imagem pronta num programa de computador poderá ser melhor do 
que a ampliação fornecida pela câmera. Algumas câmeras possuem tanto zoom óptico como 
digital, fique atento a isso. Zoom de verdade é o óptico 
 
 
5.5 FLASH 
 
Para obter o melhor de sua câmera e evitar ao máximo o uso do flash, devemos: 
 Primeiro, obviamente, é desligar o flash. 
 Ajustar o ISO para um valor mais alto. Isso varia em cada câmera, mas devemos 
ter cuidado para não usar o ISO máximo que a câmera permite, pois ele aumenta o noise na 
imagem. O melhor é testar os vários ISOs de sua câmera e comparar o resultado. 
 Verificar a luz no ambiente. Faça isso apertando o disparador até a metade. A 
câmera irá focalizar e fará um a leitura da luz. Geralmente é possível ver a velocidade do 
disparador (shutter speed, SS) e a abertura de diafragma que foram ajustados. Isso estará 
escrito em algum lugar do seu LCD, pesquise no manual de sua câmera para saber como, e se, 
ela faz isso. A velocidade não deve ser menor que 1/30 em lentes grande-angular, ou menor que 
1/125 no zoom máximo. Algumas câmeras mostram um alerta quando a velocidade está baixa e 
a foto pode ficar tremida. Se você já entende os modos manuais de sua câmera pode usá-los, 
buscando a abertura máxima e velocidades seguras. 
 
http://www.cravoecanelaphoto.com/blog/2007/06/15/palavreado-tecnico-da-fotografia-digital/
 
 
24 
 
 Se você não entende nada de velocidades e aberturas, simplesmente fotografe 
e analise o resultado. Foto borrada é sinônimo de velocidade baixa. 
 Se a luz for suficiente, as velocidades estarão dentro do aceitável, e é só clicar. 
Caso a foto, ainda assim, fique borrada, será preciso mais luz. O borrado é decorrente de 
movimento e pode ser causado tanto por uma tremida do fotógrafo, quanto um movimento do 
modelo. 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
25 
 
6 FOTOGRAFIA NA PRÁTICA 
 
 
As melhores fotos são sempre inesperadas, por isso, tire algumas fotos não posadas 
na próxima vez que sua família estiver reunida. Capture seus rostos felizes (e não tão felizes!), 
os abraços e os beijos. Observe as pequenas coisas que significam muito, como a intensa 
concentração de uma criança na hora de abrir o presente. 
 
FOTO 3 - FOTO DE FAMÍLIA 
 
 
 
 Se você usar a câmera para capturar a imagem da família inteira, tire pelo 
menos duas fotos. Tirar mais fotografias simplesmente aumenta suas possibilidades de sucesso. 
E fique sempre preparado: deixe a câmera digital por perto e com as baterias carregadas. 
 
 
26 
 
 Tente reunir a família inteira para uma foto, todo ano, no mesmo dia. Essas 
imagens logo se converterão em joias de família a serem guardadas como um tesouro. 
Oportunidade de se reunir para conversar sobre as fotos com os outros membros da família. 
 Fale com as pessoas. Isso as deixa relaxadas, o que se reflete na foto. Porém, 
para diminuir o tremor da câmera, deixe de falar antes de pressionar o botão. 
 Imagine como deve ser maravilhoso ter fotos realmente excelentes de todas as 
tradições que mantêm unida sua família. Férias, aniversário, reuniões, você pode reviver todos 
esses momentos queridos por meio de imagens digitais. Nossas dicas o ajudarão a capturar 
imagens que inspirarão conversas e muitas risadas. 
 
 
6.1 RETRATOS DE ANIMAL DE ESTIMAÇÃO 
 
 
Não esqueça os membros peludos de sua família 
 
 
 
27 
 
 Para que a sessão de fotografias de animal de estimação seja mais fácil e 
divertida para você e seu bichinho, tente prever o melhor momento para um retrato. Seu animal 
deve estar alerta, porém não brincalhão demais. O próximo desafio é fazer com que ele pareça 
quieto. Geralmente, isso pode ser feito distraindo-o com alguma coisa para ver ou ouvir (um 
biscoito, um brinquedo ou uma pessoa) no momento da exposição. 
 
 
6.2 RETRATO DE CRIANÇA 
 
 
 
A alegria é a mágica de tudo, a espontaneidade, deve ser a característica principal 
para se tirar fotos de crianças. 
 
 
 
28 
 
 
 
 Para tirar foto de criança fique de joelhos, sente, atire-se no chão. Faça o 
necessário para ficar ao nível dela. 
 
 
 
 
 
29 
 
6.3 RETRATO DE PAISAGEM 
 
O horário para se tirar fotos de paisagens é um dos principais fatores para que se 
tenham bons resultados. Aquelas fotos magníficas de paisagens que aparecem em revistas 
consagradas como National Geographic. Sabe o que elas têm em comum? Noventa e nove 
porcento delas foram tiradas na hora mágica. É a hora em que as cores ficam mais agradáveis, 
os contrastes diminuídos, a saturação lindamente aumentada, os detalhes e texturas revelados e 
as sombras suaves. 
 
