Prévia do material em texto
PHTLS Controle do trauma – 5 vertentes: · Prevenção · Atendimento pré-hospitalar · Atendimento hospitalar · Reabilitação · Plano de atendimento a desastres Atendimento ao traumatizado: · Preparação pré-hospitalar · Reparação intra-hospitalar · Triagem · Avaliação primaria (salvar a vida e diminuir dano) · Reanimação · Avaliação secundaria · Monitorização e reavaliação contínua · Tratamento definitivo Atendimento Pré-Hospitalar (APH): Star life (estrela da vida) símbolo mundial do APH 1- Detectar a emergência 2- Reportar a emergência 3- Enviar a equipe e equipamento adequado 4- Cuidados no local 5- Cuidados em trânsito 6- Transferência para o tratamento definitivo Objetivo do APH: - O atendimento Pré-Hospitalar (APH) é um atendimento emergencial com o objetivo de manter a vítima com vida ou o mais próximo da normalidade, até a chegada ao hospital - Portaria GM/MS n° 2.048/2002 estabelece os princípios e diretrizes dos sistemas estaduais de urgência e emergência, define normas, critérios de funcionamento, classificação e cadastramento dos hospitais de urgência e determina a criação das coordenações do sistema estadual de urgências Paramédicos: - São profissionais habilitados da carreira do atendimento Pré-Hospitalar, cuja categoria profissional lhes permite a aplicação de técnicas médicas em ambiente extra-hospitalar - Não existe no Brasil! Em nosso país não existe a formação do técnico em emergências médicas como nos países onde estão bem definidos os sistemas de atendimento pré-hospitalar, porem o termo técnico em emergências medicas esta presente em normas brasileiras como a NBR 14561 – viatura para o resgate e atendimento pré-hospitalar e em legislações como a portaria CVS04/94 da vigilância sanitária do estado de SP Equipe interdisciplinar no APH: · Médico (em suas especialidades) · Enfermeiro (e categorias de nível médio) · Condutor (socorrista) · Bombeiros · Atitude interdisciplinar · Para ser um bom profissional no atendimento APH interdisciplinar, não basta ser um bom profissional individualmente · É preciso amadurecimento e conscientização de que cada um faz parte da equipe Cuidados preliminares: · Checar material e viatura · Garantir a segurança da cena do acidente · Usar equipamentos de proteção e resgate SAMU 192 · Suporte avançado de vida (SAV ou USA) · Suporte intermediário de vida (SIV) · Suporte básico de vida (SBV) Rodovias: - Nas rodovias pertencentes ao programa de concessões foi criado o serviço de APH móvel privado, para prestar assistência às vítimas de acidente de trânsito, que atende a exigência da ARTESP Corpo de bombeiros – 193 · Unidade de resgate (UR) · Unidade de suporte avançado (USA) GRAU: · Anos 90 – implantado o grupo de resgate e atenção as urgência e emergência (GRAU) da secretaria estadual da saúde de SP · Pneumotórax deve ser drenado antes da transferência para evitar o risco de pneumotórax hipertensivo durante a subida Prehospital Trauma Life Support – PHTLS · É especificamente elaborado para o atendimento e a remoção de vítimas de trauma no cenário pré-hospitalar · No brasil, só a partir da década de 90 · Através da portaria 2048, de 5/11/2002, o ministério da saúde regulamentou os sistemas técnicos de urgência e emergência, que define o atendimento pré-hospitalar no Brasil que utilizam o PHTLS Princípios de ouro no atendimento PHTLS: 1- Garantir a segurança dos socorristas e do paciente 2- Avaliar a situação para determinar a necessidade de solicitar outros recursos 3- Reconhecer a biomecânica envolvida nas lesões 4- Reconhecer as lesões com risco de vida já na avaliação primaria 5- Cuidar das vias aéreas mantendo a coluna cervical estabilizada 6- Providencias suporte ventilatório e oferecer O2 para manter SaO2 > 95% 7- Controlar a hemorragia externa significativa 8- Tratar estados de choque 9- Manter a coluna estabilizada com colar cervical e prancha rígida 10- Traumas graves transportar o paciente ao hospital de destino em até 10 minutos após a chegada ao local do acidente 11- A caminho do hospital, procedes reanimação volêmica 12- Após estabilização do paciente, obter anamnese AMPLA e realizar a avaliação secundaria 13- Não causar mais dano – “primum non nocere” (Hipócrates, 430 a.C.) Situações do APH · Extricação de vítimas · Extricaçao rápida – chave de Rauteck · KED – Kendrick Extrication Device ou colete de imobilização dorsal Ultrassom no pré-hospitalar: · E-FAST · POCUS – “Point Of Care Ultrasound” Considerações finais ferimentos militares/armas exsanguinação Protocolo M.A.R.C.H – guerra M – Hemorragias massivas: controle de hemorragias mediantes: torniquetes, agentes hemostáticos, bandagem compressivas y torniquetes e união de membros A – Via aérea: manejo de via aérea com: cânulas nasofaringeas, supragloticos, cricotiodotomia cirúrgica, intubação orotraqueal R – Respiração: manejo de problemas respiratórios por problemas torácicos, como: colocação de prancha torácicos e C – Circulação: manejo de problemas circulatórios, como choque hipovolêmico mediante: Ácido tranexâmico. H – Head/Hipotermia, cabeça/hipotermia: manejo de traumatismos cranioencefálicos e prevenção de hipotermia