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Prof.ª Dr.ª Andreza S. Figueredo
e-mail: andreza.figueredo@facunicamps.edu.br
Química Farmacêutica 
Medicinal 
06/05/2022
Estudo das relações entre estrutura química e 
atividade farmacológica
Conteúdo 
programático 
Descoberta 
de fármacos 
Descoberta 
de fármacos 
Propriedades físico-químicas Propriedades físico-químicas Metabolismo Metabolismo Planejamento de 
fármacos
Planejamento de 
fármacos
compreende
EstereoquímicaEstereoquímica
Forças de interação Forças de interação 
pH e pKapH e pKa
Classes terapêuticas Classes terapêuticas 
Química Farmacêutica medicinal Química Farmacêutica medicinal 
Reações de fase I 
fase II
EliminaçãoEliminação
Relação estrutura-
atividade
Otimização de 
‘lead compounds’ 
Métodos 
Modelagem 
molecular
Modelagem 
molecular
Bioisosterismo
Latenciação
Hibridação
Simplificação 
Bioisosterismo
Latenciação
Hibridação
Simplificação 
AULA: DEPRESSORES DO SISTEMA NERVOSO CENTRAL
Bibliografia:
E. J. BARREIRO, C. A. M. FRAGA - Química Medicinal – As Bases Moleculares da Ação
de Fármacos. 3º Ed., Artmed, Porto Alegre, 2015.
Lucimar Filot da Silva Brum. FUNDAMENTOS DE QUÍMICA MEDICINAL.
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NEUROTRANSMISSORES
Depressores do Sistema Nervoso Central
Mecanismo diretamente ligado aos neurotransmissores inibitórios,
com diminuição da atividade cerebral:
❑ Ansiolíticos (benzodiazepínicos);
❑ Antiepiléticos (barbitúricos);
❑ Opioides e álcool;
❑ Anestésicos gerais inalatórios;
De forma geral, os fármacos depressores do SNC atuam como 
agonistas, ligando-se aos receptores inotrópicos do GABA.
Depressores do Sistema Nervoso Central
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BENZODIAZEPÍNICOS
Moduladores seletivos de alta afinidade
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BENZODIAZEPÍNICOS
Todos os benzodiazepínicos apresentam, em alguma extensão,
as seguintes ações:
Redução da ansiedade (em doses baixas);
Efeito hipnótico/sedativo (propriedades sedativa e
calmante);
Amnésia anterógrada (Perda temporária da memória) -
midazolam
Efeito anticonvulsivante
Relaxamento muscular
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BENZODIAZEPÍNICOS
midazolam
bromazepam
estazolam oxazepam
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BENZODIAZEPÍNICOS
Potência ansiolítica R1 = CH3
R2 = H
Grupo retirador de elétrons 
R3 = –F, -Cl
Grupo retirador de elétrons 
R4 = -Cl, NO2, CF3
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BENZODIAZEPÍNICOS
Farmacocinética
1. Absorção e distribuição:
Lipofílicos, de rápida absorção após administração oral;
Se distribuem por todo organismo e entram no SNC.
2. Destino:
Biotransformados pelo sistema microssomal hepático em metabolitos
ativos;
Excretados na urina
Atravessam a placenta e estão presentes no leite materno;
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BARBITÚRICOS
Mecanismo de ação é baseado na interação com o receptor 
GABA na subunidade β.
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BARBITÚRICOS
Os barbitúricos apresentam os seguintes efeitos:
Efeito anticonvulsivante
Efeito hipnótico/sedativo (propriedades sedativa e calmante);
Anestésico
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BARBITÚRICOS
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BARBITÚRICOS
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BARBITÚRICOS
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BARBITÚRICOS
Lipossolubilidade 
Duração de ação 
X = S ou O
Efeito hipnótico 
Lipossolubilidade 
Duração de ação
R2 e R3 = fenila e 
alquila ramificadaEfeitos adversos 
R1 = H
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ANESTÉSICOS GERAIS INALATÓRIOS
Fármacos que provocam a perda da consciência e o bloqueio ou
insensibilidade à dor, evitam reflexos autônomos, promovem
amnésia e o relaxamento muscular.
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Estudos sugerem que os anestésicos voláteis podem ligar-se a uma
interface entre as subunidades α e β, enquanto que os anestésicos
intravenosos se ligam somente à subunidade β
ANESTÉSICOS GERAIS INALATÓRIOS
ANESTÉSICOS GERAIS INALATÓRIOS
30
ÁLCOOL
❑ Ativação de receptores dopamínicos existentes no nucleus
accumbens (falso estimulante do SNC);
❑ Efeito sedativo com o consumo de doses elevadas;
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ÁLCOOL
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ÁLCOOL
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ÁLCOOL
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OPIOIDES
O ópio, mistura de alcaloides extraídos da
papoula (Papaver somniferum) é milenarmente
conhecido por seus efeitos analgésicos,
hipnóticos e narcóticos;
Opioides são todas as substâncias
naturais ou sintéticas (exógenas)
que interagem com receptores
opioides e produzem efeitos
semelhantes ao da morfina;
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OPIOIDES
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OPIOIDES
Ligam-se a receptores opioides específicos, acoplados a proteína G. 
Os receptores opioides estão amplamente distribuídos no SNC 
e quatro deles são os mais importantes: os µ, κ, δ e ORL-1.
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OPIOIDES
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OPIOIDES
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OPIOIDES
Ligam-se a receptores opioides específicos, acoplados a proteína G. 
Os receptores opioides estão amplamente distribuídos no SNC 
e quatro deles são os mais importantes: os µ, κ, δ e ORL-1.

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