 
 
Por volta de meia hora antes e depois do nascer do sol e meia hora antes e depois do 
pôr do sol. “Mais ou menos”, pois depende de onde você está e qual época do ano. É preciso 
muita observação e ser rápido: a hora mágica dura pouco e a luz, nesses momentos, muda a 
cada minuto. 
 
 
http://www.flickr.com/photos/claudiaregina/3487944471/
 
 
30 
 
Para que fotos de Paisagens fiquem bonitas, essa não é uma dica, é uma regra. Se 
quiser um resultado perfeito a primeira coisa a se fazer é fotografar na hora mágica. Qualquer 
paisagem só fica realmente bonita na hora mágica. 
 
Tripé 
 
Acessório pouco usado, mas essencial para quem quer fotografar paisagens 
(especialmente noturnas) ou cenas de longa exposição sem correr o risco de borrar a imagem. 
A maioria das câmeras digitais atuais, mesmo os modelos domésticos mais baratinhos, 
é compatível: procure na parte de baixo da câmera um “buraco” com rosca. 
É ali que o tripé é encaixado. 
Não é necessário andar por aí com um pesado tripé profissional pendurado nas costas: 
há nas lojas especializadas minitripés, pouco maiores que a própria câmera, que dão conta do 
recado e cabem em qualquer bolsa. 
Os modelos flexíveis são especialmente interessantes, pois dão mais liberdade na hora 
de posicionar a câmera: que tal prendê-la ao guidão da bicicleta? No exterior o modelo de tripé 
flexível mais popular é o GorillaPod, mas não é difícil encontrar similares por aqui. 
Use aquele equipamento que todo mundo tem igual: seus olhos. Com os olhos 
podemos poupar cliques inúteis e perceber cliques extraordinários. 
Ao fotografar uma paisagem evite chegar, montar seu tripé e sair clicando. Dê voltas 
pelo local, olhe todos os detalhes que podem ou não aparecer na composição, veja o 
comportamento das linhas, das formas. Olhe para cima. Olhe de cima. Preste atenção de onde a 
luz está vindo. Preste atenção no formato que as sombras estão tomando. Veja de perto as 
texturas, veja de longe os formatos. Conheça todos os ângulos para aí sim montar seu 
equipamento e começar a fotografar as composições pensadas. 
A foto abaixo é a foto padrão que todo fotógrafo curitibano tem do Parque Tanguá(super queridinho de quem quer treinar fotografia porque além de lindo tem um pôr do sol que 
todos os dias dá um show). 
 
http://joby.com/gorillapod/original/
 
 
31 
 
 
 
6.4 RETRATO A NOITE 
 
 
http://www.flickr.com/photos/claudiaregina/3487996049/
 
 
32 
 
As paisagens urbanas são mais interessantes em fotos feitas à noite. Como a luz 
disponível é insuficiente para se destacar na escuridão, será necessário um tripé para apoiar a 
câmera e um tempo de exposição longa. Se estiver a usar uma câmera automática, desligue o 
flash embutido e ajuste a sensibilidade do sensor para um valor ISSO alto de forma a conseguir 
uma exposição mais demorada. Numa máquina com controles manuais, coloque a velocidade do 
obturador em B, pressione o botão de disparo e segure-o por dois a três segundos. 
Finalmente, certifique-se de investir em um bom papel fotográfico. Papéis de qualidade 
para armazenamento custam um pouco mais, porém você não terá que jogar fora fotos 
amareladas alguns anos mais tarde. 
 
 
6.5 RETRATOS DE GOTAS DE ORVALHO 
 
Gotas de orvalho nas folhas das árvores, flores e arbustos são coisas lindas de se ver 
ao amanhecer – isso, claro, para quem tem o hábito de acordar cedo, antes de o sol fazê-las 
evaporar. 
O orvalho também é um ótimo tema para fotografar, afinal é difícil não sorrir quando se 
vê uma gota d’água pendente em uma flor. 
Saiba que você não precisa cair da cama com as galinhas para capturar esses 
momentos mágicos com sua câmera fotográfica. 
Gotas de orvalho são apenas água. Assim, basta um borrifador com água (daqueles 
que são usados em produtos de limpeza ou para aguar as plantas) e pronto: você poderá criar 
seu próprio orvalho quando e onde quiser. 
O melhor é tentar capturar imagens de grandes gotas, prestes a cair de uma pétala de 
uma flor. Borrife água suficiente para fazê-la escorrer. Faça isso vagarosamente, para obter 
melhor controle. 
Esteja preparado para clicar no momento em que a água começar a escorrer. Faça 
cliques consecutivos – há câmeras de possuem esta função pré-programada – para aumentar as 
 
 
 
33 
 
chances de capturar o momento exato. Se não gostar do resultado, repita os passos até que a 
imagem fique do jeito que você espera. 
 
 
Use um tripé 
 
 
Muitos iniciantes que se aventuram pela arte da fotografia ouvem falar de como é bom 
e útil utilizar o tripé para uma série de coisas. Uma delas é para fazer close-up como o que se 
deseja nas imagens de gotas de orvalho. 
Quanto mais perto se está do objeto a ser fotografado, menor é a profundidade de 
campo que se tem. Isso significa que você terá alguns poucos milímetros para obter um foco 
perfeito. Em uma situação como essa, o tripé é fundamental para obter uma imagem clara. 
 
