Prévia do material em texto
Recomendações No caso de uso de hormônio para a tireoide, realize os exames indicados pelo seu médico. Pois ao longo do tratamento a dose necessária da levotiroxina pode variar. Para portadores da tireoide de Hashimoto é necessário seguir uma dieta equilibrada e orientada por um nutricionista. Seguem abaixo os principais nutrientes para esses pacientes. Consuma mais: Cálcio: quando o indivíduo tiver hipertireoidismo, precisa de uma dieta rica em cálcio. Ex: vegetais verde-escuros, leite e derivados; Complexo B: ajudam a manter a saúde dos nervos, pele, olhos, cabelos, fígado e boca. Fontes: banana, batata, lentilha, pimenta, óleo de oliva, peru, fígado e atum; Água mineral: não é clorada e, por isso, contém mais vitaminas e minerais. Evite: Água clorada: a nossa água é tratada com o cloro, e compete com o iodo, prejudicando o bom funcionamento da glândula; Suco verde: é maravilhoso (feito com couve para desintoxicar), mas para quem tem problemas na tireoide, ele pode atrapalhar. Não se deve tomá-lo todos os dias, pois vegetais crucíferos (couve, couve-de-bruxelas, brócolis, repolho), na sua forma crua, contém glicosinolato, que atrapalham o bom funcionamento da tireoide. Já sua forma cozida, o glicosinolato perde a sua toxicidade para a tireoide, pois é “desativado” com o calor do fogo; Glúten: pesquisas têm demonstrado que ele também atrapalha esse bom funcionamento da glândula. Proteína presente no trigo, aveia, cevada, malte e centeio; O tratamento da Tireoidite de Hashimoto é igual a de outras causas de hipotireoidismo com o uso da reposição hormonal de T4. O fármaco usado é a levotiroxina sódica, administrada via oral todos os dias em jejum, normalmente para o resto da vida do paciente, já que se trata de uma doença crônica. O acompanhamento com o endocrinologista é fundamental para a dosagem dos níveis de hormônios e ajustes de tratamento. Outro tratamento é a intervenção cirúrgica, indicado em alguns casos específicos. A presença de bócio volumoso, com sintomas obstrutivos, como dificuldade de respirar e engolir, e a existência de nódulo maligno ou linfoma tireóide sugerem a necessidade de cirurgia, conhecida como tireoidectomia. TRATAMENTO Tireoidite de Hashimoto é uma doença autoimune em que o organismo fabrica anticorpos contra as células da tireoide. Os sintomas aparecem normalmente quando o hipotiroidismo já está instalado. Tireoidite de Hashimoto Tireoidite de Hashimoto, ou tireoidite linfocítica crônica, é uma doença autoimune, cuja principal característica é a inflamação da tireoide causada por um erro do sistema imunológico. Na tireoidite de Hashimoto, o organismo fabrica anticorpos contra as células da tireoide. Esses anticorpos provocam a destruição da glândula ou a redução da sua atividade, o que pode levar ao hipotireoidismo por carência na produção dos hormônios T3 e T4. Esta patologia é mais comum em algumas famílias o que pode indicar fator genético, mulheres são mais acometidas do que os homens, e sua prevalência aumenta conforme as pessoas envelhecem. Entenda a Tireoidite de Hashimoto Sintomas Os mais comuns são: Não existem sintomas especificos da tireoide de Hashimoto, como ela é uma doença de evolução lenta, eles aparecem quando o hipotireoidismo já está intalado. Cansaço Depressão Pele seca e fria Prisão de ventre Diminuição da frequência cardíaca Diminuição do apetite Sonolência Ganho de peso Alterações menstruais e na potência e libido dos homens. Diagnóstico e Tratamento Diagnóstico 1. A ultrassonografia com tireoide aumenta a textura normal, aspecto característico de hipoecogenicidade ou presença de múltiplos nódulos mal definidos. Quando existe a suspeita da doença, a confirmação do hipotireoidismo pode ser feita através de exames laboratoriais para detecção de níveis de TSH e T4 livre. Já a de tireoidite de hashimoto, é solicitado um exame de detecção a quantificação de anticorpos tireoidianos, também conhecidos como anti-TPO e anti-TG. Outros exames complementares também podem ser realizados para avaliar o funcionamento do metabolismo e a condição da glândula de tireóide, como o hemograma completo, perfil lipídico, creatinina, prolactina e ultrassonografia. 2. Captação do iodo radioativo variável (apresenta pouca utilidade). 3. Avaliação citológica de PAAF confirma o diagnóstico (mas não é fundamental). REQUER UM DIAGNÓSTICO MÉDICO UNIVERSIDADE METODISTA DE SÃO PAULO CAMPUS PLANALTO – BIOMEDICINA 1 SEMESTRE IMUNOLOGIA Giovana Gabrielli Braga Luiz RA: 328363 Lilian Barbosa Lopes RA: 327887 Isabela Menezes de Brito RA: 310204 Nicolly Monteiro Maciel RA: 335629 Evelyn Martins Costa Dos Santos RA: 309157 Tireoidite de Hashimoto São Bernardo do Campo 2022