 
Na hora do clique 
 
 
A câmera deverá estar configurada para usar – caso tenha – o modo macro, função 
existente na maior parte dos modelos de câmeras digitais compactas e em todas as câmeras 
SLR (Single Lens Reflex), digitais ou não. Este modo é identificado como uma flor (uma tulipa, 
na realidade). Se você tiver uma lente macro, melhor ainda. 
Se a câmera oferecer o recurso de controle de abertura (comumente indicada pela 
letra A), utilize-o. Aberturas pequenas (que correspondem aos números maiores, como f/11 ou 
f/22) resultam em alguns efeitos bacanas nas imagens. 
Ao impedir a entrada de muita luz, a velocidade de obturado será mais lenta, e o 
resultado disso será um leve borrão na foto caso haja uma leve brisa que movimente a flor, por 
exemplo. Mas ele também fornece uma profundidade de campo relativamente grande (relativa 
porque se está clicando no modo macro). O resultado disso é que a imagem capturada irá 
mostrar mais detalhes do que está em segundo plano. 
Já uma grande abertura (ou seja, escolhendo um número menor, por exemplo, f/4) 
permite que o obturador trabalhe a velocidades mais altas. Mas borra praticamente toda a foto 
em função de pequena profundidade de campo que oferece. 
 
 
34 
 
Qual é o melhor para uma boa foto de gotas de orvalho Depende do efeito que se 
deseja. De qualquer forma, para objetos muito pequenos o melhor é usar uma profundidade de 
campo maior. Os exemplos a seguir ilustram bem tal situação. 
 
 
 
A imagem acima foi obtida com o uso de uma pequena abertura (número f maior). Ela 
foi clicada com f/16 e resultou uma imagem com um conjunto maior de informações em foco (e 
não apenas a gota de orvalho). 
Já a imagem abaixo, que reproduz basicamente a mesma cena, foi capturada com 
uma grande abertura (f/4). Note a precariedade da profundidade de campo que resultou em 
apenas uma parte da gota de orvalho no foco. Todo o resto está borrado. Isso é o resultado de 
uma pequena profundidade de campo. 
 
 
 
 
35 
 
Vá além 
 
 
Depois de alguns cliques de gotas de orvalho, naturais ou produzidas por você mesmo, 
é hora de começar a experimentar coisas novas. Uma boa dica é utilizar um pouco de cor, ou 
mesmo a imagem de outra flor – na gota que se está fotografando. E isso é bem fácil de ser 
obtido. 
Tudo que se tem de fazer é posicionar uma segunda flor atrás de flor em que a gota 
está, e movimentá-la até que você consiga vê-la no visor da câmera. Lembre-se que a água 
funciona como uma espécie de lente e por conta disso, direita e esquerda, cima e baixo são 
coisas que funcionam de forma oposta. 
 
 
 
 
 
 
 
Assim, caso você veja a flor mais à direita da gota e quiser centralizá-la, mova a flor 
em questão ainda mais para a direita. Isso vale para outras situações em que se deseja ajustar a 
imagem refletida na gota. 
 
 
 
 
 
 
36 
 
Cinco dicas de como tirar fotos panorâmicas 
 
 
Os panoramas – imagens de grandes dimensões, em geral resultado da combinação 
de uma série de fotos em uma perspectiva maior ou mais larga do que é possível capturar em 
uma só fotografia – estão entre as vantagens mais interessantes da fotografia digital. 
Antigamente, os fotógrafos precisavam de câmeras com filmes especiais para obter 
panoramas extralargos – ou então se forjava esse efeito colando as fotos umas às outras, 
deixando um monte de emendas feias nessa montagem. 
Agora, usando programas como o Windows Live Photo Gallery, o Adobe Photoshop 
Elements, ou diversos outros softwares de edição de imagem, é fácil obter panoramas, e o 
resultado pode ficar literalmente sem remendos. 
Talvez você já conheça algumas das regras básicas para obter boas panorâmicas, 
como se lembrar de sempre sobrepor cerca de 30% em cada foto e usar um tripé quando 
possível para manter o nível do horizonte inalterado em cada disparo. 
 
 
6.6 FOTO PANORÂMICA 
 
Uma das limitações da fotografia tem sido sempre o baixo campo de visão que temos 
em uma câmera. Mesmo melhoradas e tecnologicamente mais avançadas, as câmeras não 
podem dar capacidade aos olhos humanos de ver toda a paisagem à sua volta. Desde o 
nascimento da fotografia, fotógrafos têm procurado uma maneira de tornar essa "experiência 
visual" mais dinâmica e mais inclusiva. 
A Fotografia panorâmica é a escolha de fotógrafos que querem dar aos seus quadros 
uma imagem mais ampla. No entanto, existem várias maneiras de definir fotografia panorâmica. 
Os métodos usados para criar panoramas vão desde a mais simples. Múltiplas fotos 
"sobrepostas" uma à outra até câmeras sofisticadas e computadorizadas que fazem fotos 360º 
graus em realidade virtual (VR), fotografias absolutamente surpreendentes, como se fossem de 
obras de arte. 
 
 
37 
 
Fotos panorâmicas podem abrir um novo mundo de possibilidades para fotógrafos. 
É possível descrever uma cena inteira, como se o espectador estivesse no meio dela. 
Essas imagens do "Burning Man 2008" foram feitas por Brad Templeton e fazem você observar a 
imagem, como se estivesse vendo tudo em primeiro plano, como se tudo que estivesse na 
imagem. 
As Panorâmicas de 360º Graus interativas ganharam popularidadecomo uma forma de 
proporcionar passeios virtuais às pessoas que gostam de certos locais, mas que não podem 
estar ali. Hoje, o método é usado para uma variedade de causas. Jook Leung's fotografou o local 
do memorial do World Trade Center e o Réveillon em New York. Celebrações que fazem as 
pessoas em todo o mundo ter experiência desses acontecimentos, sem se quer fazer uma 
viagem a Nova York. 
 
FONTE: Fred Yake. 
 
 
38 
 
6.7 FOTOS DO PÔR-DO-SOL 
 
O pôr do sol é um momento incrível que se repete todos os dias, mas não cansamos 
de admirar e fotografar. Todavia, para conseguir belas fotos desse momento é bom prestarmos 
atenção a alguns detalhes. A sua câmera sempre diz o que parece ser a melhor exposição. Mas 
só o fotógrafo atrás da câmera vai saber quando “desobedecer” à exposição indicada pela 
própria câmera. Quando se trata do pôr do sol a foto só ficará realmente com aquela aparência 
espetacular se você souber expor a foto. Isso porque a claridade do Sol é realmente forte e se 
quisermos usá-la ao nosso favor precisamos diminuir bem a quantidade de luz que chega ao 
sensor para conseguir ver os detalhes do céu. 
Embora o momento seja lindo por si só temos que considerar que você está vendo o 
Pôr do Sol de algum lugar, por isso tentar incluir elementos extras deste local adiciona uma 
beleza mais única à foto. As cores desse momento são únicas. Cuidado com o Balanço de 
Branco que sua câmera selecionar automaticamente: ela pode pensar que está tudo amarelo 
demais – e realmente está – e tentar compensar isso fazendo a foto ficar sem graça e sem o 
dourado característico do momento. 
 
Veja abaixo um exemplo disso: 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
39 
 
 
 
Na foto de cima a foto está subexposta e assim podemos ver os detalhes do céu e nuvens, além 
de capturar as belas cores desse momento. 
 
 
 
 
40 
 
Também podemos fugir do padrão e fazer fotos em Preto e Branco – é menos comum, 
mas igualmente belo 
 
 
 
6.8 CRIATIVIDADE E BOM HUMOR AO TIRAR FOTOS 
 
Use e abuse da criatividade e do bom humor no momento de fotografar, principalmente 
se for a ocasiões de descontração, como viagens e encontros com amigos, férias, lua de mel, 
momentos alegres e que pedem descontração. 
 
 
http://www.flickr.com/photos/claudiaregina/3833085561/
 
 
41 
 
 Aqui seguem algumas dicas de como aproveitar o momento certo e 
abusar da criatividade, e não se esqueça, o segredo do bom fotógrafo é observação. 
 
 
 
 
 
 Aproxime o objeto da câmera, o indivíduo a ser fotografado deve estar distante, 
para dar este efeito no tamanho do objeto. 
 
 
 
42 
 
 
 
Brincar com as cores: Efeito pós-fotografar, por meio dos modernos programas que serão 
citados mais a frente. 
 
 
43 
 
 
Autor: Cristiano de Jesus 
 
 
Tirar um simples retrato de uma pessoa é relativamente fácil: centrar o rosto e disparar. 
Mais um retrato, nada de novo. E se aprendesse a tirar retratos espectaculares, daqueles para 
http://www.flickr.com/photos/cristianodejesus/3308468327/in/set-72157603530673495/
 
 
44 
 
onde nos apetece ficar a olhar para sempre, de tão criativos e fascinantes que são? Comece a 
praticar com essas dicas. 
1. Mudar de perspectiva. O retrato é a representação de uma pessoa e, como tal, 
tem como principal objetivo captar o seu rosto, expressão e estado de espírito. Nesse sentido, os 
retratos são normalmente tirados ao nível dos olhos mas não tem de ser exclusivamente dessa 
forma. Porque não experimentar fotografar de cima ou de baixo? Um ângulo completamente 
inesperado pode revelar-se um retrato interessante e original. 
2. Cenários de fundo invulgares. O branco ou o preto são os cenários de fundo 
mais populares no que toca a retratos, o que é perfeito se quiser uma imagem simples e 
minimalista. No entanto, pode e deve experimentar com outros tipos de fundos, introduzindo cor, 
texturas e contextos diferentes para alterar substancialmente toda a fotografia. Experimente. 
3. Olhos nos olhos? Tradicionalmente, quem está a ser fotografado para um 
retrato olha diretamente para a máquina ou então ligeiramente para baixo, de forma a envolver 
quem irá observar a fotografia. Nada de errado aqui. Mas, para criar um retrato ainda mais 
atraente, peça à pessoa para olhar para fora do campo de visão da câmara. Quem vê vai ficar 
imediatamente curioso: para onde estará a olhar? Está a gostar do que vê? Porque será que se 
ri? Em alternativa, pode introduzir um segundo elemento na imagem – pode ser outra pessoa ou 
um objecto – no qual o principal elemento fixa o olhar e cria uma ligação. Ambas são excelentes 
formas de dinamizar um retrato e, de certa forma, contar uma história. 
4. Rosto completo. Outra forma de inovar é utilizar em pleno o rosto a fotografar, 
ou seja, preencha por completo o enquadramento apenas com o rosto da pessoa, mais nada. 
Não há melhor forma de captar a atenção de quem olha e, afinal de contas, trata-se de um 
retrato não é verdade? 
5. Zoom. Aproveite o zoom ou então uma lente de longo alcance para fotografar 
apenas uma parte da pessoa – olhos, mãos, boca, nariz, nuca, tronco, pernas… mas isso não é 
um retrato!? É um retrato original que desperta a curiosidade e a imaginação de quem vê, até 
porque muitas vezes o que não foi fotografado pode dizer mais do que tudo aquilo que foi 
realmente captado pela máquina. 
6. Brincar com a luz. Em fotografia os efeitos da iluminação natural e artificial são 
praticamente ilimitados, sendo, por isso mesmo, bons aliados para conseguir retratos fantásticos. 
A luz lateral pode criar um ambiente específico, enquanto a luz posterior ou sobre a silhueta da 
pessoa pode esconder algumas das suas feições, de forma a conseguir um ar dramático. Faça 
muitas experiências e surpreenda-se. 
 
 
45 
 
7. Pose vs. Natural. Enquanto representação fiel de uma pessoa, um retrato está 
geralmente associado a poses estáticas, o que muitas vezes não faz nada em termos de 
contribuir para uma fotografia original e apelativa. Um retrato também pode ser tirado sem a 
pessoa estar a contar, ou seja, fotografe-a num ambiente familiar a fazer coisas de forma natural 
para conseguir um momento especialmente realista. Para tornar a experiência ainda mais 
produtiva, coloque a máquina na função de disparo contínuo para tirar uma série de fotos que 
captam movimentos sucessivos e a partir das quais pode escolher a melhor, ou então exibi-las 
em conjunto… não deixam de ser um retrato. 
8. Moldura real. Em vez de fotografar exclusivamente o rosto de uma pessoa, 
procure emoldurá-lo com recurso a outros elementos como uma janela, porta, gradeamento, uma 
pequena abertura ou mesmo utilizando as suas próprias mãos. O resultado será um retrato com 
elevado interesse e profundidade, porque a existência da moldura direcciona a atenção de quem 
vê para algo muito específico, como a expressão dos olhos ou da boca. 
9. Trocar o formato. Tradicionalmente, os retratos são tirados com a máquina 
posicionada de forma vertical – porque não quebrar as regras e disparar horizontalmente para 
variar? E quem diz vertical e horizontal, também aplaude o fotografar com recurso a um ângulo 
diagonal para um toque artístico e/ou irreverente. Os resultados serão certamente diferentes, 
mas igualmente ou ainda mais apelativos ao olho. 
10. Fotografia em movimento. Embora a tradição aponte para os retratos como 
sendo imagens completamente estáticas, não há nada como introduzir um pouco de movimento 
para dar uma nova vida a um velho retrato. Existem três formas de conferir ação a um retrato: a 
própria pessoa pode mexer-se; o elemento principal mantém-se estático, mas introduz-se um 
elemento ativo no cenário; mexe-se a câmara fotográfica ou a sua lente de forma a conseguir um 
zoom burst (técnica que requer uma velocidade de obturação baixa e zoom na lente enquanto se 
dispara). Independentemente da forma escolhida, terá decertificar-se que utiliza sempre uma 
velocidade de obturação suficientemente baixa para conseguir captar o movimento ou então, em 
alternativa, seguir os movimentos de quem fotografa, mas com uma velocidade de obturação 
igualmente veloz para poder congelar esse gesto. 
 
 
6.9 FOTOGRAFIA PRETO E BRANCO 
 
 
 
 
46 
 
“Fotografar é: colocar na mesma linha de mira, a cabeça o olho e o coração!” 
 
 
 
Algumas fotos nascem para serem em P&B, assim como existem fotos feitas para 
serem coloridas. Agora não utilizamos mais “filmes coloridos” e “filmes, preto e branco”, afinal 
com a fotografia digital fazemos isso direto na pós-produção Depois de transformarmos uma foto 
em escala de cinza podemos deixá-la puramente assim ou podemos recuperar um pouco das 
cores originais. Algumas fotos têm o impacto necessário quando estão inteiramente em P&B 
enquanto outras ficam muito mais bonitas se o efeito for mais discreto. Tudo depende do seu 
objetivo e do tipo de foto. 
Às vezes, olhamos fotos maravilhosas e pensamos: “Por que a minha foto P&B não 
fica assim?”. Pode ser que aquela foto não seja necessariamente preto e branco. Muitas vezes, 
podemos utilizar outros tons (avermelhados, amarelados ou até tons mais frios) para criar um 
“P&B” que na realidade é um Duotone, Tritone ou Quadtone. Ou seja: ao invés de estar em 
“escala de cinza” a foto pode estar em “escala de PANTONE 7433 C” ou mais tons. 
http://2.bp.blogspot.com/_aOdUeLeXgUc/SRQ_iTxSMOI/AAAAAAAABE8/DQB3isVl_sE/s1600-h/casal+em+preto+e+branco.bmp
 
 
47 
 
 
 
Transformando o objeto em 'escala de cinza', temos uma foto preto e branco. Isso o 
Paint faz, o Photo Editor também deve fazer. 
Agora, se quiser um programa para mexer nisso de modo fácil e rápido, em 
quantidade, eu recomendaria o Google Picasa Free. A conversão de suas fotos para preto e 
branco pode criar um efeito poderoso. Fotos em preto e branco podem ajudar a ilustrar um 
humor ou uma atitude, além de dar um ar mais clássico à fotografia. Essa técnica é 
impressionante, independente da foto. 
 
 
 
O uso do software de edição de foto digital, excelentes resultados quando você muda 
para preto e branco. Antes de começar a trabalhar em uma foto, faça uma cópia e trabalhe 
nessa cópia. Vejamos como o processo é simples e os excelentes resultados, utilizando o Digital 
Image Pro. 
 
 
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7 AJUSTES NO COMPUTADOR 
 
 
Algumas câmeras possuem “efeitos” que podem ser aplicados, tais como sépia 
(simulação de fotos antigas e amareladas), preto e branco, e ajustes de brilho/contraste/níveis de 
cores. Não é bom usar os recursos das câmeras, a menos que você não saiba manusear 
minimamente um software de edição de imagens para PC. 
Digo que não é bom usar os recursos das câmeras apenas para que você tenha a foto 
“original”. Com ela, você poderá modificar e aplicar efeitos posteriormente, tendo uma gama 
maior de opções. Se você tirar uma foto no modo preto e branco, por exemplo, nunca conseguirá 
tê-la colorida como a original; já tirando “normal”, você poderá tê-la em preto e branco com 
qualidade, mantendo a normal colorida. 
Há muitos softwares no mercado para edição de imagens. O popular Photoshop é 
profissional, até relativamente difícil de aprender a mexer com perfeição. Para recursos básicos, 
alguns programas gratuitos dão conta do recado, como o Paint. NET (para Windows) ou GIMP 
(tanto para Linux como para Windows). Há ainda programas voltados a usuários leigos ou 
“comuns”, chamados de gerenciadores de imagens. Um dos mais fáceis de usar – e gratuito – é 
o Picasa, do Google. Ajuste de brilho, saturação, contraste, olhos vermelhos, balanço de branco, 
rotação e uma série de outras coisas podem ser feitas em poucos cliques com ele. 
Além disso, programas como esses possuem modos “automáticos” de correção, que 
quase sempre ajudam bastante. Mas dependendo da qualidade da foto tirada, não há muito 
milagre a ser feito, especialmente no caso de fotos noturnas ou tiradas com um ISO inadequado. 
No caso do Picasa, o modo “automático” pode ser conseguido com o botão “Estou com sorte”. 
Bons ajustes manuais estão nos níveis de cores, além do equilíbrio de branco – que 
pode tornar as fotos mais amareladas ou azuladas, ou então reduzir as tendências a essas 
cores, automaticamente aumentando a tendência de outras. 
Alguns programas possuem ajustes automáticos de níveis das cores, ajustando 
automaticamente os níveis RGB (reg, green, blue; verde, vermelho e azul). 
 
 
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Quase sempre eles dão uma boa melhora na imagem, mas você também pode ajustar 
valores independentes para as cores vermelho, verde e azul. 
Uma imagem um pouco escura ou com cores distorcidas pode ser facilmente corrigida 
ao aplicar o ajuste de níveis de cores. Você encontra esses ajustes normalmente nos menus 
“Filtros” ou “Correções”, de programas como Phoshop, Fireworks, GIMP, etc. Editores básicos 
muitas vezes não possuem esse tipo de ajuste. 
A foto digital mudou a forma de se relacionar com as imagens. Agora, não basta 
colocar em um álbum. É preciso compartilhar com os amigos. 
De que adianta comprar uma câmera digital das mais modernas e entupir o disco rígido 
do seu computador com centenas de fotografias, mostre suas fotos aos seus amigos, demonstre 
suas novas habilidades, ensine, pois é ensinando que se aprende. 
Para ajudar o usuário a compartilhar suas imagens, a internet conta com diversos 
serviços que organizam as fotos em álbuns digitais. Para melhorar ainda mais a visualização, 
alguns serviços extrapolam o simples gerenciamento e permitem que o usuário faça 
modificações básicas nos documentos ou até mesmo monte uma rede social baseada nas suas 
fotografias. 
Serviços de compartilhamento on-line de fotos 
 
 
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Flickr – Carro-chefe entre os serviços disponíveis atualmente para compartilhamento 
de fotos on-line, o Flickr justifica sua enorme popularidade com a integração de ferramentas para 
edição das fotos e a possibilidade do fotógrafo ter relacionamentos com usuários que tenham 
gosto parecido ao seu. 
O serviço oferece interface limpa e simples, com a possibilidade de as fotos serem 
vistas tanto em conjunto como individualmente. Um sistema de classificação por tags (etiquetas) 
permite que o usuário organize a bagunça e crie álbuns instantaneamente que possuam também 
fotos de outros usuários sobre uma mesma temática – como “cachorro. 
A publicação das fotos é fácil, pois o serviço oferece um aplicativo para ajudar a 
compartilhar muitos arquivos facilmente. Entre as funções de edição, a mais interessante permite 
que o usuário destaque determinadas regiões da fotografia. 
SmugMug – Ainda em beta, o SmugMug atrai usuários pela avalanche de opções disponíveis a 
serem feitas uma vez que a foto é publicada. A organização das fotos por tags funciona muito 
bem e a interface, ainda que não tão intuitiva como a do Flickr, torna a visualização de fotos 
agradável. 
É nas ferramentas avançadas, porém, que o SmugMug impressiona. Além de oferecer 
álbuns temáticos e permitir a definição de senhas para eles, os usuários podem publicar fotos a 
partir de seu telefone, criar widgets (pequenas aplicações que rodam no seu desktop) com seus 
arquivos e localizar suas fotografias no Google Maps. 
Usuários básicos podem não passar dos sete primeiros dias gratuitos de teste, mas 
quem precisa de mais funções do que o oferecido pelos serviços gratuitos podem aproveitar bem 
as funções do SmuMug, por 39,95 dólares por ano. São Paulo - Em 2009, haverá mais câmeras 
digitais do que tradicionais em uso nos EUA. No Brasil, a previsão é que a virada aconteça em 
2012. 
Faz tempo que as pessoas perderam o costume de revelar suas fotos, a fotografia 
digital já é uma realidade. 
 
 
Alguns exemplos de câmeras digitais, consideradas as melhores do mercado 
 
 
 
http://www.flickr.com/
http://www.smugmug.com/
 
 
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Até quem conhece fotografia maisa fundo e vive todos os dias em contato com 
câmeras, sente dificuldade na hora de escolher uma câmera digital. Resolvi fazer uma pesquisa 
procurando o que há de melhor no mercado. Foi um pouco difícil chegar a essa lista. 
A lista mostra as câmeras que mais me chamaram atenção em cada categoria. Todas 
são câmeras lançadas no final de 2006 a 2009. As câmeras mais modernas trazem muitas 
inovações e produzem imagens melhores que a geração anterior. Os preços estão cada vez 
mais baixos e viáveis para o consumidor comum, portanto, vou abordar os modelos mais 
recentes. 
Também percebi algumas direções novas no mercado e isso me fez reformular as 
categorias que havia falado no post anterior da série. Agora temos compactas point & shot, 
compactas amadoras, superzoons e DSLRs. Analisando os últimos lançamentos do mercado fica 
bem claro que a categoria intermediária, de câmeras compactas amadores (com controles 
manuais), está desaparecendo. Existem poucas opções e o usuário que se interessar mais por 
fotografia, provavelmente terá que optar entre uma Superzoom ou uma DSLR. As DSLR estão 
cada vez mais acessíveis e existem modelos bem compactos e de uso amador. Todas as 
máquinas estão linkadas a página delas no Dpreview, o mais completo site de reviews de 
câmeras digitais. 
 
Point & Shot 
 
Se você vai comprar uma câmera nessa categoria, terá uma bela dor de cabeça. São 
milhares de opções e fica quase impossível, para o consumidor comum, decidir. Aqui está a 
minha lista, lembrando que nessa categoria estão as câmeras compactas sem controles manuais 
de abertura e velocidade, e as variações de preços são muito grandes. 
Olympus 770SW - Tem estabilizador de imagem, é a prova d’água e choque. Uma 
beleza, mas um pouco cara. 
Canon Powershot A560 - Usa pilhas AA. ISO até 1600. Tem um ótimo preço. 
 
 
 
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Sony Cybershot W35 - Toda a série “W” é muito boa. Preço muito acessível e ótima 
qualidade. 
Panasonic Lumix FX12 - Tem estabilizador de imagem. Lente Leica e bom preço. 
 
Compactas Amadoras. 
Nessa categoria, está cada vez mais difícil achar novos modelos. Ela tende a 
desaparecer do mercado, a medida que as DSLR e as Superzoons fiquem mais baratas. 
Canon A570 IS - Ótima câmera, com estabilizador de imagem, Bom LCD e ótimo 
preço. 
Ricoh Caplio GX100 - Excelente câmera com boa lente grande angular (24 mm). 
Ótimo LCD e 10mp. O preço deverá ser salgado, quando entrar no mercado. 
Casio Exlim EX Z1050 - Bom Preço. 10mp. Várias funções manuais. Ela só tem uma 
limitação quanto aos ISOs. 
 
As grandes marcas como Canon, Nikon, Pentax e Sony, praticamente não produzem 
mais câmeras nessa categoria. Para conseguir uma compacta com controles manuais você terá 
que buscar marcas alternativas como Ricoh, Casio, Sigma, etc. 
 
Superzoons: 
Não são todas as marcas que produzem superzoons. As marcas que mais investem 
nessa categoria são a Canon, Panasonic e Sony. 
Canon Powershot S5 IS - Câmera com LCD móvel, estabilizador de imagem e boa 
lente. Leve, compacta. Não gosto muito do design, mas a cor preta me agrada. 
Sony DSC H7 - Ótima lente com 15x de zoom. Belo visual. Estabilzador de imagem. 
ISO até 3200. 
 
 
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Panasonic Lumix DMC FZ8 - Essa é minha preferida. Lente Leica excepcional, com 
muita luminosidade. Estabilizador de imagem. Ótimo LCD. Leve, compacta e bonita. 
 
DSLRs 
A categoria de DSLR pode ter várias subdivisões como: amador, semiprofissional e 
profissional. Vou citar alguns modelos que se destacam na categoria de 10mp. Essa é a 
categoria intermediária e que oferece uma ótima relação custo x benefício. Diferente do usuário 
amador, para o profissional os megapixels fazem muita diferença. 
Nikon D80 - Rápida, com muitos botões para acessar todo tipo de função de forma 
mais eficiente. Belo viewfinder com uma grande imagem. LCD perfeito. As cores que ela gera 
são fantásticas. 
Pentax K10D - Selada contra poeira e outros tipos de sujeira externa. Estabilizador de 
imagem e sistema de limpeza do sensor. Uma câmera cheia de atrativos. 
Canon EOS 400D (XTi) - Bela câmera com 10mp e bom rendimento em ISOs altos. 
Tamanho compacto. 
 
A lista serve como base na hora da escolha, mas você sempre deve levar em 
consideração a sua necessidade pessoal e o uso que “realmente” dará a câmera. É importante 
verificar o que existe disponível no mercado local e, caso as câmeras listadas não estejam 
disponíveis, encontrar modelos semelhantes e com bons diferenciais. 
A lista expressa minha opinião, baseada no que cada câmera oferece, e em reviews 
feitos por outros profissionais. Ficaram de fora ótimas câmeras, mas adquirindo uma das que 
estão listadas aqui você com certeza estará comprando o que há de melhor em digitais. Essa 
lista ainda irá durar alguns meses, depois disso, novos modelos tomarão os primeiros lugares. 
 
 
 
 
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“A fotografia, antes de tudo é um testemunho. Quando se aponta a câmara para algum 
objeto ou sujeito, constrói-se um significado, faz-se uma escolha, seleciona-se um tema e conta-
se uma história cabe a nós, espectadores, o imenso desafio de lê-las” 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
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REFERÊNCIAS 
 
 
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em:<http://downloads.exameinformatica.clix.pt/varios/downloads/fotografiaDigital_3.pdf>. Acesso 
em: 4 fev. 2010. 
 
FOTOGRAFIA. Disponível em:< http://pt.wikipedia.org/wiki/Fotografia>. Acesso em: 4 fev. 2010. 
 
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em:<http://www.sampaonline.com.br/especiais/fotografiadigital/fotografia_digital.ht>. Acesso em: 
6 fev. 2010. 
 
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em:<http://hp.gizmodo.com.br/conteudo/como-fotografar-bem-regras-basicas>. Acesso em: 6 
fev. 2010. 
 
LUCIANA PRADO FOTOGRAFIA. Disponível 
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Dicas de Fotografia. Disponível em:<http://www.dicasdefotografia.com.br/fotografando-
paisagens-a-hora-magica>. Acesso em: 6 fev. 2010. 
 
AS MELHORES CÂMERAS DIGITAIS. Disponível em: 
<http://www.trilhaseaventuras.com.br/atividades/materia.asp?id_atividade=10&id=146>. Acesso 
em: 22 mar. 2010. 
ACADEMIA BRASILEIRA DE LETRAS. Disponível em: <http://www.academia.org.br/>. Acesso 
em: 26 mar. 2010. 
 
http://www.trilhaseaventuras.com.br/atividades/materia.asp?id_atividade=10&id=146
 
 
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FOTOGRAFIAS IMPACTANTES EM PRETO E BRANCO. Disponível em: 
<http://www.hp.com/latam/br/lar/aprenda/1005_fotospretoebranco.html>. Acesso em: 22 
mar.2010 
 
ANTES DE FOTOGRAFAR, OLHE. Disponível em: <http://www.dicasdefotografia.com.br/antes-
de-fotografar-olhe>. Acesso em: 23 mar.2010. 
 
10 DICAS PARA TIRAR RETRATOS CRIATIVOS. Disponível em: 
<http://omeuolhar.com/artigos/10-dicas-para-tirar-retratos-criativos>. Acesso em: 24 mar.2010. 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
http://www.hp.com/latam/br/lar/aprenda/1005_fotospretoebranco.html
http://www.dicasdefotografia.com.br/antes-de-fotografar-olhe
http://www.dicasdefotografia.com.br/antes-de-fotografar-olhe
http://omeuolhar.com/artigos/10-dicas-para-tirar-retratos-criativos